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quinta-feira, outubro 1, 2026
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Varejo

Grupo Mateus fecha 1º semestre com 182 novas lojas

De Administrador SH 14 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Rede mantém plano de expansão que até junho entregou 110 lojas no Maranhão, 63 no Pará, oito no Piauí e uma no Ceará

Estrela do maior IPO realizado no País no ano passado, o Grupo Mateus dá seguimento ao plano de expansão que foi traçado justamente para ser intensificado após a abertura de capital na bolsa de valores. Somente em junho, o varejista inaugurou quatro lojas em junho nos Estados do Maranhão e no Pará. Os municípios Pinheiro e São José de Ribamar, no Maranhão, receberam uma loja de Eletro cada, enquanto a cidade de Ananindeua, no Pará, teve uma inauguração dupla, com uma loja de atacarejo e outra de Eletro.

Com as inaugurações de junho, o Grupo Mateus encerrou o mês com 182 lojas em operação, sendo 56 de varejo, 38 de atacarejo e 88 de eletro. Por Estado, são 110 lojas no Maranhão, 63 no Pará, 8 no Piauí e 1 no Ceará.

O conglomerado é dono do quarto maior atacarejo do Brasil, ficando atrás do Assaí (do Grupo Pão de Açúcar), do Atacadão (do Carrefour) e do grupo chileno Censosud. A empresa também opera supermercados, lojas de móveis e eletrodomésticos, indústria de panificação, distribuição de medicamentos e construção. O Grupo Mateus foi criado há 34 anos por Ilson Mateus, um ex-garimpeiro de Serra Pelada (PA).

Demanda robusta desde o lançamento

A empresa arrecadou R$ 4,63 bilhões no IPO no ano passado. A demanda foi robusta desde o lançamento, batendo cinco vezes o volume ofertado. Além do lote principal, a companhia também colocou no mercado cerca de 75% do lote adicional.

O plano do grupo Mateus no longo prazo é fortalecer sua presença regional, ampliando de forma significativa o número de lojas, por meio da expansão orgânica. O foco da expansão são principalmente os formatos de atacarejo, com a marca Mix Atacarejo, e loja de vizinhança, com a marca Camiño.

Fonte: Mercado e Consumo, Estadão Conteúdo por Luísa Laval

14 de julho de 2021 0 Comentários
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Varejo

Super Muffato abre segunda unidade em Apucarana

De Administrador SH 14 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Moderna e sofisticada, a loja com 15 mil m² recebeu investimento de R$ 40 milhões e checkouts de última geração

Inaugurada no bairro Igrejinha, em Apucarana, o Super Muffato Oswaldo Cruz reúne as marcas favoritas, setores, produtos e tecnologias que oferecem uma melhor experiência de compras. Em alguns setores, profissionais especializados auxiliam, gratuitamente, com informações técnicas e orientações que vão desde o tipo do produto até receitas, harmonizações, combinações e cardápios! O sistema automático de checkouts também é outra novidade .

“Apucarana possui força regional, sendo o principal polo mercadológico do Vale do Ivaí. Temos investido muito na cidade, há anos. Agora, com as duas lojas, empregamos mais de 550 colabores e, ainda, cerca de 250 postos de trabalho indiretos, seja em prestação de serviços, produtores e fornecedores”, comemora Everton Muffato, diretor do grupo.

A loja, recém inaugurada, gera 300 empregos diretos e 150 indiretos. Com investimento de R$ 40 milhões, traz um padrão sofisticado, moderno e com um mix de produtos e serviços diferenciados. São mais de 15.500 m² de área construída com dois pavimentos, 251 vagas cobertas de estacionamento e espaço para 23 lojas.

“Esta é uma das lojas mais bonitas do Grupo, no Paraná, com um projeto inovador de arquitetura e fachada. A alameda do supermercado conta com praça de alimentação e um deck aconchegante. Temos pizzaria, petiscaria, restaurante oriental, cafeteria, sorveteria e vários outros serviços como farmácia, lotérica, lojas de roupas, acessórios, perfumaria, dentre outros. Sem dúvida, um supermercado diferenciado, não apenas para as compras do dia a dia, mas para facilitar e agilizar as tarefas rotineiras e proporcionar momentos de lazer”, relata o diretor do Grupo.

A unidade conta com uma adega com 700 rótulos de vinhos nacionais e importados e serviço de sommelier, com um profissional para auxiliar nas escolhas e harmonização das bebidas com os alimentos.

No açougue, clientes encontram além dos cortes, embalagens e carnes diferenciadas, como a Angus, reconhecida por sua qualidade e sabor, um especialista para orientar o cliente de acordo com o “prato” ou churrasco planejado. Para otimizar o pedido no balcão, o setor oferece o serviço de retirada e painel de senhas. O conceito fresh, de frescor, modernidade e qualidade, mantém-se presente nos mais diversos departamentos.

Na seção de FLV , há opções “prontas para o consumo”: as frutas, legumes e verduras são frescas e selecionadas, diariamente. Também é possível levá-las higienizadas, descascadas, sem sementes, cortadas e prontas para o consumo, com opcional de combos com misturas coloridas e saudáveis.

A loja tem uma área voltada às comidas prontas com pratos quentes, sucos, doces, saladas em porções individuais ou maiores, para consumo imediato.

Floristas atendem os clientes no setor específico oferecendo inúmeras opções para presentear e decorar a própria casa.

Na hora de passar pelo caixa, o Super Muffato traz novidades como Shop & Go: compras rápidas, de até 10 itens, sem fila! Após baixar o APP disponível nas plataformas Android ou iOS, é possível escanear o código de barras dos produtos com a câmera do celular. O cliente finaliza a compra no APP, o qual gera um QR-Code para o pagamento online no caixa exclusivo, de autosserviço, retirando sua nota fiscal. Simples assim!

Há uma tela omnichannel com acesso a uma vitrine virtual com mais de 2 mil produtos de eletrodomésticos, eletrônicos, canais de atendimento, dentre vários outros serviços. O cliente pode estar presencialmente na loja e efetuar compras on-line no painel, aproveitando as ofertas do canal digital, com a opção de, posteriormente, retirar o produto no local ou recebê-lo em casa.

Autocaixa rápido gera mais dinamismo, autonomia e agilidade para o cliente passar suas próprias compras (até 15 volumes), escaneando o código de barra dos produtos no equipamento. Em seguida, ele mesmo finaliza o pagamento. Bem prático!

Há ainda o sistema Autocaixa dinâmico: para qualquer quantidade que comprar, o cliente passa suas próprias compras num caixa com esteiras dinâmicas, em que ele mesmo escaneia o código de barra dos produtos para pagamento. A compra é feita de forma autônoma do início ao fim.

14 de julho de 2021 0 Comentários
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Varejo

Brasil bate recorde de vendas de vinho na pandemia 

De Administrador SH 14 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Aumento no consumo foi de 30% em relação a 2019, com quase 3 garrafas por pessoa, sendo que metade bebe, no mínimo, uma vez por semana  

O brasileiro nunca consumiu tanto vinho como neste último ano de pandemia. Em média, foram consumidos 2,78 litros de vinho per capita, o que representa um aumento de mais de 30% em relação a 2019.

É o que releva um estudo divulgado pela plataforma CupomValido.com.br, que reuniu dados do Statista, Euromonitor e Nielsen, sobre o consumo de vinho no Brasil e no mundo.

O consumo total foi de 501 milhões de litros (contra 383 milhões no ano anterior), um valor nunca atingido na história. Ao considerar todos os países da América Latina, o Brasil ficou só atrás da Argentina.

Do total de 83 milhões de consumidores de vinho no Brasil, 46% tomam vinho pelo menos uma vez por semana, e 53% pelo menos uma vez por mês.

O vinho tinto é o preferido dos brasileiros, com 55% da preferência. O branco fica em segundo lugar, com 25%. Em terceiro, está o rosé, com 20% do total.

No caso do tinto, o tipo preferido dos brasileiros são os da uva Malbec, originária da França e com quase 59% do plantio mundial. Em sequência, aparecem Cabernet Sauvignon e Merlot.

Para os vinhos do tipo branco, a primeira opção é a do tipo Chardonnay. A uva do tipo Sauvignon Blanc e a Moscato estão na segunda e terceira posição, respectivamente.

Vinhos mais vendidos

Nacionais

1 – Pérgola – Campestre

2 – Quinta do Morgado – Fante

3 – Salton – Salton

4 – Galiotto – Galiotto

5 – Chalise – Salton

Importados

1 – Reservado – Concha y Toro

2 – Casillero Del Diablo – Concha y Toro

3 – Tres Medallas – Santa Rita

4 – Santa Rita 120 – Santa Rita

5 – Casal Garcia – Avelada

Perfil e origens

Aproximadamente 59% dos consumidores de vinhos no país têm mais de 35 anos. Além disso, 30% dos consumidores utilizam os canais digitais, como portais ou lojas on-line para comprar vinhos.

Os brasileiros também podem são considerados consumidores abertos à novas experiências, já que mais de 70% estão dispostos a provar novos tipos vinhos, não ficando preso só a uma marca ou subtipo de uva.

Segundo a pesquisa, no Brasil, 69% do total de vinho consumido é nacional, contra 31% importado. A alta do dólar foi um dos principais contribuidores pela queda no consumo de vinhos importados em comparação com o ano anterior.

Mais de 42% dos vinhos importados são provenientes do Chile – Argentina e Portugal, com 16% e 15%, respectivamente, vêm em seguida. O Estado brasileiro que mais importou vinho foi Santa Catarina, com 30% do total, seguindo por São Paulo e Espírito Santo.

Preferência mundial

O vinho mais vendido do mundo é o da marca Barefoot, dos Estados Unidos. O segundo na lista é da Concha y Tore, do Chile. A marca Gallo, também dos EUA, vem em terceiro.

Os Estados Unidos são o país que mais consome vinho do mundo, com mais de 33 milhões de hectolitros por ano ou 13% do consumo mundial. França e Itália aparecem na segunda e na terceira posição, respectivamente.

Levando em consideração o consumo per capita, a ordem muda: a França aparece na liderança, seguida de Portugal.

Fonte: Globo Rural

14 de julho de 2021 0 Comentários
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ESG

Coca-Cola e JBS compram caminhão 100% elétrico da Volks

De Administrador SH 14 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

O modelo sustentável e-Delivery é fabricado em versões de 11 e 14 toneladas e faz parte de um investimento de R$ 2 bilhões da montadora no Brasil

Segundo uma tendência global por eletrificação de veículos e redução da pegada de carbono, a Volkswagen Caminhões e Ônibus (VWCO) anunciou que fechou acordos com a Coca-Cola e a JBS para venda do novo modelo e-Delivery, 100% elétrico e desenvolvido no Brasil. As gigantes se somam à Ambev, que já confirmou a compra de cem unidades do veículo e assinou intenção de compra de outras 1.600. O e-Delivery é a principal aposta da companhia para 2021 e faz parte do investimento de R$ 2 bilhões no Brasil, anunciado no ano passado, e que deve ser aplicado de 2021 a 2025.

As `encomendas` mais recentes foram feitas em menor escala, se comparadas à Ambev. A Coca-Cola adquiriu 20 unidades do novo modelo e a JBS confirmou a compra de um caminhão de novo modelo. Ao mesmo tempo, a VWCO afirma que outras 58 empresas já estão interessadas em adquirir unidades do e-Delivery. Sem apontar nomes por questões contratuais, a empresa afirma que, entre elas, estão `uma grande produtora de ovos` e `grandes transportadoras`. Até o final do ano, a montadora vai produzir cerca de 400 unidades do e-Delivery em território nacional em Resende (RJ), mesmo local onde outros modelos são produzidos.

Ao todo, o investimento para o novo caminhão foi de R$ 150 milhões, dedicado tanto ao desenvolvimento do veículo quanto à adaptação da fábrica para produzi-lo. A diferença do e-Delivery em relação a outros modelos é a finalização numa parte da fábrica construída especificamente para os elétricos, chamada e-Shop, em que são inseridas as baterias usadas como combustível. O caminhão é fabricado em versões de 11 a 14 toneladas, sendo considerado um `peso pesado` versão elétrica.

`Estamos otimistas em relação às vendas nos próximos anos. Enfrentamos momentos de crise em 2016 e, recentemente, com a pandemia, mas já observamos uma recuperação importante. No primeiro semestre deste ano, crescemos 55% em relação ao ano passado em vendas`, afirma Roberto Cortes, presidente e CEO da Volkswagen Caminhões e Ônibus, à EXAME.

Não só a montadora obteve bons resultados de vendas. Segundo dados da Anfavea, entre janeiro e abril deste ano, foram licenciados 35.862 caminhões, alta de 48% em relação ao mesmo período de 2020 — e de 19,5% em relação ao período de janeiro a abril de 2019.

No caso da VWCO, o otimismo está relacionado principalmente às mudanças no consumo dos grandes centros urbanos — com grande número de consumidores optando pelo delivery — e, também, ao crescimento contínuo do agronegócio no Brasil. Fatores somados, é claro, à preocupação cada vez maior de empresas por sustentabilidade.

Com um caminhão elétrico voltado principalmente para centros urbanos, a atenção a esses pontos faz todo o sentido. O e-Delivery deve atender, inicialmente, à demanda em locais com infraestrutura para carregadores elétricos, principalmente porque tem autonomia de 250 quilômetros.

Para tornar isso possível, a Volkswagen contou com parceiros locais, como a WEG, para o desenvolvimento do motor, e a fabricante chinesa de baterias Contemporary Amperex Technology (CATL), que trabalha em parceria com a Moura.

Caminhão elétrico x crise de energia no Brasil

Mesmo com o benefício da sustentabilidade, é impossível pensar em veículos movidos a energia elétrica num momento em que o país enfrenta uma enorme crise hídrica — que já trouxe a conta de luz mais cara para todo o país. Para superar esse efeito, a VWCO investiu em um produto opcional que oferece instalação de captação de energia solar para alimentar os carregadores dos caminhões.

Atualmente, a Ambev faz uso dessa torre para os caminhões que começaram a ser entregues, mas a montadora afirma que até mesmo quem trabalha de forma autônoma pode ter acesso a esse tipo de produto.

`É tudo uma questão de viabilidade econômica e de avaliação de custo-benefício. De toda forma, todas as 150 concessionárias da Volkswagen Caminhões e Ônibus espalhadas pelo Brasil contarão com carregadores para o e-Delivery`, afirma Roberto.

Questionado sobre se a companhia avalia investir em outros biocombustíveis para caminhões ao longo dos próximos anos — a fim de completar a oferta atual –, o executivo afirma que a empresa tem, no momento, seus esforços direcionados para os elétricos. Eventualmente, a montadora não descarta outras opções, mas o elétrico é prioridade por fatores como disponibilidade, custo e produtividade.

Na divisão de carros da Volkswagen, a marca anunciou a criação de um Centro de Pesquisa e Desenvolvimento, que deve estudar o uso de energia limpa de etanol e de outros biocombustíveis para motores híbridos.

Concorrência e exportação

Fato é que outras montadoras também estão de olho nesses critérios e já começaram a se mexer para comercializar caminhões elétricos no Brasil. Além das Volkswagen, a FNM-Agrale e a chinesa Jac Motors vendem modelos no país. Em fevereiro, a montadora chinesa comunicou que seu modelo, de 7,5 toneladas, tem autonomia de até 250 quilômetros, caso o motorista não use o ar condicionado.

Diante desse cenário, que deve se tornar mais acirrado nos próximos anos, Roberto não se preocupa. `Além da confiança que a marca Volkswagen traz, nos apoiamos na qualidade do caminhão desenvolvido. Começamos a pensar no e-Delivery em 2012 e, desde então, fazemos testes. Eventualmente, podemos ter importados competindo nesse mercado, principalmente chineses. Mas acreditamos que a rede de distribuição e o nosso serviço completo de pós-venda vão consolidar nossa presença no país`, diz Roberto.

Em relação à exportação, a companhia afirma que isso está nos planos para o futuro, mas que pretende fazer tudo de forma faseada, avaliando os resultados de venda e a possibilidade de produção fora do país antes de partir para esse passo.

Fôlego de sobra

Para além dos caminhões, as tendências de futuro para a Volkswagen também representam o investimento no uso cada vez maior da plataforma de controle de frotas RIO e no desenvolvimento de veículos autônomos. Em 2018, a montadora havia também anunciado a colaboração com a Hino, da Toyota, para fabricar caminhões autônomos, reforçando o foco em longo prazo em outras tendências.

Nesta terça-feira, a Volkswagen (dessa vez em sua divisão de carros) anunciou também a chegada do carro elétrico E-Up! no Uruguai. De acordo com as informações divugladas pela empresa, o país foi escolhido por oferecer a melhor infraestrutura de e-mobilidade da região. Com sistema de propulsão 100% elétrico e zero emissão de gases poluentes, o modelo proporciona autonomia de aproximadamente 260 km. A bateria é capaz de ser recarregada em 60 minutos, quando plugada em um sistema de recarga rápida (40kW).

Dos carros aos caminhões, a Volkswagen mostra cada vez mais que a América Latina ocupa um papel central dentro da estratégia de tornar toda a empresa neutra em carbono até, no máximo, 2050. Apesar dos obstáculos iniciais a serem enfrentados — especialmente o custo inicial dos veículos elétricos em relação aos tradicionais — a montadora quer mostrar pioneirismo diante da tendência global.

Fonte: Exame

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Varejo

Indústria reage e aumenta a intenção de lançamentos para este ano

De Administrador SH 13 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Pesquisa da Associação Brasileira de Automação demonstra que a indústria de transformação planeja retomar o desenvolvimento de novos produtos em 2021

O Índice GS1 Brasil de Atividade Industrial para o mês de junho apresentou queda de -0,8% na comparação com o mês anterior no dado livre de efeitos sazonais. Comparado ao mesmo mês do ano anterior, o índice apresenta aumento de 24,5%. No acumulado de 12 meses o índice apresenta crescimento de 13,1%.

Na análise de Virginia Vaamonde, CEO da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, “o primeiro semestre de 2021 apresentou crescimento de 18,5% com relação ao mesmo período do ano passado, dando continuidade a tendência de retomada gradual na intenção de lançamento de produtos. Ainda não é possível afirmar a recuperação das quedas sofridas em 2020, mas o indicador caminha nesse sentido”.

A intenção de lançamentos no setor alimentício cresceu 5,3% em junho sobre maio. Em doze meses, elevação foi de 21,9% e no acumulado do ano 20,7%,

O segmento de bebidas registrou uma queda de 28,8% em junho ante maio. Em doze meses e plena pandemia, houve decréscimo acentuado de 23,1%. Mas no acumulado de 2021, a intenção de lançamentos dispara 34,5%.

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Varejo

Angeloni investe R$ 65 milhões em loja conceito de Londrina

De Administrador SH 13 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Com um projeto arquitetônico sustentável, a unidade com 12 mil m² traz um mix diferenciado e uma nova experiência de consumo ao cliente

Rede Angeloni inaugura loja em um espaço completamente revitalizado que pertenceu ao tradicional Mercado Palhano em Londrina. Completamente moderna, a loja dispõe do que há de mais atualizado no segmento, incluindo novas marcas e produtos exclusivos inclusive internacionais.

Foram investidos R$ 65 milhões em 12.293,91m² de área total, sendo 3.315 m² de área de vendas, incluindo no local a Farmácia Angeloni que, além de medicamentos, oferece o que há de melhor na linha de cosméticos e perfumaria. Idealizada de forma sustentável, a loja foi projetada para proteger ao máximo os recursos naturais e causar o menor impacto possível, utilizando-se do que há de mais moderno para preservar o perfeito equilíbrio entre meio ambiente e construção.

Esta é a 34ª loja do grupo e a sexta no estado. 305 colaboradores diretos foram contratados para atender a clientela, incluindo funcionários da terceira idade, pessoas com deficiência e menores aprendizes, uma tradição da empresa, pioneira em ações de responsabilidade social. A unidade tem 210 vagas para estacionamento e 20 check-outs, sendo seis deles self e 4 rápidos.

Em localização privilegiada, oferece mix com mais de 22 mil itens, cuidadosamente escolhidos com os diferenciais do Angeloni, como o setor de hortifrúti, proveniente de produtores selecionados, padaria e confeitaria com grande número de opções de produção própria, cortes de carnes dos melhores frigoríficos, diversidade nos departamentos de mercearia, higiene e limpeza, além de artigos importados inéditos, diversificados e de excelente qualidade, sempre mantendo a competividade com o mercado.

Uma importante inovação é o espaço A/Casa, instalada em um andar com 882 m² dedicado aos setores de bazar e eletro e especializado em moda casa e tecnologia, trazendo produtos e tendências internacionais, lançamento de coleções e design, com exclusividades em cama, mesa, banho, decoração e eletro, entre outras.

Outro diferencial é a a Adega, com mais de 1.000 rótulos importados e nacionais e cervejas especiais, incluindo winebar, exclusivo suporte de atendentes especializados na loja e curadoria sommelier. A unidade possui ainda uma área de alimentação, consumo e convivência dentro da loja com 120 lugares para experiências gastronômicas deliciosas, com opções como quiosque de sushis, grill com carnes grelhadas e outros itens, tudo para transformar o espaço em ponto de parada obrigatória.

Os londrinenses contam também com a opção do e-commerce, para compras pela internet, telefone e aplicativo para celular, que poupam tempo ao permitir a compra sem sair de casa e receber os produtos em faixas de horários preestabelecidas. A rede disponibiliza também o Divvino (www.divvino.com.br) opção específica para aquisição, através de central de atendimento, e-mail ou chat, de vinhos e cervejas artesanais e destilados, cujo catálogo, com importação própria, conta com uma grande variedade de rótulos de todos os lugares do mundo, selecionados por equipe de especialistas para trazer exclusividade e qualidade.

O app Angeloni é uma ferramenta para o cliente acessar centenas de ofertas, publicadas semanalmente e disponíveis exclusivamente no dispositivo. Para utilizar, basta baixar o app na loja de aplicativos do seu celular, fazer o cadastro, acessar “Promoções” e ativar as ofertas exclusivas, que podem ser consultadas na loja, ou de onde estiver para programar as compras. Ao fazer a aquisição na loja, é só identificar-se no caixa na hora do pagamento e os preços promocionais estarão válidos para o usuário do aplicativo

O Angeloni Gleba Palhano fica na Rua João Huss nº 74, Bairro Gleba Fazenda Palhano. Diariamente, vai funcionar das 8 às 22h.

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Varejo

Prezunic aprimora marca própria e incrementa setor desejado nas lojas

De Administrador SH 13 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

A nova linha conta com 185 produtos exclusivos analisados por uma comissão de especialistas, com preços até 30% mais baratos que os similares 

A rede de supermercados Prezunic amplia sua linha de marca própria e promove a chegada de novos itens de bebidas e hortifrutis, completando o portfólio que já abrangia os setores de mercearia, limpeza, higiene e bazar. Ao todo, 185 produtos exclusivos passam a estar disponíveis para os clientes.

O foco do Prezunic é oferecer vantagens aos consumidores em relação às marcas mais tradicionais do mercado, considerando, principalmente, o custo-benefício. Em média, os itens de marca própria podem custar até 30% menos que os similares, sempre mantendo padrões de qualidade estabelecidos junto aos fornecedores.

“Temos observado, em nossas lojas, um crescimento importante no consumo de itens de marca própria, que aliam qualidade e bons preços, fatores importantíssimos que interferem diretamente na escolha do consumidor e que ganharam ainda mais peso durante a pandemia”, afirma Patrícia Perez, gerente de Marketing do Prezunic.

Toda a linha de marca própria da Rede passa por análises sensoriais feitas por uma equipe de especialistas. A seleção leva em conta fatores como demanda dos clientes, preço e qualidade. Entre os campeões de vendas estão o suco de uva integral, o papel toalha e o biscoito de polvilho.

Para o relançamento da marca, além da inclusão de novos itens, houve mudanças nas embalagens, reformulação de produtos e revisão de posicionamento. A fim de comemorar a ação, a empresa carioca inicia uma campanha com ofertas especiais incluindo os canais digitais.

No Delivery, até 1º de agosto, quem adquirir R$ 20 em itens Prezunic terá direito a frete grátis. Haverá, também, ações promocionais para os clientes cadastrados no Clube Prezunic.

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Shopper

Consumidor está mais seletivo e atento aos próprios dados pessoais armazenados pelo varejo

De Administrador SH 13 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Estudo internacional da Consultoria KPMG revela que os consumidores estão dispostos a pagar mais por empresas éticas

Pesquisa Global de Excelência da Experiência do Consumidor 2020 revela que 98% dos entrevistados disseram estar preocupados com seus dados pessoais e com o que acontece com eles. A ampla maioria deles está disposta a pagar mais por varejistas éticos.

Em ano de pandemia, 79% das pessoas afirmaram estar preocupadas com a situação econômica global. E mais da metade (63%) entende que, como resultado da pandemia, o valor é diferenciador na escolha de produtos ou serviços.

Na pesquisa realizada pela KPMG com 101.162 consumidores de 27 países, regiões e jurisdições, 2.060 marcas exclusivas de diversos setores também foram avaliadas para determinar quais organizações estão oferecendo experiências diferenciadas aos clientes.

“A pandemia tornou o consumidor mais atencioso e seletivo na sua tomada de decisões. Muitos clientes estão redefinindo suas expectativas nesse momento. Fatores como marca, propósito e reputação estão entrando no processo de tomada de decisão na mesma medida que segurança, conveniência e confiabilidade. Integridade e confiança são temas considerados cada vez mais relevantes para os consumidores”, afirma Augusto Puliti, sócio de Experiência do Consumidor da KPMG no Brasil.

As marcas foram classificadas de acordo com os seis pilares da excelência da experiência do cliente (Personalização, Integridade, Expectativas, Resolução, Tempo, e Esforço e Empatia) para identificar os líderes de cada país. Expectativas foi o pilar com maior crescimento (4%), o que sugere que as expectativas que os consumidores esperam ter com as marcas com que se relacionam foram redefinidas de acordo com os efeitos da pandemia. O dado também indica que as organizações estão estabelecendo e atendendo às expectativas, muitas vezes resultando em experiências surpreendentes relevantes.

Os entrevistados também demonstraram que estão bem adaptados para responder aos requisitos novos e emergentes dos clientes no futuro. Segundo o estudo, muitos são de organizações recém-estabelecidas que já tinham culturas de resolução de problemas de clientes antes da pandemia e investiram em ferramentas digitais projetadas para facilitar a vida dos clientes. Ainda assim, os efeitos da pandemia continuam sendo sentidos mundialmente e as organizações precisarão se antecipar e se preparar para as mudanças nas necessidades, comportamentos e preferências dos seus clientes.

“A pandemia fez com que empresas que, historicamente, colocaram os clientes no centro de suas estratégias aumentassem a diferenciação frente a concorrentes que não fizeram isso. As empresas que se adaptam mais rapidamente à nova realidade terão resultados melhores no curto, médio e longo prazos. Conseguir prever o comportamento do cliente e responder a um novo conjunto totalmente novo de necessidades do cliente, mais omnicanal do que nunca, serão determinantes para construir relacionamentos duradouros e positivos”, complementa Puliti.

O conteúdo também chegou às seguintes conclusões:

– A experiência do cliente está melhorando globalmente. No total, 17 dos 19 mercados incluídos anteriormente tiveram um aumento na sua métrica de experiência do cliente em relação ao ano passado.

– Custo e valor são agora determinantes-chave para apoiar a defesa e a lealdade, ao contrário dos anos anteriores, onde tiveram menor impacto. Além disso, as marcas são percebidas como oferecendo mais valor pelo dinheiro, com os resultados revelando um aumento de 3%.

– Todas as marcas mais bem classificadas superaram a média do mercado em cada um dos Seis Pilares. Na verdade, a marca com melhor classificação em cada mercado normalmente superou entre 10% e 12% a respectiva pontuação média de mercado para cada pilar.

– Varejo não alimentício é o setor de melhor desempenho para a experiência do cliente em 2020, seguido pelo setor de Serviços Financeiros.

– Doze das empresas líderes são organizações financeiras, sendo que a maioria fornece serviços tradicionais; nenhuma dessas empresas, porém, funciona de uma maneira tradicional, mas se concentram em fazer a diferença na vida dos clientes e são impulsionadas por objetivos éticos e sustentáveis.

– Logística foi o setor que registrou maior aumento no desempenho em 2020 (6%), sugerindo que as expectativas de entregas dos clientes mudaram de acordo com o ambiente atual para serviços de entrega em domicílio como padrão.

13 de julho de 2021 0 Comentários
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Varejo

Brasil pode crescer em proteína para ‘flexitarianos’

De Administrador SH 13 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Responsável pelo segmento de Global Foods da gigante americana de alimentos ADM diz que empresa investe no Brasil por causa do potencial exportador no mercado de alimentos alternativos à carne

A gigante americana de alimentos ADM, que faturou US$ 64,3 bilhões em 2020, está interessada na proteína vegetal como alternativa à carne. E o Brasil pode ter um papel preponderante neste setor, diz a brasileira Letícia Gonçalves, que preside o segmento de Global Foods da companhia.

Segundo a executiva, que está fora do país há 16 anos e já comandou empresas como a Monsanto, o mercado de proteína vegetal cresce 14% anualmente e deve chegar a US$ 30 bilhões por ano em 2030.

Mais do que o movimento vegano, a ADM vê consumidores potenciais nos chamados “flexitarianos”, os que não abrem mão de um churrasco, mas querem reduzir o consumo de carne no seu dia a dia. Em entrevista ao GLOBO, ela observa que a Covid aumentou a preocupação dos consumidores com a origem dos alimentos.

A ADM está processando mais produtos no Brasil?

A ADM está se transformando, de uma empresa de processamento de grãos, para uma empresa de nutrição. Seremos “farm to fork”, ou seja, da fazenda ao prato.

Estamos trabalhando com produtos como soja, milho, trigo, algumas castanhas e quinoa, que são utilizados dentro do nosso time de desenvolvimento de produtos para buscar inovações em sabor, textura, aparência e aspectos nutricionais e de saúde.

O Brasil é o celeiro do mundo, mas o Brasil tem muito potencial de fazer com que toda essa cadeia de valores chegue ao consumidor final. A gente fez grandes investimentos no país, algumas aquisições, construímos uma fábrica completamente nova de proteína de soja em Campo Grande (MS), onde investimos US$ 250 milhões.

Qual o objetivo dessa fábrica?

É uma fábrica de complexo de soja, que está crescendo muito. Ela é para atender a nova tendência de consumidores se transformando em flexitarianos, diversificando a dieta com proteínas diversas.

Muita gente ainda come a proteína animal, mas está tentando diversificar. Se falarmos só em ingredientes, é um mercado de US$ 10 bilhões globalmente hoje, mas que vai chegar a US$ 30 bilhões em 2030. No passado, esse mercado era para veganos, vegetarianos, mas não é mais.

A gente fez uma parceria com a Marfrig, uma das maiores empresas globais de carne, criando a PlantPlus Foods. Lançamos recentemente hambúrguer, quibe, almôndega e carne moída no Brasil, com um enfoque de não ser apenas um produto de base vegetal, mas saudável.

Como vocês enxergam o flexitarianismo no Brasil?

Uma pesquisa apontou que 52% das pessoas que comem carne buscam diversificar proteínas. É muito semelhante em todos os países do mundo. E a Covid fez os consumidores ficarem mais preocupados com a origem dos alimentos e o bem-estar dos animais.

Que inovações surgem?

Empresas como a ADM estão inovando para tornar estes produtos mais saborosos. A ADM foi a empresa a lançar o primeiro hambúrguer vegetal do mundo, na década de 1980. Naquela época o hambúrguer era bom? Não! Mas hoje tem muita tecnologia, a gente faz pesquisas com aromas naturais, que mascaram sabores que não sejam desejados.

Há novos ingredientes para que tenhamos uma boa composição nutricional, sabor, textura. No futuro, deveremos ter aditivos de saúde no próprio alimento, as pessoas não precisarão tomar vitaminas, isso estará no seu alimento.

Mas os produtos de base vegetal ainda são mais caros que os de origem animal…

Ainda é um mercado de nicho, premium. À medida que vai surgindo a “comoditização”, a massificação deste mercado, a gente vai ter que olhar o preço, que vai ter que ser mais equiparado à proteína animal. Mas ainda não estamos neste momento e é difícil dizer quando vai ocorrer.

O Brasil pode se tornar um grande exportador de proteína vegetal, como é de carnes e grãos?

Sim. O nosso complexo em Campo Grande não está produzindo para o mercado local. Estamos exportando, inclusive para os EUA e Europa, inclusive produtos prontos.

Mas, neste mercado, sem as vantagens naturais óbvias em carne e grãos, não teremos mais concorrência?

Os mercados mais desenvolvidos são os de soja e de ervilha, mas estão avançando produtos como grão de bico e tremoço. O Brasil tem grandes chances de ser competitivo, mas vai ter competição de empresas diversificando fontes de proteína, criando mais marcas e produtos.

Temos que pensar que essa concorrência pode ser boa. À medida que a categoria cresce, surgem novas oportunidades.

Mas qual o risco do Brasil ?

O país precisa investir muito em inovação e tecnologia. A gente tem a Embrapa, que precisa continuar o melhoramento genético das culturas com foco em nutrição humana.

Hoje, soja e milho são muito focados em ração animal. Há muito espaço para crescer.

Mas e o custo para gerar maior valor agregado no Brasil?

Temos olhado como reduzir custo de produção, desde matéria-prima, práticas de produção que sejam mais sustentáveis e econômicas, novas tecnologias, mas eu diria que o Brasil ainda é muito tímido no âmbito global no setor.

Quem são os concorrentes?

De produtos acabados, há os EUA e muitos países na Europa, emergentes. No mercado de proteína vegetal, depois dos EUA, a nossa maior estrutura está no Brasil, é a nossa fábrica de Campo Grande, maior que nossa estrutura na Europa e na Ásia.

A gente colocou o Brasil como segundo país de maior relevância para criar um complexo de proteína vegetal não apenas para atender o mercado local, mas para atender globalmente essa demanda crescente.

E pensando em inovação: nosso centro global fica nos EUA, mas o nosso centro de inovação para a América Latina está em São Paulo. Pensando globalmente, vamos fazer expansão da estrutura de inovação no Brasil, e a gente vê São Paulo e seus arredores como um dos grandes centros inovadores do mundo.

E outras empresas, concorrentes?

A ADM e a Marfrig foram pioneiras. Depois que fizemos uma joint venture, a PlantPlus Foods, vemos mais empresas querendo entrar nesse movimento, de unir proteína vegetal e animal. A JBS é uma delas, com a compra da Vivera na Holanda. A própria BRF tem uma linha vegetal. E trabalhamos com elas, pois a ADM fornece os ingredientes para essas outras empresas que detêm as marcas finais.

Fonte: Por Henrique Gomes Batista, O Globo

13 de julho de 2021 0 Comentários
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Varejo

Roldão anuncia expansão com investimento de R$ 330 milhões

De Administrador SH 13 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Na disputa com gigantes como Atacadão e Assaí, rede vai abrir 11 lojas em 18 meses, além das 5 novas lojas previstas para este semestre no Estado de São Paulo

De carona no forte crescimento de vendas nos atacarejos que veio com a pandemia, o Atacadista Roldão planeja a maior expansão desde que a companhia abriu sua primeira loja, no bairro paulistano da Freguesia do Ó, em 2000. A empresa vai investir R$ 330 milhões nos próximos 18 meses para garantir a abertura de 11 lojas de atacarejo – modelo de negócio que mistura o atacado e o varejo e hoje é liderado pelos gigantes Atacadão (do Carrefour) e Assaí (do Grupo Pão de Açúcar). O movimento vem depois de a empresa ter feito só duas inaugurações em 2020.

Neste ano, serão cinco novas lojas, uma delas aberta em Salto (SP), no fim de junho. Até dezembro, mais quatro entrarão em operação: Itu (SP), Mogi Guaçu (SP), Jundiaí (SP) e Praia Grande (SP). A previsão é encerrar o ano com 40 pontos de venda no Estado de São Paulo e faturamento de R$ 4,25 bilhões. O crescimento é de 20% sobre 2020.

Para o ano que vem, estão programadas mais seis lojas: as unidades em Indaiatuba (SP) e em São Bernardo do Campo (SP) já estão definidas, enquanto as demais estão em fase de avaliação e serão erguidas em cidades com mais de 100 mil habitantes.

“Somos o atacado que mais está abrindo lojas no Estado de São Paulo”, afirma Ricardo Roldão, sócio e membro do conselho da empresa. Ele acaba de deixar o cargo de CEO, que desde o começo deste mês foi ocupado por Sérgio Leite, ex-executivo do concorrente Assaí.

Faz um ano que a companhia passa por um intenso processo de profissionalização. Além de CEO, a empresa trouxe profissionais para ocupar posições-chave, como Claudia Elisa Soares, ex-Ambev, GPA e Fnac. Desde outubro, ela preside o conselho de administração, no qual Ricardo Roldão e o irmão e sócio, Eduardo Roldão, participam como membros. “Só falta o diretor comercial, que estamos fechando esta semana”, diz Ricardo Roldão.

A transformação pela qual passa a empresa tem alvo certo. O plano da atacadista é dobrar o faturamento até 2025 e abrir o capital. “A Cláudia está trazendo bastante compliance e governança para a companhia e qualquer impasse é discutido dentro de nossos comitês, dentro do conselho”, explica Roldão, quando questionado sobre possíveis divergências entre os sócios.

O consultor e sócio da Mixxer Desenvolvimento Empresarial, Eugênio Foganholo, considera os planos da companhia coerentes e com baixos níveis de risco. “É uma expansão extremamente agressiva: cinco lojas por ano não é pouco, não é lojinha, a estrutura é pesada.”

Em relação à profissionalização da empresa, Foganholo explica que esse é um caminho natural para que os sócios possam pensar na estratégia da companhia no longo prazo. “O plano faz todo sentido. Esse futuro que está sendo preparado é nada mais do que uma geração de valor para lançamento de ação em Bolsa.”

Pandemia

Com desemprego e inflação em alta, o consumidor tem ido às compras mais nos atacarejos, que chegam a proporcionar uma economia de 15% a 20%. No primeiro trimestre, as vendas em valor dos atacarejos cresceram 23,1% em relação a igual período de 2020, e esse foi o formato de loja que mais ampliou os negócios entre todos os canais de vendas de alimentos, bebidas e produtos de higiene limpeza no País, aponta a Nielsen.

Segundo Bruno Achkar, coordenador de atendimento ao varejo da consultoria, o atacarejo, que vinha ganhando força desde crises anteriores, ganhou importância com o isolamento social porque a preferência foi por compras de grandes volumes e concentradas.

Roldão acrescenta outra mudança trazida com a pandemia. O consumidor não só passou a fazer compras de abastecimento, como também de reposição nos atacarejos, algo que anteriormente era um filão no qual os supermercados atuavam sozinhos.

Além dos alimentos

Por causa do grande volume de compras de reposição, Roldão decidiu oferecer serviços nas novas lojas. Os novos pontos de venda terão cafeteria, padaria, ilha de hortifrúti, açougue maior e até caixas de autoatendimento (self check-out). A intenção também é reformar as lojas em funcionamento com esses serviços para atrair o cliente que faz compra de reposição com mais comodidade.

13 de julho de 2021 0 Comentários
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Publicação oficial da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)

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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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