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Varejo

Giassi inaugura mais uma unidade de atacarejo nesta quinta-feira (24)

De Administrador SH 24 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Com este estabelecimento, companhia passa a contabilizar quatro operações com a bandeira Combo Atacadista

O Grupo Giassi inaugura nesta quinta-feira (24) mais uma operação de atacarejo com a bandeira Combo Atacadista, a quarta da rede, desta vez na cidade de São José (SC).

O Combo São José terá 3,7 mil metros quadrados de área de vendas e 250 vagas cobertas de estacionamento. O mix de produtos inclui mais de 10 mil itens com grande variedade de marcas e preços competitivos. Além dos tamanhos comuns nos supermercados e da venda por unidade para atender o cliente que deseja abastecer a casa serão comercializadas embalagens com volumes maiores destinadas a transformadores, restaurantes, pizzarias, lanchonetes e pequenos comerciantes que atuam como revendedores, como os minimercados.

Para agilizar o atendimento serão 19 checkouts, além de quatro caixas de autoatendimento. Para efetuar pagamentos serão aceitos diversos cartões de crédito, débito, cartões alimentação e pagamentos por aplicativos.

O diretor-presidente do Giassi, Zefiro Giassi, explica a escolha da cidade para a quarta loja de atacarejo. “A economia de São José vem crescendo a cada ano. O Giassi está presente na cidade desde 2001, quando inauguramos uma loja do Giassi Supermercados em Campinas. Depois, instalamos o Giassi Areias e hoje é uma alegria poder iniciar o atendimento à população também no ramo atacadista”, comemora o empreendedor. Atualmente, o Grupo Giassi conta com 16 lojas de varejo e quatro lojas atacadistas e emprega mais de 6.500 colaboradores.

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Varejo

Vendas de ovos de Páscoa no varejo estão aquecidas

De Administrador SH 24 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Dados da GS Ciência do Consumo mostram que as vendas para a temporada 2022 já superaram o período pré-pandemia

Neste ano, o domingo de Páscoa acontece no dia 17 de abril, mas os ovos de chocolate já estão nas prateleiras de parte dos supermercados. De acordo com um levantamento da consultoria GS Ciência do Consumo, as compras deste ano já estão no mesmo patamar de volume de 2019, quando ainda não havia pandemia. As vendas de ovos de Páscoa acumuladas até 13 de fevereiro já têm faturamento 48% maior que no mesmo período de 2021, 54% maior do que em 2020 e 11% maior do que em 2019.

Os dados de vendas superiores aos dois anos anteriores mostram também que o varejo encheu as prateleiras de Páscoa mais cedo este ano. Segundo Evandro Alampi, head de inteligência da GS, um dos motivos para isso pode ter sido o cancelamento do carnaval e a maior procura das empresas de varejo por produtos de vendas sazonais. Além disso, é possível que haja mais otimismo da indústria, voltando aos níveis pré-pandemia.

Norton Amato, diretor de marketing da consultoria, avalia ainda que o aumento em volumes vendidos em relação a 2019, de cerca de 3%, demonstra que a indústria possa ter equilibrado melhor os preços. No geral, a GS avalia que o prognóstico para a Páscoa, com as compras antecipadas, é positivo.

Nas fábricas da Lacta, o planejamento da Páscoa leva cerca de 18 meses. A produção foi iniciada em 17 de outubro e tinha previsão para ser encerrada nesta segunda, 21 de fevereiro. Para dar conta da demanda deste ano, foram contratadas 500 pessoas para trabalho temporário, com contrato de duração de seis meses. Destes, 83% dos contratados são mulheres e há chance de efetivação. O número de contratações foi estável em relação a 2021, mas a expectativa é de alta de vendas.

“Após dois anos de pandemia, esse ano será o primeiro em que as famílias estão se reencontrando para almoços, comemorações, assim como as empresas, levando a tradição de amigos doces e presentes em formas de chocolate. Com isso, a previsão é de um aumento de 10% (no volume de vendas)”, afirma a Mondelez, dona da marca, em nota.

Em 2021, a Lacta diz ter tido a melhor Páscoa dos últimos 10 anos, com quase toda a produção vendida. Para isso, a empresa apostou em iniciativas digitais. Em 2019 o comércio digital representou 3% do total das vendas de Páscoa e, em 2021, chegou a 12%. Neste ano, a empresa segue acreditando que a via digital será bem-sucedida.

Preço

Para Alampi, da GS, com preços altos, a população de mais baixa renda pode fazer trocas, preferindo barras de chocolate e bombons em vez dos ovos. No entanto, para públicos de mais alta renda, a diferença de preços não deve causar tantas mudanças nos hábitos de consumo.

No caso da Lacta, os preços sugeridos da marca vão de R$ 32,90 a R$ 76,90, com diferentes propostas de tamanho e ingredientes. A empresa diz que houve reajustes de preço, mas não especifica o quanto. “Com inflação de 10% (geral nos últimos doze meses) e considerando pontos como frete internacional e custo de commodities, tivemos que fazer um aumento de preços nos produtos de Páscoa”, afirma a companhia. “Regionalizamos mais nossa estratégia de preço (…) O poder aquisitivo, da mesma forma que a inflação, foi afetado de maneira diferente nas várias regiões”, diz a companhia. Fonte: Estadão

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Tendências

Varejo online ganha força nos supermercados do Canadá

De Administrador SH 24 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Consumidores preferem e-commerce a alternativas omnichannel; comportamento deverá ser mantido após o fim da pandemia

Os consumidores canadenses gostam da facilidade trazida pelo e-commerce na compra de alimentos e preferem receber os produtos em casa do que retirá-los em um ponto de venda. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Maru Group a pedido do PayPal, 72% dos canadenses adultos gostam da possibilidade de pedir alimentos online, enquanto apenas 38% têm uma visão positiva sobre o “clique e retire” de supermercados.

Além disso, mais de 20% dos pesquisados dizem que comprarão mais alimentos online depois da pandemia do que faziam antes, mostrando que o varejo digital ganhou penetração no setor de supermercados. Um dos fatores para isso é o aumento do trabalho remoto, que muda os fluxos de deslocamento dos clientes e torna a entrega em casa ainda mais conveniente.

No Canadá, estudantes e trabalhadores em home office são os segmentos que mais usam aplicativos de delivery e fazem pedidos online de itens de supermercado: 57% dos entrevistados acima de 18 anos nesses grupos usaram um aplicativo de entrega de alimentos no mês anterior à pesquisa, contra 42% da média geral. Nos supermercados, esses índices foram, respectivamente, de 27% e 19%. Neste início de ano, a variante ômicron vem impulsionando ainda mais os supermercados online. Segundo a Canadian Federation of Independent Grocers, o nível de ausência de trabalhadores no varejo ficou entre 15% e 25% em janeiro devido à pandemia, enquanto a Metro, uma das maiores redes do setor no país, disse que no trimestre passado houve um salto em suas vendas online. A relação parece direta: quanto mais tempo em casa, maior o volume de compras digitais.

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Varejo

Pedro Parente faz transição “sem ruídos e desavenças” na BRF

De Administrador SH 24 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Após quatro anos, chairman vai deixar a companhia em melhor situação financeira do que encontrou

A passagem de bastão de Pedro Parente para Marcos Molina como chairman da BRF não marcará apenas o início da era Marfrig, mas também a primeira transição tranquila desde que a companhia foi criada em 2009, a partir da incorporação da Sadia pela Perdigão.

Parente encerra um ciclo de quatro anos na BRF com a sensação de dever cumprido, o que não é nada trivial considerando o histórico conturbado do negócio, desde a movimentação de Abilio Diniz e Tarpon para retirar Nildemar Secches até a ofensiva dos fundos de pensão para destituir Abilio. Parente comentou a decisão, tomada ontem pela BRF, de aprovar a indicação da chapa de dez nomes proposta pela Marfrig para o conselho de administração. “Sob o ponto de vista institucional, é uma demonstração de maturidade. Uma transição sem ruídos nem desavenças com o novo acionista que está chegando e com um time que é muito bom”.

Conduzida por Parente e Dan Ioschpe — membro do atual board —, a costura para a montagem do próximo conselho da BRF começou ainda antes das discussões em torno do follow-on com o qual a BRF captou R$ 5,4 bilhões. Parente e Ioschpe foram incumbidos pelo comitê de pessoas do conselho da BRF de organizar a montagem do próximo conselho, que será eleito em 28 de março.

Parente avisou que não pretendia continuar e engatou as conversas com os principais acionistas, a começar por Marcos Molina — a Marfrig é a maior acionista, com 33%. Petros e Previ também foram ouvidos. Inicialmente, o empresário não deu uma resposta taxativa.

“O Marcos é muito cuidadoso. Era apropriado deixá-lo a vontade para fazer uma proposta”. Depois do follow-on, as conversas com a Marfrig em torno do tema foram retomadas. Foi quando a companhia indicou que pretendia apresentar uma chapa.

“Eu e o Dan que achávamos legítimo que ele enviasse a chapa. Sendo uma boa chapa, não teria duvida de propor ao conselho que aceitasse. E não há o que dizer da chapa. A chapa é muito boa”, diz Parente, citando nominalmente as experiências de Sergio Rial, Pedro de Camargo Neto e Oscar Bernardes. Na visão de Parente, a BRF pode agora entrar em um novo momento. “É excepcional para a BRF. Com um sócio de referência que conhece o negócio, há um frescor para olhar para o futuro”.

Ao deixar a BRF, Parente entregará uma companhia mais saudável financeiramente, assim como fizera na Petrobras. Nos últimos quatros anos, a estrutura de capital da dona da Sadia foi equacionada com um turnaround que inclui a venda de ativos no exterior e alongamento de dívidas, o que tirou a BRF de uma alavancagem que já passou de 6 vezes.

Nos últimos tempos, os analistas e a própria BRF ainda não estavam confortáveis com os níveis de endividamento, um problema que acabou solucionado com o follow-on, reduzindo o índice de alavancagem de 3,12 vezes para 2,17 vezes.

“Com o follow-on, a estrutura de capital ficou super arrumada”, diz Parente. “Pegamos a BRF em 2018 com gestão destruída e endividamento superelevado. Estamos entregando uma empresa muito diferente, e para melhor.”

Além da posição de chairman, Parente também foi CEO da dona da Sadia, cadeira que ocupou por um ano até transmitir a função para Lorival Luz, dupla que ficou conhecida internamente como LL&PP. A partir de agora, Luz terá uma nova dobradinha com Molina — LL&MM. Fonte: Pipeline/Valor

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Varejo

Código 2D começa a dar seus primeiros passos na cadeia de abastecimento

De Administrador SH 22 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Novo padrão de identificação de produtos promete oferecer diversos benefícios para a operação do varejo, especialmente em relação à gestão de estoque. Confira as 10 principais vantagens do código 2D

O código de barras é um dos elementos mais importantes da cadeia de abastecimento, cujo advento trouxe organização, agilidade, padronização e eficiência para as movimentações e vendas de mercadorias. No Brasil, essa tecnologia começou a ser utilizada em 1985, trazendo uma nova dinâmica para a indústria e o varejo, e atualmente há vários tipos de códigos, sendo o mais comum o GTIN (Número Global de Item Comercial). No universo da tecnologia, no entanto, nada é estático e as inovações dos últimos anos viabilizaram o surgimento do Código 2D, cujo padrão já está disponível para o mercado e promete trazer novas possibilidades e benefícios para os supermercados e seus fornecedores. 

O Código 2D, como o próprio nome diz, é um código bidimensional, que permite abrigar uma quantidade bem superior de informações dos produtos, em comparação ao GTIN, e que podem ser acessadas facilmente por meio de um smartphone. Existem algumas variáveis do Código 2D, porém, o mais conhecido no mercado é o QR Code. Ele utiliza ambas as dimensões, horizontal e vertical, para codificar os dados em uma pequena área. Já o código de barras tradicional é linear, formado por linhas e espaços paralelos, e trabalha com informações somente na dimensão horizontal.

Dentre as informações que podem estar contidas dentro do Código 2D, por exemplo, estão a data de validade e o número de lote, dois dados fundamentais para evitar perdas e para favorecer a rastreabilidade dos produtos. “Este novo código traz grandes benefícios para o gerenciamento de estoque dos supermercados”, analisa a gerente de Desenvolvimento Setorial da Associação Brasileira de Automação (GS1 Brasil), Ana Paula Maniero. “Com a clareza sobre a validade dos produtos, o varejista tem condições de saber quais itens devem ter a sua movimentação priorizada e até bloquear a passagem de um item vencido pelo check-out.”

A especialista ainda pontua que as marcas poderão utilizá-lo para a comunicação e engajamento dos consumidores, dentro do conceito de embalagem estendida, proporcionando uma experiência de compra mais agregadora. Conforme explicou, os consumidores passarão a ter acesso, de forma muito rápida, aos dados contidos nestes códigos, que também podem abrigar informações sobre os ingredientes, calorias, tabela nutricional e até receitas e promoções. O código de barras tradicional limita essas informações, porque só traz as características do produto, como peso e altura, por exemplo.

“Quando a gente fala de automação, estamos falando de tornar uma codificação mais moderna e interoperável. E essa codificação deve ser lida e interpretada por toda a cadeia de abastecimento. A tecnologia do Código 2D já está disponível e para que toda a cadeia usufrua dos seus benefícios e possibilidades é preciso que as empresas de todos os elos adotem este padrão”, enfatiza a especialista da GS1 Brasil. 

Quem já está usando?

A utilização do Código 2D na produção e venda de bens de consumo se encontra em estágio embrionário no Brasil, ainda em um caráter de tendência, mas já começaram a surgir os primeiros exemplos de quem está se preparando para usufruir desta tecnologia. Um deles vem do Ceará, onde a tradicional rede Supermercado Pinheiro implementou o Código 2D nos produtos processados em suas lojas. Para isso, naturalmente, adaptou seu sistema e adquiriu leitores capazes de ler o QR Code estampado nas embalagens.

“O objetivo foi ter mais controle da operação, dos produtos processados em nossas lojas, e melhorar a experiência do cliente”, declarou o diretor executivo, Alexandre Pinheiro. “Além de nos ajudar na operação, tendo o controle de validade e estoque, para o cliente, ele pode acessar receitas e ser redirecionado para outras páginas. E evita que o consumidor leve um produto vencido. Isso traz segurança para o cliente e para o supermercado.”

Ao longo de fevereiro de 2022, todos os fornecedores de FLV que utilizam a solução Paripassu junto ao Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos da ABRAS, o RAMA, terão adotado o padrão 2D em seus produtos embalados. O grande objetivo é possibilitar o uso inteligente das informações que ajudam na gestão da qualidade dos alimentos, utilizando a informação do número do lote, EAN e a data de validade do item.

“Este padrão agregará melhor controle na gestão de estoque das empresas, facilitando o conhecimento e a visualização dos itens que devem ser priorizados para abastecerem as gôndolas”, explica o CEO da PariPassu, Giampaolo Buso. Outro ponto relevante na associação da data de validade ao código, é que o sistema do PDV da loja, quando devidamente adaptado para ler o 2D, poderá alertar o operador do check-out caso algum produto escaneado esteja vencido, impedindo a sua saída da loja.”

A respeito da inclusão do lote do produto no padrão Digital Link, ele esclarece que isso facilitará a localização destes itens ao longo do seu trânsito na cadeia. “E caso surja a necessidade de um eventual recall, isso também ajudará a identificar mais rapidamente os locais de venda dos produtos, caso seja necessária sua retirada”, complementa Buso. “O que buscamos é ganho em eficiência para a cadeia produtiva, em especial para os alimentos perecíveis, ao longo das diversas etapas, do campo à mesa, para entregar valor ao cliente final.”

Passos para a adaptação

A leitura do Código 2D requer um scanner baseado em imagem para leitura. Os scanners a laser tradicionais não são compatíveis para esse formato. Também existem diversos aplicativos para smartphones capazes de realizar a leitura desses códigos por meio da câmera fotográfica. Os sistemas de gestão do varejo (ERP e PDV) também precisarão ser atualizados para comportar e processar as informações provenientes da leitura do Código 2D. “Nós já estamos falando com as grandes fornecedoras de ERPs e eles já estão alterando seus sistemas para que tenham a capacidade de ler e interpretar as informações”, conta Ana Paula Maniero, da GS1 Brasil.

As diferenças entre os códigos 1D e 2D

Códigos 1D

– São lineares, formados por linhas e espaços paralelos.

– Trabalham com informações na dimensão horizontal.

– A maioria contém apenas um GTIN.

Códigos 2D

– Formados por espaços escuros e claros em uma grade, como um tabuleiro de xadrez.

– Trabalham com informações em ambas as dimensões: horizontal e vertical.

– São menores que os códigos 1D, mas carregam mais dados, já que a quantidade de espaços é maior.

– Melhor acessibilidade de leitura.

10 benefícios do Código 2D

– Mais informações codificadas em menos espaço.

– Melhor controle sobre os lotes de produtos.

– Menos problema​s com códigos parcialmente destruídos.

– Melhor experiência ao consumidor.

– Velocidade de digitalização superior em relação ao EAN-13 (GTIN).

– Performance de leitura melhor.

– Auxilia na gestão de estoque.

– Traz mais acuracidade aos inventários.

– Favorece a rastreabilidade e a visão da origem do produto.

– Suporte para a prevenção de perdas.

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Tendências

Varejista americana acelera adoção de robôs de entrega

De Administrador SH 22 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Save Mart é primeira supermercadista a usar robôs para delivery de produtos na região de San Francisco

A rede americana de supermercados Save Mart deu início a um projeto de entrega de pedidos de clientes com o uso de robôs na região de San Francisco. Usando equipamentos da fornecedora Starship, a empresa atenderá cerca de 1.500 residências nas proximidades de sua loja de Pleasanton, que atende sob a bandeira Lucky California.

Essa não é a primeira iniciativa da Save Mart em parceria com a Starship: em setembro de 2020, um piloto de entregas de pedidos online começou a ser feito na loja da rede na cidade de Modesto, também na Califórnia. A expectativa da varejista é, a partir de agora, acelerar a adoção dessa tecnologia em localidades selecionadas. Em Modesto, a solução já atende 55 mil residências próximas da loja que funciona como hub de distribuição.

Para utilizar o serviço robotizado de entrega, os clientes baixam o app da Starship Food Delivery e compram a partir das opções disponibilizadas – hoje, milhares de SKUs são fornecidos pela loja da Lucky California. Ao finalizar a compra, é preciso indicar onde os produtos serão entregues. Funcionários da loja fazem a separação do pedido e colocam em um dos robôs, que faz o percurso de entrega. É possível rastrear em tempo real onde está o robô e, quando a compra chega à porta da casa do cliente, o sistema envia um alerta para o cliente retirar o produto – a tampa do robô precisa ser destravada com o celular.

Normalmente, os pedidos são entregues em questão de minutos. Os robôs podem levar até 10kg de compras – aproximadamente três sacolas de compras bem cheias – e se movimentam a uma velocidade próxima à de uma pessoa caminhando. Sistemas de machine learning, visão computacional e Inteligência Artificial permitem que o equipamento desvie de obstáculos e percorra o caminho até o ponto de entrega.

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Varejo

Assaí busca faturamento de R$ 100 bilhões e 300 lojas até 2024

De Administrador SH 22 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Rede também mira a expansão do mix de produtos e o seu incremento com maior valor agregado, mas sem perder o viés de preço baixo da bandeira

Depois de um 2021 de resultados positivos, o Assaí Atacadista acredita em um ano ainda melhor para 2022. Para o presidente Belmiro Gomes, a estratégia da companhia é fazer uma mudança de posicionamento no mercado alimentar do país. “Isso permitirá um ciclo positivo para aproveitarmos o momento. Nosso modelo de baixo custo se beneficia em situações de economia mais retraída”, comentou Gomes durante teleconferência na manhã desta terça-feira (22).

Para a companhia, a melhora na situação da pandemia é outro fator que deve ajudar o segmento de alimentos. Com os preços mais elevados e a retração do mercado durante o período mais agudo da pandemia, os clientes jurídicos tiveram mais cautela para manter seus estoques altos, mas a volta gradual das atividades econômicas será importante para que o consumo, como um todo, retorne a patamares pré-pandemia.

Em 2021, a companhia abriu 28 lojas, 24 lojas orgânicas e outras quatro conversões de outros formatos. Apenas no último trimestre, foram inauguradas 21 lojas, encerrando o ano com 212 lojas em operação e uma área de vendas de 964 mil metros quadrados, 19% superior em relação a 2020.

Para os próximos anos, Belmiro disse que a previsão é inaugurar mais de 30 novas lojas e conversão de até 70 lojas do Extra Hiper. “O objetivo da companhia é um faturamento de R$ 100 bilhões e 300 lojas até 2024.”

O diretor de operação, Anderson Barres Castilho, enfatizou a expansão do mix de produtos nas lojas da companhia e a importância de oferecer produtos com maior valor agregado. “A localização das lojas adquiridas do Extra no permite ter seções com maior valor agregado, mas sem perder a nossa característica de preços baixo”, apontou Castilho. Para ele, o impacto nas despesas da companhia é pequeno diante dos resultados positivos e da percepção que o cliente terá nas lojas.

Ele também lembrou que é preciso manter as despesas controladas para continuar uma operação de baixo custo e, assim, competir em igualdade com os concorrentes. “É fundamental para otimizar a operação. Corte nos custos, sem perder a qualidade. A operação produtiva faz diferença para o cliente”, concluiu Castilho.

Sobre a expansão do e-commerce, o presidente Belmiro Gomes não quis adiantar números, já que a operação está em fase de implantação, mas deixou claro que a expansão das lojas físicas fará a demanda por esse tipo de serviço aumentar. “Temos uma parceria com a Conershop, da Uber, e agora fechamos com o Rappi. Estamos trabalhando para expandir esses serviços e até o fim deste semestre anunciaremos mais detalhes”, comentou Gomes.

O Assaí reportou lucro líquido atribuível aos acionistas de R$ 527 milhões no quarto trimestre de 2021, uma alta de 76,3% em relação ao desempenho obtido no mesmo período do ano passado, com margem líquida de 4,6%, o que representa uma elevação de 1,8 ponto percentual. No acumulado do ano passado, o lucro líquido ultrapassou R$ 1,6 bilhão, salto de 60,5% em relação a 2020, resultando em uma elevação de 1,0 p.p. na margem líquida, para 3,8%.

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Varejo

Nestlé vai dobrar os investimentos no Brasil em 2022

De Administrador SH 22 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

É o maior montante já aportado nos últimos quatro anos. Novas tecnologias, digitalização e processos sustentáveis serão a destinação da maior parte dos recursos

Os investimentos da fabricante de alimentos Nestlé no Brasil vão superar R$ 1,8 bilhão em 2022, o maior montante já aportado nos últimos quatro anos. O valor também quase dobra o que foi aplicado no ano passado: R$ 936 milhões.

Desse total de R$ 1,8 bilhão, R$ 730 milhões terão como destino a nova fábrica de Nestlé Purina, em Vargeão, no oeste de Santa Catarina, empreendimento já iniciado em janeiro. Nesse primeiro ano de obras do projeto industrial, os investimentos são para a parte construtiva. Anunciada em junho de 2021, planta se soma à de Ribeirão Preto (SP), onde a fabricante já produz para mercado interno e exportação.

Novas tecnologias, digitalização e processos sustentáveis serão a destinação de aproximadamente R$ 1,1 bilhão. Desse total, 90% estão direcionados a novas linhas para ampliação de capacidade, maior produtividade e inovação em produtos, além de investimentos com foco ambiental, como soluções em eficiência energética e uso de biomassa em substituição a gás.

Os demais recursos serão dirigidos a melhorias em vendas e logística de distribuição, gestão e recursos relacionados com tecnologia e atividades administrativas. Apenas em inovação em produtos e embalagens, estão previstos R$ 239 milhões.

De acordo com a empresa, entre os projetos prioritários para 2022, além da nova planta de Purina, estão os aportes em transformação digital e indústria 4.0, com robôs e tecnologias que trazem maior eficiência e produtividade, além de adequações de infraestrutura para novas tecnologias, principalmente nas plantas de Araras (SP), Caçapava (SP), Ituiutaba (MG) e Montes Claros (MG). Fonte: Valor Econômico

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Varejo

E-commerce nacional mantém trajetória de crescimento e avança dois dígitos

De Administrador SH 22 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Em janeiro, comércio eletrônico contabilizou alta sobre o mesmo período do ano anterior e também sobre dezembro, mês que tradicionalmente tem vendas mais aquecidas

As vendas realizadas pela internet expandiram em 20,56% no mês de janeiro de 2022, em relação ao mesmo período do ano passado. Considerando a mesma base comparativa, o faturamento do setor também teve alta: 18,99%. Os dados são do índice MCC-ENET, desenvolvido pela Neotrust | Movimento Compre & Confie, em parceria com o Comitê de Métricas da Câmara Brasileira da Economia Digital (camara-e.net).

“No primeiro mês de 2022, observamos a mesma tendência de crescimento sustentável das vendas online no Brasil, já observada nos últimos anos. O faturamento do segmento nos últimos 12 meses, comparado ao período anterior, alcançou mais de 25% de crescimento. São sinais fortes da força do canal online nos hábitos de consumo do brasileiro. Esperamos crescimento de dois dígitos no volume de vendas para 2022 em relação ao ano passado”, afirma Gastão Mattos, responsável pela Divisão de Varejo Online da camara-e.net.

Vale destacar que em dezembro de 2021 o e-commerce representou 9,3% do comércio varejista restrito (exceto veículos, peças e materiais de construção). No acumulado dos últimos 12 meses, percebe-se que a participação do e-commerce no comércio varejista corresponde a 12,2%, de acordo com indicador feito a partir da última Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE, divulgada no dia 9 de fevereiro.

Se tratando de faturamento, o segmento cresceu 8,09% em janeiro de 2022 em relação a dezembro de 2021. Na comparação com os últimos 12 meses a variação positiva foi de 25,31%. Considerando o faturamento regional, o desempenho do Sul foi de 26,47%, o do Centro-Oeste de 22,43%, enquanto do Norte foi de 20,55%, o do Nordeste de 19,98% e o do Sudeste de 16,44%.

Voltando para dezembro de 2021, a composição de compras realizadas pela internet, por segmento, ficou da seguinte forma: equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (43,1%); móveis e eletrodomésticos (28,2%); e tecidos, vestuário e calçados (10,3%). Na sequência, artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (7%); outros artigos de usos pessoal e doméstico (5,5%); hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (3,9%); e, por último, livros, jornais, revistas e papelaria (2%). Esse indicador também utiliza a Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE como base.

Comparação mensal

Ao comparar o mês de janeiro com dezembro, houve uma leve alta de 0,63% nas vendas online. No acumulado dos últimos 12 meses, a expansão foi de 16,14%.

A avaliação regional, usando o período comparativo de janeiro de 2022, ante o mesmo mês do ano passado, a composição ficou da seguinte forma: Norte (33,49%); Centro-Oeste (28,87%); Nordeste (27,35%); Sul (23,19%); e Sudeste (17,22%).

Já no acumulado dos últimos 12 meses, o desempenho foi: Nordeste (27,98%); Centro-Oeste (25,70%); Norte (24,68%); Sul (22,78%); e Sudeste (11,10%).

Os consumidores estão cada vez mais comprando pela internet. Segundo o MCC-ENET, no trimestre de outubro a dezembro de 2021, 18,5% dos internautas brasileiros realizaram ao menos uma compra online.

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Indústria

Perfetto lança sorvete sabor laranja com chocolate em nova categoria ‘frutas amadas’

De Administrador SH 22 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Com sabor inédito, a novidade que faz parte da linha Variatta foi inspirada nas frutas preferidas do brasileiro

A Perfetto, indústria do segmento de sorvetes, se inspirou nas frutas preferidas do brasileiro para lançar uma edição limitada do Variatta Frutas Amadas. A laranja, uma das frutas mais consumidas no País, foi a escolhida para o lançamento do primeiro produto da nova categoria que trará outros dois sabores.

O sorvete Variatta Frutas Amadas sabor laranja com chocolate, de acordo com a empresa, tem notas únicas que trazem o contraste entre a acidez da laranja e o gosto meio amargo da trufa de chocolate. Para garantir qualidade e exclusividade à receita, tanto o sorvete quanto a trufa de chocolate são fabricados pela própria marca, com receitas exclusivas.

A novidade chega em potes de 1,8L e o produto terá preço sugerido de R$ 25,90.

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Publicação oficial da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)

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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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