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Varejo

Mart Minas quer chegar a 75 atacarejos até 2025

De Administrador SH 8 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Após abrir sua 51ª loja em Três Pontas, rede anuncia novas inaugurações: três no interior e a primeira na capital, Belo Horizonte

Os planos estão traçados até 2025: alcançar a marca de 75 lojas em operação. E assim a Mart Minas, maior rede de atacarejos do Estado, começa o ano inaugurando sua 51ª unidade em Três Pontas, no Sul de Minas. A previsão é abrir mais nove lojas em 2022, a exemplo do ano passado.

De acordo com o diretor Comercial e Marketing do Mart Minas, Filipe Martins, faz parte da estratégia deste ano expandir por cidades na faixa de 60 mil habitantes, como Monte Carmelo, no Triângulo Mineiro; e Congonhas, na região Central – inauguradas em 2021 -; e fortalecer a presença nas cidades polo.

“Já estamos em 95% das cidades mineiras acima de 100 mil habitantes. Agora nos voltamos para as menores, acima de 50 mil, sendo a primeira inauguração do ano em Três Pontas. Nessas cidades atendemos não apenas a população local, mas também das cidades do entorno. Isso é muito interessante porque conseguimos levar uma solução que tem custos operacionais mais baixos e que, por isso, consegue praticar preços menores. Isso facilita a vida do consumidor pessoa física e dos pequenos comerciantes que não mais precisam gastar tempo e enfrentar o perigo das estradas – além do custo da viagem – para abastecer seu negócio”, explica Martins.

A loja de Três Pontas, com 5.400 m² de área de venda, 26 check-outs e amplo estacionamento com mais de 350 vagas para carros, além de posições para motos e bicicletas, vai gerar 150 diretos e 300 indiretos.

As próximas inaugurações previstas são: a segunda unidade em Montes Claros, no Norte de Minas; a terceira unidade em Uberaba, no Triângulo Mineiro; e a primeira em Caratinga, no Vale do Aço, ainda no primeiro semestre e início do segundo. E já para o fim do ano está marcada a abertura da primeira loja em Belo Horizonte. O valor dos investimentos não foi divulgado.

Para atender donos de bares, pizzarias, padarias, hotéis e consumidores finais, as lojas oferecem mais de 10 mil opções de produtos, que podem ser adquiridos em embalagens fechadas e fracionadas, de acordo com a necessidade do cliente. Nos setores de mercearia, bomboniere, bebidas, higiene e beleza, limpeza, frios e laticínios, há uma ampla variedade de marcas regionais e também as líderes de mercado, sempre com a opção de compra no varejo e no atacado. Frutas e verduras completam a experiência de compra dos clientes, que também encontrarão itens de confeitaria, bazar e embalagens. A rede oferece também o serviço de televendas.

Sem entrar em detalhes, o executivo já admite o caminhar da rede, que surgiu em Divinópolis, na região Centro-Oeste, em 2001, para fora do Estado a partir de 2025.

“Entendemos que ainda há muito espaço para ser ocupado em Minas. Hoje estamos em todas as regiões e em cidades que fazem divisa com outros estados. Em Araporã (Triângulo), por exemplo, estamos há cinco quilômetros do centro de Itumbiara, que fica no estado de Goiás e boa parte dos nossos clientes vem de lá. Então essa expansão é algo que pode acontecer, mas nosso foco ainda é Minas Gerais”, pontua.

Geração de empregos

Para dar suporte a esse crescimento, a rede investe na formação de lideranças e continua apostando na geração de primeiros empregos. Só esse ano deverão ser abertas 2 mil novas vagas, sendo 70 encarregados, 20 subgerentes e 10 gerentes.

“O setor supermercadista é, tradicionalmente, um gerador de primeiro emprego. Abrimos a porta para os jovens sem experiência e aqui no Mart Minas damos oportunidades para que eles façam carreira. Temos um programa de formação de lideranças que é estratégico para o crescimento da empresa. Não seria possível ir ao mercado buscar esses profissionais. Tudo isso faz com que levemos desenvolvimento para cada cidade aonde chegamos”, conclui o diretor Comercial e Marketing do Mart Minas.

Fonte: Daniela Maciel, DC

8 de fevereiro de 2022 0 Comentários
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Tendências

Tempo e disponibilidade de produtos são prioridades nas compras em supermercados

De Administrador SH 8 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Para 84.51, divisão de analytics da Kroger, consumidores estão desconfortáveis com ômicron e abastecimento das lojas físicas

Os consumidores americanos têm mostrado uma preocupação maior com o tempo gasto em suas idas aos supermercados e com a disponibilidade dos produtos nas gôndolas. Com a disseminação da variante ômicron nos Estados Unidos e a continuidade dos problemas da cadeia de suprimentos, não chega a ser uma surpresa que esses dois assuntos estejam no topo da pauta dos clientes.

Segundo a mais recente pesquisa mensal da 84.51, divisão de data analytics da Kroger, 62% dos consumidores disseram que a falta de produtos nas lojas levou à troca de marcas, enquanto 49% afirmaram que o aumento dos preços levou a escolher outros produtos. Além disso, o crescimento da variante ômicron vem levando os consumidores a um nível de desconforto com a ida às lojas que se compara ao pico da variante delta, em 2021.

“Quase metade dos entrevistados buscam uma ‘volta ao normal’ e existe uma insatisfação”, afirma Barbara Connors, VP de insights comerciais da 84.51. “A consequência é uma preocupação grande com o tempo gasto no PDV, que leva a jornadas de compra mais direcionadas e assertivas”, comenta. Para a executiva, os supermercados precisam facilitar o acesso dos clientes aos produtos que eles desejam adquirir. “Simplicidade e excelência na execução passaram a ser ainda mais importantes. O essencial hoje é entregar o que o cliente quer, o mais rápido possível, com muita segurança”, completa.

8 de fevereiro de 2022 0 Comentários
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Shopper

Senacon lança guia prático sobre aumentos de preços de produtos e serviços

De Administrador SH 8 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Evento online, que contou com a participação da ABRAS, destacou a importância do documento para ajudar diferentes órgãos na proteção e defesa do consumidor

Nesta terça-feira, dia 08, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) realizou a live de lançamento do Guia Prático de Análise de Aumentos de Preços de Produtos e Serviço.

O documento busca oferecer aos órgãos do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor (SNDC) e a toda sociedade as diretrizes básicas em torno da atuação fiscalizatória dos órgãos de proteção e defesa do consumidor frente à suposta elevação dos preços de produtos e serviços por parte dos fornecedores.

“Estamos trazendo soluções e seguranças jurídicas para que eventuais oscilações pudessem ser explicadas ao consumidor brasileiro”, destaca Dra. Juliana Domingues, secretária nacional do consumidor, que completou dizendo que “os preços são indicativos importantes para a produção de bens e fornecimento de serviços”. Em sua fala de abertura, ela também destacou a sinergia entre a secretaria e a ABRAS, em especial o fato de a entidade ter sido o primeiro organismo a procurar a Senacon para sinalizar aumentos de preços atípicos no início da pandemia.

Segunda a especialista, o objetivo com o guia é “gerar um ambiente de segurança jurídica, de proteção e defesa do consumidor, sem criar um ambiente que vai afastar a inovação, estimulando novos incentivos para a promoção da concorrência e do desenvolvimento econômico”.

Na ocasião estiveram presentes Dr. Frederico Fernandes Moesch, coordenador-geral de Estudos e Monitoramento de Mercado, Dr. Andrey Vilas Boas de Freitas, subsecretário de Advocacia da Concorrência no Ministério da Economia (ME), Dra. Flávia Lira, assessora jurídica da presidência do Procon-RJ, Dr. Antônio Florêncio de Queiroz Junior, representante titular no Conselho Nacional de Defesa do Consumidor (CNDC), diretor da CNC e presidente da Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ) e Paulo Pompilio, 1º vice-presidente da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS).

Ao destacar todo o esforço que o setor faz para garantir o pleno abastecimento dos lares brasileiros durante a pandemia, sendo um dos primeiros segmentos a produzir um protocolo de boas práticas para a prevenção da covid-19, bem como toda a aceleração promovida pelos supermercados em relação à operação do comércio eletrônico, Paulo Pompilio observou a importância do guia e lembrou que, durante a pandemia, o setor foi muito autuado por interpretações diversas sobre abuso de preços.

“O que eu peço é que a gente volte à mesa de negociações, agora frente ao guia, porque com certeza todas as autuações que foram feitas não serão justificadas, porque nunca houve abuso de preço por parte dos supermercados. O varejo não é quem confecciona os preços dos produtos. Nós temos as margens operacionais que são para manter os negócios. Na pandemia, essas margens não foram alteradas e, em muitos produtos, foram até reduzidas”, esclareceu o vice-presidente da ABRAS. “Dentro deste cenário, se pudermos ter o compromisso de rever essas autuações à luz deste guia, será um passo importante.”

Ao final do evento Juliana Domingues celebrou a elaboração do guia e reforçou a importância de se promover um diálogo permanente para a proteção e defesa do consumidor.          O guia completo pode ser acessado em: https://www.defesadoconsumidor.gov.br/images/Guia_de_pre%C3%A7os_abusivos_v9.pdf

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ESG

Nestlé distribui R$ 3 milhões em campanha de incentivo à reciclagem

De Administrador SH 8 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Em parceria com a startup Yattó, a multinacional quer acelerar o processo de economia circular e valorizar as cooperativas

Através da promoção Renove seus Sonhos, a Nestlé une o cuidado com seus consumidores aos seus compromissos de sustentabilidade e realiza uma ação especial de apoio a cooperativas de reciclagem espalhadas pelo Brasil. A ação, conduzida em parceria com a startup Yattó, especializada em soluções de economia circular e logística reversa, vai realizar a coleta de materiais recicláveis em mais de 52 locais fixos e outros 600 pontos itinerantes distribuídos entre as lojas parceiras da companhia em 98 cidades.

O projeto vai dar um novo destino aos resíduos através de cooperativas distribuídas em mais de 30 cidades e do apoio de cerca de 900 catadores e catadoras de recicláveis. Com a doação dos materiais coletados e a contratação dos seus serviços durante a campanha, a Nestlé vai contribuir para gerar renda e condições mais dignas de trabalho aos trabalhadores.

Além dessa ação, a Nestlé vai fazer uma doação para iniciativas de reciclagem a cada cadastro realizado pelos consumidores na promoção. O objetivo é atingir R$ 1 milhão em doações e a porcentagem doada pode ser acompanhada em tempo real no “reciclômetro” disponível no site da promoção.

As iniciativas integram uma jornada de longo prazo da Nestlé para apoiar as cadeias de reciclagem no Brasil. Atualmente, apenas 3% do lixo no país é reciclado — e as cooperativas são responsáveis pela coleta de 90% de todos esses resíduos recicláveis, segundo a Abrelpe (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais).

“Esse desafio envolve muitas frentes: precisamos de mais inovação no setor de embalagens recicláveis, de uma estrutura para reciclagem mais robusta e capilar que reconheça o trabalho dos catadores e cooperativas, e de uma maior conscientização e mobilização das pessoas com a reciclagem. Não existe lixo, afinal, quase todo resíduo quando tratado corretamente pode virar uma oportunidade de renda para alguém. Por isso, queremos fazer uma contribuição para a sociedade, apoiando catadores e catadoras no Brasil para que eles consigam atuar como empreendedores sociais e agentes socioambientais, entendendo a importância do trabalho que exercem. Com a promoção Nestlé, temos a oportunidade de apoiar a geração de renda para eles e ao mesmo tempo conscientizar o público”, diz Barbara Sapunar, Head de Criação de Valor Compartilhado da Nestlé Brasil. 

“As cooperativas participantes serão remuneradas pela venda dos materiais que vão ser reciclados e também pelo serviço de retirada, classificação e separação. Além disso, a tecnologia e os programas estruturantes fornecidos pela Yattó permitem que sejam gerados relatórios sobre os itens coletados, ajudando a Nestlé a mensurar o impacto social dessa parceria. É uma relação muito positiva em que não só doamos os materiais para as cooperativas, mas também reconhecemos o valor dos outros serviços prestados por elas”, afirma Luiz Grilo, CEO da Yattó.

Sobre a promoção

A promoção “Renove Seus Sonhos” da Nestlé conta com prêmios instantâneos e sorteios de R$ 40 mil todo dia até 15 de março. A campanha, estrelada pela cantora Gaby Amarantos, convida os brasileiros a voltarem a sonhar nesse início de ano. Para concorrer, basta comprar pelo menos dois produtos Nestlé diferentes e cadastrar o cupom fiscal no site da promoção. Ao todo, os prêmios somam mais de R$ 3 milhões.  

    

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Pessoas

Morre Hiltrudes Pereira, matriarca do Grupo Pereira

De Administrador SH 8 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Responsável pela criação de uma das maiores empresas supermercadistas do País, “Dona Trude”, como era conhecida, foi a primeira vencedora do Prêmio “Dove Mulheres que Inspiram no Varejo”, promovido em parceria com a ABRAS

Faleceu na madrugada desta terça-feira (08), aos 92 anos de idade, Hiltrudes Fantini Pereira, matriarca do Grupo Pereira, companhia que opera as bandeiras Fort Atacadista e Comper Supermercados.

Hiltrudes Pereira durante discurso pela conquista do Prêmio Dove Mulheres que Inspiram no Varejo, em 2018, no Jantar do Dia Nacional do Supermercado realizado pela ABRAS

Natural de Itajaí (SC), ela deu os seus primeiros passos no comércio ao lado do marido, Ignácio Teodoro Pereira, na década de 1960, com um pequeno estabelecimento no bairro do Limoeiro. Nas décadas seguintes, o negócio iniciado por eles se tornou uma das maiores empresas do varejo alimentar brasileiro, posicionada na 8ª posição do Ranking ABRAS. Atualmente, o grupo conta com 86 unidades de negócios espalhadas pelos Estados de Santa Catarina, São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal.

Em 2018, Hiltrudes Pereira escreveu mais um capítulo na história do setor supermercadista ao se tornar a primeira vencedora do Prêmio Dove Mulheres que Inspiram no Varejo, realizado em parceria com a Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), em reconhecimento à sua trajetória que serve de grande motivação para as mulheres brasileiras e que reforça a importância da igualdade de gênero no varejo — o grande foco da promoção desta premiação. A homenagem aconteceu no dia 8 de novembro daquele ano, no tradicional jantar realizado pela ABRAS em comemoração ao Dia Nacional do Supermercado.

A matriarca do Grupo Pereira recebeu os cumprimentos do ex-presidente da República, Michel Temer
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Varejo

Varejo sinaliza vendas fracas em janeiro

De Administrador SH 8 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Rumo incerto da ômicron gera incertezas, inclusive na questão de investimentos do setor

O ano começa fraco para o consumo, mesmo para os setores mais resilientes, e a perspectiva é que uma provável melhora paulatina fique mais evidente apenas após março ou abril. Apesar de janeiro ter se tornado, há anos, um período mais aquecido, com as promoções aumentando o tráfego de clientes, o comércio de eletrônicos, itens de tecnologia, moda e material de construção sentiu a desaceleração logo após a queima de estoque da primeira semana.

Esse quadro atual leva o varejo a entrar o terceiro ano consecutivo num cenário de indefinições e riscos maiores para o investimento. A expectativa é que os gastos se concentrem mais no braço digital – ainda em sistemas e logística – com expansão acima da loja física. “As cadeias vão ter que colocar um novo freio na expansão”, diz o diretor de uma rede de eletromóveis.

“A deterioração já vem vindo desde agosto, setembro, e investimentos agora pesam nas despesas operacionais. Sem um ‘top line’ [venda] melhor, esses gastos afetam lucro. Todo mundo sabe que não vai dar para ficar entregando ao mercado trimestres com números ruins”, afirma ele. “Não vemos ainda nenhum fator de inflexão nos indicadores de consumo e isso, naturalmente, afeta investimento”, reforça Fabio Bentes, economista da CNC, a confederação de comércio, serviços e turismo.

A queda na circulação de pessoas nas lojas físicas após o avanço da variante ômicron e o aumento das mortes pela covid-19, além do difícil cenário macroeconômico – com inflação em alta e juros em dois dígitos – impactam no planejamento do primeiro semestre. Em relatório, o banco Goldman Sachs vê novo “risco de vento contrário temporário para as lojas” no país.

Dados do banco, que utiliza a base de tráfego captada pelo Google, mostra queda de 9% na circulação de consumidores no país no começo de janeiro, versus pré-pandemia. “No começo do ano, o tráfego não é uma maravilha mesmo, mas se a gente não tivesse a ômicron, possivelmente já teríamos recuperado essa circulação em janeiro”, afirma Bentes. “janeiro foi ruim e fevereiro, historicamente, não é bom”, diz Marcelo Silva, presidente do Instituto para o Desenvolvimento do Varejo (IDV) entidade com 70 cadeias associadas.

“Pelas nossas pesquisas com as áreas comerciais, as redes estão projetando um março melhor, só que esse sobe e desce, mês a mês, também é ruim para se ter uma maior previsibilidade e, logo, para o planejamento [nos investimentos]”, disse. Pelo levantamento citado, o setor estima vendas no “zero a zero” no primeiro bimestre.

Sem descontar a inflação, era projetada estabilidade (0,2%) em janeiro em relação a 2021 – o mês mais fraco do primeiro semestre daquele ano – e queda de 0,3% em fevereiro sobre o mesmo mês de 2021. Isso é medido pelo Índice Antecedente de Vendas (IAV/IDV), que parou de ser coletado na pandemia e agora está voltando a ser pesquisado. Para março, as áreas comerciais das cadeias associadas projetam alta nominal de 11,4% sobre o ano anterior.

Mas o instituto faz ressalvas em relação a essa estimativa de março. “Há um efeito da base de comparação, porque houve a nova onda de pandemia após março de 2021, fechando lojas. Além disso, trata-se de expectativas, e refletem como os departamentos estão torcendo para que a retomada aconteça. Em fevereiro, vamos voltar a uma nova ‘rodada’ porque as redes já terão clareza melhor do cenário”, afirma. A pesquisa foi feita nos primeiros dias do mês passado, e os pedidos do varejo para venda em março e abril são colocados entre metade de janeiro e fevereiro.

O IDV projeta retomada gradual a partir do segundo trimestre, depois de uma renovação de estoque em andamento no varejo entre janeiro e fevereiro. O Goldman Sachs projeta R$ 91 bilhões em Auxílio Brasil em 2022, 5% a menos que os R$ 95 bilhões em 2021, em Bolsa Família e auxílio emergencial.

“Foram dois meses para reequilibrar estoques que foram sendo ‘carregados’ do ano passado, principalmente nos bens duráveis. Além disso, vamos ter uma heterogeneidade de desempenhos, setor a setor, neste ano”, diz Silva.

O comando da empresa de pesquisas GfK Brasil, que recebe dados semanais de varejistas, também vê números mistos e diz que vem se desenhando um desempenho para o varejo brasileiro em “K” em 2022. Quando isso ocorre, há uma divisão mais acentuada entre áreas com melhor e pior desempenho. “Já vemos alguns segmentos com tendência de recuperação, como bens semiduráveis para classes de alta renda, e outros com dificuldade, como o varejo eletroeletrônico de produtos mais dependentes de crédito e que foram duramente afetados pela inflação”. Um exemplo, nesse sentido, diz, foi a alta na venda de lavadoras de roupas (lava e seca), que subiu 6% em janeiro, enquanto o “tanquinho” caiu 6%.

Segundo a GfK, as vendas de duráveis subiram 4% sobre janeiro de 2021, pelas promoções de janeiro. “Mas isso veio dessa leve melhora que o on-line teve no começo do ano, possivelmente ganhando o tráfego que caiu no varejo físico. O digital cresceu 12%, mas as lojas caíram 3% em janeiro”, diz ele.

O Valor apurou que esse movimento de perda de vigor sobre 2021 se estendeu também ao setor alimentar e ao atacarejo, com Assaí e Atacadão apurando desaceleração na taxa de vendas “mesmas lojas” em janeiro em relação a taxa de um ano atrás. Além de demanda fraca, pesa nesse índice a base forte de comparação de 2021. “A primeira semana de fevereiro foi melhor, mas ninguém sabe se é só efeito do salário que cai no dia 5”, diz o diretor de uma atacadista.

Essa perspectiva de adiamento de retomada para o segundo trimestre está em linha com que analistas vêm projetando em termos de vendas e de investimentos.

Eles entendem que as empresas devem voltar a reavaliar a necessidade de retomar certos investimentos versus a importância em proteger o caixa em 2022, como forma de se precaver de uma deterioração maior na demanda. A perspectiva é que os desembolsos se concentrem ainda em projetos no digital, como em 2021.

“Há realidades muito específicas em cada varejo, mas um dos fatores que serão definidores será a posição de caixa. Há empresas que fizeram captações entre 2020 e 2021 e não estão alavancadas [como Petz, Renner e Magalu], e outras que tem consumido caixa, como Via. Então as diferenças de posicionamento podem variar até mesmo dentro do mesmo setor”, diz Danniela Eiger, analista de varejo da XP.

Outra analista, Karen Atsuta, da Genial Investimentos, diz que é esperado que a Marisa, por exemplo, apesar de ter sido bem-sucedida na oferta de ações recém-concluída, de R$ 206 milhões, “seja mais cautelosa em relação aos investimentos, sobretudo neste primeiro semestre”, e use recursos como reserva de emergência. Cenário de incerteza e renda das classes C em queda são fatores de pressão.

Especialistas lembram que, mesmo que o aumento do custo do capital e o mercado mais seletivo para ofertas impactem nos planos mais agressivos – especialmente em aberturas – os investimentos em novas lojas foram sendo retomados em 2021 por parte das grandes cadeias. As médias e pequenas redes, porém, estão mais lentas nesse processo.

As empresas de capital aberto ainda devem divulgar esses dados, mas a Renner já disse que projeta 40 a 50 aberturas em 2022, para todas as marcas do grupo – mesmo patamar de 2019, antes da crise. A C&A estima 25 novas lojas em 2022, na mesma faixa de 2021. Magazine Luiza fala em 1.560 lojas ao fim de 2022 (120 a mais que em 2021), e antes da crise abria, em média, 100 a 150 unidades ao ano. A Via abriu 100 em 2021 e estima mesmo número em 2022.

Fonte: Adriana Mattos, Valor

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Varejo

Produtos frescos impulsionam as vendas on-line dos supermercados em 2021

De Administrador SH 7 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Pesquisa aponta alta acentuada no comércio eletrônico do varejo alimentar e destaca que os FLVs foram os campeões de vendas no período 

Mesmo com o avanço na vacinação no país e decorrente reaquecimento do comércio físico, os consumidores têm preferido cada vez mais realizar as compras de supermercado por meio de aplicativos e sites. Um levantamento realizado pela Linx, líder e especialista em tecnologias para o varejo, a partir de informações da solução Mercadapp, plataforma de vendas on-line especializada em e-commerce para supermercados, mostrou o crescimento de 39,64% no número de pedidos em relação a 2020 e aumento de 33,99% na receita das vendas no mesmo período.
 

“Os supermercados viveram uma das maiores digitalizações no período da pandemia, tiveram que buscar alternativas para chegar à casa do consumidor, driblando um momento de desafio nas compras presenciais. Resultado da estratégia, esses negócios (venda digitais e por aplicativos) cresceram e, para além disso, vêm se estabelecendo como um novo formato para fazer compras, pela praticidade de não precisar enfrentar uma fila grande em um caixa, por exemplo”, afirma Gabriel Gurgueira, diretor da Mercadapp na Linx.
 

No comparativo semestral, o número de pedidos de janeiro a junho de 2021 cresceu 58,39% em relação ao mesmo período de 2020, enquanto de julho a dezembro, a taxa de crescimento foi de 23,9%. Os meses que tiveram mais pedidos foram março, abril e maio, com grande destaque para março, que na comparação ao ano anterior, obteve crescimento de 158,4%.
 

“Essa alta no primeiro semestre de 2021 pode ser explicada pela iminência do aumento de casos de covid, quando as restrições passaram a endurecer novamente, fazendo com que houvesse um salto no fluxo de pedidos on-line. Já o percentual do segundo semestre não significa que o setor decaiu, pelo contrário, continuou crescendo no comparativo mensal com 2020, só de forma menos intensa, com o fim definitivo de restrições no comércio”, pontuou o executivo.
 

Hortifruti na frente

O estudo da Mercadapp também ranqueou os produtos mais pedidos no ano, em que as frutas, verduras e legumes foram os campeões de venda. Entre os produtos-destaques, a Banana Prata registrou a maior quantidade vendida, ultrapassando a casa do milhão, mas no comparativo com 2020, o produto teve queda de 7,7%. Na sequência aparece a Batata Inglesa, que obteve crescimento de 19,4% nas vendas, depois a Cebola Branca com 23,9%, a Laranja Pera com 6,6% e fechando o top 5, o Limão Taiti, com aumento de 2,6%.

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Tendências

Amazon refina estratégia em supermercados

De Administrador SH 7 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Em 2021, varejista conseguiu diferenciar melhor as propostas de valor e o posicionamento de mercado de suas bandeiras Whole Foods e Amazon Fresh

A Amazon definiu uma nova estratégia para impulsionar suas vendas no varejo físico de supermercados. O objetivo é segmentar melhor sua atuação com as bandeiras Whole Foods e Amazon Fresh e diminuir o cross shopping entre as duas bandeiras.

De acordo com um relatório da Placer.ai, feito com base em informações de fluxo de clientes, A bandeira Amazon Fresh teve forte aumento no fluxo de clientes ao longo de 2021, com destaque para a primeira loja da rede, em Woodland Hills, na Califórnia (+24,1% de fluxo entre junho e dezembro do ano passado). O estudo avaliou as 8 primeiras lojas da rede, justamente para eliminar o “efeito novidade” que costuma aumentar o fluxo nos PDVs em seus primeiros meses de vida.

Também foi possível determinar a área de influência das lojas, que varia entre 66,1 km2 e 116,47 km2. Segundo a Placer.ai, a maioria das lojas analisadas viu sua área de influência diminuir ou se manter estável ao longo do ano, o que, em conjunto com o aumento do tráfego, mostra que essas lojas estão sendo mais eficientes em atender às demandas dos consumidores locais – trazendo assim mais fluxo a partir de uma área menor.

Ao longo do ano passado, a bandeira Whole Foods também teve um aumento no fluxo de clientes. Na comparação com 2019, o volume de visitas começou 2021 negativo em 21,8%, finalizando dezembro apenas 5,2% abaixo. Com 40 novas lojas planejadas para 2022, a rede continua se recuperando, embora não tenha conseguido aproveitar tão bem o crescimento das vendas dos supermercados durante a pandemia.

Segundo os dados da Placer.ai, também já está claro que a Amazon está posicionando a bandeira Fresh em um segmento mais econômico, mantendo a Whole Foods mais “premiunizada”. Isso faz com que clientes Fresh comprem com mais frequência em redes como Aldi e Ralphs do que na Whole Foods (que só é visitada por pouco mais de 10% dos clientes Fresh). A conclusão é que a Amazon está conseguindo diferenciar melhor suas marcas para os clientes, apresentando propostas complementares para alcançar públicos diferentes.

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Varejo

Na guerra do vinho, vencem os supermercados

De Administrador SH 7 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

No Brasil, quatro de cada cinco garrafas importadas da bebida são vendidas por redes em todo o país

Desde o início da pandemia, as vendas de vinho no Brasil estão em polvorosa. Novas importadoras nascem a torto e a direito enquanto as que já existem fundem-se e gigantizam-se. De repente, beber vinho virou moda. Tem muita gente ficando rica lançando clubes de degustação (com cursos on-line), e-commerces e wine bars. Nem sequer a alta da inflação segurou a sede do consumidor.

O que pouca gente sabe é que quatro de cada cinco garrafas de vinho importadas são vendidas por supermercados. Pão de Açúcar, Big Brasil e Zaffari (os três maiores, em volume de vendas) mais as redes concorrentes detêm 79% do mercado, contra 16% das importadoras e e-commerces e 5% dos restaurantes.

Prova de que os supermercados estão nesse jogo para ganhar foi a contratação de um dos maiores sommeliers do país pela rede paulista St. Marché. Esta semana, Massimo Leoncini deixou o posto de braço-direito de Mariano Levy, cofundador da prestigiosa importadora Grand Cru, que ocupou por sete anos. No St. Marché, irá treinar os sommeliers, lançar um e-commerce e fazer a seleção de vinhos e destilados.

Leoncini, que foi sommelier da Enoteca Pinchiorri (restaurante em sua Toscana natal, que tem uma adega mítica) e do Fasano, diz ter saído porque busca novos desafios. Suponho que a venda recente da Grand Cru ao e-commerce Evino, especializado em preços baixíssimos – e o inevitável choque de culturas que a fusão acarreta – pesou na decisão. “O Massimo é o máximo, não tem ninguém melhor do que ele no Brasil !”, diz Bernardo Ouro Preto, CEO do St. Marché (com 25 lojas, incluindo o Empório Santa Maria) e fanático por vinhos.

Ouro Preto afirma que sua rede, por onde passam 160 mil clientes por semana, é a maior vendedora do país de vinhos premium (custando a partir de R$ 100). Não é preciso bola de cristal para ver onde ele quer chegar comprando o passe do sommelier que descreve como “culto, inteligente, entendedor e cativante”. Somo à lista de elogios um que vem muito a calhar: craque em negócios.

Fonte: Alexandra Forbes, O Globo

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Varejo

DMCard registra recorde no volume de pagamentos feitos com seus cartões

De Administrador SH 7 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

No ano passado, companhia também teve o maior aumento da carteira de crédito em números absolutos desde a sua fundação

Já consolidada entre as líderes no setor private label, a partir de agora, empresa planeja repetir o mesmo crescimento acelerado em seus outros produtos de crédito, como o cartão DMCard Mastercard, a DMConta digital e se prepara para a ampliação de sua linha de empréstimo pessoal

A DMCard encerrou 2021 com uma carteira de crédito de R$ 809 milhões, o que significa um crescimento de 61% quando comparado ao final de 2020, quando o volume era de R$ 504 milhões. Este é um recorde histórico para a empresa, foi o maior aumento da carteira de crédito em números absolutos desde a sua fundação, há 19 anos.

Além disso, os resultados de 2021 trazem também um novo recorde no volume de pagamentos realizados com os cartões DMCard, que movimentaram R$ 4 bilhões no ano passado. Esse montante representa um crescimento de 37% comparado ao ano anterior.

“Ao mesmo tempo em que celebramos quebras de recordes, já temos muito claros os nossos drivers de crescimento para 2022. Nosso time continua muito engajado no propósito de simplificar e democratizar o acesso ao crédito. Vamos continuar desenvolvendo nosso diferencial de ser uma plataforma de soluções financeiras inclusivas e saber atender com rentabilidade um mercado enorme ainda inexplorado pelos demais players”, diz Tharik Moura, CFO da DMCard.

Cartão DMCard Mastercard, conta digital e empréstimo pessoal

A DMCard nasceu como uma administradora de cartões de crédito private label para o setor supermercadista, que ainda é seu principal produto financeiro e setor no qual, há anos, está entre as líderes de mercado. Contudo, em meados de 2020, a empresa deu início a um plano de ampliação de sua oferta B2C com o lançamento do DMCard Mastercard, seu primeiro cartão bandeirado e que, quase dois anos depois, já representa 10% de toda a movimentação em pagamentos.

Ao final daquele ano, mais um passo no objetivo de conseguir atender o consumidor em todas as suas necessidades financeiras foi o lançamento da conta digital DMConta. Além disso, durante 2021, também estruturou uma linha de crédito para empréstimos pessoais que já atua em uma base controlada e deve ser disponibilizada oficialmente, com exclusividade para clientes dos cartões DMCard, ainda no primeiro trimestre deste ano.

“Estamos trabalhando para que os novos produtos tenham uma evolução muito rápida no mercado, assim como nosso histórico com o cartão private label, que há dez anos tem média de crescimento de 35% ao ano. Por isso, 2022 será um ano importante que vai consolidar a DMCard entre os maiores players no setor financeiro do país”, conta o CFO.

Busca pelos cartões DMCard dobrou em 2021

Há quase dez anos, a DMCard adotou como estratégia se concentrar e se especializar no setor do qual bancos e financeiras decidiram se retirar, o cartão private label (cartão de loja). Um modelo de acesso ao crédito que atrai muito as classes de menor poder aquisitivo que se tornaram o público-alvo da empresa. A partir de então, as necessidades específicas dessa parcela da população passaram a ser o foco no desenvolvimento de novos produtos e soluções.

“Grande parte de nosso crescimento acelerado se deve o aperfeiçoamento constante no segmento e nas necessidades do público que atuamos. Com isso, pudemos desenvolver internamente tecnologias, metodologias e processos sofisticados para análise de crédito, detecção de fraudes, aumento de limite e régua de relacionamento”, explica.

O executivo ainda acrescenta que o cenário econômico também exerce um papel importante. “O poder de compra de nossos consumidores é sensível às movimentações da economia e, muitas vezes, dependem do crédito para manter o seu consumo. É por isso que, em um ano desafiador como foi 2021, a busca pelo crédito na DMCard dobrou”.

O crescimento a que Moura se refere foi o recebimento de 2,6 milhões de propostas solicitando crédito por meio dos cartões de loja ou do DMCard Mastercard. Isso representa um aumento de mais de 100%, já que, em 2020, foram aproximadamente 1,3 milhões de propostas.

Além do cenário apontado pelo executivo, a digitalização da empresa também foi a alavanca para esse salto. Desde 2020, a empresa implantou um canal de envio de propostas por meio do Whatsapp. “A novidade facilitou muito nossa relação de prospecção, já que o consumidor passou a solicitar seu cartão de qualquer lugar, 24 horas por dia. Hoje não há mais a necessidade de ir até uma loja fazer um cartão do supermercado”, destaca.

Atualmente, 56% de todas as propostas recebidas chegam por este canal que se tornou a principal ferramenta de captação de novos clientes da empresa. “Escolhemos o Whatsapp após ouvirmos muitos feedbacks nos apontando que, muitas vezes, nosso público não tem espaço de armazenamento disponível em seus smartphones ou mesmo dados de internet suficientes para baixar aplicativos pesados e complexos. Optamos então por utilizar um APP que já está no celular do brasileiro”, explica o CFO.

Ticket médio praticamente estável

Ainda em 2021, as compras realizadas nos cartões DMCard registraram um ticket médio de R$ 163,95, um crescimento de 11% acima do registrado em 2020, que foi de R$ 147,98. Essa variação acompanha a inflação do período, por isso pode ser considerada estável, apontando para compras mais racionais sem incluisão de novidades no carrinho de compras do consumidor.

“Observando o ticket médio estável e o número de propostas recebidas, podemos concluir que nossos bons índices de crescimento foram sustentados por um eficiente plano para a conquista de novos clientes”, explica Moura.

“Além de tudo isso, o que nos faz realmente diferentes no mercado é o fato de termos nos transformado em uma empresa ágil, moderna e tecnológica sem perder nossa essência do cuidado com as pessoas. Aqui, a tecnologia nos dá suporte para sermos mais humanos. Por isso, como resultado de 2021, também celebramos o aprofundamento dessa nossa cultura, que é bem particular. Dentre tantos números que se destacam um dos que nos deixa mais felizes é estar entre as maiores notas em importantes indicadores que medem a satisfação das pessoas, tanto entre colaboradores, com nota 4,8 no Glassdoor e e-NPS de 88, como entre os consumidores, com nota 9,3 de satisfação no ReclameAQUI”, conclui Moura.

Sobre o Grupo DMCard

A DMCard nasceu em 2002 como uma administradora de cartões de crédito private label (o cartão de loja), setor em que é líder de mercado e crescendo em média 35% ao ano, nos últimos nove anos, e ultrapassando a marca de 4,2 milhões de cartões emitidos e 1 milhão de cartões ativos. Atualmente, está presente em 3.620 pontos de venda espalhados por todo Brasil.

Desde 2019, começou a ampliar seu portfólio de produtos financeiros oferecendo cartão de crédito bandeirado, conta digital e linhas de empréstimo, passando por uma transição em seu modelo de negócio e, hoje, atua como um grupo de produtos financeiros voltados para a concessão de crédito.

Além disso, também tem se tornado especialista em inovações para o varejo por meio das mais avançadas tecnologias, a maioria delas por meio do desenvolvimento interno, e conta com um time de especialistas em ciência de dados para oferecer, cada vez mais, melhores produtos e serviços aos clientes.

Pessoas sempre foram prioridade na DMCard. A avaliação interna pelo E-NPS (Employee Net Promoter Score), indicador que mede o quanto os colaboradores classificam a empresa como um bom local para se trabalhar, alcançou um excelente resultado com índice 92 de satisfação. Além disso, na plataforma Glassdoor, a empresa está avaliada com a nota de 4,8 (em uma escala de zero a cinco), o que a posiciona em nota similar ou ainda mais alta do que as maiores e mais desejadas empregadoras do país.

Além do público interno, também conta com ótimos índices na satisfação dos clientes. A DMCard possui o selo RA1000 e com um índice de satisfação no atendimento pelo call center de 94 e NPS (Net Promoter Score) atual de 74, índices que mostram um compromisso em também oferecer o melhor serviço para nossos parceiros e clientes.

A DMCard se transformou em uma grande plataforma de serviços financeiros inclusivos. Para potencializar a capacidade de atendimento a seus clientes, sejam varejistas (B2B) ou consumidores finais (B2C), o grupo vem há alguns anos seguindo uma agenda de aquisições e investimentos.

Atualmente, entre as empresas do grupo estão a DMCard S.A, a DMCard SCD (produtos financeiros voltados para a concessão de crédito), DMCard Meios de Pagamento (credenciadora dos estabelecimentos), DMCard Securitizadora (voltada para a captação de recursos financeiros), DMCard Ltda e Infocards.

7 de fevereiro de 2022 0 Comentários
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