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quinta-feira, setembro 24, 2026
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Varejo

Expansão do Superdia prevê cinco lojas a curto prazo

De Administrador SH 26 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

Rede Ítalo inaugura nesta quinta-feira a primeira unidade em uma capital da região Sul do país

Modelo em alta no Brasil, um novo atacarejo (supermercado que mistura o conceito de venda para atacado com a venda para o varejo) chega a Curitiba nesta semana. Pertencente à Rede Ítalo, o Superdia inaugura sua primeira unidade na cidade, a segunda no estado, nesta quinta-feira, parte de um plano de expansão que prevê investimentos de R$ 100 milhões e pelo menos quatro outras lojas no estado em 2022.

A unidade curitibana do Superdia ocupará uma área de 2,1 mil metros quadrados no Novo Mundo, bairro da região Sul da cidade. A loja custou R$ 25 milhões e deve gerar 120 empregos diretos e outros 200 indiretos, diz a empresa.

“Nossa proposta é atender todos que buscam preço baixo, qualidade e rapidez, desde a dona de casa aos pequenos transformadores, como donos de panificadoras, restaurantes, fast food, pizzarias, confeitarias e outros comércios do segmento alimentício”, diz em comunicado Edy João Dal Berto, diretor da Rede Ítalo.

A unidade curitibana é a segunda da nova bandeira. A primeira foi aberta em Francisco Beltrão, na região Oeste, em abril deste ano. A empresa planeja abrir outras quatro unidades no ano que vem, nas cidades paranaenses de Pato Branco, Dois Vizinhos, Realeza e Capanema. Segundo a Rede Ítalo, há planos de mais três lojas Superdia na capital no curto prazo.

O supermercado ìtalo ficou famoso na cidade após a Tribuna noticiar a promoção de vários itens por R$ 1. Na época, filas se formaram no supermercado e o modelo foi replicado por várias redes em Curitiba.

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Varejo

Grupo Zaragoza investe R$ 35 mi em atacarejo paulista

De Administrador SH 25 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

Loja conta com mix de dez mil produtos e deve atender à carteira da rede formada por 60% de pessoas físicas e 40% de compradores com CNPJ

A rede Spani Atacadista inaugura nesta terça-feira uma loja em Araras. Com um investimento de R$ 35 milhões, a unidade gerará 250 empregos diretos na região.

O presidente do Grupo Zaragoza, detentor da bandeira Spani Atacadista, Cleber Gomez, ressalta a importância de investir em regiões com grande potencial econômico. “Araras é uma cidade que está em constante desenvolvimento e nosso segmento, de atacarejo, visa atender os comerciantes da região, bem como as famílias que moram aqui e buscam produtos de qualidade e bom preço”.

A loja do Spani em Araras conta com um mix de mais de 10 mil produtos dos setores de açougue, bebidas, frios, laticínios, hortifrútis, importados, mercearia, higiene e limpeza, um dos grandes diferenciais do Spani Atacadista é ter um estoque garantido, com ofertas exclusivas para os mais diversos públicos, proporcionando mais economia ao pequeno e médio varejista, bem como as famílias que também realizam suas compras no atacarejo.

O modelo

Fundado em 2003, o Grupo Zaragoza optou em investir no Atacarejo, termo brasileiro que reúne as duas formas tradicionais de comércio – o atacado e o varejo, com os conceitos de self-service (autosserviço) e cash & carry (pague e leve).

Com lojas modernas e abastecidas com várias opções de preços para produtos de qualidade, o Atacarejo ganhou a preferência do pequeno varejista e também do consumidor final. Atualmente, a carteira de clientes da bandeira Spani Atacadista é composta por 60% de clientes Pessoa Física e 40% de Pessoa Jurídica.

Após os primeiros anos de atividade e a consolidação da marca e do modelo de negócio nas regiões do Vale do Paraíba, Sul Fluminense, a Bragantina e Alto Tietê, o Grupo, a partir de 2017, iniciou a expansão para a Capital, Grande São Paulo e o restante do interior do Estado de São Paulo.

De acordo com o ranking da ABRAS (Associação Brasileiro de Supermercados), o Spani Atacadista é a rede que mais cresce no Brasil e está entre as 15 maiores empresas do segmento de Atacarejo do país.

25 de outubro de 2021 0 Comentários
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Varejo

St Marche reforça experiência de comida pronta em nova loja de São Paulo

De Administrador SH 25 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

Rede inova com pratos artesanais em regiões residenciais densamente urbanizadas

Na quinta-feira, 28 de outubro, a Rede St Marche Supermercados, referência em experiência de compras e produtos diversificados de alta qualidade, inaugura a sua primeira unidade na Zona Norte. O endereço escolhido é a Avenida Braz Leme, uma das principais vias do bairro Santana, facilitando o acesso aos moradores da região.

“Estamos muito satisfeitos com essa abertura na Zona Norte. Entendemos que a região tem demanda para lojas como a nossa, que proporcionam uma experiência de compra agradável oferecendo uma padaria própria, hortifruti com itens direto do produtor, açougue com cortes especiais e queijos e frios num único lugar. Dessa forma, o cliente terá mais comodidade para fazer esse tipo de compra, sem precisar ir a locais distintos,” conta Victor Leal, co-fundador e head de Expansão da rede St. Marche.

A região concentra inúmeras residências e diversos prédios comerciais, que poderá usufruir do novo conceito de “espaço de estar” da rede. A loja oferecerá lanches e refeições que podem ser consumidas no próprio local, na área de cafeteria, menu de pizzas e foccacias com fermentação natural, sushi e menu to-go. Um espaço com mesas e tomadas para laptop e conexão wifi também é disponibilizado no St Marche Braz Leme para os clientes, visto que muitas empresas estão enxergando no home-office uma nova realidade e espaços assim estão muito valorizados.

“Os moradores do bairro poderão almoçar, jantar, tomar um café, realizar uma reunião rápida, além de fazer o próprio supermercado, tudo em um só lugar”, pontua Bernardo Ouro Preto, CEO da rede. A unidade Braz Leme será o terceiro lançamento com esta nova concepção, que foi inaugurada em agosto de 2020 com a loja do Shopping Villa Lobos. Ela faz parte da filosofia da marca de inovar constantemente a experiência de compra do cliente

Famosa por apresentar um ambiente agradável e atendimento customizado, focado sempre no bem-estar do consumidor, a Rede acredita que a experiência de compra em supermercado faz toda a diferença, e que o novo formato vai aprimorar ainda mais este propósito nas lojas.

“As lojas são desenhadas pensando em cada etapa dessa jornada. Do momento que o cliente chega no estacionamento ou entra na loja e sente o aroma de pão fresquinho de produção própria na Padaria, passando por piso de madeira na Adega, com um Hortifruti sempre fresco e selecionado, funcionários solícitos, música ambiente personalizada, gôndolas recheadas de produtos de todo o mundo e, sempre que possível, sem fila nos caixas. Essa é nossa proposta de experiência de compra”, completa Ouro Preto.

“O mercado se transformou num lugar de bem-estar, de espairecer, pois muitos consumidores passaram por um período onde sair para compras necessárias era a única atividade fora de casa. Este novo conceito foi completamente personalizado nas necessidades atuais dos clientes”, revela Ouro Preto.

Com mais de 1000m², a unidade chega totalmente moderna, design, iluminação e decoração pensados para oferecer um ambiente acolhedor, self checkouts e um novo cardápio pronto para consumo na loja. A disposição dos móveis da área de estar está seguindo as normas de segurança respeitando o distanciamento social e uso de utensílios descartáveis.

Na entrada da loja terá um mural artístico especialmente idealizado para a nova localização. Titulado “A Revoada”, o quadro de Andrea Tom, artista plástica e produtora de moda pernambucana, representa bandos de pássaros em múltiplas composições de estampa. “Eles abrem sorrisos e dão vontade de tocar, deslizar os dedos e de admirar infinitas vezes. Qualquer dia, esses passarinhos vão se mexer e, de aninhados nos quadrinhos ou muros da cidade, partirão mundo afora em revoada,” relata a artista.

“O intuito do St Marche é ser um vizinho próximo que será parte da rotina dos moradores, sempre ali para ajudar no que precisar.” explica o CEO.

Sobre a gastronomia no local

O espaço será rodeado por uma pizzaria especializada em pizzas artesanais de fermentação natural e focaccias, uma cafeteria, além do sushi e da adega St. Marche. Todos os produtos disponíveis para consumo imediato são produzidos pela rede com embalagens biodegradáveis.

Fazemos questão de produzir dentro das lojas tudo que for para consumo imediato, garantindo assim, produtos sempre frescos e um serviço de alta qualidade”, explica Bernardo.

A pizzaria conta com mais de seis opções de sabores, que são feitas pelo time de pizzaiolos utilizando farinha orgânica e passando por longa fermentação natural, que leva no mínimo 12 horas. Depois de pré-assadas, as pizzas ficam expostas em uma vitrine para os clientes escolherem o seu sabor preferido e, assim, são finalizadas em frente ao cliente em nosso forno de pedra a 300°C, que assa as pizzas em até 90 segundos.

Outro destaque no cardápio para comida de consumo, são as opções de massas, e até mesmo a Pasta Box, feita 100% de maneira artesanal e sem conservantes, com massa italiana e molho St. Marche. O cliente pode escolher as opções Penne ao Pomodoro e Mac’n’Cheese. Logo depois o Box é finalizado e entregue ao consumidor, que escolhe se quer comer na área de estar ou levar para viagem.

Para amantes de comida rápida, para comer com os olhos e com a boca, a nova unidade oferece uma cafeteria, especializada em café da manhã, com um cardápio diverso de sanduíches feitos no pão ciabatta ou no croissant, massa levemente elástica e aerada, poucos ingredientes e muita técnica. O grande diferencial da cafeteria é a Padaria do St. Marche, que envia pães e outros produtos recém assados para os preparos dos lanches. Os pães são preparados utilizando a técnica artesanal com 100% de fermentação natural e assados em fornadas regulares. No setor de queijos e frios, o cliente pode pedir fatiados e até montar uma tábua de frios.

Por fim, o Sushi do St. Marche oferece mais de 27 opções de escolha, entre combinados, temakis, sushis, sashimis e uramakis. A unidade conta com o lançamento dos Pokes, super refrescantes nos sabores Salmão, Atum Spice e St. Marche.

Serviço

Endereço: Avenida Braz Leme, 1200, Santana / Funcionamento: segunda a sábado – 7h às 22h e domingos e feriados – 8h às 22h

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Tecnologia

Giga Atacado lança e-commerce com solução sob medida e colhe bons números

De Administrador SH 25 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

O atacarejo utiliza a plataforma digital VTEX que trabalha a omnicalidade em suas lojas

A VTEX (NYSE: VTEX), a plataforma de comércio digital para grandes empresas destinada a marcas e varejistas, criou uma solução customizada de ecommerce para a rede Giga Atacado, permitindo que a marca atendesse aos públicos B2C e B2B. Em apenas 40 dias de projeto, as vendas estão tracionando e chegando a 30% da meta prevista para o período. As projeções são de que as conversões, que já batem a casa de 1,10%, sigam em crescimento.

Fundado em 2009, o Giga Atacado é especialista em atacarejo no Brasil, atendendo desde um público B2B, com foco em pequenos comerciantes, até o consumidor pessoa física, que busca o melhor custo-benefício nas compras de supermercado. Foi em busca de elevar o patamar de atendimento aos seus diferentes públicos e ocupar protagonismo em um nicho de mercado digital que a rede decidiu apostar na VTEX como provedora do seu novo canal de venda: o ecommerce www.giga.com.vc. O projeto teve início em novembro de 2020 e o site foi ao ar em 31 de julho de 2021. A solução foi desenvolvida na plataforma nativa B2C da VTEX, que foi customizada para atender as necessidades do B2B da marca.

Atualmente, já é percebido um crescimento de 40% em pedidos para CNPJ na plataforma (agosto/21 x setembro/21) e a rede já identificou crescimento de 12% no ticket médio de produtos comprados via ecommerce. “É um resultado que traduz a base da omnicanalidade. Não é apenas criar um novo canal de vendas, mas oferecer a mesma experiência de compra para os clientes em todos eles. Agora, assim como na loja física, no ecommerce de Giga Atacado é possível comprar desde a unidade até grandes quantidades de um produto e ficamos muito felizes de construir isso juntos”, explica Rafa Forte, Presidente da VTEX no Brasil.

Drive thru: eficiência no Clique e Retire

O ecommerce de Giga Atacado oferece as opções de ship from store, quando os produtos saem do estoque das lojas físicas para entrega na casa do cliente, e a opção pick up in store, o Clique e Retire na loja. Nesta segunda modalidade, a rede investiu na construção de uma estrutura dedicada na loja do Giga Limão, uma área de 1500 m² foi projetada para atender aos clientes em menos de um minuto. Essa infraestrutura assegurou o nosso compromisso de preço de atacado na mala do seu carro em menos de um minuto.

De acordo com o Gerente de Ecommerce da rede, a adesão a esta modalidade está acima do projetado. Cerca de 30% dos pedidos faturados são de clientes que optam pelo Clique e Retire, participação acima do mercado.

Do início ao fim, o projeto contou com o serviço de Guidance fornecido pelo time de Serviços Avançados da VTEX. A equipe é composta por especialistas que analisam todos os aspectos de performance do cliente e propõe soluções para reduzir o tempo de carregamento, melhorar o ranqueamento em mecanismos de busca e aumentar a conversão. “Poder contar com esse apoio em todas as etapas e integrações complexas foi um fator de sucesso determinante para nós”, conta Renato Rodrigues, Gerente de Ecommerce do Giga Atacado.

O objetivo da rede é expandir a modalidade Clique e Retire com drive thru para mais duas lojas até o final deste ano. Transformar o ecommerce em marketplace também está nos planos do Giga Atacado para 2022.

“A experiência tem sido muito positiva com a plataforma VTEX. Temos um site efetivo, rápido e com customizações pensadas especificamente para as necessidades dos nossos clientes”, conclui Renato.

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Varejo

Conheça o público que adora panetone

De Administrador SH 25 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

Pesquisa da Kantar detalha ainda os sabores preferidos nos lares brasileiros

Em meados de setembro os panetones começam a dar as caras nos supermercados brasileiros. Além de ressaltar a chegada e o clima de preparação para o Natal, o doce de origem italiana exerce, há muitos anos, um papel importante na sociedade. Segundo pesquisa realizada pela Kantar, líder em dados, insights e consultoria, ele é consumido em 52,4% dos lares do País, principalmente pelo público A e B, mas também entre as classes C, D e E.

De acordo com o estudo e dados levantados em parceria com a Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães e Bolos Industrializados (Abimapi), os brasileiros gastam, em média, R$ 25,34 em panetones e consomem aproximadamente 440 gramas do produto por ano. O público que mais procura o item natalino tem entre 40 e 49 anos.

A iguaria faz muito sucesso nos lanches da tarde, uma vez que está presente em 29,7% dessas refeições. Vale a pena destacar que, nesse aspecto, o panetone supera guloseimas e receitas tradicionais do País, como outros doces e pães, que representam 8,9% dos itens usados na alimentação vespertina.

A versão tradicional – feita com uvas-passas e frutas cristalizadas – segue como a favorita do público. Entretanto, as recheadas estão caindo cada vez mais no gosto dos brasileiros. Prova disso é que registraram um aumento considerável de 5 pontos percentuais entre os períodos de novembro de 2018 a janeiro de 2019 e novembro de 2020 a janeiro de 2021.

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Varejo

Cliente pretende investir na Black Friday

De Administrador SH 25 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

Conheça os dados do estudo da GFK para o próximo mês de novembro no varejo

Estudo feito pela GfK, consultoria mundial que utiliza big data e inteligência artificial para trazer novas estratégias para seus clientes, apresenta que a Black Friday 2021 será melhor que a do ano passado para o setor de eletroeletrônicos. Esse resultado positivo será alcançado por conta do aumento dos preços e não pela quantidade de itens vendidos.

Em 2020, as oito semanas sazonais representaram 21% das vendas do ano, somando mais de R﹩23 bilhões. Neste total, a semana da Black Friday foi a que mais se destacou, gerando aproximadamente 7% do faturamento do ano, 3,4X mais que a média semanal.

Fernando Baialuna, diretor de Negócios e Varejo da GfK, analisa que a Black Friday é uma data que o consumidor se prepara para as compras e tem os eletroeletrônicos como o grande foco. “Os consumidores veem na Black Friday uma oportunidade para comprar um item de desejo ou fazer a troca de um aparelho mais antigo por um moderno. Esse ano, com a alta dos preços, haverá uma cautela na escolha dos modelos, mesmo assim, 87% das pessoas pretendem gastar o mesmo ou até mais do que no ano passado.”

Os varejistas devem pensar na jornada do consumidor, que mesmo tendo migrado para o online, as vendas na modalidade figital – fusão das vendas no ambiente físico e digital – devem ser levadas ainda mais em conta.

“De acordo com a categoria que está sendo procurada, o cliente tem uma preferência para efetivar a compra. Itens como smartphones, TV e linha branca ainda são muito fortes no comércio tradicional, já que o consumidor tem a necessidade de vivenciar a experiência com o produto”, explica Baialuna.

Os dados do estudo da GfK também mostram que Black Friday deve durar mais tempo, com ações promocionais durante todo o mês de novembro. Essa estratégia de pulverizar os descontos acontece há alguns anos e isso traz confiança para o cliente, que terá melhores ofertas por um período maior.

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Varejo

Tenda já tem terrenos para expansão agressiva em 2022

De Administrador SH 25 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

Até dezembro, rede fará mais inaugurações em São Paulo, diz presidente Marcos Samaha

Com a disputa no setor atacadista ganhando fôlego, a rede paulista Tenda Atacado resolveu destinar parte de seus esforços e investimentos para agilizar a chegada dos produtos nos corredores das lojas. Para isso, investiu R$ 42 milhões na ampliação de seu centro de distribuição (CD) em Guarulhos, na Grande São Paulo, e na automação dos sistemas de logística.

Desde sempre, conta Marcos Samaha, presidente da rede, a Tenda foi na contramão da maioria dos concorrentes, que deixa quase 80% do estoque ir direto do fornecedor para a loja. “Entendemos que centralizar os estoques no centro de distribuição é mais eficiente na gestão de estoque e de rupturas”, diz.

Por essa razão, optou por transformar dois pequenos CDs em apenas uma instalação conectada a outro prédio de armazenagem por meio de 300 metros de esteiras. São quatro ramais de esteiras transportadoras destinadas à coleta de itens que, automaticamente, são direcionados até um portal capaz de “ler” e identificar produtos. Este portal é equipado por um cubômetro, que identifica as dimensões dos volumes, e três câmeras fotográficas de alta definição identificam os códigos de barra.

Uma vez identificados, esses volumes seguem para um sistema automatizado, que se encarrega de distribuir cada caixa ou pacote para a área de armazenagem referente à loja de destino. A ideia, explica Samaha, é usar esse sistema para produtos que são importantes para as vendas, mas têm menor giro e costumam compor pallets com diversos tipos de categorias.

O ganho na acuracidade do processo vai dar velocidade na reposição das gôndolas e para as operações do varejo on-line, que existem desde 2015 e que “crescem três dígitos”.

A companhia não revela o faturamento atual. No ano passado, a receita cresceu 31%, para R$ 4,3 bilhões, e a perspectiva é de seguir forte. “Viemos crescendo todos os anos. Agora, o setor vê as vendas crescerem, mas volumes caírem e, mesmo no cenário de redução de consumo, ganhamos market share”, diz, citando a consultoria Nielsen como fonte.

Mas a deterioração do cenário macroeconômico preocupa. Ele diz que as perspectivas mudaram. As projeções para inflação estão mais pressionadas, à medida que as incertezas crescem em relação ao equilíbrio fiscal, ameaçado pelo “drible” ao teto de gastos que o governo federal está defendendo para garantir verba para o “Auxílio Brasil”.

“Auxílio é importante para a população de menor renda. Por outro lado, vemos com preocupação o que acontece na macroeconomia. Leva ao aumento do dólar, que deixa o produto mais caro no mercado interno e estimula a exportação, reduzindo a oferta. Agrava a inflação. Essa crise gerada pelas dúvidas também tira dinheiro do bolso do consumidor.”

Na operação, a pressão inflacionária já se reflete na concentração de compras nos dias de pagamento de salários. Ainda assim, a Tenda também tem observado maior frequência das vendas de menor volume no restante dos dias. “Por termos hortifruti e açougue, temos o dobro da média de visitas de outros ‘cash and carry’, segundo a Kantar. Normalmente, os perecíveis são 22% da operação de atacarejo, mas para nós são 32%”, acrescenta.

No próximo mês, a empresa abre três lojas, chegando a 40 unidades, todas no Estado de São Paulo. Para 2022, mais terrenos já estão comprados, mas o número não foi revelado. O desafio é lidar com o aumento dos custos: construir uma loja ficou 25% a 30% mais caro do que um ano antes, segundo Samaha.

Fonte: Raquel Brandão, Valor

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Eventos

Coalizão multissetorial da cadeia de abastecimento avança em propostas de ESG

De Administrador SH 25 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

ABRAS realizou a primeira reunião de trabalho que integra a agenda do Fórum da Cadeia Nacional de Abastecimento. Encontro fomentou propostas e caminhos em torno dos cinco grandes desafios eleitos pelos elos da cadeia

Aconteceu nesta sexta-feira (22) a primeira reunião de trabalho que integra a agenda do Fórum da Cadeia Nacional de Abastecimento. A primeira edição deste inédito programa realizado pela ABRAS em junho, que teve o ESG como tema, viabilizou a constituição de uma coalizão multissetorial formada por 14 entidades de classe que, naquela ocasião, elegeram cinco grandes desafios associados à cadeia nacional de abastecimento para serem tratados.

Agora, este grupo voltou a se reunir para avançar, de forma prática, nas propostas de soluções para as pautas de redução de custos, consumo consciente, redução do desperdício, combate à fome e promoção do conhecimento sobre ESG.

Participaram deste novo encontro as entidades que integram a coalizão multissetorial da cadeia nacional de abastecimento, representantes do ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), do ministério da Cidadania e membros de entidades internacionais que apoiaram o Fórum, como a KPMG e o Centro de Excelência contra a Fome do Programa Mundial de Alimentos da ONU (WFP).

Em sua saudação a todos os presentes, o presidente da ABRAS, João Galassi, agradeceu o envolvimento de todas as entidades nesta jornada e enfatizou a importância desta união em prol de propostas tão relevantes para o desenvolvimento da cadeia nacional de abastecimento. “A criação desta iniciativa só foi possível graças ao acolhimento de todos os atores da cadeia e, juntos, com certeza vamos colocar em prática propostas que impactarão toda a sociedade”, disse Galassi.  

A dinâmica desta reunião foi estruturada para viabilizar avanços concretos para implementação das propostas que atendam aos cinco desafios levantados no Fórum. Após a abertura realizada pelo presidente da ABRAS, João Galassi, e a apresentação do relatório contendo os principais resultados da primeira edição deste programa, que foi conduzida pela vice-presidente de Ativos Setoriais da entidade, Rodrigo Segurado, os participantes da reunião se reuniram em cinco grupos para discutirem com profundidade cada um dos desafios eleitos. Os encaminhamentos deste novo encontro serão tratados nos próximos meses e culminarão em uma segunda reunião de trabalho, programada para o dia 24 de março.

Confira mais detalhes desta reunião na próxima edição da Revista SuperHiper.

Com a liderança da ABRAS, entidades que integram a coalizão multissetorial da cadeia nacional de abastecimento se reuniram para avançar em propostas relacionadas à cinco grandes desafios associados à cadeia no âmbito da agenda de ESG
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Varejo

Entenda como os dados agem na fidelização dos clientes

De Administrador SH 24 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

No campo do entendimento do shopper, o CRM vem ganhando cada vez mais protagonismo. Veja, também, o potencial de impacto de outras ferramentas voltadas à fidelizar os consumidores

Colocar o cliente no centro das decisões, com o objetivo de bem atendê-lo e fidelizá-lo, é uma expressão cada vez mais proferida entre os supermercadistas e os profissionais da indústria. Diversos fatores, como as mudanças no comportamento dos consumidores e o advento do conceito de multicanalidade, já estavam fomentando de maneira consistente este conceito e a chegada da pandemia ajudou a evidenciar ainda mais essa máxima.

Por consequência, tornam-se ainda mais pertinentes as discussões em torno da desafiadora missão de estabelecer um relacionamento estratégico com os clientes, especialmente em relação à implementação e manutenção de ações e programas de fidelização. Uma coisa é certa: o brasileiro é receptivo a vantagens e recompensas. Segundo uma pesquisa da Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização (Abemf), incentivos que ajudam a economizar dinheiro são a principal razão pela qual o consumidor participa de um programa de fidelidade: 71% dos consumidores têm essa preferência. De acordo com a entidade, o Brasil possui cerca de 150 milhões de cadastros em programas de fidelidade.

Um dos pontos importantes dos programas de fidelidade são as informações que podem ser obtidas com o cadastro dos clientes. A partir disso, podem ser retiradas informações capazes de fornecer insights importantes para a construção de uma jornada do consumidor cada vez mais customizada.

A intensificação do processo de relacionamento com clientes ficou mais visível no varejo nos últimos três anos, segundo o CEO da GS Ciência do Consumo, Thiago Simonato. Primeiro, pelo movimento de digitalização em toda a sociedade e, segundo, pela digitalização de acesso aos dados e conhecimento mais profundo dos consumidores. Segundo ele, tanto o varejo quanto a indústria perceberam o diferencial em trabalhar com dados de consumidores e perfil de pessoas. “Você consegue acelerar negócios, integrar cadeias de abastecimento, direcionar melhor investimentos que antes eram feitos de forma mais massificada. Todo esse processo e a adoção de plataformas de fidelidade de CRM vieram ajudar nesse sentido”.

Duas crenças limitantes, no entanto, ainda impedem que o varejo deslanche plenamente nos programas de relacionamento personalizado e de fidelização, afirma Simonato. A primeira é a falta de uma cultura interna, tanto no pequeno quanto no grande varejo, de buscar conhecer melhor os consumidores e usar esse conhecimento como apoio para a área comercial, marketing e operações.

“Muitas vezes por uma limitação de pessoas dentro do negócio, o varejista também não se sente preparado para operacionalizar um programa de fidelidade”, diz. A segunda limitação está presente no caso de varejistas que tentaram realizar campanhas, não contaram com suporte e tiveram o objetivo frustrado, formando uma ideia negativa sobre o assunto. “Em alguns momentos, esse mercado de CRM foi queimado por iniciativas que não estavam aderentes com o momento ou com o porte dos clientes. Temos uma premissa de que, mais do que a plataforma, o importante é dar ao varejista uma metodologia para que ele tire o máximo de proveito da solução.”

O universo do CRM

“A estrutura de um sistema de relacionamento, o CRM, pode ser vista como o chassi sobre o qual é desenvolvido um programa de fidelidade”, exemplifica o sócio-diretor da Propz, Danilo Nascimento. “Personalizar o consumo hoje, ou seja, entregar o mesmo produto com condições individuais personalizadas, de acordo com o perfil de cada cliente, é a única forma de manter uma estratégia de alavancagem de vendas com margem sustentável, pois depender, exclusivamente, de baixar preço acaba destruindo o negócio numa espiral negativa”, explica. “O desconhecimento atua como uma barreira para que o varejista usufrua dos ganhos de competitividade proporcionados pela tecnologia.”

Versátil, o CRM pode ser implementado independentemente do porte da rede varejista. O executivo destaca que uma solução mais completa informará ao varejista, por exemplo, quantos clientes dele estão predispostos a serem introduzidos em determinada categoria ou a serem recuperados, com base em possibilidades preditivas, ou seja, indicadas pelos algoritmos do sistema. Outro suporte está na realização de uma comunicação mais eficiente, com base nos dados e histórico que se tem dos clientes. Para ilustrar, ele cita um exemplo hipotético de um varejista que tende a enviar oferta de azeite para clientes que já costumam comprar o produto na loja, independentemente de ser contemplado com uma oferta. Mas, com a ajuda da tecnologia, ele reforça que é possível identificar clientes cujo comportamento de compra revela alta propensão em utilizar azeite, como consumidores de pescados, por exemplo, e que não compram o azeite na loja daquele varejista.

Danilo Nascimento também chama atenção para o fato de ser comum o varejista associar o CRM, unicamente, ao disparo de campanhas e, por isso, dizer às vezes que a ferramenta não funciona. “Estes são casos em que só é feito o disparo de campanha, sem uso de inteligência analítica. E se não tiver essa inteligência, de fato, a ação pode não funcionar.”

As informações de comportamento de consumo do cliente passam a ser coletadas a partir do momento em que ele aceita participar do programa de relacionamento e fornece seu CPF cada vez que passa pelo check-out. Com a coleta das informações sistematizadas, o algoritmo processa os dados das compras e faz associações dos perfis de produtos adquiridos, tíquete, frequência de visitas à loja e detecta oportunidades a serem exploradas.

Cartão próprio

O cartão de crédito próprio, ou private label, também tem sido mais utilizado como meio de relacionamento personalizado com a clientela no varejo. Duas características contribuem para sua boa performance. Uma é o crédito pré-aprovado que inclina o usuário a aumentar o valor dispendido, e outra, por se tratar de um meio de pagamento customizado, já contendo dados de identificação, proporciona a “modelagem do comportamento de consumo”, ou seja, a identificação de hábitos e preferências de compras do cliente, possibilitando gerar ofertas direcionadas (personalizadas) por um sistema CRM.

“Ter o cartão da própria rede leva o cliente a concentrar as compras no estabelecimento, gera recorrência e aumento de gasto de cerca de 55%”, afirma o diretor estratégico da DMCard, Tharik Moura. Em complemento ao negócio de cartões private label, a administradora também passou a oferecer um serviço agregado de CRM.  “Quando a gente consegue colocar a ferramenta de fidelização, o CRM, ele dá um alavancada na venda e os 55% já sobem para 60%”, diz Moura. Para alcançar esse resultado, diante do interesse e da anuência do varejista, é instalado um software da administradora no PDV da loja, que captura as transações da compra do usuário do cartão e as envia para a DMCard alimentar o sistema de oferta direcionada, ou seja, oferta personalizada de acordo com as preferências, hábitos, afinidades e comportamento de compra do consumidor.

Ainda sobre a aplicação do CRM, o executivo da DMCard lembra que o uso da ferramenta, além de viabilizar uma relação com o cliente baseada em seu histórico de compra, ainda culmina em um maior poder de negociação com a indústria. Isso porque, baseado em experiências anteriores, o varejo tem como saber que, ao disparar uma oferta personalizada, venderá R$ 100 mil de um determinado refrigerante em um dia, por exemplo, o que permite negociar com o fornecedor uma condição mais favorável.

Recompensa garantida

Também tem se tornado mais comum no varejo supermercadista campanhas que lançam mão dos chamados “selinhos”, disponibilizados aos clientes mediante o desembolso de valor pré-estabelecido e que, como resultado de sua soma, culmina na entrega certa de prêmios aos clientes, sem a necessidade de participar de sorteios. Em outras palavras, o cliente tem a garantia que será contemplado.

“Essa ação de fidelização busca atingir dois objetivos junto ao consumidor. Primeiro, provocar uma experiência emocional por meio da campanha, levando-o a uma conexão com a marca ou bandeira varejista. A partir disso, busca-se o segundo objetivo, de levar a uma conexão transacional com o consumidor, ou seja, fazê-lo aumentar a frequência de compras na loja e elevar o valor do tíquete médio”, explica o CEO da BrandLoyalty no Brasil, Lucas Palombo. “Com essas premissas, os varejistas que participam de campanhas de fidelização obtêm um aumento de 22% de frequência do consumidor na loja e um incremento de venda de 10%”, afirma o executivo da companhia, que se dedica a operacionalizar toda a logística dos produtos definidos como prêmios, sempre com a proposta de ser itens diferenciados para despertar o desejo dos consumidores e reforçar a proposta de recompensa.

Personalização é a palavra-chave para os resultados, que podem ser alcançados somente a partir do uso enfático de tecnologia e dados no embasamento das campanhas desenvolvidas, diz ele. “Eu diria que 40% de nosso esforço está voltado para produto e comunicação e 60% para tecnologia e dados”, destaca. Desse modo, todas as decisões que configuram uma campanha, ou seja, sua duração, o valor do tíquete almejado, o aumento de visitas à loja, os produtos a serem oferecidos para resgate, tudo é calculado e analisado a partir dos dados personalizados do comportamento dos clientes com o uso de CRM.

No ano passado, a empresa realizou uma parceria com a Kantar que revelou que 85% dos consumidores disseram esperar ser recompensados por sua fidelidade com vantagens que vão além de descontos, e 68% disseram que gastariam mais se existissem programas de fidelidade nos estabelecimentos que frequentam. O estudo ouviu 1.597 consumidores das cinco regiões do País.  

À medida que o varejo realiza mais campanhas deste perfil junto à sua clientela, a tendência é o aperfeiçoamento da mecânica e também o aumento da adesão por parte dos clientes. Em uma loja ainda iniciante, a participação de clientes que coletam selos e participam do resgate de produtos costuma alcançar em torno de 45% a 55% da base. Quando a rede varejista está mais madura nesta ação, pode-se chegar a participações que atingem 80%, segundo a BrandLoyalty.

No início de agosto, a empresa ativou uma campanha junto ao Carrefour, para fortalecer a relação com os clientes cadastrados no app Meu Carrefour e que participam do Minhas Recompensas. Neste caso, os clientes que juntarem todos os selinhos necessários podem escolher entre oito opções de produtos colecionáveis da marca Tupperware.

Dinheiro de volta

Mais recentemente também tem ficado cada vez mais comum a prática do chamado cashback, outra medida que proporciona ao cliente a garantia de retorno imediato do seu desembolso. Neste caso, o consumidor pode receber de volta, a cada compra ou quando atinge um valor mínimo, uma porcentagem do valor gasto em forma de dinheiro ou bônus. A devolução, geralmente, ocorre na conta bancária do cliente, em alguma carteira digital ou é transformada em um abatimento na conta. Nas lojas físicas, o cashback pode ser uma solução para aumentar a frequência dos clientes no estabelecimento e também, contribuir para aumentar o ticket médio das próximas compras, se o uso do cashback estiver atrelado a um valor de compra mínima.

Uma das redes supermercadistas pioneiras no oferecimento deste benefício é a rede Condor, que desde o ano passado promove a campanha “Dinheiro de volta” para os membros do programa Clube Condor, que já ultrapassam 3,2 milhões de clientes. “O Condor foi o primeiro supermercado a oferecer programa de cashback com distinção de fornecedor, o que aumenta o tamanho das vantagens e fideliza os consumidores”, destacou Ricardo Zonta, vice-presidente da rede.

O supermercadista ainda ressalta que, pelo aplicativo, os clientes também podem participar de promoções de “Compre e Concorra”, viabilizadas por fornecedores da rede. Neste caso, o cliente compra um dos produtos participantes da campanha e ganha um número da sorte para concorrer aos sorteios. “A ferramenta é muito importante para a rede conseguir estreitar o relacionamento com os seus clientes e reunir dados para conhecer melhor o perfil de cada consumidor”, diz Zonta. “Desta forma, a empresa pode continuar atuando com o consumidor no centro de suas operações e criar campanhas assertivas, que realmente façam a diferença na vida dos seus clientes.

O cenário da fidelização no Brasil

  • O Brasil possui cerca de 150 milhões de cadastros em programas de fidelidade
  • 71% dos consumidores visam economia ao participar de um programa de fidelidade
  • 85% dos consumidores esperaram ser recompensados por sua fidelidade com vantagens que vão além de descontos
  • 68% gastariam mais se existissem programas de fidelidade nos estabelecimentos que frequentam.
  • Uso do cartão próprio pelo varejo pode elevar em até 60% o desembolso dos clientes
  • Campanhas com o uso dos “selinhos” geram aumento de 22% de frequência do consumidor e incremento de venda de 10%
24 de outubro de 2021 0 Comentários
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Varejo

Assaí expande negócios no Mato Grosso com aporte de R$ 73 mi

De Administrador SH 24 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

Esta sexta loja de 14 mil m² conta com 500 colaboradores entre diretos e indiretos no interior do estado

Apenas seis meses depois de inaugurar uma segunda loja na capital, o Assaí Atacadista reforça os investimentos em Mato Grosso e abre as portas de sua 2ª unidade em Rondonópolis – a 6ª loja no Estado.

 Batizada de Assaí Rondonópolis Bandeirantes, a nova unidade está na região central da cidade, na Avenida Bandeirantes, nº 4.165, e traz mais facilidades e diferenciais de serviços e preços para os clientes rondonopolitanos que buscam abastecer o estoque de seus comércios e ou a despensa familiar com mais economia.

A loja representa um investimento de aproximadamente R$ 73 milhões no município. São mais de 14 mil m² de área construída, sendo mais de 6 mil m² somente de área de loja.

Isso significa que os clientes do Assaí Rondonópolis Bandeirantes encontrarão uma unidade espaçosa, com pé direito alto, climatização e iluminação aperfeiçoadas, além de um extenso estacionamento próprio para carros (472 vagas) e motos (120 vagas).

A construção da loja também está baseada em uma preocupação com uma operação sustentável para o meio ambiente. Por isso, o Assaí Rondonópolis Bandeirantes foi projetado para contar com uma utilização racional de energia elétrica e melhor aproveitamento da luz natural.

Entre os serviços, um dos diferenciais é o açougue. A seção conta com um time de açougueiros(as) preparado para atender o cliente, fatiando e moendo as peças de carne seguindo as preferências de cada um e do jeito desejado. Além disso, o Assaí Rondonópolis Bandeirantes oferecerá mais de 8 mil produtos, entre alimentos, bebidas, itens de higiene pessoal e limpeza, produtos de bazar, linha automotiva, linha pet e eletroportáteis, além de embalagens e descartáveis. Outro destaque é a quantidade superior de caixas de pagamento – a unidade terá 34.

Somente com esta abertura, para formar o quadro de colaboradores da loja, a companhia gerou mais de 500 empregos, entre diretos e indiretos, valorizando a formação de um time diverso e inclusivo.

Presente em Rondonópolis desde novembro de 2013, quando foi inaugurada a primeira loja, o Assaí Rondonópolis Bandeirantes representa uma nova opção de lugar para compras com o “preço de atacado”, ou seja, ao adquirir mais de um item do mesmo produto, o cliente ganha desconto (a informação de preço consta na etiqueta de cada item), o que significa excelente economia no final da compra. Outro diferencial é o serviço de televendas, ideal para o comerciante que precisa de agilidade. Para esse público, a companhia também oferece capacitações para gestão do negócio de forma 100% gratuitas, por meio do Programa Academia Assaí Bons Negócios.

“Rondonópolis é reconhecida como a capital do agronegócio e do bitrem, além de ter o segundo maior PIB mato-grossense. Com esse cenário econômico privilegiado, a cidade tem atraído novos investimentos nos últimos anos e gerado o surgimento de diferentes negócios.  Somando esses fatores à excelente recepção de nossa 1ª unidade, vimos que era hora de expandirmos. Com o novo Assaí Rondonópolis Bandeirantes, oferecemos mais uma opção de lugar para as compras com preços baixos e sortimento variados de produtos aos micros e pequenos comerciantes locais, além dos consumidores finais que buscam fazerem suas compras com mais economia para o dia a dia”, afirma a Diretora Regional do Assaí, Kenia Mainardi.

A inauguração do Assaí Rondonópolis Bandeirantes reforça a presença do Assaí em Mato Grosso e a expansão da marca na região. Esta é a segunda unidade do Assaí inaugurada em 2021 no Estado. A primeira foi em Cuiabá, em maio. Agora, o Assaí conta com duas lojas em Rondonópolis, duas em Cuiabá, uma em Várzea Grande e uma em Sinop. Com esta inauguração, a empresa chega à marca de 194 lojas distribuídas em 23 Estados (incluindo o DF).

24 de outubro de 2021 0 Comentários
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