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quinta-feira, outubro 1, 2026
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Varejo

Em menos de um ano, grupo Koch inaugura dois atacarejos em Brusque

De Administrador SH 20 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

A segunda unidade da bandeira Komprão Koch Atacadista recebeu investimentos de R$ 20 milhões e foi construída numa área de 8 mil m²

Grupo Koch abre duas lojas do Komprão Atacadista em menos de um ano na cidade de Brusque, interior de Santa Catarina. Vinte milhões de reais foram investidos na segunda unidade que acaba de ser entregue à população no bairro Guarani.

Para o presidente do Grupo Koch, José Koch, essa segunda loja de 8 mil m² e um mix de 10 mil produtos, consolida a presença da rede na cidade pois o primeiro Komprão Koch Atacadista foi inaugurado em agosto de 2020. “Fomos muito bem recebidos com a nossa primeira loja e queremos, cada vez mais, fortalecer esse vínculo com os moradores desta cidade tão próspera e empreendedora em diversos segmentos, em especial o têxtil. Além disso, queremos contribuir com o orçamento das famílias, ofertando produtos de qualidade e com excelentes preços”, destaca José Koch.

Localizada no bairro Guarani, a loja conta as seções tradicionais como hortifrúti, açougue e um amplo estacionamento, com capacidade para mais 200 carros e um hall com seis lojas com serviços e produtos complementares, sendo uma delas a FarmaKoch.

Um dos diferenciais do Komprão é a possibilidade de pagamento com todos os tipos de cartões, tanto na modalidade crédito quanto débito, além do próprio cartão de crédito Koch, que pode ser feito na hora. “Acreditamos muito no potencial de crescimento da cidade e esta nova loja se destaca por contratar mais de 200 colaboradores do bairro e região, comprovando a força de trabalho de Brusque. Ficamos muito alegres em gerar oportunidades de emprego, renda e desenvolvimento”, destaca Jeralci Barcellos, gerente de marketing do Grupo.

O novo Komprão Koch Atacadista de Brusque está localizado na R. Gen. Osório, 762, bairro Guarani. O horário de atendimento será de segunda a sábado, das 7 às 22h, e das 8h às 20h aos domingos e feriados.

Fonte: Acats

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Pessoas

Grupo Pereira ajuda colaborador a correr atrás dos seus sonhos

De Administrador SH 20 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Rede incentiva funcionários a fazerem cursos internos para rapidamente subir na empresa, indo de empacotador a gerente de loja

A fim de reduzir o turnover, a rotatividade de pessoal nas lojas e incentivar o crescimento rápido dos funcionários, o grupo Pereira aprimora o programa Carreira Acelerada onde os colaboradores podem ser promovidos a partir dos seis meses de casa.

Mundialmente, o varejo é uma das grandes portas de entrada no mercado de trabalho. Só no Brasil, segundo dados da Associação Brasileira de Supermercado (Abras), são 3 milhões de pessoas empregadas direta ou indiretamente, em cerca de 91 mil supermercados e hipermercados.

Nesse setor, que representa 7,5% do PIB nacional, os 15 mil colaboradores do Grupo Pereira que atuam em diversas áreas nas bandeiras Fort Atacadista, Comper, Bate Forte e SempreFort, têm a possibilidade de rápido crescimento na companhia. Criado em 2019, o Programa Carreira Acelerada já promoveu mais de 2.500 pessoas. 

O programa desenvolvido para atrair novos talentos e reter funcionários oferece ferramentas para que os colaboradores sejam responsáveis pelo seu desenvolvimento profissional e consigam traçar planos de crescimento e evolução de cargo. “Uma empresa que evolui de maneira acelerada faz com que as pessoas cresçam junto com ela. Funcionários que trabalham com foco e querem melhorar suas habilidades, multiplicam seus salários em um tempo muito menor do que ocorre no mercado”, diz Paulo Silva, diretor corporativo de Gente e Gestão do Grupo Pereira.

Não há limites ou barreiras no Carreira Acelerada. Na operação, a iniciativa permite que o funcionário que começou como empacotador chegue ao cargo de Gerente de Loja, ou até mais longe, como foi o caso de Paulo Nogueira, que, atualmente, é Gerente Nacional de Operações do Fort Atacadista, alocado em Santa Catarina.

Na área administrativa, é possível começar como aprendiz e traçar um plano para se tornar um diretor corporativo. “Além disso, nada impede que alguém que tenha chegado ao topo da carreira operacional possa migrar para outras áreas e escritórios da empresa”, acrescenta Paulo Silva. 

Para essas movimentações se tornarem realidade, a companhia oferece oportunidades e disponibiliza uma série de cursos e treinamentos para ajudar os profissionais a alavancarem suas carreiras. Um exemplo é a EFG – Escola de Formação Gerencial, que é um programa exclusivo de desenvolvimento para a formação de novos líderes de lojas, com aulas teóricas, práticas e de vivência na operação e gestão de unidade. 

Há também a Escola de Perecíveis Comper, focada, como o nome já diz, em gestão de alimentos perecíveis, e o Jeito de Ser e Atender Comper, que é inteiramente focado em atendimento ao cliente. 

Ainda com foco na carreira dos colaboradores, o Grupo Pereira busca promover as pessoas internamente, por meio de seleções exclusivas para funcionários. É o Provati, o Programa de Valorização dos Talentos Internos. Com ele, por exemplo, foi possível montar toda a liderança da loja Fort Atacadista de Biguaçu, em Santa Catarina, com aproveitamento interno. Todos os gerentes e encarregados já faziam parte do quadro em outras lojas e foram promovidos. “Sempre que temos vagas, tanto na operação quanto no administrativo, a prioridade é oferecê-las aos efetivos da empresa e promover colaboradores e, só depois, abrir as vagas para o mercado, caso não seja possível promover alguém”, explica o diretor.

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Varejo

Assaí assina contrato para venda e locação de 5 imóveis por R$ 364 milhões

De Administrador SH 20 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Os terrenos ficam nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Rondônia e a efetivação da aquisição por um fundo de investimento deve ocorrer até outubro

O Assaí assinou contrato de venda de cinco imóveis para um fundo de investimento administrado pela BRL Trust gerido pela TRX, com valor total de R$ 364 milhões. O instrumento assinado prevê a venda, o desenvolvimento e a locação dos imóveis da companhia localizados nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Rondônia.

A operação contempla a venda de um imóvel já construído e de outros 4 terrenos, sobre os quais serão realizadas obras de construção e desenvolvimento imobiliário. O valor da transação pode sofrer alterações por causa das obras ou pela eventual necessidade de exclusão ou substituição dos imóveis

Os imóveis serão todos da bandeira Assaí, ocupando uma área de 160.177,13 m? de terreno e 69.705,97 m? de área construída. A efetivação da aquisição deve ocorrer até 10 de outubro.

O valor de venda e de custeio das obras de construção servirá de base para a definição do valor final dos aluguéis mensais dos imóveis.

Fonte: Estadão Conteúdo, 6 Minutos

20 de julho de 2021 0 Comentários
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Tendências

Cinco tendências em alimentos e bebidas que foram aceleradas pela pandemia

De Administrador SH 19 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Da digitalização das compras ao ESG, passando por novos padrões de consumo, veja o que mais se transformou nos últimos quinze meses

Com a sensação de que o pior da pandemia já passou, e que de alguma forma o consumo voltará a padrões mais previsíveis, os supermercados começam a analisar o que foi acelerado, transformado ou derrubado pela Covid-19. Uma análise feita pela empresa americana de consultoria Hartman Group indica 5 aspectos que não serão mais os mesmos nos supermercados de todo o mundo:

A digitalização das vendas de supermercados

Mesmo sendo considerado como varejo essencial, os supermercados foram impactados pela pandemia. A presença do varejo online, que era tímida, foi impulsionada pelo comportamento digital dos consumidores. A busca por opções vistas como mais seguras levou os clientes para o e-commerce: segundo o relatório Food Sourcing in America, 56% dos americanos compraram itens de supermercado online durante o segundo trimestre de 2020, 27% compraram mais alimentos pela internet do que antes da pandemia e 14% passaram a fazer suas compras de supermercados online ou por aplicativos.

Uma nova relação com a comida

Uma das consequências iniciais da pandemia foi a redescoberta da cozinha como um lugar de diversão e relaxamento. Logo no início da crise, dispararam as buscas por receitas na internet e os pedidos de alimentos para preparação em casa. Entretanto, o estudo Eating Occasions 2020 mostra que, com o prolongamento da pandemia, cozinhar em casa deixou de ser tão divertido e se tornou, cada vez mais, uma tarefa. Por isso, os níveis de preparação de refeições começaram a diminuir, com os restaurantes retomando seu papel no consumo – mas agora, com refeições para entrega, e não mais nos salões.

Pequenas distrações diárias

Em meio à pandemia, o consumo de snacks disparou. No mercado americano, o estudo Snacking: Emerging, Evolving and Disrupted indica que 35% dos consumidores consumiram mais petiscos do que no pré-crise. Para 40% dos entrevistados, o momento de “beliscar” um alimento representa uma pausa nas agitações do cotidiano. Resta saber o quanto esses momentos de indulgência diária permanecerão com a volta das pessoas aos escritórios e a normalização da vida.

Crescem alimentos e bebidas funcionais

A pandemia trouxe uma preocupação adicional com a saúde, o que levou as pessoas a refletir sobre seus hábitos de consumo. Como consequência, aumentou o consumo de frutas e verduras, bem como de alimentos funcionais. Nos EUA, segundo o estudo Functional Food & Beverage and Suplements, 55% dos americanos passaram a consumir alimentos e bebidas para tratar ou prevenir uma condição de saúde específica ou para melhorar seu estado físico em geral.

Aumento da preocupação com justiça social, igualdade e comunidade

A pandemia mostrou mais claramente as desigualdades econômicas e sociais, levando a uma reflexão sobre o que cada um pode fazer para melhorar a situação do próximo. Questões relacionadas à diversidade e à igualdade de condições de trabalho também cresceram e geraram ações de apoio às comunidades. Para as empresas, esse movimento cria o desafio de participar das ações de forma genuína, sem dar a entender que se trata de uma ação oportunista. É cada vez mais difícil para uma empresa se manter neutra em relação a questões socioambientais.

19 de julho de 2021 0 Comentários
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Varejo

Supermercados de São Paulo adotam ‘vale-tudo’ para agitar vendas e recuperar perdas

De Administrador SH 19 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Mega promoções, novas marcas e até painel do artista plástico Kobra são ferramentas contra queda de 10% nas vendas entre janeiro e maio além da inflação e desemprego

Depois do boom de vendas registrado pelos supermercados no ano passado, hoje o setor enfrenta um ambiente de negócios diferente. Inflação e desemprego em alta, redução do auxílio emergencial e reabertura gradual de outros negócios, como restaurantes, provocaram forte queda nas vendas. Para tentar virar o jogo vale tudo. Dos tradicionais descontos na loja física, vantagens nas compras por aplicativos, marcas mais baratas até a tentativa de transformar o supermercado num ponto turístico.

De janeiro a maio, o tombo nas vendas foi 10,25% nos supermercados do Estado de São Paulo, em relação a igual período de 2020, aponta a Associação Paulista de Supermercados (Apas). No resultado são consideradas as mesmas lojas e descontadas a inflação e influências sazonais.

O retrato mais fiel desse tombo aparece na boca do caixa. “Tem crescido o abandono de carrinhos nos supermercados na hora de pagar”, afirma o economista da Apas, Rodrigo Mariano. Isso mostra que a intenção de compra não cabe mais no orçamento das famílias.

Supermercado Hirota, da Vila Madalena, zona oeste

Em 12 meses até junho, a inflação oficial do País, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), acumula alta de 8,35%. Pressionada pelos alimentos, a inflação dos produtos vendidos em supermercados é quase o dobro (15%).

“Estamos preocupados com a queda nas vendas”, diz Hélio Freddi, diretor do Hirota Supermercados com 16 lojas na capital. Entre as alternativas para estancar a queda de 7% nas vendas que a rede enfrenta em relação a 2020, o executivo recorreu a algo inusitado. Decidiu transformar uma das lojas num ponto turístico para ampliar o número de clientes.

A rede investiu R$ 1,5 milhão na reforma da loja do bairro da Vila Madalena, próxima ao Beco do Batman. Contratou o prestigiado grafiteiro Eduardo Kobra para pintar um painel de 40 metros na fachada. “Transformamos a loja da Vila Madalena num ícone para atrair clientes.”

A rede passou a incluir nas prateleiras marcas mais populares, com preços até 20% menores em relação às líderes. “As marcas populares já respondem por 10% da oferta.” Também intensificou o cadastramento dos clientes no clube de vantagens, ofertando descontos.

O Grupo Carrefour, líder em vendas do setor, relançou o seu aplicativo no fim do ano passado – e conseguiu manter as vendas estáveis. “Antigamente o aplicativo era uma plataforma de descontos. O que fazemos hoje é juntar descontos com recompensas, que é uma maneira de reter os clientes”, diz o diretor de marketing, Daniel Milagres.

Outra iniciativa da varejista é a sinalização dos produtos mais baratos por categoria dentro da loja. A marca própria da rede tem sido outro grande destaque. “A sua participação no mix teve uma ampliação significativa”, diz o executivo.

“O supermercado foi um dos varejos mais aquinhoados pela pandemia, e nenhum empresário sério do setor teria a ilusão de que as vendas continuariam no mesmo patamar após a reabertura da economia”, afirma o sócio da consultoria Mixxer, Eugênio Foganholo.

Segundo ele, para reduzir a queda nas vendas, as lojas devem adequar a oferta ao bolso do consumidor, hoje mais pobre por causa da alta da inflação. Mas lembra que novas oportunidades estão se abrindo para os supermercados, como a venda de pratos prontos. “A competição daqui para frente vai ser boa e quem ganha é o consumidor.”

Fonte: Por Márcio de Chiara, Estadão

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Varejo

Novos hábitos dos clientes mudam estratégias das empresas para o pós-Covid

De Administrador SH 19 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Mudanças superam o virtual, tratam da responsabilidade social e repensam o tempo do consumidor diante as semanas híbridas e a empatia com o bolso 

Helio Rotenberg achava que o trabalho remoto era inviável, até ser obrigado a comandar a Positivo Tecnologia direto da sua casa, em Curitiba. Agora não imagina mais uma semana de cinco dias no escritório; ela será para sempre híbrida, em busca de mais tempo com a família.

Formada em direito e engenharia de produção, Juliana Azevedo estava confortável à frente da Procter & Gamble no Brasil até que precisou mergulhar fundo nos estudos sobre ciência e saúde –para garantir a volta da equipe às fábricas e entender o novo patamar do consumo de higiene pessoal e limpeza– e nos estudos do filho de 11 anos, que passou a ter aulas remotas.

Na vida agitada entre o trabalho e os compromissos sociais, Paulo Corrêa ficava muito pouco tempo em casa. Agora descobriu cantos inéditos no próprio lar, como a escada que dá vista para o céu e árvores, um lugar perfeito para tomar um chá enquanto repassa mentalmente as estratégias de venda da companhia que dirige, a C&A.

Já Pablo Di Si garante que quer viajar cada vez menos para a Alemanha, sede da Volkswagen, cuja filial ele dirige na América Latina. “As reuniões funcionam bem remotamente”.

Não foi só a vida dos líderes de grandes empresas que mudou com a Covid-19, mas a de toda a sociedade. Mais do que o uso intensivo de internet e a preocupação crescente com saúde, o consumidor do pós-pandemia inverteu prioridades, adotou novos hábitos e passou a cobrar das marcas atitudes em torno de causas sociais e ambientais.

A Folha ouviu 11 líderes de grandes companhias para saber quais as principais mudanças no comportamento do consumidor que vieram para ficar, mesmo em um cenário de Covid sob controle. Comum a todos os setores, seis tendências indicam que este consumidor não voltará a ser o mesmo do início de 2020.

A possibilidade de trabalhar e estudar remotamente durante a pandemia conferiu a parte da população um ganho expressivo de tempo. Não era preciso passar horas no trânsito e a grande parte das demandas diárias –compras, banco e até consultas médicas– passaram a ser feitas pelas telas.

O que precisa ser revisto daqui para frente, segundo a matéria:

1 – TEMPO DO CONSUMIDOR

2 – ​PRESENÇA ON E OFFLINE

3 – ​CLIENTE VENDEDOR

4 – EMPATIA COM O BOLSO

5 – SOCIEDADE JUSTA E SUSTENTÁVEL

6 – ​APRENDIZAGEM COM ERROS

1 – TEMPO DO CONSUMIDOR

A questão é que o consumidor empregou o tempo ganho em várias outras demandas que ele não tinha, como mais cuidados com a casa e o apoio aos filhos no ensino remoto. O lar como ambiente único para trabalho e vida pessoal bagunçou os horários e passou a ficar mais difícil tirar o crachá –afinal, ele estava ao alcance do WhatsApp. A sobrecarga veio com força.

Neste cenário, qualquer coisa que facilite o dia a dia ganha pontos junto ao público. Para entender o que ele precisa, as empresas perceberam o básico: é preciso seguir de perto o consumidor e oferecer soluções rápidas e cômodas.

“Somos fanáticos por pesquisas”, diz Paulo Camargo, presidente da divisão Brasil da Arcos Dorados, detentora da marca McDonald’s na América Latina. A empresa realiza 1 milhão de entrevistas com consumidores ao ano, só no Brasil. A média se manteve durante a pandemia, com atenção ao que se fala nas redes sociais (social listening).

Foi assim que o McDonald’s identificou que precisava apostar na estratégia 3D: delivery, drive-thru e digital. Surgiram o Méquizap (robô de comunicação via WhatsApp), o Méqui Sem Fila (compra remota e retirada do pedido no balcão) e uma plataforma só para drive-thru.

“É preciso diminuir o nível de complexidade no dia a dia do consumidor”, diz.

Para Marcel Motta, diretor geral no Brasil da empresa de pesquisas Euromonitor International, proporcionar ganho de tempo e praticidade não é uma tendência nova, mas ganhou robustez muito maior após a pandemia.

“A possibilidade de resolver a maior parte da vida remotamente nunca mais vai regredir, só aumentará”, diz Motta.

O faturamento global do comércio eletrônico deve atingir US$ 2,8 trilhões este ano, segundo a consultoria. “Em 2024 será de US$ 3,8 trilhões, quando um terço de todas as compras feitas nos Estados Unidos e na China será online”, afirma.

No Brasil, a expectativa é que este patamar chegue a 18% em 2025, frente aos atuais 14%.

“No Brasil, só em 2020, houve um salto de US$ 10 bilhões no faturamento online, para US$ 26 bilhões”, afirma Motta. “Muita gente passou a comprar online durante a pandemia e teve uma boa experiência. Não vão voltar atrás”.

2 – ​PRESENÇA ON E OFFLINE

Não é só o comércio eletrônico que facilita a vida do cliente. Estar presente em todas as ocasiões de compra ajuda quem tem escassez de tempo e a atenção muito dividida.

É a estratégia omnicanal, ou “omnichannel”. Significa tornar possível a compra onde quer que o consumidor esteja: assistindo a um programa na TV, passeando pelo feed do Instagram, conectado ao aplicativo da empresa, lendo mensagens no WhatsApp ou pesquisando na loja um produto que só tem no site da varejista.

“Os shoppings sempre funcionaram como minicidades, são um microcosmo à parte em que o consumidor encontra tudo e socializa”, diz Ruy Kameyama, presidente da administradora de shopping centers BR Malls, que tem 31 empreendimentos no portfólio, entre eles Villa-Lobos (SP), Estação BH (MG) e NorteShopping (RJ).

A partir da pandemia, em que os shoppings ficaram cerca de seis meses fechados, incluindo as restrições de horário, foi preciso rever o modelo de negócio.

“As lojas se tornaram um hub logístico, um ponto próximo à residência do consumidor, o que facilita a entrega do produto comprado online ou a comida que veio do delivery”, diz Kameyama, destacando que entre 20% e 30% da venda dos shoppings da rede já ocorre neste modelo.

“O número de ocasiões de consumo dentro de casa subiu de três para cinco durante a pandemia”, diz Ellen Wedemann, diretora geral no Brasil da multinacional de pesquisas Kantar. Ao mesmo tempo, afirma, o número de lojas que o consumidor passou a visitar diminuiu de oito para quatro, com parte das compras realizadas remotamente. Daí a importância de estar presente em cada vez mais ocasiões de compra.

Mas a nova fronteira da concorrência no varejo passa por quem tem o produto e é capaz de entregá-lo mais rápido, ou seja, exige abastecimento e logística azeitados.

“No quarto trimestre, começamos a oferecer entrega no mesmo dia e hoje já estamos com a modalidade em 500 cidades do país, com todas as 1.100 lojas funcionando como hubs logísticos”, diz Roberto Fulcherberguer, presidente da Via, companhia que reúne as bandeiras Casas Bahia, Pontofrio e Extra.com, além da fabricante de móveis Bartira.

No início da pandemia, Fulcherberguer equipou todos os 20 mil vendedores para a venda digital. Surgiu o “Me chama no Zap”, que tornou a equipe disponível online, de segunda a sábado, das 9h às 17h30. O digital já representa metade do que é vendido pela Via.

3 – ​CLIENTE VENDEDOR

O isolamento trouxe a maioria maciça dos consumidores para o digital. Com isso, aquela voltinha no shopping, no parque ou na praia virou um passeio pelo feed do Instagram, do Facebook e do TikTok. Foi justamente para lá que as empresas migraram.

No primeiro trimestre de 2021, o faturamento do comércio eletrônico no Brasil cresceu 38,2% em relação ao mesmo período de 2020, segundo a consultoria Ebit|Nielsen. A alta foi motivada pelas redes sociais, cujas vendas avançaram 45% na comparação anual.

“É impressionante o número de consumidoras que chegam às lojas da C&A com um print [cópia] nas mãos, querendo determinada roupa do Instagram ou do Facebook”, diz Paulo Corrêa, da C&A.

O poder das influenciadoras digitais, por sinal, foi decisivo para movimentar o varejo de roupas nestes 15 meses de pandemia. Com baixo nível de socialização e muita gente trabalhando de pijamas, usar a mesma roupa de alguém que faz sucesso nas redes foi um diferencial.

Foi assim que a C&A lançou uma coleção exclusiva com Juliette, vencedora da 21ª edição do Big Brother Brasil, reality show bateu recorde de audiência este ano devido à pandemia.

Mas as empresas começaram a ir além dos likes e a transformar a consumidora das redes sociais em vendedora da marca. A C&A criou o programa Minha C&A no ano passado e hoje já soma 4.000 lojinhas.

No Minha C&A, consumidoras selecionadas se tornam donas de uma “lojinha” hospedada no site da marca. Elas têm autonomia para personalizar o espaço com a seleção de até 24 produtos, que podem ser divulgados da forma que quiserem. Elas ganham uma comissão de 8% a 10% sobre o preço final.

O programa Minha Sacola, da Renner, é ainda mais significativo, e soma 27 mil afiliados. A varejista foi além e lançou o projeto Fashion Delivery, em que clientes selecionados recebem uma mala recheada de roupas com o seu estilo.

“É uma solução que usa inteligência artificial para levar uma seleção de produtos que sejam a cara do cliente, recebidos na própria casa. Faz parte da nossa estratégia de encantamento”, diz o presidente da Renner, Fabio Faccio.

Caso o consumidor goste de alguma peça, ele indica por Whatsapp quais são e recebe um link para pagamento. As demais peças são devolvidas para a varejista pelo delivery da rede. A estratégia começou com a marca Youcom, de moda jovem, e já foi estendida para a Ashua, marca plus size do grupo, e para a Renner.

“Essas iniciativas trazem fluxo maior para os canais digitais”, diz Faccio.

​4 – EMPATIA COM O BOLSO

O orçamento do consumidor ficou muito mais enxuto durante a pandemia. Quem não perdeu o emprego, teve que lidar com redução temporária de salário ou, muitas vezes, viu o negócio próprio minguar sob os efeitos do isolamento social.

Daí a importância de mostrar empatia com o orçamento reduzido e apresentar soluções que possam se encaixar à nova realidade, mais econômica.

“Os computadores pessoais subiram de patamar em todos os lares”, diz Helio Rotenberg, da Positivo. “Teve gente que, no início da pandemia, saiu à procura de computador velho para deixar para os estudantes. Mas logo percebeu que era preciso mais”.

A companhia anunciou este ano o licenciamento da marca Compaq no Brasil, que pertence à americana HP. São notebooks de preço intermediário entre R$ 2.800 e R$ 3.500, uma nova opção entre os modelos básicos da linha Positivo e os sofisticados da marca Vaio.

Já a Volkswagen inovou ao oferecer no fim do ano passado o carro por assinatura: uma modalidade em que o cliente não precisa se preocupar com detalhes que saem caro após a compra, como IPVA, documentação, seguro e manutenção do automóvel. O valor da assinatura costuma ser menor que o da prestação.

“Demoramos, mas conseguimos chegar a um modelo em que a conta fecha para todos: montadora, concessionários e clientes”, diz Pablo Di Si, da Volkswagen.

Com o novo serviço, a Volkswagen procura entrar em sintonia com as novas gerações de consumidores, que buscam menos a propriedade dos bens para se centrar no seu usufruto. Daí o sucesso de aplicativos como Uber e 99. Acontece o mesmo com os imóveis, tendo em vista a popularidade do Airbnb.

A MRV Engenharia já tinha lançado antes da pandemia o Luggo, empreendimento 100% voltado à locação dos imóveis. A empresa tem quatro empreendimentos neste estilo e, agora, está construindo mais dez.

“São espaços que já vêm com o coworking na área comum do edifício e aluguel em torno de R$ 1.400”, diz Eduardo Fischer, presidente da MRV.

5 – SOCIEDADE JUSTA E SUSTENTÁVEL

O público espera solidariedade das marcas em momentos de crise. A ideia de contrapartidas sociais e ambientais parece justa aos olhos da sociedade, que contribui para o lucro das empresas.

Nos últimos meses de 2020, 19 milhões de brasileiros passaram fome e mais da metade dos domicílios no Brasil enfrentou algum grau de insegurança alimentar, segundo relatório da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan).

Dezenas de empresas se mobilizaram e fizeram doações durante a pandemia, mas a questão vai muito além e resvala nas desigualdades estruturais da sociedade, calcadas nas diferenças de raça, gênero e classe social.

“Eu enfrento a crise sanitária de um local privilegiado: estou em home office e tenho ajuda nas demandas de casa e família”, diz Juliana Azevedo, da P&G. “Mas a imensa maioria da população não conta com isso e as empresas precisam compreender esta realidade de perto, ajudando a construir soluções”.

Juliana, aliás, é a única mulher no time de presidentes de empresas de bens de consumo ouvidos pela Folha. Na seleção, não existe um líder negro –uma radiografia do quão desigual é o primeiro escalão das companhias.

“A pandemia ajudou muitos líderes de empresas a terem um tempo consigo mesmos, de reflexão, o que contribuiu para que eles tomassem partido em questões sensíveis, como o racismo estrutural”, diz Federico Eisner, sócio da consultoria Bain & Company.

A Bain se uniu a outras grandes empresas no Brasil para criar o Mover – Movimento pela Equidade Racial, que pretende gerar 10 mil novas posições de liderança para pessoas negras e oportunidades para outras 3 milhões nos próximos anos. Estão sendo investidos R$ 45 milhões no programa até 2024.

Entre as companhias que compõem o Mover está a Mondelez, dona da marca Lacta no Brasil. “A pandemia nos deixou a impressão que estamos mais conectados do que nunca, todos no mesmo barco”, diz o presidente da companhia no país, Liel Miranda.

“Não tem como uma empresa crescer e deixar a sociedade para trás. Esse mundo não tem mais como existir”.

6 – ​APRENDIZAGEM COM ERROS

O pontapé para a criação do Mover foi a tragédia ocorrida em uma loja da rede Carrefour, em Porto Alegre, em novembro do ano passado. João Alberto Silveira Freitas, de 40 anos, foi assassinado por um segurança da rede em 19 de novembro de 2020, véspera da comemoração do Dia da Consciência Negra no Brasil.

“Assumimos a nossa responsabilidade no caso e procuramos entender os motivos que levaram a este desfecho”, diz o presidente do Carrefour no Brasil, Noël Prioux.

A empresa vem sendo pioneira na contratação e treinamento dos próprios agentes de segurança –uma vez que, no varejo, a regra é terceirizar o serviço, o que já deu margem a diversos episódios de violência e discriminação, envolvendo diversas redes.

“Queremos profissionais que ajudem os clientes, não que os intimidem”, diz Prioux.

Em um mundo conectado em tempo real, a transparência é a melhor estratégia.

Fonte: Por Daniele Madureira, Folha de SP

19 de julho de 2021 0 Comentários
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Varejo

Expansão do Grupo Zaragoza supera os R$ 350 milhões até dezembro

De Administrador SH 18 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Atacarejo Spani vai abrir mais oito lojas até o final do ano no Estado de São Paulo e a meta de faturamento em toda a Rede é de R$ 4,5 bilhões

Grupo Zaragoza quer fechar o ano com o total de 45 lojas, oito unidades a mais em comparação a 2020 com investimentos de R$ 350 milhões. O crescimento da bandeira Spani Atacadista é o resultado de uma estratégia de expansão responsável e sustentável com investimentos bem calculados em estudos de mercado, logística, em capacitação de pessoal, de boas negociações com fornecedores, além do aproveitamento de possíveis oportunidades de negócios que possam surgir ao longo do ano, define o diretor-presidente do Grupo Zaragoza, Cléber Gomez.

Pelo Plano de Expansão, a previsão de faturamento do Atacarejo Spani para 2021 é de R$ 4,5 bilhões contra os R$ 3,3 bilhões realizados em 2020. Em relação à criação de vagas de trabalho, as novas lojas devem gerar mais de 1.800 empregos diretos e fazer com que o grupo passe a contar com mais de 7.000 colaboradores.

“Mesmo com as oscilações econômicas ao longo dos últimos anos e mais recentemente com o impacto da pandemia do Covid-19, mantivemos nossa meta de ampliar a presença do Spani Atacadista nas principais regiões do Estado de São Paulo. Logicamente que, além do que está planejado, existem ainda as oportunidades que o mercado oferece. Nestes dois casos, a nossa intenção é crescer, seja para cumprir o que está no nosso estudo de mercado ou, como já aconteceu, para avaliar e aproveitar as oportunidades que possam surgir”, disse Gomez.

São Carlos é uma das cidades que contará com uma unidade anuncia o Grupo. O prefeito local, Airton Garcia, aplaude a instalação: “com toda a crise financeira que enfrentamos, principalmente ao longo desse segundo de pandemia, com todo o impacto da Covid-19 nas finanças públicas e na iniciativa privada, receber um investimento desse porte, realmente é para comemorar”. Com um investimento de R$ 45 milhões, a nova unidade gerará cerca de 500 empregos diretos e indiretos.

Fundado em 2003, o Grupo Zaragoza optou por investir no Atacarejo, termo brasileiro que reúne as duas formas tradicionais de comércio – o atacado e o varejo, com os conceitos de self-service (autosserviço) e cash & carry (pague e leve).

Lojas modernas e abastecidas com várias opções de preços para produtos de qualidade, o Atacarejo ganhou a preferência do pequeno varejista e também do consumidor final. Atualmente, a carteira de clientes da bandeira do Spani Atacadista é composta por 60% de clientes Pessoa Física e 40% de Pessoa Jurídica.

Após os primeiros anos de atividade e a consolidação da marca e do modelo de negócio nas regiões do Vale do Paraíba, Sul Fluminense, Bragantina e Alto Tietê, o Grupo, a partir de 2017, iniciou a expansão para a Capital, Grande São Paulo e o restante do interior do Estado e São Paulo.

A mais recente ampliação da rede ocorreu em 2020 quando, mesmo com o impacto da pandemia, o Grupo manteve o ritmo planejado e, com um investimento de R$ 210 milhões, inaugurou seis novas lojas nas cidades de Boituva, Cajamar, Itapetininga, São João da Boa Vista, Tatuí e no bairro de Parelheiros, na capital paulista. O resultado deste investimento, fez com que o Grupo encerrasse o ano de 2020 com 37 unidades em operação e registrasse um faturamento de R$ 3,3 bilhões.

De acordo com o ranking da ABRAS (Associação Brasileira de Supermercados), o Spani Atacadista é a rede que mais cresce no Brasil e está entre as 15 maiores empresas do segmento de Atacarejo do país.

18 de julho de 2021 0 Comentários
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Varejo

St Marche abre loja com co-working no térreo de edifício residencial

De Administrador SH 18 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

É o segundo lançamento da Rede com o novo conceito de espaço de estar em uma área de 800 m², com pizzaria e comida japonesa, situado próximo ao Metrô e a um importante corredor viário

Rede St Marche acaba de abrir sua 21ª loja na avenida Rebouças, divisa dos bairros de Pinheiros e Jardins, ao lado da Estação do Metrô Oscar Freire no térreo de um edifício residencial. Por estar localizado em uma área urbanizada mista com escritórios e prédios residenciais no entorno, a loja apresenta diferenciais como um espaço de co-working de 70 m², com 44 lugares para os clientes trabalharem. Conexão Wi-Fi e tomadas ficam à disposição, e o uso da área é livre. Há módulos de tomada e dez de USB, tudo para a conexão gratuita. A preparação de pratos rápidos como massas, pizzas e comida japonesa também deve agradar aos clientes da região que podem inclusive consumir no espaço de convivência.

“Com a pandemia, o mercado se transformou num lugar de bem-estar, de espairecer, pois muitos consumidores só saem para fazer compras na farmácia e no mercado nesse período. Por isso, queremos melhorar ainda mais essa experiência. Além disso, entendemos que ter um espaço onde é possível realizar reuniões de trabalho se tornou ainda mais necessário, visto que muitas empresas estão enxergando no home-office uma nova realidade. Assim nasceu este novo conceito, completamente personalizado nas necessidades dos clientes”, revela Bernardo Ouro Preto, CEO da rede St. Marche.

O espaço é rodeado por uma pizzaria especializada em pizzas artesanais com farinha orgânica, de fermentação natural e focaccias, uma cafeteria, além do sushi e da adega St. Marche. Todos os produtos disponíveis para consumo imediato são produzidos pela rede com embalagens biodegradáveis.

“A comida une pessoas, promove relações e é algo muito importante para a rede St Marche. Acreditamos que a excelência em servir alimentação no local está no preparo. Por esse motivo, fazemos questão de produzir dentro das lojas tudo que for para consumo imediato, garantindo assim, produtos sempre frescos e um serviço de alta qualidade”, completa Bernardo.

Com 800m², a unidade chega totalmente moderna, com self checkouts, um novo design, iluminação e decoração. A disposição dos móveis da área de estar está seguindo as normas de segurança respeitando o distanciamento social e uso de utensílios descartáveis. Na entrada da loja terá um mural artístico assinado por Lucia Koranyi, estilista, pintora e historiadora.

Não é de hoje que a experiência de compra trouxe bons rendimentos para a rede. De acordo com Ouro Preto, cerca de 80% das vendas vêm dos clientes “Você Marche”, o programa de fidelidade. O objetivo é transformar o ambiente em um local agradável para o cliente retornar à loja.

“As lojas são desenhadas pensando em cada etapa dessa jornada. Do momento que o cliente chega no estacionamento ou entra na loja e sente o aroma de pão fresquinho de produção própria na Padaria, passando por piso de madeira na Adega, com um Hortifruti sempre fresco e selecionado, funcionários solícitos, música ambiente personalizada, gôndolas recheadas de produtos de todo o mundo e, sempre que possível, sem fila nos caixas. Essa é nossa proposta de experiência de compra”, completa Ouro Preto.

A rede acredita que, mesmo quando voltar a normalização, as pessoas vão continuar com hábitos e exigências adquiridas durante este período, e o bem-estar durante as compras nos supermercados é uma delas.

Famosa por apresentar um ambiente agradável e atendimento customizado, focado sempre no bem-estar do consumidor, a Rede acredita que a experiência de compra em supermercado faz toda a diferença, e que o novo formato aprimora ainda mais este conceito nas lojas. A proposta é que este modelo de loja seja reproduzido em outras novas unidades do plano de expansão da Rede, que acredita nessa vivência positiva para o cliente e espera continuar com o incremento de vendas de duplo dígito versus o ano anterior.

Rua Capote Valente, 80 e entrada de pedestres pela Avenida Rebouças, 1150

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Varejo

Rede Tonin leva Atacarejo à Pirassununga

De Administrador SH 18 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Ao custo de R$ 25 milhões, obras da loja com 5 mil m² começarão em dois meses com inauguração prevista para primeiro semestre de 2022

Rede Tonin elege a cidade paulista de Pirassununga para abrir uma nova loja no primeiro semestre do próximo ano. Atualmente, o Grupo conta com 18 lojas, mas com a meta de dobrar esse número nos próximos anos.

O empreendimento tem investimento de aproximadamente R$ 25 milhões e gerará cerca de 300 empregos diretos e indiretos. “Pirassununga é uma cidade muito ativa em termos econômicos e a receptividade que temos tido por parte dos órgãos públicos tem sido grande e muito importante para fornecermos à cidade um novo modelo de negócio, com destaque ao nosso jeito mineiro de atender os clientes, que prioriza a proximidade e o acolhimento. Esse, com certeza, é um grande diferencial da rede”, afirma Tonin.

A previsão é que as obras comecem dentro de dois meses e a nova unidade varejista seja concluída até o início de 2022. A loja terá 5 mil m²² e será instalada na Rua 15 de novembro, nº 2285, Vila Guimarães, em terreno próprio localizado atrás da antiga estação ferroviária. O local foi escolhido por estar na região central da cidade e por ser de fácil acesso aos futuros clientes. Os Atacarejos Tonin marcam presença no interior paulista e sudoeste de Minas Gerais.

Pirassununga foi escolhida para integrar o plano de expansão da Rede Tonin após amplo estudo sobre o potencial de crescimento e disponibilidade de oferta de produtos no município. “Identificamos que o modelo de superatacado a ser implantado, que combina vendas de volume com vendas para o consumidor não existia na cidade, que por estar em franco desenvolvimento, nos possibilita instalar uma nova unidade da rede”, diz o empresário.

Segundo ele, a unidade de Pirassununga se destaca pela variedade de produtos, com aproximadamente 11 mil itens diferentes, além de amplo setor de açougue, expressiva seção de frutas, verduras e legumes, área de congelados ampliada e padaria com produtos de qualidade e preços competitivos. Destaque também para a capacidade do estacionamento, que deverá comportar cerca de 170 vagas.

O prefeito de Pirassununga, Dimas Urban, comemora a chegada da Rede à cidade. “Estou muito feliz com essa notícia da instalação da Rede Tonin em nossa cidade. Pode ter certeza que vai ser um marco na história de Pirassununga, que completa 199 anos no dia 06 de agosto próximo e recebeu esse presentão”, destaca o prefeito.

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ESG

Heineken adquire caminhões elétricos

De Administrador SH 18 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Com zero emissão de CO2, a nova frota busca atingir o compromisso da companhia de até 2040 reduzir o impacto ambiental da empresa

Grupo HEINEKEN começa projeto piloto com caminhões elétricos para sua rede de distribuição, inicialmente, são 5 caminhões, sendo 3 em São Paulo e 2 em Salvador. A presença de caminhões elétricos na frota de distribuição é parte do compromisso do Grupo HEINEKEN de alcançar a neutralidade de carbono até 2040 e reduzir o impacto ambiental da empresa. São as estratégias de sustentabilidade da marca tão importantes nos dias de hoje.

Importados da China, os novos caminhões da Jac possuem produtividade equivalente a um caminhão à combustão, que utiliza a queima de combustíveis, e realizarão a mesma atividade de distribuição urbana de bebidas nas regiões centrais, atendendo aos clientes do Grupo HEINEKEN.

Com zero emissão de CO2 e particulados, a nova frota oferece mais conforto e segurança aos colaboradores, pois possuem menor ruído sonoro, ar-condicionado, câmbio automático, tecnologia de câmera de ré e display touch-screen para conectividade das ferramentas logísticas.

Além disso, os caminhões elétricos contam com autonomia de até 150km e são equipados com regeneração de energia pelas frenagens (KERS), aumentando a produtividade do sistema logístico da empresa.

“O Brasil é o primeiro mercado da marca Heineken® mundialmente e, para que possamos promover o desenvolvimento sustentável do nosso negócio e da sociedade, é fundamental que estejamos trabalhando ativamente para preservar os recursos naturais e reduzir ao máximo nossos impactos ambientais. Esse movimento está 100% alinhado ao nosso principal valor: o respeito pelas pessoas e pelo meio ambiente”, afirma Mauro Homem, diretor de Corporate Affairs do Grupo HEINEKEN.

Vale destacar que nos últimos dias marcas como Ambev, Coca-Cola e JBS também anunciaram a aquisição de caminhões elétricos da Volks, fabricados aqui no Brasil. Todas as marcas estão preocupadas com as metas de sustentabilidade estabelecidas pelos seus Conselhos. Além do que, a medida pesa muito junto aos consumidores.

A Heineken reforça sua estratégia de sustentabilidade com foco em iniciativas de energia renovável e circularidade de embalagens. Recentemente, anunciou a neutralização do carbono até 2023 em sua produção por meio do uso de energias renováveis e eficiência energética, quer ampliar o impacto positivo para todo o ciclo do negócio, chegando até a operação logística e os pontos de venda.

“Reconhecemos nossa responsabilidade e nosso papel atuante na solução deste desafio que é neutralizar as emissões de carbono em toda a nossa cadeia de valor. Por isso, estamos com metas e iniciativas ambiciosas para promover impactos socioambientais positivos no Brasil”, comenta Ornella Vilardo, gerente de Sustentabilidade do Grupo HEINEKEN. Ainda este ano, a companhia iniciará um projeto liderado pela marca Heineken que facilitará o uso de energia verde por bares e restaurantes nos quais o portfólio da companhia está presente. “Proporcionar essa oportunidade para os nossos clientes é uma maneira de garantir que nossas ambições cheguem também na ponta da cadeia e se conectem com nossos consumidores finais”, revela a executiva.

18 de julho de 2021 0 Comentários
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Publicação oficial da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)

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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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