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segunda-feira, setembro 21, 2026
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Varejo

Grupo Muffato vai investir R$ 40 mi em novo atacarejo

De Administrador SH 19 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Trezentos colaboradores serão contratados para atuar na loja com amplo estacionamento e galeria

Nesta quinta-feira, 20, a rede Max Atacadista fará o lançamento da sua primeira loja em Cianorte, Paraná. O encontro, no gabinete da prefeitura, contará com a presença do prefeito, Marco Franzato, Ederson Muffato, diretor do Grupo Muffato e Gastão Mesquita Filho, assessor da diretoria da Companhia Melhoramentos Norte do Paraná (CMNP), parceira na construção do empreendimento. Também estarão presentes outras autoridades municipais e representantes das empresas envolvidas. 

Com investimentos de mais de R$ 40 milhões e a oferta de 300 novos postos de trabalho, a loja localizada na esquina das avenidas Leopoldina com Pará, no Centro Novo, terá 11 mil m² de área construída, mais de 400 vagas de estacionamento, galeria para lojas (2), quiosques (4) e praça de alimentação para 40 pessoas. “Estamos animados com a chegada do Grupo Muffato em Cianorte; uma cidade estratégica no estado e um importante polo atacadista no Sul do país”, comemora Ederson Muffato. 

Segundo Gastão, da CMNP, a parceria com o Grupo Muffato é comemorada não apenas pelo sucesso da operação, mas pelo grande passo em conjunto, rumo ao desenvolvimento econômico da região. “Nossa perspectiva é que sejam criados centenas de postos de trabalho diretos e indiretos com este investimento. Sem dúvida, uma oportunidade para contribuir com o crescimento de Cianorte e seu entorno”, diz o assessor. Para o prefeito Marco Franzato, o lançamento do empreendimento vem somar com ações estratégicas do município. “Estamos entusiasmados com a chegada deste novo empreendimento à Cianorte. Ela é fruto do empenho de todo o time que tem trabalhado em busca de atrair investimentos capazes de fomentar o desenvolvimento econômico da cidade e de gerar oportunidades de emprego e renda para a população”, ressalta. 

RH Digital

Os interessados em participar do processo seletivo poderão cadastrar seus currículos na plataforma “Grupo Muffato Vagas”, pelo site: https://grupomuffatovagas.gupy.io/. No canal, é possível fazer o cadastro on-line, importar dados de outras redes sociais ou, ainda, inserir o currículo no formato PDF. 

Grupo Muffato 

O Max Atacadista pertence ao Grupo Muffato: a rede número um do Paraná, também entre as maiores varejistas do país. São 80 lojas entre varejo (Super Muffato) e atacarejo (Max Atacadista), dentre outros serviços, com 19 mil colaboradores diretos e mais de 10 mil empregos indiretos. A rede atua em 31 cidades do Paraná e interior de São Paulo.

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Varejo

Gilberto Xandó é o novo presidente da JBS Brasil

De Administrador SH 19 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Sua posse abre vaga no Conselho de Administração do conglomerado

O novo presidente da JBS Brasil, Gilberto Meirelles Xandó Baptista, assumiu nesta semana. A posse abriu uma vaga no Conselho de Administração da companhia, que será ocupada pelo ex-diretor do Banco Central, Carlos Hamilton Vasconcelos Araújo.

A nomeação de Gilberto Meirelles Xandó Baptista como novo presidente da JBS Brasil foi realizada em novembro de 2021, em uma reformulação do comando global da empresa. Para assumir o posto, ele renunciou ao cargo de membro do Conselho de Administração da JBS na 6ª feira (14.jan.2022)….

Com a mudança, os demais conselheiros da empresa elegeram Carlos Hamilton Vasconcelos Araújo como novo membro independente do conselho. A eleição foi realizada na 6ª feira e comunicada no decorrer desta semana pela JBS.

Eis a íntegra do fato relevante:

Carlos Hamilton foi diretor de Política Econômica do Banco Central, secretário de Política Econômica no Ministério da Fazenda, presidente da Cateno Gestão de Pagamentos e vice-presidente de Serviços, Infraestrutura e Operações do Banco do Brasil.

Hoje, é membro do Conselho de Administração da Brasilprev Seguros e Previdência e do Conselho Curador da Fundação Getúlio Vargas….

Fonte: Poder 360

19 de janeiro de 2022 0 Comentários
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Varejo

Emissão de ações da BRF torna possível fusão com a Marfrig

De Administrador SH 19 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Operação pode levantar R$ 8 bi, mas uma das maiores acionistas é contra o negócio

A aprovação, no começo da semana, de uma oferta secundária de ações (follow on) da gigante do setor de proteína animal BRF em uma assembleia de acionistas abre caminho para a Marfrig aumentar sua participação na companhia e, eventualmente, preparar-se para uma fusão futura.

No entanto, analistas de mercado avaliam que outros acionistas relevantes da BRF dificilmente aceitaram diluir suas participações para que a Marfrig assuma o controle da empresa.

A Marfrig é uma das maiores produtoras de carne bovina do mundo e comprou ações da BRF em 2021. Atualmente é o maior acionista da empresa, que concentra sua atuação em aves e suínos, com 31,66% do capital.

Na assembleia, o fundo de pensão Petros, de funcionários da Petrobras, votou contra a operação; O fundo Previ, dos empregados do BB, se absteve. Os dois fundos de pensão estão entre os principais acionistas da empresa.

Para advogados ouvidos pelo GLOBO, o caso deve gerar questionamentos da Petros junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pode até mesmo se tornar alvo de uma arbitragem.

Oferta tem potencial de levantar R$ 8 bi

Em comunicado ao mercado nesta terça-feira, a BRF afirmou que haverá uma oferta de 270 milhões de ações, que pode ser sucedida de uma oferta adicional de 20%, ou seja, de 54 milhões de ações.

O follow on é restrito a investidores profissionais e só poderá ter participação de, no máximo, 50 investidores.

Considerando-se o preço dos papéis da BRF no fechamento do pregão de segunda-feira (R$ 24,75), a oferta poderia levantar entre R$ 6,7 bilhões e R$ 8 bilhões para a companhia, que pretende usar os recursos para reduzir seu endividamento.

O aumento de capital foi endossado por 81,7% dos acionistas presentes na assembleia, que representam 68,5% das ações disponíveis da BRF.

O mercado reagiu mal às incertezas que rondam o negócio: as ações da BRF caíam 6,59% às 17h, cotadas a R$ 23,12. Já as da Marfrig recuavam 2,54%, avaliadas em R$ 22,66.

Petros indica que não vai abrir espaço

Se a Marfrig subscrevesse todas as novas ações, chegaria a 51,19% da BRF, considerando-se a composição acionária atual da empresa. Este cenário, porém, é improvável devido à resistência de outros acionistas relevantes da BRF em terem sua participação diluída na operação.

É o caso do fundo de pensão Petros, que detém hoje 7% do capital da BRF e votou contra o follow on na assembleia por considerar o momento ruim. Os papéis da BRF estão em um preço considerado baixo.

Outro acionista relevante é a Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, que tem 6,1% do capital da BRF e se absteve na assembleia.

— O follow on hoje foi bastante criticado pela Petros e pela Previ porque hoje as ações da BRF estão descontadas, o que é ruim para o investidor que tem ações da empresa. De qualquer modo, porém, a operação vai ajudar a BRF porque deverá reduzir o nível de endividamento de 2,2 vezes o EBITDA (lucros antes de juros impostos depreciação e amortização), considerado alto, para 1,1 vez — afirma Leonardo Alencar, sócio da XP e diretor do setor de agro, alimentos e bebidas na corretora.

Para o analista, a Marfrig deve aumentar sua participação na BRF, mas é improvável que assuma o controle por enquanto.

Brecha no estatuto pode ser judicializada

A Marfrig pode se beneficiar de uma exceção à cláusula poison pill (pílula do veneno) no estatuto da BRF, que obriga qualquer acionista que exceder a participação de 33,3% de seu capital a fazer uma oferta por toda a companhia com um prêmio sobre a maior cotação média dos papéis de 30 ou 120 dias anteriores.

A regra imporia um custo que inviabilizaria o negócio para a Marfrig, mas não se aplica a acionistas que superem essa fatia das ações em aumentos de capital, caso em que se enquadraria o follow on, na visão de administradores da BRF.

Ao manifestar seu voto contra o follow on, o fundo Petros anexou um parecer de Marcelo Trindade, advogado e ex-presidente da CVM (Comissão de Valores Mobiliários, órgão regulador do mercado de capitais), em que se argumenta que a operação não pode se enquadrar na exceção prevista no estatuto.

O documento afirma que a ordem do dia da assembleia de acionistas menciona a aprovação de um aumento de capital, mas diz que “na verdade, as principais condições da operação serão estabelecidas (e, portanto, o aumento de capital será de fato aprovado) pelo conselho de administração” da BRF.

“Essa delimitação de condições de um futuro aumento de capital a ser (possivelmente) deliberado pelo conselho de administração não constitui uma deliberação assemblear de aprovação de um aumento de capital”, argumenta Trindade.

Como o conselho de administração da BRF é que vai delimitar a quantidade de ações emitidas e o preço por ação, para o advogado não se aplica a exceção à poison pill. O parecer indica que a questão deve ser judicializada.

Proposta é genérica em alguns pontos e específica em outros, diz advogado

Para o advogado Bruno Furiati, sócio do escritório Sampaio Ferraz, a manifestação da Petros faz sentido ao questionar a necessidade do aumento de capital no presente momento e por que desenhar a operação de modo a contornar a poison pill.

— A Petros toca em pontos importante e um deles é a destinação dos recursos. A administração da BRF fala em usar o valor (a ser levantado com a oferta de ações) para reduzir dívida líquida, mas não mostra qual será a destinação específica dos valores — ressalta o advogado.

Ele continua:

— A proposta é muito genérica em alguns pontos, mas bem específica em outros, como no desenho de uma oferta restrita. Abre margem para a interpretação de que se adota um caminho transverso para contornar o estatuto e não disparar a poison pill, o que beneficiaria a Marfrig caso a empresa aumente sua posição acionária — opina Furiati.

O advogado afirma que, caso a operação seja levada a cabo e a Marfrig de fato aumente sua participação acionária na BRF para além de 33,3% sem realizar uma oferta pública de aquisição, a Petros e outros acionistas devem recorrer à CVM e a tribunais arbitrais na tentativa de forçar a empresa a fazer a oferta.

— É do interesse da Marfrig o follow on porque vai permitir à empresa aumentar sua posição acionária e a companhia está nos menores níveis de alavancagem (endividamento) de sua história. Não vai passar dos 50% de participação agora no primeiro momento, já terá o bastante para mudar o perfil da companhia e prepará-la para uma fusão futura. Em abril, haverá mudanças no conselho de administração da BRF e a Marfrig deve indicar conselheiros — explica Alencar, da XP.

Fusão seria interessante para Marfrig em momento difícil para BRF

Para o analista, no entanto, a alta de preços de milho e soja, que pressiona os custos da BRF, além das incertezas no cenário macroeconômico, pode fragilizar mais a saúde financeira da empresa.

Uma eventual fusão com a Marfrig é vista como potencialmente positiva porque pode gerar sinergias comerciais relevantes, especialmente em mercados internacionais como Oriente Médio e China, mas tem desafios importantes, na visão da XP.

— É positiva uma diversificação de proteínas para a Marfrig, mas há uma grande diferença de perfil entre a empresa e a BRF hoje. A Marfrig tem um comportamento de mercado de commodity: se o melhor preço é no mercado doméstico, aumenta posição aqui, mas se o real se desvaloriza, muda o foco para o mercado internacional e eventualmente desabastece clientes aqui — afirma Alencar.

Ele continua:

— A BRF não tem esse perfil, faz negociações de longo prazo e garante fornecimento ao longo do tempo. São relações muito diferentes e que podem gerar algum estresse em uma eventual união.

Eventual fusão beneficiaria Marfrig, avalia analista

Para Luiz Carlos Corrêa, da gestora Nexgen, a visão do mercado é de que se trata de uma operação que beneficiaria a Marfrig.

— As ações da BRF estão negociadas abaixo de um valor considerado justo, que seria de um múltiplo de 6 vezes o valor do seu EBITDA: a cotação está abaixo de 5 vezes. Parece haver um movimento do Marcos Molina (presidente do conselho de administração da Marfrig) para assumir uma participação na BRF e a Petros votou contra porque provavelmente enxerga esse movimento — afirma ele.

Para Corrêa, a fusão de BRF e Marfrig geraria uma gigante do segmento de proteína animal capaz de rivalizar com JBS, mas é uma operação com potencial para ser barrada por órgãos reguladores como o Cade.

“Nunca pensamos que a Marfrig seria um acionista passivo da BRF. A companhia tem um longo histórico de fusões e aquisições agressivas e transformadoras”, afirmou o BTG Pactual em relatório quando da aprovação da operação pelo Conselho de Administração da BRF, em dezembro. Para os analistas, a operação “permite à Marfrig exercer o controle sobre a BRF”.

Marfrig e BRF não têm comentado a possibilidade da Marfrig assumir o controle da BRF.

Fonte: Ivan Martínez-Vargas, O Globo

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Varejo

Renovação de portfólio da indústria foi discreta em 2021

De Administrador SH 19 de janeiro de 2022
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Índice GS1 retrata os números levantados pela Associação Brasileira de Automação

O Índice GS1 Brasil de Atividade Industrial, levantado pela Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, apresentou crescimento de 1,0% para o mês de dezembro na comparação com o mês anterior no dado livre de efeitos sazonais.

Na comparação com dezembro de 2020, apresentou queda de 5,5% e no acumulado do ano, uma queda de 0,3% com relação ao mesmo período do ano anterior. ​

Os números deixaram muito a desejar em 2021 em lançamentos para o Varejo de Alimentos. A retração no segmento de Bebidas ultrapassou os 9% ao longo do ano passado.

Quando a GS1 compara 2021 com 2020, a queda de lançamentos supera os 60% no segundo ano da pandemia em relação ao primeiro.

A indústria de alimentos contou com produção tímida no acumulado do ano, mas na na comparação com 2020, a queda foi de 14,3%.

O Índice GS1 Brasil de Atividade Industrial fechou o ano de 2021 em um patamar similar ao observado no ano anterior. “A recuperação observada no primeiro semestre perdeu força a partir de junho, resultando em um ano ameno para a intenção de lançamento de produtos. Esse ritmo deve se manter até que haja uma retomada consistente da economia nacional e mundial, e com isso a melhora na confiança dos empresários. Esperamos que em 2022 a renovação de portfólio nas empresas aconteça com maior entusiasmo, tendo a GS1 Brasil como parceira em todos os momentos”, analisa Virginia Vaamonde, CEO da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil.

Índice por regiões do País

Índice por setores

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ESG

DMCard compensa emissões de carbono através da Moss

De Administrador SH 19 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

A compensação total dos gases gerados nas tarefas administrativas, conservará milhares de árvores

A Moss, climatech pioneira e líder global na comercialização de créditos de carbono em blockchain, fez a compensação de 100% das emissões de carbono das atividades administrativas de 2021 da DMCard, grupo de produtos financeiros voltados para a concessão de crédito. Com isso, 3.967 árvores da floresta amazônica serão preservadas.

Esse cálculo é feito a partir de um diagnóstico do resultado direto e indireto das emissões de gases de efeito estufa das operações de uma companhia (consumo de energia elétrica, geração de vapor, calor ou refrigeração, por exemplo), avaliadas de acordo com o GHG Protocol (Greenhouse Gas Control) e seguindo determinações do Protocolo de Kyoto. No caso da DMCard, o diagnóstico realizado pela Moss sobre o impacto ambiental das atividades administrativas da empresa, que levou em consideração índices de consumo e emissão nacionais, revelou que foram emitidas 632 toneladas de CO2e.

A partir desse estudo, a compensação acontece de maneira equivalente com o crédito de carbono da Moss, o MCO2 Token – primeiro ativo digital verde verdadeiramente global lastreado em blockchain e que está vinculado a um crédito de carbono. Cada criptoativo corresponde a uma tonelada de gás carbônico que deixa de ser emitida na atmosfera em projetos de conservação da Amazônia.

“A Moss criou uma tecnologia que permitiu democratizar o acesso ao crédito de carbono tanto para empresas como para pessoas com consciência ecológica. Nunca foi tão fácil e seguro investir em projetos de preservação na Amazônia. Parcerias como essa fortalecem o propósito da Moss de combater o desmatamento e gerar impacto socioambiental positivo”, comenta Luis Adaime, fundador e CEO da Moss.

Os tokens compensados pela DMCard beneficiarão todos os projetos parceiros da Moss (Agrocortex, Ituxi, Santa Maria e Madre de Dios).

“Esta iniciativa faz parte do movimento de ESG que a DMCard iniciou em 2021 e que irá estender ano após ano. Nosso propósito é ampliar o acesso de toda população brasileira aos produtos financeiros, como o crédito, de modo sustentável, em todos os aspectos”, explica Fernando Oliveira, Diretor de TI da DMCard.

Vale destacar que a DMCard conquistou, com essa iniciativa, o selo Carbon Neutral. Isso significa que a empresa promoveu a compensação de todas as emissões de CO2 de um determinado ano.

Projetos apoiados pela Moss

Santa Maria, Madre de Dios, Agrocortex e Ituxi são projetos apoiados pela Moss e que impactam positivamente na conservação das Florestas da Amazônia e com o desenvolvimento social e econômico das comunidades locais.

Os projetos fornecedores de crédito de carbono passam por um processo de alta diligência – onde são visitados, investigados e analisados – além de serem certificados pela VERRA (maior e mais importante órgão de certificação do mercado voluntário global). A Moss foca na Amazônia porque esse é o maior ativo que a humanidade tem, e sua preservação é fundamental para o enfrentamento da crise climática.

Desde que entrou em operação, em 2020, a Moss já transacionou mais de 100 milhões de reais que ajudaram a conservar, aproximadamente, 735 milhões de árvores na Amazônia.

Sobre o Grupo DMCard

A DMCard nasceu em 2002 como uma administradora de cartões de crédito private label (o cartão de loja), setor em que é líder de mercado. Com mais de 4,2 milhões de cartões emitidos e 1 milhão de cartões ativos, está presente em 3.620 pontos de venda espalhados por todo Brasil. Desde 2019, começou a ampliar seu portfólio de produtos financeiros oferecendo cartão de crédito bandeirado, conta digital e linhas de empréstimo, se tornando um grupo de produtos financeiros voltados para a concessão de crédito. Fazem parte do grupo: DMCard S.A; DMCard SCD (produtos financeiros voltados para a concessão de crédito); DMCard Meios de Pagamento (credenciadora dos estabelecimentos); DMCard Securitizadora (voltada para a captação de recursos financeiros), DMCard Ltda e Infocards.

Sobre a Moss

A Moss é uma climatech, empresa de tecnologia para serviços ambientais através de conhecimento e tecnologia em blockchain. Em 2020, criou o MCO2, o primeiro token lastreado em crédito de carbono usado para compensação de gases de efeito estufa. Desde março de 2020, a Moss já transacionou mais de 100 milhões de reais que ajudaram a conservar, aproximadamente, 735 milhões de árvores na Amazônia em projetos certificados e auditados internacionalmente. O MCO2 Token está listado em plataformas como Mercado Bitcoin e NovaDAX e globalmente na Coinbase, Gemini e Uniswap.

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Tendências

NRF destaca a transformação dos formatos de varejo

De Administrador SH 19 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Mudanças nos modelos de trabalho impactam mobilidade urbana e criam novas demandas por serviços no varejo americano

As consequências da pandemia se desdobrarão por muitos anos – talvez décadas – no varejo americano. Mudanças em comportamentos há muito arraigados estão gerando uma nova sociedade e, na esteira disso, transformando a relação dos consumidores com o varejo supermercadista.

A NRF Big Show 2022 apontou diversas tendências e mostra que o futuro trará muitos desafios para o varejo, mas, como costuma acontecer, imensas oportunidades de crescimento. “Vivemos uma explosão de modelos de venda ao consumidor e mesmo a loja física passou a ter uma infinidade de papéis em um varejo cada vez mais digitalizado e integrado”, afirmou Lee Peterson, VP Executivo da WD Partners.

Nessa “supernova do varejo”, surgem modelos de negócios que são experts em propostas muito específicas, que se mostram simplesmente fundamentais para o consumidor pós-pandemia. É o caso das startups focadas em quick commerce, um mercado que movimentou entre US$ 20 bilhões e US$ 25 bilhões nos EUA no ano passado, segundo a Coresight.

O conceito, também chamado de instant delivery, depende da capacidade de integrar dados e de uma grande eficiência logística, de distribuição, processos e pessoas para viabilizar a entrega de produtos em 15 a 30 minutos em grandes cidades. “O instant delivery aumenta o nível de exigência do consumidor em todo o varejo”, diz Jens Kiliman, VP Global de supply chain da JOKR, startup presente em 7 países (Brasil inclusive).

E é fácil entender o motivo: peça suas compras e receba em menos de meia hora. Cabe ao varejo ter a eficiência operacional, a capacidade logística e o planejamento para fazer isso acontecer. “No instant delivery, precisamos criar dark stores muito próximas aos clientes, com um estoque muito ajustado para que não haja quebras nem itens que não vendem. E para isso precisamos investir em Inteligência Artificial e machine learning para prever quando o cliente irá desejar um determinado produto”, conta Kiliman.

Mas também existem transformações que vão muito além da introdução de tecnologia. Os supermercados precisarão repensar suas localizações e seus investimentos em real estate, uma vez que cada vez menos pessoas irão trabalhar 5 dias por semana no escritório. “Isso muda a dinâmica da mobilidade urbana e pode inviabilizar lojas que até agora deram retorno”, diz Ira Kalish, Chief Global Economist da Deloitte.

Com clientes se deslocando menos de casa para o trabalho, o perfil de consumo também muda, com mais refeições feitas em casa e menos alimentação fora do lar. Os supermercados podem se aproveitar dessa tendência com lojas mais próximas dos clientes e a capacidade de atender a diferentes missões de compra. É nisso que a americana Albertsons aposta. “A área de perecíveis é onde o cliente tem as boas experiências, e elas serão cada vez mais valorizadas”, comenta Vivek Sandarak, CEO da varejista. “Para a compra de produtos de limpeza, por exemplo, pode fazer muito sentido oferecermos programas de assinatura ou fazermos um reabastecimento automático”, imagina.

O fato é que a NRF Big Show 2022 deixou muito claro que os fatores que fizeram o sucesso dos supermercados até agora não garantirão o sucesso futuro. É preciso estar preparado – e essa preparação começa desde já.

A próxima edição da revista SuperHiper terá uma reportagem especial sobre o evento e as tendências para os supermercados.

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Varejo

Brasileiro deixa produto premium na gôndola e coloca o “low-cost” no carrinho

De Administrador SH 18 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Diante a volta da inflação, varejistas reforçam a exposição de artigos mais em conta e, por vezes, de marcas desconhecidas

Inflação em alta, renda em queda e o desemprego sempre por perto. O resumo econômico do país em 2021 teve consequências na hora do brasileiro ir às compras do dia a dia. As marcas premium, aquelas que sempre disputam a liderança em cada uma das categorias de consumo, começaram a perder espaço na cesta de compra das pessoas. No lugar delas, entraram as consideradas “alternativas” ou “low-cost”, que formam o grupo de entrantes no mercado ou mesmo as marcas próprias dos supermercados.

Considerando os produtos mais consumidos nos supermercados, o carrinho de compras do brasileiro em 2020 foi composto de 20,8% de produtos low-cost, 51,9% de marcas consideradas intermediárias e 27,3% de marcas premium. No ano passado, contudo, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) começou a identificar uma mudança no hábito de consumo. As marcas premium, em geral, perderam 1,8% do seu espaço, enquanto as marcas médias cederam 2,1%. No sentido oposto, as marcas low-cost ampliaram em 8,2% sua presença nos carrinhos dos brasileiros no ano passado.

“A inflação contribuiu para o crescimento das marcas ‘low-cost’. Com isso, a participação dos produtos premium e intermediários perderam espaço. Esse comportamento reforça que os consumidores estão substituindo as marcas”, afirma Márcio Milan, vice-presidente institucional da Abras.

Segundo Milan, a divisão das marcas varia dentro de cada uma das categorias, mas, de modo geral, as opções mais baratas ganharam espaço no ano passado em relação a 2020 em praticamente todas as categorias. Com valores cerca de 20% mais em conta, as marcas alternativas avançaram sobre as intermediárias e premium de cigarros a higiene e limpeza. A única exceção foi na categoria de bebidas, onde as marcas mais caras passaram a ocupar quase 20% do espaço.

“Os supermercados passaram a oferecer marcas que não tinham antes. Com isso, percebemos que um quarto do consumo já foi para marcas alternativas, o que inclui as marcas próprias dos supermercados. Acreditamos que essa tendência continue em 2022, na medida em que o consumidor se identifique com as novas marcas e não a troque mais”, diz Milan.

A categoria que sofreu a maior alteração foi a de commodities, onde entram frutas, hortaliças, cereais, entre outros produtos. Das compras de commodities realizadas em 2020, 5,2% eram de marcas low-cost, 73,5% de intermediárias e 21,3% premium. No ano passado, a participação das marcas alternativas passou para 6,5%, as intermediárias recuaram para 73,9% e as premium caíram para 19,6%.

No segmento de higiene e beleza também houve mudança. As marcas alternativas que representaram 29,6% das compras da categoria em 2020 passaram a deter uma fatia de 32% no ano passado. Já os produtos intermediários mudaram pouco, passando de 31,8% para 31,4%. Contudo, as marcas mais caras de higiene e beleza perderam mais participação, caindo de 38,6% para 36,6%.

Fonte: Investing.com/Bloomberg

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Varejo

Grupo Bahamas anuncia seu primeiro COO

De Administrador SH 18 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

A nova governança corporativa da instituição visa o crescimento da companhia nos próximos anos

O grupo Bahamas, dando prosseguimento ao processo de melhoria contínua de sua Governança Corporativa, criou, recentemente, um novo cargo em sua estrutura organizacional: o de Chief Operation Officer – COO.

A partir do início de 2022, quem assume a posição é o diretor do Grupo, Rodrigo Fenelon. Rodrigo é advogado, especialista em direito de empresa e iniciou sua carreira no Escritório Décio Freire e Associados, atuando em várias áreas de gestão e consultoria empresarial, sendo, inclusive, membro de seu Conselho de Administração. Também atuou como advogado e Gerente Jurídico do Grupo Bahamas, onde, até então exercia a função de Diretor Jurídico, de Recursos Humanos e Compliance.

Rodrigo Fenelon passa a compor a alta administração, ligado diretamente ao CEO do Grupo, Jovino Campos, na busca pelas melhores práticas de gestão e operação da empresa. Ele será responsável por apoiar, supervisionar, interferir e cobrar resultados, executar trabalhos e cumprir projetos em todas as áreas de empresas do Grupo Bahamas, inclusive sobre Diretorias, Gerências e Staff da Presidência.

A ação está alinhada às melhores práticas de gestão e contribuirá para o crescimento sustentável da organização, seguindo as diretrizes de seu planejamento estratégico para os próximos anos.

Sobre o Grupo Bahamas:

Empresa multicanais que tem como missão oferecer aos seus clientes produtos e serviços com qualidade, a preço justo, por meio de um atendimento rápido e humanizado, gerando satisfação em todos os momentos de compra. Trabalham sempre em compromisso com a cultura socioambiental e buscam fortalecer a identidade da marca.

São hoje 69 unidades em operação, divididas em bandeiras. Estão presentes com 44 unidades na Regional Zona da Mata e 25 unidades na Regional Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, sendo:

• 4 de Bandeira Bahamas Hiper;

• 16 de Bandeira Bahamas Supermercado;

• 5 de Bandeira Bahamas Mercado;

• 7 de Bandeira Empório Bahamas;

• 9 de Bandeira Express;

• 28 de Bandeira Bahamas Mix.

Estão entre as maiores redes de supermercado no Brasil, preparando-se para um crescimento contínuo e sustentável.

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Varejo

Número de lojas do Brasil Atacadista deve crescer 50% este ano

De Administrador SH 18 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Grupo de atacarejo que atende as empresas e o consumidor final, abriu sua primeira loja em 2017 

Com oito lojas inauguradas nos últimos quatro anos em Santa Catarina e cerca de 1,5 mil funcionários, o Brasil Atacadista projeta expansão para 2022. Ao menos outras quatro devem ser abertas no Estado neste ano.

A empresa também investe para facilitar a experiência do consumidor, com a implantação do serviço de televendas para comerciantes e o aplicativo Clube Unix para os demais clientes facilitarem sua compra e visualização de ofertas.

– A gente vende em quantidade, quanto mais você compra, mais barato fica. Com o serviço de televendas, o comerciante faz o pré-pedido, a gente separa a mercadoria e ele só busca – explicou o gerente de marketing do Brasil Atacadista Ulysses Horn.

Mesmo sendo um atacarejo, que vende tanto para pessoas jurídicas quanto para o consumidor final, a empresa aposta no formato de um supermercado, com diferenciais como marcas importadas, chocolates suíços e até bebidas geladas.

–  Em 2022, haverá ampliação de mais lojas em SC. Em Florianópolis, no Campeche e no Continente, além de Blumenau, Joinville dentre outras – antecipou Horn.

Fonte: CBN Diário/NSC Total

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Varejo

Expansão da rede Alvorada prevê 3 lojas até março, a primeira abre hoje

De Administrador SH 18 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

A nova unidade de 1.600 m² e dois andares emprega 460 colaboradores 

O bairro mais famoso do Rio de Janeiro vai ganhar a primeira unidade Supermarket, oferecendo mais uma opção para quem deseja fazer suas compras. A partir desta quarta-feira, Copacabana contará com a quarta loja da rede na Zona Sul carioca – duas em São Conrado e uma em Botafogo. Com funcionamento de segunda a sábado, das 7h às 22h, e aos domingos, das 8h às 20h, a loja está localizada na Rua Barata Ribeiro, 502, e ocupa 1.600 m², disponibilizando 17 checkouts e quatro terminais de self-checkouts, além de capacidade de atendimento diário a 3 mil clientes.

Gerando direta e indiretamente 460 empregos, a nova unidade disponibiliza serviço de delivery, via Ifood e whatsapp, visando maior conforto e comodidade aos clientes, além de dois ambientes para diversificação das compras: no primeiro, o cliente encontra todo o mix de produtos de mercearia e, no segundo, hortifruti e um mix de produtos para café da manhã e lanche, com frios e matinais na padaria. Para apreciadores de vinho, no segundo andar, a loja conta com uma adega especial com os melhores vinhos e preços que cabem no bolso do consumidor.

“O objetivo da Rede Supermarket é estar sempre perto do seu cliente e, por isso, somos uma ‘rede de lojas de bairro’. Assim, a chegada a Copacabana visa atender a todas as necessidades dos moradores, oferecendo inovação e um mix de mais de 8 mil produtos de qualidade e com preços acessíveis, destaca Vinicius Bonifácio, Diretor Comercial do Grupo Alvorada, que completa: “Para o dia da inauguração, teremos bike indoor rodando na região, além das ofertas especiais e exclusivas que reservamos para essa loja, seguindo o slogan de toda a rede, ‘É preço, é perto, é Supermarket’”.

Para o primeiro trimestre de 2022, o Grupo Alvorada, integrante da Rede Supermarket, tem programada a inauguração de mais duas unidades: São Cristóvão e Nova Friburgo. Para mais informações, acesse Rede Supermarket.

Sobre a Rede Supermarket

Inaugurada em 2009, a partir da associação de empresas supermercadistas de pequeno, médio e grande porte do estado do Rio de Janeiro, a Rede Supermarket se tornou referência de preço no varejo. Com cerca de 120 lojas distribuídas pelo estado do Rio de Janeiro e em torno de 20 mil colaboradores, o Supermarket considera que, além dos preços competitivos, os principais fatores responsáveis pelo seu crescimento são a ampla rede de lojas e os profissionais qualificados. Com o slogan “é preço, é perto, é Supermarket”, a rede tem como propósito economizar o tempo e o dinheiro dos clientes, estando perto de suas casas, com produtos, serviços e lojas de qualidade.

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Publicação oficial da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)

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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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