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quarta-feira, setembro 16, 2026
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Indústria

Lowçucar apresenta linha de Biscoitos Zero Açúcar e Zero Lactose

De Administrador SH 4 de abril de 2022
Escrito por Administrador SH

Empresa amplia portfólio para atender consumidores que buscam uma alimentação mais saudável e equilibrada 

A Lowçucar, marca de varejo da Lightsweet, apresenta ao mercado dois lançamentos que irão atender os paladares mais exigentes. As novidades são o Biscoito Doce Lowçucar nos sabores Leite e Chocolate e as Rosquinhas Lowçucar nos sabores Leite e Chocolate.

“Este é mais um lançamento importante para a Lowçucar consolidar sua posição na liderança no mercado de Biscoitos Zero Açúcar e Zero Lactose. Com essas novidades complementamos nosso portfólio na linha de biscoitos saudáveis atendendo uma necessidade de mercado e principalmente do nosso consumidor”, afirma Jackson Andrade, Coordenador de Comunicação.

Com o slogan “Biscoito Doce Lowçucar, o verdadeiro sabor de quero mais”, o lançamento é Zero Açúcar, Fonte de 7 Vitaminas, Zero Lactose e Fonte de Fibras e chega em embalagens de 95 gramas para incrementar a lancheira das crianças, além de ser fonte de inspiração para novas receitas.

Já, as Rosquinhas Lowçucar, em embalagens de 150 gramas, são Zero Lactose, Zero Açúcar, Fonte de 7 Vitaminas e isentas de Maltodextrina. A novidade adoçada com Stevia também é rica em fibras e atende as exigências de 80% dos brasileiros que buscam por uma alimentação mais saudável.

4 de abril de 2022 0 Comentários
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Indústria

Tonyu muda formulação e ganha dois novos sabores

De Administrador SH 4 de abril de 2022
Escrito por Administrador SH

Embalagem também foi atualizada para atrair os consumidores nos pontos de venda e traz ainda mais informações

Alimentos à base de soja, Tonyu passou por mudanças na formulação e agora está enriquecido de vitaminas B6, B9, B12, D e zinco, que auxiliam no bom funcionamento do sistema imunológico, garante a empresa. O Tonyu também ganhou dois novos sabores: uva e laranja, e uma nova embalagem mais moderna, colorida e com informações sobre as propriedades nutricionais do produto, que deverá se destacar visualmente nas gôndolas de autosserviço.

Pelo fato de a soja conter grande quantidade de isoflavonas – substâncias que possuem importantes atividades antioxidante e anticancerígena –, diversos estudos desenvolvidos em várias partes do mundo, incluindo o Brasil, comprovam que o consumo do grão contribui para a diminuição das incidências de câncer de mama, útero e próstata, no controle dos sintomas da menopausa, para melhorar os níveis de colesterol e, consequentemente, diminuir os riscos de doenças cardiovasculares.

Segundo a empresa, as vitaminas do Complexo B presentes na nova formulação também ajudam a regular os níveis de homocisteína – um aminoácido localizado no plasma do sangue e relacionado ao surgimento de doenças cardiovasculares, como acidente vascular cerebral (AVC), doença coronariana ou infarto. O zinco possibilita várias funções bioquímicas no corpo humano e, além de apresentar ação antioxidante, participa da produção e liberação de hormônios e contribui para o crescimento e desenvolvimento. Já a vitamina D tem como papel fundamental a manutenção da massa óssea, informa a empresa.

“A Yakult tem por princípio desenvolver alimentos que possibilitem aos consumidores manter a saúde, por isso, desenvolvemos uma nova fórmula para deixar o Tonyu ainda mais reforçado do ponto de vista nutricional”, afirma o presidente da Yakult do Brasil, Atsushi Nemoto. Segundo ele, o produto foi totalmente desenvolvido pela Yakult do Brasil para o gosto do consumidor brasileiro e, além de uva e laranja, está disponível nos sabores maçã e morango.

4 de abril de 2022 0 Comentários
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Indústria

Perdigão na brasa traz pioneirismo com hambúrguer bovino para churrasco

De Administrador SH 4 de abril de 2022
Escrito por Administrador SH

Lançamentos nos sabores picanha e costela foram escolhidos com base em pesquisas de preferências do consumidor

A Perdigão traz novidades para a linha Na Brasa: dois hambúrgueres bovinos nos sabores picanha e costela, os primeiros da categoria, segundo a empresa, dedicados especialmente aos churrasqueiros e com as opções mais votadas em pesquisas com os consumidores. Os lançamentos complementam a linha que conta com a seleção de linguiças tradicionais e saborizadas, cortes de frango, costelinha suína e acompanhamentos como farofa, queijo coalho e pão de alho para o churrasco.

Para a criação dos novos produtos e definição dos sabores, a BRF ouviu os consumidores: os cortes mais pedidos e comentados pelos clientes são a picanha e a costela. Ambos são tradicionais e bastante desejados para a ocasião do churrasco, já muito comum no exterior, como nos Estados Unidos, mas ainda pouco difundidos em território brasileiro.

“Estamos sempre ligados às tendências para trazer opções inovadoras e saborosas. É por isso que criamos hambúrgueres com cortes bovinos, feitos especialmente para o churrasco, nos tornando pioneiros em uma categoria que ganha cada vez mais espaço no mercado. Estamos empolgados para ver novos preparos e os consumidores mandarem brasa”, afirma o gerente-executivo da marca, Rafael Gonçalez.

4 de abril de 2022 0 Comentários
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Indústria

Seara apresenta linha de pescados para a Páscoa

De Administrador SH 4 de abril de 2022
Escrito por Administrador SH

Marca traz grande variedade de produtos para o preparo de receitas prática e saborosas

A Páscoa está chegando e com ela os peixes e frutos do mar ganham ainda mais protagonismo. De olho na preferência nacional nessa época, a Seara destaca sua Linha de Pescados, trazendo ao consumidor produtos diversificados para todas as ocasiões. São produtos que atendem as celebrações da data e também o dia a dia, com praticidade e muito sabor, assegura a empresa.

Com foco em inovação e qualidade, a Seara oferece Empanados, Bacalhau, Salmão, Camarões e Frutos do Mar, e, claro, a Tilápia, carro-chefe da Seara. O Filé de Tilápia conta com origem certificada pela ASC Criação Sustentável.  A linha de Salmão em Lombo, Filé ou Individual se destaca pela praticidade e variedade. As opções de Camarões Descascados vêm com tamanhos diferentes para cada tipo de receita e ocasião. Já o Bacalhau Seara vem diretamente de Portugal para o almoço de Páscoa dos brasileiros.

“Nossa expectativa nessa quaresma é de um crescimento de mercado de no mínimo 50%. E, para aproveitar essa grande oportunidade para os Pescados, buscamos surpreender nossos consumidores com produtos práticos e gostosos, como a nossa linha surpreendente de Empanados, que são preparados com partes íntegras do pescado ou a Isca de Peixe que é feita com filé de peixe mesmo”, conta o diretor do Negócio Pescados na Seara, Sandro Facchini.

4 de abril de 2022 0 Comentários
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Varejo

Indústria reforça verbas e parcerias para alavancar vendas no varejo

De Administrador SH 4 de abril de 2022
Escrito por Administrador SH

Novas estratégias foram traçadas diante a queda no movimento gerada pela pandemia e crise econômica

O cenário atual de disputa mais acirrada entre as marcas, após a queda na renda do consumidor, tem feito a indústria gastar mais para tentar melhorar as vendas. Verbas pagas às redes varejistas, ou negociações envolvendo descontos em fatura, perderam força no primeiro ano de pandemia, mas voltaram a se acelerar com níveis acima aos dos últimos cinco anos.

Segundo levantamento, em balanços de oito grandes cadeias que publicam esses números, foram pouco mais de R$ 2 bilhões em verbas comerciais de fabricantes às varejistas em 2021, avanço de 11,6% sobre 2020. Essa taxa de expansão é mais que o dobro do crescimento médio anual de 5,7% verificado desde 2016.

Pelos cálculos, em 2020, houve queda de 3,4% no montante total em relação a 2019. Quando a crise sanitária começou, dois anos atrás, a liberação do auxílio emergencial do governo sustentou a demanda acelerada no consumo. Sem a necessidade de as empresas bancarem ações muito mais agressivas, algumas verbas perderam força – um quadro diferente do atual.

As informações foram levantadas nas notas explicativas e ou demonstrações de resultados do GPA, Assaí, Carrefour (inclui Atacadão), Americanas, Magazine Luiza, Raia Drogasil e Panvel. Entre essas empresas, em duas há praticamente estabilidade (GPA e RD) e em apenas uma, na Americanas, há queda, de 9,5%, no montante.

Há companhias que não informam esses números em seus relatórios, como Via e Grupo Mateus – a publicação não é obrigatória pelas normais contábeis brasileiras. A indústria não costuma informar esses dados em seus balanços (Whirlpool, Ambev e M.Dias Branco, por exemplo, não abrem a informação), logo, o melhor termômetro é o varejo. Somando todas as redes, a expansão nos desembolsos estão em linha com a alta na receita bruta total em 2021 (11%).

De acordo com consultores que trabalham junto às redes, essas negociações se aceleraram a partir de 2021, num movimento que se estendeu por 2022, com foco em aumentar a venda por volume comercializado. Em 2021, grande parte da alta na receita veio da escalada da inflação, e não do volume (que até encolheu em certos produtos em 2021).

“Nos anos de bonança, as empresas tiram o pé do acelerador em termos de verbas. Não quer dizer que o varejo não continue negociando isso com a indústria, mas os estímulos comerciais caem. Mas tudo indica que 2022 será um ano de mais solavancos, e com os varejistas sentido maior pressão em caixa, aumenta a necessidade desses acordos pelo lado das lojas”, disse Eugenio Foganholo, diretor da consultoria Mixxer.

Para o presidente do conselho de uma varejista de São Paulo, “o que houve em 2020 foi uma ruptura de produtos, com a crise das cadeias de suprimentos na pandemia”. “Faltava mercadoria, de celular à móveis, e ninguém tinha que bater bumbo para vender. Parte de 202 1 também não foi ruim, e isso fez sumir a verba de ações na TV”, afirmou. “Agora, tem até atacadista fazendo propaganda com oferta de carne e cerveja em horário nobre. E quem paga parte disso é a indústria, pelo acordo de propaganda cooperada”.

Essas negociações envolvem verbas de marketing (apoio para campanhas em jornais, TVs etc), ou na exposição nas gôndolas. Ainda há bonificação associada a metas de compra da indústria e de venda ao cliente e os reembolsos de fretes. Se a rede supera a meta, paga-se um bônus. E o recebimento pode ocorrer por meio do abatimento das faturas a pagar à indústria.

Apesar de não envolverem valores tão significativos, aberturas de lojas também entram como parte das negociações, por meio da entrega gratuita de lotes iniciais de produtos para novas lojas, o chamado “enxoval”. Aberturas recebem verbas maiores do que lojas reformadas – no ano passado, inaugurações e conversões cresceram mais que em 2020. Entre aberturas e fechamentos, o saldo ficou positivo em 204 mil lojas. Em 2020 foram 75 mil fechamentos. Para 2022, a projeção é de novo saldo positivo.

Entre os casos analisados, Carrefour (cujo maior negócio é o Atacadão), Dimed (Panvel) e Assaí lideram a alta nos recebimentos de verbas, com expansão de 32%, 22% e 18%, respectivamente, em 2021 versus 2020. O Carrefour integrou na época a rede Makro à sua base de lojas, absorvendo novos contratos, e tanto eles quanto o Assaí retomaram aberturas desde 2021.

Consultores destacam dois aspectos nessas negociações: a pressão que a própria indústria enfrenta em suas despesas e o efeito da alta da inflação nos acordos comerciais. Manoel Araujo, diretor da Martinez de Araujo Consultoria de Varejo, lembra de outro aspecto. “Eu tenho na loja cinco marcas de um produto e sinalizo que vou buscar outras no mercado, mais baratas. Ainda posso lançar mão da marca própria da loja, que cai como uma luva nessas horas de crise. Isso tudo acaba entrando na negociação de descontos”, disse.

Apesar de, estrategicamente, essas negociações serem fundamentais no setor, as regras contábeis brasileiras não exigem uma abertura dos números. E o tema já foi alvo de fraudes no setor anos atrás.

Há redes e indústrias que apenas citam nas notas de balanço a existência de acordos comerciais, e outros que os especificam nas linhas “contas a receber” ou “fornecedores”. Relatórios das auditorias do balanço das redes frequentemente citam as verbas como aspectos “significativos”, que merecem troca de informações junto à administração, para melhor esclarecimento, mas concluem que a condução do tema nos balanços é “aceitável”.

Fonte: Adriana Mattos, Valor

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Varejo

Rede paulista já aceita criptomoedas na boca do caixa

De Administrador SH 4 de abril de 2022
Escrito por Administrador SH

Projeto piloto ocorre no interior do estado em parceria com startup Wiboo para uso da moeda wibx

A rede de supermercados Shibata, de São Paulo, passou a aceitar criptomoedas como forma de pagamento. A moeda digital wibx, criada pela startup Wiboo, é utilizada na unidade de São José dos Campos (SP) como parte de um projeto-piloto que pode ser expandido para todas as lojas da marca.

Pouco conhecida do grande público, a criptomoeda tem ganhado espaço na loja de São José dos Campos por meio de ações de ativação. Caixas e totens são colocados em corredores para que os clientes conheçam a moeda wibx, mas o que chama mesmo atenção são as promoções.

Os consumidores são convidados a baixar o aplicativo da wibx e ganham suas primeiras moedas virtuais ao criarem sua carteira de investimentos. O uso das criptomoedas é válido para a compra de qualquer item, sem limite de preços.

Promoções atraem clientes

O cliente também é premiado com criptomoedas em ações pontuais quando, por exemplo, compartilha o link para amigos se cadastrarem no aplicativo ou faz uma compra em dinheiro e recebe cashback (dinheiro de volta) de R$ 5 convertidos na moeda da Wiboo (veja abaixo quanto vale um wibx em reais).

“Temos várias ações em que o cliente compartilha ofertas com amigos, ganha moedas e compra ali mesmo no supermercado”, diz Pedro Alexandre dos Santos, diretor-executivo e fundador da Wiboo.

“O consumidor não precisa comprar nada para ganhar cashback na nossa moeda. Basta compartilhar o produto nessas ativações com amigos e familiares. Usamos esses nanoinfluenciadores para que sejam a nossa mídia de distribuição de conteúdo e promoções.

” A parceria inédita entre as empresas tem uma justificativa: o grupo Shibata fez um aporte financeiro de R$ 15 milhões e se tornou sócio da Wiboo.

Mas além do Shibata, a Wiboo está prestes a fechar uma parceria com mais três redes de supermercados. Santos não revelou quais são elas.

Cliente juntou R$ 50 em 2 meses

Na prática, o pagamento com a criptomoeda da Wiboo é diferente do feito com cartões de crédito e débito. Os operadores de caixa do Shibata de São José dos Campos passaram por um treinamento e são orientados a dizer ao cliente: “crédito, débito ou wibx?”

O cliente passa a compra no caixa, um QR Code é gerado na tela do computador do supermercado para que ele aponte o celular no lugar indicado e pague instantaneamente. Isso é possível porque as facilidades do wibx estão integradas ao sistema de pagamentos do Shibata.

O processo todo dura cerca de 30 segundos, diz a cliente Fabiana Galvão, 20. Ela foi impactada pelas ações de marketing promocional e ganhou uma quantia de wibx (R$ 5 convertidos para a moeda digital) suficiente para comprar chocolate e chicletes. Desde então, Fabiana pede a amigos que se cadastrem no app para que ela seja recompensada com as moedas.

“Eu vou juntando e compartilhando, chamo mais pessoas. ” Em dois meses, ela disse que conseguiu o equivalente a cerca de R$ 50.

O que dá para comprar

O UOL pediu à Wiboo uma demonstração do poder de compra da wibx em relação ao real. Vale destacar que as criptomoedas têm oscilação diária. A data utilizada como referência foi 4 de março, em que 1 wibx valia R$ 0,045. Confira abaixo:
5 kg de arroz – R$ 20 (444 moedas wibx)

1 kg de tomate – R$ 6,22 (138 moedas wibx)

1 kg de coxão mole – R$ 43,90 – (975 moedas wibx)

1 kg de coxa e sobrecoxa – R$ 12,90 (276 moedas wibx)

Mais unidades podem aceitar a cripto

O diretor comercial e de marketing do grupo Shibata, Eric Shibata, acredita que todas as 27 unidades da rede terão em breve a opção de pagamento, mas prefere não falar em datas. O Shibata tem lojas distribuídas em todo o estado de São Paulo.

“Nós acreditamos que [o pagamento com criptomoedas] é uma tendência global. A forma simplificada de pagamento é muito equivalente ao Pix. Não tem ruído nem atritos”, afirma o diretor.

O mercado não divulgou a participação que a criptomoeda atinge hoje nas vendas. Segundo Eric Shibata, a maioria dos clientes que usa o wibx têm entre 25 e 45 anos.

Criptomoedas populares em até 5 anos

Lucas Schoch, diretor-executivo da Bitfy, acredita que a modalidade oferecida pela Wiboo, em que a interação entre usuários gera criptomoedas, ajuda a tornar esse meio de pagamento mais conhecido pelo consumidor.

“O que o wibx oferece no Shibata não é muito diferente de um programa de pontos. As pessoas conhecem a marca, recebem benefícios por meio de uma criptomoeda e podem consumir com essas moedas digitais”, diz.

Se os bancos tradicionais e digitais investirem nessa modalidade, ele acredita que as moedas virtuais vão fazer parte do dia a dia do brasileiro em até cinco anos.

Fonte: Henrique Santiago, Uol

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Pessoas

Indústria e varejo focam na diversidade para ampliar os negócios e liderar inovações no mercado

De Administrador SH 1 de abril de 2022
Escrito por Administrador SH

Em um cenário como o atual, com concorrência acirrada, disputa de talentos e economia instável, quanto mais diverso for o time, mais fácil será para chegar aos resultados esperados

Falar de diversidade, é falar de negócios, de resultados, de perenidade. Um estudo feito pela McKinsey mostra que quanto mais diverso for o time, mais fácil chegar aos resultados esperados. Realizado com quase quatro mil empresas, a pesquisa destaca a conexão da diversidade com práticas de negócios positivas, comportamentos eficazes de liderança, saúde organizacional e performance do negócio. De acordo com a pesquisa, funcionários de empresas que apostam na diversidade relatam níveis mais altos de colaboração e inovação e têm probabilidade 152% maior de propor ideias e tentar formas diferentes de realizar as atividades. As companhias com maior diversidade de gênero, por exemplo, têm 21% mais chances de apresentar resultados acima da média do mercado. No caso da diversidade cultural e étnica, esse número sobe para 33%.

Não à toa, um levantamento da PwC mostra que 76% das companhias estão investindo em programas de diversidade. Porém, para que isso aconteça, as organizações ainda precisam avançar no desenho e na execução de programas de diversidade e inclusão.  De acordo com a PwC, apenas 5% das organizações estão tendo sucesso nas principais dimensões de um programa de diversidade e inclusão bem-sucedido. É preciso entender, por exemplo, que não basta apenas criar ações pontuais de recrutamento e seleção, é preciso trabalhar na conscientização de todo o time, principalmente da liderança. O estudo da PwC aponta que o baixo índice de sucesso nesses programas tem a ver com um desalinhamento entre as ações das companhias e as percepções dos funcionários, o que está diretamente ligado à atuação dos líderes: mais de 79% dos líderes são pouco engajados no tema e apenas 26% das empresas criam metas de diversidade para os gestores.


Por onde começar

O primeiro passo para iniciar um programa de diversidade é entender o quadro de funcionários atual da empresa. “A recomendação é realizar um censo para compreender o pertencimento dos colaboradores e suas representatividades no ambiente organizacional”, explica Laura Salles, co-fundadora da Plurie br.  Com o mapeamento do time em mãos, a empresa pode começar a desenhar o programa, que deve contar com educação e formação de aliados da diversidade – do atendimento ao CEO da empresa.

Para isso, há três pilares que precisam ser observados, como explica Amanda Aragão, consultora sênior e head da curadoria de talentos da Mais Diversidade. O primeiro é a governança, às instâncias de decisão relacionadas ao programa. “Para isso, é importante que a alta liderança esteja disposta a apoiar a ação institucionalmente, que haja um Comitê de Diversidade e grupos de afinidade temáticos”, explica. O segundo é a estratégia. Amanda explica que é essencial que o programa tenha alinhamento com os desafios do negócio e de sua demografia. “Por fim, é preciso desdobrar a estratégia em um plano de ação, com indicadores claros, definindo responsáveis para cada uma das frentes”, diz. Tudo isso com continuidade e recorrência.

Uma jornada contínua

O Grupo Carrefour Brasil, que há dez anos possui uma plataforma de diversidade e inclusão, tem trabalhado com esses pilares. Por lá, o tema é estratégico e tratado como um caminho que não tem fim. Ou seja, a empresa sempre pensa em novas ações para atender aos objetivos traçados: equidade de oportunidades, cultura do respeito, diálogo com todos os stakeholders e diversidade como valor da marca. Kaleb Machado, gerente de diversidade e inclusão do Carrefour, costuma falar que diversidade é um músculo que precisa ser exercitado diariamente. “Todo dia reforço com meus colaboradores os conceitos, além do que se espera deles, quais são as condutas de respeito, e o que é comunicação não-violenta e empatia, pois temos de trabalhar diariamente nossos vieses inconscientes”, diz.

Entre as ações da empresa estão os programas de desenvolvimento para grupos minorizados (LGBT, mulheres, pessoas negras e pessoas com deficiências). Um deles é o IDE, que remete, inclusive, ao verbo ir, ‘eu posso estar aonde eu quiser’, e de inclusão, diversidade e equidade. Trata-se de um trabalho de formação e capacitação para o mercado de trabalho. Nele, há módulos que tratam de soft skills, síndrome do impostor e da heroína e autossabotagem. Há, ainda, treinamentos de skills técnicas, como inovação e excel.

Um bom exemplo são os projetos voltados para o público trans que, desde 2016, já formaram mais de 250 pessoas. Em 2021, o programa TRANSforma, realizado em parceria com a Alicerce Educação e a Casa Neon, selecionou 40 pessoas para passarem por um processo de formação de seis meses que busca capacitá-las tanto em aspectos técnicos quanto em competências socioemocionais. Mas, segundo Kaleb, não basta apenas trazê-las para a empresa, é preciso trabalhar na conscientização do time e no senso de pertencimento. “Cuidamos para que essa inclusão aconteça de fato, com ações como usar o banheiro com o qual se identifica em termos de gênero e adequação em nosso sistema para o nome social que vai no crachá”, diz.  Hoje, a empresa tem mais de 160 pessoas trans trabalhando na rede.

Sue Ellen Pereira, colaboradora de uma unidade do Carrefour em São Paulo, é uma delas. Há cinco anos na empresa, ela viu sua vida mudar com a oportunidade de ingressar na companhia. “O mercado de trabalho para pessoas trans é muito difícil. Antes dessa vaga, eu não tinha muitas perspectivas, não podia sonhar. Infelizmente, a maioria vai para o lado obscuro da vida e acaba fazendo qualquer coisa para pagar as contas”, diz. Dos trabalhos que ela teve anteriormente, como auxiliar de cozinha e manicure, nenhum era de carteira assinada. “Costumo falar que tive a oportunidade de ser cidadã mesmo – de poder sonhar. Coisas que podem ser simples para muitas pessoas, como ter um holerite e conseguir viajar são desejos realizados com o trabalho”, diz. 


Capacitar para incluir
A Cencosud Brasil é outra rede que aposta na diversidade. “Aqui, acreditamos que contar com diversas equipes de trabalho, que sejam um reflexo das sociedades nas quais estamos inseridos, nos permite entender melhor os nossos clientes, e assim, responder da melhor forma às suas necessidades e demandas”, diz Jacqueline Fontes, diretora de RH da empresa. Ela explica, inclusive, que a questão de diversidade e inclusão está embasada em um dos pilares do manifesto da companhia: “Atuamos em vários cantos, com diferentes rostos e sotaques”.

Uma das iniciativas é o programa para a contratação de PCDs. Para tornar o processo seletivo mais equilibrado, a empresa adotou um sistema de entrevistas de emprego na Língua Brasileira de Sinais (Libras), e conta com o apoio de instituições parceiras para realizar entrevistas, visando a melhor experiência dos candidatos. Além disso, por meio do Campus Cencosud, plataforma e-learning de capacitação da companhia, todos os colaboradores têm à disposição um curso de Libras, com o objetivo de facilitar o contato com pessoas com deficiência auditiva, tanto as que trabalham na empresa, quanto os clientes que frequentam as lojas. “Ações como essa tornam nossa política de diversidade e inclusão mais sustentável a curto e longo prazos. Essa é uma das formas de torná-la uma realidade, não apenas uma declaração e uma diretriz empresarial.”, diz.

Entre os 1200 funcionários PCDs da companhia está Raquel Bonfim, que há três anos trabalha como atendente de frente de loja no supermercado Prezunic na Barra da Tijuca (RJ). Com deficiência física adquirida aos 24 anos após um acidente, ela perdeu parcialmente os movimentos de um dos pés. “Depois que sofri o acidente, muitas pessoas passaram a me olhar de outra forma. No início, foi difícil aceitar essa condição. Mas, com o tempo, decidi seguir em frente e não me preocupar com isso, caso contrário, eu mesmo estaria criando barreiras para o meu crescimento”, diz.  Segundo ela, a entrada na empresa foi um pontapé para seu crescimento profissional. “Aqui tenho oportunidade de crescer. Estou participando, por exemplo, de um treinamento para cartazista, e tenho certeza de que só depende de mim crescer profissionalmente e, futuramente, me habilitar para esse novo cargo”, afirma. 

Liderança feminina

Em celebração ao Dia Internacional da Mulher, comemorado no dia 8 de março, a Rede São Vicente anunciou que pretende ampliar a participação das mulheres em posições de liderança para 50% até 2024. Atualmente, depois de uma elevação de 15% no quadro de liderança feminina em 2021, este contingente está em 39%. 

Uma dessas mulheres líderes é Fátima Luz Lima, coordenadora de abastecimento há dois anos — uma área em que costumeiramente é preenchida por homens. “Conheci muitas pessoas que colaboraram nessa trajetória. Estar no cargo de gestão é desafiador, pois todo momento precisamos provar do que somos capazes. Muitas vezes não fui considerada para cargos de gestão por ser muito boa na parte técnica, mas com muita paciência e perseverança tinha certeza que meu momento chegaria”, comentou.  

O compromisso do São Vicente com seu quadro feminino também inclui ampliar a participação em áreas ou assuntos pouco usuais para as mulheres no ambiente de trabalho, como Tecnologia, por exemplo. Para isso, a empresa está investindo em treinamentos específicos para o público feminino estimulando a participação que não era tão usual. “Para que as oportunidades sejam realmente iguais, precisamos criar um ambiente favorável, onde possamos incentivar e apoiar novas escolhas e ambientes diversos”, afirma Luciana Bueno, Gerente de Gente & ESG.

Metas claras impulsionam a diversidade

Em maio, a Mars Brasil assumiu o compromisso público de aumentar a representação de negros nos cargos de liderança da empresa para 30% até 2030, além de ter 100% de equilíbrio de gênero entre as equipes de liderança. “Nos últimos anos, fizemos um bom progresso na representação de gênero, aumentando a proporção de mulheres em cargos de liderança sênior em mais de um terço. No Brasil, temos 40% de mulheres como líderes de equipe – o que chamamos de “Line Managers”, que se baseiam na função de coordenação –, e alcançamos 30% de mulheres líderes em cargos gerenciais”, conta Marcele Gianmarino, gerente de diversidade e inclusão da Mars.

Para chegar aos números atuais e alcançar a meta, a Mars ouviu as mulheres para entender como fortalecer as mensagens de diversidade feminina dentro da companhia e, assim, dar mais suporte àquelas que estão retornando de licença maternidade, por exemplo. Além disso, foi criado um grupo de afinidade de gênero para propiciar um local seguro, no qual as mulheres possam trazer suas experiências e serem acolhidas. “Isso nos ajuda a alcançar nossos objetivos de prover representação igualitária e equilibrada para mulheres do mundo todo”, diz Marcele.

Em 2021, como parte desse trabalho, a empresa finalizou o relatório #HereToBeHeard, no qual fez uma pergunta às mulheres: o que precisa mudar para que mais mulheres possam alcançar seu máximo potencial? Em três meses, mais de 10 mil mulheres de 88 países responderam. O material fornece recomendações práticas para quebrar as barreiras que impedem as mulheres de alcançar todo o seu potencial para moldar um ambiente de negócios mais inclusivo. Os dados estão sendo usados, inclusive, para gerar os próximos passos da empresa, moldar as prioridades e orientar os investimentos.


Olhar o público externo é essencial

Mas o setor de varejo apresenta uma grande complexidade a mais quando falamos de diversidade e inclusão, pois não é possível tratar deste tema apenas a partir da perspectiva interna. “É preciso envolver toda a cadeia de valor do negócio. Esse aspecto traz desafios adicionais, como qualificar fornecedores em relação ao tema, posicionar-se na relação com clientes, além de buscar melhorias estruturais em políticas e processos corporativos”, explica Amanda, da Mais Diversidade.

A P&G, companhia que atende quase 5 bilhões de pessoas ao redor do mundo com suas marcas, sabe bem da força de seu discurso e da importância de dar o exemplo. Para promover a diversidade, principalmente de gênero, etnia, PcD e LGBTQI+, intensificou os esforços no tema e, nos últimos anos, fez mudanças na comunicação das marcas e revisitou as políticas internas de inclusão. Entre as ações estão #PrideSkill, que tem como objetivo facilitar a busca por profissionais LGBTI+, os encorajando a incluírem “Pride” como uma competência em seu perfil profissional no LinkedIn; o Projeto Racial 360°, que promove ações de diversidade e inclusão étnico-racial dentro e fora da companhia; e Always pelo Fim da Pobreza Menstrual, que tem o intuito de abrir espaço para a discussão sobre pobreza menstrual no Brasil e contribuir junto com a sociedade para dar a todas as pessoas que menstruam a oportunidade de ter um futuro melhor. No Projeto Racial 360°, por exemplo, há ações como treinamento e desenvolvimento para chegar a 55% de recrutamento com diversidade racial até 2022 e mudanças na forma de fazer publicidade para incentivar conversas importantes e com representatividade, lançando campanhas inclusivas e ativando embaixadores como a Liniker, Camilla de Lucas e Babu Santana.

Mas Laura Vicentini, vice-presidente das marcas de cuidados femininos e bebês da P&G Brasil e líder do pilar de equidade e inclusão da companhia no Brasil, reforça que diversidade, igualdade e inclusão não podem ser um esforço tático e superficial. “Faz parte do porquê e como fazemos nosso negócio, e devem ser algo intencional, estratégico e articulado como qualquer outra medida de negócio”, explica Laura.


A promoção da diversidade em sete passos

Boas práticas para a implantação de programas de diversidade e inclusão (D&I)

1. Faça um bom diagnóstico inicial. Entenda o seu momento, de onde vem a demanda para implantação do tema e mapeie seus sponsors. Considere a visão e o planejamento estratégico da empresa e como D&I está ancorado nela. Considere a realização de um censo de diversidade.

2. Faça a sensibilização da alta gestão e dos demais funcionários. Trabalhar vieses inconscientes pode ser um bom começo. Avalie a necessidade de transformação em sua cultura organizacional.

3. Estimule grupos de afinidades e busque aliados para os pilares escolhidos como foco.

4. Reveja suas políticas e processos de RH criando um pipeline que dará sustentação às mudanças desejadas.

5. Promova o desenvolvimento do público de seu pilar-alvo sem esquecer de envolver sempre a liderança nesta jornada.

6. Mensure resultados e comunique sempre os resultados alcançados reconhecendo pessoas e áreas de destaque. Analise, critique e repense sempre. Tudo está mudando muito rápido.

7. Busque e compartilhe sempre conhecimento de qualidade. Esteja antenado no mundo e na sua realidade.

Fonte: Consultoria LHH Brasil.


A conta fecha
Veja alguns benefícios de contar com políticas de diversidade 

– 67% dos candidatos querem ingressar em uma equipe diversificada;
– 70% mais chances de conquistar novos mercados.

– Fluxo de caixa 2,3 vezes maior;

– 1,7 vezes mais chances de ser líder em inovação no seu mercado.
Fontes: Glassdoor, McKinsey e Harvard Business Review

VEJA MATÉRIA COMPLETA EM: 

https://www.abras.com.br/edicoes-anteriores/Main.php?MagNo=278#page/21
1 de abril de 2022 0 Comentários
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Varejo

Rede faz pesado investimento na abertura de oitavo atacarejo

De Administrador SH 1 de abril de 2022
Escrito por Administrador SH

Construído em um terreno de 15 mil metros quadrados, modelo de negócio foca no cliente ávido por bons preços

Caxias do Sul terá a unidade do grupo Passarela com a bandeira do Via Atacadista. Com previsão de inauguração neste mês, a nova loja ocupará terreno onde funcionava o Complexo da Bola na rua Cristóforo Randon, 518 no bairro Marechal Floriano, tendo como entrada principal a rua Matteo Gianella.

A previsão é de que o atacado gerará cerca de mais de 150 novos empregos diretos. O prédio que vai receber o atacarejo já está em obras e vai ocupar um terreno de mais de 15 mil metros quadrados.

Serão 3,4 mil metros só de área de vendas e mais de 200 vagas de estacionamento. O investimento no negócio caxiense é na casa de R$ 40 milhões.

Além de Caxias do Sul, a rede tem intenção de fincar bandeira em Santa Cruz do Sul ainda neste ano. O grupo Passarela ainda tem uma unidade em Erechim no Estado.

Com um modelo de negócio que atende demandas de atacado e varejo, o Via Atacadista é um empreendimento único com um mix de mais de 10.000 itens nos mais diferentes setores. O objetivo é atender as famílias e comerciantes tendo como atrativo indispensável o melhor preço em comparação com a concorrência.

O Via Atacadista Caxias é a 13ª unidade do grupo e sua oitava loja dessa Bandeira de atacarejo, com outras unidades em Caçador, Canoinhas, Curitibanos,  Videira e Chapecó em Santa Catarina.

No Rio Grande do Sul, em 2022 inaugurou Bento Gonçalves e Farroupilha. Já com a bandeira dos Supermercados Passarela, o grupo possui 3 lojas em Concórdia e outras 2 em Herval d’Oeste e em Erechim.

O marketing da rede reforça o conceito de que em breve Caxias do Sul conhecerá um novo jeito de comprar e economizar ou “Via Atacadista. Tudo isso economia”.

Fonte: Leouve

1 de abril de 2022 0 Comentários
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Pessoas

Novo CDO do Grupo Carrefour agiliza revolução tecnológica na cia

De Administrador SH 1 de abril de 2022
Escrito por Administrador SH

Com expertise no segmento varejista, executivo Samuel James vai liderar importante transformação em todas as bandeiras da rede

O Grupo Carrefour Brasil, líder de mercado de distribuição de alimentos que reúne operações de varejo e Cash & Carry, além do Banco Carrefour e de sua divisão imobiliária, o Carrefour Property, anuncia a chegada de Samuel James como seu novo Chief Digital Officer (Diretor Executivo de Transformação Digital) para reforçar o pilar estratégico de digitalização do Grupo e conduzir sua aceleração digital.
 

Com 12 anos de atuação na área de tecnologia, James acumula experiências em empresas com forte operação digital. Trabalhou durante três anos como Diretor Regional para a Groupon UK. Também foi Diretor Administrativo na Helpling, atuando para o Brasil e, posteriormente, para o Reino Unido e Irlanda, além de ter uma passagem de mais de quatro anos pela Uber no cargo de Diretor de Marketplace LATAM. Em 2017, foi destaque na lista Forbes 30 under 30.


 

Agora, no Grupo Carrefour Brasil, o executivo chega com toda sua expertise para liderar a transformação Digital e inovação que envolvem as bandeiras Carrefour, Atacadão e Carrefour Property, apoiando também a digitalização do Banco Carrefour, atribuindo ainda mais agilidade e sinergia a todos os processos do ecossistema do Grupo, que se posiciona como uma empresa omnichannel e multiformato.
 

O novo CDO do Grupo Carrefour Brasil também é o mais novo integrante do Comitê Executivo, reportando-se diretamente ao CEO, Stephane Macquaire, e participando das tomadas de decisões estratégicas da empresa.

1 de abril de 2022 0 Comentários
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Varejo

Cliente se depara com opções mais em conta para a Páscoa

De Administrador SH 1 de abril de 2022
Escrito por Administrador SH

Frente a realidade do consumidor, GPA lançou mão de táticas na comercialização de pescado na Semana Santa

A Páscoa é uma das datas mais importantes em vendas para o varejo brasileiro e o principal mês para o comércio de pescados, que ganha protagonismo na mesa dos brasileiros durante os almoços da Sexta-feira Santa e do domingo de Páscoa, quando se encerra a quaresma.

Por este motivo, as lojas do Pão de Açúcar e do Mercado Extra já estão abastecidas com opções de peixes que atendem a todos os gostos e perfis de clientes. A expectativa é crescer dois dígitos em vendas neste ano, na comparação com a Páscoa de 2021 e mantendo o mesmo volume disponibilizados no ano passado, com uma oferta de mais de 700 toneladas para todo o Brasil.

Atentas às novas configurações das famílias e às preferências atuais dos consumidores, que passaram a realizar reuniões menores, as redes Pão de Açúcar e Mercado Extra apostam em embalagens mais compactas tanto no bacalhau quanto nos produtos frescos e congelados, com embalagens a partir de 200 gramas. Nesta Páscoa, os clientes vão encontrar nas lojas cortes congelados de filé de panga, polaca, merluza, postas de cação, camarões e bacalhaus dessalgados.

“Nossas expectativas para a categoria de Pescados são positivas, pois preparamos um sortimento excelente em ambas as redes, com negociações antecipadas com os fornecedores para garantir as melhores oportunidades para os nossos clientes”, diz Patrícia Mendes, Diretora Comercial de Perecíveis do GPA, grupo controlador das redes Pão de Açúcar e Mercado Extra. “No ano passado, mesmo com as instabilidades, a peixaria fresca alcançou a maior participação nas vendas da categoria de pescados, enquanto o bacalhau e os peixes congelados mantiveram o cenário de crescimento da participação esperada para a sazonalidade. Para este ano, mantemos uma expectativa positiva de vendas para o período” comenta.

No Pão de Açúcar, os destaques são os bacalhaus do Porto Seco e Salgado nas versões filé ou lascas e todo o sortimento de cortes especiais, como medalhão, borboleta, tequitos e lombo. No segmento de congelados, o foco será em lombo e posta de bacalhau do Porto. Já as principais apostas do Mercado Extra são bacalhaus seco e salgado, como os tradicionais Porto Gadus morhua, Ling e as lascas tipo bacalhau (Polaca). Na linha de congelados, o Mercado Extra tem como foco os filés e lombos de bacalhau, com destaque para o lançamento do lombo dessalgado Qualitá.

As redes Mercado Extra e Pão de Açúcar possuem uma central de distribuição dedicada ao recebimento de peixes frescos, assegurando a qualidade dos pescados que chegam às lojas. Além disso, essa estrutura possibilita que as negociações sejam feitas em grandes volumes diretamente com as embarcações, garantindo excelentes oportunidades para os clientes, que encontram o resultado dessa relação comercial nas gôndolas, com preços atrativos também em peixes como atum, pescada, porquinho, corvina, tainha, bonito, entre outras variedades.

1 de abril de 2022 0 Comentários
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Publicação oficial da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)

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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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