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quarta-feira, setembro 30, 2026
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Varejo

Savegnago expande nova geração de lojas no interior de SP

De Administrador SH 26 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Atendimento, experiência de compra e conveniência estão no centro do novo conceito adotado pela rede

Seguindo o projeto de expansão da Rede Savegnago Supermercados, a loja 08 em Ribeirão Preto será reinaugurada na manhã desta terça-feira, dia 27. Localizada na Avenida Pio XII, 589, na Vila Virgínia, a unidade passa a ter um novo conceito de estrutura e atendimento para proporcionar uma melhor experiência de compra aos clientes.

“Estamos promovendo melhorias em todas as nossas lojas para garantir o padrão de qualidade do Savegnago. Nosso objetivo é que nossos clientes tenham cada vez mais comodidade e conforto com o novo layout e, assim, uma excelente experiência durante a compra”, afirma o presidente-executivo da rede, Chalim Savegnago.

A loja 8 conta, agora, com uma área de vendas de 1,9 mil m², garantindo maior mobilidade ao fluxo de clientes, além de um estacionamento coberto com 184 vagas para carros e motos.

Para oferecer maior conforto e comodidade ao público, a unidade passa a contar com 15 caixas e 4 self-checkouts (autoatendimento) – sendo um no espaço gourmet -, com uma área interna totalmente climatizada, comunicação visual diferenciada para facilitar a orientação dos clientes, além de áreas de cervejas especiais e premium, bebidas geladas e de alimentos saudáveis (sem glúten, orgânicos, sem lactose e integrais), e adega de vinhos Nacional, Importados e destilados com mais de 500 rótulos.

As novas instalações da unidade da Vila Virgínia também contam um mix diversificado de produtos e serviços, no novo padrão de qualidade Savegnago, como o açougue com garantia de procedência; setor de hortifrúti modernizado com frutas, verduras e legumes direto do produtor; variedade em flores e plantas; empório de frios, com variedade de laticínios e embutidos com fatiamento na hora; espaço gourmet com lanches, salgados e sucos; padaria com mix de pães artesanais e especiais; rotisseria; e perfumaria, com produtos de maquiagem e cuidados pessoais.

Além disso, a loja 8 também oferece serviço de lotérica e terá lojas como O Boticário e Cacau Show.

26 de julho de 2021 0 Comentários
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Varejo

Expansão de rede gaúcha chega à 32 lojas

De Administrador SH 26 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Novo supermercado é inaugurado na zona sul de Porto Alegre, gerando 290 postos de trabalho diretos e indiretos

O Asun Supermercados inaugurou mais uma loja em Porto Alegre, na zona sul da cidade. A nova unidade da rede fica na Avenida Juca Batista, 7365, no Bairro Ponta Grossa. A empresa comandada por Antonio Ortiz Romacho investiu aproximadamente R$ 4 milhões no empreendimento aberto recentemente. Participaram da cerimônia o presidente da Agas, Antônio Cesa Longo, o prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, além de outras autoridades.

A nova loja conta com 1,5 mil metros quadrados de área e 60 vagas de estacionamento. Através dela, foi proporcionada a criação de 90 vagas de emprego diretas e 200 indiretas. A nona unidade do Asun na Capital, 32ª da rede, terá funcionamento das 8h às 21h de segunda-feira a sexta-feira, também abrindo aos finais de semana. “Este é um sonho realizado, pois sou morador do bairro e sempre almejei contar com uma loja nossa na região. Estamos gerando emprego e renda”, destaca Ortiz.

No novo Asun Juca Batista a vegetação tem uma importância muito grande para dar o toque final nesta loja! Projeto comandado por Suzane Nedel traz árvores frutíferas e de temperos que faz com que a loja se torne ainda mais envolvente!

A Rede Asun de Supermercados conta atualmente com 21 lojas espalhadas pelas cidades de Porto Alegre, grande Porto Alegre e Litoral. Faz parte da rede, a bandeira de Atacado Leve Mais com mais 6 lojas e um Bazar Festlar.

São mais de duas mil e quinhentas pessoas treinadas para atender os nossos clientes com o carinho e a dedicação necessários. Somos uma rede que, acima de tudo, preza o ser humano e a qualidade de vida dentro e fora do ambiente de trabalho, pois acreditamos que as pessoas são muito mais que colaboradores, são nossa família.

A empresa possui ainda um Centro de Distribuição e um Centro Administrativo, onde concentram-se a Área comercial, financeira e administrativa da empresa, além de toda a parte logística da organização.

Fonte: Agas

26 de julho de 2021 0 Comentários
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Varejo

Pandemia aquece consumo de orgânicos no varejo

De Administrador SH 26 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Jovens conectados respondem por 20% das compras online dos hortifrútis sem agrotóxico e produtos químicos

Quase 70% dos produtores brasileiros de orgânicos registraram aumento das vendas no mercado doméstico no primeiro semestre deste ano, e 73% viram as exportações crescerem no período, de acordo com pesquisa que a Associação de Promoção da Produção Orgânica e Sustentável (Organis) fez com seus mais de 70 associados. Para o segundo semestre, 77% estão confiantes de que os negócios continuarão em expansão.

O mercado de produtos cultivados sem o uso de agrotóxicos e outros insumos químicos cresceu 30% no ano passado no país, estima a Organis. Cobi Cruz, diretor da entidade, realça que foi uma alta excepcional em relação ao ritmo até então. Mas, apesar de ter movimentado R$ 5,8 bilhões em 2020, de “dentro da porteira” até as vendas finais – as exportações representam cerca de 20% do total -, o Brasil ainda tem uma participação pequena no mercado global de orgânicos, que gira US$ 120 bilhões ao ano. O país tem cerca de 25 mil propriedades certificadas como produtoras de orgânicos.

Segundo Cruz, a crise provocada pela pandemia da covid-19 estimulou o segmento a explorar novas formas de vendas online, reduzindo a distância entre produtores e consumidores, e despertou a população para a necessidade de uma alimentação mais saudável – é nítida, por exemplo, a preocupação das gerações “millenial” e “Z” com a origem daquilo que compram e ingerem.

Consumidores jovens e conectados explicam o porquê de a venda de orgânicos estar crescendo mais online, por meio de serviços de delivery e da comercialização de cestas, do que no grande varejo. “Em 2019, cerca de 1% das compras eram feitas online. Agora, o percentual já chega a 20%. É uma quebra de paradigma. E não é só no caso de produtos frescos, mas também nos de fácil preparo, que chamamos de práticos”, diz Cruz.

Alex Lee, diretor comercial da Rio Bonito Orgânicos, localizada em Itatinga (SP), ressalva, porém, que as vendas nos supermercados recuaram acentuadamente durante a pandemia, a níveis que não eram vistos há mais de uma década. Diante disso, o meio digital tornou-se uma ponte importante para conectar produtores e consumidores.

“Isso tem dado oportunidade a pessoas que não tinham chance de oferecer seus produtos. A logística é uma questão difícil para os orgânicos. Vender é a grande dificuldade, mais do que produzir. Com isso, de repente abriu-se um mercado inteiro para esses agricultores”, diz Lee.

O varejo é o foco da Rio Bonito, que atua na produção e distribuição de frutas e legumes orgânicos. Hoje com 90 produtores parceiros e 120 toneladas vendidas por semana, a companhia está presente em 400 supermercados, em 11 Estados do país. Lee estima que os negócios da Rio Bonito regrediram 15% ante o patamar pré-pandemia e atribui a baixa ao menomenor poder aquisitivo da população brasileira.

As vendas de produtos especiais, como o tomate sweet grape que a companhia produz, recuaram ainda mais nas gôndolas, conforme Lee. Mas o executivo da distribuidora de orgânicos acredita que, com a vacinação contra a covid-19 avançar e a retomada econômica se consolidar, as vendas vão se recuperar. “Crescemos 76% em 2019”, lembra.

Cruz, da Organis, endossa e diz que os orgânicos “entraram na mente do consumidor”, de forma que tão logo a população recupere seu poder de compra, a demanda como um todo vai aumentar ainda mais. “É um trabalho de educação que está vindo com muita força”.

Erra quem pensa que a produção de orgânicos se limita a hortifrútis. Mesmo quando se fala em commodities como soja, milho, café e açúcar, há muitos produtores que investem nessa forma de cultivo, seja para acessar mercados com preços diferenciados ou por filosofia – ou pela combinação das duas coisas.

A família Dutra, da região de São João do Manhuaçu (MG), foi uma das que viram o modelo que já explorava ser valorizado. O patriarca José Dutra Sobrinho, falecido em 1999, criou os filhos Ednilson e Walter Dutra para respeitar e proteger a terra em que produziram, segundo eles. “Continuamos a fazer essa agricultura que respeita a natureza. Quando as certificações surgiram, nos enquadramos facilmente. Já era a nossa filosofia produzir sem agrotóxicos, sem nenhum tipo de agressão ao ambiente”, afirma Ednilson.

Hoje, a família cultiva café orgânico em cerca de 700 hectares, sendo que outros 400 hectares já adquiridos estão em processo de transição. “É uma aposta ousada. A gente acredita que o

mercado consumidor tem condições e está disposto a absorver esse produto”, diz o empresário.

Os cafezais dos Dutra são plantados em curva de nível, de forma a proteger as nascentes, e estão rodeados por plantações de abacate nos pontos mais altos, que servem como quebra-ventos naturais. A família também utiliza energia solar e transforma os resíduos da produção em adubo orgânico, por meio de compostagem. Também está nos planos aumentar o número de abelhas no local, para produzir mel e ajudar na polinização. “O orgânico não pode ser uma monocultura, precisa ter outras coisas envolvidas, para ter um microclima”, observa Ednilson.

Ele conta que a propriedade é relativamente grande – ele e o irmão produzem juntos -, mas realça que pequenos produtores também podem aderir ao cultivo orgânico. “É um futuro para o micro e pequeno produtor. E não só financeiramente: ele também terá mais saúde para a família dele e cuidará do meio ambiente”, diz.

Fonte: Por José Florentino, Valor

26 de julho de 2021 0 Comentários
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Varejo

Foodtech recebe aporte milionário e mira expansão no varejo brasileiro

De Administrador SH 26 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

A startup chilena pretende transformar o Brasil no maior mercado da América Latina  

A foodtech chilena NotCo, que produz alimentos como leite, maionese e hambúrguer à base de plantas, não só chegou ao hall de unicórnios antes do previsto, como entrou para a lista com uma avaliação de US$ 1,5 bilhão, após um aporte de US$ 235 milhões liderado pela gestora americana Tiger Global.

A lista de investidores renomados da startup também aumentou com a entrada de celebridades como o piloto de fórmula 1 Lewis Hamilton e o tenista Roger Federer, que se juntam a Jeff Bezos, fundador da Amazon.

“Já entramos valendo um unicórnio e meio”, diz Matías Muchnick, fundador e CEO da NotCo, que previa entrar no grupo das startups bilionárias no fim do ano. “Para uma empresa criada em 2015, tudo tem acontecido antes do previsto”, comenta o executivo.

O novo aporte ajuda a empresa a ampliar categorias de produtos na América do Norte e chegar mais rápido à Europa e à Ásia. O México também é um novo mercado para a empresa, que já vende produtos na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia e Estados Unidos.

No mercado brasileiro, a NotCo acelera a expansão para fora do estado de São Paulo, onde chegou em março de 2019. A próxima parada é o Rio, em agosto, com Belo Horizonte, Porto Alegre, Florianópolis e Salvador no radar.

A companhia também tem ampliado o portfólio à base de plantas e os canais de venda. O Not Milkinho, uma versão vegana do Toddynho, é novidade no portfólio e chega em agosto a prateleiras físicas e virtuais. Além da Amazon, a NotCo chegou ao Mercado Livre, há um mês e quer entrar em restaurantes – nos Estados Unidos, a empresa tem produtos nas redes de fast-food Burger King e de pizzarias Papa John’s.

Nos próximos meses, Muchnick prepara-se para ampliar a linha de carnes vegetais para produtos Not Chicken, que simulam a consistência e o sabor de carnes de aves e diz estar de olho no segmento de “não pescados” para o ano que vem.

O CEO pretende transformar o Brasil no maior mercado na América Latina para a empresa, ultrapassando o Chile. As vendas de proteínas à base de plantas têm sido cada vez mais disputadas no país, não só por startups, como a brasileira Fazenda Futuro e a americana Beyond Meat, como por grupos tradicionais como JBS e BRF. Globalmente, a ideia é que os Estados Unidos respondam por 50% do faturamento total em 2022.

Ao contrário do que se pode imaginar, as vendas da NotCo não dependem dos veganos. No Brasil, segundo a empresa, 92% dos consumidores de “não leites” são o que a empresa chama de flextarianos, ou carnívoros que desejam o consuvoros que desejam o consumo de alimentos de base vegetal em suas dietas.

A companhia já tinha outros fundos na base acionária, como a Kaszek, General Catalyst e a Enlightened Hospitality Investments, gestora associada ao Union Square Hospitality Group, do fundador da Shake Shack, Danny Meyer.

Fonte: Por Daniela Braun, Pipeline Valor  

26 de julho de 2021 0 Comentários
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ESG

Líder no mercado de sucos impulsiona negócios sustentáveis

De Administrador SH 26 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Natural One incentiva empreendedorismo sustentável e financiará o primeiro passo de três projetos selecionados

Empreendedores sustentáveis e criativos podem inscrever projetos no Coletivo Natural e disputar três prêmios de R$ 25 mil cada. Em busca de impactar o ecossistema do empreendedorismo por meio da sustentabilidade, a Natural One anuncia a abertura das inscrições para essa iniciativa que nasce com o propósito de catalisar e impulsionar ideias disruptivas de pessoas conectadas e disruptivas.

Ao fim de um processo de seleção, votação popular e live coaching, o Coletivo Natural premiará 3 projetos para que eles saiam do papel e se tornem realidade.

“O Coletivo Natural foi inspirado na natureza, que é um dos mais importantes pontos para nós da Natural One. É nosso dever levantar a bandeira da sustentabilidade e sermos propulsores de ideias que impactem positivamente o meio ambiente e a sociedade”, afirma Rafael Catolé, head de marketing e exportação.

Dez ideias serão pré-selecionadas pelo time da Natural One. Os negócios precisam se conectar com três categorias: natureza criativa, alimentação saudável e/ou empreendedorismo sustentável. “Durante as inscrições, os candidatos precisam apresentar suas ideias e nos contar por que seu negócio deve ser selecionado e mentoreado pelo nosso time”, compartilha Catolé.

Em formato de competição, os 10 finalistas entrarão em uma fase de votação popular, a fim de engajar o maior número de pessoas que apoiem seus projetos. No dia 20 de setembro, o time da Natural One, juntamente com influenciadores convidados pela Companhia, anunciará os 3 negócios mais votados, que receberão uma mentoria exclusiva que acontecerá de forma digital por meio de lives. Para formar o júri, foram convidados Geraldo Rufino (@geraldoarufino) e Rafaella Cappai (@rafacappai), além do time da Natural One com o head de marketing e exportação Rafael Catolé.

“Quando recebi o convite me senti fazendo parte de algo grandioso para todos e esse é o meu principal propósito de vida, poder contribuir com algo positivo na vida das pessoas. Estou ansioso para quando abrir as inscrições e ver tanta gente de mente inovadora e brilhante, entrando em ação com projetos que podem mudar o nosso futuro”, conta Geraldo Rufino, presidente do conselho da JR DIESEL, maior recicladora automotiva da América Latina.

Rafaella Cappai, criadora da Espaçonave, é consumidora da marca e compartilha ser uma grata surpresa receber o convite pra participar do projeto. “É muito gratificante fazer parte de uma ação que inclui muitas das minhas paixões – como alimentação saudável, natureza, criatividade, empreendedorismo e sustentabilidade – e que tem o objetivo real de incentivar potências criativas e transformar realidades. É um baita exemplo de uma marca se colocando no lugar de cocriadora e de transformadora de realidades e estou bem feliz de fazer parte desse time! Que comecem os trabalhos!”, comemora.

No Dia da Natureza, comemorado em 4 de outubro, o Coletivo Natural irá anunciar os vencedores e como seus projetos foram desenvolvidos.

O Coletivo Natural receberá novas inscrições até o dia 22 de agosto. Para se inscrever, acesse: https://coletivonaturalone.com.br/

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Eventos

Convenção ABRAS discute o equilíbrio entre competição e cooperação

De Administrador SH 26 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

É tempo de cooperação entre competidores. É tempo de #coopetição. Vem aí, a 55ª edição da Convenção ABRAS, que abordará este caminho que nasce da empatia para transformar o mundo.

A Convenção ABRAS, consagrada como o maior encontro de lideranças do setor supermercadista, será realizada nos dias 20 e 21 de setembro, no hotel Royal Palm, na cidade paulista de Campinas, e terá todo o seu conteúdo voltado ao tema “Coopetição”.

A Coopetição é um conceito que alia as características de duas dinâmicas muito presentes no varejo: a competição e a cooperação. Trata-se de um caminho pautado pelo equilíbrio entre a inerente competitividade que existe no setor e a crescente necessidade do exercício da colaboração, com os públicos interno e externo, na busca de uma governança moderna e da sustentabilidade dos negócios.

Confira o vídeo de divulgação da 55ª Convenção ABRAS

26 de julho de 2021 0 Comentários
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ESG

KPMG revela as metas globais de ESG em consumo e varejo

De Administrador SH 25 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Estudo foi realizado com 500 CEOs e traz as prioridades das empresas nos campos da sustentabilidade

Pesquisa da KPMG feita este ano, com 500 CEOs globais de consumo e varejo apontou que 92% deles desejam garantir os ganhos de sustentabilidade e mudanças climáticas que obtiveram no ano passado e a maioria (98%) está supostamente começando a mudar o foco principal para o componente social do programa de ESG (sigla em inglês para meio ambiente, social e governança). Além disso, mais de 30% dos executivos dessa indústria revelaram que as companhias que eles lideram mudaram para sempre.

As análises mostraram também que a maioria dos entrevistados confia nas perspectivas de crescimento do setor no longo prazo (92%) e das próprias empresas especificamente (90%). Já 43% não preveem um retorno às operações normais até o ano que vem.

“Embora muitas empresas de consumo e varejo tenham estabilizado os negócios com sucesso no ano passado, a pandemia acelerou a mudança e um retorno ao que antes era considerado normal é improvável e os negócios que eles lideram mudaram para sempre. A tendência é de estabilidade e eficiência da cadeia de suprimentos, integrando os fatores bem-sucedidos resultantes da pandemia permanentemente nos modelos de negócios e garantindo que as práticas ESG se tornem realidades”, afirma o sócio-líder de consumo e varejo da KPMG, Fernando Gambôa.

Segundo o estudo, o ritmo de aceleração continuou conforme a conscientização sobre o estresse da força de trabalho e questões sociais se tornou mais proeminente durante a pandemia, com 53% dos executivos de consumo e varejo indicando que estão aumentando os recursos humanos para ajudar a gerenciar o bem-estar e a saúde mental dos funcionários. Além disso, questões como saúde e segurança são as prioridades essenciais na recuperação do setor, com 93% dos entrevistados afirmando que os funcionários deverão informar aos empregadores quando concluírem as vacinações.

Corrida digital nas operações

Cerca de 70% dos entrevistados disseram que esperam se envolver com clientes predominantemente de forma on-line e 42% dos CEOs indicaram que a capacidade de criar uma experiência digital transparente para o cliente se acelerou tanto durante a pandemia que muitas empresas já estão anos à frente de onde esperavam estar.

E ainda, 78% dos executivos de consumo e varejo reportaram que planejam investir mais em comércio eletrônico e plataformas de vendas digitais e 77% em tecnologias centradas no cliente no próximo ano.

“O impacto da pandemia também acelerou a digitalização das operações das empresas. Em questão de meses, modelos operacionais de última geração foram implementados, melhorando a eficiência dos negócios e as experiências dos clientes, resultando em novos fluxos de receita para muitas empresas. A rápida evolução da experiência digital dos clientes é claramente um exemplo que já teve um impacto duradouro nas empresas e transformou suas estratégias de negócios”, complementou o sócio.

Novas oportunidades de fusões e aquisições em vista

A mudança é uma constante, e a maioria dos CEOs de consumo e varejo afirmou estar confiante nas oportunidades emergentes de crescimento das suas empresas nos próximos três anos. Apesar das preocupações com a economia global em geral, o apetite por fusões e aquisições não diminuiu com 52% indicando que esse movimento terá um impacto moderado na organização, enquanto 13% são mais agressivos e sugerem que provavelmente adquirirão empresas que terão um impacto significativo nas operações.

25 de julho de 2021 0 Comentários
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Varejo

Consumidor vai ao supermercado sem medo, mas preocupado com o bolso

De Administrador SH 25 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Pesquisa mostra que novos hábitos e comportamentos adquiridos em 2020 aceleraram algumas mudanças que devem se tornar perenes nos próximos anos

Consumidores brasileiros mostram que os novos hábitos e mudanças de comportamento adquiridos em 2020 terão continuidade ou mesmo aceleração nos próximos anos. É o que aponta a nova versão do estudo EY Future Consumer Index 2021 (FCI), produzido entre janeiro e fevereiro deste ano pela EY-Parthenon, braço de consultoria estratégica da EY, com base em pesquisas realizadas com quase 15 mil consumidores de 19 países. No Brasil, foram 1.007 pessoas consultadas, entre homens e mulheres maiores de 18 anos e de todas as classes sociais.

O estudo mostra que 50% dos brasileiros ouvidos revelaram este ano se sentirem confortáveis em realizar suas compras presencialmente, em lojas ou supermercados – superando o cenário de 2020, com 36% -, mas a frequência deverá ser menor, com 69% indo menos vezes a esses locais, superando os 62% do ano passado. Também foi apontado um aumento no percentual de brasileiros se sentindo confortáveis em se deslocar até o local de trabalho, passando de 30% em 2020 para 44% em 2021. Aumento similar foi observado em várias outras atividades que exigem que as pessoas saiam de casa, mesmo tendo que se adaptar à nova rotina de cuidados devido à pandemia.

“Embora tenha havido um aumento das compras online durante a pandemia, com crescimento médio de 72% no primeiro trimestre de 2021, comparado com o mesmo período no ano passado, e sendo a preferência para 30% dos consumidores, os dados mostram que as compras nas lojas físicas ainda seguirão fortes, acima de 40% para pequenos e grandes varejistas”, diz Cristiane.

Como critérios para realização das compras, o preço ainda é um fator determinante para 82% dos consumidores brasileiros, confirmando, assim, a preocupação das pessoas com seus gastos. O segundo critério avaliado (78%) é se a compra, de alguma forma, fará bem à saúde das pessoas, seguido pela qualidade dos produtos (77%), e pela disponibilidade de entrega (68%). O quesito sustentabilidade aparece de forma relevante, sendo levado em conta por 66% dos brasileiros ouvidos, tendo como principais fatores para a decisão de compra os valores praticados pelas empresas em relação aos cuidados com seus funcionários (79%) e o impacto positivo na sociedade (75%).

Outra tendências apontada, indica que dimensões tradicionais como preço, qualidade e disponibilidade ganharam importância, porém, os impactos causados pelas empresas passam a ter forte relevância agora. Tal cenário abriu margem para que elas ampliem o relacionamento com seus clientes, investindo não apenas em inovações tecnológicas, passando por melhores experiências em relação a toda a jornada do consumidor, mas também em soluções que valorizem os aspectos sociais, ambientais e de governança.

“As empresas que já estavam com seus planos de transformação digital adiantados ganharam vantagem competitiva em meio às mudanças repentinas provocadas pela pandemia. Porém, ter a melhor tecnologia, preço, produto ou serviço não mais é o bastante. É necessário estar atento às novas demandas da sociedade em termos de propósito, sustentabilidade e adoção de uma postura mais ética, que, de alguma forma, criem valor para a vida dos consumidores”, explica Sergio Menezes, sócio da EY-Parthenon.

Preocupações atuais

Entre os consumidores brasileiros, 55% demonstraram otimismo em relação ao próprio futuro, e apenas 22% acreditam que o ano atual será pior para o país. Esse otimismo, porém, não foi suficiente para eliminar as preocupações de 97% deles em relação à economia brasileira, bem como o bem-estar de suas famílias e o impacto social da pandemia (96% em ambos os casos). Para 94%, a saúde pessoal vem como terceiro fator de preocupação.

Ainda no campo econômico, 93% dos consumidores brasileiros ouvidos pela pesquisa relataram preocupação com suas finanças pessoais em decorrência da perda do valor da moeda e do poder de compra. Como consequência, nove a cada dez brasileiros demonstram estarem preocupados com o acesso a itens de necessidade básica.

A líder do segmento de Varejo e Bens de Consumo da EY no Brasil e América do Sul, Cristiane Amaral comenta sobre a preocupação dos brasileiros com seus relacionamentos durante a pandemia. “Como medida de controle do avanço do vírus, a maioria das cidades e municípios no país fechou os espaços de lazer, impedindo o convívio social entre as pessoas. Essa decisão afetou 91% dos entrevistados, que também relatam certo grau de preocupação com a falta de liberdade para aproveitar a vida.”

Novos hábitos e comportamentos

Em relação à alimentação, cerca de 70% dos brasileiros disseram não comer mais fora de casa ou que ao menos estão reduzindo a frequência desse tipo de atividade, levando a mudanças na forma como compram ou cozinham seus alimentos. O trabalho também foi fortemente impactado ao longo da pandemia, de modo que, na comparação com outros países, a expectativa dos brasileiros em relação ao home office é maior. Enquanto 55% desejam um modelo mais flexível, 44% preferem continuar trabalhando em casa com mais frequência. No caso dos estudos, 30% relataram que deverão participar de aulas e treinamentos usando a internet como principal ferramenta nos próximos anos.

Em relação ao lazer e o entretenimento, mesmo que a pandemia não termine nos próximos meses, 83% acreditam que poderão continuar a frequentar bares e restaurantes, além de shows e outros espetáculos (53%), enquanto 46% dos brasileiros manifestaram intenção de aproveitar momentos de lazer, feriados e férias em outros locais fora de suas residências. Quanto ao transporte e a mobilidade, com o aumento da vulnerabilidade em relação ao novo coronavírus, 64% disseram que pretendem fazer menor uso do transporte público nos próximos anos, seja para ir ao trabalho, seja para estudar. Como meios alternativos, se deslocar caminhando ou correndo foi apontado como opção por 47%, enquanto 37% preferem recorrer a caronas. No que diz respeito a viagens, o percentual é maior, com 78% acreditando poder realizar viagens de avião nos próximos meses.

“Os dados apontados nesta nova edição do FCI mostram que existe uma grande possibilidade de que muitas das mudanças percebidas nos hábitos e comportamentos das pessoas deverão continuar nos próximos anos, com algumas delas se intensificando, obrigando as empresas redefinir seus modelos de negócios”, conclui Sergio Menezes. “A praticidade, a possibilidade de rápida pesquisa de preço, disponibilidade do produto e confiança no canal digital são fatores que o consumidor aprendeu a valorizar e devem permanecer”, complementa Cristiane.

25 de julho de 2021 0 Comentários
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Varejo

Marfrig ativa canal de e-commerce para varejistas

De Administrador SH 25 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Aplicativo baseado em georreferenciamento conecta consumidores aos pontos que comercializam a marca

A Take4Content acaba de colocar em operação um projeto para a Marfrig, um aplicativo de e-commerce que a empresa está disponibilizando aos varejistas, e que reúne as ofertas de produtos da marca Bassi, comercializada por ela, nos pontos de venda. Trata-se do primeiro licenciamento do aplicativo Farmazon – plataforma de comercialização de medicamentos que é considerado o iFood dos remédios e da qual a Take4Content detém 20% de participação

“O lançamento deste aplicativo é parte das estratégias que o grupo Take4Content está desenvolvendo para a Marfrig visando apoiá-la em seus negócios na área digital”, conta Cassiano Scarambone, CEO da Take4Content, empresa responsável também por toda a estratégia e execução das ações digitais de comunicação da Marfrig e de lançamento do aplicativo. “Este projeto permitirá conectar os consumidores aos pontos que comercializam a marca Bassi, viabilizando as vendas pela internet por parte de varejistas que não teriam estrutura para fazê-lo, e ampliando, de forma expressiva, o alcance da marca no mercado”, acrescenta.

Scarambone explica que a plataforma do aplicativo da Marfrig é uma versão white label licenciada da Farmazon, cuja plataforma foi desenvolvida pela Doctor Web Brasil – empresa de tecnologia que se associou ao Grupo Take4Content, na criação da joint-venture Take4Tech (T4T) -, e cujos sócios fundadores são Rodrigo Robledo e Líria Knutti.

Empreendedor com especialização na área de Tech e de Dev, Robledo explica que o conceito da plataforma é de marketplace baseado em georreferenciamento, mas com uma estrutura que dispensa a necessidade de os varejistas terem que cadastrar os produtos disponíveis em loja, como é necessário no modelo tradicional de marketplaces.

No modelo licenciado pela Take4Tech, os preços dos produtos são definidos e administrados por um sistema de Inteligência Artificial, que considera os seguintes aspectos: a disponibilidade do produto no ponto de venda mais próximo do consumidor, o valor cobrado por esse varejista e o custo logístico da entrega. “É um banco de produtos com preço variável, cujo modelo é pioneiro no mercado e exclusivo da Farmazon”, observa Robledo.

“O aplicativo da Marfrig iniciou a operação na cidade de São Paulo, com previsão de expansão posteriormente para outras localidades, e também com a possibilidade de incluir outras marcas comercializadas pela Marfrig, como Montana Steak House e Montana, incluindo produtos complementares para a realização de um churrasco”, acrescenta Leonardo Pereira, diretor de Marketing e Trade da Marfrig.

Segundo Robledo, a plataforma está totalmente preparada para escalar a operação da Marfrig em âmbito nacional, sem a necessidade de grandes ajustes.

“A Farmazon vem se provando um aplicativo extremamente útil e de grande potencial, como solução única em sua área de atuação. O licenciamento deste modelo para a Marfrig incorpora muitas vantagens, ao oferecer um modelo já testado e de muita eficiência, ao encurtar o tempo de implementação de um projeto desta magnitude, e também por reduzir os custos em muitas vezes em comparação ao que seria necessário para o desenvolvimento direto de uma plataforma semelhante”, ressalta Scarambone. “É também um projeto de grande benefício tanto para a Marfrig quanto para os varejistas-clientes”, finaliza o CEO da Take4Content.

25 de julho de 2021 0 Comentários
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Tendências

Supermercados dos EUA mudam foco para saúde e bem-estar

De Administrador SH 25 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Varejistas aumentam comunicação sobre valor nutricional e benefícios à saúde e aceleram farmácias e clínicas dentro das lojas

As redes americanas de supermercados estão fazendo investimentos significativos para ampliar seu papel como destinos de saúde e bem-estar para a população do entorno. Segundo o relatório “2021 Retailer Contributions to Health and Well-being”, desenvolvido pelo Food Marketing Institute (FMI), 84% dos varejistas pesquisados (que somam 27 mil lojas nos EUA) contam com uma estratégia direcionada a esses pontos, desenvolvendo ações de saúde e bem-estar tanto para os clientes quanto para os colaboradores – uma forte alta em relação aos 49% registrados dois anos atrás.

O maior foco em saúde e bem-estar é uma consequência da pandemia, que deixou mais clara a relação entre alimentos e saúde. Por meio de sinalização nas lojas, ações em redes sociais, campanhas de marketing dentro e fora dos PDV, além de ações especiais em aplicativos, as empresas estão investindo em aspectos como informações sobre vacinas, benefícios da alimentação saudável e questões gerais ligadas à saúde.

Outro aspecto dessa tendência é o aumento das áreas nos supermercados dedicados a clínicas de saúde e farmácias: na edição anterior do estudo, em 2019, 42% das empresas contavam com esse tipo de operação em suas lojas, índice que subiu para 54% neste ano.

25 de julho de 2021 0 Comentários
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