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Varejo

Duas décadas de sucesso alimentadas por expansão agressiva

De Administrador SH 23 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Atacarejo Mart Minas realiza oitava inauguração do ano em pleno mês de aniversário com muitos prêmios para os clientes

Mart Minas inaugura sua 48ª loja, a segunda unidade na cidade onde tudo começou: Divinópolis. A abertura acontece em pleno clima festa por conta o aniversário de 20 anos da rede.

O maior e mais completo atacado e varejo de Minas Gerais, vai abrir no próximo dia 30 de setembro a sua 48ª loja no Estado, a segunda unidade na cidade de Divinópolis, onde a rede estreou em 2001.

A cidade é um município situado a 117km de Belo Horizonte, próxima de Itaúna, Nova Serrana, Carmo do Cajuru, Santo Antônio do Monte, Arcos, Formiga, Itapecerica e Claudio, reconhecida como polo da moda do estado de Minas Gerais, devido à alta concentração de indústrias do ramo confeccionista e têxtil.

Com o início das atividades da segunda loja em Divinópolis, o Mart Minas passa a contar com 48 unidades em Minas Gerais e representa maior oportunidade de crescimento nesta importante região do Estado.

“Levamos à cidade mais uma loja ampla, confortável e com grande variedade de produtos a preços competitivos, que vai atender as famílias da região e micros e pequenos comerciantes que atuam no município, assim como os que estão em cidades do entorno, tendo o Mart Minas como seu parceiro no abastecimento”, afirma Filipe Martins – Diretor Comercial e Marketing da rede.

A nova unidade Mart Minas em Divinópolis possui 5.800 m² de área de venda, 30 check-outs e amplo estacionamento com mais de 300 vagas para carros, além de posições para motos e bicicletas, loja esta que estará totalmente preparada e alinhada com todos os protocolos de prevenção a pandemia de Covid-19.

Pronta para atender donos de bares, pizzarias, padarias, hotéis e consumidores finais, a loja oferece mais de 10.000 opções de produtos, que podem ser adquiridos em embalagens fechadas e fracionadas, de acordo com a necessidade do cliente. Oferece ainda o serviço de televendas, onde o cliente pode contar com uma equipe preparada para agilizar e facilitar suas compras.

Nos setores de mercearia, bomboniere, bebidas, higiene e beleza, limpeza, frios e laticínios, há uma ampla variedade de marcas regionais e as líderes de mercado, sempre com a opção de compra no varejo e no atacado. Frutas e verduras, selecionadas e sempre frescas, completam a experiência de compra dos clientes, que também encontrarão itens de confeitaria, bazar e embalagens.

Aniversário

Para celebrar essas 2 décadas de sucesso, o Mart Minas preparou uma ação especial para seus clientes. No aniversário da empresa serão sorteados 20 carros e 2.000 vales-compra no valor de R$ 150,00.

Para participar, basta informar o CPF no caixa no momento da compra e realizar o cadastro no site www.aniversario.martminas.com.br.

Importante salientar que clientes do Clube de Vantagens Mart Mais possuem chances em dobro. A campanha já começou e tem término previsto para o dia 17 de outubro. Para além disso, haverá itens com preços super especiais nas gôndolas.

Divinópolis

Endereço: Rua Rio de Janeiro, nº 2.220, Bairro Ipiranga, CEP: 35.502-456, Divinópolis – MG

Horário de funcionamento: 

– Segunda-feira a sábado: das 7h30 às 21h;

– Domingo: de 07h30 às 14h;

23 de setembro de 2021 0 Comentários
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Varejo

Em menos de um ano, Supernosso finaliza conversão de lojas do Carrefour Bairro

De Administrador SH 23 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Inicialmente, a parceria para 16 unidades chancela a marca e sua expansão em terras mineiras

A parceria firmada em 2019 entre o Grupo Supernosso e o Grupo Carrefour Brasil se concretizou. As 16 lojas, localizadas em Belo Horizonte e região metropolitana, foram entregues e já estão com novo layout e em fase adiantada de implantação dos produtos que fazem parte da curadoria do grupo mineiro.

Esse é o primeiro projeto do Grupo Carrefour Brasil nesse modelo de parceria, que tem como objetivo reforçar o pilar de expansão da companhia e unir a expertise de um importante player regional para potencializar ainda mais suas operações.

Para o grupo mineiro, a parceria é um reconhecimento do valor de sua marca e gestão, e a estratégia possibilita ganhos de escala e uma competência adicional em soluções inovadoras. “Estamos muito satisfeitos com a parceria e já colhendo os resultados dessa união”, destaca Euler Fuad Nejm, CEO do Grupo Supernosso.

Segundo ele, foi um trabalho árduo, que contou ainda com o inesperado: a pandemia do Covid-19. “Mesmo assim, conseguimos realizar todo o processo em apenas 6 meses, a partir do início da conversão da primeira loja”, afirma.

Curadoria

Com inaugurações quase que semanais, as novas lojas, antes Carrefour Bairro, foram totalmente repaginadas, com nova estruturação logística, equipamentos e treinamento de toda a equipe, de acordo com padrões Supernosso.

“As 16 lojas já estão sendo abastecidas com o portfólio de produtos de qualidade do grupo, com a curadoria de um time de especialistas”, afirma a sócia e diretora de Branding do Grupo Supernosso, Rafaela Nejm. Segundo ela, o processo de curadoria fortalece a estratégia de comunicação e traz a oportunidade de oferecer ao cliente produtos selecionados em todo o mundo, especialmente entre as muitas delícias mineiras. “Assim, reforçamos o propósito da marca, que é dar acesso a produtos de qualidade, cuidando do abastecimento das famílias”, destaca.

Para tanto, o grupo tem investido fortemente em uma estratégia omnichannel “para oferecer uma melhor experiência para o cliente, através de diferentes canais que visam maior agilidade e conveniência para o ato de comprar”, ressalta a diretora.

Projeto

E os números reforçam a grandiosidade do projeto de conversão das 16 lojas: foram 295 dias da assinatura do contrato à virada da última unidade; mais de 20 áreas envolvidas no processo; 34 sistemas integrados; 149 novos fornecedores de serviços e 900 fornecedores comerciais. Além de 451 contratações e 80 profissionais promovidos.

Euler Nejm comenta ainda que a parceria chancela o valor da marca em meios nacionais e internacionais. “A união com a marca francesa permite que possamos crescer com as indústrias fornecedoras e parceiras dos dois grupos e ajuda também na diluição de custos. Com isso, conseguimos dar velocidade de crescimento a essas lojas e levar uma experiência de compra melhor para o consumidor”, completa o presidente.

Para o Grupo Carrefour Brasil, a parceria facilita o encantamento dos nossos clientes, por ser o Supernosso uma marca local, que conhece melhor os comportamentos e as exigências dos mineiros, e também vai ao encontro da busca contínua por entregar uma melhor experiência de compra aos seus clientes.

“Em Minas Gerais, a parceria com o Supernosso é um caminho inovador e acreditamos muito em sua viabilidade para alcançar esse objetivo. É a combinação da expertise local com a força da maior varejista alimentar nacional”, reforça João Gravata, diretor de Proximidade do Carrefour.

Segundo o executivo, mesmo que ainda existam muitos ajustes e amadurecimento dessa união de forças, já estamos colhendo elogios dos clientes e resultados positivos, e o Grupo Carrefour Brasil está confiante no sucesso do acordo.

“Essa parceria foi um passo importante para garantirmos melhores condições para o atendimento do nosso cliente em todas as regiões onde atuamos e, nesta direção, continuamos com um olhar atento para novas oportunidades de desenvolvimento, principalmente em transformação digital para ampliar nossa estratégia de omnicanalidade”, finaliza Gravata.

Inaugurações

A primeira loja a operar sob a bandeira Supernosso foi a antiga unidade do Carrefour Bairro, localizada no bairro Funcionários, na capital mineira, no dia 05 de fevereiro de 2021.

Já a última loja transformada foi entregue no dia 20 de agosto deste ano. Todas elas seguem o modelo das lojas atuais, com design diferenciado, visando proporcionar a melhor experiência de compra.

As novas lojas já contam também com os produtos de qualidade da rede mineira, com produção própria artesanal na padaria; adega com cerca de 1000 rótulos e serviço de sommelier; açougue, queijos e frios especiais, produtos gastronômicos e importados, carnes exóticas e linha Angus exclusiva, hortifrúti selecionado; culinária japonesa com menu especial, e cerca de 200 rótulos de cervejas especiais, além do atendimento Supernosso.

23 de setembro de 2021 0 Comentários
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Varejo

Coopetição une empresas que formam a Associação Brasileira de Bebidas Destiladas

De Administrador SH 23 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Combate ao comércio ilegal é uma das principais bandeiras do segmento formado por multinacionais

Cinco das maiores empresas de destilados que atuam no Brasil – Bacardi Martini, Beam Suntory, Brown Forman, Diageo Brasil e Pernod Ricard – se uniram em coopetição para criar a Associação Brasileira de Bebidas Destiladas (Abbd).

A constituição da entidade é uma evolução da organização iniciada pelas empresas em 2020 com a criação do Núcleo pela Responsabilidade no Comércio e Consumo de Bebidas Alcoólicas no Brasil, grupo formado com o objetivo de contribuir para que a relação da sociedade com bebidas alcoólicas seja transparente e responsável.

A formação inédita da associação é uma vitória recente para o segmento e pretende potencializar as bandeiras de luta pela isonomia tributária e regulatória, combate ao mercado ilegal e conscientização do consumo responsável.

O setor nacional de destilados, puxado pelas marcas acima, tem um valor de mercado de R﹩ 34,2 bilhões/ano, segundo último levantamento da consultoria Euromonitor1, de 2018.

A Abbd emerge em sintonia com a campanha educativa do movimento “Doses Certas”, que desde 2020 trabalha para desfazer mitos relacionados às bebidas alcoólicas e informar à população que “Álcool é Álcool” – o mesmo tipo de álcool está em todas as bebidas, e é importante controlar a quantidade consumida, seja qual for a escolha do consumidor.

A união entre as empresas, embora concorrentes, evidencia a urgência de combater a desinformação do público e desmistificar conceitos equivocados presentes no imaginário popular, como o de que existe uma bebida mais “forte” que a outra. Esse tipo de percepção acaba por justificar a alta carga tributária imposta para os destilados, que onera a indústria e, paradoxalmente, gera menos contrapartida fiscal para o governo, à medida que estimula a expansão da ilegalidade.

Para dar início às ações, a associação foi constituída e o presidente José Eduardo Cidade, ex-secretário de Desenvolvimento Econômico de Porto Alegre (RS), nomeado em reunião remota no dia 12 de julho, em acordo com os representantes das cinco multinacionais, que assinaram a ata para a fundação oficial do grupo. “A Associação é um marco para mudanças estruturais necessárias. Juntos, vamos dar voz a um setor de grande representatividade, em um momento ímpar do país, para discutirmos a reforma tributária e a retomada econômica, sem nunca perder de vista o consumo responsável e nosso papel junto à sociedade”, afirmou.

Pautas da Abbd

Um dos principais esforços da Abbd será estimular – a partir de uma mudança de consciência na sociedade, mundo corporativo, classe política e mídia – a promoção da educação e moderação no consumo, com responsabilidade individual e respeito à saúde coletiva, aliada a um ambiente concorrencial equilibrado que gere ganhos sociais como um todo.

Ao promover a informação em caráter educativo a respeito dos destilados, a entidade defende que as bebidas alcoólicas (todas aquelas com teor alcoólico acima de 0.5° Gay Lussac) devem ser tratadas de maneira simétrica sob o ponto de vista regulatório e tributário, possibilitando um campo de negócios adequado para uma competição justa, arrecadação de impostos e geração de empregos, ou seja, benefícios de âmbito social que retornem positivamente para os cidadãos. Daí, a importância do lema abaixo.

Álcool é Álcool

As bebidas destiladas, a cerveja e o vinho possuem o mesmo tipo de álcool: o etanol. Por isso a ABBD apoia o movimento Doses Certas, que visa oferecer informações de qualidade para adultos responsáveis que optem por beber, combatendo mitos e fake news que causam prejuízo à saúde pública e à economia, reduzindo a competitividade do setor e estimulando o mercado ilegal. A ideia principal é mostrar que “Álcool é Álcool” e que o que importa mesmo é a quantidade absoluta de consumo do indivíduo e não o tipo da bebida ou seu teor de percentual alcoólico.

O movimento é um marco na ação desta indústria, disposta a atuar no apoio ao consumo moderado, ao educar sobre a quantidade de álcool ingerido, e não a partir da concentração da substância na bebida. Esta premissa é ponto de partida para que políticas públicas na área da saúde e economia sejam coerentes entre si. E é justamente tornando o debate educativo e responsável que a ABBD quer tratar de questões tributárias e do comércio ilegal, que tanto afetam o setor.

Isonomia Tributária

Em 2015, o setor sofreu forte baixa, quando foram instituídas novas normas tributárias no Brasil, que alteraram a sistemática de cobrança e estipularam alíquotas elevadas do IPI para os destilados, entre 25 e 30%, enquanto a alíquota da cerveja, por exemplo, foi para 6% – valor menor do que alguns itens essenciais como shampoo e tijolos, conforme aponta estudo publicado pela GO Associados².

Como consequência, o governo amargou perdas fiscais de R﹩ 5,5 bilhões, e o mercado ilegal lucrou, na época do estudo da Euromonitor, mais de R﹩ 3 bilhões por ano com bebidas falsificadas e contrabandeadas.

Mercado ilegal

Em paralelo, a Abbd considera o enfrentamento ao comércio ilegal de bebidas alcoólicas em território nacional outro problema urgente, que traz risco à saúde do consumidor, grande perda de arrecadação do Estado e geração de receitas escusas que financiam o crime organizado. Segundo a entidade, a incoerência de taxação de tributária dos destilados é o fator propulsor dessa desordem, que gera perdas em todas as pontas, sociais, econômicas e individuais.

Dados de um estudo recente feito este pela consultoria Euromonitor1 indicam que o mercado de bebidas destiladas ilegais já corresponde a 37,9% do volume total comercializado no Brasil. Além disso, produtos ilícitos chegam a custar até 70% menos que os legais, o que os torna atrativos em um momento de crise econômica com importante redução na renda do consumidor, como o provocado pela pandemia.

Estima-se, ainda, que mais de 130,7 milhões de litros de álcool puro ilícitos circulam no país (isso significa 320 milhões de garrafas de um litro com teor alcoólico de 40%). Esse aumento traz riscos para a saúde dos consumidores, que optam por produtos ilegais, na expectativa de manterem seus padrões de consumo, e acabam comprando um produto ilícito, sem qualquer controle de qualidade, muitas vezes produzido em fábricas clandestinas.

Por conta desses riscos, uma das primeiras ações da ABBD foi o apoio à campanha multientidades “Diga Não Ao Comércio Ilegal de Bebidas Alcoólicas”, que visa reforçar a importância do combate à ilegalidade junto a bares e restaurantes, empresários e empreendedores.

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Tendências

Drive thru em supermercados: será que a moda pega?

De Administrador SH 23 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Varejistas americanos fazem testes com sistema de drive thru para acelerar modelos de negócios omnichannel

Normalmente, o setor supermercadista demora um pouco mais para adotar inovações, já que o tamanho das redes dificulta o roll-out das iniciativas. O que não quer dizer que projetos-piloto não indiquem o futuro do setor. No varejo americano, uma forte tendência é a adoção do drive thru para acelerar as compras de alimentos.

A Amazon, por exemplo, implementou o sistema em uma das lojas Amazon Fresh que está construindo em Boca Raton, na Flórida. No Meio Oeste, a rede Hy-Vee anunciou no primeiro semestre do ano que pretende expandir linhas de drive thru que antes funcionavam apenas para as farmácias das lojas e começar a vender alimentos dessa forma.

No sentido oposto, as redes de farmácias foram mais ágeis. No ano passado, conforme os lockdowns se intensificavam nos Estados Unidos, a rede Walgreens ampliou o atendimento em seus drive thrus para a venda de alimentos – mantendo o fluxo de clientes, mesmo que eles não pisassem na loja.

Até agora, poucas iniciativas foram além dos testes, mas existem razões para esperar o crescimento do uso desse modelo. Desde março, o chamado grocery pick-up (em que os consumidores fazem os pedidos online e retiram na loja em uma área especial, sem precisar sair do carro) vem ganhando popularidade. Segundo o Omnichannel Report divulgado pela Digital Commerce 360, atualmente mais de 50% dos 1000 maiores varejistas oferecem esse serviço, contra 6,6% no início da pandemia. Ainda assim, a experiência desse modelo deixa a desejar, seja pelo tempo de espera, seja pela indisponibilidade de itens. Há muito a melhorar.

No Walmart, que conta com um dos maiores serviços de grocery pick-up dos Estados Unidos, os consumidores esperam em média 7:03 por seus pedidos, praticamente o triplo da espera em um fast food (2:29). Além disso, em períodos de pico, o sistema ocupa espaço no estacionamento que poderia estar sendo ocupado por clientes que querem fazer uma compra presencial – e que podem migrar para um concorrente ao ver o estacionamento lotado.

A adoção do drive thru não necessariamente soluciona esse tipo de problema, e ainda pode criar situações como uma fila que não anda porque um pedido não ficou pronto a tempo, ou algum item precisa ser substituído. Para o drive thru funcionar, o pedido tem que estar 100% pronto para o cliente retirar, e esse é um desafio para os supermercados.

Para Simon Mayhew, head de online retail insight da empresa britânica de estudos IGD, o drive thru depende de condições específicas. “Esse modelo só funciona em lojas que tenham espaço suficiente e estejam localizadas em regiões menos densamente povoadas. Caso contrário, pode ser mais simples descer do carro e comprar na loja, ou pedir para entregar em casa”, afirma.

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ABRAS

ABRAS apresenta sua proposta de marketplace para os supermercados brasileiros

De Administrador SH 22 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Plataforma nasce com a missão de ser um ativo do setor e permitirá que todas as empresas que integram o autosserviço nacional vendam seus produtos por meio deste ecossistema digital

A 55ª edição da Convenção ABRAS, que aconteceu nos dias 20 e 21 de setembro na cidade paulista de Campinas, foi encerrada em grande estilo. Pela primeira vez a entidade detalhou junto ao setor supermercadista a sua proposta de marketplace que estará à disposição de todas as empresas do autosserviço brasileiro.

Na prática, as mais de 91 mil lojas do setor poderão usufruir da plataforma, o que beneficiará, especialmente, as pequenas empresas. Essa primeira apresentação foi conduzida pelo presidente da ABRAS, João Galassi, e pelo vice-presidente de Ativos Setoriais, Rodrigo Segurado.

O grande conceito por trás desta empreitada é utilizar a escala do setor supermercadista a seu próprio favor, colocando essa plataforma a serviço do seu desenvolvimento. Com gestão própria, apartada da ABRAS, este marketplace foi concebido para que ele seja um ativo do setor e será dotado com o mais alto nível de inovação tecnológica.

O aporte a ser empregado será proveniente de investidores, que, além de financiar a construção da própria plataforma, também será aplicado em outras demandas estratégicas, como a aquisição de uma empresa especializada em serviços de entrega já estabelecida no mercado.   

O marketplace do setor permitirá que o consumidor compre produtos de diversas empresas supermercadistas em um mesmo ambiente, que futuramente prevê agregar outros segmentos do varejo. A ferramenta também será vantajosa para as pequenas empresas, que não precisarão desenvolver estruturas próprias de e-commerce. Essa iniciativa, portanto, digitalizará as operações de todos os supermercados do Brasil.

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ABRAS

As plataformas digitais e o futuro do varejo

De Administrador SH 22 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Modelo de negócios, que funciona a partir de ecossistema interativo e promete entregar valor de forma mútua, ganhou ainda mais relevância na era pós-pandemia

Você sabe o que significa o conceito de plataforma digital? A definição pode não estar na ponta da língua, mas muitas vezes é mais familiar do que imagina.

Entre os estudiosos deste conceito, que preconiza que todas as organizações estão, de alguma forma, conectadas uma com as outras e gerando valor de forma mútua, está Geoffrey Parker, professor de Engenharia do Dartmouth College e autor do livro “Plataforma, a revolução da estratégia”.

Parker foi o palestrante principal do painel Plataformas durante a 55ª Convenção ABRAS 2021. Além de fundamentar o conceito, Parker falou sobre como o modelo ganhou relevância nos últimos anos devido ao avanço da tecnologia, das redes sociais, do compartilhamento de dados e, mais recentemente, diante do boom do e-commerce por conta da pandemia. Para ele, esses ecossistemas – sejam próprios ou compartilhados – prometem agregar cada vez mais valor para as pessoas e representam um novo marco nas relações B2B e B2C.

Alfredo Pinto, sócio-diretor da Bain & Company na América do Sul, promoveu reflexões sobre o modelo entre os participantes a respeito dos riscos e oportunidades que ele traz para o varejo e para a indústria e, também, se é mais interessante construir uma plataforma própria ou participar de um modelo compartilhado.

Para Germán Quiroga, sócio da OMNI55, a adoção do modelo implica riscos, mas também oportunidades. Entre os riscos, destaca-se o que ele chamou de “tsunami digital”, que pressiona os varejistas a fazerem essa transição. No entanto, quem se reinventar e conseguir se adaptar pode transformar o tsunami em onda e surfar nela, colhendo resultados positivos. “A oportunidade é gigante para quem entender quais são seus ativos, aprender a conviver com gigantes, com superapps e com marketplaces”.

Everton Muffato, diretor do Grupo Muffato, compartilhou como foi a experiência da empresa na adoção do modelo de plataformas. No caso da companhia, a opção foi por um modelo híbrido: ela criou um ecossistema próprio e, também, passou a participar de ecossistemas compartilhados.

Para Parker, as duas opções podem trazer ganhos. No entanto, é necessário pensar na escala, ou seja, quanto deve ser investido. Muitas vezes, no caso de pequenas ou médias empresas, participar de plataformas já estabelecidas, mas com poder de voz e definição de regras, promete ser mais atrativo.

Caio Lira, vice-presidente da Ambev, ressaltou que o posicionamento da empresa é oferecer apoio e suporte para a digitalização do varejo. Para ele, o conceito de plataforma promete beneficiar tanto as relações B2B quanto B2C e que a empresa já tem investido nisso por meio de ações como o Zé Delivery, direcionado para bares e varejos de pequeno porte, e do “pedido inteligente”, que prevê uma execução no PDV mais assertiva por meio do compartilhamento de dados entre indústria e autosserviço.

Ao fim do painel, Bruno Balduccini, Sr. Digital e E-Commerce Manager da Unilever, compartilhou dados sobre a evolução da digitalização do mercado brasileiro puxada pelos efeitos da pandemia. “A última barreira no digital foi vencida com a adesão dos supermercados e com a transição de bens duráveis para não duráveis como os perecíveis”. E acrescentou. “Independentemente do canal, o consumidor é o mesmo. Portanto, é necessário fazer o arroz com feijão bem feito, tanto na loja física quanto on-line. Isso prevê o que chamamos de conceito de loja perfeita: investir em palavras-chaves, escolher termos que o consumidor usa na hora da busca pelo produto, conteúdo de qualidade, imagem capaz de identificar a mercadoria qualquer que seja o dispositivo móvel, avaliações de outros consumidores sobre o item, informações legais e recomendações sobre aquele artigo.”

Para saber mais detalhes desse e dos outros painéis da 55ª Convenção ABRAS, confira a cobertura completa na próxima edição da Revista SuperHiper.

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ABRAS

João Doria defende pacificação política e foco em educação para transformar o Brasil

De Administrador SH 21 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Governador do Estado de São Paulo revelou as prioridades que serão trabalhadas caso concorra à corrida presidencial em 2022

O governador do Estado de São Paulo, João Doria, foi um dos grandes nomes que falaram aos supermercadistas presentes na Convenção ABRAS 2021 nesta terça-feira, dia 21. Com a missão de abordar o tema “Perspectivas sociais e políticas”, ele fez questão de destacar a atuação do setor durante a pandemia e que, no Estado de São Paulo, os supermercados foram totalmente preservados neste período por parte do governo paulista. “Não houve nenhuma limitação imposta por nós ao setor, justamente por termos clareza sobre a sua essencialidade”, disse.

Na conversa, mediada pelo presidente da ABRAS, João Galassi, e pelo presidente do Conselho Consultivo da entidade, João Sanzovo, o governador também deu forte ênfase ao notável crescimento esperado para o PIB paulista neste ano, cuja atual previsão é de 7,1%. Dentre os diversos fatores atribuídos por Doria para essa projeção cercada de otimismo, ele destacou o recente programa lançado por seu governo, o Pró SP, que consiste em um pacote de investimentos na ordem de R$ 47,5 bilhões que custeará 8 mil obras e serviços em todas as regiões de São Paulo, entre 2021 e 2022, com geração de 200 mil empregos.

Questionado por Galassi quais serão as prioridades defendidas caso vença as prévias do seu partido, o PSDB, para disputar a presidência da República em 2022, Doria defendeu a necessidade de restabelecer uma harmonia social em relação aos rumos políticos do País. “Nós precisamos pacificar o Brasil, porque não dá mais para vivermos com a atual polarização que vigora na sociedade”, disse em tom enfático.

O governador de São Paulo também destacou cinco pautas que considera urgentes para a sociedade brasileira, a começar pelo oferecimento de uma educação pública de qualidade. Se cuidarmos bem das nossas crianças e jovens, faremos uma grande transformação no Brasil”, disse Doria, que ainda listou a saúde, o cuidado com o meio ambiente, a proteção social e a habitação como prioridades da sua agenda nacional de governo caso concorra às eleições.

21 de setembro de 2021 0 Comentários
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ABRAS

Coopetição é somar habilidades com ganhos mútuos

De Administrador SH 21 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Tempos atrás, vivenciar o termo era impensável, garantem os especialistas, fato que mudou radicalmente com a chegada mundial da pandemia. Especialistas em varejo falam sobre o poder deste conceito e o que é preciso para disseminar a sua cultura

A pandemia acelerou as expectativas dos clientes, que está diferente, mais informado e quer ser tratado individualmente. Frente a esse cenário, varejo e indústria precisam trabalhar o conceito de coopetição – a competição com a cooperação e o compartilhamento com confiança de ambas as partes.

O tema central da Convenção da ABRAS 2021 foi debatido no segundo e último dia do evento em Campinas. Participaram virtualmente os autores do livro “Co-opetition”, o americano Barry Nalebuff e o inglês Adam Bradenburger.

O mediador do debate, Roberto Tamaso, sócio da empresa McKinsey, retratou o cliente atual que deseja um nível de imediatismo que nunca se viu antes. “Hoje, as entregas são em uma hora, 30 minutos. O consumidor está mais diferente e sofisticado”.

Diante disso, claramente, são necessários novos elementos estruturais para atender o novo consumidor. Tamaso citou um elemento atual de coopetição que é o marketplace, cuja dimensão era impensável há alguns anos. E o ecossistema que favorece a isso nada mais é que a parceria, a associação, a aquisição.

Todos os especialistas do painel destacaram o compartilhamento de dados como fator que favorece à coopetição entre duas empresas no intuito de agregar valor e conhecendo melhor o shopper  

O inglês Adam Bradenburger se diz feliz com a inclusão dos fornecedores no processo. “Somar habilidades para ganhos mútuos”. Em complemento, o professor americano, Barry Nalebuff, disse que nem sempre a cooperação precisa acontecer, mas citou um case de sucesso na Suécia, onde as empresas de cerveja se uniram para fazer a reciclagem das embalagens. A operação agrega valor e deixa o cliente feliz.

Já o vice-presidente de Desenvolvimento de Clientes da Unilever, Roberto Zuccollo, destacou que o sentido de coopetição se reflete nas marcas da multinacional e, na sequência, Júlio César Lohn, presidente executivo da Rede Brasil de Supermercados, ressaltou que um dos pilares da coopetição é o conhecimento e a confiança que se constrói ao longo do tempo entre as partes.

Quem também participou do painel foi o executivo da rede de compras Unigrupo, Vanderlei Martins, que destacou que há questões antagônicas para a disseminação da cultura da coopetição, como problemas tributários e a marca própria. Segundo Vanderlei Martins, a coopetição é um agregador de valor para se tornar mais competitivo com a garantia de um sucesso muito maior.

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ABRAS

Expansão de marcas próprias demanda equilíbrio na competição com a indústria

De Administrador SH 21 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

No lugar de alimentar rivalidade com líderes de mercado e focar preço baixo, esses itens devem atuar como uma alternativa de ganhos para o varejo, a indústria e o consumidor

Sucesso na Europa, onde já chegam a representar até 50% do volume de vendas no varejo, marcas próprias e exclusivas constituem uma alternativa promissora também para o autosserviço no Brasil, se vislumbradas estrategicamente, ou seja, com equilíbrio. Essa foi a conclusão do painel Marcas, que aconteceu na 55ª Convenção ABRAS 2021.

Para Robertus Lombert, partner do International Private Label Consult (IPLC) para Portugal, o sucesso de uma marca própria ou exclusiva está no potencial de entrega que ela tem. O consumidor deve ter acesso a um produto com igual qualidade ao da marca líder, mas por um preço menor. Contudo, esse posicionamento deve estar muito claro para o cliente e deve ser compatível com o ambiente e com a infraestrutura da loja a fim de construir e consolidar uma relação de confiança sólida.

“A marca própria traz muitas vantagens para o negócio e a palavra-chave disso é confiança, mas isso leva tempo. Portanto, o potencial para o Brasil é muito grande”, disse Lombert, que foi o palestrante principal do painel.

Alfredo Lopes Costa, diretor-geral da Nielsen IQ Brasil e responsável por mediar os debates, destacou que o fato de as marcas próprias e exclusivas ainda serem exploradas de forma tímida no Brasil, por aqui elas representam pouco mais de 2,5% do volume de vendas nos supermercados, é mais conjuntural e não pelo fato de não serem promissoras. “Marcas próprias e exclusivas têm muito a oferecer, principalmente, sob o ponto de vista da ‘coopetição’, que é o tema desta convenção. Isto é, achar um ponto de equilíbrio entre o protagonismo exercido pelas marcas líderes e a atuação como opções em categorias que os supermercados queiram se diferenciar ou atender de forma especial.”

Para João Pereira, vice-presidente comercial do Grupo Pereira, marcas próprias e exclusivas devem ser vistas como ferramentas de fidelização do cliente e não como opções simplesmente mais baratas ou que rivalizam com os produtos da indústria. “Elas ajudam a ter um sortimento mais assertivo e, também, atraem os clientes porque só podem ser encontradas em nossas lojas”.

Na opinião de Euler Fuad Nejm, presidente do Grupo Super Nosso, marcas próprias e exclusivas também podem ser uma fonte de equilíbrio atrativa para empresas menores ou que possuem capacidade ociosa no sentido de promoverem ganho de escala.

Já Alexandre Poni, do Supermercados Verdemar, destacou o potencial de marcas próprias e exclusivas no sentido de oferecer uma opção de atuação em categorias estratégicas como, por exemplo, o nicho premium. “O doce de leite Verdemar, por exemplo, é líder de categoria e nosso pão de queijo se consolidou como o preferido pelos nossos consumidores”.

Para saber mais detalhes desse e dos outros painéis da 55ª edição da Convenção ABRAS, confira a cobertura completa na próxima edição da Revista SuperHiper. E confira o evento vivo pelo endereço convenção.abras.com.br.

21 de setembro de 2021 0 Comentários
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ABRAS

As múltiplas possibilidades de praticar o ESG no varejo

De Administrador SH 21 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Especialistas em varejo e em gestão corporativa mostram como tratar de temas ambientais, sociais e de governança para construir o futuro dos negócios e gerar bem-estar para a sociedade

O pleno exercício do conceito de coopetição tem terreno fértil nos campos da governança ambiental, social e corporativa. Por isso mesmo, a Convenção ABRAS 2021 reservou um especial momento para abordar o ESG junto ao setor supermercadista, nesta terça-feira (21). Nelmara Arbex, sócia-líder de ESG Advisory da KPMG no Brasil e líder da KPMG Impact, abriu os trabalhos pontuando que não é exagero o que alguns especialistas chamam de “tsunami” ESG.

Ela enfatizou que o conceito ESG não é novidade, mas que agora chegou com toda força para ficar. “Mudanças climáticas e campanhas contra o racismo são alguns exemplos que transformam o modo como os negócios acontecem. As lideranças precisam estar preparadas para lidar com essas e outras questões que vem de fora para dentro do negócio. A agenda ESG faz parte do nosso cotidiano e, hoje, as empresas entendem que se tornaram atores importantes e críticos desse modelo sustentável de negócio”, ressaltou a especialista.

A executiva relembrou, resumidamente, que essas questões são tratadas desde 1948, ocasião da Declaração Universal dos Direitos Humanos na ONU (Organização das Nações Unidas), e que a partir do começo do século XXI a discussão sobre os recursos disponíveis no mundo para a sobrevivência de todos chegou aos investidores financeiros. Ou seja, mexeu com a economia e as lideranças empresariais de todos os setores. 

A pergunta que Nelmara Arbex fez aos participantes do evento foi: “Como ajudar a sociedade e as empresas a continuar prosperando ao mesmo tempo que avança nas soluções dos problemas?” De acordo com ela, os desafios são claros: criar uma sociedade sem discriminações e promover a igualdade, combater o aumento da pobreza, preservar os recursos híbridos, atentar a questão das mudanças climáticas e a emissão de gases de efeito estufa, promover a economia circular, etc. “Para entender o impacto que esses temas têm em nossos negócios e achar soluções para eles, vamos precisar cooperar, como bem destaca o tema deste evento. Não há nenhuma forma de resolver os problemas e buscar as soluções e inovações sem a cooperação”, enalteceu.

Ao encerrar sua fala, a especialista confirmou que “vamos ter que trabalhar com metas ousadas para alcançar os objetivos”. E ainda avisou que pesquisas indicam que o Brasil tem boas chances de se tornar o País do futuro. “Vamos cooperar?”, indagou Nelmara.

ESG no varejo catarinense

Na sequência, o mediador do painel, Carlo Pereira, diretor executivo do Pacto Global da ONU Brasil, tomou a palavra e citou o exemplo de Larry Fink, CEO da BlackRock, como gestor que investe fortemente na agenda ESG. Após falar de Fink, Pereira pediu para que o varejista José Koch, presidente Koch Supermercados (SC), compartilhasse sobre sua experiência com a agenda ESG.

De acordo com José Koch, não tem como dissociar o crescimento de sua empresa com as questões ambientais, sociais e de governança. Ele comentou que a agenda ESG é algo novo para o setor varejista, principalmente para os pequenos e médios do setor. E, exatamente, por isso, ele recomenda que o varejista divulgue suas ações para incentivar os demais. Mesmo que elas sejam mais comuns e muita gente já esteja fazendo.

“No Koch, há aproveitamento correto de materiais como papelão e plástico. Destinamos para empresas certificadas o óleo usado em nossas lojas. Reutilizamos a água da chuva, usamos de maneira correta a energia elétrica, inclusive com equipamentos adequados. Quanto ao S da agenda, realizamos algumas ações, entre elas o Troco Solidário, que no ano passado rendeu R$ 500 mil. Quero dizer que a governança é de extrema importância também, pois evita conflitos com os sócios. Quando a empresa prática a governança, ela cresce porque fica transparente”, compartilhou Koch.

Portas sustentáveis

Para cooperar com os supermercadistas no enfrentamento das questões trazidos no painel, Carlo Pereira convidou Nicolau Junior, CEO da MegaDoors, para contar de que maneira a empresa pode ajudar a colocar a teoria em prática. 

O executivo contou que, como líder no mercado de portas automáticas, a empresa está sempre em busca das melhores soluções para seus clientes varejistas, principalmente na área frigorificada. “Trabalhamos com produtos de alta tecnologia, modelos encontrados na China, Itália e Estados Unidos. Oferecemos soluções com portas de armazenagem até as da área de congelados, que é exatamente onde está a “dor” dos varejistas. As nossas portas de alta performance garantem segurar a temperatura adequada e, com isso, gerar economia em torno de 25% de energia. Além, claro, de evitar a perda dos alimentos. Temos a conscientização de buscar as energias limpas, gerando benefício para nós e todo mundo”, ressaltou Nicolau Junior.

Para saber mais detalhes desse e dos outros painéis da 55ª edição da Convenção ABRAS, confira a cobertura completa na próxima edição da Revista SuperHiper. E confira o evento vivo pelo endereço convenção.abras.com.br.

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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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