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segunda-feira, maio 11, 2026
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Internacional

Na Alemanha, Edeka aposta em supermercado híbrido

De Redação SuperHiper 29 de abril de 2026
Escrito por Redação SuperHiper

Por Renato Müller

A rede de supermercados alemã Edeka tem um modelo de negócios que mescla lojas próprias e de lojistas filiados sob uma mesma bandeira. E, agora, um desses lojistas decidiu resolver de uma forma diferente a questão de como equilibrar o uso de terminais de autoatendimento e os caixas tradicionais.

Kim-David Eggert equipou seu supermercado em Sörup, na província de Schleswig-Flensburg (quase na fronteira com a Dinamarca), com 6 terminais de self checkout. O detalhe é que os equipamentos serão usados à noite, das 20h às 22h, quando os caixas tradicionais estarão fechados.

Há 4 anos, Eggert assumiu o mercado de Sörup, uma cidadezinha de cerca de 4 mil habitantes, e manteve os caixas convencionais, deliberadamente optando por não implementar terminais de autoatendimento – uma questão polêmica na Alemanha ainda hoje, e ainda mais logo na saída da pandemia, quando a manutenção dos empregos movimentava fortemente a economia e a política.

Recebendo cerca de 9 mil clientes por semana e oferecendo um mix de 30 mil itens, a loja contava com 6 caixas convencionais. A evolução do uso de sistemas de autoatendimento na Alemanha (desde 2024, o número de lojas com self-checkout aumentou 143% no país) fez com que Eggert decidisse experimentar a tecnologia. Durante o período de Páscoa, dois caixas tradicionais foram substituídos por seis self checkouts, para testar o sistema em condições de pico. Como resultado, quase 20% das vendas totais no período passaram pelo sistema de autoatendimento.

“Conseguimos lidar com toda a temporada de compras de Páscoa sem longas filas nos caixas. Tudo correu muito mais tranquilamente do que prevíamos, os clientes adoraram o sistema e se surpreenderam com a facilidade e a rapidez”, disse Kim-David Eggert ao site da EHI, a associação alemã de varejistas. De acordo com o proprietário, o ticket médio das compras na loja é de 29,69 euros, enquanto no self checkout fica em 23,44 euros.

Com os bons resultados, a partir de 26 de maio o horário de funcionamento da loja será expandido das 20h para as 22h, sendo que nesse período somente o autoatendimento estará disponível. Os clientes entrarão na loja usando um cartão de débito ou crédito e finalizam a compra com o mesmo cartão na saída – usar um método de identificação na entrada é visto como um fator adicional de prevenção de furtos.

Operando com uma equipe mínima, o supermercado conseguirá apresentar um diferencial único para a região, funcionando até mais tarde que a concorrência. “Ao mesmo tempo, os equipamentos liberam mais tempo para os funcionários no salão de vendas durante o dia, o que melhora o atendimento aos clientes”, afirma Eggert.

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Negócios

Marcon adota conceito de “superatacarejo” e anuncia expansão no Oeste Catarinense

De Redação SuperHiper 29 de abril de 2026
Escrito por Redação SuperHiper

A rede Marcon inicia uma nova etapa estratégica em sua trajetória no varejo alimentar catarinense. Com a reinauguração da unidade de São José do Cedro (SC), realizada no último sábado (25). A empresa apresentou oficialmente ao público seu reposicionamento para Marcon Superatacarejo.

O formato é uma aposta na convergência: combina a competitividade de preços do atacado com a variedade, o atendimento e a experiência de compra de um supermercado completo.

Expansão estratégica

Além do reposicionamento, a companhia prepara novos investimentos para consolidar sua presença regional. O plano de expansão inclui uma nova loja em Dionísio Cerqueira, município localizado na estratégica região de tríplice fronteira, ponto de encontro entre Santa Catarina, o Paraná e a Argentina.

A unidade ocupará uma área de alta circulação comercial, turística e logística, com obras previstas para iniciar ainda no primeiro semestre de 2026. Segundo a empresa, o objetivo é atender a um público amplo, composto por consumidores locais, visitantes e pequenos negócios da região.

Para o longo prazo, a rede projeta a construção de uma nova matriz, em Guaraciaba para 2028, ano em que o Marcon completa 40 anos de atuação. O investimento integra um planejamento voltado à modernização da operação, ao fortalecimento da marca e ao ganho de escala no Extremo Oeste de Santa Catarina.

O que é o conceito de superatacarejo?

Segundo a empresa, a mudança acompanha uma transformação profunda no comportamento do consumidor moderno. O cliente mudou: ele quer preço, mas sem abrir mão de uma loja agradável, com perecíveis de qualidade, bom atendimento e variedade.

O superatacarejo nasce justamente dessa combinação. A unidade de São José do Cedro — primeira filial da rede fora de sua cidade de origem — simboliza o início deste ciclo, operando agora com estrutura modernizada e comunicação alinhada ao novo posicionamento.

Diferenciais em relação ao atacarejo tradicional

O conceito busca se diferenciar do atacarejo tradicional ao preservar serviços importantes para o consumidor, como açougue completo, padaria, hortifrúti, lanchonete, atendimento assistido, e-commerce e uma jornada de compra mais confortável. Ao mesmo tempo, amplia a competitividade em preços e compras por volume em relação ao supermercado tradicional.

Os perecíveis seguem como um dos principais pilares da rede. No açougue, o Marcon conta com abatedouro próprio para atender exclusivamente suas operações, o que permite maior controle da cadeia de fornecimento, desde a seleção dos produtores parceiros até transporte, bem-estar animal, processamento e distribuição para as lojas. Na padaria, a rede também possui indústria própria de panificação, estrutura que contribui para ampliar o mix, manter padrão de qualidade e dar escala à produção.

Com esses projetos, o Marcon busca consolidar uma nova fase de crescimento, mantendo sua origem regional enquanto se prepara para competir em um mercado de varejo alimentar em constante transformação.

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Gente

Dom Olívio abre mutirão de emprego com 30 vagas em Jundiaí (SP)

De Redação SuperHiper 29 de abril de 2026
Escrito por Redação SuperHiper

O Supermercado Dom Olívio, bandeira do Grupo Boa, promove nesta quinta-feira (30), um mutirão de entrevistas para o preenchimento de 30 vagas de emprego em suas unidades de Jundiaí (SP). O processo seletivo acontece das 9h às 16h, em formato presencial, na Rua do Retiro, 925.

Vagas disponíveis e requisitos

As oportunidades contemplam diferentes níveis de atuação no varejo alimentar. As funções disponíveis são:

  • Operacional: operador de caixa, repositor, empacotador e atendente.
  • Especializados: açougueiro, cozinheiro e auxiliar.
  • Setor de FLV: frutas, legumes e verduras.

Para as vagas efetivas, os candidatos devem ter mais de 18 anos e disponibilidade para trabalhar em escala 5×2 (incluindo finais de semana e feriados). Um diferencial importante desta seleção é que não é exigida experiência prévia, abrindo portas para quem busca o primeiro emprego ou transição de carreira.

Além da contratação, o Dom Olívio oferece um pacote de benefícios que inclui: convênios médico e odontológico e auxílio-creche; cartão alimentação e Participação nos Resultados (PPR); refeição no local e acesso ao TotalPass (academias); bem como programas de desenvolvimento profissional e parcerias com instituições de ensino.

Como participar da seleção?

Os interessados devem comparecer à Rua do Retiro, 925, com currículo impresso e documento original em mãos. Caso o candidato não possa comparecer presencialmente, o Grupo Boa é possível enviar o currículo por e-mail: trabalheconosco@smboa.com.br ou por WhatsApp: (11) 99422-6487.

Sobre o Grupo Boa

Fundado em 1966, o Grupo Boa opera 25 lojas no Estado de São Paulo (21 sob a bandeira Boa Supermercados e quatro da marca Dom Olívio). A rede faz parte da Plurix, ecossistema do Pátria Investimentos que figura entre as maiores empresas de varejo alimentar do Brasil, com cerca de 200 lojas e 20 mil colaboradores em quatro estados: no interior de São Paulo, no Paraná, em Santa Catarina e em Mato Grosso do Sul.

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Gente

Cencosud anuncia mudança na presidência do conselho

De Redação SuperHiper 29 de abril de 2026
Escrito por Redação SuperHiper

Cencosud anuncia que Júlio Moura Neto transferiu a Presidência do Conselho da Companhia para Manfred Paulmann Koepfer na sessão ordinária do Conselho, no dia 24 de abril. O cargo de Presidente do Conselho foi exercido por Júlio Moura desde 5 de dezembro de 2023 e ele seguirá integrando o Conselho de Cencosud S.A, do qual participa desde 1º de setembro de 2011.

Durante sua trajetória como Presidente, contribuiu para conduzir o Conselho em uma etapa relevante para a Companhia, marcada por um entorno desafiador para o varejo e pela necessidade de sustentar uma estratégia consistente, com foco no longo prazo, como parte de uma governança corporativa robusta e de alto padrão internacional.

Manfred Paulmann Koepfer é Conselheiro de Cencosud S.A. desde 31 de julho de 2021 e possui uma ampla trajetória no grupo, assim como um profundo conhecimento do negócio e dos desafios estruturais do varejo nos mercados onde a Companhia opera.

Sobre esta transição, Júlio Moura destacou: “Foi uma honra presidir o Conselho de Cencosud durante este período. Agradeço a confiança do Conselho e dos acionistas e o trabalho conjunto com o time executivo em um contexto desafiador. Me alegra que Manfred Paulmann assuma a Presidência do Conselho e estou convencido de que a sua visão de longo prazo e seu conhecimento do negócio serão um aporte para o desenvolvimento futuro de Cencosud. Seguirei contribuindo a partir da minha posição no Conselho.”

Manfred Paulmann comentou: “Agradeço a Júlio Moura pela condução do Conselho durante o período em que esteve como presidente e o trabalho realizado em um momento relevante para a Companhia. Assumo esta responsabilidade com uma visão de longo prazo, focado em dar continuidade à estratégia e em seguir promovendo uma agenda disciplinada de inovação e adaptação, que permita à Cencosud fortalecer suas capacidades e enfrentar com solidez os desafios de um entorno cada vez mais competitivo e exigente”.

O Conselho reconheceu as contribuições de Julio Moura durante sua gestão e destacou sua continuidade no Conselho, aportando experiência e visão estratégica às decisões da Companhia para os próximos anos.

Para assumir esta nova posição, Manfred renunciou à Presidência do Conselho de Cenco Malls, onde seguirá como Conselheiro. Em seu lugar, Jaime Soler assume a Presidência do Conselho de CencoMalls. O executivo já integrava o Conselho e conta com uma sólida trajetória profissional e profundo conhecimento do negócio imobiliário.

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ABRASEventos

Eficiência operacional avança no varejo supermercadista, mas perdas ainda desafiam o setor

De Redação SuperHiper 29 de abril de 2026
Escrito por Redação SuperHiper

A busca por eficiência operacional segue como uma das principais agendas do varejo supermercadista brasileiro, impulsionada pela pressão sobre margens, mudanças no comportamento do consumidor e necessidade de maior produtividade. Durante painel promovido pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), especialistas do setor discutiram avanços recentes, desafios persistentes e estratégias para transformar processos em geração de valor.

A mediação foi conduzida pela jornalista Luciana Martins, que destacou a relevância do tema no cenário atual. “A eficiência operacional deixa de ser um controle de perdas e passa a representar geração de valor, sustentabilidade e capacidade de execução”, afirmou. Segundo ela, os dados mais recentes mostram que, embora o setor tenha atingido 98,18% de eficiência, ainda há espaço significativo para evolução, especialmente na gestão de perdas.

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Um dos momentos do encontro foi a homenagem ao diretor do Comitê de Eficiência Operacional, Ederson Fernandes, reconhecido por sua atuação no desenvolvimento de práticas no setor. “As pessoas podem copiar tudo o que a gente faz, mas não o que a gente é”, destacou Fernandes, citando Abílio Diniz ao reforçar a importância da cultura organizacional na busca por resultados consistentes.

Resultados

Na análise dos indicadores, foi apresentado que parte relevante das empresas conseguiu crescer em faturamento ao mesmo tempo em que reduziu perdas, sinalizando ganho real de eficiência. Ainda assim, há um grupo significativo que expandiu receitas, mas viu as perdas acompanharem esse crescimento, o que acende um alerta sobre a qualidade da gestão operacional.

Entre os principais desafios, a perda não identificada ganhou destaque. Para a assessora do conselho do Jaú Serve, Lilia Coelho, esse é um dos pontos mais críticos. “Quando a gente conhece a perda, por mais danosa que ela seja, a gente pode agir sobre ela. Quando a gente desconhece, não sabe qual é a verdadeira causa”, explicou. Segundo ela, falhas no controle de estoque podem gerar impactos em cadeia, como ruptura, excesso de compras e distorções na lucratividade.

A diretora administrativa do J. Pavani Supermercados, Flavia Borges, reforçou que, embora a tecnologia seja fundamental, o fator humano ainda é determinante. “A quebra está muito na mão das pessoas, nos processos e em como isso está sendo gerido pela liderança. Uma ferramenta na mão de pessoas não treinadas não resolve muita coisa”, afirmou.

No campo da prevenção de perdas, o head do Tenda Atacado, Osmar Chamelette, destacou a evolução pós-pandemia, mas alertou para o crescimento da perda desconhecida. “A gente percebe que a perda operacional conhecida está sob controle das lojas, mas a perda desconhecida ainda exige muita atenção”, disse. Ele também ressaltou o uso de tecnologia e centralização de monitoramento como estratégias para reduzir fraudes internas e externas.

Sobre inventários, Lilia destacou que não existe um modelo único, e que cada empresa deve desenvolver sua própria metodologia. “A empresa precisa encontrar o melhor método. O resultado melhora à medida que aprendemos mais sobre nossos processos e produtos”, afirmou, citando o uso de sistemas híbridos e controle detalhado de categorias como carnes, frutas e hortifrúti.

Outro ponto debatido foi a importância da agregação de valor para reduzir desperdícios, especialmente em FLV (frutas, legumes e verduras). A adoção de coprodutos, como itens higienizados e prontos para consumo, tem contribuído não apenas para diminuir perdas, mas também para gerar receita adicional e melhorar margens.

O painel evidenciou que, apesar dos avanços, a eficiência operacional no varejo supermercadista ainda depende de uma combinação equilibrada entre tecnologia, processos bem estruturados e, principalmente, gestão de pessoas. A evolução dos indicadores mostra que o caminho está sendo trilhado, mas o desafio de reduzir perdas e aumentar a produtividade permanece no centro das estratégias do setor.

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Transição e eficiência: o grande desafio do varejo frente à reforma tributária

De Redação SuperHiper 29 de abril de 2026
Escrito por Redação SuperHiper

A Reforma Tributária não é apenas uma mudança de siglas ou alíquotas; é uma reestruturação profunda do modelo de negócios do varejo brasileiro. Durante painel “Gestão do Risco Fiscal na Transição Tributária”, realizado no dia 28 de abril no Smart Market ABRAS 2026, em São Paulo, lideranças do setor discutiram como a transição — prevista para ocorrer entre 2027 e 2032 — exigirá um esforço hercúleo das empresas para gerir dois sistemas tributários simultâneos sem perder a margem no caixa.

Alessandro Marceddu, Diretor Jurídico do Grupo Koch, e moderador do debate, enfatizou que a reforma deve ser encarada com pragmatismo e humildade técnica. Para ele, o tema não pode ficar restrito a planilhas isoladas.

“A reforma não vem mudar só o imposto. No Grupo Koch, buscamos esgotar o assunto, trocando informações com muita humildade para tentar crescer. É um caminho que será bem-vindo”, afirmou Marceddu.

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Desafio da convivência de sistemas

Um dos pontos mais sensíveis é o custo de conformidade. Nelcina Tropardi, VP de Legal, ESG & Corporate Affairs do Grupo Carrefour, destacou que o varejo já gasta, em média, quatro meses e meio por ano apenas para cumprir obrigações tributárias vigentes. A chegada da lógica de débitos e créditos do novo sistema altera a precificação e a parametrização de notas fiscais.

“Estamos trocando o pneu com o carro a 150 km/h; essa é a sensação. No Carrefour, montamos um grupo de trabalho com todas as áreas, pois a reforma afetará a todos. Estamos mapeando cerca de 400 sistemas que precisarão de parametrização. Quem estiver mais organizado e conhecer melhor o seu negócio sobreviverá melhor”, alertou Nelcina.

A executiva também reforçou a importância do papel das associações para levar as dúvidas técnicas ao governo, já que, “o diabo mora nos detalhes” da implementação.

Gestão comercial e tecnologia

Para Jorge Domingos, Gerente Comercial e Administrativo do Grupo Bom Sabor, o setor vive um paradoxo: a necessidade de acelerar a adaptação enquanto as ferramentas governamentais ainda não estão prontas. Ele comparou o momento a “pilotar um carro de Fórmula 1 com o motor ainda em desenvolvimento”.

“O desafio é enorme e o tempo é curto. A IA é uma realidade que vai ajudar como viabilizadora, mas não resolverá os problemas sozinha. A integração das equipes é fundamental. A reforma vai mudar o produto, a margem e até a forma como negociamos com os fornecedores”, pontuou Domingos, lembrando ainda que o calendário eleitoral pode influenciar prazos e regulamentações.

Futuro da operação

Ao final, o consenso entre os painelistas foi de que a tecnologia, especialmente a Inteligência Artificial e novos KPIs de monitoramento, será o braço direito para evitar gargalos operacionais. O objetivo final é atravessar o período de transição para alcançar um sistema mais transparente e simples, focado especialmente no consumidor final, garantindo que o varejo continue saudável e competitivo.

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Retail Media e estratégia transformam a relação entre varejo e indústria

De Redação SuperHiper 29 de abril de 2026
Escrito por Redação SuperHiper

Na manhã desta terça-feira, 28 de abril, o Smart Market ABRAS 2026 foi palco de um debate essencial para o futuro do setor: “Retail Media e Seleção Estratégica de Fornecedores”. O painel reuniu diferentes realidades regionais para discutir como o varejo está deixando de apenas vender produtos para se tornar um poderoso canal de mídia e inteligência.

A moderadora Janaina Morais Bortone, Gerente Executiva de Marketing do Grupo Nordestão, abriu o debate citando dados da ABRAS que revelam um cenário de transição: apenas 52% dos varejistas presentes possuem uma área de Retail Media estruturada. “Estamos trazendo nossas realidades do Sudeste e do Nordeste para mostrar que, embora o nome seja moderno, o foco sempre foi rentabilidade para fornecedor e varejista”, afirma Bortone. Na sequência, a executiva cita um outro dado interessante: “o varejista consegue alcançar de 2% a 5% de rentabilidade em relação a arrecadação incremental dentro do Trade”.

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Diferenciação estratégica

Para Bruno Rodrigues, Gerente Geral de Inteligência Comercial e Trade Marketing do Grupo Supernosso, a maturidade é a chave. Com 14 anos de experiência em Trade, a rede criou uma Unidade de Negócios (BU) específica para o Retail Media. “Entendemos que há um grande potencial de investimento da indústria, mas o Retail Media não é só venda de espaço. Temos que entregar valor. A indústria só investirá se houver dados, caso contrário, será apenas mídia pela mídia”, afirmou Bruno.

Marcel Amati, Diretor Comercial da COOP, reforçou que o Retail Media permite superar o modelo transacional. “Na Coop, buscamos sair do tradicional ‘acréscimo de volume’ e troca de verba comercial. Queremos parcerias onde o investimento seja bom para a indústria, para o varejo e, principalmente, para o cliente”, explicou.

O “novo bolso” e o ROI

Um dos pontos altos foi o entendimento de que o Retail Media acessa verbas de marketing da indústria que antes iam para mídias externas (Out of Home). “Criamos um circuito de mídia em loja para que a indústria fale com o cliente no PDV, onde a chance de conversão é muito maior. É um ‘bolso novo’ focado nos resultados que a indústria quer ter”, destacou Bruno Rodrigues.

Marcel Amati complementou que o foco deve ser o crescimento da categoria: “O varejo quer o ROI e a experiência do cliente. O investimento precisa ser recorrente e resultar em venda incremental, desenvolvendo a categoria como um todo”.

O poder do CRM e da IA

A personalização via CRM foi apontada como o motor do Retail Media. Na COOP, 90% das vendas são identificadas. “Buscamos clientes inativos há mais de 60 dias com precificação dinâmica. A conversão é de 2% a 3%, e esses clientes não só voltam, como aumentam o ticket médio”, revelou Marcel.

Sobre o futuro e o uso de Inteligência Artificial — adotada por 60% dos profissionais de marketing segundo a ABRAS — os painelistas foram enfáticos. “A IA é uma realidade necessária para entender dados e conectar áreas. No Supernosso, já a usamos no abastecimento, analisando sazonalidade e clima de três anos para tomar novas decisões”, disse Bruno.

Janaina encerrou o painel com uma reflexão sobre a IA generativa e a personalização de preços em gôndola. “A pessoa que opera a IA precisa entender o core do negócio. Não é apenas apertar um botão, mas ter orientação estratégica para personalizar cada vez mais a jornada do cliente”, finalizou.

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ABRASEventos

Cesta básica com proteína e marketing digital ganham protagonismo no varejo supermercadista

De Redação SuperHiper 28 de abril de 2026
Escrito por Redação SuperHiper

O setor supermercadista brasileiro vive um momento de transformação que vai da ampliação do acesso à alimentação básica até a modernização das estratégias de comunicação. Durante encontro com empresários do varejo, o presidente da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), João Galassi, destacou a conquista histórica da inclusão de uma cesta básica nacional isenta de impostos, enquanto o empresário, influenciador digital e fisiculturista, Renato Cariani, defendeu o uso estratégico do marketing digital como alavanca de crescimento.

Segundo Galassi, a aprovação da cesta básica com isenção tributária representa um avanço estrutural para o país, especialmente pela inclusão de proteínas. “Hoje está na Constituição a cesta básica nacional de alimentos isenta de impostos. E conseguimos avançar para uma cesta ampla, que atenda toda a população, principalmente com proteína”, afirmou.

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A medida, que começa a ser implementada a partir de 2027, prevê a inclusão de itens como carne, peixe e frango sem carga tributária. Para o presidente da ABRAS, trata-se de uma conquista social relevante. “Era uma luta necessária. Não fazia sentido falar em cesta básica sem o principal macronutriente, que é a proteína”, disse.

A importância desse avanço também foi ressaltada por Renato Cariani, que relacionou o tema à saúde da população. “Infelizmente, a maioria dos brasileiros não tem acesso à alimentação saudável. É mais barato consumir produtos de alta densidade calórica do que comida de qualidade”, afirmou. Ele completou: “Uma pessoa sem acesso à proteína pode desenvolver desnutrição e perda de massa muscular. Então, essa conquista é fundamental”.

Além do impacto social, o encontro também abordou mudanças no comportamento do consumidor e nas estratégias de comunicação do varejo. Galassi chamou atenção para a necessidade de redirecionar investimentos em mídia. “Hoje, uma parcela relevante do faturamento do setor ainda vai para a mídia tradicional, mas precisamos avançar no ambiente digital”, afirmou.

Nesse contexto, Cariani destacou que o marketing digital oferece vantagens competitivas importantes, principalmente pela capacidade de mensuração de resultados. “Diferente da mídia tradicional, no digital você sabe exatamente quanto investiu e quanto retornou. É possível medir cliques, vendas e engajamento com precisão”, explicou.

O influenciador também defendeu o uso de microinfluenciadores como estratégia eficiente para o varejo local. Segundo ele, esses perfis têm maior proximidade com o público e podem gerar mais conversão. “Às vezes, o influenciador do bairro tem mais impacto do que uma grande celebridade, porque ele fala diretamente com o público que você quer atingir”, disse.

Cariani ainda ressaltou a importância de construir comunidades em torno das marcas. “Quando o cliente se sente parte de uma comunidade e tem uma experiência positiva, o preço deixa de ser o principal fator de decisão”, afirmou.

Para os supermercadistas, a combinação entre políticas públicas que ampliam o acesso à alimentação e estratégias digitais mais eficientes tende a redefinir o futuro do setor. A avaliação geral é de que tanto a agenda institucional quanto a inovação em marketing serão determinantes para o crescimento sustentável do varejo alimentar no Brasil.

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Hackathon Jovens Supermercadistas ABRAS 2026: confira os vencedores

De Redação SuperHiper 28 de abril de 2026
Escrito por Redação SuperHiper

O Hackathon Jovens Supermercadistas ABRAS 2026 consolidou-se como um dos grandes destaques do Smart Market ABRAS 2026. O evento, que promove a troca de conhecimento e o estímulo à inovação, reforça o compromisso da ABRAS com a formação de novas lideranças e a modernização do setor.

A iniciativa foi coordenada pelo vice-presidente-executivo comercial da ABRAS, Rodrigo Segurado, e pela assessora de Relações Governamentais e Comunicação, Marcela Barros, com patrocínio da MegaMídia Group e da Nextop.

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Quem ganhou?

Os projetos vencedores foram anunciados no dia 28 de abril, após uma intensa maratona de criação e pitches. Confira as equipes premiadas por categoria:

1. Desafio Escala 5×2

  • Vencedores: Adenilton Tranquilo Correia, Caio Pinho Mainhol, João Otávio Lima e Victor Hugo Gomes Leal.

2. Desafio Retail Media

  • Vencedores: Gabriele Vieceli Salvetti, Juliana Cardoso Sepulveda, Lorena Filho Calvi e Rodolfo Monte de Oliveira.

3. Desafio Furtos de Mercadorias

  • Vencedores: Leonardo Dall Accua, Luiz Gustavo Nunes e Rafael de Melo Assis.

O formato da maratona de inovação

A iniciativa reuniu 28 jovens profissionais, com idades entre 18 e 42 anos, todos atuantes em empresas do setor supermercadista. Divididos em sete grupos, os participantes enfrentaram uma verdadeira maratona de inovação, com foco na criação de projetos que contribuam para a evolução do autosserviço, envolvendo tecnologia, modelos operacionais ou melhorias na experiência do cliente.

Mentoria especializada

Durante o período de 8 a 26 de abril, os grupos tiveram com a mentoria especializada de grandes nomes do setor a fim de encontrar soluções para dores latentes do mercado varejista atual. Confira os temas centrais e respectivos mentores:

  • Desafio escala 5X2: proposta de equações eficientes para a alocação de profissionais, equilibrando o nível de serviço e os custos operacionais dentro de uma jornada de 44 horas semanais.

Mentores: a diretora de Gestão e de Pessoas do Jaú Serve, Valdinéia Tesser; e a diretora de Recursos Humanos do Savegnago Supermercados, Jaciani Rizziolli.

  • Desafio retail media: criação de novos fluxos de receita e incremento de lucro por meio do uso estratégico de mídia no varejo.

Mentores: o head de Trade Marketing, Retail Media e Visual Merchandising do Assaí Atacadista, Jonatas Calábria; o coordenador de Retail Media do Hortifruti e Natural da Terra, Bruno da Silva Ferreira; o gerente de Retail Media do Pão de Açúcar, Danilo Cordeiro; e o vice-presidente comercial e operações da MegaMidia, Gilmario Cavalcante.

Desafio furtos de mercadorias: desenvolvimento de estratégias para coibir a atuação de gangues especializadas e reduzir perdas por criminalidade nas lojas.

Mentores: a gerente regional de Operações do Spani Atacadista/ Grupo Zaragoza, Ana Paula Vale; a diretora administrativa do JPavani, Flavia Pavani; a subgerente de Prevenção de Perdas do Sonda Supermercados, Monica Reimberg; e o CEO da Nextop, Juliano Camargo.

Imersão no setor

Além da maratona de criação, o cronograma incluiu visitas técnicas na segunda-feira (27), onde os participantes puderam conhecer as operações das redes Assaí e Barbosa Supermercados.
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ABRASEventos

Empresários defendem segurança, equilíbrio regulatório e diálogo para impulsionar o varejo

De Redação SuperHiper 28 de abril de 2026
Escrito por Redação SuperHiper

O presidente da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), João Galassi, reuniu importantes lideranças empresariais para discutir os principais desafios e oportunidades do varejo brasileiro, em um cenário marcado por insegurança, pressão regulatória e transformações digitais. O encontro realizado no Smart Market 2026 destacou a necessidade de medidas estruturais que equilibrem o ambiente de negócios e garantam competitividade ao setor.

Durante o debate, o sócio e CEO do iFood, Diego Barreto, ressaltou o papel das plataformas digitais na geração de renda e flexibilidade para trabalhadores, defendendo avanços na regulamentação que assegurem condições dignas sem comprometer o modelo de negócios. “Não faz nenhum sentido uma empresa crescer e a gente não prover dignidade para quem está no centro do trabalho. Temos que garantir pagamento justo, seguro, previdência e até alimentação, mas com uma lógica proporcional à realidade do trabalho”, afirmou.

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Barreto também enfatizou que o diálogo é essencial para evitar conflitos entre plataformas e parceiros comerciais. “É impossível propor algo muito diferente sem gerar atrito. O progresso traz ruído, mas a beleza está em evoluir por meio do diálogo”, disse, ao comentar a integração crescente entre supermercados e aplicativos de entrega.

Já o dono da Havan, Luciano Hang, fez duras críticas ao ambiente de negócios no Brasil, com foco na segurança pública e no excesso de burocracia. Segundo ele, a criminalidade impacta diretamente a operação das empresas. “Todos os dias nossas lojas são alvo de furtos ou arrombamentos. A única forma de combater isso hoje tem sido a exposição, porque infelizmente o criminoso não teme mais a punição”, declarou.

Hang também alertou para o impacto de propostas legislativas que podem elevar custos ao varejo, como mudanças nas regras de segurança privada. “É inaceitável impor mais custos a um setor que já trabalha com margens apertadas. Precisamos de leis que ajudem quem produz, e não que dificultem ainda mais”, criticou.

Ao longo da discussão, João Galassi destacou a importância de construir soluções conjuntas entre setor privado e poder público, especialmente em temas como regulamentação do trabalho em plataformas e combate a perdas no varejo. Ele defendeu iniciativas que tragam mais equilíbrio às relações trabalhistas e maior proteção às empresas e consumidores.

O debate também abordou a necessidade de aprimorar políticas públicas para reduzir a informalidade e garantir concorrência justa, além de incentivar inovação no setor supermercadista. Para os participantes, o Brasil tem potencial para avançar, desde que haja um ambiente mais favorável ao empreendedorismo.

Apesar dos desafios, os líderes demonstraram otimismo com o futuro, reforçando que o país conta com uma base empresarial resiliente e disposta a investir. A convergência entre tecnologia, eficiência operacional e políticas adequadas foi apontada como caminho para o crescimento sustentável do varejo.

Ao final, ficou evidente que o fortalecimento do setor passa por uma agenda comum: mais segurança, menos burocracia e regulação equilibrada — pilares considerados essenciais para impulsionar o desenvolvimento econômico e melhorar a experiência de consumo no país.

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Publicação oficial da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)

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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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