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quinta-feira, setembro 17, 2026
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ESG

Nestlé lidera redução nas emissões de carbono na produção agrícola

De Administrador SH 27 de março de 2022
Escrito por Administrador SH

Com agenda acelerada, multinacional busca tornar seus alimentos ainda mais sustentáveis

 A linha NESCAFÉ® Origens do Brasil nasceu em 2018 com um forte compromisso com a sustentabilidade. A Nestlé, que já era a maior compradora de cafés do mundo, adaptou suas práticas e estabeleceu critérios para assumir o compromisso com a regeneração de sua cadeia produtiva. Com a meta da Nestlé de reduzir pela metade suas emissões de carbono até 2030, NESCAFÉ® Origens do Brasil pretende ser  a primeira marca carbono neutro de café solúvel e para coar do país já em 2022. 

A partir da busca por um produto produzido com base nas práticas da agricultura regenerativa, a empresa lança este mês a edição especial e limitada NESCAFÉ® Origens do Brasil: Colmeia. Além do café, a embalagem traz um pote de mel de flor de café, produzido por abelhas que fizeram  a polinização nos cafeeiros das fazendas localizadas na Chapada Diamantina e Serras do Alto do Paranaíba, duas das regiões onde é cultivado o café da linha. Mais do que tangibilizar a jornada regenerativa na produção de café, a empresa também pretende explicar o tema para o consumidor e contribuir para escolhas mais sustentáveis. 

A técnica de polinização da lavoura com abelhas foi implantada em parceria com a startup AgroBee. A integração do café com as abelhas faz parte de um conjunto de ações para tornar a produção ainda mais sustentável. Além de melhorar a qualidade final do grão e contribuir para o aumento da produtividade, a polinização assistida permite aos  produtores reduzir o impacto da lavoura no meio ambiente, com preservação de biodiversidade, não utilização de pesticidas e redução de emissões de carbono para cada tonelada de café produzido. A presença  das abelhas também ajuda a reduzir a quantidade de água usada nos cafezais, uma vez que contribui para que as plantas consumam menos recursos na produção. 

Hoje NESCAFÉ® Origens do Brasil já tem 100% das fazendas em conversão para a agricultura regenerativa e em vias de se tornarem neutras (compensando a mesma quantidade de gases de efeito estufa que produz anualmente) ou negativas em emissões de carbono (retirar mais gases de efeito estufa da atmosfera do que emite). Fazendas cafeeiras são consideradas regenerativas quando realizam buscam devolver ao meio ambiente mais do que retiram, ou seja, implementam práticas que apoiam essa premissa como: , uso de energia solar e polinização natural com abelhas, reconstrução da vida no solo, adubação orgânica e compostagem, plantio de outras árvores e culturas nas entrelinhas. Há várias práticas, e cada fazenda fornecedora aplica de acordo com sua realidade. 

Relatórios internos mostraram que as fazendas que produzem o café de Nescafé Origens do Brasil emitem oito vezes menos carbono do que a média das fazendas de cafés brasileiras.

A escolha da embalagem também reforça a sustentabilidade da linha NESCAFÉ® Origens do Brasil. Além de conservarem melhor o aroma e o sabor do café, elas são feitas de material 100% reciclável e com conteúdo reciclado em sua composição. E a cada embalagem vendida, uma árvore é plantada por meio da parceria da marca com a SOS Mata Atlântica no maior projeto de reflorestamento do bioma no País feito por uma única empresa. O projeto vai restaurar mais de 1200 hectares de floresta nativa na Mata Atlântica, bioma onde está localizada sua operação de cafés. Assim, serão mais de 3 milhões de árvores plantadas nos raios das operações, incluindo as fazendas fornecedoras de café. Essa estratégia de sequestro de carbono, em 20 anos, será responsável por eliminar mais de 500 mil toneladas de CO2.

Novos indicadores mostram que NESCAFÉ® está no caminho certo e reforçam o histórico da marca, que desde 2011 caminha para ser líder em sustentabilidade na divisão de cafés, e se tornar  a primeira marca carbono neutro de café do país em 2022. Além disso, a marca almeja chegar a zero emissões líquidas de carbono, sem precisar comprar créditos.

“Investimos cerca de R$1,5 milhão em ações de sustentabilidade na cadeia de produção de NESCAFÉ® Origens do Brasil. Além de promover agricultura que protege e restaura o planeta, estamos caminhando com uma série de ações que mostram o comprometimento constante e crescente da Nestlé com a agenda ESG, a valorização da cafeicultura nacional e das práticas regenerativas”, afirma Rachel Muller, Diretora de Cafés, Bebidas e Cereais da Nestlé.

Vale destacar outras iniciativas da Nestlé para a jornada de sustentabilidade da marca. O programa Cultivado com Respeito de NESCAFÉ® conta com mais de mil famílias produtoras de café e oferece ajuda técnica e financeira, inclusive para ações voltadas para a sustentabilidade das fazendas.

A jornada para regeneração da Nestlé Brasil se baseia nos  pilares de agricultura regenerativa, circularidade e bioeconomia com objetivos a serem alcançados até 2025. Em toda a cadeia da Nestlé, 30% da matéria-prima terá como origem a agricultura regenerativa. Com base no princípio da circularidade, a marca pretende reciclar o equivalente a todo o plástico colocado no mercado brasileiro. Em paralelo, o plano é conservar 300 mil hectares na Amazônia, gerando renda e promovendo educação para 4 mil pessoas.

Impacto social de NESCAFÉ® Origens do Brasil Colmeia

A agricultura regenerativa é a prática de restauração de áreas produtivas que estabelece o tripé da sustentabilidade social, econômica e ambiental, ao passo que leva à saúde do ambiente como um todo. Os cafés especiais da linha Origens do Brasil reforçam  também a responsabilidade da marca com 35 famílias de produtores familiares, localizados nas regiões da Chapada Diamantina (BA), Serras do Alto Paranaíba (Cerrado Mineiro) e São Sebastião do Paraíso (Sul de Minas). Além de gerar renda para essas famílias e apoiar no desenvolvimento dos seus negócios, NESCAFÉ® também tem feito um trabalho de apoio a jovens para que possam enxergar na produção cafeeira uma oportunidade de inovar, contribuir com o impacto positivo e prosperar nesse segmento.

Nestlé e Sustentabilidade 

Em 2021, a Nestlé assumiu um novo compromisso rumo à sustentabilidade e anunciou investimentos globais de US$ 1,28 bilhão para estimular a agricultura regenerativa. Até 2025, a companhia pretende adquirir 30% de sua matéria-prima com origem na agricultura regenerativa e reduzir em 20% suas emissões de carbono – em vias de reduzir 50% até 2030. No mesmo prazo, a empresa também deverá reciclar o equivalente a todo o plástico que coloca no mercado, além de conservar 300 mil hectares na Amazônia, gerando renda e promovendo educação para 4 mil pessoas da região.

A Nestlé vem se posicionando com o desejo de liderar a agenda de sustentabilidade no setor de alimentação. Por isso, está dedicada em levar mais tecnologias ao campo, aprimorar o desenvolvimento de suas produções, reduzindo seu impacto negativo no planeta e se comprometendo em alavancar sistemas alimentares regenerativos em escala.

Carbono Neutro  

A neutralidade de carbono é alcançada quando nenhum equivalente de dióxido de carbono é adicionado à atmosfera por uma organização, empresa, edifício ou país. Isso pode envolver a eliminação de emissões, a compensação delas ou uma combinação de ambas.

27 de março de 2022 0 Comentários
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Tendências

Mobile impulsiona varejo on-line de supermercados

De Administrador SH 24 de março de 2022
Escrito por Administrador SH

Estudo mostra que consumidores que compram a partir de seus smartphones fazem pedidos com mais frequência

Se você quer aumentar as vendas on-line do seu supermercado, um bom caminho é melhorar a experiência do cliente nos dispositivos móveis. Um estudo realizado nos Estados Unidos pela 84.51º, a divisão de data analytics da rede Kroger, mostra que dois terços dos pedidos on-line de alimentos hoje são feitos a partir dos celulares.

Como se não bastasse, os consumidores que compram a partir de seus smartphones fazem compras com mais frequência que aqueles que usam apenas os desktops. Os dados reforçam a tendência de que, para ter sucesso, o e-commerce precisa ser mobile first: um terço de todos os pedidos do e-commerce americano na temporada de Natal vieram dos celulares, e a praticidade e personalização trazidas pelos aplicativos induzem os clientes a comprar rapidamente o que desejam.

O estudo da 84.51º define dois perfis muito claros de consumidores: um que, recém-chegado ao e-commerce, compra a maior parte de seus produtos em lojas físicas mas adquire itens básicos on-line; e outro que faz mais de 75% de suas compras de alimentos pelo e-commerce, com cestas de compras amplas e variadas. Bebidas alcoólicas, flores e beleza são categorias que têm impulsionado as vendas online, enquanto doces, pães e revistas tradicionalmente alavancam as vendas em lojas físicas.

24 de março de 2022 0 Comentários
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Varejo

Região mais rica do ES recebe nova unidade de negócio

De Administrador SH 24 de março de 2022
Escrito por Administrador SH

30% das lojas da rede de varejo alimentar de Luiz Coutinho, localizam-se no entorno

A rede Extrabom inaugurou nesta quinta-feira na avenida Alpheu Ribeiro, 550, a sua nova loja em Carapina Grande na Serra, a 33ª unidade da bandeira Extrabom é a 11ª unidade na Serra.

O novo Extrabom foi pensado para atender toda a demanda da região, possuindo 1350 m² de área de vendas com seção de hortifruti, açougue, padaria, mercearia, frios e resfriados, utilidades do lar, limpeza e higiene, entre outros. Destaque para uma galeria de lojas, anexa ao estacionamento formada por 10 ambientes movimentando o comércio e complementando a oferta de serviços da região.

O supermercado conta com um ambiente totalmente refrigerado e estacionamento para carros, motos além de um bicicletário. A operação criou mais de 100 empregos diretos para o atendimento cujas vagas já foram preenchidas.

O diretor presidente do grupo, Luiz Coutinho ainda fala sobre os investimentos feitos na Serra: “o maior volume de lojas da bandeira Extrabom está situado na Serra. O robusto investimento da empresa no município decorre do seu potencial econômico e social. A Serra é um grande celeiro de oportunidades, com infraestrutura logística, polos industriais importantes indicadores humanos e sociais e infraestrutura urbana para ser explorada por diferentes setores da iniciativa privada. A Serra é hoje a maior economia do Espírito Santo e, inclusive, uma das cidades mais ricas do país. O foco do Extra om é oferecer serviços de qualidade, com estrutura moderna e compatível com as necessidades dos consumidores do município.”

Fonte: Portal Tempo Novo

24 de março de 2022 0 Comentários
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Varejo

Rumo a maior inauguração da rede

De Administrador SH 24 de março de 2022
Escrito por Administrador SH

Grupo quer gerar uma experiência diferenciada ao cliente, mesclando tecnologia e preservação histórica

Operários finalizam as obras para inaugurar a maior sede do grupo de supermercados Center Box. O empreendimento deve ser aberto ao público em maio e gerar aproximadamente 200 empregos diretos e mais vagas indiretas, afirma o diretor do grupo, Carlos Eduardo Fonseca. Instalado em uma área com mais de 20 mil metros quadrados, o galpão do supermercado ficou conhecido como Central Municipal de Abastecimento (Cema), até 2015. 

Dentro do espaço, que ainda não pode ser mostrado, já estão prateleiras metálicas, aparelhos de refrigeração, dispenser de produtos a granel, móveis e caixas para pagamento. O local conta com sala de cursos gourmet, restaurante próprio, rotisseria, açougue e padaria. Carlos conta que são mais de 2 mil metros de área construída para o supermercado, além do centro de distribuição que amplia a operação logística do grupo Center Box.

A nova loja será “mais ampla, com mais conforto e tecnologia”, conta o diretor. “É um empreendimento completamente diferente das outras lojas e também repensamos a marca, a identidade visual. Nesse espaço os clientes vão encontrar conforto, muitas novidades em todos os setores da loja, um estacionamento amplo que é um problema que tínhamos nas outras lojas em Pouso Alegre, vai ter aquele acolhimento nosso de sempre, aquele atendimento bacana. Tudo que o eles merecem”

O local terá estacionamento com 130 vagas e 20 caixas para o consumidor finalizar as compras. Carlos conta que o projeto foi baseado em novas tendências do setor e principalmente, na opinião dos clientes. ”A ideia é trazer todo esse conhecimento que a gente adquiriu durante todo esse tempo, toda a tecnologia que a gente foi atrás, de lojas de fora, lojas do Brasil. Então tudo que a gente achou de mais legal, tecnológico e interessante que atende bem ao pessoal daqui está nessa loja.”

Galpão é preservado para manter história do município

Essa sede pertenceu à União, sediou o Instituto Brasileiro do Café e até parte da linha férrea que que percorria Pouso Alegre passava por dentro da área deste imóvel, que entre a década de 1990 e 2015 sediou a Cema. Para transformar o local no maior supermercado da rede e manter o aspecto histórico “foi um investimento grande que a gente teve aqui dentro, muito maior do que nas outras lojas exatamente por esse capricho que a gente teve como Unissul e pela dimensão da obra, até porque a gente não queria destruir tudo que estava aqui dentro, a gente queria conservar. Isso tudo faz muito parte da história de Pouso Alegre então a gente revitalizou tudo que estava aqui dentro.” O valor do investimento não foi informado.

“É um barracão antigo, histórico, ele data de quase 1900. Já foi estação de trem, passou pelo Ceasa. A gente teve que fazer uma reforma grande nele restaurando os aspectos. E a gente vê que o pessoal vai se sentir homenageado aqui dentro, pois a gente trouxe essa história para dentro da nossa identidade visual.” Carlos mostrou à reportagem cada detalhe da restauração, desde as ferragens inglesas que o Brasil importava no século passado e que foram utilizadas em toda a estrutura do barracão, até o centro do espaço, onde passava a linha férrea e as claraboias, que foram todas mantidas.

O grupo do supermercado nasceu em 1945 e a história dele e da família de Carlos, caminham juntas com a do município. “Começou com meu bisavô e o meu avô que fizeram o supermercado Fonseca e foram crescendo, Depois o meu pai entrou no ramo, virou o Center Box. E agora dando continuidade à quarta geração, meu irmão já está aí, tem também os meus primos trabalhando. Então a ideia é fortalecer cada vez mais o grupo e atualizar, sempre atualizar a empresa.  É a história do grupo caminhando junto com a da família e a de Pouso Alegre também.”

Pouso Alegre atrai investimentos do setor supermercadista

O município está em uma área de circulação de pessoas de toda a região, em busca de serviços e produtos, além de ter localização estratégica. Isso atrai inúmeras empresas que já anunciaram expansão ou instalação de unidades supermercadistas no local. “Pouso Alegre ultimamente é alvo de várias empresas de fora vindo trazer para cá tanto atacarejo quanto grandes redes. A competição aqui sempre foi difícil e está sendo mais pesada, mas, a gente acredita muito no nosso diferencial, na tradição que a gente tem aqui dentro da cidade. Acho que Pouso Alegre cresce cada vez mais e vale a pena a gente fazer esse investimento aqui dentro.”

Em relação à tradição do grupo, a criação de um aplicativo nos últimos anos fidelizou até o momento aproximadamente 20 mil clientes, conta Carlos. Com a nova sede será três lojas em operação em Pouso Alegre. O novo espaço tem uma área que sediará o Centro de Distribuição, para “melhorar a logística dentro da cidade”, finaliza o empreendedor.

Fonte: Nayara Andery, Terra do Mandu

24 de março de 2022 0 Comentários
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Varejo

CNC acredita em Páscoa mais rentável que 2021

De Administrador SH 24 de março de 2022
Escrito por Administrador SH

A pandemia controlada com a população vacinada servirá de estímulo aos encontros familiares em 17 de abril

Especialistas apontam que a Páscoa de 2022 deve ser a maior desde o início da pandemia do covid-19. Com o avanço da vacinação e a queda do número de casos, a expectativa é de retomada nas vendas de ovos, tabletes e bombons. A Lacta, marca líder no país, espera um aumento de 10% nas vendas, e a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) projeta um faturamento superior ao dos últimos anos.

Neste cenário, o e-commerce se destaca por seu crescimento expressivo. Em 2021, o faturamento cresceu cerca de 15 vezes em comparação a 2019 e o número de pedidos cresceu quase 20 vezes, segundo dados da Neotrust, empresa responsável pelo monitoramento de mais de 85% do e-commerce brasileiro e que faz parte do T.group.

Fábio Bentes, economista da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), afirma que a Páscoa deste ano deve ter crescimento no faturamento, mas mostra um otimismo moderado.

“Essa tende a ser a Páscoa com maior movimentação desde 2020. Enquanto em 2019, antes da pandemia, o faturamento atingiu quase R$ 2,3 bilhões, em 2020 caiu para menos de R$ 1,7 bilhão. Apesar da recuperação em 2021, é para 2022 que está projetada uma alta de aproximadamente 1,9% no volume de vendas do varejo, já descontando a inflação. A inflação e a alta do dólar influenciam a data, considerando a importação de produtos típicos da Páscoa, mas a valorização recente do real é um aspecto positivo nessa história”, diz.

Para esta Páscoa, Lacta, pertencente à Mondelez Brasil, investiu na diversificação de seu portfólio, segundo Álvaro Garcia, VP de Marketing.

“As duas últimas Páscoas foram duras, então nos mobilizamos para que neste ano seja diferente. Montamos nosso portfólio de chocolates pensando nos diferentes perfis de consumidores, e estamos trazendo produtos, tamanhos e formatos para diferentes ocasiões e bolsos. Para nós, a Páscoa começa muito antes: em outubro do ano passado produzimos os primeiros ovos, e a produção seguiu até o início de março. Nos adaptamos e flexibilizamos para que neste ano nossa Páscoa seja multi chocolate. O consumidor verá nas lojas, logo abaixo dos ovos de Páscoa, barras e caixas de bombons atrativos, com linhas voltadas inclusive para crianças”, sinaliza.

No e-commerce, as vendas de Páscoa cresceram expressivamente nos últimos anos. Para 2022, é previsto aumento de 6% no número de pedidos e de 4% do ticket médio, como destaca Andréa Fernandes, CEO do T.group, ecossistema de tecnologia e inteligência de e-commerce para negócios. “Antes da pandemia, as compras de Páscoa não eram feitas no e-commerce. Em 2020, em comparação com 2019, houve um aumento de 697% no faturamento nas vendas online de bombons, chocolates e ovos de Páscoa. Mesmo com esse boom, o crescimento se manteve em 2021, quando o faturamento atingiu uma marca 87% maior que no ano anterior. Quando as lojas físicas precisaram fechar temporariamente, as prateleiras estavam online”, disse.

Mudança de hábitos com a pandemia

A pandemia impôs novos hábitos não apenas para as pessoas, mas também para empresas e marcas. Diversos setores passaram por transformações que orientaram o planejamento para a Páscoa deste ano.

Segundo Fábio Bentes, o desenvolvimento de canais online é uma espécie de seguro que o varejo construiu para não enfrentar uma crise tão dramática como a gerada pela pandemia. “O omnichannel não é novidade, já existia antes da pandemia. A novidade é a importância que o varejo brasileiro está dando a essa atuação em múltiplos canais. Afinal, quando se multiplicam os canais, os números crescem. O comércio online é a alternativa mais natural que o varejo encontrou para diminuir os prejuízos causados pela pandemia”, afirma.

Álvaro Garcia destaca a importância das vendas online para a Mondelez Brasil, grupo do qual faz parte a Lacta. “A pandemia estourou em março de 2020, um mês antes da Páscoa. Nós já tínhamos produtos em diversas lojas, com prateleiras montadas, e a determinação foi que todas fossem fechadas. Nos mobilizamos em diversas frentes e em duas semanas colocamos no ar nosso site para vendas — algo que, antes da pandemia, não estava no centro dos nossos negócios. Naquele ano, ele gerou 8% das vendas gerais. Em 2021, subiu para 12% e agora em 2022 estamos estimando entre 15% e 20%”, afirma.

Além da categoria de produtos de Páscoa, a pandemia fortaleceu as vendas online de diversos segmentos, segundo Andréa Fernandes. “Para o varejo como um todo, o e-commerce não é mais um capricho. Por muito tempo, para o varejo, era uma coisa ou outra. Agora, há consciência de que é preciso estar em todas as frentes e ao mesmo tempo. Nos últimos tempos aumentou o número de compras online de bebidas e alimentos e neste ano, em que as pessoas devem voltar a compartilhar a mesa com familiares e amigos na Páscoa, elas tendem a centralizar as compras em poucos ou em um único canal de vendas. Isso gera um novo desafio ao e-commerce, que precisará atender consumidores que estão procurando por conveniência e comodidade”, diz.

Comportamento do consumidor

Com a crise econômica, o consumidor foi impactado em vários aspectos, o que influenciou definitivamente sua forma de se relacionar com as marcas. Além de bons produtos, preços e experiências, agora também busca marcas com as quais têm propósitos convergentes, segundo os especialistas.

Na visão de Andréa Fernandes, os clientes devem ser encarados cada vez mais como pessoas, em sua completude, não apenas como consumidores. “Não se trata mais de estabelecer relações transacionais, de compra e venda, e sim de gerar experiências espetaculares para as pessoas em todos os canais e gerar relações de confiança. Acredito que a Páscoa de 2022 será de integração, tanto das pessoas, quanto entre pessoas e marcas, além da integração dos canais disponibilizados pelas empresas — com um e-commerce muito forte”, afirma.

Fábio Bentes destaca que ao pensar nas compras online, a desigualdade no Brasil é um ponto sensível. “Existe um desafio, que é social e tecnológico, de incluir todos os consumidores nesse mercado online. Antes da pandemia, 4% das vendas do varejo eram online. Hoje, estamos falando de 10%, tendo em mente que o varejo brasileiro fatura cerca de R$ 2,2 trilhões por ano. Existe um potencial de crescimento muito grande no e-commerce, e a inclusão permitirá que o varejo dê novos saltos”.

Para Álvaro Garcia, o varejo precisa se posicionar considerando os diferentes perfis de consumidores do Brasil. “A indústria precisa entender cada vez mais as pessoas e individualizar as relações. Na Páscoa, por exemplo, cerca de 30% dos consumidores têm perfil mais tradicional e compram ovos para celebrar com familiares e amigos. Outros 30% têm um perfil mais dinâmico e buscam surpreender comprando produtos como caixas de bombons e barras caprichadas.

Os demais, 40% dos consumidores, querem presentear com uma lembrança e compram produtos como chocolates e ovos menores. Isso sem contar a questão do propósito, já que as pessoas estão cada vez mais preocupadas em comprar de marcas que compartilhem de seus valores e gerem um impacto positivo na sociedade”, diz.

Real x dólar

A CNC detalhou ainda que a recente valorização do real frente ao dólar, a diminuir cotação da moeda norte-americana, estimulou volume de importação de chocolates, que subiu 8% ( acréscimo de 1,43 mil toneladas) em relação ao ano passado, de acordo com cálculos citados pela entidade.

A confederação pontuou que o dólar estava há poucos dias em R$ 5,70, mas atualmente encontra-se próximo dos R$ 5,00, um recuo de cerca de 12%.

Sobre a alta nas importações, o presidente da CNC, José Roberto Tadros, classificou o avanço como positivo. “O volume de importação de produtos típicos costuma ser um importante indicativo da expectativa do varejo para a data. Ainda não alcançamos a recuperação plena, mas o crescimento mostra que seguimos no processo de retomada”, afirmou ele, em informe sobre o assunto.

Em contrapartida, o bacalhau, por outro lado, mostrou queda de 17% no volume de importações ante igual data em 2021. Para o economista da CNC responsável pela pesquisa, Fabio Bentes, o recuo é estratégia do varejo. “É um indício de que o setor está apostando na melhor saída de produtos mais baratos a partir da aceleração dos índices gerais de preços”, afirmou, em comunicado sobre o tema.

A CNC também fez uma análise de cesta de bens e serviços mais consumidos na Páscoa, composta por oito itens tipicamente consumidos durante a celebração. De acordo com cálculos da confederação, a cesta deverá ficar 7,0% mais cara do que no mesmo período de 2021, em média. Caso seja confirmada essa variação, isso na prática representaria a mais forte alta em preços de produtos relacionados à Páscoa desde 2016 (10,3%).

Entre os produtos selecionados pela CNC, bolos e azeite de oliva se destacam com as mais intensas projeções de alta. Esses dois tiveram tendência de avanço de 15,1% e de 12,6%, respectivamente, nos últimos 12 meses. “O reajuste da cotação de commodities, como o trigo, tende a afetar o preço de alguns alimentos, entre eles alguns típicos da Páscoa”, explicou o economista da CNC, em nota sobre as projeções.

Fonte: Exame e Valor

24 de março de 2022 0 Comentários
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ESG

Indústria revê processos para ampliar agenda ESG

De Administrador SH 24 de março de 2022
Escrito por Administrador SH

Segmentos distintos da economia focam em produção sustentável, atendendo à investidores e clientes

Na indústria, a escalada da pauta ESG — de impacto ambiental, social e de governança corporativa, na sigla em inglês — vem acelerando a expansão e implementação de projetos e soluções de preservação e redução do desperdício de água, a reboque do olhar criterioso de investidores.

Os pilares do ESG se tornaram tradução da qualidade da liderança de uma empresa. Na questão da água, reduzir consumo, reaproveitar, tudo isso é o básico. E tem de continuar a ser feito. É preciso subir o nível de soluções desenhadas. Não há cidade viável sem projeto de gestão de recursos hídricos robusto — afirma Nelmara Arbex, sócia de consultoria em ESG da KPMG.

A Unilever, multinacional britânica dona de marcas como Knorr e OMO, bateu em 2018, dois anos antes do previsto, a meta de reduzir em 40% a extração de água em suas fábricas globalmente. Em 2020, esse corte chegou a 49% do consumo de água por tonelada produzida.

No Brasil, o resultado foi superior, com recuo de 54% em dez anos. Agora, a companhia persegue as metas traçadas para 2030.

— As metas relativas à água visam transformar as fórmulas dos produtos para que sejam 100% biodegradáveis e ter em suas fábricas um aumento de 25% nacircularidade de água, o que significa reaproveitar a água das estações de tratamento de efluentes e não descartá-la em corpos hídricos — diz Marina Yoko, gerente de Segurança do Trabalho e Meio Ambiente da Unilever Brasil.

Redução de custos

A formulação dos produtos foi revisada com o mesmo foco, explica ela, que cita como exemplo a redução de 39% no volume de água usada para produzir a nova fórmula do OMO. Marina ressalta que a água que volta para a natureza retorna mais limpa que a captada para produção. Além de sustentabilidade e impacto positivo ao meio ambiente, isso traz redução de custo.

— Temos um problema de longa data de infraestrutura, já que alguns estudos mostram que se perde, em boa medida por vazamentos, de 30% a 40% da água que é tratada. Isso significa desperdício não só de água, mas da energia no processo de tratamento e distribuição — sublinha Setter, do Insper Metricis. 

Avanço em outros setores da economia

O tema ESG também é pauta de Conselhos de outros segmentos da economia. O Grupo Boticário, por exemplo, com sede no Paraná, estabeleceu um conjunto de 16 compromissos em sustentabilidade a serem cumpridos até 2030, sendo quatro deles relacionados a água. O primeiro é zerar o balanço hídrico das duas fábricas, localizadas em São José dos Pinhais (PR) e em Camaçari (BA).

Isso significa fazer com que toda a água captada seja usada e reutilizada dentro do grupo. Hoje, um quarto da água que entra nessas instalações recircula em áreas como limpeza, jardins e outras. Os efluentes passam por tratamento.

Outra meta é que os fornecedores integrem o compromisso, tendo 50% do volume de água que captam em suas empresas sem gerar efluentes até 2030.

— Não adianta sermos ecoeficientes se não incluirmos nossos fornecedores. O Boticário é um grande player. Qualquer política adotada por nós tem um grande efeito, e queremos levar os fornecedores junto — destaca Guilherme Karam, gerente de Economia da Biodiversidade da Fundação Grupo Boticário.

Os ajustes estão também na fábrica. Os produtos enxaguáveis estão sendo ajustados para zerarem o impacto ao meio ambiente, havendo mapeamento para substituição de insumos desses itens.

Revitalização de bacias

A Engie, empresa privada do setor de energia, mantém um programa de conservação de nascentes há 12 anos, tendo colaborado para a proteção de 2.100 nascentes localizadas na área de influência de 14 usinas operadas pela companhia. Em 2021, ingressou no Programa Águas Brasileiras, criado pelo Ministério do Desenvolvimento Regional.

O projeto busca revitalizar bacias hidrográficas como as dos rios São Francisco, Parnaíba e Tocantins-Araguaia para aumentar a quantidade e a qualidade da água ofertada ao setor produtivo e para consumo em geral.

José Geraldo Setter, professor e coordenador executivo do Insper Metricis, chama atenção para a indissociabilidade entre água e geração de energia no país:

— Uma racionalização no uso da água já traria como reflexo a redução no consumo de energia. Novas tecnologias têm sempre o papel de desenvolver processos mais eficientes no uso de ambos os recursos.

Na Engie, que já atua em geração de energia e persegue a meta de reduzir em 35% o consumo de água até 2030, há ações também do lado social para água. Em uma delas, no baixo Madeira, em Porto Velho, onde fica a Hidrelétrica de Jirau, a empresa trabalhou em parceria com a estatal de água e esgoto de Rondônia (Caerd) para implementar a rede de distribuição de água, beneficiando mais de 300 famílias.

— É um processo de transformação que garante perenidade sustentável, resiliência e gestão dos riscos sociais, ambientais e de governança. Queremos garantir que nossas atividades também potencializem ganhos ao meio ambiente — diz Gil Maranhão, diretor de Comunicação e Responsabilidade Social Corporativa da Engie Brasil, em relação ao ESG.

Fonte: O Globo

24 de março de 2022 0 Comentários
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Varejo

Mart Minas fecha negócio e avança no mercado nacional

De Administrador SH 24 de março de 2022
Escrito por Administrador SH

Rede efetiva plano de aquisição de parte significativa do capital de uma companhia tradicional

A rede de supermercados Mart Minas, de Divinópolis (MG), adquiriu aproximadamente 50% do capital da rede Dom Atacadista, da cidade do Rio de Janeiro. O valor do acordo foi mantido em sigilo pelas companhias.

Juntas, as empresas faturaram no ano passado R$ 6,5 bilhões, valor que supera a nona maior rede de supermercados do país, a Companhia Zaffari Comércio e Indústria, de acordo com o ranking da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) de 2021. O ranking foi feito com base nos balanços de 2020. O levantamento relativo ao desempenho de 2021 ainda e está em elaboração e deve ser divulgado em maio.

O fundador do Dom Atacadista, Erasmo Gonçalves, já conhecia os sócios do Mart Minas – Murilo Martins e Rono Neves -, e mantinha conversas a respeito do setor. Mas somente no fim de 2021 os empresários começaram a conversar sobre uma possível união estratégica, informaram as varejistas.

A aquisição faz parte dos planos do Mart Minas de fortalecer a presença do grupo nacionalmente, disse Filipe Martins, diretor comercial e de marketing da rede mineira. De acordo com o ranking da Abras, a companhia é a terceira maior de Minas Gerais e a 11ª maior rede do país.

No ano passado, a companhia registrou faturamento de R$ 5,3 bilhões, com crescimento de 15,5% em relação a 2020, ou aumento real de 5,4%, descontando a inflação do período. O desempenho ficou acima da média do setor em Minas Gerais, que teve aumento real de 3,1% em vendas, segundo a Associação Mineira de Supermercados, e acima da média nacional, de 3,04%.

De acordo com dados da Abras, Minas Gerais é o segundo maior Estado em vendas em supermercados, com faturamento de R$ 41,94 bilhões em 2020, o equivalente a 11,6% do mercado total. São Paulo lidera com 34,6% de participação e uma receita de R$ 125,53 bilhões. O Rio de Janeiro é o sexto Estado em vendas nos supermercados, com R$ 19,22 bilhões de faturamento em 2020, ou 5,3% do total.

Em Minas Gerais, as maiores redes regionais são: Supermercados BH Comércio de Alimentos, DMA Distribuidora, Mart Minas Distribuição, Supermercado Bahamas e Multi Formato Distribuidora.

No Rio de Janeiro, as maiores redes regionais de supermercados são a Torre e Cia. Supermercados, Supermercados Alvorada, Supermercado Vianense, Barcelos e Cia. e Costazul Alimentos – Eireli. O Dom Atacadista não aparece no ranking da Abras de 2021.

O Dom Atacadista foi fundado em 2019 pelos empresários Erasmo Gonçalves e Paulo Bonifácio. A empresa encerrou 2021 com oito lojas e uma receita de R$ 1,2 bilhão – praticamente a mesma receita alcançada em 2020 pela Torre e Cia. Supermercados, que liderou o ranking de redes regionais no Rio de Janeiro em 2021.

Martins disse que o Dom Atacadista manterá o plano de abrir mais seis lojas neste ano e dez unidades em 2023. “A meta é fazer do Dom Atacadista a maior empresa de atacado e varejo no Rio de Janeiro, assim como a meta do Mart Minas é se tornar a maior rede regional de Minas Gerais”, afirmou o executivo.

Em relação ao Mart Minas, a meta é abrir dez lojas neste ano, chegando a 60 unidades em Minas Gerais. Até 2025, a expectativa é atingir 75 lojas, com expansão em cidades do interior. Martins disse que não há plano de levar a bandeira para o Rio ou abrir unidades do Dom Atacadista em Minas.

Fonte: Cibelle Bouças, Valor

24 de março de 2022 0 Comentários
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Tendências

Instagram e Facebook ganham força na venda online de alimentos

De Administrador SH 24 de março de 2022
Escrito por Administrador SH

Redes sociais já são responsáveis por 25% do tráfego em sites e aplicativos de supermercados

Os consumidores mais jovens e sem filhos estão impulsionando as vendas online de supermercados. E, de acordo com o estudo Grocery eCommerce Benchmarks and Insights 2022, da plataforma de e-commerce MikMak, as redes sociais estão gerando uma parcela substancial do tráfego de clientes no setor.

Segundo o estudo, que acompanhou o comportamento dos clientes no varejo americano, Facebook e Instagram geram 25% do fluxo de consumidores no e-commerce de alimentos, seguidos de perto pelos anúncios no Google, com 21,3%. O YouTube (11,8%) e o Pinterest (9,7%) também são plataformas digitais populares entre os clientes online de supermercados.

O Walmart é a plataforma líder no e-commerce de supermercados, com 15,8% de market share. Amazon e Target vêm logo em seguida, com 12,7% e 12,2%, respectivamente. O Instacart, que em 2021 era o e-commerce preferido dos americanos, caiu para o quarto posto, com 9,3% de share. Supermercadistas tradicionais com operações online, como Kroger, Fred Meyers e Ralph’s, respondem por 43% das vendas digitais de alimentos, segundo o levantamento.

“O varejo supermercadista online está evoluindo constantemente e, para continuar a ter sucesso, as marcas precisam entender quem são seus clientes e como eles preferem interagir com os varejistas”, afirma Rachel Tipograph, CEO da MikMak. “Dos anúncios em portais e marketplaces à logística de última milha, os supermercados online precisam analisar as informações de preferência dos consumidores para criar experiências de compra personalizadas, independente da maneira como eles se relacionem com as marcas”, completa.

24 de março de 2022 0 Comentários
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Varejo

Rede aumenta presença na região Norte

De Administrador SH 24 de março de 2022
Escrito por Administrador SH

Em menos de 6 meses, capital recebe terceira loja de cash & carry com 7 mil m² 

Assaí Atacadista abriu as portas da sua 3ª loja em Belém (PA), em um dos principais pontos de acesso à cidade: a Avenida Almirante Barroso. A nova unidade oferece uma variedade de produtos, preços baixos e facilidades de pagamento para que micro e pequenos(as) comerciantes, transformadores(as) e consumidores(as) finais possam comprar mais barato e fazer mais economia no dia a dia. 

Com endereço em uma das principais vias de Belém (Avenida Almirante Barroso, nº 5386, no bairro Castanheira – antigo Cidade Folia), a loja está localizada próxima ao retorno para a capital, o que permite um acesso fácil tanto para quem vem do centro belenense ou de bairros próximos (como Marambaia), quanto para clientes de Ananindeua e outras cidades da região metropolitana. A unidade faz parte da geração mais moderna de lojas do Assaí, com mais de 15mil m² de área construída, sendo quase 7 mil m² somente de área de loja. Já no ambiente interno, os(as) clientes poderão contar com um espaço climatizado, com iluminação aperfeiçoada e sustentável, assim como um estacionamento amplo com mais de 480 vagas de automóveis e motocicletas. 

Esta é a segunda loja Assaí inaugurada em Belém em menos de seis meses. “Temos sido muito bem recebido pelos clientes paraenses. Em novembro do ano passado, inauguramos a unidade Batista Campos, que atende principalmente ao público consumidor da região central. E, agora, ainda no início de 2022, anunciamos mais uma grande realização que vai complementar e somar à nossa operação na cidade: a abertura da unidade Almirante Barroso, localizada em um ponto de fácil acesso e que atenderá, em sua maioria, aos clientes da região metropolitana da capital”, destaca Wesley da Silva, Diretor Regional. 

Somente com esta abertura, o Assaí gerou mais de 290 empregos diretos para a região, além de outros 250 indiretos que também são criados a partir da operação da unidade. “Estamos muito felizes em avançar na região com a inauguração da sétima loja Assaí no Pará, gerando mais empregos e levando nosso modelo de negócio baseado em economia e preço baixo a mais pessoas. Isso comprova a importância e a potência do Estado para a Companhia”, completa o executivo. 

O Assaí Almirante Barroso também amplia o acesso para os clientes que desejam comprar mais e pagar menos através de sua política de dois preços. Isto é, o “preço de atacado” (quando adquire grandes volumes de um mesmo item, o que confere desconto ao valor final da compra) ou “varejo” (quando compra pequenas quantidades). Nos dois casos, o preço é um atrativo, pois chega a ser, em média, 15% mais barato do que comparado ao varejo tradicional 

Entre outros diferenciais do Assaí Almirante Barroso está o serviço de açougue, com diferentes tipos e cortes de carne, além de atendimento personalizado. A loja possui ainda mais de 8 mil produtos, entre alimentos, bebidas, itens de higiene pessoal e limpeza, produtos de bazar, linha automotiva, linha pet, eletroportáteis, e de itens para os empreendedores da cidade, como embalagens e descartáveis. 

Endereço: Av. Almirante Barroso, nº 5386, bairro Castanheira (antigo Cidade Folia), Belém – PA 

Pagamento: Cartões de crédito e débito das principais bandeiras, Pix, Auxílio Brasil, dinheiro, vale-alimentação e QR Code pelo app do PicPay.    

Horário de funcionamento da unidade: segunda-feira a sábado, das 7h às 22h, e aos domingos e feriados, das 8h às 18h.   

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ESG

Coty anuncia inovadora tecnologia que substitui silicone d5 em desodorantes aerossóis

De Administrador SH 23 de março de 2022
Escrito por Administrador SH

Tecnologia inédita e pioneira foi desenvolvida no polo global da companhia em Barueri, Grande São Paulo

A Coty, uma das principais empresas de beleza do mundo, anuncia o desenvolvimento de uma tecnologia pioneira que substitui o uso do silicone D5 (Ciclopentasiloxano) na fabricação de desodorantes antitranspirantes (APS). A novidade, que é uma mistura de matérias-primas sintéticas e naturais, é resultado de três anos de estudos realizados pela equipe do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Coty no Brasil. Localizado no município de Barueri, na grande em São Paulo, o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento é o polo global de P&D da Coty na categoria de desodorantes.

Profissionais especializados conduziram extensas pesquisas e testes para desenvolver a nova tecnologia e, consequentemente, assegurar a segurança ao consumidor. A partir de junho, os desodorantes em aerossol das marcas Monange, Bozzano e Très Marchand fabricados no Brasil já terão a nova formulação no processo de fabricação. Como marca global da Coty, a Adidas também passará em breve a ter a nova matéria-prima mais sustentável na sua formulação. 

Segundo Henrique Sales, diretor sênior de P&D da Coty Brasil, trata-se de uma nova tecnologia proprietária que teve seu registro de patente submetido internacionalmente. “Na Coty, a sustentabilidade é nosso maior impulsionador de inovação. Por meio disso, é possível aproveitar o que de melhor a natureza e a ciência têm a nos oferecer. Esse novo complexo traz uma solução eficiente em termos de funcionalidade e coloca mais produtos limpos e verdes em nosso portfólio e em linha com o compromisso de sustentabilidade da Coty”, explica Henrique.

 Foi justamente o desafio em substituir o silicone D5, tradicionalmente conhecido por não ser biodegradável, que motivou as equipes profissionais envolvidas. “A eliminação do D5 de nossas fórmulas de desodorantes em aerossol contribuirá significativamente para a preservação ambiental, pois encontramos uma alternativa à matéria-prima que costuma ficar acumulada no meio ambiente. Além disso, desde os primeiros estudos já foi possível comprovar que a novidade possui menor impacto de carbono quando comparado ao D5”, diz Henrique.

Inovação acessível – Em linha com o objetivo de democratizar a beleza no Brasil, a utilização de novas tecnologias nas fórmulas de desodorantes aerossol ressalta o compromisso da Coty em oferecer produtos de alta qualidade por meio da inovação constante. “A sustentabilidade está no centro da inovação de produtos desenvolvidos pela Coty e, para isso, usamos a ciência para entregar mudanças transformadoras. Estamos mudando a maneira como projetamos, formulamos e fabricamos com o objetivo de preservar o meio ambiente. Essa inovação é uma das nossas aliadas nesta jornada”, destaca Henrique.

Sobre a Coty – Fundada em Paris em 1904, a Coty é uma das maiores empresas de beleza do mundo. Com portfólio de marcas consagradas em fragrâncias, maquiagens e esmaltes, cuidados com pele e corpo, a empresa atende clientes em todo o mundo e está presente em cerca de 130 países. A Coty e as suas marcas estimulam o empoderamento das pessoas para que se expressem livremente, criando suas próprias visões de beleza; além de serem comprometidas em fomentar positivo impacto no planeta. Saiba mais em coty﹒com ou no LinkedIn e Instagram.

No Brasil, o Grupo Coty atua com marcas globais do portfólio da companhia, como no segmento de fragrâncias. E possui como diferencial várias marcas locais, entre as quais Monange, Risqué, Bozzano, Paixão e Cenoura & Bronze. No País, a operação conta com aproximadamente 2,4 mil funcionários alocados em suas empresas, localizadas no Estado de São Paulo (área de Pesquisa e Desenvolvimento e sede administrativa); no Estado de Goiás (fábrica Savoy e o principal centro de distribuição); e no Estado do Rio de Janeiro (centro de distribuição).

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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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