SuperHiper
  • Seções
    • ABRAS
    • Shopper
    • Consumo nos Lares
    • Gestão
    • ESG
    • Eventos
    • Pessoas
    • Tendências
    • Política
    • Inovação
    • Varejo
    • Tecnologia
    • Indústria
  • Sala SuperHiper
  • Newsletter
  • Revista
  • Anuncie
  • Contato
  • Seções
    • ABRAS
    • Shopper
    • Consumo nos Lares
    • Gestão
    • ESG
    • Eventos
    • Pessoas
    • Tendências
    • Política
    • Inovação
    • Varejo
    • Tecnologia
    • Indústria
  • Sala SuperHiper
  • Newsletter
  • Revista
  • Anuncie
  • Contato
segunda-feira, setembro 21, 2026
SuperHiper
SuperHiper
SuperHiper
  • Seções
    • ABRAS
    • Shopper
    • Consumo nos Lares
    • Gestão
    • ESG
    • Eventos
    • Pessoas
    • Tendências
    • Política
    • Inovação
    • Varejo
    • Tecnologia
    • Indústria
  • Sala SuperHiper
  • Newsletter
  • Revista
  • Anuncie
  • Contato
ESG

Ambev já comercializa cerveja em garrafa feita 100% com cacos de vidro

De Administrador SH 23 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Medida sustentável e circular provoca uma redução na emissão de gases de efeito estufa em torno de 50%

Depois de anunciar a construção de uma segunda indústria para a fabricação de garrafas de vidro reciclado, a Ambev traz ao mercado a primeira versão feita 100% de cacos reutilizados.

Os vasilhames da cerveja Colorado Brasil com S nº 18 são os primeiros produzidos totalmente com vidro reutilizado a saírem da fábrica de reciclagem que a cervejaria tem no Rio de Janeiro. A AVR está em funcionamento desde 2008, mas só produzia garrafas com até 50% de vidro reciclado.

Segundo Daniel Carneiro, gerente de marketing da Colorado, o uso de garrafas de vidro reciclado vai além da sustentabilidade na redução da matéria-prima virgem. Impacta também no menor consumo de energia elétrica e nas emissões atmosféricas.

“A Colorado sempre buscou trazer a criatividade para seus lançamentos, sempre com respeito e cuidado com a natureza e o meio ambiente. [É] um lançamento mais sustentável, e, por que não, bem mais brasileiro”, conta.

A marca afirma que cada 5% de inclusão de cacos na receita da produção do vidro, há uma redução de 1% no consumo de energia comparando os dois processos produtivos. Já as emissões de gases de efeito estufa são reduzidas em 50%.

Cerveja

Já a cerveja em si também tem um processo de produção diferenciado. A Brasil com S nº 18 é Black IPA feita de rapadura com malte torrado e lúpulo com notas sensoriais de caramelo e aroma cítrico frutado intenso.

A receita é uma releitura de outro preparo da marca vencedor de prêmios como o Country Winner e Worlds Best no World Beer Awards 2020 e Country Winner na edição 2021.

Fonte: Guilherme Grandi, Gazeta do Povo

23 de janeiro de 2022 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Varejo

PepsiCo Brasil conquista Top Employer na América Latina

De Administrador SH 23 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Prêmio internacional destaca companhias que se comprometem com os colaboradores ao gerar experiência única para todo o time

A PepsiCo foi reconhecida, pelo terceiro ano consecutivo, como Top Employer (Melhor Empregadora) no Brasil pelo Top Employers Institute. O instituto certifica organizações com base em sua participação e resultados na Pesquisa de Melhores Práticas de RH em mais de 20 temas, incluindo Estratégia de Pessoas, Ambiente de Trabalho, Cultura, Aquisição de Talentos, Aprendizagem e Desenvolvimento, Remuneração Total, Bem-estar, assim como Diversidade e Inclusão. 

A certificação é resultado dos esforços da PepsiCo para que seus(suas) funcionários(as) tenham uma experiência de trabalho positiva, se desenvolvam e construam carreiras significativas em um ambiente flexível, inovador e inclusivo, onde as pessoas possam ser livres para serem quem são.
 

“Estamos orgulhosos de ter recebido mais uma vez esse importante reconhecimento do Top Employers Institute e ver o crescimento nos resultados. Estamos em uma jornada, buscando sempre promover um ambiente único, no qual as pessoas podem se desenvolver e se expressar livremente para ter uma experiência de trabalho cada vez melhor. Esse é um reconhecimento de toda a PepsiCo Brasil que faz tudo acontecer com excelência no dia a dia e mostra que estamos no caminho certo.” celebrou o Vice-Presidente de Recursos Humanos da PepsiCo, Fabio Barbagli.
 

David Plink, CEO do Top Employers Institute destaca: “Mesmo passando por mais um ano com muitos desafios, vimos que a PepsiCo continuou priorizando o bem-estar e crescimento de seus funcionários(as) e por isso, temos o prazer de celebrarmos juntos mais esse merecido reconhecimento.”
 

A PepsiCo também foi reconhecida como uma Top Employer na América Latina e globalmente pelo segundo ano consecutivo. Nesta edição do programa, mais de 1.800 empresas foram reconhecidas como Melhores Empregadoras em 123 países e cinco continentes.
 

Mais uma vez, Diversidade & Inclusão são os grandes destaques da companhia

A empresa realizou mais de 8 mil horas de treinamento de diversidade, treinamento de vieses inconscientes para alta liderança, treinamento de introdução à Libras (com mais de 600 acessos), 800 horas de letramento racial (com aspectos básicos sobre racismo no Brasil) e o Quarter da Diversidade, que teve mais de 3.000 pessoas conectadas nos 11 painéis temáticos sobre Diversidade Equidade & Inclusão. Além disso, lançou um programa de mentoria reversa para alguns membros do Comitê Executivo, com mentores(as) negros(as). Todas essas iniciativas, realizadas ao longo de 2021, fizeram do tema a grande pauta do ano para os(as) funcionários(as) da PepsiCo e está entre um dos aspectos destacados pelo Top Employer. “Sabemos que uma empresa mais inclusiva é mais produtiva, inovadora, criativa e isso nos torna ainda mais fortes”, completou Fabio.
 

Promover a equidade de oportunidades para todos e todas também é uma premissa nos processos seletivos da companhia. Em 2021, os programas de entrada, First Gen de estágio, e Next Gen de Trainee, tiveram metas robustas para seleção de pessoas negras e mulheres, demonstrando o compromisso da PepsiCo com a atração e desenvolvimento desses profissionais. A empresa também é uma das fundadoras do MOVER, Movimento pela Equidade Racial, formado por grandes empresas com o objetivo de gerar oportunidades para mais de 3 milhões de pessoas negras no país.

23 de janeiro de 2022 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Pessoas

Nova diretora de RH do Grupo Carrefour toma posse 2ª feira

De Administrador SH 21 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Com 25 anos de carreira, a executiva vai suceder João Senise que deixa o grupo para se dedicar a projetos pessoais

Catia Porto é a nova Diretora Executiva de Recursos Humanos do Grupo Carrefour Brasil, com vigência a partir de 24 de janeiro de 2022. Ela reportará a Stéphane Maquaire, CEO do Grupo Carrefour Brasil.

Catia tem 25 anos de experiência na área de Recursos Humanos, tendo atuado no Brasil e no exterior (Estados Unidos, México, Reino Unido e Finlândia). Ela trabalhou por 8 anos na Nokia no Brasil liderando a função de RH e passando para várias funções em nível nacional, regional e global como Diretora Regional de RH LATAM, Diretora Global de Talentos e Diretora Global de Cultura e Eficácia Organizacional.

Em 2011 Catia ingressou na British American Tobacco em Londres como Diretora Global de Talentos e em 2014 mudou-se para o Brasil como Diretora de RH para as operações do Brasil. Em 2016 ingressou no UnitedHealth Group (UHG) como VP de Recursos Humanos liderando a agenda de pessoas para a aquisição do grupo no Brasil, sendo responsável por fundir e integrar a maior operação do grupo fora dos EUA.

Em 2019, Catia ingressou no Grupo BIG no Brasil para liderar a função de RH, responsável por projetos de pessoas, cultura e transformação digital em todo o negócio. Catia Porto sucede a João Senise, que deixa o Grupo para se dedicar a projetos pessoais

21 de janeiro de 2022 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Varejo

Pão de Açúcar Fresh abre segunda loja em SP

De Administrador SH 21 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Rede investe pesado no segmento de alimentação saudável e faz frente à concorrência

O Pão de Açúcar Fresh, formato dedicado à alimentação fresca e perecíveis do GPA, inaugurou nesta sexta-feira (21) sua segunda loja, desta vez na cidade de São Paulo (SP). A nova unidade está localizada na Rua São José, 36, no bairro de Santo Amaro e marca o início da expansão da bandeira, que foi lançada em outubro de 2021 com a primeira unidade instalada em São Caetano, cidade do ABC Paulista.

Indicada para compras repositoras de produtos frescos, a nova loja do Pão de Açúcar Fresh tem ampla variedade de frutas, legumes e verduras, tanto em itens mais comuns ao dia a dia, quanto orgânicos e exóticos, além de opções de frutas ready to eat e legumes ready to go e produtos de mercearia básica para o dia a dia. Também se destacam a peixaria com sushi de produção própria, a padaria com variedade de pães artesanais, frios com serviço de fatiamento e o açougue com cortes especiais realizados na hora.

“A inauguração da unidade Santo Amaro do Pão de Açúcar Fresh reforça a estratégia de negócio do GPA, que tem as lojas de vizinhança um dos seus principais pilares, além de atender a uma demanda crescente por um formato especializado em alimentos frescos, com a expertise e qualidade que já são reconhecidas do Pão de Açúcar”, diz Frederic Garcia, Diretor Executivo de Negócios Especializados do GPA. “A expectativa é que o carro-chefe do formato, a categoria de hortifrúti, represente 40% do faturamento total deste tipo de loja e garanta a melhor experiência de compra para o cliente que busca praticidade, qualidade e frescor nesses itens”, completa Garcia.

Para facilitar ainda mais a vida dos consumidores, a unidade de Santo Amaro conta com os serviços de entrega de compras em domicílio com triciclo elétrico e delivery pela plataforma James, além dos demais aplicativos de entrega parceiros. Os pedidos também podem ser feitos via Whatsapp.

Iniciativas sustentáveis e sociais: além de disponibilizar a entrega em domicílio com veículos elétricos, que busca contribuir com a redução de emissões de gás carbônico e no combate às mudanças climáticas, a nova loja do Pão de Açúcar Fresh conta com outras iniciativas sustentáveis. Um exemplo é que a unidade é um ponto de coleta de garrafas de vidro e plásticas usadas. O cliente pode descartar suas garrafas sempre limpas e secas e contribuir com o meio ambiente, garantindo que os resíduos coletados sejam encaminhados para reciclagem. Ainda, o sortimento da loja é composto por produtos monitorados do campo até a mesa do consumidor por meio do programa Qualidade Desde a Origem, que acompanha e incentiva as boas práticas dos fornecedores para promover o mais alto padrão de qualidade aos produtos ofertados ao cliente. Por fim, os itens orgânicos, alimentos produzidos sem agrotóxicos, têm 20% de desconto toda as quartas e quintas-feiras no App do Pão de Açúcar Mais. Basta ativar a oferta e realizar a compra também na nova loja para ter acesso à promoção.

Com o apoio do Instituto GPA, a rede também conta com uma parceria com a Associação de Resgate à Cidadania por Amor à Humanidade (ARCAH), instituição sem fins lucrativos que promove o desenvolvimento social de pessoas em situação de vulnerabilidade por meio de diferentes ações e projetos. Com o Projeto Horta Social Urbana, busca transformar espaços vazios da cidade em hortas orgânicas, oferecendo capacitação de 15 semanas e, posteriormente, trabalho remunerado para pessoas em situação de vulnerabilidade social que passam a cultivar, colher e vender hortaliças, legumes e temperos. A loja do Pão de Açúcar Fresh em Santo Amaro tem disponível para os clientes mais de 40 itens por semana entre temperos, folhas e raízes que vêm desse plantio urbano, como cebolinha, salsinha, coentro, alface, escarola, rúcula, beterraba, rabanete, entre outros. Na loja, esses produtos têm uma exposição diferenciada, com informações sobre o projeto e a forma de cultivo.

“Parcerias como essa com a ARCAH fazem parte da proposta de valor do Pão de Açúcar Fresh, que além de oferecer produtos de alta qualidade para nossos clientes, fortalece projetos sociais que geram impacto e transformam a vida de centenas de pessoas”, comenta Paulo Epaminondas, Diretor de Operações de Proximidade do GPA.

Endereço: Rua São José, 36

Horário de funcionamento: de segunda-feira a sábado, das 7h às 22h; domingos e feriados, das 8h às 20h

21 de janeiro de 2022 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Tendências

2022 será o ano do e-commerce no setor de alimentos?

De Administrador SH 20 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Nos Estados Unidos, vendas digitais dos supermercados devem saltar 21% nos próximos 12 meses

As vendas online dos supermercados deverão ter um salto em 2022 no mercado americano, conforme mais clientes passam a considerar essa modalidade como uma parte do seu dia a dia. De acordo com o estudo “Consumer Goods Trust & Beauty Index”, divulgado no fim do ano pela Hero Digital, a expectativa é de uma expansão de 21% nas vendas online em relação a 2021.

Segundo o levantamento, que ouviu 2.300 consumidores nos Estados Unidos, a combinação de compras online, entregas em casa e serviços de “clique e retire” está se tornando cada vez mais importante para as redes supermercadistas, fazendo com que varejistas tradicionais acelerem seus investimentos para poder competir com empresas 100% digitais.

O estudo ouviu consumidores em 4 grandes blocos etários (Geração Z, Millennials, Geração X e Baby Boomers) e concluiu que entre os Millennials, por exemplo, a possibilidade de ter uma experiência de compra simples, um sortimento relevante de produtos e um excelente atendimento estimula as compras online: 43% dos clientes nessa faixa etária consomem online tanto ou mais que nas lojas físicas.

Já entre os consumidores mais novos (Geração Z), valor e força da marca são atributos importantes de decisão de compra, enquanto 20% dos Baby Boomers (os consumidores mais idosos) consideram o empoderamento do cliente como um fator importante na hora de decidir onde comprar.

“O digital está se transformando no padrão de contato dos clientes com as marcas”, afirma Owen Frivold, VP Executivo de estratégia da Hero Digital. “Para ter sucesso daqui em diante, as redes de supermercados precisam manter uma conexão humanizada com os clientes, ao mesmo tempo em que utilizam recursos digitais para entregar mais velocidade, conveniência e capacidade de escolha”, completa.

20 de janeiro de 2022 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Tendências

Varejistas buscam automatização viável na NRF 2022

De Administrador SH 20 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Com a cadeia de abastecimento pressionada em todo o mundo, público recebeu bem as novidades úteis

A maior feira mundial do varejo mostrou que não é hora de pirotecnias ou de criações mirabolantes. Não que isso tenha desaparecido dos estandes das startups no Jacob Javits Convention Center, em Nova York, onde ocorre anualmente o “Retail’s Big Show”, a meca das discussões de inovação do setor.

Ocorre que a crise que fez disparar os custos das empresas, travar cadeias de abastecimento e exigiu uma aceleração nunca vista dos projetos on-line vem obrigando a indústria a oferecer tecnologias aplicáveis já no presente. As novidades são para ontem, e precisam, agora, facilitar a vida do cliente durante e no pós-pandemia. “Aquela era da ficção científica perdeu força. O foco é eficiência, produtividade e aplicabilidade das iniciativas”, diz Eduardo Terra, executivo da BRT-Varese, que ontem esteve numa apresentação sobre a tema, no Harvard Club, em Nova York.

“A grande diferença deste ano é que muita coisa que existia acelerou, ou seja, não é nada anormal, nada ‘rocket science’. É a tecnologia embarcada que melhorou bastante”, diz Grasiela Tesser, diretora da Informática.

Na mesma linha, Jack Kleinhenz, economista-chefe da National Retail Federation (NRF), entidade que organiza a feira, falou em “incerteza substancial” no caminho dos varejistas hoje, e diz que “há muitas perguntas a serem respondidas”, o que acaba aumentando a pressão do varejo em busca de soluções já no curto prazo.

“A pandemia está perto do fim? As interrupções na cadeia de suprimentos serão resolvidas? Quão alta vai a inflação e quanto tempo vai durar? As cadeias [de abastecimento] já estão sobrecarregadas no mundo e as infecções entre trabalhadores podem ser um obstáculo para [atender esse consumidor] ”, escreveu ele dias atrás, em relatório que norteia o debate do evento, finalizado na terça-feira.

Nesse ambiente de novas ondas de contágio, a própria feira sentiu o baque. Cisco, Oracle, SAP, Amazon, Google decidiram não ter estandes pelos riscos da pandemia. Foram 25 mil participantes, versus 38 mil em 2020 e 775 expositores, queda de 6%.

Para o curto prazo, com foco nessa agenda após a crise sanitária, a Gartner estima que os investimentos em tecnologia devem superar, pela primeira vez, os US$ 200 bilhões em 2022 no mundo, segundo relatório no fim de 2021. É pouco mais de 7% de alta, ritmo superior ao do ano passado (5,9%). Até 2025, serão mais US$ 60 bilhões, equivalente à receita anual da Apple em seu aplicativo.

Segundo consultores, nesse ambiente de cadeia de abastecimento pressionada, avançaram iniciativas que ajudam redes a melhorar a gestão de níveis de estoque e o planejamento. São tecnologias de rastreamento em tempo real da coleta à distribuição dos produtos, e comunicação do problema de forma mais rápida. Isso aumenta a eficiência no on-line, que no Brasil cresceu 30% em 2021, e vem ajudando a sustentar lojas na crise.

Dentro desse conceito, robôs que fazem seleção de produtos nos centros de distribuição dos sites – antes, alvo de frenesi nos eventos – foram destaque pela quantidade de opções, segundo executivos ouvidos. Há robôs mais simples, em formato de torre, que carregam pacotes e interagem com humanos nos armazéns, como é o caso do modelo da americana Locus Robotics, presente da feira.

Outras máquinas são 100% automatizadas, sem qualquer contato humano, como os da norueguesa AutoStore, que caminham em alta velocidade coletando e despachando em cima de “grades” que orientam os movimentos, e também já em uso (Amazon e Alibaba têm o modelo em algumas centrais). No Brasil, isso não está em uso ainda.

De certa forma é o que já se tinha lá fora, mas eles estão mais rápidos, têm menos panes e o ganho de escala barateia a máquina. Há robôs a partir de US$ 35 mil. “Um dos modelos da Locus, que ela aprimorou desde 2020, vendeu quatro mil unidades durante a pandemia. Ou seja, estão preparados para entregar o equipamento ao mercado hoje”, diz Tesser.

Outro robô, da Avid Bots, que varre e esteriliza a loja com álcool, tem menos de 1,3 metro de altura por 1,5 metro de comprimento, e desvia de obstáculos na loja. Foi apresentado como sendo capaz de limpar três mil metros quadrados por hora, ao custo de US$ 67 mil (pelo pulverizador de álcool, são mais US$ 8,5 mil) – e promessa de pagar o investimento em seis meses.

Essa questão da eficiência nos gastos acaba sendo tópico comum nesses eventos anuais, mas Carlos Carvalho, CEO da Truppe, empresa do grupo Gouvêa Ecosystem, entende que a aposta em tecnologias já consolidadas e escaláveis ganha fôlego em tempos de crise global.

“Vimos exemplos de assistente virtual que fala como humanos. Ele consegue te dar a resposta que você precisa, o que não é muito comum hoje em dia, e ainda tem as feições bem mais naturais, a um custo de US$ 2,9 mil ao ano para aplicação em vários painéis, para venda nos EUA e China. É reflexo prático de avanços no ‘machine learning’ ”, afirma ele.

Há mudanças que melhoraram a experiência da compra, e são visíveis aos clientes. Para reduzir filas e diminuir aglomerações, a japonesa Glory mostrou caixas de autoatendimento que aceitam dinheiro, e não apenas cartões. A startup Facil’iti vende uma espécie de “plug in” que se instala no site e o habilita para uso a pessoas com alguma dificuldade motora ou cognitiva, como daltônicos. A Revery.Ai apresentou um sistema que transforma qualquer imagem para os sites em 2D para 3D.

Consultores lembram que as decisões de investimento em tecnologia nas redes no país neste ano precisam considerar um cenário de retomada gradual no consumo e de aumento nos custos do capital. A necessidade de retomar abertura de lojas, que perderam força após 2020, também entram nesse cálculo.

Fonte: Adriana Mattos, Valor

20 de janeiro de 2022 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Varejo

Consumo de orgânicos cresce na pandemia com novos clientes

De Administrador SH 20 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Estudo da Organis ressalta que toda a cadeia deve divulgar melhor seus benefícios

A pandemia não freou a tendência de aumento do número de consumidores de alimentos orgânicos no Brasil. Mesmo com todos os desafios impostos pela covid-19, logísticos e de renda, mais gente passou a recorrer a produtos livres de agrotóxicos no país, e a maior parte ou manteve ou elevou as compras nesses últimos quase dois anos.

É o que aponta pesquisa realizada pela Associação de Promoção dos Orgânicos (Organis) em parceria com a consultoria Brain e com a iniciativa UnirOrgânicos. Os resultados do trabalho foram compilados a partir de 987 entrevistas realizadas em todo o país entre 15 de setembro e 5 de outubro de 2021, e confirmam relatos de produtores, varejistas e canais online.

Entre as pessoas que haviam consumido orgânicos nos 30 dias anteriores à pesquisa, 66% afirmaram que mantiveram o mesmo nível de consumo durante a pandemia, enquanto 23% aumentaram e apenas 11% reduziram as compras. Do universo total, 45% já consumiam esses produtos há mais de cinco anos e 19% entre três e cinco anos. Mas 25% começaram a explorar esse mercado entre um e dois anos antes, e 12% em um período menor que um ano.

Sempre segundo a pesquisa, os produtos orgânicos mais consumidos são os hortifrútis (75%), seguidos por grãos (12%), cereais (10%), açúcar (8%) e biscoitos (6%). Para 47% dos entrevistados, os orgânicos são importantes para melhorar a saúde e 26% os consideram mais saudáveis. O O fato de os orgânicos serem produzidos sem agrotóxicos é a principal motivação para 13% dos consumidores, e para 24% deles esses produtos têm melhor qualidade.

Menos pessoas que consumiam orgânicos durante o período da pesquisa o estavam fazendo mais de cinco vezes por semana – eram 35% em 2019, e o percentual caiu para 27% em 2021 -, mas mais gente estava consumindo algum item do gênero duas vezes por semana (alta de 16% para 34% na comparação). E os supermercados eram os principais canais de vendas para 48% dos entrevistados, seguidos pelas feiras (47%).

Mas, embora esse mercado mostre que está sólido durante a pandemia, a pesquisa também aponta que há desafios para que o ritmo de consumo continue a aumentar. “As pessoas declaram consumir produtos orgânicos por motivos individuais, não aparecendo de forma significativa a dimensão do coletivo”, dizem Organis, Brain e UnirOrgânicos.

“Os números mostram a necessidade de insistir na divulgação das vantagens dos orgânicos em questões que preocupam a sociedade, como a preservação do meio ambiente, a crise climática e a redução dos desequilíbrios socioeconômicos, entre outros”, continuam. O desconhecimento de marcas de orgânicos por parte dos consumidores, bem como da existência de produtos não-alimentícios orgânicos, são outros desafios citados pelos realizadores da pesquisa.

Fonte: Fernando Lopes, Valor

20 de janeiro de 2022 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Varejo

Vai uma cerveja no Carnaval? Indústria atrela boas vendas ao estágio da covid

De Administrador SH 20 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Está tudo pronto no chão de fábrica, mas a incerteza sobre o feriadão deixa o sistema apreensivo

No segundo ano sem festas de Carnaval na rua, as cervejarias já conhecem caminhos para escoar a produção, como a venda pelo comércio on-line e em supermercados. As vendas devem ser ao menos levemente melhores do que as do Carnaval de 2021, quando o país atravessava a segunda onda de covid-19. Mas neste ano, por causa da pandemia, o cancelamento dos blocos em pelo menos 10 capitais como São Paulo, Rio e Salvador, joga água no chope das fabricantes.

A variante ômicron, que está infectando muitas pessoas com a covid-19, o tempo mais chuvoso em diversas partes do país e a inflação em alta, que reduz o poder de compra do consumidor, também não favorecem o mercado cervejeiro.

Depois de muitos meses de altas expressivas nos volumes em plena pandemia, a produção de cerveja começou a dar sinais de de desaceleração no fim de 2021. Em novembro, a produção de bebidas alcoólicas caiu 11% ante o mesmo mês de 2020, segundo o IBGE. A cerveja é a principal bebida produzida pela indústria brasileira.

A equipe do Credit Suisse calcula que as vendas da Ambev, a maior produtora do país, caiam 2,5% no quarto trimestre, em relação a igual período de 2020. Na comparação com 2019, uma alta de 9%.

Os dados consolidados de 2021 não estão fechados, mas a estimativa feita pela consultoria Euromonitor, a pedido do Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv), é de que as vendas em todo o ano passado cresceram 7,7%, para 14,3 bilhões de litros (143 milhões de hectolitros), em relação a 2020.

O Carnaval, de 26 de fevereiro a 2 de março, era esperado pelo setor como uma virada de chave para os quase dois anos de isolamento social, quando o canal “on-trade” – os bares e restaurantes-, ficou parado. É nesse canal que a indústria tem maior rentabilidade.

“Existia um sentimento de retomada mais forte. O cancelamento traz o questionamento quanto à reabertura por conta da variante ômicron”, diz a analista do Credit Suisse para ações do setor de alimentos e bebidas, Marcella Recchia. Em pesquisa feita em dezembro pelo banco com 350 bares em São Paulo, o relato de crescimento de vendas das garrafas de 1 litro e de 600 ml trazia “tendências encorajadoras”, A volta do consumidor aos bares também sugeria menor participação do alumínio (usado nas latinhas que são mais vendidas nos supermercados) na estrutura de custos das empresas em 2022.

Com os cancelamentos das festas carnavalescas, as fabricantes estudam agora os próximos passos. O grupo Heineken diz que está acompanhando a decisão de cada Estado e seguirá as orientações e protocolos de saúde do poder público. “Com relação ao volume previsto para o período, informamos que o planejamento não sofrerá qualquer alteração apesar do cancelamento do Carnaval de rua das grandes capitais.”

Também citando as recomendações das autoridades médicas, a Ambev diz que “está conversando com os parceiros e, em conjunto, avaliando os próximos passos”. No ano passado, a empresa ofereceu um auxílio financeiro de R$ 255 para ambulantes cadastrados. O Grupo Petrópolis não quis comentar.

Ao tentar projetar o resultado dos próximos meses, a analista do Credit Suisse diz que o primeiro trimestre deve ser parecido com os últimos meses do ano passado. Assim como outubro, novembro e dezembro, janeiro registrou em grande parte dos dias temperaturas mais amenas e alto volume de chuvas. “Somado a isso está um ambiente de consumo mais fragilizado, que deve surtir efeitos ao longo do ano”, diz Marcella. Por isso a realização do Carnaval era esperada como uma injeção de ânimo.

Ainda assim, a vacinação e a indicação de que a grande maioria dos casos de covid-19 não tem evoluído para quadros clínicos graves dão esperança de que a folga no feriado de Carnaval ainda aqueça o consumo. “Não vai ter festa oficial, mas mais reuniões entre as pessoas. Não será capaz de compensar as festas de rua, pois terá um tom de celebração mais ameno, mas vamos ver aumento de consumo nesse momento ante ano passado”, afirma Rodrigo Mattos, analista da consultoria Euromonitor.

Luiz Nicolaewsky, superintendente do Sindicerv, que representa Ambev e Heineken, diz que o setor se adaptou às demandas dos consumidores e inovou com serviços diferentes para os que passaram a beber em casa. “Houve um aumento significativo do chamado ‘off-trade’, que incluiu supermercados e comércio eletrônico, e acreditamos que este hábito deve continuar entre os consumidores.”

Nicolaewsky aposta ainda nos bares e restaurantes como canais importantes e um diferencial para o resultado neste ano. Em 2021, com um pico de casos e mortes, o fim do verão foi de mais restrições e fechamentos para o setor de serviços.

Mas o cenário não é tão simples. Há dois fatores que preocupam justamente a recuperação dos canais fora do lar, tão importantes para ajudar as cervejarias a protegerem suas margens em um novo ano de preços de commodities elevados.

Um deles é o sentimento de receio causado pelo avanço da ômicron que já começa a afastar o consumidor das ruas. “Víamos o consumo fora do lar melhorando gradualmente desde julho, agora isso começa a mudar”, diz Hudson Romano, gerente sênior da Kantar. O outro, segundo Romano, é a frequência. “Há mais consumidores de cerveja, mas, com preços mais altos e renda pressionada, eles estão consumindo menos.”

Fonte: Raquel Brandão, Valor

20 de janeiro de 2022 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Varejo

Campanha “Brasil Temperado” da ABRAS já surte efeito

De Administrador SH 20 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Parceria feita com a Anapa e Amipa leva a mensagem: alho, mais que um tempero, um aliado na saúde

A Associação Nacional dos Produtores de Alho (ANAPA) e a Associação Mineira dos Produtores de Alho (AMIPA) em parceria com Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) fecharam a campanha nacional Brasil Temperado para conscientizar o consumidor sobre a qualidade e os benefícios do alho nacional.

Representando uma das riquezas nacionais, com mais de quatro mil produtores rurais responsáveis por abastecer mais de 55% do mercado consumidor brasileiro, o Alho Brasileiro é sinônimo de empregos e padrão de qualidade.

A campanha começou no final do ano passado na rede Sonda de Supermercados e já teve um aumento de 15% na venda do alho brasileiro em relação ao mesmo período do ano passado.

O consumidor que visitar uma das 42 lojas vai poder conhecer melhor sobre os benefícios do Alho Brasileiro. A campanha conta com painéis informativos dentro de supermercados. O objetivo é incentivar o consumo e, com isso, lá na outra ponta da cadeia, fomentar a produção do produto brasileiro

Alho brasileiro: o melhor alho do mundo

Cultivado em 16 mil hectares e com uma produção de 140 mil toneladas, a produção de alho no Brasil é sinônimo de riquezas, empregos e padrão de qualidade. Mais de quatro mil produtores rurais são responsáveis por abastecer o mercado consumidor brasileiro, com destaque para os Estados do Sul (Rio Grande do Sul e Santa Catarina) e da Bahia, onde predomina a agricultura familiar, e Minas Gerais e Goiás, com médios e grandes produtores. 

Geração de empregos

A cultura de alho é geradora de empregos, pois quase 100% das atividades são manuais, desde a debulha da semente até o preparo para a comercialização. Um hectare de alho gera quatro empregos diretos e outros 12 indiretos. Por ano, a cultura gera um total de mais de 250 mil empregos.

Para cultivar alho, o produtor precisa fazer vários investimentos, além do conhecimento sobre a cultura, como: açude ou barragem para irrigação, conjunto de irrigação, barracos para a cura do alho, barracões para o preparo e armazenamento para a venda, câmaras frias, trator e equipamentos para a condução da lavoura, entre outros.

O alho é multiplicado vegetativamente, por isso o produtor deve investir em semente de qualidade, sendo este item, junto com a mão de obra, o que mais impacta no custo de produção, que atualmente está em R$ 120 mil por hectare, a média. Outra característica desta hortaliça, é que ela só tem um ciclo por ano e graças ao clima tropical do Brasil, os produtores conseguem ofertar alho o ano inteiro.

Consumo

O consumo de alho no Brasil é de 1,50 Kg/habitante/ano. O total consumido no país nas últimas safras é ao redor dos 300.000.000 kg/ano. Desse volume, 55% são oriundos da produção brasileira e os outros 45% são importados, dominando a oferta de alhos chineses e argentinos. 

Apesar de o Brasil ter todas as condições para aumentar a produção e a oferta do produto, no consumo aparente, a concorrência desleal e predatória dos alhos importados ilegalmente ou com liminares impede um maior aumento da produção de alho no Brasil. Para equilibrar essa balança desleal, o Brasil aplica uma tarifa sobre os alhos importados da China, chamada direito antidumping, calculada em US$ 0,78 por caixa de 10kg.

Cinco vezes mais poderoso

Quando se trata de saúde, o alho brasileiro se sobressai. Rico em vitaminas A, B2, B6 e C, tem na sua composição cinco vezes mais concentração de alicina quando comparado ao alho importado, sobretudo, o chinês. A alicina é um princípio ativo responsável pelos benefícios medicinais do alho, atua no corpo humano como um antibiótico natural e garante o aroma e a pujança tão característicos desta hortaliça.

20 de janeiro de 2022 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Varejo

Seguindo os concorrentes, Aldi tem sua loja autônoma

De Administrador SH 20 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Projeto piloto foi aplicado em Londres, primeiro com os funcionários e agora para o público em geral

A cadeia de supermercados alemã, Aldi, inaugurou o seu primeiro supermercado sem caixa, onde os clientes podem realizar compras, sem necessitar digitalizar um produto. A mercearia está a operar uma loja “de teste” em Greenwich, Londres, na qual permite que os clientes completem as suas compras e paguem-nas, sem dirigirem-se à caixa.

Em vez disso, os clientes podem fazer o download da aplicação “Aldi Shop&Go” e dessa forma será cobrado um valor automaticamente assim que saírem da loja. A nova loja da Aldi está a seguir os passos de outras empresas, sendo que a Amazon foi uma das primeiras e, em Portugal, o Continente também já tem uma deste tipo em Lisboa.

O novo site do supermercado também permitirá que os clientes adquiram álcool, utilizando uma tecnologia que é capaz de estimar a idade facial, de modo a verificar se os consumidores têm mais de 25 anos. Uma combinação de câmeras e sensores de peso estabelece o que os clientes selecionaram de produtos e são cobrados diretamente na aplicação do supermercado quando saem do estabelecimento.

Giles Hurley, executivo-chefe da Aldi do Reino Unido e Irlanda, afirma estar “ansioso para ver como os clientes reagirão” ao teste, no qual revela que é a “mais recente tecnologia do sector”.

Lewis Esparon, gerente da loja de Greenwich, acrescentou: “Estamos a trabalhar para este dia há vários meses, então será óptimo ver como os nossos clientes vão reagir à nova tecnologia.Para nós, medidas como esta visam sempre melhorar a experiência do cliente e toda a equipa está ansiosa para estar à disposição e pronta para ajudar a garantir que a experiência seja tranquila.”

Antes do lançamento do serviço, o Aldi testou o formato com os seus funcionários. A empresa multinacional norte-americana Amazon inspirou o fenómeno de compras “pegue e leve” em Seattle, quando abriu a sua primeira loja sem caixa em 2018.

20 de janeiro de 2022 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Mais recentes
Mais Antigas
banner para anunciantes
banner do canal whats
previous arrow
next arrow
  • Animação e show de drones marcam o coquetel de abertura da ABRAS’26 food retail future
  • Grupo Vanguarda inaugura Vantagem Supermercado em Teresina (PI)
  • Prezunic acelera expansão e inaugura duas lojas em Goiânia (GO)
  • Coop integra grupo de mantenedores do parque tecnológico de Santo André (SP)
  • Desperdício de alimentos cai no varejo da Espanha
  • Grupo Master participa pelo 17º ano do desfile de 20 de setembro
  • Assaí amplia ecossistema de serviços e adapta operação às demandas regionais

Publicação oficial da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)

logo-c-superhiper@2x.webp

SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

  • Seções
    • ABRAS
    • Shopper
    • Consumo nos Lares
    • Gestão
    • ESG
    • Eventos
    • Pessoas
    • Tendências
    • Política
    • Inovação
    • Varejo
    • Tecnologia
    • Indústria
  • Sala SuperHiper
  • Newsletter
  • Revista
  • Anuncie
  • Contato
  • Seções
    • ABRAS
    • Shopper
    • Consumo nos Lares
    • Gestão
    • ESG
    • Eventos
    • Pessoas
    • Tendências
    • Política
    • Inovação
    • Varejo
    • Tecnologia
    • Indústria
  • Sala SuperHiper
  • Newsletter
  • Revista
  • Anuncie
  • Contato

Leia a última edição

Abras

Animação e show de drones marcam o coquetel de abertura da ABRAS’26...
ABRAS’26 food retail future: painéis debatem as oito principais questões estratégicas de...
ABRAS’26 food retail future: diversificação em serviços ganha protagonismo no maior evento...

Super atualizada. Hiper Conectada

Siga-nos
Linkedin Instagram Facebook Youtube Tiktok
SuperHiper
  • Home3 Homes
  • Home 1
  • SuperHiper