SuperHiper
  • Seções
    • ABRAS
    • Shopper
    • Consumo nos Lares
    • Gestão
    • ESG
    • Eventos
    • Pessoas
    • Tendências
    • Política
    • Inovação
    • Varejo
    • Tecnologia
    • Indústria
  • Sala SuperHiper
  • Newsletter
  • Revista
  • Anuncie
  • Contato
  • Seções
    • ABRAS
    • Shopper
    • Consumo nos Lares
    • Gestão
    • ESG
    • Eventos
    • Pessoas
    • Tendências
    • Política
    • Inovação
    • Varejo
    • Tecnologia
    • Indústria
  • Sala SuperHiper
  • Newsletter
  • Revista
  • Anuncie
  • Contato
segunda-feira, setembro 21, 2026
SuperHiper
SuperHiper
SuperHiper
  • Seções
    • ABRAS
    • Shopper
    • Consumo nos Lares
    • Gestão
    • ESG
    • Eventos
    • Pessoas
    • Tendências
    • Política
    • Inovação
    • Varejo
    • Tecnologia
    • Indústria
  • Sala SuperHiper
  • Newsletter
  • Revista
  • Anuncie
  • Contato
Varejo

Coca-Cola Femsa amplia participação no mercado interno

De Administrador SH 25 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Cade aprovou o negócio com a indústria que mais envasa Coca-Cola no planeta

Maior engarrafadora da Coca-Cola no mundo em volume de vendas, a Coca-Cola Femsa concluiu a aquisição de 100% da engarrafadora CVI Refrigerantes, localizada no Rio Grande do Sul. O acordo de compra foi firmado em dezembro de 2021 e aprovado sem restrições pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). O valor do negócio foi de R$ 632,5 milhões.

A estimativa é que as vendas da CVI em 2021 tenham chegado a 30,9 milhões de caixas, o que não inclui cervejas. Com a operação, a Femsa amplia sua participação nas vendas de Coca-Cola no Brasil de 50% para 52%. Entre os ativos, estão uma fábrica em Santa Maria e três centros de distribuição que abastecem 13,5 mil pontos de venda, chegando a 2,8 milhões de consumidores locais.

“A aquisição da CVI Refrigerantes expande o posicionamento da Coca-Cola Femsa no Brasil. Com ela, consolidamos nossa presença na região Sul e nossa posição de liderança no país”, diz, em nota, Ian Craig, presidente executivo da Coca-Cola Femsa Brasil.

Fonte: Raquel Brandão, Valor

25 de janeiro de 2022 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Varejo

Atacarejo na Grande SP entra na era online

De Administrador SH 25 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Nova plataforma tem o Clique & Retire no estacionamento e a entrega delivery para melhorar a experiência do cliente 

Para agregar ainda mais praticidade à experiência de compra, o Giga Atacado lançou o e-commerce na região de Alphaville. Com a plataforma, o consumidor pode fazer suas compras de forma on-line pelo site (www.giga.com.vc) e retirar no estacionamento da loja Giga Tamboré (Alameda Araguaia 2879), serviço chamado Clique & Retire.

Há ainda a opção de delivery nas regiões de Barueri, Santana de Parnaíba e Osasco. Para receber suas compras na loja, o cliente deve se dirigir ao estacionamento da unidade, seguir as marcações no chão e indicações das placas até o final do estacionamento, parar entre os totens na área de “Clique e Retire”, tocar a campainha, se identificar com o número do pedido, abrir o porta-malas e pronto. Em até i minuto um atendente acomodará as compras no veículo.

Segundo a marca, em breve, mais lojas também contarão com o serviço Clique & Retire, que atualmente também é oferecido na unidade do bairro do Limão, em São Paulo.

“É nossa segunda loja a contar com serviço do Clique & Retire, é preço de atacado no porta-malas do carro em menos de i minuto, não precisa nem descer do veículo! Esperamos replicar o sucesso da loja do Limão, onde temos grande adesão, principalmente dos comerciantes que buscam praticidade”, apontou André Nassar, CEO Giga Atacado.

Mix de produtos

Um dos destaques desta novidade é que o mix de produtos da loja física está disponível também para o on-line, incluindo hortifruti e perecíveis. Outra vantagem é que, na plataforma, o cliente conta com dinâmicas promocionais, cupons de descontos exclusivos e todas as ofertas das lojas.

“Com condições especiais para atender pequenos e médios comerciantes ou mesmo sua família disponibilizando preços atrativos no atacado e vendendo também no varejo. E além de preços competitivos, há o cupom de Primeira Compra de R$SO reais utilizando o CHEGUEIGIGA em compras acima de R$299”, destacou.

25 de janeiro de 2022 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Tendências

NRF: 5 tendências que vieram para ficar

De Administrador SH 25 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Steven Williams, CEO da PepsiCo, revela como percebe o futuro do varejo supermercadista nos EUA e no mundo

O crescimento dos supermercados de vizinhança, o avanço do e-commerce no setor de alimentos e foco em valor são algumas tendências importantes para o varejo americano em 2022 e nos próximos anos. Essa foi a visão apresentada por Steven Williams, CEO da PepsiCo Foods, em sua apresentação na semana passada na NRF Big Show, em Nova York.

Para o executivo, essas tendências não surgiram durante a pandemia, mas ganharam muita força com as restrições à circulação de pessoas. “O varejo se mostrou resiliente e reforçou aspectos como o pertencimento à comunidade e o atendimento às demandas dos clientes por praticidade”, comenta.

Steven Williams, CEO da PepsiCo Foods

Para Williams, o futuro dos supermercados americanos passa por estes 5 pontos:

  1. Supermercados locais ganham força: durante a pandemia, as lojas de vizinhança se tornaram ainda mais relevantes para os clientes. “São lojas que fazem parte da história da comunidade, e esse tipo de vínculo se tornou mais importante na crise”, afirma o executivo.
  2. E-commerce de alimentos em alta: plataformas de varejistas, operações D2C da indústria e plataformas de delivery de terceiros geram um novo cenário para a venda de alimentos. A própria PepsiCo avançou nesse sentido, com a construção do Snacks.com em apenas 40 dias no início da pandemia. “Passamos a entender melhor nossos clientes, o que também ajuda nossas operações de varejo, independente do canal”, diz.
  3. Alimentação em casa continua: uma forte tendência na pandemia foi a preparação de refeições em casa. E ela continuará mesmo com menores restrições à circulação de pessoas. “Existem muito mais ocasiões para as famílias se alimentarem em casa, porque o comportamento dos clientes mudou”, afirma. Mais pessoas trabalham em casa ou nas proximidades, o que muda os padrões de deslocamento.
  4. Valor, cada vez mais importante: com o aumento da inflação e a insegurança em relação às suas finanças no futuro, os consumidores estão cada vez mais atentos ao valor que obtêm em suas compras. A busca por uma melhor relação custo/benefício muda padrões de consumo e afeta o desempenho de categorias inteiras.
  5. Produtos em embalagens multipack: a PepsiCo adotou na pandemia a ideia de embalagens com várias unidades de produtos em apresentações unitárias. “Percebemos o consumo mudando para o multipack, que traz flexibilidade e mais oportunidade de escolha para famílias que querem evitar ao máximo o manuseio de produtos nas lojas”, comenta Williams.
25 de janeiro de 2022 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Varejo

A força da marca própria no varejo de alimentos

De Administrador SH 25 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

O mercado já vive a quinta geração de produtos elaborados com alta tecnologia

Já não é de hoje que supermercados têm investido em produtos de marcas próprias. Porém, nos últimos anos, isso tem se intensificado cada vez mais.

“As marcas de varejo (marcas próprias ou exclusivas) são excelentes instrumentos de fidelização e rentabilidade para o varejista. Traz vantagens de crescimento da participação de mercado para a indústria e são ótimas opções de gerar economia para o consumidor final. As marcas próprias são centenárias e, no Brasil, já estão em processo de evolução há pelo menos 60 anos. Estamos na 5ª geração de marcas próprias atualmente, o que chamamos de ‘Geração Respeito’. É uma geração de novas tecnologias de produtos e embalagens, produtos diferenciados e premium, e sustentabilidade natural e social fazem parte da evolução desta nova geração de marcas próprias onde o ‘respeito’ está ligado a todos os tipos de relacionamento construído entre o varejo, a indústria e o consumidor final”, destaca Marco Antonio Ablen Quintarelli, instrutor do Instituto de Desenvolvimento e Inovação (Ideia) da Associação dos Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (Asserj), que atua há mais de cinco décadas para fortalecer e defender a cadeia supermercadista do estado.

A marca própria está em todas as categorias e nos diversos formatos de varejo. Vai desde as commodities até eletroeletrônicos, passando pela linha de pet e material de construção, têxtil e mercado de luxo.

Nos supermercados, Marco Antonio Quintarelli diz que os maiores volumes neste momento estão ligados às commodities (óleo, açúcar, café, arroz, feijão etc.); mercearia doce e salgada (biscoitos, geleias, achocolatados etc.); bebidas frias (águas, sucos e chás) e artigos de limpeza (detergentes, lava-roupas, amaciantes, desinfetantes, entre outros), porém o crescimento em categorias de valor agregado é cada vez mais forte.

E uma curiosidade que Marco Antonio Quintarelli elucida: quem fabrica esses produtos de marcas próprias, já que os supermercados não têm fábricas e indústrias de alimentos?

“A parceria indústria e varejo é muito afinada. Os fornecedores são escolhidos com critérios de avaliação de qualidade geral e de produto, capacidade de produção e competitividade de preço. Tudo feito de maneira estruturada e criteriosa que vai desde a criação do conceito da marca a ser utilizada, passando pela fórmula do produto, design de embalagens, logística de distribuição e trabalho no Ponto de Venda (PDV). Um negócio dentro do seu negócio”, responde o instrutor da Asserj.

Marco Antonio Quintarelli também cita que cada supermercado pode ter produtos próprios que vendem mais que o líder de categoria. “Produtos como leite, café, achocolatado, papel higiênico, guardanapos e toalha de papel costumam ter destaques de vendas em diversos supermercados”, diz ele.

Qualitá, Taeq, Casino, Club des Sommeliers, Cheftime…

O GPA é um dos maiores grupos de varejo alimentar da América do Sul. Está presente em todas as regiões do Brasil e reúne algumas das marcas e redes mais conhecidas do varejo brasileiro, como Compre Bem e Pão de Açúcar e as marcas exclusivas Qualitá, Taeq, Casino, Club des Sommeliers, Cheftime e Finlandek.

Eduardo Finelli, diretor de Marcas Exclusivas do GPA, afirma que o grupo é pioneiro no segmento de marcas próprias no varejo alimentar, lançando a primeira linha na década de 1970.

“As marcas próprias da companhia unem qualidade e entrega de segurança em uma compra inteligente, mas sem perder o foco em oferecer preço competitivo. Nossa intenção é propiciar uma alternativa de compra de produtos com qualidade e preços competitivos no segmento de atuação de cada produto, aumentando a fidelização de nossos clientes. Definimos a oferta e o sortimento de marcas exclusivas de acordo com o posicionamento de marca dos diferentes modelos de negócio do GPA, bem como o acompanhamento do comportamento de compra dos nossos consumidores”, diz.

O GPA conta com um sortimento de aproximadamente 5.800 produtos de marcas exclusivas e o portfólio é composto pelas marcas: Qualitá, com diversos produtos como itens do dia a dia, alimentação e limpeza; Taeq, com foco em alimentação saudável, com produtos como aveia, iogurtes, chás, barras de cereais, geleias, sucos, frango, sopas e arroz integral, além de produtos orgânicos, como frutas, legumes e verduras; Casino, com produtos importados e diferenciados, como o creme de avelã, massas e chocolates; Cheftime, com soluções prontas para consumir, levar ou preparar, além de kits gastronômicos; Club des Sommeliers, que apresenta vinhos de várias nacionalidades; Fábrica 1959, com cervejas artesanais; Finlandek, com artigos para casa, como copos, pratos, edredom, almofadas, entre outros; e Nous, com produtos de cuidados pessoais e beleza.

O diretor salienta que os produtos de marcas próprias do GPA são fabricados e embalados por fornecedores parceiros, seguindo rígidos controles de qualidade.

“A companhia deu um importante passo na profissionalização desses processos no início de 2013 quando lançou o Programa Evolutivo de Qualidade (PEQ),que atinge 100% dos fornecedores das nossas marcas exclusivas. O PEQ é inédito e referência no varejo, englobando as etapas de desenvolvimento de novos produtos, o aprimoramento das fórmulas e receitas dos itens já produzidos pelos fornecedores, testes laboratoriais, de embalagem e sensoriais com os consumidores, além de auditorias de qualidade e sociais.

Hoje, o PEQ atua com mais de 230 fornecedores de produtos de marcas próprias industrializados”, diz.

Em 2020, a fatia desses produtos nas vendas alimentares do GPA foi de 20%. E 80% dos clientes que passaram pelas lojas do grupo compraram algum item de marca própria.

“Conseguimos um índice de retenção alto, de mais de 60%. Neste último trimestre de 2021, reportamos uma participação de 21,5% nos resultados”, diz ele. Atualmente, o GPA conta com 697 lojas físicas.

Experiência de compra exclusiva

“Investir em marca própria é gerar diferenciação para o cliente através de uma experiência de compra exclusiva”, destaca Junior Souza, diretor comercial da Rede de Supermercados Pague Menos, com 31 lojas no estado de São Paulo.

Carnes, embutidos, pães, snacks, produtos congelados (batata e pão de queijo), queijo ralado, sucos, massas, molhos e azeites são alguns dos produtos da linha marca própria Pague Menos.

“Esses nossos produtos são feitos com o mais alto controle de qualidade, com auditoria dos órgãos fiscalizadores e definidos com o critério de qualidade similar das marcas líderes de mercado. Tanto os produtos que são produzidos pelo Pague Menos, como os produtos que são produzidos pelas indústrias parceiras, são produzidos e embalados pelas mesmas empresas. Escolhemos os nossos parceiros através de um rigoroso processo de auditoria”, diz ele.

Em média, os itens da marca própria da rede são 15% mais baratos do que os das marcas líderes de mercado. Junior Souza também corrobora que o objetivo desse investimento é gerar fidelização dos clientes através de um produto exclusivo. “Ressalto que nossos produtos têm grande aceitação dos nossos clientes”, diz.

Investimento

O Barbosa Supermercados é uma rede do segmento supermercadista que decidiu investir em produtos de marcas próprias. Conta com 32 lojas em 11 cidades na Grande São Paulo e no interior do estado, como Tatuí e Sorocaba. O objetivo desse investimento, segundo José Agnaldo Ferreira de Jesus, diretor comercial, de marketing e supply chain da rede, é fortalecer a marca Barbosa entre os consumidores e trazer um diferencial para o mix de produtos, com objetivo de fidelizar os clientes e também para trazer uma melhor rentabilidade.

O portfólio da marca é extenso. Arroz, feijão, café, açúcar refinado, margarina, requeijão, panetone, temperos, geleia, água mineral e muito mais.

“Os nossos produtos são fabricados e embalados dentro dos critérios estabelecidos pelos órgãos exigidos do mercado de alimentos e produzidos pelos fornecedores líderes de mercado, além de serem escolhidos com análise de mercado, e os critérios utilizados são de buscar produtos das principais categorias de maiores vendas, para que possamos gerar produtos de qualidade e percepção de fidelizar os clientes”, esclarece José Agnaldo Ferreira.

Casa de Mãe na casa do consumidor

Sandra Caires Saboia, head da Unigrupo Novos Negócios e marcas exclusivas, conta que a marca exclusiva do grupo chama-se Casa de Mãe, a qual remete o consumidor a um saudosismo.

“Nessa linha de condução tentamos trazer por meio do design das embalagens, produtos que ao bater os olhos já trazem certo aconchego na marca. Outro ponto a ser ressaltado é o cuidado com a qualidade em tudo o que colocamos nela”, diz.

O projeto Casa de Mãe prevê atingir 2 mil itens em todas as categorias de produtos em mercearia, perecíveis e bazar. “Atualmente estamos com 50 itens presentes em lojas, sendo que 90% de mercearia”, diz Sandra Saboia.

O diferencial de preços dos itens Casa de Mãe chega a ser bem significativo diante dos produtos concorrentes. “A atratividade da apresentação dos produtos nas prateleiras e os preços competitivos, esses dois fatores, juntos, atraem o consumidor para a compra e depois a recompra”, diz ela.

A Associação Unigrupo é composta por 13 redes de varejo. São aproximadamente 300 lojas espalhadas por seis estados mais o Distrito Federal.

Fonte: Food Service News

25 de janeiro de 2022 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Varejo

E-commerce registra recorde histórico em 2021

De Administrador SH 25 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Dados da Neotrust registram maior participação do online no total das vendas 

O faturamento do comércio eletrônico teve um resultado expressivo no ano de 2021 com alta de 48,41%. Seguindo essa tendência, considerando o mesmo período, as vendas também expandiram: 35,36%. Os dados são do índice MCC-ENET, desenvolvido pela Neotrust | Movimento Compre & Confie, em parceria com o Comitê de Métricas da Câmara Brasileira da Economia Digital (camara-e.net).

“O forte crescimento das vendas online em 2021 revela um novo hábito do consumo, com migração de compras para a internet. No ano passado, não tivemos períodos críticos de confinamento e quarentena como em 2020, e, mesmo assim, os consumidores adotaram em maior proporção as compras remotas. Em novembro de 2021, o e-commerce representou 17,9% das vendas varejistas, um recorde no histórico observado desde janeiro de 2018, quando a penetração era de apenas 4,7%”, afirma Gastão Mattos, responsável pela Divisão de Varejo Online da camara-e.net.

Vendas online

Na análise das vendas praticadas pela internet, referente à comparação entre dezembro de 2021 com o mesmo mês do ano anterior, houve expansão de 15,15%. Por sua vez, quando a avaliação é entre os meses de dezembro e novembro, teve queda de (−27,48%).

Considerando os dados por região, dezembro de 2021 ante o mesmo período de 2020, os resultados foram: Norte (32,70%); Centro-Oeste (26,55%); Nordeste (23,69%); Sul (15,24%); e Sudeste (11,99%).

Já no acumulado dos últimos 12 meses, o desempenho foi: Norte (56,16%); Centro-Oeste (52,58%); Nordeste (48,43%); Sul (38,98%); e Sudeste (30,30%).

Faturamento

A métrica de faturamento, quando o período comparado foram os meses de dezembro (2021 e 2020), teve alta de 16,52%. Mas, em contrapartida, ao validar entre dezembro e novembro, teve queda de (−39,50%).

Os resultados por região, usando a base de comparação entre os meses de dezembro (2021 e 2020), foram Centro-Oeste (27,68%); Norte (25%); Sul (21,87%); Nordeste (20,03%); Sudeste (12,82%).

No acumulado dos últimos 12 meses, a configuração ficou da seguinte forma: Centro-Oeste (67,73%); Norte (61,13%); Sul (57,97%); Nordeste (56,91%); e Sudeste (41,65%).

Participação do e-commerce no comércio varejista

Em novembro de 2021, o e-commerce representou 17,9% do comércio varejista restrito (exceto veículos, peças e materiais de construção). No acumulado dos últimos 12 meses, nota-se que a participação do e-commerce no comércio varejista corresponde a 12%. Vale destacar que esse indicador foi feito a partir da última Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE, divulgada no dia 14 de janeiro.

Categorias

Em novembro de 2021, a composição de compras realizadas pela internet, por segmento, ficou da seguinte forma: equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (43,4%); móveis e eletrodomésticos (28%); e tecidos, vestuário e calçados (10,2%). Na sequência, artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (6,9%); outros artigos de usos pessoal e doméstico (5,6%); hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (3,8%); e, por último, livros, jornais, revistas e papelaria (2,1%). Esse indicador também utiliza a Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE como base.

Consumidores Online

Outra métrica avaliada pelo MCC-ENET revela que, no trimestre de outubro a dezembro de 2021, 18,5% dos internautas brasileiros realizaram ao menos uma compra online.

Metodologia do MCC-ENET

Os índices mensais vêm da comparação dos dados do último mês vigente em relação ao período base (média de 2017). Para compor o índice, a Neotrust | Compre & Confie coleta 100% de todas as vendas reais de grande parte do mercado de e-commerce brasileiro, utilizando adicionalmente processos estatísticos para composição das informações do mercado total do comércio eletrônico brasileiro. Também são utilizadas informações dos indicadores econômicos nacionais do IBGE, IPEA e FGV.

O MCC-ENET traz uma visão completa a respeito do e-commerce no país a partir da análise das seguintes variáveis: percentual nacional e regional de vendas online, faturamento do setor e tíquete médio. Outras métricas analisadas mensalmente são participação mensal do e-commerce no comércio varejista e crescimento do setor no varejo restrito e ampliado, além da distribuição das vendas por categoria. Por último, a penetração de internautas que realizaram ao menos uma compra trimestralmente pela internet também está contemplada no índice.

Não estão contabilizados no MCC-ENET dados dos sites MercadoLivre, OLX e Webmotors, além do setor de viagens e turismo, anúncios e aplicativos de transportes e alimentação, pois ainda não são monitorados pela Neotrust | Movimento Compre & Confie.

25 de janeiro de 2022 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Varejo

Mateus inaugura supermercado na região amazônica

De Administrador SH 23 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Abertura da loja acontece em área colonizada pelos japoneses há um século. Com mais essa inauguração, o grupo chega a 202 lojas em operação 

Grupo Mateus inaugura loja da El Camiño na cidade de Tomé-Açu (PA), uma unidade ampla, segura e confortável com 1004,08m² de área de vendas, 94 vagas para carros e 95 vagas para motos.

No local, clientes encontram uma variedade de produtos com preços acessíveis, o que movimenta muito a economia da região. Para garantir a satisfação dos clientes, a rede conta com o apoio de 111 novos colaboradores.

“Continuamos cumprindo a nossa missão de oferecer oportunidade de trabalho para centenas de famílias. Temos certeza de que com o auxílio de cada um iremos continuar expandindo o nosso jeito de ser para todo o Brasil”.

O novo supermercado El Camiño foi construído na cidade colonizada por japoneses no século passado. É um público com hábitos e características peculiares em uma rica região sempre voltada à agricultura.

Mateus em números

Com estas inaugurações, o Grupo Mateus inicia o ano com 202 lojas em operação, sendo 62 varejo, 43 atacarejo e 97 de Eletro. Por estado são 116 lojas no Maranhão, 70 no Pará, 13 no Piauí e 2 no Ceará.

Tomé-Açu

Através dos imigrantes japoneses Tomé-Açu tornou-se então o maior produtor mundial de pimenta-do-reino, onde cinco mil toneladas eram colhidas por ano, após a Segunda Guerra Mundial. Mesmo após a decadência da pimenta-do-reino, ainda hoje, Tomé-Açu continua sendo a maior produtora brasileira da dita especiaria.

Através dos japoneses a região também se transformou na maior produtora de acerola do Brasil. Sendo na região amazônica, do Nordeste Paraense, a principal referência.

Também pela decadência da pimenta-do-reino por causa da fusariose na década de 1970 os imigrantes japoneses começaram a plantar cacau, que ganhou destaque e fez de Tomé-Açu o 6º maior produtor do estado. Sendo que quase 100% de todo o cacau produzido em Tomé-Açu segue o Sistema Agroflorestal, o SAF, tornando Tomé-Açu referência internacional em agricultura sustentável. Desde 2008 os agricultores nikkeis de Tomé-Açu produzem o cacau fino.

23 de janeiro de 2022 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
TendênciasVarejo

Perecíveis são chave para crescimento dos supermercados

De Administrador SH 23 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Estudo da Deloitte mostra que redes americanas vão investir no aumento da área de vendas e em um maior sortimento de alimentos frescos em 2022

As vendas de alimentos perecíveis e refeições prontas nos supermercados americanos continuaram em alta em 2021 – e bem acima dos níveis pré-pandemia – apesar da recuperação do setor de foodservice. Isso não significa, porém, que não existam desafios a serem superados pelo setor neste novo ano.

Um estudo realizado pela Deloitte mostra que a maioria das redes de supermercados considera as categorias de alimentos frescos como essenciais na estratégia de crescimento das vendas nos próximos três anos. O levantamento, que ouviu empresas que respondem por mais de 20% do total de lojas no varejo de alimentos dos Estados Unidos, indica que, para os executivos das empresas, a tendência de comer em casa continuará em alta mesmo depois do fim da pandemia.

Para aproveitar as oportunidades, as redes de supermercados estão investindo no aumento do espaço nas lojas para itens frescos, na ampliação do sortimento da categoria e no incremento das equipes de atendimento ao cliente. Entre as prioridades identificadas estão a experiência na loja, o frescor dos alimentos nas vendas online e a oferta de refeições prontas ou pré-prontas.

Para aumentar as vendas, porém, as redes de supermercados identificam um fator complicador: os times nas lojas. O recrutamento e a retenção dos profissionais são considerados como um grande desafio por 80% dos entrevistados, que também reconhecem a necessidade de aumentar a responsividade das equipes e sua capacidade de oferecer as melhores soluções para os clientes.

23 de janeiro de 2022 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Varejo

Importação de alimentos e bebidas italianos avança no varejo brasileiro

De Administrador SH 23 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Conheça os produtos mais adquiridos pelo Brasil e o saldo da campanha realizada em quatro grandes redes de supermercados

Campanha promovida pela ITA – Italian Trade Agency em colaboração com alguns dos mais importantes representantes do varejo brasileiro de alimentos e bebidas promove vendas de R$ 11,3 milhões na edição de 2021, registrando crescimento de 89% em relação à edição anterior.

Realizada desde 2018 e com a expectativa de atingir em 2021 um resultado comercial 10% maior ao verificado no ano anterior, a Campanha Sabores da Itália surpreendeu as melhores previsões ao superar em 89% os resultados de 2020, registrando vendas de R$ 11,3 milhões (cerca de USD 2,1 milhões) e, portanto, comprovando que o brasileiro aumenta sua consciência sobre a qualidade da produção italiana, aderindo cada vez mais ao estilo saudável de se alimentar dos italianos.

A ação foi realizada nos estados de São Paulo, Paraná, Minas Gerais e Goiás, além do Distrito Federal, em 150 lojas de 4 importantes redes de supermercados (Festval, Oba Hortifruti, Supermercados Mambo e Supernosso). Também participaram da iniciativa a Casa Santa Luzia e o e-commerce de vinhos Evino, tendo esta última atuação em todo o território nacional.

Com o objetivo facilitar o acesso no Brasil aos produtos Made in Italy, ampliando a base de consumidores, apresentando novidades e descrevendo as características distintivas da produção italiana, a campanha envolveu a participação de 241 empresas italianas, entre produtores de vinhos e outras bebidas, biscoitos, massas alimentícias, bolos e doces industrializados, arrozes e preparações para risotos, massas secas e recheadas, tomates, molhos e conservas, azeites, vinagres, laticínios, presuntos, embutidos e produtos variados de mercearia.

A campanha teve sua primeira ação realizada em junho e estendeu-se até dezembro, em projetos de 7 a 15 dias de duração e que incluíram a realização de tabloides e material de comunicação nas lojas físicas e digitais dos parceiros, a produção de vídeos e spots para rádio, a realização de ações com influenciadores, a montagem de pontos extras e a implementação de ações direcionadas no CRM, além de uma forte campanha junto aos principais veículos de comunicação físicos e digitais.

Os resultados atingidos foram bastante expressivos, em especial ao se considerar que 2021 ainda foi um ano de restrições por conta da pandemia, com impacto negativo sobre os principais indicadores econômicos (frágil crescimento, lenta diminuição da taxa de desemprego, aumento galopante da inflação, desvalorização cambial etc.) e reflexos importantes sobre os hábitos de consumo dos brasileiros, que progressivamente deixaram o distanciamento social recomendado para o controle da disseminação do coronavírus e retomaram suas atividades presenciais.

Foram comercializadas 332,7 mil unidades de mais de 1 mil skus, sendo que o grande destaque ficou com a categoria de vinhos, cujas vendas durante a campanha bateram a marca de 163 mil garrafas, com uma ampla variedade de rótulos de praticamente todas as regiões italianas e opções para todos os gostos e poderes de compra, disponibilizadas a preços entre R$ 10,50 e R$ 1.478,50. Os preferidos foram os vinhos da Puglia, que registraram um total de mais de 53 mil garrafas vendidas.

Outros produtos bastante demandados incluem: tomates e produtos à base de tomates (19,1 ton.), massas secas (17,5 ton.), azeites (6,3 ton.), arroz e preparações para risotos (5,7 ton.), farinhas (3,4 ton.), panetones (3,3 ton.), biscoitos, snacks e afins (2,5 ton.), geleias, molhos e vinagres (2,3 ton.), massas recheadas (1,4 ton.), bombons, produtos à base de chocolate e outros doces (1,3 ton.).

A campanha Sabores da Itália é a etapa final de um longo trabalho realizado pela ITA – Italian Trade Agency de apresentação de novos produtos e fornecedores italianos a importadores e varejistas, que inclui a realização de missões de compradores à Itália e a participação a feiras de negócios no Brasil, estratégia que deve ser reforçada em 2022 com a realização de pavilhões italianos nas feiras Apas Show (São Paulo), Fispal (Sâo Paulo), Wine South America (Bento Gonçalves), além de rodadas de degustações de vinhos e cursos de formação para sommelier em diversas cidades brasileiras e missões de compradores às feiras italianas Cibus (Parma) e Vinitaly (Verona), entre outras ações.

IMPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE ALIMENTOS E BEBIDAS ITALIANOS

As importações brasileiras de alimentos e bebidas provenientes da Itália somaram USD 238,3 milhões em 2021, valor 3% superior ao verificado em 2020 (USD 231,3 milhões). Na comparação com os dados de 2019 (USD 228,9 milhões), período anterior ao início da pandemia, a expansão foi de 4,1%.

O resultado garante aos italianos uma participação de 2,4% nas importações brasileiras de alimentos e bebidas e coloca a Itália na 9ª posição entre os principais fornecedores do Brasil na categoria. Entre os países europeus, a Itália sobe para a 3ª posição, ficando atrás de Portugal (3,9%) e Espanha (2,5%).

Entre os principais itens italianos adquiridos pelo Brasil em 2021 destacam-se vinhos (USD 43,0 milhões), massas – inclusas as semiprontas e recheadas – (USD 30,9 milhões), azeites extravirgem de oliva (USD 21,5 milhões), tomates preparados e em conserva (USD 19,0 milhões), kiwi in natura (USD 14,0 milhões), biscoitos wafer e waffle (USD 12,2 milhões), maçãs in natura (USD 9,5 milhões), chocolates e produtos à base de chocolate em embalagens de peso igual ou inferior a 2Kg (USD 9,3 milhões), molhos (USD 8,0 milhões), arrozes e preparações para risotos (USD 7,7 milhões), sucos e extratos vegetais – exclusos os de alcaçuz, lúpulo e ópio – (USD 5,8 milhões), farinhas de trigo (USD 3,6 milhões), queijos (USD 3,6 milhões), café – torrado ou descafeinado – (USD 3,6 milhões), presuntos e embutidos (USD 2,8 milhões) e vinagres (USD 2,1 milhões).

Importante o crescimento em 2021 das importações brasileiras de vinhos Made in Italy. O aumento registrado em relação a 2020 foi de 19,4% em valor, de USD 36,0 milhões para USD 43,0 milhões, e de 9,8% em volume, passando de 11,2 milhões de litros para 12,3 milhões de litros.

Também registram fortes aumentos no período – em valor – as importações de presuntos e embutidos (66,8%), sucos e extratos vegetais (49,6%), café (28,0%), biscoitos wafer e waffle (26,5%) e farinhas de trigo (23,3%). Na contramão desse crescimento, registram fortes quedas – em valor – as importações de kiwis (-36,0%), maçãs (-31,5%) e chocolates/produtos à base de chocolate (-21,9%).

A Italian Trade Agency é um organismo do governo italiano com a missão de promover o intercâmbio comercial e tecnológico entre a Itália e os demais países, sobretudo no que tange às empresas de pequeno e médio porte, trabalho que realiza ininterruptamente há quase um século.

Com uma rede de 78 escritórios espalhados pelo mundo, garante apoio abrangente às empresas italianas que desejam atuar no exterior, por meio do fornecimento de informações econômicas, legais, fiscais e mercadológicas, bem como identificando parceiros e oportunidades de negócios e realizando um acurado plano de ações promocionais, que incluem os Pavilhões Oficiais Italianos em exposições.

23 de janeiro de 2022 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Varejo

De cada 10 brasileiros, quatro preferem acessar direto o site da loja

De Administrador SH 23 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Análise da Conversion mostra o resultado dos cliques no e-commerce em dezembro e a participação da busca orgânica pelo produto no Google

Os principais varejistas virtuais no país receberam um total 1,72 bilhão de acessos no mês de dezembro. O número ficou próximo da média mensal de 2021, de 1,75 bilhão de acessos. Em relação ao mês anterior, período da Black Friday, dezembro teve uma baixa de 14,76% na audiência do e-commerce no Brasil. Os dados são do Relatório Setores do E-commerce, da Conversion, agência de Search Engine Optimization (SEO).

De acordo com análise da Conversion, mesmo com o investimento e a demanda em queda em dezembro, algumas empresas cresceram, enquanto outras acompanharam a tendência de queda.

O canal preferido para chegar às lojas é o “direto” (quando se digita o endereço da loja): ele representa 44% dos acessos. A busca orgânica (quando o cliente procura pelos produtos no Google), ficou com 26,6%. Já a busca paga (quando os clientes acessam os anúncios do site de busca) representou 19,4%. O tráfego de redes sociais representa apenas 3,1%.

O site de compras de viagens Booking ganhou oito posições, assumindo a nona posição no ranking nacional do e-commerce em número de acessos. Ele é o único do setor de Turismo na lista.

Além do Booking — dentro do Top 10 de acessos — apenas a Shopee aumentou a visualização de seu site no mês. O Extra, por sua vez, saiu do grupo dos dez maiores sites e perdeu dez posições no ranking. Observou-se, ainda, que Amazon e a Shopee, ganharam, cada uma, uma posição.

De acordo com o estudo da Conversion, a lista dos dez maiores sites de comércio eletrônico em número de acessos tem em primeiro lugar o Mercado Livre, com Americanas na segunda posição e Amazon Brasil na terceira. Eles são seguidos por Magazine Luiza, Shopee, Casas Bahia, AliExpress, Netshoes (que também pertence ao Magazine Luiza), Booking e Samsung.

O relatório mostra que, em média, cada brasileiro acessou sites de e-commerce no mês cerca de oito vezes. Cada acesso, por sua vez, pode ter a visualização de muitas páginas.

Fonte: Ecommerce Brasil

23 de janeiro de 2022 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
ESG

Ambev já comercializa cerveja em garrafa feita 100% com cacos de vidro

De Administrador SH 23 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Medida sustentável e circular provoca uma redução na emissão de gases de efeito estufa em torno de 50%

Depois de anunciar a construção de uma segunda indústria para a fabricação de garrafas de vidro reciclado, a Ambev traz ao mercado a primeira versão feita 100% de cacos reutilizados.

Os vasilhames da cerveja Colorado Brasil com S nº 18 são os primeiros produzidos totalmente com vidro reutilizado a saírem da fábrica de reciclagem que a cervejaria tem no Rio de Janeiro. A AVR está em funcionamento desde 2008, mas só produzia garrafas com até 50% de vidro reciclado.

Segundo Daniel Carneiro, gerente de marketing da Colorado, o uso de garrafas de vidro reciclado vai além da sustentabilidade na redução da matéria-prima virgem. Impacta também no menor consumo de energia elétrica e nas emissões atmosféricas.

“A Colorado sempre buscou trazer a criatividade para seus lançamentos, sempre com respeito e cuidado com a natureza e o meio ambiente. [É] um lançamento mais sustentável, e, por que não, bem mais brasileiro”, conta.

A marca afirma que cada 5% de inclusão de cacos na receita da produção do vidro, há uma redução de 1% no consumo de energia comparando os dois processos produtivos. Já as emissões de gases de efeito estufa são reduzidas em 50%.

Cerveja

Já a cerveja em si também tem um processo de produção diferenciado. A Brasil com S nº 18 é Black IPA feita de rapadura com malte torrado e lúpulo com notas sensoriais de caramelo e aroma cítrico frutado intenso.

A receita é uma releitura de outro preparo da marca vencedor de prêmios como o Country Winner e Worlds Best no World Beer Awards 2020 e Country Winner na edição 2021.

Fonte: Guilherme Grandi, Gazeta do Povo

23 de janeiro de 2022 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Mais recentes
Mais Antigas
banner para anunciantes
banner do canal whats
previous arrow
next arrow
  • Grupo Vanguarda inaugura Vantagem Supermercado em Teresina (PI)
  • Prezunic acelera expansão e inaugura duas lojas em Goiânia (GO)
  • Coop integra grupo de mantenedores do parque tecnológico de Santo André (SP)
  • Desperdício de alimentos cai no varejo da Espanha
  • Grupo Master participa pelo 17º ano do desfile de 20 de setembro
  • Assaí amplia ecossistema de serviços e adapta operação às demandas regionais
  • Após fortes chuvas, Grupo Superviza mobiliza equipe para reconstruir loja de Joaçaba (SC)

Publicação oficial da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)

logo-c-superhiper@2x.webp

SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

  • Seções
    • ABRAS
    • Shopper
    • Consumo nos Lares
    • Gestão
    • ESG
    • Eventos
    • Pessoas
    • Tendências
    • Política
    • Inovação
    • Varejo
    • Tecnologia
    • Indústria
  • Sala SuperHiper
  • Newsletter
  • Revista
  • Anuncie
  • Contato
  • Seções
    • ABRAS
    • Shopper
    • Consumo nos Lares
    • Gestão
    • ESG
    • Eventos
    • Pessoas
    • Tendências
    • Política
    • Inovação
    • Varejo
    • Tecnologia
    • Indústria
  • Sala SuperHiper
  • Newsletter
  • Revista
  • Anuncie
  • Contato

Leia a última edição

Abras

ABRAS’26 food retail future: painéis debatem as oito principais questões estratégicas de...
ABRAS’26 food retail future: diversificação em serviços ganha protagonismo no maior evento...
ABRAS assina termo de cooperação com ABCS para incentivar campanha pela venda...

Super atualizada. Hiper Conectada

Siga-nos
Linkedin Instagram Facebook Youtube Tiktok
SuperHiper
  • Home3 Homes
  • Home 1
  • SuperHiper