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quinta-feira, setembro 24, 2026
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Varejo

Super Luna chega a 15 unidades e anuncia mais duas inaugurações até o Natal

De Administrador SH 28 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

A rede abriu mais um atacarejo no município de Brumadinho, cumprindo todos os protocolos

Na manhã dessa quinta-feira, 28 de outubro, diretores da rede Super Luna receberam clientes, fornecedores e a comunidade em geral para inauguração da mais nova loja da empresa. O Luna Atacado e Varejo, em Brumadinho.

A loja fica na avenida Presidente Vargas, 2551, no bairro Aurora, tem 15 terminais de checkout e gerou 100 empregos diretos. Com 3.035 metros de área de vendas, numa área total de 5.360, incluindo amplo estacionamento, a loja marca a volta e a expansão da rede onde ela teve origem. Foi em Brumadinho, que a empresa abriu sua primeira loja, em 1989.

Antes da abertura, foi exibido um vídeo institucional da empresa e em seguida, o sucessor Arthur Agostinho fez o discurso de boas-vindas aos clientes e destacando a importância do novo empreendimento.

Logo depois, o diretor Navarro Agostinho Cândido, num pronunciamento aos convidados, ressaltou a atuação com ética, trabalho honesto e respeito aos colaboradores e clientes, princípios que pautam a trajetória da empresa.

Navarro destacou também a importância de Deus na vida e nos negócios. “Peço ao Deus Pai, ao Deus Filho e ao Espírito Santo que proteja esta loja, proteja nossos clientes, nossos colaboradores e fornecedores. E isso eu faço duas vezes por dia de joelho dobrado, todos os dias para que tenha harmonia, para que tenha a presença do Espírito Santo de Deus agindo no nosso meio”, ressaltou.

“Esse dia é mais um marco na nossa história, de mais uma loja, de mais emprego, de mais trabalho e esperança de sucesso”, ressalta. Sucesso esse que deve se repetir em breve, nos próximos empreendimentos da rede a serem inaugurados ainda neste ano, em Betim. São mais duas lojas, uma no formato de vizinhança e outra no modelo Express.

Compromisso socioambiental

Ainda em seu pronunciamento, Navarro falou da responsabilidade que as lideranças empresariais precisam ter com os colaboradores, as pessoas em geral e o meio ambiente.  “Tenho o objetivo de melhorar a vida das pessoas. Nós, enquanto administradores, temos que melhorar as condições de trabalho dos nossos colaboradores. Está inserido no meu propósito que eu preciso diminuir os impactos causados na natureza”, disse Navarro, que finalizou agradecendo os presentes pela receptividade ao novo empreendimento.

Essa é a segunda loja de atacarejo da rede e leva o nome de “Luna Atacado e Varejo”, sem a palavra “Super” que é exclusiva da bandeira no modelo de supermercado: Super Luna.   O primeiro atacado e varejo da bandeira foi aberto no dia 29 de julho deste ano, em Sarzedo.

O Luna Atacado e Varejo é um ponto ideal para as compras tanto do consumidor final, quanto de negócios como bares, restaurantes, hotéis, fazendas, minimercados e mercearias. O sortimento, além de todas as seções como bazar, mercearia seca, bebidas, açougue e utilidades, oferece ainda floricultura, uma ampla área de hortifrutigranjeiros e uma privilegiada seção de frios e congelados. “Procuramos abrir uma loja que possa atender toda a cidade com preço baixo, mas sem perder a qualidade que o Luna tem”, afirma o sucessor na empresa, Arthur Agostinho.

Também sucessores na empresa e atuando na área comercial, Lucy Caroline Cândido e Raphael Cândido estavam presentes na inauguração participando dos trabalhos e recebendo clientes e fornecedores.

Sediada em Betim, na Grande BH, a rede Super Luna chega a 15 lojas na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), em Betim, Brumadinho, Contagem, Ibirité, Igarapé, Mário Campos e Sarzedo, além do centro de distribuição em Betim. Ao todo, a rede emprega cerca de 2 mil colaboradores de forma direta.

Fonte: Amis

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Varejo

Grupo Koch amplia CD em 150% com aporte superior a R$ 80 milhões

De Administrador SH 28 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

Até o final do ano, a nova estrutura do centro de distribuição de última geração da companhia deve entrar em operação 

Para dar conta das 40 lojas e das muitas que virão nos próximos anos, o maior grupo supermercadista de Santa Catarina em número de lojas expandiu seu Centro de Distribuição em 150%. A área original de 20 mil quadrados tem agora 50 mil metros quadrados e recebeu investimento superior a 80 milhões de reais. De acordo com o grupo, o CD deve entrar em operação até dezembro em Tijucas.  

A rede anunciou que prevê um faturamento 9,3% maior este ano em comparação a 2020, batendo os R$ 3,5 bi. Esse crescimento acontece pela corrida ao atacarejo Komprão que em 2021 ganhou mais seis lojas, diante a disparada da inflação ao longo ano.

Como um dos destaques do empreendimento, o grupo cita a alta tecnologia e automação. As operações são realizadas pela TOTVS Varejo Supermercados WMS com soluções de ERP e PDV da TOTVS em seus diversos segmentos, de acordo com o gerente de pesquisa e desenvolvimento da companhia, João Alberto Giaccomassi.

O Komprão domina as operações do grupo com 24 unidades de um total de 40 lojas incluindo as todas bandeiras, como o SuperKoch.

Em 2021, o grupo Koch abriu seis lojas e contratou 1500 novos colaboradores.

Nos próximos dois meses, mais quatro lojas devem ser abertas: dois atacarejos Komprão em Piçarras e Jaraguá do Sul e dois supermercados SuperKoch em Navegantes e Itapema.

28 de outubro de 2021 0 Comentários
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Tendências

Pressão sobre os preços pode durar até o final de 2022, diz chefe do FMI

De Administrador SH 28 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

Diretora do Fundo Monetário Internacional, Kristalina Georgieva, acaba de refazer suas previsões 

O FMI indicou dias atrás que esperava que a inflação caísse a partir de meados de 2022, mas agora a instituição parece antecipar um fenômeno mais duradouro no mundo.

“Temos que estar muito atentos ao que está acontecendo com a inflação”, disse Georgieva em declarações ao canal CNBC, observando o aumento da demanda e os problemas de logística devido à escassez de mão de obra, principalmente de caminhoneiros.

“Isso inevitavelmente está causando pressão sobre os preços e esperamos que essa pressão continue até meados do próximo ano, talvez até o final de 2022”, acrescentou.

Até agora, o Fundo considerou a alta inflação um fenômeno transitório, vinculado à recuperação global da recessão histórica em 2020 devido à pandemia de Covid-19.

Esta análise é compartilhada por muitos economistas, mas há preocupações crescentes devido ao aumento dos preços da energia.

Em 17 de outubro, Georgieva indicou que ainda havia consenso entre os especialistas em finanças de que “nas economias avançadas, a inflação é temporária”, durante um seminário virtual que reuniu governadores de bancos centrais.

Os formuladores de políticas “têm as ferramentas” para remediar a inflação que eventualmente desapareceria, acrescentou. “Estamos muito familiarizados com essas ferramentas e como podem ser implementadas.”

O FMI então estimou que haveria um pico nos últimos meses de 2021, tanto nos países avançados quanto nos emergentes, antes de se estabilizar em meados do próximo ano.

Georgieva fez os comentários quando o Banco Central Europeu (BCE) realizou uma reunião monetária na quinta-feira. As reuniões dos bancos centrais dos Estados Unidos (Federal Reserve, Fed) e do Reino Unido (Bank of England, BoE) vão ocorrer na próxima semana.

Fonte: AFP

28 de outubro de 2021 0 Comentários
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Varejo

Inteligência artificial ajuda supermercado a conter desperdício de alimentos frescos

De Administrador SH 28 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

Com ajuda de algoritmos, startup otimiza compra de frutas, legumes e verduras   

Quem se propuser a tentar resolver o desperdício de alimentos no Brasil vai precisar enfrentar um problema primário: driblar o apagão de dados sobre o assunto no país.

“Esses dados não existem se a gente pensar na cadeia como um todo, do campo à mesa”, afirma Gustavo Porpino, analista da Embrapa desde 2005 e membro do grupo de trabalho do G20 sobre desperdício de alimentos. A maioria dos dados que existem, diz, é pouco confiável.

Há um setor nessa cadeia, porém, que está mapeado: o do varejo, que conta com um levantamento anual sobre perdas feito pela Abras, a Associação Brasileira de Supermercados.

Foi com essas informações que o empreendedor Mauricio Reck se deparou em 2019 quando pesquisava sobre desperdícios em empresas. Ele buscava inspiração para montar um negócio após encerrar as atividades da startup que fundou nos Estados Unidos, onde morou quando fazia mestrado.

Junto com Marcelo Sala Reck, Rodrigo Meira de Andrade e Marco Boaretto, ele fundou no ano passado a Fresco Labs, startup que otimiza a compra de produtos frescos pelo varejo por meio de inteligência artificial.

Em 2020, foram R$ 7,6 bilhões em perdas, somando todas as 228 empresas participantes, diz o levantamento da Abras divulgado em maio deste ano. Esse montante representa 1,79% do faturamento bruto das lojas.

Com dados em mãos, Reck tentou entender como o desperdício se dava na ponta. “O funcionário que faz a compra geralmente não tem uma especialização. Ela faz uma compra baseada em cálculo manual, em intuição humana”, afirma.

Os sistemas usados pelas lojas também tinham problemas, porque eram feitos para produtos padronizados, com data de validade. E alimentos frescos são a maior parte do desperdício: no ano passado foram responsáveis por 81% das perdas do faturamento bruto, segundo levantamento da Abras.

Como, então, focar nos produtos perecíveis e identificar padrões de consumo? “Foi nessa nuance que a gente pensou: vamos prever demanda”, afirma.

Um algoritmo da empresa é o responsável por isso. Ele sugere quanto e como deve ser a compra com o objetivo de aproximar a curva de demanda dos diferentes alimentos no mercado à curva de oferta. Por ser uma sugestão, não automatiza o processo e nem dispensa o funcionário responsável pela compra, que decide se vai acatar a dica.

Para fazer a projeção, a startup considera três tipos de informação: histórico de vendas e campanhas publicitárias passadas são os chamados dados internos; os dados futuros são promoções agendadas e eventos, como feriados; e os dados externos se referem à concorrência de preço — qual o preço do tomate projetado para o dia seguinte no Ceasa (Centro Estadual de Abastecimento), por exemplo? As informações são adicionadas ao algoritmo, que faz inúmeros testes para sugerir ao supermercado como comprar.

“Os dados internos nos oferecem o quanto comprar, os externos e de futuro, a simulação de mercado para dizer quando é o melhor dia para comprar”, afirma Reck.

A startup ainda pretende inserir informações mais sofisticadas. “A nossa intenção é fazer o mapeamento todo, como o preço do dólar e do barril de petróleo, por exemplo, que impacta no transporte”, diz ele.

Na ponta, a sugestão de compra chega ao funcionário na própria plataforma que o mercado usa, via API (Application Programming Interface, ou Interface de Programação de Aplicativos, em português), o que o empreendedor considera uma vantagem. “Uma coisa que os supermercados não querem é mais uma interface”, diz, que refletiria em gastos como o treinamento dos funcionários.

No programa piloto, a redução de desperdício considerando todos os alimentos foi de 57%, o que dobrou o lucro do mercado no mês.

“O custo do desperdício é o custo de se fazer negócio para o supermercado. O estabelecimento está olhando muito mais para a ruptura, que é a falta na prateleira, do que para o desperdício. Isso foi algo que a gente teve que adicionar”, conta o empreendedor.

Nos últimos anos, a administradora Camila Colombo de Moraes se debruçou sobre a questão do desperdício no varejo. A sua tese de doutorado pela Ufscar (Universidade Federal de São Carlos) é justamente sobre a relação fornecedor-supermercado.

“Um dos principais problemas que eu identifiquei foi que o supermercado não consegue fazer previsão de demanda, então compra o quanto acha que vai vender, e essa é a informação que fica para o fornecedor”, diz Moraes.

O produtor rural, então, planeja a plantação de acordo com esse dado, muitas vezes impreciso. “Falta um sistema de previsão de demanda, então compra o quanto acha que vai vender, e essa é a informação que fica para o fornecedor”, diz Moraes.

O produtor rural, então, planeja a plantação de acordo com esse dado, muitas vezes impreciso. “Falta um sistema de previsão de demanda que seja mais eficiente que uma planilha mostrando o quanto foi vendido no ano passado”, diz.

A conclusão é parecida com a de Mauricio Reck: os supermercados são incipientes no que diz respeito a tecnologia.

“Eles são conservadores nesse ponto. Depois que todos já testaram uma determinada tecnologia, incorporam. Essa é a nossa grande dificuldade como negócio”, afirma Reck.

O desperdício brasileiro em números

Levantamento da Abras foi feit o com 228 redes de supermercado brasileiras e divulgado em maio deste ano

– R$ 7,6 bilhões foi o montante que representou as perdas no ano passado, somando todas as empresas

– O número é 1,79% do faturamento bruto das lojas analisadas pelo levantamento

– 81% das perdas sobre o faturamento bruto são de produtos perecíveis

– No grupo de frutas, legumes e verduras, as maiores perdas de 2020 foram de tomate, batata e banana

– 73% das empresas de varejo participantes do levantamento possuem áreas de prevenção de perdas

– Em 2015, eram 66% das empresas do levantamento que possuíam um setor exclusivo para o tema

Fonte: Daniela Arcanjo, Folhapress

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ESG

P&G lança projeto para ajudar varejistas em suas jornadas de ESG

De Administrador SH 28 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

Aceleradora vai potencializar o impacto na sociedade e meio ambiente em projetos parceiros

A P&G, uma das maiores empresas de bens de consumo do mundo, lança um projeto exclusivo de ESG para o varejo, o Match do Bem, que visa unir esforços com seus clientes para potencializar o impacto na sociedade e meio ambiente, por meio da aceleração de projetos de organizações de terceiro setor.

O programa, em parceria com a Fundação Amor Horizontal e Tree Diversidade, busca abordar as desigualdades institucionalizadas, estabelecendo um fundo, junto aos parceiros da P&G, para ajudar organizações de terceiro setor a promoverem oportunidades econômicas, permitir maior acesso à educação e cuidados de saúde e tornar nossas comunidades mais equitativas.

Para isso, seis propostas serão selecionadas para o projeto que receberá inscrições de 25 de outubro de 2021 a 30 de janeiro de 2022, na plataforma da Aceleradora P&G Social, visando o estímulo e o financiamento de esforços com impacto na comunidade.

“Nossa intenção é continuar sendo parte da solução dentro de toda cadeia de negócios, além de ser uma força para o bem e crescimento, potencializando nossos esforços em impacto na comunidade, equidade e inclusão, e sustentabilidade, por meio da nossa esfera de influência”, comenta Andre Felicissimo, vice-presidente de Vendas da P&G Brasil.

O projeto faz parte do JBP da Cidadania – plano de negócios em conjunto, em português – da companhia, que tem como objetivo inspirar, incentivar e contribuir para que parceiros comerciais e clientes se engajem na agenda de cidadania como parte estratégica de negócios, além da Aceleradora P&G Social, que busca impactar positivamente o cenário social, ambiental e cultural por meio de inovação no Brasil.

Dentro do JBP da Cidadania, a P&G já realizou uma série de lives entre os líderes da companhia e os influenciadores e consultores, como a Rachel Maia e o Edu Lyra, para compartilhar com mais de 50 empresas cases que podem servir de inspiração e modelo para clientes e parceiros.

Além disso, para colocar essas ações em prática e incentivar ainda mais o varejo, a P&G disponibilizou materiais que podem ser utilizados e replicados no processo de adoção das práticas de ESG, oferecendo capacitação ao time de 25 empresas, além de uma ferramenta de mapeamento e monitoramento de indicadores ESG, desenvolvido e acompanhado pela Tree Diversidade, consultoria em diversidade e inclusão e parceira da companhia.

Os interessados em participar do Match do Bem devem se inscrever no site da Aceleradora P&G Social. https://www.aceleradorapgsocial.com.br

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Varejo

Heineken foca em cervejas premium e portfólio econômico retrai

De Administrador SH 28 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

Movimentação é reflexo da estratégia da companhia para turbinar o consumo das marcas de maior valor agregado

O volume de cerveja vendida pelo grupo holandês no país, seu maior mercado, encolheu mais de 10% no terceiro trimestre, informou a companhia. O desempenho foi causado por um tombo de mais de 40% nas vendas do seu portfólio “econômico” — que inclui marcas como Glacial, Bavaria e Schin.

De acordo com a Heineken, os números são resultados de sua estratégica para turbinar o consumo das marcas premium.

“Os portfólios premium e mainstream cresceram fortemente, superando o mercado, impulsionados pelo fôlego contínuo de Heineken, Eisenbahn, Devassa e Amstel e pelo lançamento da Tiger”, explicou a marca em seu balanço.

Mas, em nota a clientes, a analista do Credit Suisse Marcella Recchia prevê que essa dinâmica proporcione ganho de participação de mercado à rival Ambev.

Há dois meses, a Heineken assumiu a distribuição no Brasil das marcas Heineken e Amstel. Essas cervejas eram distribuídas pelo Sistema Coca-Cola, que, por acordo firmado no início do ano após acirrada disputa arbitral, continuará responsável pela distribuição, até 2026, de Kaiser, Bavaria, Sol, Eisenbahn e, agora, também da novata Tiger.

O grupo também está investindo R$ 865 milhões em sua fábrica de Ponta Grossa (PR), em projeto de expansão focado no segmento premium.

Fonte: Renata Setti, O Globo

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Eventos

Fórum traça o cenário das perdas e desperdício na América Latina

De Administrador SH 27 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

Evento promovido pela ABRAS e ALAS reuniu nesta terça-feira renomados profissionais do varejo para discutir a dimensão deste grande desafio em toda a região latino-americana e caminhos para a prevenção

As perdas e desperdício de alimentos são um desafio global, que compromete o resultado das empresas e traz consigo impactos econômicos e sociais. Engajadas em fomentar a prevenção junto ao varejo alimentar, a Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) e a Associação Latino-americana de Supermercados (ALAS), promoveram nesta terça-feira (26), em formato virtual, o 1º Fórum Internacional de Perdas e Desperdício de Alimentos.

Marcio Milan, vice-presidente Institucional e Administrativo da ABRAS, abriu o evento dando às boas-vindas a todos e chamando a atenção que o tema do encontro “não é específico de uma loja, de uma rede ou de um país. É um assunto que abrange todos os países do mundo todo. Vamos ter a oportunidade de debater sobre as perdas e desperdícios de alimentos”, afirmou Milan, que na sequência passou a palavra para Christian Cieplik, presidente da ALAS.  

Segundo Cieplik, é importante a oportunidade da reunião de gente de vários países para compartilhar as boas práticas e também comentar sobre as ruins, para que essas últimas não se repitam. O executivo ainda comentou que a sociedade olha por muitas razões os supermercadistas, afinal, as lojas são os locais onde as famílias se abastecem, mas também é o lugar final da cadeia onde erros são vistos pelos consumidores. “Somos quem dá a cara perante o público. Sempre fomos e seguiremos sendo o ponto de venda. Hoje, temos um diferencial que está à vista de todos, pois, durante as etapas da pandemia, os únicos lugares onde a gente podia ir era o supermercado. Agora, com mais abertura, temos que seguir sendo um ponto de referência e de excelência. Quero parabenizar todo mundo pelo grande esforço feito porque trabalhamos, sem manual, afinal, não tínhamos passado por nada parecido. A gente enfrentou a situação de uma forma bem-sucedida”, disse o presidente da ALAS.

Sobre o tema do encontro, Christian Cieplik disse que se trata de um dos assuntos mais importantes que “enfrentamos como humanidade”. Ele disse que o evento é um bom momento para discutir as melhores práticas, usando tecnologias, podendo fazer rastreabilidade do alimento, manipulá-lo da maneira correta entre outras ações benéficas para o negócio e para o consumidor. “É um tema complexo e completo também. Acho que a gente tem que pensar em trabalhar todos juntos, de forma global porque é a melhor forma de ter resultados.  É isso que as pessoas esperam da gente. A pandemia veio para ensinar muitas coisas, claro, com custo, com sofrimento. Mas se a gente interpretar isso de maneira correta e colocarmos as pessoas em primeiro lugar, a pandemia ofereceu a oportunidade de olhar linha por linha, detalhe por detalhe, todo esse grande movimento que tem em cada uma das nossas lojas. Isso vai fazer que sejamos os mais eficientes possíveis”, complementou.

Após a fala de abertura de Christian Cieplik, Márcio Milan convidou João Galassi, presidente da ABRAS para falar em nome da entidade brasileira. Segundo Galassi, a realização deste fórum internacional é muito importante para a sociedade, para o Brasil, para a economia, para os empregos, para a geração de impostos, para realizar um trabalho em conjunto. “Afinal, não tem país no mundo que aceita com tranquilidade os desperdícios e as perdas. Temos que trabalhar cada dia mais nesse assunto que afeta inclusive a questão mais importante que nós temos em todo esse universo que é o social”, ressaltou o presidente da ABRAS.

Galassi comemorou e parabenizou os supermercadistas porque neste ano foi possível reduzir as perdas. “Pela primeira vez na história tivemos o menor índice de todos os tempos e nós podemos ir além, se utilizarmos as experiências e compartilharmos com os nossos pares. Hoje é um dia muito importante para ABRAS por construir essa aliança em um dos pontos mais sensíveis da sociedade que é o desperdício. É um momento extraordinário”, celebrou Galassi.

Indicadores de eficiência do varejo na América Latina

Dando continuidade às apresentações do evento, Márcio Milan informou que na sequência seriam compartilhados os indicadores de eficiência do supermercado referentes à prevenção de perdas e desperdícios. Para abrir o Bloco 1, intitulado Indicadores de eficiência do varejo na América Latina e apresentar o tema Evolução dos indicadores que impactam nos resultados das operações no varejo, Milan passou a palavra para Romualdo Teixeira, executivo de varejo. Teixeira compartilhou os resultados de uma pesquisa realizada com supermercadistas de vários países para identificar alguns percentuais de perdas.

Segundo Teixeira, na Argentina as pesquisas sinalizaram 1,70% de perdas; no Brasil, 1,79%; no Chile, 1,70%; na Colômbia, 1,73% e no México, 1,43%. “O objetivo aqui não é analisar ou identificar quem está melhor ou quem está pior. Na verdade, a gente quis contextualizar quais são os indicadores existentes para que possamos mensurar as oportunidades”, complementou Teixeira.

Na sequência Roberto Butragueño, diretor de varejo Nielsen IQ, expôs o tema Comportamento do consumo nos países latino-americanos e diferenças de mix dos produtos. Butragueño revelou que os consumidores latino-americanos passaram a comprar mais produtos saudáveis e as vendas de perecíveis aumentaram. Segundo executivo da Nielsen IQ, o Brasil, por exemplo, é um país que se destaca acima da média com a participação dos perecíveis frescos com crescimento em torno 10%. “Na América Latina, o autosserviço está vendendo 17 bilhões de dólares, o que seria quase 100 bilhões de reais de produtos perecíveis frescos. Um produto ligado a perdas e desperdício. Então, claramente, é uma oportunidade e um volume muito importante. É uma cesta que o consumidor está consumindo cada vez mais”, explicou Butragueño

Encerrando o Bloco 1, Ricardo Gil Ochoa, vice-presidente de Negócios e Serviços Afiliados Fenalco, abordou sobre Indicadores e resultados em supermercados da Colômbia, impactos e evolução.

Debate de alto nível

Luís Rangel, secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura (MAPA), fez sua apresentação Formação do grupo de trabalho para proposição de melhorias no âmbito da Comissão de Desenvolvimento Sustentável do Agronegócio (CDSA). Ele chamou atenção que do ponto de vista de comunicação, todos os públicos precisam estar conectados com o enfretamento de perdas. Por exemplo, ele comentou de revisar campanhas exitosas no passado que possam retomar a sensibilização da sociedade civil em várias esferas, como os supermercadistas, nutricionistas, educadores, atacadistas, consumidores etc.

“A questão regulatória é fundamental para que nós tenhamos segurança jurídica. Nós sabemos que diversos países do mundo já avançaram bem nesta questão. Há preocupação das próprias empresas e com o consumidor em relação a segurança desses alimentos. São práticas reconhecidas como as melhores do mundo e a América Latina precisa se inspirar nesses modelos e avançar”, completou Rangel.

Neste Bloco 2 ainda trouxeram suas contribuições: João Dornellas, presidente da ABIA (Associação Brasileira da Indústria de Alimentos) com o tema Best Before: Proposições para o tratamento de alimentos com validade vencida, e Ana Paula Maniero, gerente de desenvolvimento setorial GS1 Brasil, com a apresentação Como a tecnologia 2D contribuirá com o controle da validade vencida. Na ala dos varejistas fizeram explanações Santiago Diaz Arbealaez, diretor legal PriceSmart Colômbia, abordando o tema Evolução dos indicadores por validade vencida na Colômbia; Patrick Barra, gerente de controles internos do Supermercado Carone, com a palestra A construção de um aplicativo próprio na rede para controle dos produtos por validade vencida, e Marie Tarrisse, gerente de sustentabilidade do Carrefour Brasil, que trouxe o case: Boas práticas na operação com alimentos, da venda à compostagem.

A última sessão da noite foi a do debate com o tema Resultados, maturidade e desafios da prevenção de perdas latino-americana, que contou com a moderação deRomualdo Teixeira. Participaram da mesa: Jerome Mairet, diretor de risco do Carrefour Brasil; Gernaldo Gomes, coordenador do Comitê de Prevenção de Perdas e Desperdício da Alimentos da ABRAS; Leonardo López, diretor de investigação de mercado; Mauricio Arce, diretor de operações Hipermaxi e Alberto Sborovsky, presidente CAPASU.

A cobertura completa do 1º Fórum Internacional de Perdas e Desperdício de Alimentos será publicada na edição de novembro da Revista SuperHiper.

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Tendências

Retomada pós-pandemia abre oportunidade para alimentos prontos em supermercados

De Administrador SH 26 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

Estudo do FMI indica três tendências que podem ser aproveitadas pelas redes de supermercados conforme o fluxo de clientes aumenta nas lojas físicas

A pandemia fez com que algumas tendências avançassem anos em questão de meses – como é o caso do e-commerce nos supermercados. Por outro lado, colocou outras tendências em compasso de espera. Com a aceleração da vacinação e o aumento da confiança dos consumidores em ir às lojas físicas, oportunidades como a venda de alimentos prontos e a criação de restaurantes dentro dos supermercados voltam a ser relevantes.

De acordo com a edição 2021 do estudo “Power of Foodservice at Retail”, desenvolvido pelo FMI – the Food Industry Association, o foodservice dentro dos supermercados está em um ponto de inflexão no varejo americano. Para 39% dos consumidores, essa é uma opção viável tanto para alimentos preparados em casa quanto para uma ida a um restaurante.

O estudo identificou três grandes tendências que impactam a transformação dos supermercados em um destino não apenas para abastecimento das casas, mas também como alternativa para refeições fora do lar:

  1. Aumento da visibilidade: mais de um terço dos consumidores americanos ainda não reconhecem o supermercado como uma opção de foodservice, devido à falta de um cardápio mais amplo. Segundo o relatório do FMI, os varejistas podem aumentar a visibilidade de seu menu de foodservice a partir de ações de marketing focadas na entrega de soluções para clientes sem tempo ou disposição para cozinhar em casa.
  2. Refeições híbridas: os consumidores estão buscando “soluções completas em alimentação”, e não somente algo para comer. Para o foodservice nos supermercados, isso significa a oportunidade de entregar produtos prontos, mas também itens semipreparados, para finalização em casa. Segundo o estudo, 55% dos consumidores entrevistados têm interesse nesse tipo de solução.
  3. Conveniência com tecnologia: entregar opções baseadas em conveniência está na base do foodservice nos supermercados, mas é preciso digitalizar essa conveniência. Mais da metade dos consumidores entrevistados gostam da ideia de pedir itens de foodservice dos supermercados por um aplicativo ou via smartphone. Mas existe uma grande disparidade em relação à idade dos clientes: apenas 20% da Geração Z prefere pedir os produtos pessoalmente em vez de usar o celular (meio preferido de 49% deles), enquanto 89% dos baby boomers preferem o contato pessoal.
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Varejo

Dieta flexitariana é tendência global

De Administrador SH 26 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

Saiba mais sobre o comportamento dos consumidores que buscam dietas sustentáveis

Felizmente, uma parcela significativa da população mundial, principalmente das classes mais privilegiadas, tem percebido cada vez mais que suas escolhas alimentares estão entre as ações individuais mais significativas em termos de impactos sobre si mesmo, o meio ambiente, a economia e a sociedade.

Não surpreende, porém, que o grande indutor das mudanças de hábitos alimentares mais saudáveis e sustentáveis seja a preocupação com a própria saúde. O relatório global “Rise of Plant Based Eating and Alternative Proteins: Understanding Flexitarians and Growth Trends”, da Euromonitor International, provedora de pesquisa de mercado, mostra que há um crescimento no número de consumidores que procuram adotar o flexitarianismo, dietas nem totalmente vegetarianas ou veganas nem puramente carnívoras ou focadas em produtos de origem animal —ou seja, dietas que buscam um equilíbrio.

Segundo o estudo, quase 1 em cada 4 consumidores no mundo (23%) está tentando limitar a ingestão de carne, percentual que era de 21% em 2019; 16% estão tentando seguir uma dieta baseada em vegetais; 15% estão limitando a ingestão de laticínios; enquanto 6% seguem atualmente uma dieta flexitariana, baseada principalmente em vegetais.

Os três principais motivos que levam à adoção dessa dieta são: sentir-se mais saudáveis (49% dos respondentes), buscar a melhora da saúde digestiva (43%) e do preparo físico (42%). O estudo enfatiza ainda a forte percepção por parte dos consumidores da relação entre hábitos alimentares e saúde: entre as dez principais definições de saúde, “ter uma alimentação balanceada” ocupa a oitava posição, com 51,4% das menções.

Ao longo destes 20 anos de trajetória do Instituto Akatu desenvolvendo ações de sensibilização e mobilização para o consumo consciente e pesquisas para compreender melhor o comportamento do consumidor, um de nossos aprendizados diz respeito justamente à maior facilidade das pessoas adotarem um hábito mais sustentável quando os benefícios por ele gerados são claros e diretos, sobretudo se impactam a elas próprias. De outro lado, o desafio posto é a dificuldade de fazer com que o consumidor relacione suas escolhas diárias de consumo com os efeitos negativos sobre o meio ambiente, por exemplo.

O relatório da Euromonitor, entretanto, traz números que sugerem um crescimento da percepção dessa relação por parte dos consumidores, já que preocupações ambientais (para 39% dos respondentes) e direitos dos animais (38%) ocupam as sexta e oitava posições, respectivamente, entre os motivos que levam o consumidor a buscar dietas flexetarianas. Além disso, 72% dos consumidores que hoje adotam uma dieta flexitariana ou baseada principalmente em vegetais tentam ter um impacto positivo no meio ambiente por meio de todas as suas ações do dia.

A tendência crescente de adoção de dietas mais saudáveis e sustentáveis se apresenta, portanto, como uma oportunidade para que empresas, governos e organizações da sociedade civil invistam na educação do consumidor sobre os impactos socioambientais associados à agropecuária, sensibilizando-o e mobilizando-o a fazer escolhas melhores.

Por outro lado, é uma oportunidade de investir em tecnologias e políticas para impulsionar a oferta de alternativas substitutas da carne bovina, produzidas de maneira mais sustentável, e dos alimentos feitos à base de plantas, criando uma comunicação eficaz para informar ao consumidor sobre os benefícios decorrentes de seus atributos de sustentabilidade para o meio ambiente, para ele próprio, a sociedade e a economia.

Vale lembrar que o consumo não é meramente uma decisão individual, mas, sim, uma prática coletiva, o que significa dizer que outros atores sociais —empresas, governos e organizações sociais— viabilizam ou limitam as escolhas mais saudáveis ou sustentáveis do consumidor em função da sua atuação cotidiana ou episódica. Ainda que as pessoas desejem e estejam tentando mudar seus hábitos alimentares na direção de dietas mais saudáveis e sustentáveis, é preciso que tenham condições apropriadas que as viabilizem.

Isso se reflete nas principais barreiras que o consumidor enfrenta para a adoção do flexitarianismo, também indicados no estudo da Euromonitor: o alto preço (37% dos respondentes), a falta de tempo para cozinhar (27%) e a percepção de que alimentos não saudáveis ​​são mais convenientes (26%).

Esses dados vão ao encontro dos desejos dos consumidores brasileiros identificados na Pesquisa Vida Saudável e Sustentável 2020, realizada por Akatu e Globescan. Quando perguntados de que forma as empresas podem ajudá-los a viver melhor, 45% dos respondentes indicaram que as companhias devem “criar produtos melhores e mais acessíveis” e 42% disseram que elas devem desenvolver “novos produtos, melhores para o meio ambiente e para a sociedade”.

O estudo também se propôs a entender quais as responsabilidades das empresas na visão do consumidor e 78% dos respondentes apontaram que é “garantir que seus produtos não agridam o meio ambiente”, enquanto 70% indicaram que é “oferecer produtos de qualidade a preços acessíveis”.

Os desejos e as necessidades das pessoas estão postos. Cabe aos demais atores sociais, principalmente às empresas e aos governos, estarem atentos para desenvolverem estratégias eficazes para adaptar produtos, criar alimentos à base de proteínas alternativas ou de plantas, investir em cadeias produtivas inovadoras e tornar seus produtos mais acessíveis, impulsionando, assim, a adoção de hábitos alimentares mais saudáveis e sustentáveis como deseja uma parte dos consumidores.


Fonte: Helio Mattar, Folha

26 de outubro de 2021 0 Comentários
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Varejo

Rede regional vai abrir atacarejo no Paraná

De Administrador SH 26 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

Em novembro, a unidade com 7 mil m² e 120 vagas no estacionamento fará a diferença na vida do cliente

Os consumidores e comerciantes de Ubiratã e região terão a sua disposição, a partir do mês de novembro, um novo conceito e uma nova opção de compra para quem busca economia, variedade e um atendimento diferenciado. Um atacarejo, que pertence à família Boniatti, inaugura sua nova loja em Ubiratã com um mix de mais de 5 mil itens para atender desde um simples consumidor e até mesmo, pequenos e grandes comerciantes do comércio varejista.

O Boniatti Atacadista será o maior supermercado no ramo de atacarejo de toda a região, com uma área total de 7.000 m2, tendo a disposição, 120 vagas de estacionamento e 6 salas comerciais. Mais do que apenas um espaço amplo, comodidade e variedade de produtos, o foco é proporcionar preços diferenciados para os clientes, incluindo, donas de casa, proprietários de mercearias, bares, restaurantes, lanchonetes, dentre outros.

Vale destacar que o Boniatti Atacadista irá proporcionar uma nova experiência de compra aos consumidores, com investimentos em iluminação, climatização, ambientação de loja e localização.

“Nosso modelo se caracteriza por corredores amplos, pé direito alto e câmaras frigoríficas grandes, que facilitam o descarregamento do produto e aumentam a capacidade de armazenamento das mercadorias na própria loja, permitindo alta produtividade, preços mais acessíveis e menores custos de operação”, ressalta Rodrigo Boniatti, diretor executivo.Em

26 de outubro de 2021 0 Comentários
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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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