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quinta-feira, setembro 24, 2026
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Varejo

Tenda já tem terrenos para expansão agressiva em 2022

De Administrador SH 25 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

Até dezembro, rede fará mais inaugurações em São Paulo, diz presidente Marcos Samaha

Com a disputa no setor atacadista ganhando fôlego, a rede paulista Tenda Atacado resolveu destinar parte de seus esforços e investimentos para agilizar a chegada dos produtos nos corredores das lojas. Para isso, investiu R$ 42 milhões na ampliação de seu centro de distribuição (CD) em Guarulhos, na Grande São Paulo, e na automação dos sistemas de logística.

Desde sempre, conta Marcos Samaha, presidente da rede, a Tenda foi na contramão da maioria dos concorrentes, que deixa quase 80% do estoque ir direto do fornecedor para a loja. “Entendemos que centralizar os estoques no centro de distribuição é mais eficiente na gestão de estoque e de rupturas”, diz.

Por essa razão, optou por transformar dois pequenos CDs em apenas uma instalação conectada a outro prédio de armazenagem por meio de 300 metros de esteiras. São quatro ramais de esteiras transportadoras destinadas à coleta de itens que, automaticamente, são direcionados até um portal capaz de “ler” e identificar produtos. Este portal é equipado por um cubômetro, que identifica as dimensões dos volumes, e três câmeras fotográficas de alta definição identificam os códigos de barra.

Uma vez identificados, esses volumes seguem para um sistema automatizado, que se encarrega de distribuir cada caixa ou pacote para a área de armazenagem referente à loja de destino. A ideia, explica Samaha, é usar esse sistema para produtos que são importantes para as vendas, mas têm menor giro e costumam compor pallets com diversos tipos de categorias.

O ganho na acuracidade do processo vai dar velocidade na reposição das gôndolas e para as operações do varejo on-line, que existem desde 2015 e que “crescem três dígitos”.

A companhia não revela o faturamento atual. No ano passado, a receita cresceu 31%, para R$ 4,3 bilhões, e a perspectiva é de seguir forte. “Viemos crescendo todos os anos. Agora, o setor vê as vendas crescerem, mas volumes caírem e, mesmo no cenário de redução de consumo, ganhamos market share”, diz, citando a consultoria Nielsen como fonte.

Mas a deterioração do cenário macroeconômico preocupa. Ele diz que as perspectivas mudaram. As projeções para inflação estão mais pressionadas, à medida que as incertezas crescem em relação ao equilíbrio fiscal, ameaçado pelo “drible” ao teto de gastos que o governo federal está defendendo para garantir verba para o “Auxílio Brasil”.

“Auxílio é importante para a população de menor renda. Por outro lado, vemos com preocupação o que acontece na macroeconomia. Leva ao aumento do dólar, que deixa o produto mais caro no mercado interno e estimula a exportação, reduzindo a oferta. Agrava a inflação. Essa crise gerada pelas dúvidas também tira dinheiro do bolso do consumidor.”

Na operação, a pressão inflacionária já se reflete na concentração de compras nos dias de pagamento de salários. Ainda assim, a Tenda também tem observado maior frequência das vendas de menor volume no restante dos dias. “Por termos hortifruti e açougue, temos o dobro da média de visitas de outros ‘cash and carry’, segundo a Kantar. Normalmente, os perecíveis são 22% da operação de atacarejo, mas para nós são 32%”, acrescenta.

No próximo mês, a empresa abre três lojas, chegando a 40 unidades, todas no Estado de São Paulo. Para 2022, mais terrenos já estão comprados, mas o número não foi revelado. O desafio é lidar com o aumento dos custos: construir uma loja ficou 25% a 30% mais caro do que um ano antes, segundo Samaha.

Fonte: Raquel Brandão, Valor

25 de outubro de 2021 0 Comentários
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Eventos

Coalizão multissetorial da cadeia de abastecimento avança em propostas de ESG

De Administrador SH 25 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

ABRAS realizou a primeira reunião de trabalho que integra a agenda do Fórum da Cadeia Nacional de Abastecimento. Encontro fomentou propostas e caminhos em torno dos cinco grandes desafios eleitos pelos elos da cadeia

Aconteceu nesta sexta-feira (22) a primeira reunião de trabalho que integra a agenda do Fórum da Cadeia Nacional de Abastecimento. A primeira edição deste inédito programa realizado pela ABRAS em junho, que teve o ESG como tema, viabilizou a constituição de uma coalizão multissetorial formada por 14 entidades de classe que, naquela ocasião, elegeram cinco grandes desafios associados à cadeia nacional de abastecimento para serem tratados.

Agora, este grupo voltou a se reunir para avançar, de forma prática, nas propostas de soluções para as pautas de redução de custos, consumo consciente, redução do desperdício, combate à fome e promoção do conhecimento sobre ESG.

Participaram deste novo encontro as entidades que integram a coalizão multissetorial da cadeia nacional de abastecimento, representantes do ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), do ministério da Cidadania e membros de entidades internacionais que apoiaram o Fórum, como a KPMG e o Centro de Excelência contra a Fome do Programa Mundial de Alimentos da ONU (WFP).

Em sua saudação a todos os presentes, o presidente da ABRAS, João Galassi, agradeceu o envolvimento de todas as entidades nesta jornada e enfatizou a importância desta união em prol de propostas tão relevantes para o desenvolvimento da cadeia nacional de abastecimento. “A criação desta iniciativa só foi possível graças ao acolhimento de todos os atores da cadeia e, juntos, com certeza vamos colocar em prática propostas que impactarão toda a sociedade”, disse Galassi.  

A dinâmica desta reunião foi estruturada para viabilizar avanços concretos para implementação das propostas que atendam aos cinco desafios levantados no Fórum. Após a abertura realizada pelo presidente da ABRAS, João Galassi, e a apresentação do relatório contendo os principais resultados da primeira edição deste programa, que foi conduzida pela vice-presidente de Ativos Setoriais da entidade, Rodrigo Segurado, os participantes da reunião se reuniram em cinco grupos para discutirem com profundidade cada um dos desafios eleitos. Os encaminhamentos deste novo encontro serão tratados nos próximos meses e culminarão em uma segunda reunião de trabalho, programada para o dia 24 de março.

Confira mais detalhes desta reunião na próxima edição da Revista SuperHiper.

Com a liderança da ABRAS, entidades que integram a coalizão multissetorial da cadeia nacional de abastecimento se reuniram para avançar em propostas relacionadas à cinco grandes desafios associados à cadeia no âmbito da agenda de ESG
25 de outubro de 2021 0 Comentários
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Varejo

Entenda como os dados agem na fidelização dos clientes

De Administrador SH 24 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

No campo do entendimento do shopper, o CRM vem ganhando cada vez mais protagonismo. Veja, também, o potencial de impacto de outras ferramentas voltadas à fidelizar os consumidores

Colocar o cliente no centro das decisões, com o objetivo de bem atendê-lo e fidelizá-lo, é uma expressão cada vez mais proferida entre os supermercadistas e os profissionais da indústria. Diversos fatores, como as mudanças no comportamento dos consumidores e o advento do conceito de multicanalidade, já estavam fomentando de maneira consistente este conceito e a chegada da pandemia ajudou a evidenciar ainda mais essa máxima.

Por consequência, tornam-se ainda mais pertinentes as discussões em torno da desafiadora missão de estabelecer um relacionamento estratégico com os clientes, especialmente em relação à implementação e manutenção de ações e programas de fidelização. Uma coisa é certa: o brasileiro é receptivo a vantagens e recompensas. Segundo uma pesquisa da Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização (Abemf), incentivos que ajudam a economizar dinheiro são a principal razão pela qual o consumidor participa de um programa de fidelidade: 71% dos consumidores têm essa preferência. De acordo com a entidade, o Brasil possui cerca de 150 milhões de cadastros em programas de fidelidade.

Um dos pontos importantes dos programas de fidelidade são as informações que podem ser obtidas com o cadastro dos clientes. A partir disso, podem ser retiradas informações capazes de fornecer insights importantes para a construção de uma jornada do consumidor cada vez mais customizada.

A intensificação do processo de relacionamento com clientes ficou mais visível no varejo nos últimos três anos, segundo o CEO da GS Ciência do Consumo, Thiago Simonato. Primeiro, pelo movimento de digitalização em toda a sociedade e, segundo, pela digitalização de acesso aos dados e conhecimento mais profundo dos consumidores. Segundo ele, tanto o varejo quanto a indústria perceberam o diferencial em trabalhar com dados de consumidores e perfil de pessoas. “Você consegue acelerar negócios, integrar cadeias de abastecimento, direcionar melhor investimentos que antes eram feitos de forma mais massificada. Todo esse processo e a adoção de plataformas de fidelidade de CRM vieram ajudar nesse sentido”.

Duas crenças limitantes, no entanto, ainda impedem que o varejo deslanche plenamente nos programas de relacionamento personalizado e de fidelização, afirma Simonato. A primeira é a falta de uma cultura interna, tanto no pequeno quanto no grande varejo, de buscar conhecer melhor os consumidores e usar esse conhecimento como apoio para a área comercial, marketing e operações.

“Muitas vezes por uma limitação de pessoas dentro do negócio, o varejista também não se sente preparado para operacionalizar um programa de fidelidade”, diz. A segunda limitação está presente no caso de varejistas que tentaram realizar campanhas, não contaram com suporte e tiveram o objetivo frustrado, formando uma ideia negativa sobre o assunto. “Em alguns momentos, esse mercado de CRM foi queimado por iniciativas que não estavam aderentes com o momento ou com o porte dos clientes. Temos uma premissa de que, mais do que a plataforma, o importante é dar ao varejista uma metodologia para que ele tire o máximo de proveito da solução.”

O universo do CRM

“A estrutura de um sistema de relacionamento, o CRM, pode ser vista como o chassi sobre o qual é desenvolvido um programa de fidelidade”, exemplifica o sócio-diretor da Propz, Danilo Nascimento. “Personalizar o consumo hoje, ou seja, entregar o mesmo produto com condições individuais personalizadas, de acordo com o perfil de cada cliente, é a única forma de manter uma estratégia de alavancagem de vendas com margem sustentável, pois depender, exclusivamente, de baixar preço acaba destruindo o negócio numa espiral negativa”, explica. “O desconhecimento atua como uma barreira para que o varejista usufrua dos ganhos de competitividade proporcionados pela tecnologia.”

Versátil, o CRM pode ser implementado independentemente do porte da rede varejista. O executivo destaca que uma solução mais completa informará ao varejista, por exemplo, quantos clientes dele estão predispostos a serem introduzidos em determinada categoria ou a serem recuperados, com base em possibilidades preditivas, ou seja, indicadas pelos algoritmos do sistema. Outro suporte está na realização de uma comunicação mais eficiente, com base nos dados e histórico que se tem dos clientes. Para ilustrar, ele cita um exemplo hipotético de um varejista que tende a enviar oferta de azeite para clientes que já costumam comprar o produto na loja, independentemente de ser contemplado com uma oferta. Mas, com a ajuda da tecnologia, ele reforça que é possível identificar clientes cujo comportamento de compra revela alta propensão em utilizar azeite, como consumidores de pescados, por exemplo, e que não compram o azeite na loja daquele varejista.

Danilo Nascimento também chama atenção para o fato de ser comum o varejista associar o CRM, unicamente, ao disparo de campanhas e, por isso, dizer às vezes que a ferramenta não funciona. “Estes são casos em que só é feito o disparo de campanha, sem uso de inteligência analítica. E se não tiver essa inteligência, de fato, a ação pode não funcionar.”

As informações de comportamento de consumo do cliente passam a ser coletadas a partir do momento em que ele aceita participar do programa de relacionamento e fornece seu CPF cada vez que passa pelo check-out. Com a coleta das informações sistematizadas, o algoritmo processa os dados das compras e faz associações dos perfis de produtos adquiridos, tíquete, frequência de visitas à loja e detecta oportunidades a serem exploradas.

Cartão próprio

O cartão de crédito próprio, ou private label, também tem sido mais utilizado como meio de relacionamento personalizado com a clientela no varejo. Duas características contribuem para sua boa performance. Uma é o crédito pré-aprovado que inclina o usuário a aumentar o valor dispendido, e outra, por se tratar de um meio de pagamento customizado, já contendo dados de identificação, proporciona a “modelagem do comportamento de consumo”, ou seja, a identificação de hábitos e preferências de compras do cliente, possibilitando gerar ofertas direcionadas (personalizadas) por um sistema CRM.

“Ter o cartão da própria rede leva o cliente a concentrar as compras no estabelecimento, gera recorrência e aumento de gasto de cerca de 55%”, afirma o diretor estratégico da DMCard, Tharik Moura. Em complemento ao negócio de cartões private label, a administradora também passou a oferecer um serviço agregado de CRM.  “Quando a gente consegue colocar a ferramenta de fidelização, o CRM, ele dá um alavancada na venda e os 55% já sobem para 60%”, diz Moura. Para alcançar esse resultado, diante do interesse e da anuência do varejista, é instalado um software da administradora no PDV da loja, que captura as transações da compra do usuário do cartão e as envia para a DMCard alimentar o sistema de oferta direcionada, ou seja, oferta personalizada de acordo com as preferências, hábitos, afinidades e comportamento de compra do consumidor.

Ainda sobre a aplicação do CRM, o executivo da DMCard lembra que o uso da ferramenta, além de viabilizar uma relação com o cliente baseada em seu histórico de compra, ainda culmina em um maior poder de negociação com a indústria. Isso porque, baseado em experiências anteriores, o varejo tem como saber que, ao disparar uma oferta personalizada, venderá R$ 100 mil de um determinado refrigerante em um dia, por exemplo, o que permite negociar com o fornecedor uma condição mais favorável.

Recompensa garantida

Também tem se tornado mais comum no varejo supermercadista campanhas que lançam mão dos chamados “selinhos”, disponibilizados aos clientes mediante o desembolso de valor pré-estabelecido e que, como resultado de sua soma, culmina na entrega certa de prêmios aos clientes, sem a necessidade de participar de sorteios. Em outras palavras, o cliente tem a garantia que será contemplado.

“Essa ação de fidelização busca atingir dois objetivos junto ao consumidor. Primeiro, provocar uma experiência emocional por meio da campanha, levando-o a uma conexão com a marca ou bandeira varejista. A partir disso, busca-se o segundo objetivo, de levar a uma conexão transacional com o consumidor, ou seja, fazê-lo aumentar a frequência de compras na loja e elevar o valor do tíquete médio”, explica o CEO da BrandLoyalty no Brasil, Lucas Palombo. “Com essas premissas, os varejistas que participam de campanhas de fidelização obtêm um aumento de 22% de frequência do consumidor na loja e um incremento de venda de 10%”, afirma o executivo da companhia, que se dedica a operacionalizar toda a logística dos produtos definidos como prêmios, sempre com a proposta de ser itens diferenciados para despertar o desejo dos consumidores e reforçar a proposta de recompensa.

Personalização é a palavra-chave para os resultados, que podem ser alcançados somente a partir do uso enfático de tecnologia e dados no embasamento das campanhas desenvolvidas, diz ele. “Eu diria que 40% de nosso esforço está voltado para produto e comunicação e 60% para tecnologia e dados”, destaca. Desse modo, todas as decisões que configuram uma campanha, ou seja, sua duração, o valor do tíquete almejado, o aumento de visitas à loja, os produtos a serem oferecidos para resgate, tudo é calculado e analisado a partir dos dados personalizados do comportamento dos clientes com o uso de CRM.

No ano passado, a empresa realizou uma parceria com a Kantar que revelou que 85% dos consumidores disseram esperar ser recompensados por sua fidelidade com vantagens que vão além de descontos, e 68% disseram que gastariam mais se existissem programas de fidelidade nos estabelecimentos que frequentam. O estudo ouviu 1.597 consumidores das cinco regiões do País.  

À medida que o varejo realiza mais campanhas deste perfil junto à sua clientela, a tendência é o aperfeiçoamento da mecânica e também o aumento da adesão por parte dos clientes. Em uma loja ainda iniciante, a participação de clientes que coletam selos e participam do resgate de produtos costuma alcançar em torno de 45% a 55% da base. Quando a rede varejista está mais madura nesta ação, pode-se chegar a participações que atingem 80%, segundo a BrandLoyalty.

No início de agosto, a empresa ativou uma campanha junto ao Carrefour, para fortalecer a relação com os clientes cadastrados no app Meu Carrefour e que participam do Minhas Recompensas. Neste caso, os clientes que juntarem todos os selinhos necessários podem escolher entre oito opções de produtos colecionáveis da marca Tupperware.

Dinheiro de volta

Mais recentemente também tem ficado cada vez mais comum a prática do chamado cashback, outra medida que proporciona ao cliente a garantia de retorno imediato do seu desembolso. Neste caso, o consumidor pode receber de volta, a cada compra ou quando atinge um valor mínimo, uma porcentagem do valor gasto em forma de dinheiro ou bônus. A devolução, geralmente, ocorre na conta bancária do cliente, em alguma carteira digital ou é transformada em um abatimento na conta. Nas lojas físicas, o cashback pode ser uma solução para aumentar a frequência dos clientes no estabelecimento e também, contribuir para aumentar o ticket médio das próximas compras, se o uso do cashback estiver atrelado a um valor de compra mínima.

Uma das redes supermercadistas pioneiras no oferecimento deste benefício é a rede Condor, que desde o ano passado promove a campanha “Dinheiro de volta” para os membros do programa Clube Condor, que já ultrapassam 3,2 milhões de clientes. “O Condor foi o primeiro supermercado a oferecer programa de cashback com distinção de fornecedor, o que aumenta o tamanho das vantagens e fideliza os consumidores”, destacou Ricardo Zonta, vice-presidente da rede.

O supermercadista ainda ressalta que, pelo aplicativo, os clientes também podem participar de promoções de “Compre e Concorra”, viabilizadas por fornecedores da rede. Neste caso, o cliente compra um dos produtos participantes da campanha e ganha um número da sorte para concorrer aos sorteios. “A ferramenta é muito importante para a rede conseguir estreitar o relacionamento com os seus clientes e reunir dados para conhecer melhor o perfil de cada consumidor”, diz Zonta. “Desta forma, a empresa pode continuar atuando com o consumidor no centro de suas operações e criar campanhas assertivas, que realmente façam a diferença na vida dos seus clientes.

O cenário da fidelização no Brasil

  • O Brasil possui cerca de 150 milhões de cadastros em programas de fidelidade
  • 71% dos consumidores visam economia ao participar de um programa de fidelidade
  • 85% dos consumidores esperaram ser recompensados por sua fidelidade com vantagens que vão além de descontos
  • 68% gastariam mais se existissem programas de fidelidade nos estabelecimentos que frequentam.
  • Uso do cartão próprio pelo varejo pode elevar em até 60% o desembolso dos clientes
  • Campanhas com o uso dos “selinhos” geram aumento de 22% de frequência do consumidor e incremento de venda de 10%
24 de outubro de 2021 0 Comentários
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Varejo

Assaí expande negócios no Mato Grosso com aporte de R$ 73 mi

De Administrador SH 24 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

Esta sexta loja de 14 mil m² conta com 500 colaboradores entre diretos e indiretos no interior do estado

Apenas seis meses depois de inaugurar uma segunda loja na capital, o Assaí Atacadista reforça os investimentos em Mato Grosso e abre as portas de sua 2ª unidade em Rondonópolis – a 6ª loja no Estado.

 Batizada de Assaí Rondonópolis Bandeirantes, a nova unidade está na região central da cidade, na Avenida Bandeirantes, nº 4.165, e traz mais facilidades e diferenciais de serviços e preços para os clientes rondonopolitanos que buscam abastecer o estoque de seus comércios e ou a despensa familiar com mais economia.

A loja representa um investimento de aproximadamente R$ 73 milhões no município. São mais de 14 mil m² de área construída, sendo mais de 6 mil m² somente de área de loja.

Isso significa que os clientes do Assaí Rondonópolis Bandeirantes encontrarão uma unidade espaçosa, com pé direito alto, climatização e iluminação aperfeiçoadas, além de um extenso estacionamento próprio para carros (472 vagas) e motos (120 vagas).

A construção da loja também está baseada em uma preocupação com uma operação sustentável para o meio ambiente. Por isso, o Assaí Rondonópolis Bandeirantes foi projetado para contar com uma utilização racional de energia elétrica e melhor aproveitamento da luz natural.

Entre os serviços, um dos diferenciais é o açougue. A seção conta com um time de açougueiros(as) preparado para atender o cliente, fatiando e moendo as peças de carne seguindo as preferências de cada um e do jeito desejado. Além disso, o Assaí Rondonópolis Bandeirantes oferecerá mais de 8 mil produtos, entre alimentos, bebidas, itens de higiene pessoal e limpeza, produtos de bazar, linha automotiva, linha pet e eletroportáteis, além de embalagens e descartáveis. Outro destaque é a quantidade superior de caixas de pagamento – a unidade terá 34.

Somente com esta abertura, para formar o quadro de colaboradores da loja, a companhia gerou mais de 500 empregos, entre diretos e indiretos, valorizando a formação de um time diverso e inclusivo.

Presente em Rondonópolis desde novembro de 2013, quando foi inaugurada a primeira loja, o Assaí Rondonópolis Bandeirantes representa uma nova opção de lugar para compras com o “preço de atacado”, ou seja, ao adquirir mais de um item do mesmo produto, o cliente ganha desconto (a informação de preço consta na etiqueta de cada item), o que significa excelente economia no final da compra. Outro diferencial é o serviço de televendas, ideal para o comerciante que precisa de agilidade. Para esse público, a companhia também oferece capacitações para gestão do negócio de forma 100% gratuitas, por meio do Programa Academia Assaí Bons Negócios.

“Rondonópolis é reconhecida como a capital do agronegócio e do bitrem, além de ter o segundo maior PIB mato-grossense. Com esse cenário econômico privilegiado, a cidade tem atraído novos investimentos nos últimos anos e gerado o surgimento de diferentes negócios.  Somando esses fatores à excelente recepção de nossa 1ª unidade, vimos que era hora de expandirmos. Com o novo Assaí Rondonópolis Bandeirantes, oferecemos mais uma opção de lugar para as compras com preços baixos e sortimento variados de produtos aos micros e pequenos comerciantes locais, além dos consumidores finais que buscam fazerem suas compras com mais economia para o dia a dia”, afirma a Diretora Regional do Assaí, Kenia Mainardi.

A inauguração do Assaí Rondonópolis Bandeirantes reforça a presença do Assaí em Mato Grosso e a expansão da marca na região. Esta é a segunda unidade do Assaí inaugurada em 2021 no Estado. A primeira foi em Cuiabá, em maio. Agora, o Assaí conta com duas lojas em Rondonópolis, duas em Cuiabá, uma em Várzea Grande e uma em Sinop. Com esta inauguração, a empresa chega à marca de 194 lojas distribuídas em 23 Estados (incluindo o DF).

24 de outubro de 2021 0 Comentários
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Varejo

Abertura de novas lojas no Mato Grosso supera os 22%

De Administrador SH 24 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

Veja os dados da Geofusion que mostram recuperação do segmento no primeiro semestre de 2021

Com mais de 800 novos supermercados, Mato Grosso registrou aumento de mais de 22% no número de novas unidades no primeiro semestre deste ano, de acordo com um levantamento realizado pela Geofusion, uma empresa do segmento de inteligência geográfica no país.

No entanto, o crescimento ainda teve um ritmo inferior ao índice registrado no período pré-pandemia, mas com leve recuperação.

No primeiro semestre de 2019 houve aumento de 59,7% de novas unidades, nos seis primeiros meses de 2021, esse número registrou alta de 22,4% – em números absolutos isso significa mais 814 unidades abertas no estado.

Em 2020, esse percentual ficou em 13,5%. O potencial de per capita de compras no estado, neste ano, é de R$ 2,08 mil.

A Associação de Supermercados de Mato Grosso (Asmat) informou que muitas redes interromperam os projetos de novas lojas e que agora começaram a colocar novamente em atividade para inaugurar unidades ainda este ano e começo de 2022.

Muitos empresários optaram por reformar as lojas já existentes em pontos valorizados, principalmente em Cuiabá, ao invés de inaugurar novas unidades. A previsão é boa e com uma perspectiva de crescimento para o ano que vem, mais próximo da época pré-pandemia, segundo Alessandro Morbeck.

Já no Brasil levantamento aponta que o ritmo de abertura de supermercados no primeiro semestre de 2021 superou o índice registrado no período pré-pandemia.

O primeiro semestre de 2020 teve 8,4% novas lojas a mais que no mesmo período do ano anterior, nos seis primeiros meses de 2021, o número de novas unidades registrou alta de 43,9%.

O setor foi um dos poucos que se manteve a pleno vapor mesmo durante o auge da crise sanitária. Destacam-se, nesse contexto, o fato de as pessoas terem ficado mais tempo em casa, com o aumento do consumo de alimentos nos domicílios, e o pagamento do auxílio emergencial, que garantiu renda mínima aos mais vulneráveis.

Com o início da pandemia em 2020, muitas inaugurações foram adiadas.

O segmento de supermercados tem apresentado tendência de expansão desde 2015 em todo o país. Até 2018, houve variação entre 15% e 20%, no primeiro semestre.

De janeiro a junho de 2019, o aumento do número de novas unidades foi ainda maior: 39,5% em relação ao primeiro semestre de 2018. Com o início da pandemia em 2020, muitas inaugurações acabaram sendo adiadas.

Contudo, Mato Grosso não está entre os estados que mais registraram maior expansão, no primeiro semestre de 2021.

O setor cresceu mais nos estados do Acre (86,0%), Sergipe (70,5%), Pernambuco (63,9%), Roraima (63,5%), Bahia (61,9%), Piauí (59,6%), São Paulo (56,5%), Amapá (56,5%), Tocantins (52,2%) e Paraíba (48,0%).

Todos esses estados vinham apresentando crescimento no indicador, e, em diversos momentos, estiveram no ranking dos estados com maior expansão em termos proporcionais.

Quando se trata de números absolutos, destacam-se São Paulo, com abertura de quase sete mil lojas; Bahia, com quase quatro mil unidades; Minas Gerais, com 3,3 mil; Rio de Janeiro , com 2,6 mil; Rio Grande do Sul e Ceará, ambas com aberturas de aproximadamente 2,2 mil unidades, e por fim, Pará, Goiás, Paraná e Pernambuco, com cerca de 1,8 mil novos estabelecimentos.

Desenvolvida pela Geofusion a partir de metodologia própria, a estimativa anual per capita de consumo de alimentos no domicílio é maior nos seguintes estados: Rio Grande do Sul (R$ 2,60 mil), São Paulo (R$ 2,56 mil), Santa Catarina (R$ 2,56 mil), Amapá (R$ 2,52 mil), Distrito Federal (R$ 2,50 mil), Rio Grande do Norte (R$ 2,44 mil), Paraná (R$ 2,26 mil), Mato Grosso do Sul (R$ 2,20 mil), Goiás (R$ 2,16 mil) e Rio de Janeiro (R$ 2,16 mil).

Fonte: G1

24 de outubro de 2021 0 Comentários
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Varejo

Marketplace conecta pequenos mercados a fornecedores

De Administrador SH 24 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

Startup Mercê do Bairro tem em caixa R$ 53 mi para trabalhar com pequenos empreendedores

Transformar o Brasil a partir dos empreendedores. Esse é o objetivo de Diego Libanio e Guilherme Bonifácio, que cofundaram o Zé Delivery e o iFood, respectivamente, e se juntaram para criar a Mercê do Bairro em 2019. Trata-se de um marketplace para pequenos mercados que permite a empreendedores comprar barato e receber rapidamente de inúmeros fornecedores. A startup acaba de levantar R$ 53 milhões em um Series A liderado por Flourish e GFC, com participação de MAYA, SV Latam, Quartz, Picus, Domo, Alexia Ventures e Prana, entre outros.

O modelo da Mercê é conhecido como varejo integrado e já é largamente utilizado em outros países, como na China, onde foi responsável por transformar o setor ao conectar toda a cadeia com uso de tecnologia. No Brasil, a Mercê está substituindo a tradicional prancheta por um aplicativo que conecta o mercadinho do bairro a fornecedores e auxilia em toda a gestão de compras e vendas.

“Estamos falando de um público enorme e hoje muito mal atendido. Esses empreendedores não têm acesso a ferramentas de gestão, vendas e crédito, e não contam com poder de barganha para negociar preços e serviços. Além de não terem capital de giro, nem todo fornecedor vende para eles, pois muitos são informais ou não compram as quantidades mínimas exigidas pelos distribuidores”, explica Diego. “Queremos que os mercados de bairro possam usufruir dos mesmos benefícios daqueles que fazem parte de grandes redes, tornando-os, assim, mais competitivos.​”

“Hoje oferecemos uma ferramenta simples e atraente, pois o empreendedor não tem o que perder. Oferecemos comprar de maneira mais prática, barata e ele só paga depois que recebe”, completa Guilherme. “Nossa visão de longo prazo é criar uma revolução no mercado de proximidade, permitindo que o mercado opere melhor, com mais tecnologia em todas as suas frentes, dando uma melhor experiência para o cliente final.”

Na prática, com a Mercê, o dono do mercadinho lista os produtos de que necessita no aplicativo da empresa, que funciona 24/7. A startup se responsabiliza por fazer as compras no atacado e entregar na porta do estabelecimento em até um dia útil. A Mercê também pluga outros parceiros de abastecimento, distribuidores e fabricantes que têm logística de entrega, monitora preços, para que o empreendedor tenha acesso às melhores ofertas, além de auxiliá-lo no acesso a crédito.

Acesso a crédito e expansão

O aplicativo é simples de usar, não requer treinamentos, nem exige muito tempo para adaptação. Segundo os sócios, o maior impacto provocado até agora para os empreendedores tem sido a economia de tempo nesse processo, que chega a 70% com o uso do app.

Já o crédito é oferecido aos proprietários de duas formas. Em uma delas, é dado um prazo que vai de 7 a 28 dias para o mercadinho pagar suas compras; em outra, a Mercê ajuda na obtenção de empréstimos, conectando os mercadinhos a parceiros que oferecem o serviço. O empreendedor consegue, assim, ter acesso a um capital que não teria de outra forma.

“Mercê tem o potencial de transformar o varejo informal no Brasil. A plataforma fácil de usar e a logística que oferece eliminam as fricções em termos de abastecimento, gerenciamento e otimização de inventário, permitindo assim ao pequeno empreendedor focar em atender sua clientela”, diz Arjuna Costa, Managing Partner da Flourish Ventures. “Ainda, ao adicionar produtos financeiros como crédito e pagamento em sua solução vertical, Mercê amplifica o impacto que tem no sucesso financeiro dos comerciantes.”

O faturamento da startup é obtido sobre uma comissão cobrada dos fornecedores parceiros, que pagam uma porcentagem em cima das vendas realizadas. Ainda assim, o valor final das transações é menor do que outras alternativas, de forma que é reduzido o custo tanto do fornecedor, quanto do mercado.

Hoje, a Mercê opera nas regiões oeste, sul e leste da cidade de São Paulo, sobretudo em bairros periféricos. Com o aporte, a empresa irá expandir sua atuação, em um primeiro momento, para as áreas metropolitanas do Sudeste, em particular São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. No futuro, a startup pretende ajudar a escalar mercados de bairro em todo o país. Além disso, com o valor, os sócios devem investir no desenvolvimento do marketplace e reforçar o time, especialmente nas áreas de tecnologia e produto.

“Estamos muito otimistas com a Mercê. O mercado é enorme e fiquei particularmente animado com o impacto que a startup tem provocado nos bairros em que opera. É notável a sensação de empoderamento nos empreendedores que trabalham com a Mercê”, conclui Alex Anton, da GFC.

24 de outubro de 2021 0 Comentários
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Tendências

Tesco adota loja GetGo, sem caixas, em Londres

De Administrador SH 24 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

Primeira loja com checkout free da maior rede de supermercados do Reino Unido, já oferece essa nova experiência aos clientes

A Tesco abriu a sua primeira loja sem caixas de saída, em pleno centro de Londres, especificamente na sua loja Express High Holborn.

Esta inovação permite que os clientes da rede britânica possam comprar e pagar sem fazer scan do produto ou usar uma caixa de checkout. A experiência, batizada de GetGo, oferece os mesmos produtos de qualquer outro estabelecimento da insígnia.

A empresa já tinha implementado esta nova tecnologia, em 2019, no seu supermercado localizado em Welwyn Garden City. Agora, estende-se até a High Holborn, uma loja sem dinheiro desde que foi inaugurada, em 2018.

Câmaras e sensores

O cliente terá acesso ao estabelecimento por meio da aplicação Tesco.com e, uma vez no interior, após retirar os produtos de que necessita, poderá sair diretamente, sem ter que passar pela caixa.

Esta tecnologia usa uma combinação de câmaras e sensores de peso que determinam o que os clientes compraram e farão a cobrança diretamente através da aplicação, após a saída da loja. A Tesco fez uma parceria com a Trigo para lançar esta loja. A startup já tem parcerias com supermercados da Alemanha e da Holanda.

Da mesma forma, haverá no supermercado uma secção específica para produtos restritos a determinadas faixas etárias, com uma saída separada, onde os dados de identificação do cliente serão verificados manualmente.

O novo formato, conhecido como GetGo, segue lojas semelhantes abertas pela Amazon.

Anteriormente, alguns funcionários da Tesco podiam usar o sistema na loja de sua sede em Welwyn Garden City, mas esta é a primeira vez que ele está disponível para clientes regulares.

Kevin Tindall, diretor administrativo da Tesco Convenience, disse: “Nossa mais recente inovação oferece um checkout perfeito para clientes em movimento, ajudando-os a economizar um pouco mais de tempo.

Com a primeira loja GetGo pública lançada pela Tesco, esta nova tecnologia criará uma experiência de compra ainda mais conveniente para os clientes, economizando tempo para aqueles que querem ir comprar algo para almoçar ou jantar no caminho de casa, acredita Kevin Tindall.

“Este é atualmente apenas um teste de uma loja, mas estamos ansiosos para ver como nossos clientes responderão.”

No entanto, o Tesco não é o único supermercado a fazer experiências com a tecnologia de caixa gratuita no Reino Unido. A Aldi também tem experiência semelhante.

Richard Lim, executivo-chefe do grupo de analistas de varejo Retail Economics, disse que a ação da Tesco foi “um reflexo da maneira como a indústria em geral está caminhando”.

A Amazon Fresh agora tem seis lojas “recém-saídas” em Londres, tendo inicialmente lançado a tecnologia em 2018 na cidade americana de Seattle, por exemplo.

“Um elemento crítico disso para a Tesco também é obter dados e tentar elevar sua proposta o máximo possível para seus clientes”, acrescentou Lim.

O programa Clubcard da empresa já tem 6,6 milhões de usuários em seu aplicativo, então o varejista está “bem à frente da curva” quando se trata de usar informações sobre o que um cliente compra, ou como ele compra, para personalizar sua experiência, diz Lim.

O supermercado também se beneficiou de uma mudança para as compras online durante a pandemia.

De acordo com seu mais recente conjunto de resultados, as receitas do grupo Tesco saltaram 5,9% para £ 30,4 bilhões nos seis meses até agosto, em comparação com o mesmo período do ano passado.

24 de outubro de 2021 0 Comentários
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Varejo

E-commerce brasileiro deve bater os 30% em 2021

De Administrador SH 24 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

Relatórios do Banco Goldman Sachs projetam alta de números similares, à médio prazo, no território nacional  

O Goldman Sachs calcula que o comércio eletrônico brasileiro como um todo deve crescer 31% em 2021, atingindo R$ 201 bilhões nas vendas brutas (GMV) e implicando em uma penetração de 13% no mercado de varejo total, uma alta de 1,95 ponto percentual ano a ano.

Em termos absolutos, a projeção é que MercadoLibre acrescente R$ 3,4 bilhões em novo GMV no Brasil no terceiro trimestre, à frente da Americanas com R$ 2,3 bilhões, Magazine Luiza com R$ 1,6 bilhão e Via com R$ 1,4 bilhão.

Para o período de 2021 a 2024, o banco espera que o comércio eletrônico no Brasil cresça em média de 25% ao ano, levando a participação online para 20,2% do varejo total em 2024, ante 11,1% em 2020.

“Embora isso marque uma desaceleração do pico no crescimento e mudança do on-line em 2020, esperamos um aumento no número de novos consumidores e aumento da frequência de compra dos consumidores existentes”, diz.

O banco americano espera que os volumes de pagamento se recuperem gradualmente com a reabertura das economias na América Latina, mas acredita que os investidores também se concentrarão cada vez mais no dimensionamento da carteira de empréstimos e na qualidade de crédito.

MercadoLibre

Após ajustar seu modelo “soma das partes” e atualizar as projeções para os próximos anos, que envolvem uma desaceleração do comércio eletrônico na América Latina, o banco cortou o preço-alvo dos papéis do MercadoLibre de US$ 2.670 para US$ 2.470.

Apesar disso, o potencial de valorização da ação é de 56%, e o banco reiterou a recomendação de compra do ativo.

“Continuamos otimistas em relação ao MercadoLibre. Projetamos um crescimento nas vendas brutas (GMV) de 25% nas operações do Brasil (Mercado Livre) no trimestre, implicando em um crescimento acumulado de dois anos amplamente estável que contrasta com a desaceleração mais pronunciada nas taxas de crescimento que projetamos para concorrentes como Magazine Luiza e Via Varejo”, diz o Goldman.

Fonte: Valor

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Varejo

Há anos não víamos uma queda tão expressiva de volumes, diz GPA

De Administrador SH 22 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

Presidente Jorge Faiçal diz que é possível perceber claramente o pé no freio dos consumidores, abandonando categorias entre outras medidas domésticas

A deterioração da renda do consumidor por causa do desemprego e da pressão inflacionária já se faz sentir no setor supermercadista. Em evento promovido pela Apas, associação que representa as empresas dos setor em São Paulo, o presidente do GPA, Jorge Faiçal, afirmou que o ano de 2021 foi “mais desafiador” do que era esperado.

“Estamos vivendo um momento de queda de volumes que não víamos há anos”, afirma, apontando que há cautela também para 2022.

Diante desse cenário, a frequência dos consumidores às lojas também tem mudado, diz o executivo. Atualmente as vendas estão concentradas em dias de pagamento de salário, enquanto a segunda e terceira semanas do mês veem as vendas “desabarem”.

“Já fizemos três ou quatro orçamentos de revisão de vendas esse ano. Algumas categorias mudaram para cima, outras que mudaram drasticamente para baixo”, explicou Faiçal, citando como exemplo o segmento não alimentar e o eletroeletrônico, que vivem recuos nas vendas. “O eletro está com bastante dificuldade e não temos expectativa otimista para esse setor, dado o aumento de juros. Além disso, o consumidor que já se abasteceu ano passado.”

De acordo com Faiçal, é possível perceber o consumidor abandonando categorias e se concentrando em produtos baratos. “Preço é rei. Preço e promoção vão ser combinação importante no ano que vem.”

O chefe da XP Empresas, Rodrigo Moreira, destacou que a corretora estima que migração para categorias e produtos mais baratos e de marca própria deve continuar, bem como o avanço dos atacarejos. Ele afirma, no entanto, que o segmento alimentar ainda se mostrará resiliente. “Devemos ver diminuição do desemprego no fim de 2022, para algo no patamar d e 12%, e auxílio deve adicionar renda, fazendo com que a perda de renda real não ser tão significativa”.

Ainda assim, a pressão inflacionária ainda deve ser sentida na indústria e ter impactos em 2022.

“Não temos perspectiva radical de mudança na pressão de preços. Continua existindo e não vai se encerrar no ano que vem”, afirma o vice-presidente de gestão de clientes e de relação com associações de varejo da Unilever, Ricardo Zuccollo.

Para Faiçal, a inflação ainda não deve ceder e exigirá mais adaptações do setor varejista. “Vamos ter que vender mais volume para sustentar operações. Se continuar a tonelagem no mesmo patamar, vamos ter que falar em proteção de caixa e redução de custo. Mas não é, por enquanto, nosso cenário.”

Fonte: Raquel Brandão, Valor

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Indústria

Cepêra lança a Linha UMAI com produtos focados na gastronomia oriental

De Administrador SH 22 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

A linha é composta por Tarê, Teriyaki, Molho Cremoso Wasabi e Molhos Shoyus nas versões light, gengibre e premium

Os produtos da linha UMAI, palavra que remete à cultura oriental e cuja tradução significa saboroso, gostoso ou delicioso, chegam para atender aos consumidores que procuram cada vez mais molhos especiais para suas preparações caseiras e gostariam de se arriscar na culinária oriental. A linha é composta por Molho Tarê, Molho Teriyaki, Molho cremoso Wasabi, Shoyu Premium, Shoyu Light, Shoyu Gengibre.

“A ideia é oferecer novas possibilidades de sabores a quem se arrisca na cozinha e aos apreciadores da culinária oriental em suas preparações caseiras. Com a nova linha UMAI reforçamos nosso posicionamento de incentivar novas experimentações e combinações de sabores e sensações, reforçando o conceito que seguimos à risca:  que o sabor da vida não tem receita”, explica a gerente de Marketing da Cepêra, Ana Carolina Penteado.

22 de outubro de 2021 0 Comentários
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Publicação oficial da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)

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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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