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Tendências

Varejo online de alimentos se aproxima dos US$ 100 bilhões nos EUA

De Administrador SH 26 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Digital representou 13% das vendas totais dos supermercados americanos no ano passado

As vendas do varejo online continuam em alta no mercado americano. Números divulgados pela Brick Meets Click e pela Mercatus mostram que o setor de alimentos movimentou, em 2021, US$ 97,7 bilhões pelos canais digitais, subindo de 11% para 13% do faturamento total do setor. Segundo o levantamento das duas empresas, mais de 70% das residências americanas fizeram pelo menos um pedido online no ano passado.

Os meses campeões de vendas foram janeiro e março (ambos com US$ 9,3 bilhões em vendas online), seguidos por dezembro, com US$ 8,9 bilhões). O estudo também mostra que alguns comportamentos começam a se consolidar: o modelo de “clique e retire”, também conhecido como pick-up ou curbside delivery, é o preferido dos consumidores, respondendo por 45% do total de pedidos em 2021 (5 pontos percentuais mais que em 2020). A entrega por meio de apps de delivery se manteve constante em 33%, enquanto as entregas por meio de empresas convencionais de entrega (FedEx, UPS) perderam 5 pontos de participação, para 22%.

Outro dado relevante é que, em dezembro, 29,1% das residências americanas fizeram pedidos online de alimentos em varejistas de massa (como Walmart e Target), em vez de comprar de redes supermercadistas. Esse é o maior número da série histórica da pesquisa e mostra que outros players estão ocupando um espaço relevante na venda online de alimentos nos Estados Unidos.

“O atual momento do varejo online americano mostra não somente que os supermercadistas precisam competir no digital para conquistar os clientes, mas também têm que implementar estratégias mais claras de aumento de lucros, uma vez que aumentar as vendas está se tornando cada vez mais desafiador”, analisa Sylvain Perrier, presidente e CEO da Mercatus.

26 de janeiro de 2022 0 Comentários
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Varejo

Companhias vivem o desafio de se arriscar no metacommerce 

De Administrador SH 26 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Jogos eletrônicos com seus avatares são o passaporte para zona virtual de negócios

O mundo do consumo vive de ondas e há boas chances de o varejo estar assistindo, agora, o início de um novo movimento que tentará deixar para trás o que se conhece hoje por comércio eletrônico.

Está em andamento a construção do “metacommerce”, plataforma proveniente do metaverso, o espaço virtual coletivo e hiperrealista, oriundo dos “games”, e os grandes grupos de consumo e tecnologia desenham ações para tentar ganhar dinheiro com isso.

No comércio, isso ganhou força a partir da metade do ano passado, depois que o Facebook anunciou foco total no metaverso, e a partir da acelerada entrada de novos usuários em ambientes 3D, em salas de jogos e em redes sociais. Há 2,8 bilhões de “gamers” no mundo que gastaram US$ 200 bilhões em jogos em 2021. Na linha de frente desse pelotão com projetos no “metacommerce” estão a Epic Games, com seu Fornite, a Microsoft, dona do Minecraft, o Roblox e a rede social Imvu.

Neles, as pessoas (no caso, os seus avatares) conversam, jogam, assistem shows e fazem compras virtuais – com moeda digital e real, em alguns casos. No formato em discussão, alguém numa plataforma de jogos qualquer poderá assistir a um megaconcerto, e, usando seu avatar, fazer um pedido num fast-food instalado na arena do show – para, então, receber em casa o seu combo com sanduíche. As empresas estão de olho nessa venda de produtos e serviços, ainda muito incipiente. A discussão hoje está em como estruturar esse modelo complexo e fazer isso ganhar velocidade.

Em relatório de setembro, de 12 páginas, o Morgan Stanley diz que se acharem um formato rentável, as vendas digitais pelas plataformas 3D podem adicionar 10% às receitas das marcas de luxo até 2030, atingindo 50 bilhões de euros. E aumentar os lucros em até 25%. Isso inclui as NFTs, espécie de certificado digital que confirma a posse de um bem virtual. Gucci, Channel, Balenciaga, Dolce & Gabanna e Ralph Lauren vêm, entre 2020 e 2021, lançando ações com marcas ou produtos (parte deles pagos) em plataformas de jogos.

Em 2021 foram US$ 2 bilhões gastos em headsets de realidade ampliada e virtual no mundo. Para 2026, a Omdia Research projeta alta de 148%, para US$ 16 bilhões. Segundo o Morgan, 53% desses headsets são usados em “games”, a porta de entrada do metacomércio.

Para consultores, está claro que o formato atual de venda on-line está ficando ultrapassado, especialmente para as gerações Z e Alpha, com menos de 25 anos. É nesse vácuo que o metacomércio quer avançar. “Enquanto vocês se ocupam pensando no seu ‘omnichannel’ [unificação do físico e on-line], a geração com pouco mais de 20 anos é ‘app first’ desde sempre, vive e gasta o equivalente ao PIB da Islândia no TikTok e já abraçou realidade aumentada e realidade virtual faz tempo”, diz Kate Ancketill, CEO da consultoria GDR, em apresentação sobre metacomércio na semana passada, em Nova York.

Para Dedrick Boyd, consultor que estuda tecnologia e consumo há 15 anos, o modelo de venda on-line no mundo hoje é pouco interativo e sem graça – e as novas gerações querem fazer compras se divertindo. “Os clientes clicam em páginas intermináveis de descrição de produtos sem nunca se conectar emocionalmente com eles”, diz Boyd em artigo. “Até 2035, estima-se que 80% da atividade de compra será online, e não será no modelo atual, pouco imersivo”.

Na visão de Luiz Marinho, sócio-diretor da consultoria Gouvêa Malls, “o ‘metacommerce’ não é só outro ambiente de compras, mas um novo estilo de vida, de relações pessoais, que une tudo o que a tecnologia oferece à indústria de consumo, como 5G, blockchain, realidade virtual e aumentada e inteligência artificial”.

Para não se tornar uma venda de nicho, o seu desenvolvimento depende da entrada de mais pessoas nos mundos virtuais e aumento nas opções de equipamentos que possibilitem a experiência virtual. Facebook, Microsoft e Apple vêm estudando isso. Hoje, os “heasets” de realidade ampliada custam até US$ 2 mil (há os de US$ 299 do Facebook, mas de baixa resolução). Ainda é preciso ter banda larga potente, com 5G mais disseminado.

Em outras palavras, é algo caro e leva tempo. O Facebook, que em 2021 mudou seu nome para Meta, anunciou gastos de até US$ 10 bilhões para construir o seu metaverso, que incluirá ações em consumo. Mas para analistas, é difícil acreditar que essas plataformas sobreviverão, no longo prazo, bancando esses mundos 3D de graça por muito tempo, sem entrada de marcas parceiras.

“Além disso, cada rede social ou ‘game’ quer ter o seu próprio ‘meta’. Alibaba e Tencent registraram vários nomes nos últimos meses, por garantia. Serão gastos bilhões, e as pessoas pularão de um metaverso a outro. É confuso, e vai criar uma guerra de ações e de preços. Não é sustentável”, diz Marinho.

No Brasil, além dos custos dos equipamentos em dólar, há outras barreiras de aspectos práticos.

O 5G só estará espalhado pelo território nacional em 2029, segundo o governo. E há limitações logísticas. “Uma coisa é você atrair multidões para seu ambiente digital, fazendo shows ou instalando lojas dentro de jogos. Outra coisa é oferecer a experiência completa, com a venda pelo metaverso e a entrega do produto na casa do cliente, em poucas horas”, diz Eduardo Terra, sócio da BTR Educação e Consultoria, que abordou o tema num seminário dias atrás.

Terra lembra que, o que se vê hoje, tem muita relação com a proposta do “app” Second Life, que nasceu em 1999, mas perdeu popularidade. O fundador Philip Rosedale voltou à empresa neste mês para acelerar seu projeto de metaverso. “O Second Life foi uma primeira tentativa de metaverso, mas faltava tecnologia e maturidade dos consumidores para que evoluísse. E a pandemia também ajudou agora a explodir a discussão do ‘metacommerce’ ”, diz ele.

Por aqui, no varejo as experiências são basicamente com assistentes virtuais, como a Lu do Magazine Luiza, e o personagem Baianinho da Casas Bahia, além das ações de venda on-line ao vivo, algo bem distante do metaverso.

Maren Lau, vice-presidente de América Latina da Meta diz que “muitas das estratégias que já funcionam em 2D seguirão sendo aplicáveis em 3D”. E acredita que, num prazo de 10 a 15 anos, as marcas poderão criar experiências mesclando vida real e virtual e “abrindo possibilidades de negócios hoje desconhecidas”.

No Brasil, ela diz que a Avon patrocinou uma das provas da edição 2021 do Big Brother Brasil (BBB), com um jogo em realidade aumentada que levava a experiência do programa para o Instagram e Facebook. E a Fiat lançou o Fiat Pulse, com um filtro de realidade ampliada que permite aos clientes “visualizar” o carro em sua garagem.

Para citar outros exemplos mais avançados no mundo, o Carrefour vem promovendo a sua loja ecológica de produtos saudáveis no jogo Fortnite há cinco meses. Nela, jogadores podem se curar com vegetais e frutas, recuperando pontos e continuando na partida (não há venda de itens ainda). O Alibaba criou ações no seu site de compras chinês, o Taobao – onde consumidores testaram roupas 3D em seus avatares, em agosto passado. Havia roupas de marcas como Prada, Hugo Boss e Alexander McQueen. Em outubro, a Hyundai lançou o Hyundai Mobility Adventure, um espaço virtual no Roblox no qual os avatares podiam experimentar carros e interagir entre si.

Fonte: Adriana Mattos,Valor

26 de janeiro de 2022 0 Comentários
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Varejo

Os legados da NFR 2022 para guiar o futuro do varejo

De Administrador SH 25 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

O futuro do varejo envolve desafios, mas, sobretudo, o surgimento de novas tecnologias, o Metaverso, e o braço principal da ESG, a DE&I – diversidade, equidade e inclusão

Quando se fala em balanço da NRF 2022 – Retail’s Big Show, especialistas, consultores e participantes são unânimes ao afirmar que termos como liderança, transformação, metaverso, equidade, diversidade, cliente, comunidade e tecnologia prevaleceram nas palestras, visitas técnicas e papos no cafezinho.  

E detalhe, tudo baseado na incerteza do momento pelo qual passamos, sobretudo pela pandemia que já completa dois anos. As palavras são do presidente da SBVC – Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo – Eduardo Terra que vivenciou parte dos 147 painéis do congresso, circulou pela Feira, conversou com expositores e experenciou visitas técnicas com um grupo de 200 empresários brasileiros por toda Manhattan.

No evento Pós-NRF da BTR-Varese transmitido ao vivo do Harvard Club em Nova York para 2 mil pessoas aqui no Brasil, Terra e o criador da Varese Retail, Alberto Sorrentino, detalharam os oito insights do maior evento mundial do varejo ocorrido de forma presencial após dois anos de maneira virtual.

1 – Novo ambiente de negócios para o varejo

Dados da Pesquisa McKinsey feita em 2021 acendem o sinal vermelho, o mundo mudou!

A idade média das empresas no planeta caiu de 61 anos na década de 50 para 22 anos agora. Apenas 22% de novos negócios lançados pelas empresas incumbentes terão êxito na sua jornada, segundo o mesmo estudo da McKinsey.

A velocidade com que as pessoas de adaptaram na pandemia é muito grande. 100% dos americanos não irão voltar a trabalhar 5 dias por semana no escritório. 60% dos colaboradores consideram fazer home office na metade do tempo e 40% responderam que fazem questão de ficar 25% do tempo em casa.

Diante disso, incerteza, mudança e transformação são elementos definitivos e as companhias precisam saber navegar nesta onda. Os exercícios de longo prazo perdem sentido e a capacidade de adaptação e de agilidade tem de ser outra agora, mesmo com a incerteza, com a mudança e com a transformação. É preciso agilizar processos buscando adaptações.

2 – A revolução do supply chain

Revolução é o termo mais correto quando falamos de cadeia de suprimentos, de todos os processos que envolvem a produção de um determinado bem. A distribuição global de componentes e insumos enfrenta uma crise jamais registrada na história desde a Revolução Industrial.

Assim, foram poucas as companhias que conseguiram cumprir timing, previsão e logística. O exemplo mais comum é do transporte marítimo por container, no pré-pandemia de Los Angeles para Shangai, custava 1200 dólares, hoje o mesmo container para o mesmo local custa 20 mil dólares.

Outro exemplo, a Amazon tem 95 aeronaves, é o quinto maior transportador do Pacífico, pois isso para ela se tornou core – estratégico. Ela está verticalizando todas as etapas, é dona das aeronaves, dos contêineres e tem 400 mil motoristas, tudo com o objetivo modesto de estar a 10 ou 15 minutos de 90% da população americana para entregar algo.

A transformação do supply chain passa pela maior previsibilidade, interconexão com inteligência artificial, cooperação e transparência de dados e mais soluções de last mille.

3 – Novas tecnologias

Com o progresso, mais conhecimento e novas lições de casa diante a nova arquitetura e infraestrutura da tecnologia. Sem esse movimento, o círculo trava.

A maioria dos processos tecnológicos vistos na NRF em NY são voltadas para a produtividade e menos para a experiência do cliente. Mas observamos também a maturidade de muitas aplicações, coisas que eram futuristas e que já acontecem como os robozinhos para distribuição de produtos e separação de mercadorias.

Ainda vale destacar que a entrada global do 5G irá facilitar e agilizar em muito todas as operações.

4 – Metaverso

Como muitas pessoas não estão familiarizadas com a palavra e seu significado, Metaverso é a terminologia utilizada para indicar um tipo de mundo virtual que tenta replicar a realidade através de dispositivos digitais. É um espaço coletivo e virtual compartilhado constituído pela soma de realidade virtual, realidade aumentada e internet.

Sem dúvida, esse talvez tenha sido o grande tema, a principal palavra desta edição da NRF. O Metaverso já acontece como nos games, onde já é uma realidade, mas ainda não há clareza de como ele afetará o varejo. O Metaverso pode ser avaliado como uma nova economia de produtos digitais.

É preciso ter entendimento e conhecimento para, daqui para a frente, pensar em estratégias. É um mercado rico que potencializa muitas infraestruturas, porque haja dados e haja banda para que o Metaverso fique de pé. Tem uma agenda de segurança dentro do Metaverso, agenda de pagamentos e de aplicações.

O Metaverso pode ser uma espécie de ecommerce 4.0, uma loja que permita uma compra melhor do que o ecommerce nos moldes atuais, fazendo algo muito próximo da experiência de compra na loja. Mas é algo que ainda deve ter uma legislação e uma regulamentação, para definir o que as pessoas podem fazer ou não no Metaverso. 

5 – A nova loja centrada no cliente e orientada por dados

Nesta NRF, o Consultor Alberto Serrentino ressaltou a importância da loja física que ganha um peso na estratégia e deve ser reanalisada, pois trata-se de um componente economicamente vital para a captura de clientes, pois está se transformando em um hub de produtos.

A loja tem vários papéis, se há clientes satisfeitos e fiéis, a capacidade de escalar rapidamente é visível. Lojas estão mais perto de clientes, se tornam hubs de serviços ou de produto. Existe loja que entrega, loja que tem estoque compartilhado, loja onde se retira, loja com dark room ou dark store.

A loja vai ter que ser mais inteligente para as pessoas comprarem. Elas não querem ter atrito, o pagamento é o maior de todos eles. Tem lojas que têm contato zero e atrito zero. Quem não domina a jornada de compra, não domina o cliente e isso passa pela loja física e isso pode ser feito com personalização, gamification, espaço de makers, experiência, tornando a loja um espaço vivo com coisas tão divertidas de se fazer, mais do que em um ambiente digital.

6 – Os ecossistemas de negócios desafiam o varejo

São modelos de negócios que se desgarram das suas origens e escalam exponencialmente a partir de bases sólidas de clientes e dados. Os ecossistemas diversificam em varejo, marketplace, serviços financeiros, serviços de mídia, entretenimento, e por ai vai. Como exemplo, é possível citar o Mercado Livre, que saiu do marketplace para se tornar um grande ecossistema. O Mercado Pago é uma das maiores fintechs do Brasil e assim tornou a base de cliente mais fidelizada com diferentes organizações.

7 – ESG e DE&I – diversidade, equidade e inclusão

A pandemia levou os consumidores a se sensibilizarem mais com temas relacionados ao ESG. De outro lado, investidores descobriram que empresas mais sustentáveis dão maior retorno a longo prazo.

Já, o evento George Floyd, afro-americano assassinado em maio de 2020, estrangulado por um policial branco, foi catalisador para uma série de mudanças na priorização e velocidade do tema diversidade, equidade e inclusão. DE&I são hoje pilares centrais da agenda de ESG e tem impacto muito forte na atração de talentos colaborando com o cenário econômico.

•Papel central na agenda ESG

•Relevância ampliada por movimentos por direitos civis e pela pandemia

•Impacto positivo em atração de talentos aceleração de inovação, engajamento de clientes e resultados

•Visão abrangente etnia, credo, gênero, orientação sexual

•Consistentes com propósito, valores e cultura

•Transparência, clareza e autenticidade confiança

•Engajamento de liderança e colaboradores

•Escuta e aprendizado, ação X discurso

•Novos processos, políticas, indicadores e comunicação

8 – Cultura e liderança para navegar a transformação

O líder precisa ser o defensor, o guardião, o promotor do propósito do negócio e o embaixador da cultura. A cultura só se consolida pelo exemplo repetitivo diário e não em um quadro na parede.

A agenda de transformação é uma agenda de cultura e de mudança organizacional, e são as lideranças que promovem isto. É necessário transformar as empresas para que elas sejam obcecadas por clientes.

O ESG, a diversidade, a equidade e a inclusão é um modelo de negócio, mas que não existe sem disciplina. Não existe inovação sem disciplina. Mas é necessário ter execução e geração de negócios.

Desafios da liderança

– Propósito – inspiração e referência

– Cultura – proteção do legado, desafio para evolução

– Transformação – cultura, organização, processos, TI

– Indicadores e modelo de gestão

– ESG/ DEI

– Modelo de negócio

– Disciplina estratégia e operacional

– Execução e geração de resultados

Insights dos palestrantes e maiores varejistas do mundo

Para reinventar a loja é preciso repensar o negócio…

…desafiando cultura e modelo de negócio…

redefinindo indicadores, modelo de gestão e desenho organizacional

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É menos sobre quem vende e mais sobre quem compra

O modelo do líder como um super-herói inteligente e poderoso está desatualizado

Propósito e conexões humanas constituem o próprio cerne do negócio

A necessária refundação de negócios em torno de propósito e humanidade

Um novo movimento pelos direitos civis e a pandemia Covid 19 aceleraram a necessidade de repensar nosso sistema se quisermos enfrentar os enormes desafios que enfrentamos

Hubert Joly – The heart of business

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De cultura, processos e indicadores orientados a produtos e operações

para cultura, processos e indicadores voltados a clientes e dados.
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Somos uma empresa em beta contínuo

StelleoTolda

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Nos detalhes, nós da Amazon somos sempre flexíveis, mas em questões de visão, somos teimosos e implacáveis

Jeff Bezos

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Fonte: BTR-Varese, Abras e Evellyn Freitas



25 de janeiro de 2022 0 Comentários
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Varejo

Rede Supermais prevê novas lojas para 2022

De Administrador SH 25 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Grupo acaba de realizar sua primeira convenção de negócios, onde apresentou nova identidade corporativa

Rede Supermais começa o ano com 30 lojas, 4 foram inauguradas em 2021 e a expansão se estende em 2022 com a abertura de cinco unidades da central de negócios mineira

No ano passado, a rede incluiu mais um associado e totalizou 11 empresas que atuam em 14 cidades. As operações de compras centralizadas no centro de distribuição (CD) cresceram mais de 50%. Para este ano, uma revisão do estatuto permitirá a chegada de novos associados à rede

Convenção

Criada em abril de 2.000, a rede Supermais, central de negócios com atuação na Zona da Mata e Campo das Vertentes, apresenta sua identidade corporativa ao mercado e celebra a primeira convenção de negócios.

O evento teve também o propósito de consolidar as conquistas e apresentar aos associados e parceiros os resultados alcançados nos últimos anos. Uma conquista “fruto do trabalho focado na transformação e no posicionamento da rede com uma gestão transparente e profissional”.   

No propósito de continuar com o fortalecimento da cultura da rede com um trabalho de expansão baseada em valores fortes, a atual Gestão da Supermais, em parceria com a consultoria Valor Desenvolvimento, trabalhou na construção do propósito, missão, visão e valores, bem como no mapeamento de cultura.   

Na convenção, os associados viveram experiências que possibilitaram compreender a cultura e a identidade da rede. Foram momentos em que puderam compartilhar histórias de sucesso, de muito trabalho, garra e empreendedorismo e com isso fortalecer as relações e o senso de pertencimento entre eles.   

GPS  

Para desenvolver, consolidar e praticar a Cultura da Rede de maneira compartilhada com todos os associados, foi apresentado o “Programa GPS – Gestão Profissional Supermais”. Um projeto âncora construído a partir de um modelo colaborativo, compartilhado e com grande propósito de gerar crescimento e profissionalização para todo o ecossistema de negócio da Supermais.    

O GPS vai englobar várias temáticas como Comercial, E-commerce, Gestão de Pessoas, entre outros, que serão disseminados através de mentorias com e para os associados.  

Fonte: Amis

25 de janeiro de 2022 0 Comentários
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Varejo

Redes expandem e contratam centenas de colaboradores nas regiões Sul e Sudeste do país

De Administrador SH 25 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Grupos varejistas utilizam vários formatos de loja para ganhar mercado e fidelizar o cliente

Redes supermercadistas de todo o país seguem num intenso processo de expansão neste começo de ano. Em breve, o grupo Koch vai abrir sua 45ª loja em Joinville, no bairro Bom Retiro. Para tanto, vai abrir 150 postos de trabalho.

O Koch é a maior rede supermercadista catarinense, tanto em faturamento quanto em número de lojas, 44. Está presente em 22 diferentes cidades da Grande Florianópolis, Vale do Itajaí e Região Norte de Santa Catarina, com lojas de atacado e varejo, através das bandeiras Komprão Koch Atacadista e SuperKoch.

Com 27 anos de história, figura na 16ª posição do ranking dos maiores do setor supermercadista no Brasil, sendo o 1º colocado em Santa Catarina em 2021, segundo dados da Associação Brasileira de Supermercados (Abras).

Barbosa Supermercados

Aqui no estado de São Paulo, o Barbosa Supermercados comunica a inauguração de 3 lojas. A primeira será em março na cidade de Embu das Artes, região metropolitana. A rede já iniciou o processo de seleção de 300 vagas para a nova unidade.  As demais lojas serão em São Bernardo do Campo e São José dos Campos.

Com sede administrativa em Guarulhos, a rede Barbosa Supermercados possui, atualmente, 30 unidades espalhadas pelo estado de São Paulo. Em três anos, quer aumentar em 50% o número de lojas.

A história do negócio teve início em 1976, em Guarulhos. O Mercado Barbosa era um negócio de família, que foi crescendo, até se transformar em uma referência em mercearia na região.

Em 1986, o Mercado Barbosa se transformou em um supermercado, o que atraiu mais investidores e, consequentemente, abriu mais vagas de trabalho. Já em 1990, o prédio do supermercado foi ampliado, oferecendo mais comodidade aos clientes e funcionários. A partir daí, a rede começou a se expandir. Atualmente, a Barbosa Supermercados conta com 3 mil colaboradores.

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Tendências

Compras online transformam vendas de perecíveis

De Administrador SH 25 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Maior parte das compras de FLV acontece por impulso, mas varejo digital diminui esse fator de consumo. E agora?

O avanço das vendas online de supermercados deverá continuar a mudar a forma como o varejo lida com alimentos perecíveis. Isso porque embora o digital coloque o lojista frente a frente com o cliente a qualquer momento, a experiência de compra e a jornada de consumo são bem diferentes de uma visita a uma loja.

“Tradicionalmente, 80% das vendas de perecíveis acontecem por impulso. O cliente vê que uma fruta está bonita e decide comprar na hora. Mas isso não acontece online”, afirma Bruce Peterson, CEO da consultoria Peterson Insights. “Comprar alimentos sempre foi uma experiência emocional e subjetiva”, complementa.

Segundo o consultor, a tendência é que as áreas de FLV dos supermercados tenham menos itens no futuro, tanto no digital quanto no ambiente físico. Por outro lado, novas soluções de embalagens simplificarão a coleta e separação de produtos para delivery no ponto de venda. “Acredito que produtos sazonais se tornarão um negócio boutique, desenvolvido por players especializados. Já o grande varejo de alimentos focará em itens básicos”, projeta.

Esse é o típico caso em que o varejo online aproveita suas fortalezas para maximizar suas vendas, em vez de se adaptar a novas demandas. “Alimentos básicos são mais simples de armazenar e transportar em caixas, que é o negócio da Amazon há quase 30 anos”, comenta Ed McLaughlin, professor de marketing da Cornell University. “ A empresa continua melhorando sua logística para entregar cada vez mais rápido, mas para isso precisa abrir mão de itens mais complexos”, avalia.

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Tendências

Walmart investe em startup de flv sustentável

De Administrador SH 25 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

É o primeiro grande varejista americano a aplicar na produção especial de alimentos frescos

O Walmart disse, nesta terça-feira, que adquiriu uma participação na startup agrícola Plenty, tornando-se o primeiro grande varejista dos EUA a investir significativamente na agricultura vertical interna como forma de entregar produtos mais frescos às suas lojas.

Os agricultores verticais produzem itens de alta qualidade, mesmo usando menos água e menos terra. O método também não utiliza agrotóxicos, e os produtos podem ser cultivados o ano todo próximo ao ponto de distribuição, aumentando a confiabilidade do fornecimento.

O Walmart, maior varejista do país, não quis comentar sobre o tamanho de seu investimento ou os termos financeiros do acordo. Mas a varejista com sede em Bentonville, Arkansas, disse que se juntará ao conselho da Plenty no fechamento da transação.

O acordo ocorre em um momento em que os supermercados estão sob pressão para adotar práticas mais ecológicas. A Plenty, com sede em São Francisco, é um dos muitos participantes no campo de rápido crescimento da agricultura interna. Outros incluem Morehead, AppHarvest, com sede em Kentucky, e Gotham Greens, com sede em Nova York.

Em uma pesquisa global recente, a consultoria Agritecture – que trabalha com agricultores urbanos – descobriu que pelo menos 74 empresas de agricultura indoor foram fundadas apenas em 2020.

A Plenty, que foi fundada em 2014 e tem uma fazenda vertical no sul de São Francisco, também opera uma instalação de pesquisa científica de plantas internas em Laramie, Wyoming. Agora está construindo em Compton, Califórnia, o que diz ser a fazenda interna vertical de maior produção do mundo, com inauguração prevista para o segundo semestre deste ano.

Plenty disse que suas torres agrícolas são projetadas para cultivar diversas culturas em uma plataforma do tamanho de uma grande loja de varejo. Seus sistemas contam com torres de plantas verticais, iluminação LED e robôs para plantar, alimentar e colher as culturas. A empresa diz que suas fazendas usam apenas 1% de terras que uma fazenda ao ar livre requer e entregam de 150 a 350 vezes mais comida por acre.

O Walmart disse que a fazenda Compton da Plenty enviará verduras para as lojas da Califórnia a partir do final deste ano. A rede de supermercados disse ainda que as fazendas verticais complementarão, mas não substituirão, as práticas agrícolas tradicionais, enquanto ajudam a aumentar a oferta de alimentos de maneira sustentável.

Fonte: Anne D’Innocenzio, AP, Valor

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Varejo

Shopper cria hábito de adiantar compras em datas festivas

De Administrador SH 25 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Estudo da GS Ciência do Consumo analisou mais de 40 milhões de transações de vendas ao longo de dezembro

Pesquisa da GS Ciência do Consumo, referente ao varejo, aponta que o segundo semestre de 2021 apresentou um sobressalto da inflação resultando no aumento generalizado dos preços médios contínuos, impactando diretamente na quantidade de itens no carrinho dos consumidores, apesar de agregar valor ao ticket e gasto médio. Pelo mesmo motivo, o Natal também apresentou crescimento no ticket médio e faturamento positivo na quinzena. A data natalina confirmou a tendência à antecipação de compras no comportamento do shopper no período pós pandêmico.

Dezembro de 2021 

Em dezembro de 2021, esse impacto refletiu inclusive no panetone, um dos produtos típicos do mês, que em comparação com os dados do mesmo período do ano passado, sofreu um aumento no preço e apresentou queda no ranking que avalia a participação de produtos nos carrinhos dos consumidores. No mês, os itens ovos, café e açúcar refinado, continuaram mostrando aumentos no preço médio, enquanto os frios, leite, leite condensado, creme de leite e feijão apresentaram queda.

Ainda comparando o último mês do ano passado ao mesmo período de 2020, observou-se o aumento do faturamento de 2,65%, considerando supermercados, hipermercados e cash & carry. Houve o acréscimo de 3% no faturamento de clientes fidelizados e 2,01% para clientes não fidelizados. Porém, o ticket médio geral do período apresentou queda de 0,86%. Neste caso, os clientes fidelizados apresentaram ticket médio positivo de 1,28% e o grupo de clientes não fidelizados mostrou o índice negativo de 3,46%. Já a frequência manteve-se em crescimento desde julho de 2021, indicando o retorno gradual dos shoppers às compras presenciais por conta da vacina.

Na comparação mês a mês, como esperado, dezembro foi superior a novembro em todos os indicadores devido a data sazonal do Natal. Apesar do ticket e gasto médio positivo, destaca-se a sensível queda no indicador de quantidade de itens no carrinho, como esperado após o período pandêmico, no qual as pessoas diminuíram a frequência comprando mais itens em menos compras.

Considerando os canais separadamente, o super e hiper apresentaram, no mês, um aumento no faturamento, de 3,46% e 5,53% respectivamente, comparando os dados aos de dezembro de 2020. O crescimento também ocorreu com a quantidade de tickets e clientes. Porém, dezembro de 2021 apresentou o mesmo comportamento visto no ano, onde os preços dos produtos alavancados pela inflação, impactam na diminuição da quantidade de itens nos carrinhos dos shoppers.

O Super apresentou-se como o único canal com aumento do ticket médio (2,23%) em decorrência do crescimento da quantidade de clientes (1,37%) e do aumento do preço médio (8,6%). O Cash segue apresentando baixos indicadores no período em análise, sensível ao retorno após ter apresentado alto desempenho como canal de preferência de compras de abastecimento durante o ano de 2020 por conta da ocasião de pandemia por Covid-19.

Edição contou com a avaliação de 38 milhões de transações de vendas.

Natal

As antecipações de compras em datas sazonais que ocorreram no ano de 2021 apontam shoppers precavidos no que diz respeito a aglomerações.

O faturamento moderado na quinzena marcou o comportamento de antecipação das compras de Natal. Na quinzena, o indicador aumentou 0,19% e na véspera, o indicador caiu 0,41%. O crescimento do ticket médio, impulsionado diretamente pelos clientes fidelizados, foi o principal fator de contribuição para o aumento do faturamento. Com quedas na quantidade de tickets e carrinhos menores, o preço médio dos itens é o principal responsável por elevar os indicadores.

Com relação a cesta de Natal, o aumento do ticket médio, influenciado pelo aumento dos preços devido ao movimento inflacionário, não foi suficiente para contribuir com o aumento do faturamento. Destacou-se não só as compras antecipadas, mas também ceia ou mesa natalina reduzidas e preferência por itens mais baratos.

Considerando as categorias para ceia e pratos típicos da cesta de Natal, carnes especiais e as frutas obtiveram crescimento na quantidade resultado do decréscimo do preço médio, sendo o pernil e o pêssego os principais itens responsáveis. Descartáveis, Lasanha/Maionese e Lentilha/Romã apesar de serem consumidas em menores quantidades, conseguiram impacto positivo no faturamento devido ao aumento do preço médio.

Já em relação a cesta composta por produtos presenteáveis e de acompanhamento da ceia, destacaram-se, o Gin e Energético, que obtiveram aumento de faturamento e quantidade de itens vendidos, além de queda no preço médio, indicando resultados positivos em estratégias de descontos no período para estes itens. Outras bebidas também tiveram bastante destaque na cesta, como Licor, Espumante e Vodka, com acréscimo no faturamento. O Chocotone também apresentou desempenho positivo na categoria “Panetone/Chocotone” e os Kits Bebidas foram a principal opção de presente.

Para esse estudo foram analisadas 11 milhões de transações de vendas.

Veja o Paper com indicadores de Dezembro e do Natal na íntegra.

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25 de janeiro de 2022 0 Comentários
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Varejo

Avança a compra do BIG pelo Carrefour no Cade

De Administrador SH 25 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Grupo Carrefour emitiu comunicado aos acionistas informando que a Superintendência Geral do Cade recomendou aprovação da aquisição do Grupo BIG pela companhia.

Veja a seguir a íntegra do Comunicado:

COMUNICADO AO MERCADO    

GRUPO CARREFOUR BRASIL, Atacadão S.A. (B3: CRFB3) comunica aos seus acionistas e ao mercado em geral que, na data de ontem, foi emitido o Despacho SG nº 85/2022 pela Superintendência-Geral do CADE (“SG”), com a recomendação de aprovação da aquisição do Grupo BIG Brasil S.A. (“Grupo BIG”) pela Companhia (“Transação”), mediante a celebração de Acordo em Controle de Concentrações (“ACC”).

A proposta de ACC negociada pela SG com a Companhia e com o Grupo BIG prevê o desinvestimento de algumas lojas, mas em patamar inferior àquele divulgado na declaração de complexidade emitida pela SG em 12 de novembro de 2021 (i.e. menos de 10% dos estabelecimentos do Grupo BIG), conforme Comunicado ao Mercado divulgado pela Companhia naquela mesma data.

A Transação será agora analisada pelo Tribunal do CADE, que tem até junho de 2022 (caso decida utilizar o prazo máximo regulamentar, incluindo extensões) para decidir de forma definitiva sobre as recomendações da SG, incluindo os termos do ACC negociado. Após fechamento da operação, a Companhia vai iniciar os trabalhos para a conversão das 388[1] lojas (sendo 63 Maxxi, 43 Sam’s Club, 86 BIG, 45 Super Bompreço, 54 Nacional e 97 TodoDia).

O Grupo Carrefour Brasil manterá seus acionistas e o mercado em geral informados a respeito de quaisquer desdobramentos relevantes.

25 de janeiro de 2022 0 Comentários
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Varejo

Ritmo de abertura de lojas no 1º mês do ano mostra representatividade do setor

De Administrador SH 25 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Por todo o país, empresários entregam atacarejos, supermercados e lojas autônomas

A rede Asun de Supermercados inaugura amanhã sua nova unidade em Tramandaí, no litoral do Rio Grande do Sul. O mercado vai funcionar na Avenida Fernandes Bastos nº 1202, ao lado do Clube Beira-mar, na estrutura que já foi sede da Ferver, no Centro.

A nova loja tem 2.400 metros quadrados de área total, 1.600 m2 de área de vendas, 15 PDVs e 180 vagas de estacionamento.

Essa é a 14ª unidade do Asun no litoral gaúcho. Com a abertura do novo empreendimento, serão ao todo 38 unidades da rede.

A nova unidade de Tramandaí gera 160 empregos diretos: “Vamos seguir apoiando os comerciantes locais e também as empresas que buscam oportunidades em nossa cidade. A SMIC está de portas abertas para melhorar cada vez mais os serviços oferecidos aos moradores e visitantes”, disse o Secretário de Indústria e Comércio Guto Machado.

O município de Tramandaí teve um crescimento recorde na abertura de novas empresas entre os anos de 2018 e 2020. Desde projetos locais até grandes empresas procuraram a Capital das Praias para investir e aquecer a economia com a geração de empregos. A pandemia da COVID-19 impediu que essa projeção seguisse, mas agora uma nova leva de comércios estão se instalando no município.

O horário de funcionamento será das 7h às 22h, de segunda a sábado, das 7h às 21h aos domingos.

Rede Economia

No estado do Rio de Janeiro, na cidade de Maricá, acontece hoje a inauguração da rede Economia em Itaipuaçu. De acordo com a marca, a pretensão é trazer promoções e preços que atendam à população.“ Já temos loja em Maricá, mas vimos uma necessidade muito grande de ter uma rede em Itaipuaçu. Além disso, a própria população pedia e reclamava nas nossas redes sociais para que abríssemos uma unidade aqui” , diz Alexandre Viana, responsável pela rede

Supervisor operacional, Edenir Oliveira revela que entre as novidades estão os preços das bebidas quentes e geladas. “Aqui queremos deixar os clientes a vontade. Estamos vindo com uma loja diferente, moderna, com muito espaço, e um mix para atender ao público de A a Z. Esperamos o maior número possível de clientes, teremos muitas promoções”

O estabelecimento contará com 140 vagas de estacionamento. Ainda segundo o supervisor, para inauguração há pretensão de um esquema de trânsito no entorno da unidade.

Nova loja da rede Economia em Maricá

Emprego

Ainda segundo o supervisor, o estabelecimento gerou cerca de 150 oportunidades de emprego para quem mora na cidade. Para moradores a nova rede significa melhora nos preços.

“A expectativa é que seja bom, aqui tínhamos quase um monopólio, as coisas aqui são muito caras”, relatou o morador do Barroco Alcirlei de Souza, de 51 anos.

Serviço

O supermercado fica na Rua das Orquídeas, esquina com a Avenida Zumbi dos Palmares, Quadra 2, Lote 02, no Barroco. O funcionamento será de segunda a sábado de 7h às 22h e aos domingos de 7h às 20h.

25 de janeiro de 2022 0 Comentários
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Publicação oficial da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)

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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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