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sexta-feira, setembro 18, 2026
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Indústria

Perfetto lança açaí purple power com cobertura de chocolate com creme de avelã

De Administrador SH 15 de março de 2022
Escrito por Administrador SH

A novidade chega em embalagens multipacks, com 7 unidades. Com o lançamento, a marca completa 6 SKUs na linha Purple Power

Se açaí puro é bom, quando se junta com chocolate e creme de avelã o resultado é ainda melhor. Foi pensando nesse encontro de sabores que a Perfetto traz mais uma novidade para sua linha de picolés em embalagens multipack: o Açaí Purple Chocolate Com Avelã.

O lançamento entra para a família da linha Purple Power que conta com as opções tradicionais de açaí com guaraná, açaí com banana e o multipack de açaí com cobertura de chocolate branco e flocos de banana.

O desejo da marca é trazer para o cliente a experiência de consumo do açaí no centro-sul do Brasil, mas de uma forma prática e simples, no palito. “O consumo nessa região tem perfil indulgente, com frequência acrescentando ao bowl creme de avelã, leite em pó, chocolates, leite condensado e afins. Pensando nisso, concluímos que o açaí no nosso público possui mais viés de indulgência do que saudabilidade, levando-nos a trazer produtos mais adequados ao perfil identificado”, comenta o supply chain da Perfetto, Eduardo Dalcin.

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Varejo

Companhia investe na abertura de lojas multiformato em 2022

De Administrador SH 14 de março de 2022
Escrito por Administrador SH

Negócios vão gerar mais de 200 vagas de empregos diretos na cidade mais populosa do estado

O Grupo Coutinho vai abrir dois novos pontos de venda no município da Serra, um supermercado e um atacarejo. Um deles é o novo Extrabom de Carapina Grande. Já o outro é o Atacado Vem, na avenida Minas Gerais, em Jacaraípe. A expectativa é gerar 220 empregos. Serra é a cidade mais populosa do Espírito Santo.

O supermercado será inaugura no dia 24 de março e é a 33ª unidade da bandeira Extrabom, sendo a 11ª na Serra. Serão 1.350 metros quadrados de área de vendas, com seção de hortifrutri, açougue, padaria, mercearia, frios e resfriados, utilidades do lar, limpeza e higiene, entre outros.

Destaque para a uma galeria de lojas, anexa ao estacionamento, formada por dez ambientes, fomentando o comércio e complementando a oferta de serviços da região. Esta loja terá ambiente totalmente refrigerado e estacionamento para carros, motos, além de um bicicletário.

Geração de Empregos

A operação demandou a criação de 100 empregos diretos para o atendimento, cujas vagas já foram preenchidas. Já no segundo semestre, serão abertas 120 vagas de emprego para a inauguração da 7ª unidade do Atacado Vem.

Os interessados devem cadastrar o currículo no site www.atacadovem.com.br na seção Trabalhe Conosco. As oportunidades são para os cargos de operador de caixa, embalador, repositor, fiscal de loja, açougueiro, encarregado de frios, atendente de padaria, entre outras funções.

O estabelecimento terá mais de três mil metros quadrados de área de vendas, sendo equipada com mais oito mil itens no atacado e varejo, entre resfriados, congelados, hortifrúti, limpeza, higiene pessoal, bebidas, padaria, açougue.

Haverá ainda insumos para Food Service, direcionados aos pequenos e médios comerciantes com sortimentos de embalagens institucionais e descartáveis, conservas, maionese, ketchup, trigo, entre outros. Os pequenos comerciantes disporão de um canal de televendas especial.

Demanda por Novos Serviços

Para Luiz Coutinho, diretor-presidente do Grupo Coutinho, as duas operações chegam a áreas onde existe uma demanda por novos serviços.

“No caso de Carapina Grande estamos instalando no bairro uma unidade Extrabom com todos os itens tradicionais da bandeira, com infraestrutura moderna e segurança. Já em Jacaraípe, a carência identificada na região é para a oferta de um atacarejo. A nova unidade do Atacado Vem ampliará as opções de consumo das famílias que buscam fazer compras em maior volume, com a possibilidade de parcelamento”, afirmou.

Fonte: ES  Brasil

Fonte: A Gazeta

14 de março de 2022 0 Comentários
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Tendências

Varejo indiano abraça o instant delivery

De Administrador SH 14 de março de 2022
Escrito por Administrador SH

Modalidade de entrega rápida de alimentos deverá ter um crescimento de 15 vezes até 2025, chegando a US$ 5,5 bilhões

O segmento de entregas rápidas do e-commerce de alimentos (ou instant delivery) deverá ter um crescimento de 15 vezes nos próximos quatro anos na Índia, fechando 2025 com um volume de vendas de US$ 5,5 bilhões. De acordo com a RedSeer, com isso o país assumirá a liderança global nas vendas por essa modalidade.

Na Índia, o mercado tem visto um forte crescimento da quantidade de empresas nesse formato, além do crescimento de companhias já estabelecidas, como Zepto, Blinkit e Instamart. O mercado formado por grandes áreas metropolitanas e cidades “tier 1” no varejo indiano é estimado em US$ 45 bilhões, o que explica a velocidade de adoção do instant delivery no país.

Esse movimento é puxado por cidades como Nova Délhi, Bangalore e Chennai, onde a modalidade de entrega rápida teve uma forte expansão desde o início da pandemia e onde existe uma grande população digitalizada. “O instant delivery está mudando o comportamento dos consumidores indianos”, afirmou Abhishek Gupta, gestor de engajamento da RedSeer.

Além de realizar entregas em 10 minutos e oferecer grande conveniência aos clientes, essa modalidade também tem impulsionado a satisfação do consumidor, já que oferecem uma experiência de compra simplificada. A chave para isso é contar com um mix de produtos bastante reduzido em cada dark store (normalmente, algo entre 3 mil e 4 mil SKUs), o que simplifica o sortimento, diminui o tempo de decisão de compra e acelera a separação e entrega dos pedidos.

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Varejo

Grupo Mateus marca a data de estreia em novo estado

De Administrador SH 14 de março de 2022
Escrito por Administrador SH

Fundador reforça a aguerrida expansão da rede nas regiões Norte e Nordeste para todos os públicos

O Grupo Mateus figura como a maior rede varejista do Norte/Nordeste e a quarta maior empresa de varejo alimentar do Brasil. Presente nos estados do Maranhão, Pará, Piauí, Ceará, Bahia e Pernambuco, a empresa atua com operações no varejo de supermercados, atacarejo “cash and carry”, atacado, móveis e eletrodomésticos, indústria de panificação, central de fatiamento e porcionamento. Com obras avançadas, Mix Mateus, bandeira do Grupo Mateus, abre as portas no segundo semestre deste ano

“Estamos adensando nossas rotas, investindo em logística para garantir que nos próximos 10 anos, estejamos ocupando todo o Nordeste”, afirma Ilson Mateus, presidente do grupo Mateus.

Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) apontam que Maceió teve a maior recuperação percentual no saldo de empregos entre todas as capitais do país. O saldo de empregos, ou seja, a diferença entre a quantidade de pessoas admitidas e demitidas ao longo de 2021 foi de 14 mil vagas, o que representa um aumento de mais de 1.700% em relação ao ano anterior.

Para conseguir este resultado dialogamos com empresários para trazer novas empresas para Maceió, realizamos a desburocratização na liberação de alvarás de funcionamento de novas empresas e fortalecemos o Sine, com a ampliação da divulgação de vagas, diz a Prefeitura.

Para o órgão municipal, a desburocratização de licenças ambientais e edilícias impõe um novo ritmo de trabalho na pasta.  Grandes empresas4já anunciaram investimentos que prometem aquecer o mercado local com a geração de mais de 6 mil empregos diretos e mais de 13 mil indiretos em 2022.

“Quanto mais licenças liberadas pela prefeitura, mais empregos serão criados em Maceió”. Até 2024, o titular da pasta estima que mais de 30 mil empregos diretos sejam criados com a implantação de canteiros de obras que darão lugar a novos empreendimentos na cidade. A projeção leva em conta a liberação gradual de alvarás de construção no período.

A Prefeitura deseja boas-vindas ao grupo Mateus. Houve uma primeira reunião em julho e, em tempo recorde, teremos as duas primeiras lojas do grupo em Alagoas inauguradas. São lojas imensas que vão gerar muitos empregos.

Fonte: A Gazeta web, Maylson Honorato

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Varejo

Os legados que Marcio do Valle deixa para a Coop

De Administrador SH 14 de março de 2022
Escrito por Administrador SH

Antes de se desligar da varejista, executivo promete viabilizar projeto altamente rentável

Após nove anos, o engenheiro Marcio do Valle irá encerrar seu período como presidente da Coop, no dia 30 de março. Em entrevista exclusiva, Marcio revelou que a Coop continuará a evoluir.

Para este ano é esperado uma consolidação no e-commerce. Segundo o presidente, a expectativa é faturar entre R$ 50 milhões a R$ 70 milhões, o que corresponderia a um faturamento de uma loja por ano.

Além disso, destaca o setor de drogarias, que passou de duas unidades, em março de 2013, para 79 drogarias, atualmente. O executivo ainda revela seus planos para o futuro. Confira.

– Quais as transformações ocorridas na Coop, ao longo destes nove anos?

Marcio do Valle – O que temos na Cooperativa e iremos continuar tendo é uma evolução. Uma sequência de melhorias e aperfeiçoamentos. Fizemos uma revitalização das lojas, modernizando a parte de equipamentos, ao mesmo tempo, começamos com um ciclo importante de revisão de desenho organizacional, implantação de metodologias modernas, tanto para melhorias de produtividade, mas também para otimização da atualidade dos nossos processos, para uma visão mais moderna de gestão.

   Começamos em 2014 e, a partir daí, fomos desenvolvendo um trabalho com consultorias de renome para implantar um modelo de gestão que fosse mais atualizado e principalmente que atendesse as nossas expectativas. Tivemos uma expansão que não havíamos tido antes. Fizemos a substituição do nosso sistema de gestão integrado e um trabalho de atualização da estrutura da arquitetura de marca.

   O negócio de drogaria cresceu muito neste período e nós decidimos, a partir de 2017, que iríamos consolidar o modelo de drogaria de rua e continuar crescendo. Passamos de duas unidades, em março de 2013, para 79 drogarias hoje. Foi um crescimento bastante forte. Estamos com drogarias em todo o Estado de São Paulo. Vamos inaugurar três drogarias junto às unidades dos supermercados conveniados, uma em Ribeirão Preto, uma em Limeira e outra em Sertãozinho.

   Também fizemos um trabalho de três anos de duração, de aperfeiçoamento da cultura corporativa, colocando para as pessoas, mais claramente, a necessidade de desafios, melhorias de performance, de resultados, a construção da confiança das equipes, com confiança, comprometimento e, principalmente, a questão do reconhecimento pela comunidade, uma preocupação, de estarmos muito próximos à comunidade, de maneira que a Coop, não só seja reconhecida, mas admirada pela comunidade em geral, por clientes, cooperados, todas as pessoas que estão externas às nossas empresas.

 – Como tem evoluído as preferências do consumidor, desde o período da pré-pandemia, até agora, rumo ao pós-pandemia?

Marcio – O consumir fez um movimento de repartição dos gastos dele por vários formatos. Então, antes você tinha uma compra mais concentrada no hiper ou num supermercado, numa superloja como era o nosso modelo. Hoje, os hipermercados estão praticamente desaparecendo, com o surgimento de alguns anos do atacarejo. Observamos uma diminuição dos grandes volumes dos produtos que constituem a cesta básica: arroz, feijão, café, leite, açúcar, óleo, e um reforço no crescimento proporcional nos perecíveis e daqueles produtos que envolvem algum tipo de atenção, manipulação nossa.

   Comparando a Coop de nove anos atrás, ou mesmo de antes da pandemia, para agora, tiramos a linha branca, colocamos no lugar daquele maior sortimento de perecíveis, principalmente no FLV (fruta, legumes e verduras). Trouxemos as lojas Swift para dentro das nossas lojas, fomos os pioneiros do ABC com essa operação.

   Colocamos cafeteria na unidade da Av.Industrial (Santo André), que por enquanto, ficou prejudicada com a pandemia, mas a ideia é expandir para outros, tanto a cafeteria, quanto o próprio restaurante. Então, a loja ficou muito mais uma loja de convivência para atender aquela necessidade mais frequente do co-operado, do consumidor, do que uma loja de abastecimento.

   Paramos com a nossa linha branca, mas ao mesmo tempo reforçamos a linha de celulares, de eletroportáteis, então é uma mudança que vai no sentido de dar para o consumidor melhores soluções, porque se ele quer preço, ele vai num tipo de formato; se ele quer variedade ou produtos manipulados, os perecíveis, ou um sortimento maior, ele busca outros. Um atacarejo trabalha com 7 mil itens, nós temos 20 mil. Hoje, são vários momentos de compra e vários tipos de consumidor. O mesmo consumidor pode ter o momento de comprar no atacarejo, de comprar na Coop e de comprar no hortifruti.

   No caso da drogaria, mudou. Fomos incorporando uma linha muito maior de dermocosméticos, uma linha muito maior de perfumaria, linha para bebês.  Não tenho dúvidas que a pandemia provocou uma maior atenção do consumidor na sua saúde. Então, acho que ele passa a ter essa expectativa de consumo maior, mas um pouco frustrada porque estamos num momento de deterioração de renda, por falta de emprego.

– A Coop irá se consolidar no e-commerce? Como está avançando esse projeto?

Marcio – Entramos no ambiente virtual digital, o e-commerce, um pouco parcialmente, em 2016, com o Coop Retira. Mas, é uma operação que sempre gerou uma expectativa de melhora. Ela está longe de ser o que gostaríamos. Na pandemia, criamos, em dois meses, com uma operação de delivery, o Coop Entrega, tanto para supermercado, quanto para drogaria, mas trabalhando com plataformas e sistemas diferentes, ou seja, foi uma situação emergencial para suprir as pessoas que não estavam saindo de casa.

   Agora, de novo, estamos com um projeto já em andamento de unificação dessas plataformas, de revisão do site. Já entramos, no final de janeiro, com o iFood, em várias lojas, tanto drogarias, quanto supermercados e vamos relançar os nossos sistemas de e-commerce de uma maneira completa. Também vamos entrar com mais um ou dois aplicativos, nos próximos meses, mas vamos ter o nosso sistema de e-commerce que será completo. Compra pelo site, paga e depois recebe em casa o produto.

   Neste projeto digital, temos uma ambição muito grande para esse ano, esperamos faturar entre R$ 50 milhões a R$ 70 milhões, que já corresponderia a um faturamento de uma loja por ano. O Brasil antecipou a sua evolução digital em 5, 10 anos por conta da pandemia. As pessoas tiveram que ir para o digital e perceberam que o e-commerce não é tão ruim, pelo contrário, é muito bom em algumas situações.

– Quais são os projetos que o sr. irá assumir quando deixar a Coop?

Marcio – Saio da Coop. Não vou para o Conselho, que é eleito para um mandato de quatro anos, e que foi eleito o ano passado. Em 2021, ainda não era o momento de fazer esse movimento. Como disse, o movimento vem sendo planejado desde 2017, quando o Pedro, que irá me substituir, veio para a Executiva. Ele era conselheiro. Mas, por conta da pandemia, fomos revendo esses passos. Saio da Cooperativa de Consumo, mas permaneço, e sou o presidente do Conselho da Cooperativa de Crédito, que começou com a Coop, mas hoje atende uma rede de supermercados do Rio de Janeiro e, em breve, vai atender também uma Cooperativa de Crédito do Espírito Santo. É um projeto também extremamente envolvente, emocionante, complexo do qual irei me dedicar. Tenho também mais dois Conselhos dos quais participo.

Fonte: Folha do ABC

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Varejo

Carrefour cumpre metas ESG no campo social

De Administrador SH 14 de março de 2022
Escrito por Administrador SH

Inscrições vão até amanhã para o evento que irá envolver pessoas com deficiência

Comprometido com a inclusão e a valorização da diversidade, o Grupo Carrefour Brasil, maior ecossistema do varejo alimentar do país, realizará entre os dias 21 e 25 de março uma ação voltada exclusivamente para a contratação de pessoas com deficiência.

A companhia, em parceria com o Instituto da Oportunidade Social (IOS), também está com inscrições abertas até o dia 16 de março para o curso de formação profissional voltado para pessoas com deficiência que morem em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre.

“Diversidade é um princípio do qual não abrimos mão. Promovemos a inserção e capacitação profissional para grupos minorizados por entendermos que o trabalho é um dos principais fatores de inclusão social e que o setor do varejo é uma porta de entrada importante para o mercado de trabalho”, afirma Kaleb Machado, gerente de Diversidade e Inclusão do Grupo Carrefour Brasil.

Além dessas iniciativas, a companhia — por meio de sua Plataforma de Diversidade que completa 10 anos em 2022 — desenvolve uma série de outras ações voltadas para pessoas com deficiência, como a divulgação ao longo de todo o ano de vídeos específicos sobre a temática, enviados para líderes e colaboradores, e a confecção de coletes de identificação para colaboradores com deficiência auditiva nas lojas.

Em abril, a companhia anunciou também o Programa IDE (Inclusão, Diversidade e Equidade) voltado para o desenvolvimento e aceleração de carreira de colaboradores de grupos minorizados, dentre os quais estão incluídas pessoas com deficiência.

Semana D de Contratação de Pessoas com Deficiência

Com diversas edições ao longo do ano, os chamados Dias e Semanas D, realizados pela companhia desde 2018, consistem em datas especiais voltadas para a contratação de profissionais de grupos minorizados.

Com esta iniciativa, o Grupo Carrefour Brasil vem contribuindo para a inclusão profissional dessas pessoas, reforçando o compromisso com o aumento da representatividade no seu quadro de colaboradores. Somente no ano passado, 131 novos colaboradores com deficiência passaram a integrar a companhia por meio dessa ação.

As vagas são para todas as unidades do Carrefour no Brasil e possuem cargas horárias distintas de acordo com a oportunidade. Todas as etapas do processo seletivo acontecem de forma online, com exceção da entrevista com o gestor que é realizada presencialmente para que o candidato possa visitar a unidade e visualizar a função que será desempenhada. As inscrições acontecem entre os dias 21 e 25 de março na página de Carreiras da companhia (acesse aqui).

Curso de capacitação

O Grupo Carrefour Brasil em parceria com o IOS — que atua desde 1998 promovendo a formação profissional gratuita e a empregabilidade de jovens e pessoas com deficiência — está com inscrições abertas até 16 de março para o curso gratuito de formação profissional para pessoas com deficiência. O curso oferece vagas para 24 alunos, que recebem uma ajuda de custos de R$ 150,00, e as inscrições podem ser feitas diretamente no site do IOS (clique aqui). Para participar, os únicos requisitos são que os candidatos sejam maiores de 18 anos e estejam cursando ou já tenham concluído o Ensino Médio.

O curso é realizado no formato online e tem um mês de duração, com aulas diárias (de segunda à sexta-feira), de quatro horas, que começam em 21/03/2022. A formação é voltada para atuação na área de varejo, nas funções de operador e atendente de lojas, supermercados e farmácias. Ao final, a companhia selecionará participantes para vagas de trabalho nas lojas do Carrefour, localizadas em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre.

A ação faz parte do Programa de Formação e Inclusão Carrefour, que está na sua terceira edição. Na primeira turma, realizada em outubro de 2021, foram formados 19 profissionais, que se juntarão às 24 pessoas que estão em formação na turma iniciada em fevereiro deste ano.

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PessoasVarejo

Sandra Takata é a nova presidente do Instituto Mulheres do Varejo

De Administrador SH 14 de março de 2022
Escrito por Administrador SH

A cofundadora Vanessa Sandrini torna-se presidente do Conselho da entidade

A jornalista Sandra Takata, diretora da Core Group, é a nova presidente do Instituto Mulheres do Varejo (IMDV). Ela estava no cargo de vice-presidente de Comunicação e Relações Institucionais e assumiu o posto no evento Voice&Choice realizado na sede da APAS (Associação Paulista de Supermercados). Vanessa Sandrini, diretora de JHSF/Fasano, que com Fátima Merlin, fundaram o IMDV, passa a ser a presidente do Conselho.

O grupo começou, despretensiosamente, em outubro de 2018, no Whatsapp, mas hoje conta com 300 executivas do ecossistema do varejo com o propósito de transformar o varejo num ambiente em que as mulheres possam ter suas escolhas. Executivas como Adriana Muratore, Cidinha Fonseca, Sylvia Leão, Joanita Karoleski, Rachel Maia, Jandaraci Araújo, Fernanda Dalben, Karol Chokyu, Marise Araújo são algumas das integrantes do instituto.

Sandra Takatatem mais de 30 anos de profissão no jornalismo é  especialista em SEO e Inbound Marketing. Teve passagens pela Abril, na revista Capricho, foi editora-chefe do International Press Japan (retransmissora da Globo Internacional) e assessora  de imprensa da Associação ECR Brasil e Nielsen por  mais de 10 anos. A empreendedora já escreveu mais de 5 livros e foi coordenadora e coautora do Mulheres do Varejo – Mulheres que Constroem a História do Varejo no Brasil que reúne histórias de 50 executivas do setor.

“A minha intenção é dar voz e escolha para todas as mulheres que fazem parte do ecossistema do varejo com todos os pilares que construímos: desenvolvimento feminino, criação de um ambiente inclusivo e cuidar da sustentabilidade econômica do instituto para que possamos diminuir as barreiras, afinal não estamos aqui falando de uma luta por liderança e poder, mas sim de respeito, escuta e escolha”, afirma Sandra Takata.

O time que era formado também por Bruna Fallani e Valéria Gerolamo, passa a ter novos integrantes como vice-presidentes: Fernanda Dalben, Olegário Araújo e Sandra Gebara.

Recentemente o grupo fez uma parceria com a AMBEV, no programa SucessorAS, para que indústria e varejo estivessem conectados num sistema mais inclusivo.

“Estamos juntos como humanos e vamos escalar nosso futuro para os demais”, explica Vanessa Sandrini.

Créditos: Foto Reginaldo Martins

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Varejo

Até junho, Oxxo vai efetivar uma agressiva expansão na Grande São Paulo

De Administrador SH 13 de março de 2022
Escrito por Administrador SH

Centenas de empregos serão gerados para as duas bandeiras do negócio controlado por grupo mexicano 

Grupo mexicano que chega com força ao Brasil, a rede Oxxo vai abrir 1.000 vagas de emprego e até 100 unidades do conglomerado em São Bernardo dentro de seu plano de expansão. O número de postos de trabalho consiste na implantação de 10 unidades da empresa no período de um ano e outras a médio e longo prazos no município, que será o primeiro do Grande ABC e quinto do País a receber volume expressivo de investimento da empresa. A Oxxo é uma das maiores redes de mercados de proximidade da América Latina, uma espécie de loja de conveniência expandida, combinando variedade de bens de consumo.

O plano de expansão da Oxxo foi anunciado por representantes do grupo no gabinete do prefeito Orlando Morando. No total elencado são 50 lojas Oxxo, no conceito de mercados de rua, e 50 Shell Select, em postos de combustíveis. De acordo com a projeção, parte destas unidades Oxxo será inaugurada na região central da cidade até junho de 2022 – a rede foi fundada em 1940, e, atualmente, conta com mais de 20 mil lojas, incluindo México, Chile, Colômbia e Peru, sendo que, no Brasil, os primeiros empreendimentos foram lançados em 2020, iniciando por Campinas e, na sequência, Capital, Jundiaí e Osasco, todos municípios no Estado de São Paulo.

“A rede Oxxo é mais um grande grupo que chega a São Bernardo, nova rede de varejo no Brasil. Isso mostra um gesto significativo da importância e confiança que São Bernardo gera para quem quer investir. O principal destaque do anúncio é que impacta diretamente em empregos e oportunidades na cidade. Para o consumidor: mais opções na hora de sua compra. São Bernardo está sempre um passo à frente”, ressaltou o prefeito Orlando Morando.

Representando o CEO do grupo, Rodrigo Patuzzo, o diretor de expansão da Oxxo, David Pestana, frisou que São Bernardo foi a cidade escolhida no contexto do plano de ampliação com vistas ao fortalecimento da marca no País. “É o maior mercado de proximidade da América Latina. Estamos muito felizes com a chegada da rede ao município, desenvolver a marca, aproximando o cliente, que é a nossa visão, facilitar, para tornar a vida melhor. É o que queremos que o consumidor ganhe.”

Pestana acrescentou que a empresa abrirá as portas de 10 lojas na região central de São Bernardo e, dentro do planejamento estratégico, estabelecer por etapas até 100 lojas do grupo na cidade. “Ou seja, (o cliente) vai encontrar Oxxo próximo a todos os bairros”, disse o diretor, emendando sobre o conceito de negócios do grupo. “Vão poder comprar pão sempre fresquinho, a toda hora, resolver sua necessidade de lanche, tem lanches maravilhosos, frutas, legumes e verduras, bebida gelada, funcionando 24 horas. É um conjunto de lanchonete, padaria, conveniência e minimercado.”

Fonte: Lucas Rogério, O Grande ABC

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Varejo

Atacarejo foca na implantação do online para ganhar mercado em 2022

De Administrador SH 13 de março de 2022
Escrito por Administrador SH

Confira a saída encontrada por um dos grupos que mais cresce no país com 8 mil colaboradores e 51 lojas

O Mart Minas, após ampliar a rede com a inauguração de 10 lojas no ano passado, segue em ritmo acelerado de crescimento em 2022. O plano de expansão mantém a agenda de abertura de mais 10 unidades no estado, além de outras estratégias como, por exemplo, fortalecer o relacionamento da empresa com os clientes.

Atualmente em uma ampla sede nova, onde inclui-se uma área para ações de responsabilidade ambiental, a rede mantém seu status de líder no segmento de atacado e varejo em Minas Gerais. São mais de 8 mil funcionários, mais de 800 fornecedores e 51 lojas que atendem mensalmente mais de 2 milhões de pessoas.   Ainda nos planos de expansão da empresa a meta de chegar a 75 unidades até o final de 2025.

Presente no mercado há 20 anos, o Mart Minas chegou à essa posição que hoje ocupa apostando na agilidade na tomada de decisões, na aplicação de robustos investimentos, na manutenção de um amplo e diversificado sortimento de produtos combinado com preços acessíveis além do acompanhamento constante das tendências de mercado.

 Além de ter expressiva importância na geração de empregos e renda nas cidades onde possui lojas, movimentando positivamente a economia regional, a rede valoriza a produção local. “Nosso time da área comercial faz um trabalho para conhecer as marcas regionais. Como estamos em todas as regiões do estado é relevante respeitar os hábitos de consumo regionais e as preferências dos clientes”, enfatiza Martins.

Neste contexto, Filipe Martins, Diretor Comercial e Marketing do Mart Minas, salienta que algumas tendências trazidas pela pandemia vieram para ficar, como as compras on line. “Para atender esta demanda, no primeiro semestre deste ano, pretendemos começar a utilizar o e-commerce em nossas atividades. Iremos iniciar com o serviço de Clique e Retire na região de Contagem, com o objetivo de disponibilizá-lo em outras lojas gradualmente. Será mais um canal de compras, além da loja, do Televendas e da equipe de vendas externas, proporcionando praticidade para o consumidor final, principalmente o comerciante.

Ainda, nos próximos meses, com a meta de ampliar a base de clientes e fortalecer o relacionamento com os mesmos, o Mart Minas irá lançar o Cartão Mart Minas. “Contamos com o trabalho de um executivo de mercado, especializado em serviços financeiros, para colocar em prática todo o processo”, explica Matheus Neves, Diretor Administrativo e Financeiro.

Nos planos de fidelização dos clientes, a empresa também incluiu a parceria com o programa Dotz, que permite acumular pontos para serem trocados por produtos ou serviços.  Os consumidores que já integram o clube de vantagens, Mart Mais, além dos descontos exclusivos e WI-Fi gratuito em loja, terão a oportunidade de acumular e trocar Dotz por vários benefícios oferecidos pelo programa. Além disso, o Mart Minas também será opção de troca para quem acumula Dotz em bancos ou outros estabelecimentos.

“Ou seja, será um 2022 de muitos desafios visando proporcionar aos consumidores a melhor experiência possível”, conclui o Diretor Filipe Martins.

13 de março de 2022 0 Comentários
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Varejo

Inflação leva brasileiro de volta às compras do mês

De Administrador SH 13 de março de 2022
Escrito por Administrador SH

Acelera-se o movimento de troca de produtos e substituição de categorias  

Um cenário de preocupação com a inflação tem levado os consumidores a antecipar as compras nos supermercados para os primeiros dias do mês. O movimento foi constatado pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras).

“Os pagamentos ocorrem até o quinto dia útil. Temos visto movimento muito maior nos primeiros dias do mês. O consumidor está aproveitando o dinheiro que acabou de receber e os preços e ofertas do início do mês. Até porque ele não tem certeza se vai comprar depois no mesmo preço”, disse o vice-presidente da Abras, Marcio Milan, em conversa com jornalistas.

O movimento é um reflexo da memória inflacionária do brasileiro. Nas épocas de inflação descontrolada, Milan disse que até 50% das vendas dos supermercados costumavam acontecer nos primeiros 10 dias do mês.

“Outra coisa que estamos vendo é que o consumidor está indo menos vezes ao mercado”, disse. Milan, entretanto, explicou que não é possível cravar que essa menor ida ao mercado represente uma redução no consumo. “Hoje ele [cliente] tem outras alternativas que não tinha no passado, como aplicativos. Estamos medindo esse efeito”, disse.

O consumo nos lares brasileiros apresentou alta de 1,23% em janeiro na comparação com igual mês de 2021, segundo a Abras. A estimativa é que o consumo das famílias suba 2,8% nesse ano. Questionado, Milan disse não esperar uma alteração nesta previsão por agora diante dos conflitos na Ucrânia.

“A gente acredita em uma negociação [na Ucrânia]. E a gente acredita que esse caminho da paz vai chegar. Além disso, acreditamos em outros caminhos, como esforços internos que o país [Brasil] precisa fazer”, disse, apontando a redução dos impostos sobre a cesta básica – cujas conversas já se iniciaram com o governo.

Enquanto essa resolução não chega, o movimento de troca de produtos premium por marcas mais baratas continua ganhando força. No óleo de soja, por exemplo, cerca de 59,4% do faturamento entre janeiro e fevereiro deste ano era de produto de baixo valor. Em igual período de 2021, o percentual era de 54,9%.

Já outro movimento que ganhou força é a troca de carne bovina por ovo, frango e carne suína. Citando dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Milan disse que o consumo de carne bovina entre os brasileiros caiu significativamente desde o início da pandemia e chegou a 26,5 quilos por habitante em 2021, menor volume em 25 anos. Em relação a 2006, quando houve um pico de 42,8 quilos por habitante, o recuo é de quase 40%. Na contramão, cada vez mais ganha espaço o consumo de ovos. Em 2021, foram 255 ovos por habitante. Em 2010, eram 148, número que passou a crescer ano a ano desde então.

Mudança de portfólio

As grandes marcas e redes de supermercados decidiram mexer em seu portfólio, a fim de acompanhar as mudanças no carrinho dos consumidores provocadas pela inflação, há seis meses na casa dos 10%, considerando o acumulado em 12 meses.

As gôndolas passaram a dar destaque a rótulos mais baratos, e muitas vezes desconhecidos, além dos de marca própria. Itens mais acessíveis foram para as prateleiras do alto, à altura dos olhos do comprador, e os mais caros desceram, ou até sumiram.

Basta percorrer alguns mercados para ver a mudança. Em uma rede na Zona Norte do Rio, as tradicionais marcas de sabão em pó deram lugar à linha própria do estabelecimento. O mesmo com alguns tipos de biscoito. Em outra, também na Zona Norte, havia apenas um rótulo de açúcar refinado à disposição.

Pelo lado das empresas, a Nestlé, por exemplo, vem adaptando o tamanho de suas porções, e a P&G criou embalagens maiores, mais econômicas. O Carrefour investiu na marca própria e congelou preços. E a rede paranaense Condor ampliou o mix de produtos mais em conta e tirou das gôndolas vinhos e chocolates que não tinham saída devido ao preço salgado.

Impacto direto

No Rio, mais de 80% dos supermercados substituíram marcas caras por outras que pesam menos no bolso em alimentação, higiene e limpeza, conforme levantamento feito em janeiro pela Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (Asserj).

— Há hoje três fatores que apertam a renda dos brasileiros: a inflação, o desemprego e as dívidas. Tudo isso pressiona o consumidor a escolher itens mais baratos — diz Guilherme Mercês, consultor da Asserj. — Isso se reflete diretamente na forma como os produtos são oferecidos e como são dispostos nas gôndolas.

O diretor de Operações da rede paranaense Condor, Maurício Bendixen, explica que cada gôndola de cada mercado é analisada visando melhorar o uso do espaço:

— Fazemos um mix e vamos acompanhando a saída dos produtos. Na pandemia, trouxemos mais os de segunda linha e demos mais espaço para eles nas gôndolas. Chegamos a tirar alguns itens que eram muito caros.

Segundo ele, nos alimentos, os consumidores trocaram até mesmo produtos de alta fidelidade às marcas, como arroz e café. Na limpeza, deram prioridade às embalagens maiores.

A P&G Brasil, por exemplo, lançou a versão de três litros do amaciante Downy.

— Observamos a busca por tamanhos maiores, tendo assim descontos na unidade ou no litro do que é comprado. Isso é notório nas fraldas — conta Marcos Bauer, diretor sênior de Inteligência de Mercado e Desenvolvimento de Categorias da P&G.

O Carrefour não só percebeu a mudança de interesses do consumidor como viu sua marca própria, hoje com mais de 4.500 itens, crescer em produtos antes dominados pelas líderes de mercado. As vendas cresceram 50% nos últimos dois anos e hoje correspondem a quase 20% do total.

Para Allan Hock, diretor de marca própria do Carrefour, é significativo penetrar em categorias antes inimagináveis, com recompra:

— Isso significa que o cliente comprou e gostou. As fraldas e as cápsulas de café da nossa marca vendem mais que as líderes de mercado. Nossa ração para cachorro, que é um mercado com players muito fortes, também cresceu e corresponde a cerca de 20% das vendas da categoria.

O empurrão para seus produtos também vem do congelamento de preços que a empresa fez na pandemia e que pretende retomar neste ano. Hock conta ainda que o Carrefour estuda desenvolver embalagens maiores para produtos comprados em grande quantidade, como limpeza e fraldas, desde que haja redução de custo.

— Estamos levando menos e pagando mais. A compra lá para casa era suficiente para o mês inteiro, e dava uns R$ 700, R$ 800. Agora pago R$ 1,3 mil, R$ 1,5 mil, e com as compras bem menores — conta a aposentada Leonor Silva, de 85 anos, que com um genro sustenta uma família de oito, entre filhos e netos.

Pesquisa mostra trocas

Outra que adaptou o portfólio foi a Bimbo Brasil, dona das marcas Pullman, Plusvita, Nutrella e Ana Maria. Houve desaceleração na venda de itens de maior valor, como pães de forma saudáveis, tortilhas e minibolos, comuns no lanche da escola. Mas cresceu o consumo básico do pão de forma tradicional e dos bolos.

Estudo da consultoria Kantar, exclusivo para O GLOBO, identificou as principais alterações nos carrinhos de compras de 2020 para 2021. Em higiene, beleza e limpeza, a troca de marca é mais recorrente. Para alguns produtos de mercearia doce e bebidas, o consumidor costuma manter suas preferências. Já a carne é substituída.

— Nos itens básicos, que mais têm sofrido impacto da inflação, como farinha, óleo, café e feijão, o consumidor costuma equilibrar entre diminuir o volume ou migrar para marcas mais baratas — ressalta a diretora de Usage da divisão Worldpanel da Kantar, Aurélia Vicente.

Na cesta de compras da diarista Marlene Adão, de 58 anos, a marca tradicional de sabão em pó foi substituída por uma inferior, mais barata. O tomate e a cenoura saíram do cardápio, e carne e legumes, só quando há alguma promoção boa.

— Vou vendo os anúncios na televisão, e conforme vou precisando e o preço está bom, venho ao mercado — desabafa a moradora de Botafogo, na Zona Sul, que vive com marido, filha e neto.

Já a aposentada Maria Ricardina Araújo, de 64 anos, adotou outra estratégia:

— Como moro sozinha, preferi não substituir as marcas de que gosto, mas, se está muito caro, não compro. Na semana passada, por exemplo, o maço do coentro estava a R$ 4. Voltei para casa sem.

Fonte: Valor e Globo

13 de março de 2022 0 Comentários
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