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sábado, setembro 26, 2026
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Indústria

Pom Pom e Fisher-Price se unem para linha de fraldas com múltiplos benefícios

De Administrador SH 7 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

Parceria entre as marcas traz ao mercado uma nova tecnologia para as fraldas que garantem o benefício com o uso constante

A Pom Pom, marca de fraldas do Grupo Ontex, se uniu a Fisher-Price para trazer ao mercado nacional a nova linha de fraldas Derma Protek. A linha possui uma numeração acessível que atende desde RN até XXG, além de estampas exclusivas inspiradas no universo lúdico de Fisher-Price.

A tecnologia da nova Derma Protek, informa a Pom Pom, foi pensada especialmente para o cuidado da pele delicada do bebê. A fralda possui canal superabsorvente que proporciona uma absorção duas vezes mais rápida e a adição de loção hidratante com extratos naturais que auxiliam na prevenção da irritação da pele.

O grande diferencial dessa loção, segundo a Pom Pom, desenvolvida na Europa, é a origem natural dos seus componentes, além disso é livre de conservantes. Composta por calêndula, aveia, vitamina E e a camomila, a loção hidratante está incorporada na camada superficial da fralda e seus ingredientes são ativados assim que entram em contato com a pele do bebê, sem deixar resíduos visíveis e táteis, proporcionando uma pele menos suscetível a irritações, vermelhidão e assaduras.

“Nossa maior preocupação sempre foi oferecer produtos de qualidade aliados à segurança para os bebês. A linha Derma Protek oferece os dois: o benefício e a segurança do uso contínuo, quanto mais o bebê usar, menores as chances de desenvolver uma dermatite, já que ele terá uma pele mais hidratada e menos contato com o xixi” explica a gerente de Marketing da Pom Pom, Tatiana Pastori.

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Indústria

Sadia relança Peito de Peru Soltíssimo

De Administrador SH 7 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

Produto completa linha de frios fatiados mais finos, trazendo novo modelo de embalagem prática abre-e-fecha

A Sadia anunciou mais um relançamento especial para os consumidores: o Peito de Peru Soltíssimo Sadia, que chega com nova embalagem, em fatias ainda mais finas. Com essa novidade, a Sadia completa seu portfólio de frios fatiados embalados, trazendo mais uma opção de produto prático e versátil para consumo no dia a dia.

O Peito de Peru Soltíssimo Sadia. Segundo a empresa, possui fatias até 30% mais finas, em comparação com o produto anterior, e agora estão posicionadas de forma escalonada, contribuindo para a fatia ficar mais visível e soltinha. A nova espessura do produto contribui na hora da manipulação, pois mantém a fatia íntegra e conserva seu sabor único, sendo ideal para degustação imediata, garante a empresa. A embalagem também conta com sistema abre-e-fecha, que ajuda a conservar o produto na geladeira, mantendo o frescor mesmo após o armazenamento.

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Indústria

Kibon apresenta sorvete vegano na versão pote

De Administrador SH 7 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

No sabor chocolate com pedaços de avelã, a novidade conta com o selo da Sociedade Brasileira Vegetariana

Kibon, marca da Unilever, traz para o mercado seu primeiro sorvete em pote vegano, o Kibon Deliciosamente Vegano, sabor chocolate com pedaços de avelã. O lançamento chega na versão 800ml, é zero lactose e conta com o selo da Sociedade Brasileira Vegetariana (SVB), garantindo que o produto é livre de ingredientes de origem animal.

O novo sabor chega para democratizar as opções veganas no mundo do sorvete, assim como para atender à crescente demanda de consumidores que buscam por um estilo de vida mais equilibrado, sem abrir mão do sabor e cremosidade.

“Kibon é uma marca que há mais de 80 anos está em constante inovação, conectada com as principais tendências do mercado e com o paladar dos brasileiros. Deliciosamente Vegano chega para atender à crescente demanda por produtos saudáveis e que não sejam de origem animal. Ele é a materialização do nosso objetivo de oferecer experiências prazerosas e um portfólio completo para os brasileiros, que buscam cada vez mais um sorvete diferenciado e único.” Afirma a gerente de Kibon para categoria de potes, Giovanna Aranha.

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Varejo

Varejo e indústria sinalizam otimismo com o Natal

De Administrador SH 7 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

Com vacinação em curso, supermercados e fornecedores apostam em vendas aquecidas para as festas de fim de ano. Veja as expectativas e apostas de grandes redes e indústrias para essa temporada

Uma das principais datas do ano para o setor supermercadista, o Natal, se aproxima e a palavra que traduz a expectativa em relação às vendas é “otimismo”. Até o início de setembro, pelo menos, a sensação é de que o tempo de bonança está voltando aos poucos, após a tempestade enfrentada no ano passado inteiro e em parte deste ano com a pandemia de coronavírus.

Embora os supermercados tenham sido um dos segmentos menos afetados pela crise econômica, agravada pela crise sanitária, para este ano a expectativa é de um desempenho ainda melhor. “Estamos otimistas, apesar do momento da pandemia e de todas as dificuldades inerentes a ela”, resume o presidente do grupo Super Nosso, Euler Fuad Nejm, que comanda uma rede de 50 lojas na região metropolitana de Belo Horizonte (MG). “Há uma queda no número de casos e mortes pela doença e devemos lembrar que o Natal é um momento para celebrar a vida, de renascimento. Acredito muito nesta data”, relata.

Ele avalia, inclusive, que as celebrações este ano terão um componente de alívio – já que a maior parte da população estará vacinada contra a covid-19 e haverá um menor temor de contaminação em reuniões familiares, que também terão a possibilidade de receber mais pessoas. Assim, o Super Nosso trabalha com uma expectativa de crescimento de 10% nas vendas em relação ao período de Black Friday (em novembro) e o Natal no ano passado. “O e-commerce, isolado, deve avançar 30%, impulsionado pela black friday”, aposta.

O otimismo de Fuad se reflete nos números mais recentes divulgados pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que mostram o setor varejista mais empolgado este ano, sobretudo no segundo semestre. Levantamento da CNC de agosto apontava que o Índice de Confiança do Empresário do Comércio subiu 4,3% em relação a julho, o terceiro mês seguido de avanços, alcançando o patamar de 115 pontos, na zona de otimismo. O resultado sucedeu aumentos de 12,2% em junho e de 11,7% em julho. Na comparação com agosto de 2020, o indicador teve um crescimento de 47,2%.

Nota da CNC, divulgada por ocasião da apresentação do índice, apontava para “um segundo semestre mais positivo, com vendas impulsionadas por datas comemorativas, que têm tudo para acontecer acima do ano passado”, avaliava o responsável pela pesquisa da CNC, Antonio Everton. “Além disso, há uma nítida sensação de que as condições atuais da economia evoluíram até o momento, colocando o olhar dos comerciantes sobre a crise no espelho retrovisor.”

O consultor Alberto Serrentino, sócio-fundador da Varese Retail, confirma que o País “está vivendo um momento de recuperação, com menos restrições sociais e de circulação do que no ano passado”. “Há também fatores positivos, como o aumento do emprego formal e da confiança”, continua. “Entretanto, ainda há os negativos, como alta taxa de desemprego, instabilidade política e alta de juros, além da inflação, que corrói a renda e a capacidade de consumo.”

Mesmo assim, no geral, Serrentino percebe o cenário atual como “melhor do que no ano passado”. “E temos muitas atividades que estavam paralisadas e voltaram”, lembra, acrescentando que isso movimenta a economia e, consequentemente, as vendas para as festas de fim de ano. “Os sinais e as perspectivas neste momento são positivos e sinalizam para um Natal que deve ser melhor”, reforça.

O consultor adiciona que, com o avanço da vacinação e mesmo sob ameaça da variante Delta da covid-19, a expectativa é de que medidas restritivas severas como as do ano passado e parte deste ano, que afetaram a economia, não devem mais ser tomadas. 

Na rede de supermercados Savegnago, que atua com 50 lojas espalhadas pelo interior de São Paulo, entre Ribeirão Preto, Franca e Campinas, seu diretor comercial e de logística, José Sarrassini, recomenda, porém, que o otimismo com as vendas de fim de ano deve vir sempre acompanhado de muito planejamento anterior. “Como o Natal é a data mais importante em vendas no ano, há várias categorias, muitas delas com itens importados, cuja previsão de compras tem de começar bem antes”, comenta. “Por exemplo, bebidas, azeites e frutas secas”, diz. “Há também panetones, cuja entrega já foi combinada com a indústria: começam a chegar em meados de setembro”, continua. “Temos também um trabalho, dentro das lojas, com cestas natalinas que já estão compradas e sendo vendidas desde agosto, entre outros itens, como aves natalinas, que vêm na sequência.”

Reunindo todos os itens ligados ao período natalino, Sarrassini informa que a rede espera vendas 15% maiores para o fim do ano em relação a igual período do ano passado. “Nós planejamos tudo desde o início do ano; não engavetamos nada, mesmo sob a pandemia; só tiramos do nosso planejamento anual o período de volta às aulas, por questões óbvias”, comenta. “E todo esse planejamento não é diferente para o mês de dezembro.” Já em relação às vendas totais no ano, o avanço deve ser de 22%, sendo 13% nas lojas já existentes e 8,4% de lojas “não comparáveis” – um total de quatro, inauguradas este ano.

Percepção da indústria

Também na indústria de alimentos, que fornece as mercadorias para venda nos supermercados, o otimismo se alia a planejamento e estratégias de venda para o Natal de acordo com tendências e o atual contexto econômico, comenta o diretor de Trade Marketing da Seara, Fabio Acayaba. Para Acayaba, “o Natal deste ano vai ser melhor do que o do ano passado, em decorrência do avanço da vacinação, com as pessoas se sentindo mais seguras e com menos medo de serem contaminadas, podendo socializar mais”.

Apesar do otimismo, a companhia não se esquece do cenário de crise econômica, nem das novas tendências de consumo. Assim, para atender mais ainda aos diversos tipos de público, a Seara está ampliando e diversificando seu portfólio. “As opções natalinas, na nossa visão, vão muito além da carne de aves, como peru e frango”, justifica ele, embora a Seara também produza este tipo de proteína. “Estamos trazendo bacalhau, produtos plant-based (à base de vegetais, uma das principais novidades) e outras inovações que, acreditamos, serão complementares à ceia de Natal.”

Para populações com menor poder aquisitivo, a Seara elaborou soluções “que atendem a todo tipo de família”, garante o executivo. “Seja com produtos de menor peso ou menor desembolso, mas que não impedem a elaboração de uma ceia natalina.” Para Acayaba, “ter um portfólio completo é uma forma de atender a todos os tipos de público e, eventualmente, ajudar a população a passar por uma situação como essa (de crise econômica) com menos trauma”, diz.

Para este Natal, a Seara espera um crescimento expressivo nas vendas, de 12% a 15% em relação ao ano passado, “puxado pelas inovações”, assinala o executivo. Ele diz que, no fim de 2020, mesmo sob o período mais severo da pandemia, a Seara também conseguiu crescer, embora em menor proporção. Acayaba lembra, porém, que alguns pontos de atenção são a persistência da crise econômica e a alta taxa de desemprego, que reduzem o poder aquisitivo da população. Já do lado da indústria de proteína animal, um relevante aumento de custos, principalmente com soja e milho, usados na fabricação de ração.

Boas perspectivas também por parte da Aurora Alimentos, conforme relatou à SuperHiper o seu diretor comercial Leomar Luiz Somensi. “Com o avanço da vacinação no País e a queda no número de internações, há uma expectativa que em 2021 haja mais confraternizações e festas do que no final de 2020, possibilitando um maior número de reencontros entre amigos e familiares. Desta forma, estamos prevendo um fim de ano mais aquecido em 2021 do que foi em 2020”, disse o executivo.

O executivo destaca que, para as ceias de final de ano, a Aurora conta sempre com várias possibilidades em seu portfólio, pensando nos desejos e diferentes necessidades dos consumidores, e neste ano levará aos supermercados novas opções da sua linha Blesser, que é carro-chefe da linha Boas Festas. Além do Blesser tradicional e do Blesser Preparo Fácil, que não precisa ser descongelado, a Aurora este ano traz dois lançamentos, o Blesser ao Vinho Branco e o Blesser Tempero Caseiro.

A companhia também lançará sua alcatra e filé mignon suínos temperados, que são peças menores, possibilitando um menor desembolso ao consumidor. “O consumidor brasileiro, por causa dos desafios econômicos enfrentados ao longo dos últimos anos, está cada vez mais consciente. O período de crise fez com que ele valorizasse os produtos de qualidade para a ceia, pois não está disposto a errar e ter que desembolsar outra vez. Com a alta da carne bovina, as carnes suínas e de frango são ótimas opções”, observou Leomar.

No que diz respeito à atuação da empresa nos pontos de venda, ele explica que a Aurora emprega todo um suporte junto aos supermercadistas para apoiar o sell out nas vendas de Natal e Ano Novo, com ações de compre e ganhe, demonstradoras nas lojas para auxiliar os consumidores com os produtos voltados à ceia, materiais de ponto de venda da campanha para ambientar as lojas, e promotores extras para dar o suporte na execução. Além disso, segundo o executivo, há também ações de sell out via e-commerce dos supermercadistas.

Serrentino, da Varese Retail, concorda que as compras de Natal serão bastante diversificadas, variando conforme o poder aquisitivo da população. “É preciso segmentar muito (o tipo de compras) quando se fala em Natal”, sentencia. “Tem uma parcela de consumidores que não sofreu perda de renda, ao contrário, está, inclusive, aumentando o consumo interno, por causa das restrições de viagens ao exterior”, assinala. “Mas há outra grande parcela da população que está sofrendo mais com a crise econômica: as classes mais baixas e principalmente aquelas ligadas ao mercado informal; estas estão sofrendo mais as perdas econômicas e isso vai se refletir nas suas compras de Natal.”

Com menos restrições, a volta às lojas físicas

“O consumidor incorporou novos hábitos e aumentou o seu nível de maturidade digital na pandemia e isso não vai retroceder”, diz o consultor Alberto Serrentino, sócio fundador da Varese Retail, em relação à expansão do e-commerce no País. Mesmo assim, ele avalia que, com o relaxamento das restrições sociais, as pessoas estão voltando para as lojas físicas e assim deve ser também para as compras de Natal. “A penetração do e-commerce no Brasil é de menos de 10% e, no varejo alimentar, é menos do que isso”, cita. “Então, o grosso das vendas ainda é feito nas lojas.”

De todo modo, Serrentino assinala que o supermercadista deve entender que “as jornadas mudaram”. “O mesmo cliente que vai à loja física passa pelo ambiente digital, e o digital influencia suas decisões de compra e escolhas sobre onde fazer essas compras.” Assim, é necessário entender que o shopper “se transformou” e, com isso, o varejo, embora tenha amadurecido muito nas vendas online, vai continuar com o desafio de acelerar a digitalização do seu negócio e entender “como se conectar, se engajar e se comunicar com este novo consumidor”.

Para o presidente do grupo Super Nosso, Euler Fuad Nejm, de fato, a pandemia acelerou o processo de digitalização dos supermercados, embora a maior parte das vendas ainda ocorra nas lojas físicas. “Mas o comércio eletrônico vem crescendo, a pandemia foi um acelerador e acreditamos que o online e o off-line acabam se fundindo.” Segundo Fuad, as vendas de “Natal” fortes no e-commerce acontecem no mês de novembro, durante a Black Friday. “Essa nova temporada de vendas antecipa o Natal; ela é o Natal do e-commerce”, compara ele, acrescentando que as vendas por meios digitais perfazem 8% do total do grupo.

No Natal, essa porcentagem deve se manter, acredita. E, mesmo com a maior concentração de vendas online ocorrer em novembro, Fuad diz que a rede está “reforçando” estoques de panetones, bacalhau, frutas secas, aves natalinas e bebidas, para atender tanto às lojas físicas quanto o e-commerce.

José Sarrassini, da rede Savagnago, acredita que, neste Natal, se o consumidor tiver oportunidade, vai preferir as lojas físicas para fazer suas compras. “Como o Natal requer uma compra mais programada, e planejada, deve fazer esta ação presencialmente; ninguém compra peru na véspera”, avalia. “Se não houver essa possibilidade, porém, poderá optar pelo e-commerce”, avalia. Ele observa, no entanto, que hoje a rede “entrega qualquer produto pelo e-commerce, incluindo todos os perecíveis e congelados”, diz. “Não há nenhuma restrição.”

O executivo acredita, porém, que o “boom” do e-commerce ocorrido no ano passado, consequência das restrições de mobilidade provocadas pela pandemia, já se estabilizou. “Não vai explodir, mas também não vai ter queda (nas vendas)”, diz ele, acrescentando que, na rede, o e-commerce representa entre 2,5% e 3% da comercialização total do grupo. “Acreditamos que, no Natal, esta porcentagem vai permanecer.”

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Varejo

Makro investe R$ 47 milhões em loja conceito sustentável

De Administrador SH 7 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

Após uma revitalização com tecnologia de última geração, rede foca em atendimento personalizado

A rede Makro Atacadista, do grupo holandês SHV, inaugura nesta quinta-feira (7) sua loja em São José dos Campos. Com 4.500 m² de área de venda climatizada, maior sortimento de categorias e novas seções, como atendimento personalizado em açougue, padaria e frios, o espaço oferecerá mais de 9 mil produtos para as famílias e comerciantes e uma vasta gama de marca própria – as linhas Aro e outras cinco marcas exclusivas de diversos segmentos.

A unidade, completamente revitalizada e construída com premissas ambientais, marca um novo modelo de loja da rede, que atende às famílias e aos comerciantes. “Estamos trazendo muitas inovações e serviços aos consumidores, para que eles tenham em um só lugar a melhor qualidade, mais agilidade e economia”, afirma Antero de Filippo Junior, CEO do Makro Brasil. 

Ao todo, foram investidos R$ 47 milhões na reconstrução da loja, com novos serviços e equipamentos de última geração, focados em manter o alto nível de qualidade dos produtos com maior autossuficiência energética. A loja de São José dos Campos está em processo de certificação ambiental internacional (Leed), com práticas como a gestão de resíduos e energia verde. 

O Makro São José também beneficia economicamente a região: além dos funcionários cujos empregos foram preservados durante a reconstrução, gerou 150 novas vagas diretas e indiretas, já que a nova loja contará com áreas e serviços que antes não existiam. 

Nova loja conceito

Idealizada para uma nova experiência de compra, a loja traz inovações com diversas áreas de atendimento como açougue, padaria e frios, além da nova seção de hortifruti – agora com pesagem dos itens direto no caixa –, promovendo agilidade às famílias e comerciantes. 

O atendimento também estará mais rápido, com mais caixas e a novidade dos self checkouts, ou autoatendimento, para as compras rápidas do dia a dia. O estacionamento conta com vagas cobertas e espaços exclusivos para os carros elétricos.

“Nossos investimentos são feitos para melhorar cada vez mais a experiência de compra do cliente. Agora, famílias e comerciantes encontram tudo o que precisam em nossa loja, com comodidade, sem abrir mão da economia”, conta Antero. O cliente de São José dos Campos também poderá contar com o Clube de Vantagens Makro, com benefícios exclusivos, e, para mais conveniência, a opção da loja online do Makro nos aplicativos parceiros da Lojas Americanas e Supermercado Now.

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Varejo

Cade aprova sem restrições negócio entre Americanas e Hortifruti

De Administrador SH 7 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

O Grupo Lasa adquiriu 100% das ações da Hortifruti  e do Natural da Terra por R$ 2,1 bilhões 

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a operação de venda da Hortifruti (das redes Hortifruti e Natural da Terra) para a IF Capital, subsidiária da Americanas, sem restrições, conforme o parecer da Superintendência-Geral (SG). A decisão foi no voto de desempate do presidente do conselho. A relatora, Paula Farani, havia solicitado novos cenários de mercado, mas a proposta foi descartada.

Em despacho, a relatora sugeriu que fossem feitas mais análises de cenários de potenciais concentrações de mercado antes de a operação ser aprovada. O negócio consiste na aquisição, pelo Grupo Lasa, por meio da IF Capital, de 100% das ações da Hortifruti, atualmente detidas pelo Fundo de Investimento em Participações Sémillon Multiestratégia (FIP Sémillon) e por pessoas físicas. O valor da operação é de R$ 2,1 bilhões, segundo informado pelas empresas ao Cade.

A operação foi notificada pelo Cade em agosto. Em setembro, a Superintendência-Geral (SG) emitiu parecer em que, após avaliar os aspectos formais da transação, o enquadramento legal, os mercados envolvidos e possíveis efeitos concorrenciais, concluiu pela aprovação sem restrições sob rito sumário (usado para os casos considerados “simples”). Foram analisados os mercados de varejo de alimentos, hipermercados, varejo de serviços, soluções de pagamento e entrega.

Mas em despacho disponibilizado ontem no processo e levado à sessão desta quarta-feira, a relatora sugeriu que a operação ainda não fosse aprovada até a realização de novas análises.

“Embora a SG tenha identificado a produção de efeitos horizontais e verticais decorrentes da concentração, observa-se que não houve um aprofundamento da análise quanto aos efeitos não horizontais – verticais e conglomerados – que podem advir da operação por meio do robustecimento do ecossistema do Grupo Lasa”, afirma no despacho.

Segundo a relatora, a análise concorrencial não ponderou sobre os efeitos que podem advir da posição de liderança exercida pelo Grupo Lasa no varejo on-line, seja em perspectiva vertical ou conglomerada. A conselheira considera necessário desenvolver uma análise “mais holística” sobre os mercados envolvidos e a complementaridade dos produtos.

O conselheiro Sérgio Ravagnani divergiu. Ravagnani considerou interessante o pedido da relatora para a análise de efeitos conglomerados em plataformas digitais, por ser um tema sobre o qual o mundo inteiro está se debruçando. O conselheiro considera a operação semelhante à compra da Whole Foods pela Amazon, nos Estados Unidos.

“É uma operação que também pode ter eficiências e elas precisam ser medidas além das preocupações”, afirmou.

Contudo, pela pequena participação de mercado das empresas concorrentes no varejo on-line, divergiu do voto.

“Prefiro aguardar um caso com participações de mercado mais elevadas”, afirmou. O voto foi seguido pelos conselheiros Luiz Hoffmann e Alexandre Cordeiro.

O voto da relatora foi seguido pelos conselheiros Lenisa Prado e Luis Braido. Com o empate, o voto do presidente teve peso duplo (voto de qualidade) e, por maioria, o Cade não homologou a proposta de avocação do ato de concentração. Com isso a operação foi aprovada sem restrições.

Fonte: por Beatriz Olivon, Valor

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Varejo

Bahamas Mix anuncia a abertura de loja no Triângulo Mineiro em 2022

De Administrador SH 7 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

Atacarejo terá 2,2 mil m² de área de vendas e será o primeiro de um pequeno município com 40 mil habitantes

No dia em que abriu a primeira unidade em Frutal, com a bandeira Bahamas Mix, marca de atacarejo do grupo, o Bahamas anuncia mais uma unidade na regional Triângulo. Iturama, cidade mineira com cerca de 40 mil habitantes, também terá uma loja da rede daqui a um ano.

`O Grupo acredita muito na bandeira Bahamas Mix, em que tem feito grandes investimentos. Por isso, está convicto da melhor opção para o momento em Iturama e certo de uma parceria próxima e próspera com a população local e do entorno`, informa a empresa.

Com previsão de inauguração no segundo semestre de 2022, o Bahamas Mix em Iturama vai gerar 110 empregos. O empreendimento está projetado para ter 2,2 mil metros de área de vendas,14 checkouts e estacionamento com 218 vagas. O centro comercial, na Rodovia MG255 (Fazenda Santa Rosa) vai abrigar ainda um posto de combustível – que não será da marca Bahamas.

Com atuação multicanal, o Bahamas é a maior empresa com sede e atuação no interior de Minas Gerais, segundo o ranking nacional do setor divulgado pela Abras. Atualmente, o grupo tem 68 unidades em operação. São 44 na regional Zona da Mata (a empresa tem sede em Juiz de Fora) e 24 unidades na Regional Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba.

Na divisão por bandeiras, a rede tem três Bahamas Hiper; 17 Bahamas Supermercado; cinco Bahamas Mercado; sete Empório Bahamas; oito Express e 28 Bahamas Mix.

Fonte: Portal Amis

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Varejo

Com novo layout e muita tecnologia, rede reabre loja no interior paulista

De Administrador SH 7 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

Unidade totalmente modernizada oferece uma melhor experiência ao cliente que busca conforto e praticidade

O São Vicente reinaugura nesta sexta-feira o novo layout da loja do bairro São José, na tradicional Avenida de Cillo, em Americana. Inaugurada em novembro de 2007, a loja, prestes a completar 14 anos, ganha de presente mais praticidade, facilidade e conforto.

Para oferecer a melhor experiência durante as compras, em uma área de venda de 2.900m2, a loja foi renovada por completo com expositores refrigerados, freezers, iluminação em LED e setores modernizados como: padaria, adega completa, bebidas, açougue Swift, açougue nota 10, espaço com alimentos saudáveis com mix diversificado, além de um amplo sortimento de produtos diferenciados e exclusivos. 

Para maior agilidade no atendimento, a loja substituiu e aumentou o número de checkouts, agora são 25 sendo 6 caixas de autoatendimento. Os checkouts possuem monitores touch-screen, que possibilitam um atendimento mais ágil e eficaz das nossas operadoras, além de serem ergonomicamente mais adequados para a rotina operacional.

Para o cliente é oferecido uma comunicação direta através de uma tela touchscreen que possibilita a interação com a loja e, assim, responder pesquisas, dar sugestões, conhecer novos produtos e campanhas promocionais durante o período que estiver passando pelo caixa.

A loja ainda possui um Boulevard com 16 Luc’s, lojas de diferentes serviços e negócios oferecidos como lotérica, lojas de acessórios para celular, entre outros.

A praça localizada ao lado da loja, adotada e construída pela rede, também está totalmente revitalizada com um novo paisagismo e substituição de toda iluminação por LED. O espaço conta agora com Playground, Espaço Pet e Academia ao ar livre.

Assim como em toda a rede, nossa estrutura e equipamentos contribuem para uma loja sustentável.

“Esta é com certeza uma das melhores lojas de Americana, em uma das principais avenidas da cidade, e os nossos clientes merecem fazer as suas compras em um ambiente que ofereça ainda mais comodidade e praticidade”, comentou Marcos Cavicchiolli, diretor presidente da rede São Vicente.

Além de toda a estrutura oferecida na nova loja, o cliente também pode fazer suas compras através do site: supersvonline.com.br. Com mais agilidade, a rede oferece o serviço Drive-Thru, para a retirada dos produtos na loja, ou a entrega em domicílio.

Funcionamento: De segunda à sábado das 7h às 22h. Domingo das 7h às 20h

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Pessoas

Executiva assume o comando da Hershey no Brasil

De Administrador SH 7 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

Primeira mulher na gerência geral da América Latina tem expertise em inovação, marketing digital e vendas. Missão: aumentar o market share da marca

Pela primeira vez, a fabricante americana de chocolates Hershey terá no comando da América Latina uma mulher. Diretora de marketing da empresa desde novembro do ano passado, Larissa Diniz assume agora a posição de gerente-geral para o Brasil e a região. A missão é aumentar a fatia do grupo no mercado no momento em que o consumidor está comendo mais chocolate.

“É algo que reforça a nossa cultura, que tem no DNA o empoderamento das mulheres”, diz a executiva, sobre a promoção. Ela substitui Marcel Sacco, que em abril foi para a BRF comandar o braço de novos negócios. Atualmente, 52% dos cargos de liderança da Hershey no Brasil são ocupados por mulheres. “Se imaginava que o anúncio seria positivo, mas o impacto foi bem maior por ter uma liderança feminina próxima.” Globalmente, a empresa já é comandada desde 2017 por uma mulher, Michele Buck.

Diniz chegou na Hershey quando a covid-19 já havia tomado todo o país. As restrições da crise sanitária exigiram adaptações, mas o setor de chocolates viveu um momento “extremamente positivo”, diz a executiva.

Dados da consultoria Nielsen mostram que as vendas de chocolate cresceram 20,5% em valor nos doze meses até julho e segue dando saltos de dois dígitos a cada mês. Em volume, a Euromonitor projeta que 2021 deve terminar com vendas 7,2% maiores que há cinco anos. Esse crescimento deve mais do que dobrar até 2026, com o volume saltando 15,2%.

O desafio, diz a executiva, é encontrar formatos para se manter relevante e crescer dentro do mercado, que avança “vorazmente”. “Um dos grandes momentos desse ano foi a Páscoa, em que nosso share foi de quase 6 pontos. É bastante pelo tempo em que estamos aqui e por não estarmos no segmento de bombom, que é o maior no mercado nacional”, afirma.

A Hershey chegou ao Brasil em 1998, com a importação de marcas como Reese’s, Kisses e Almond Joy. Mas desde 2002 também tem produção própria, na fábrica de São Roque (SP). Em 2008, firmou uma parceria com a Bauducco para ampliar sua distribuição. A joint venture foi desfeita e desde 2016 opera de forma independente.

A empresa não divulga dados da operação local. A região está inserida na linha de negócios internacionais, que no segundo trimestre deste ano avançou 70% nas vendas, para US$ 210,2 milhões. No consolidado, a receita da Hershey cresceu 16,5%, para US$ 1,99 bilhão e a expectativa é que as vendas no ano cresçam entre 6% e 8%.

No Brasil, o desafio é ganhar território em um mercado com “pesos-pesados”, como Nestlé e Mondelez (dona da Lacta) – juntas elas detêm quase 58% do mercado de chocolates, de acordo com a Euromonitor. A Hershey tem 4,2%.

Uma das apostas é aumentar o portfólio, apostando em produtos de preços mais baixos, que podem ser mais consumidos por impulso. Neste ano, pensando nos reencontros com amigos e retomada da vida social, a Hershey resolveu entrar na categoria de balas e trazer ao Brasil a marca IceBreakers.

Outra forma de ganhar mercado, diz a executiva, é o trabalho constante em “criação de valor”. As barras Hershey’s, por exemplo, ganharam a campanha HerShe, que brinca com os pronomes femininos da língua inglesa para promover o trabalho de artistas mulheres. “E temos investido em certificações para trazer mais valor de mercado”, acrescenta. Hoje, 100% do cacau usado pela Hershey mundialmente tem produção sustentável e, no Brasil, o açúcar também tem toda a cadeia certificada.

A executiva também quer que a companhia seja criadora de ocasiões de consumo. O Halloween – ou Dia das Bruxas, em 31 de outubro – terá campanha exclusiva. “Fizemos uma pesquisa para entender qual a relação do país com o Halloween, uma data para a qual temos muitos produtos.” A ideia é criar algo único para o brasileiro. “No site vamos ter conteúdo de decoração, receitas e brincadeiras”, conta. Nos Estados Unidos, o grupo conseguiu 4 pontos percentuais de

Fonte: por Raquel Brandão, Valor

7 de outubro de 2021 0 Comentários
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Varejo

Nestlé avança nos mercados vegano e vegetariano

De Administrador SH 7 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

Trata-se de uma estratégia da empresa para atrair clientes plant based. O chocolate importado tem edição limitada

A marca de chocolates KitKat acaba de lançar no Brasil a primeira versão vegana do produto, em edição limitada, e lançada em junho de 2021 no Reino Unido, Polônia, Estônia, Letônia e Lituânia. A novidade traz apenas ingredientes à base de plantas na composição.

“Sem dúvida, um dos pedidos mais comuns que recebemos pelas redes sociais é pelo KitKat V, a versão vegana do produto. Ele foi desenvolvido por especialistas em chocolate no centro de produtos da Nestlé em York, Reino Unido, a casa original da marca. A equipe trabalhou para fazer essa versão e atender às expectativas. O ingrediente especial é o arroz, visando um produto saboroso que mantém a crocância característica de KitKat”, explica Patricia Nacamuta, gerente de marketing de KitKat.

O KitKat V tem certificado vegano e é feito de cacau 100% sustentável originário do Nestlé Cocoa Plan. O produto está à venda em varejistas selecionados e nas lojas e e-commerce de KitKat Chocolatory.

A Nestlé e os produtos à base de plantas 

Dentro da jornada de sustentabilidade há uma estratégia de oferecer opções tanto para aqueles que adotaram a alimentação vegana ou vegetariana, quanto para os flexitarianos. Assim, a companhia investiu cerca de 40 milhões de reais em produtos à base de plantas nos últimos três anos. São mais de 650 produtos feitos a base de plantas ao longo da jornada da empresa no mundo.

Globalmente, a companhia já lançou alternativas à base de plantas para itens feitos de arroz, aveia, soja, coco e amêndoas em todas as categorias. Os exemplos incluem sorvete zero lactose, creme de café, bebidas à base de arroz e aveia, bebidas à base de ervilha, cappuccinos e lattes à base de plantas, uma alternativa vegana ao leite condensado, assim como uma variedade de queijos zero lactose, além dos hambúrgueres à base de plantas.

Fonte: por Marina Filippe, Exame

7 de outubro de 2021 0 Comentários
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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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