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quinta-feira, setembro 17, 2026
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Varejo

Como ficarão os negócios da Kraft Heinz com aquisiçao da Hemmer?

De Administrador SH 1 de abril de 2022
Escrito por Administrador SH

CADE aprova sem restrições a transação e portfólio da gigante americana dá um salto expressivo

A Kraft Heinz Company (Nasdaq: KHC) (“Kraft Heinz”), proprietária das marcas Heinz e Quero no Brasil, anunciou que concluiu a aquisição de uma participação majoritária na Companhia Hemmer Indústria e Comércio (“Hemmer”), empresa brasileira de alimentos focada em condimentos e molhos, após a transação ter sido aprovada sem restrições pelo CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica do Brasil). O acordo proposto foi anunciado em setembro de 2021 e o CADE foi notificado em novembro de 2021.

A associação com a Hemmer, empresa de 107 anos sediada em Blumenau (Santa Catarina), expandirá a plataforma internacional de Taste Elevation da Kraft Heinz, com foco em condimentos e molhos, e apoiará a estratégia da companhia de aumentar sua presença em mercados emergentes.

A aquisição visa a acelerar o crescimento de ambas as empresas, cujas marcas e portfólios são complementares. A Hemmer se beneficiará da rede de distribuição da Kraft Heinz e do modelo go-to-market no Brasil, incluindo o crescente canal de Food Service.

“Este é um movimento importante para nossa estratégia de crescimento internacional, que está focada em Taste Elevation: nosso portfólio de produtos deliciosos e de alta qualidade que realçam o sabor dos alimentos”, diz Rafael Oliveira, Vice-Presidente Executivo e Presidente de Mercados Internacionais da Kraft Heinz.

Novo fôlego

“Estamos muito entusiasmados com a conclusão da transação, que reforça o plano da Kraft Heinz de se tornar um dos maiores players de alimentos do país, ampliando nossa oferta para nossos consumidores”, disse Fernando Rosa, presidente da Kraft Heinz para o Brasil. “A união representa uma enorme oportunidade de crescimento para as duas empresas, ambas construídas sobre os pilares de tradição, inovação, qualidade, ingredientes superiores e sabor.”

“A partir de agora podemos montar nossa estratégia para atuar em novos segmentos e ampliar ainda mais nossa atuação no Brasil”, diz o presidente da Kraft Heinz no país, Fernando Rosa. “A companhia tem uma dependência grande dos Estados Unidos, que é um mercado de taxas de crescimento mais tímidas do que nos mercados emergentes, até por Kraft Heinz já ser a terceira maior por lá. Então, nesse contexto o Brasil ganha relevância”, completa Rosa.

Presidente da Kraft Heinz no país, Fernando Rosa

Juntas, Kraft Heinz e Hemmer alcançam uma receita líquida superior a R$ 1,5 bilhão — tomando por base os dados de 2020, quando a empresa de Blumenau reportou R$ 374,4 milhões em vendas. Também em 2020, o lucro líquido da catarinense passou de R$ 10,6 milhões para R$ 24,6 milhões.

Com a integração, a Kraft Heinz passa a ter quatro fábricas no país e cerca de 3 mil funcionários. Um dos principais ganhos da junção, segundo Rosa, é o aumento do portfólio, que passa de 170 skus (itens do catálogo) para beirar os 400.

“O portfólio da Hemmer é muito rico, tem até mais SKUs do que a própria Kfrat Heinz. Vai nos permitir atender novos públicos. Vamos aprender muito com novas categorias. Conservas, por exemplo, nós nem imaginávamos o tamanho”, diz. A Hemmer tem até mesmo cervejas artesanais.

Esse tamanho maior de portfólio é uma das apostas de Rosa para lidar com o período de consumo enfraquecido e inflação galopante. “Grande oportunidade esse momento da empresa para acessar novos consumidores, jogar em mais categorias e compensar queda em algumas das categorias que já atuávamos”, argumenta.

Durante o período mais crítico da pandemia, a companhia viu os volumes de vendas serem puxados no consumo dentro do lar, mas serem bastante impactados pelas restrições a funcionamentos de bares e restaurantes.

Agora, é esse segmento que cresce e coloca os patamares de volumes de volta ao período anterior à covid-19. “Por isso é importante ser estratégico. Optamos por repasses mais graduais e não estamos vendo queda relevante de volume. Estamos preservando market share.”

Fonte: Cia e Valor

1 de abril de 2022 0 Comentários
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Varejo

Grupo Muffato estabelece aliança com supermercado regional do Paraná

De Administrador SH 1 de abril de 2022
Escrito por Administrador SH

Com essa empreitada, companhia se conecta à cidade onde não possuía operação. Entenda os detalhes deste projeto  

Uma parceria entre dois grupos supermercadistas de sucesso promete dar à população de Pato Branco o melhor e mais moderno atendimento durante as compras. O Patão Supermercado contará com retaguarda tecnológica e a força do Grupo Muffato.

As duas empresas têm origem familiar e se destacam no Paraná pela qualidade dos serviços. Agora, vão somar o que cada um tem de melhor para oferecer aos consumidores uma experiência inigualável.

Com atuação no Sudoeste do Paraná, a empresa comercial Pato Branco, fundada em 1965 pela família Delazeri, abriu sua filial batizada carinhosamente pela comunidade de “Patão”, há 40 anos. Com localização privilegiada, na principal avenida de Pato Branco, a unidade possui amplo estacionamento e um atendimento que cativa. Nada disso vai mudar, os consumidores vão continuar sendo atendidos pela mesma equipe, com o mesmo cuidado e tradição.

Fernando Delazeri, que segue no comando do Patão como seu principal executivo, só vê pontos positivos na nova parceria, que visa incorporar a expertise do Grupo Muffato em novas tecnologias e agregar o know how da rede – que é reconhecida nacionalmente por seu perfil disruptivo e inovador no varejo alimentar.

“Vemos no Grupo Muffato o parceiro ideal para nos trazer força e estrutura tecnológica que não poderíamos aplicar se estivéssemos sozinhos. Essa união tornará o empreendimento mais competitivo, à medida em que nos somamos a um dos maiores varejistas do país”.

A um jornal local, Fernando Delazeri disse que “o Patão Supermercado mantém a sua identidade, uma vez que esta não é uma aquisição, e sim uma parceria com o Muffato”, explica Delazeri, ao pontuar; “o que muda é o investimento, tecnologia e uma força de compra muito grande. Que dá para dizer que a população somente vai ganhar com isso.”

A modernização da loja promete ser estratégica e trazer benefícios para todos, principalmente pelo peso comercial que a marca Muffato imprime. Segundo Ederson Muffato, um dos diretores do Grupo, “será um relacionamento único, respeitando a personalidade e a forma de atendimento do Patão Supermercado, ao mesmo tempo em que o Muffato passa a participar da comunidade de Pato Branco, cidade onde ainda não operamos, mas pela qual já temos enorme apreço”, avalia.

A empresa Comercial Pato Branco, fundada em 16 de março de 1965, foi pioneira no ramo de supermercados e autosserviço em Pato Branco. Em 26 de março de 1982, abriu uma filial, na avenida Tupi, 3233. Como empresa familiar, o Patão Supermercado busca atingir os objetivos propostos por seu fundador, Espedito Delazeri, seguido por sua esposa Lorita Delazeri e filhos, Lenita Delazeri Chiochetta e Fernando Delazeri, que se tornaram sócios-proprietários.

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Varejo

Coop publica balanço positivo em 2021

De Administrador SH 1 de abril de 2022
Escrito por Administrador SH

Compromissos da Cooperativa com ações voltadas ao ESG também se destacaram entre colaboradores e associados

A pandemia e as incertezas econômicas, com forte retração de renda – seja pela atividade econômica em contração ou pelo efeito inflacionário –, foram fatos marcantes durante o ano de 2021 e o setor supermercadista foi um dos segmentos que mais sentiram as consequências.

Segundo os dados fornecidos pela consultoria de varejo NielsenIQ, no ano passado houve um crescimento de 1,1% no fornecimento total dos supermercados grandes, o que, descontada a inflação, denota forte retração nos volumes vendidos, associada à busca por produtos de menor valor agregado. 

Nesse período, a Coop apresentou crescimento de 1,4% no fornecimento total e fechou o exercício com faturamento de R$ 2.655.635, envolvendo 113 unidades de negócios. As sobras que serão destinadas aos cooperados, de forma proporcional a suas aquisições, são no valor de R$ 12 milhões. Os dados do seu balanço financeiro e social foram divulgados durante a Assembleia Geral Ordinária (AGO). 

O negócio Supermercado participa do faturamento bruto com 79,8%, Posto de Combustíveis com 1,3% e Drogaria com 18,9%. Este último negócio tem merecido grande destaque dentro da rede Coop, pois apresentou crescimento de 12,4% sobre 2020, ganhou 23 novas unidades no ano passado e hoje está presente em 23 cidades do estado de São Paulo. 

Ao longo de 2021, a Coop trabalhou forte a digitalização dos negócios Drogaria e Supermercado e o comércio eletrônico deverá se manter em ritmo acelerado ao longo de 2022. A necessidade de abastecimento dos lares, minimizando o contato físico, impulsionada pela persistência da pandemia, resultou num crescimento sustentado de mais de 5 vezes sobre o ano anterior e num salto de 45 vezes sobre a base de 2019.

No ano passado, houve mais de 138 mil novas associações, um crescimento de 5% sobre o ano anterior, acumulando 658 mil associações ao longo dos últimos 10 anos. Aproximadamente 950 mil cooperados realizaram compras nas unidades, num total de mais de 1 milhão de clientes que fizeram compras nas lojas Coop em 2021. Só para se ter ideia, no período, foram vendidas cerca de 5,5 mil toneladas de pães; mais de 13,6 mil toneladas de carnes e mais de 18,9 milhões de litros de leite, e 31,9 milhões de compras foram registradas nos checkouts da rede.

Responsabilidade social
As preocupações com as questões ESG estão no DNA da Coop, pautadas em seus princípios cooperativistas e trabalhadas fortemente para que suas operações sejam realizadas com responsabilidade. Um compromisso levado a sério desde sua fundação. 

Por meio da plataforma de sustentabilidade Coop Faz Bem, a rede realizou no ano passado diversos patrocínios a instituições beneficentes, por meio de leis de incentivo fiscal; mantém programas e ações relacionados à saúde e bem-estar dos cooperados, colaboradores e comunidades atendidas e, por meio do Programa de Apoio às Entidades, direcionou recursos da ordem de R$ 540 mil para projetos e ações de instituições que atendem assistidos em vulnerabilidade social. 

Também estão nesse guarda-chuva os programas Troco do Bem e Revista Coop, que em 2021 repassaram R$ 688 mil à Federação das Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais do Estado de São Paulo. Para os bancos de alimentos nas cidades de Santo André, Diadema e de outras no interior, o volume doado de alimentos chegou a 567 toneladas e outras 271 toneladas foram para o programa de segurança alimentar e nutricional Mesa Brasil.

No braço que cuida da preservação ambiental, a Coop implantou no ano passado, em cinco lojas, estações da Molécoola, startup que opera a logística reversa pós-consumo, além de possuir áreas específicas para descarte de óleo de cozinha usado, lâmpadas, pilhas e baterias, medicamentos e eletroeletrônicos de pequeno porte.

Para o seu público interno, foram destinadas 95.567 horas de treinamento e, como forma de contribuir para a formação acadêmica, a Coop promoveu o ingresso de 36 balconistas e dermoconsultores no curso superior de Farmácia, contemplando essa turma com uma bolsa de estudos com cobertura de 70% do valor da formação de quatro anos na Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS). O incentivo inovador à graduação, que integra o programa Aprender a Crescer, faz parte dos investimentos que visam impulsionar o desenvolvimento de carreira dos colaboradores. 

Novo CEO
Durante a AGO também foi apresentado Pedro Luiz Ferreira de Mattos, o novo diretor geral da Coop, que assume em 31 de março, em substituição a Marcio Valle, que esteve à frente da presidência da Diretoria Executiva por 9 anos. 

A jornada de Pedro Mattos na Coop teve início em 2001 ao ser eleito membro do Conselho de Administração, posição que ocupou paralelamente ao seu trabalho na Rhodia até 2017, quando foi convidado a integrar a Diretoria Executiva da Coop na área de Administração e Finanças & CDO. Uma proposta que já adiantava uma transição futura, ainda que sem data marcada.

Ao aceitar o convite, ele deixou uma carreira consolidada de 44 anos na Rhodia, que começou aos 14 anos de idade e foi encerrada na cadeira de vice-presidente financeiro para a América Latina da Rhodia-Solvay. 

Sobre a Coop: atualmente, a Coop possui mais de 900 mil cooperados ativos, 31 lojas de supermercado, sendo 23 no Grande ABC, uma em Piracicaba, três em São José dos Campos, duas em Sorocaba e duas em Tatuí, três postos de combustíveis e 78 drogarias em operação. Por ser uma cooperativa, seu principal objetivo é oferecer os melhores serviços a preços justos, além de reverter benefícios aos cooperados e à comunidade.

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Tendências

Varejista alemã reinventa supermercados com uso de robôs

De Administrador SH 31 de março de 2022
Escrito por Administrador SH

TYPY desenvolve loja 100% automatizada com funcionamento 24 horas, personalização do relacionamento com o cliente e elevado uso de tecnologia

Nos últimos dois anos, diversos formatos de loja foram desenvolvidos para lidar com as novas demandas dos consumidores em meio à pandemia. Muitos desses novos conceitos indicam caminhos para aumento de eficiência e produtividade do varejo. É o caso da TYPY, na cidade alemã de Düsseldorf.

Oferecendo uma experiência de compra futurista, em que recursos robóticos não se limitam aos bastidores, a TYPY nasceu em novembro de 2020, quando a ideia de permitir uma compra sem contato humano ganhava tração em meio à segunda onda da pandemia. O objetivo era oferecer uma opção eficiente e sem contato, com uma forte curadoria de itens de necessidade diária e de conveniência – incluindo refeições preparadas por chefs, itens de entretenimento e produtos essenciais para a casa.

Desde o início, a TYPY definiu seu negócio com base em uma operação sustentável, implementando embalagens com menos impacto ambiental e fazendo parcerias com fornecedores locais para reduzir a pegada de carbono da logística. Mas o principal destaque da loja está no uso de tecnologia.

Os consumidores podem fazer pedidos pelo aplicativo da marca ou em quiosques dentro da loja física. Robôs fazem a separação dos produtos em questão de segundos e disponibilizam os pedidos para retirada em lockers no PDV. Quando o pedido é feito na loja física, o pagamento é feito no celular, sem caixas ou uso de dinheiro.

Na avaliação da consultoria McMillan Doolittle, que considera a TYPY um exemplo relevante de inovação focada no consumidor e no aumento da eficiência operacional do varejo, essa é uma solução para as necessidades e o estilo de vida de consumidores urbanos com uma vida corrida. A loja usa tecnologia para oferecer mais conveniência para os clientes, ao mesmo tempo em que aproveita a demanda por produtos de alta qualidade, sustentáveis e de fornecedores locais/regionais. “O conceito da TYPY define novos padrões de conveniência e digitalização do varejo”, afirma a consultoria.

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Varejo

Grupo vai lançar padaria autônoma em seu maior atacarejo

De Administrador SH 31 de março de 2022
Escrito por Administrador SH

Sustentável, a décima loja no Rio Grande do Sul será inaugurada no próxima dia 20

Marca de atacarejos do grupo Unidasul, de Esteio, o Macromix abrirá no dia 20 de abril a sua maior loja. A operação fica em São Leopoldo, no Vale do Sinos, e terá 4 mil metros quadrados de área de vendas.

Foram abertos 250 empregos. O superintendente Eloi Zagonel diz que são 11 mil produtos. O valor do investimento não foi informado.

Atacarejos são conhecidos por operações enxutas, que permitem repassar o custo menor em preços mais atrativos ao consumidor. No caso dessa nova loja, até a padaria terá o chamado autosserviço, no qual o cliente pegará os produtos, colocará nas embalagens e ele mesmo pesará. A ideia é levar o modelo a outras lojas da rede.

Será a terceira unidade da empresa em São Leopoldo e a 10ª no Estado. A loja ficará na Avenida Theodomiro Porto da Fonseca. Terá energia solar e vagas de estacionamento para carros elétricos.

Fonte: Daniel Giussani e Giane Guerra, GZH

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Varejo

Conheça como o agronegócio encara o ESG

De Administrador SH 31 de março de 2022
Escrito por Administrador SH

Estudo do IBGC e KPMG com 367 produtores rurais revela como o setor trabalha as questões de governança, ambientais e sociais

De acordo com um levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) e pela KPMG, a governança corporativa é valorizada pelas empresas que atuam na agropecuária nacional. Para 85% dos respondentes, a prática é importante ou muito relevante para o seu negócio. Apenas 2% afirmam não enxergar benefícios ou alegam que as vantagens não são claras. O estudo contou com a participação de 367 produtores rurais brasileiros.

“O agronegócio tem sido uma das principais alavancas de crescimento da economia brasileira, é natural que o interesse por governança corporativa seja crescente. E o estudo mostrou que a governança corporativa adquiriu status de questão prioritária para as empresas desse setor, mas ainda existe margem substancial para avanços. Quanto maior o porte econômico da empresa, mais familiaridade tem com o tema. Entre as que faturam mais de R$ 1 bilhão, 90% afirmaram terem conhecimento das práticas. Quando observamos aquelas que têm faturamento de até R$ 20 milhões, o índice cai para 65%”, analisa a sócia de agronegócio da KPMG, Giovana Araújo.

O plano de sucessão está entre as principais necessidades em matéria de governança para os empreendimentos rurais, apontado por 54% dos participantes da pesquisa, assim como, o mapeamento de riscos corporativos e operacionais (52%), melhorias no ambiente de controles internos e de compliance (51%) e formalização de papéis e responsabilidades (50%).

Dentre as principais práticas de governança, 58% das empresas possuem regras ou políticas de remuneração do trabalho dos sócios, 56% têm diretoria executiva e 55% realizam assembleia/reunião anual. Há espaços para ir além. Mais da metade dos produtores afirma estabelecer regras ou políticas de remuneração dos sócios.

A pesquisa também aponta que metade dos respondentes possui conselho, sendo que 15% são de caráter consultivo e 35% de administração — reflexo do grande porte dos empreendimentos rurais da amostra. Além disso, a separação das funções de diretor-presidente e presidente do conselho de Administração, entre as boas práticas de governança corporativa, é exercida por 63% dos participantes.

No quesito “prestação de contas formal”, quando segmentado pelo faturamento, nota-se uma tendência de aumento na adoção da prática, conforme se eleva o porte do empreendimento rural. Quando perguntados sobre o horizonte do plano estratégico, 45% dos respondentes consideram o longo prazo no plano e outros 35% focam no curto prazo.

A inovação é outro tema presente nas discussões estratégicas dos empreendimentos rurais integrantes da pesquisa, sendo debatido periodicamente nas reuniões de Diretora ou Conselho para 49% da amostra. Dentre estes empreendimentos, 26% possuem um profissional ou área dedicada ao tema.

Empresas familiares

Uma das principais características da economia brasileira é a presença das empresas familiares, especialmente, no agronegócio. A amostra da pesquisa é constituída particularmente por grandes empresas/propriedades rurais, 80% dos respondentes autodeclaram pertencer a um empreendimento familiar.

Assim como nas empresas familiares de outros setores, as principais questões que preocupam esse tipo de organizações no setor agronegócio não são diferentes. “Isso se expressa na pesquisa, já que para 54% dos respondentes de empresas familiares, o plano de sucessão é sua maior necessidade”, comenta Luiz Martha, gerente de Pesquisa e Conteúdo do IBGC.

Um plano de sucessão mostra-se relevante também ao se analisar outro dado do estudo: em geral, existe o interesse da próxima geração em assumir a gestão da empresa familiar, visto que 79% dos participantes indicaram essa resposta. “Aqui temos um outro ponto de alerta, já que, apesar do grande interesse da próxima geração na empresa familiar, apenas 31% delas oferecem programas de treinamento para preparar os possíveis sucessores”, diz Martha.

Já quando tratamos dos fóruns de discussão das empresas familiares, observamos que apenas 29% possuem um conselho de família, estrutura de governança responsável por propor e monitorar as atividades da família, além de ser a interface com os outros órgãos de governança. Entretanto, quando este conselho existe, observa-se melhoria no tratamento de conflitos: 63% das empresas familiares com conselho de família se sentem à vontade para conversar sobre conflitos e diferenças (mantendo um ambiente positivo e de confiança), contra 37% daquelas que não o possuem.

Mais sobre os aspectos ESG

Quanto aos aspectos ambientais e sociais, a pesquisa indica que 42% entendem os riscos e as oportunidades socioambientais e discutem o tema, periodicamente, na diretoria ou no conselho. Em 26% dos empreendimentos, existe uma área dedicada a avaliar os riscos e oportunidades socioambientais; em 17%, existe a divulgação ao público/mercado de relatórios contendo informações sobre as práticas socioambientais adotadas e em 16% das empresas a mesma divulgação é destinada aos sócios.

Entre os destaques das ações focadas em meio ambiente, estão a preservação ou recuperação de áreas de proteção permanente assim como, a conservação do uso da terra e recuperação de áreas degradadas, iniciativas mais citadas entre as propriedades rurais.

Sobre a pesquisa

A pesquisa Governança no Agronegócio: percepções, estruturas e aspectos ESG nos empreendimentos rurais brasileiros é uma iniciativa do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), idealizada pelo Grupo de Trabalho (GT) Agro, em conjunto com a KPMG. O público-alvo da pesquisa é constituído por conselheiros, gestores, consultores, estudantes e demais profissionais que tenham interesse na intersecção entre o agronegócio e a governança corporativa. O estudo analisou a amostra de 367 produtores rurais, que integram os maiores empreendimentos rurais do País. O estudo pode ser acessado pelo seguinte link: Governança no Agronegócio – KPMG Brasil. Abaixo, segue o sumário da pesquisa.

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Varejo

Venda de alimentos orgânicos cresce acima do esperado

De Administrador SH 31 de março de 2022
Escrito por Administrador SH

Dados da Organis mostram ainda que houve um incremento no número

de produtores envolvidos com essa atividade

O mercado brasileiro de orgânicos movimentou cerca de R$ 6,5 bilhões em 2021, um avanço de 12% em relação ao ano anterior, de acordo com estimativa da Associação de Promoção dos Orgânicos (Organis), que esperava aumento de 10%. Neste ano, o crescimento deverá ficar entre 10% e 15%, a depender dos efeitos da crise econômica sobre o poder de compra dos consumidores.

Cobi Cruz, diretor da entidade, salientou que se a economia não tivesse piorado e não ocorresse a flexibilização das restrições sanitárias no segundo semestre, fatores que reduziram o consumo de alimentos nos lares, o segmento teria crescido entre 15% e 20% no ano passado. Como informou o periódico, outra pesquisa recente mostrou que, na pandemia, cresceu o número de pessoas que compram produtos orgânicos no país.

“As compras governamentais para as escolas poderiam ter sido melhores e os restaurantes poderiam estar comprando mais também. Conforme a economia vai voltando ao normal, as pessoas começam a cozinhar menos em casa, e o acesso aos orgânicos diminui nessa frente. Os salários também estão muito achatados”, disse o dirigente.

Empreendimentos orgânicos

Cruz lembrou que o número de empreendimentos de orgânicos no Brasil cresceu 11% em 2021, somando mais de 25 mil unidades produtivas, conforme dados do Ministério da Agricultura. Ele afirmou que o faturamento está longe do platô, ponto em que há uma estagnação do crescimento, já que o país representa apenas 1% do mercado global. No mundo, os orgânicos movimentam cerca de US$ 145 bilhões por ano.

A Organis está trabalhando para expandir as vendas de orgânicos brasileiros no exterior. Os embarques representaram 20% do faturamento consolidado no ano passado, graças, principalmente, à taxa de câmbio. “Há uma demanda externa muito grande por grãos e frutas orgânicas”, diz, mencionando que os embarques de açúcar orgânico ainda são o principal destaque.

Na pauta de exportação, também se destacam soja, café, erva-mate, açaí, óleo de palma, guaraná, cacau, manga e acerola orgânicos – o Brasil é o maior exportador de acerola e açúcar orgânicos do mundo. Cerca de 90% do faturamento do segmento vem de alimentos e bebidas, calcula a Organis. “Mas também produzimos e exportamos matérias-primas processadas, tanto para a indústria alimentícia quanto cosmética”, relata Cobi Cruz.

Busca por alimentação saudável

De acordo com o dirigente, o pilar principal de crescimento dos orgânicos no Brasil continua a ser a busca dos consumidores por uma alimentação mais saudável. Legumes e verduras despontam entre os produtos que mais têm avançado no mercado doméstico. Já as frutas têm tido uma expansão mais tímida porque a decisão de consumo desses itens ainda está mais atrelada à satisfação do paladar, explica ele.

O diretor da Organis ressaltou, ainda, que o setor de proteínas animais orgânicas também está crescendo de maneira significativa, um reflexo da entrada de grandes empresas, como Seara e BRF, que têm o poder de alavancar as vendas ao capacitar e estimular os produtores. “Quando as duas partes são parceiras, o custo da incerteza pode diminuir”, diz.

Fonte: José Florentino, Valor

31 de março de 2022 0 Comentários
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Varejo

Grupo de cash & carry reforça diretriz de encantar clientes

De Administrador SH 30 de março de 2022
Escrito por Administrador SH

Quatrocentos colaboradores assumem a tarefa na nova loja do Planalto Central

O Atacadão, maior atacadista brasileiro em número de lojas e com abrangência nacional, inaugurou nesta quarta-feira, (30), mais uma unidade no Distrito Federal, gerando 400 empregos diretos e indiretos. Localizada no bairro Recanto das Emas, em Brasília, esta é a 5ª loja do Atacadão no estado, onde a rede também possui 1 atacado de entrega.

“A abertura da unidade no município reforça nosso compromisso de levar alimentação básica de qualidade aos lares dos brasileiros, proporcionando oportunidades de empregos e melhores benefícios para todos os tipos de públicos, como pequenos comerciantes e consumidores finais, além de contribuir no desenvolvimento socioeconômico do país”, afirma Marco Oliveira, CEO do Atacadão.

A nova loja conta com uma área de vendas de 4.500 m², 900 m² de depósito, 24 check-outs e 244 vagas de estacionamento. Além disso, para atender todas as necessidades dos consumidores, a rede também disponibiliza uma ampla variedade de produtos e marcas nos setores de mercearia, bebidas, cuidados pessoais, artigos de limpeza, frios e laticínios, incluindo líderes de mercado, produtos regionais e alternativas de baixo custo. Já na área de hortifrúti, os consumidores encontram também uma seleção de alimentos frescos e de qualidade. Há ainda produtos para casa, carro, animais de estimação e itens para festa.

Atualmente, o Atacadão tem 252 lojas pelo Brasil e 33 atacados de entrega. No Distrito Federal, a empresa também está presente em Taguatinga, Brasília e Gama e proporciona cerca de 2.800 oportunidades de emprego diretos e indiretos.

Serviço:

Endereço

Setor Hospitalar, S/N – Lote 54

Recanto das Emas – Brasília/DF

Horário de funcionamento

De segunda a sábado, das 7h às 22h

Aos domingos das 8h às 18h

Feriados: consultar a loja

30 de março de 2022 0 Comentários
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Varejo

Vendas para a Páscoa estão melhores que o período pré-pandemia

De Administrador SH 30 de março de 2022
Escrito por Administrador SH

Rede Dalben trabalha com um estoque 12% maior em comparação aos anos anteriores

Após a flexibilização do comércio, a expectativa do varejo para a Páscoa, em 2022, é bem mais positiva em relação aos anos anteriores. A Rede Dalben, por exemplo, aposta em um estoque 12% superior às médias dos anos anteriores, mantendo a expectativa de uma Páscoa bastante aquecida para toda família.

Segundo análise da GS Ciência do Consumo, especializada em inteligência de dados do varejo, as vendas acumuladas até a terceira semana de março, em 2022, já foram 13,6% maiores do que as registradas em 2019, nas 4 semanas que antecedem o domingo de Páscoa.

O cenário positivo se deve ao retorno da frequência dos consumidores ao comércio físico e à retomada dos encontros sociais e familiares, aproveitando o ovo de Páscoa como uma opção de presente temático.

Além disso, neste ano a expectativa também é fomentar uma Páscoa que disponibilize soluções para a família, com itens que caibam na cesta de compras do shopper, atendam suas necessidades e valorizem experiências únicas. Em percentuais, a Rede Dalben espera crescer a duplo dígito, entre 10 a 15%.

Campanha Páscoa Lovers

Pensando na valorização da experiência de seus clientes, a Rede Dalben Supermercados apresenta a campanha “Páscoa Lovers” em parceria com a Nestlé. Com foco nos Clientes Estilo. Aqueles que comprarem R$100,00 em qualquer produto Nestlé ou Garoto vão ganhar, na hora, uma caixa de bombons Nestlé Especialidades 251g. A campanha vai até o dia 21/04/2022, válida nas 4 lojas da rede.

Além da campanha sazonal, a Rede se prepara para receber as tradicionais encomendas para o almoço de páscoa. Os clientes podem fazer o pedido diretamente no balcão de atendimento das padarias de todas as lojas, mediante o pagamento de 50% do valor, como sinal. As encomendas são feitas pessoalmente até o dia 13/04/2022.

Sobre Supermercados Dalben

A trajetória de sucesso da empresa de comércio varejista Supermercados Dalben teve início em meados de 1974, na cidade de Campinas, interior de São Paulo. Hoje a rede conta com três lojas físicas e com duas expansões previstas na região, além de duas plantas de e-commerce. São mais de 1.300 colaboradores e 25.000 SKUs ativos.

Todas as nossas lojas são sempre equipadas e modernizadas para oferecer aos seus consumidores cada vez mais conforto e praticidade. Isto garante uma experiência de compra agradável para todos os nossos clientes, com um atendimento diferenciado e serviços inovadores.

30 de março de 2022 0 Comentários
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Varejo

Mateus segue plano arrojado de ocupar todo o Nordeste até 2032

De Administrador SH 30 de março de 2022
Escrito por Administrador SH

Rede oferece novo atacarejo em cidade com alto potencial de negócios diante os 130 mil habitantes

Nesta quinta-feira, 31 de março, será inaugurada a terceira loja do grupo Mateus no Ceará. Depois da abertura simultânea de duas lojas, uma em Petrolina (PE) e a outra em Juazeiro (BA), chega a vez da cidade de Itapipoca receber uma unidade do Mix Mateus.

Itapipoca foi incluída no plano de expansão da empresa que pretende ocupar todos os estados do Nordeste nos próximos 10 anos. Tendo iniciado sua história na cidade de Balsas, no Maranhão, o Grupo já está presente também no Pará, Piauí, Bahia e Pernambuco, além de duas lojas já inauguradas no Ceará.

Tendo a logística como um dos seus principais pilares, a empresa tem avançado rapidamente por novos estados do Nordeste após abrir capital, em outubro de 2020. O grupo Mateus já figura como a maior rede de varejo alimentar do Norte/Nordeste e a quarta do país.

Para Itapipoca, conhecida como “cidade dos três climas” e para seus mais de 130 mil habitantes, o grupo Mateus traz sua bandeira de atacarejo, tendo como grande diferencial a oferta de serviços, qualidade dos produtos e preços nunca vistos antes. A loja conta com mais de 14 mil m² de área construída, mais de 5mil m² de área de vendas, além de padaria, hortifrúti, açougue e peixaria.

Com a inauguração do Mix Mateus em Itapipoca, 255 novos colaboradores se unem a um quadro que ultrapassa 45 mil pessoas. “Para avançar por novos estados do Nordeste, estamos selecionando cidades estratégicas, e Itapipoca é uma delas, pela localização e potencial econômico. Estamos empenhados em gerar oportunidade de emprego e crescimento em cada nova cidade em que chegamos”, afirmou Ilson Mateus, CEO e fundador do grupo Mateus.

Inaugurações

Em fevereiro, o grupo Mateus celebrou um marco importante de sua trajetória. Durante o mês, a companhia deu um grande passo no seu plano de expansão, com a inauguração das duas primeiras lojas da Regional Nordeste, em Pernambuco e na Bahia, além de continuar a consolidação nos estados onde sua operação já está presente.

No Maranhão, o grupo também inaugurou lojas em novas cidades: Colinas e São Bento, que receberam uma loja híbrida Camiño, que reúne atacado e varejo. Já em São José de Ribamar, município vizinho da capital, São Luís, foi aberta a segunda loja de atacarejo. Em março, foi a vez da cidade de Santa Helena, na baixada maranhense, receber uma loja da bandeira Camiño.

A cidade paraense de São Miguel do Guamá foi outra que recebeu a sua primeira loja do Mateus: um Camiño com 1.771m² de área de vendas.

Grupo Mateus – O grupo Mateus atua com operações no varejo de supermercados, atacarejo (“cash and carry”), atacado, móveis e eletrodomésticos, indústria de panificação, central de fatiamento e porcionamento.

Uma história de sucesso que teve início com o trabalho incansável de um engraxate, ex-torneiro mecânico, garimpeiro e vendedor de cachaça nascido em Imperatriz, interior do Maranhão. O ano era 1986, quando Ilson Mateus abriu uma pequena mercearia com apenas 50m² na cidade de Balsas, no Maranhão. Seria o começo de uma história de 35 anos marcada pela sua visão empreendedora e trabalho incansável de uma equipe que hoje já ultrapassa os 45 mil colaboradores.

Atualmente, o Grupo Mateus possui 216 lojas em operação, sendo 67 de varejo, 48 de atacarejo e 101 de eletro. Por estado, são 123 lojas no Maranhão, 74 no Pará, 13 no Piauí, 3 no Ceará, 2 na Bahia e 1 em Pernambuco. Somente em 2021 foram inauguradas 44 lojas. Para sustentação do avanço do grupo em 6 novos estados do Nordeste, foram inauguradas sede administrativas em Recife e Salvador. Além disso, os Centros de Distribuição já estão em funcionamento nos municípios de Cabo de Santo Agostinho-PE e em Feira de Santana-BA.

SERVIÇO

Mix Mateus em Itapipoca-CE

Rua Vicente Siebra, nº 3.279, Bairro das Flores – Itapipoca – Ceará.

30 de março de 2022 0 Comentários
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