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quinta-feira, setembro 24, 2026
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Varejo

Abertura de novos supermercados ultrapassa período pré-pandemia em todo o país

De Administrador SH 21 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

Levantamento da Geofusion destaca os estados com expansões mais aceleradas no primeiro semestre 

Levantamento realizado pela Geofusion, líder no segmento de inteligência geográfica no país, aponta que o Estado de São Paulo teve um ritmo maior de abertura de supermercados no primeiro semestre de 2021 que o registrado no período pré-pandemia. Enquanto o primeiro semestre de 2019 houve aumento de 39,3% de novas unidades, nos seis primeiros meses de 2021, esse número registrou alta de 56,5% – em números absolutos isso significa mais 6.973 unidades abertas no estado. Em 2020, esse dado ficou em 9,5%. O potencial per capita de compras no estado, neste ano, é de R﹩ 2,56 mil.

Do ponto de vista nacional, o levantamento da Geofusion, aponta que o ritmo de abertura de supermercados no primeiro semestre de 2021 superou o índice registrado no período pré-pandemia. Enquanto o primeiro semestre de 2020 teve 8,4% novas lojas a mais que no mesmo período do ano anterior, nos seis primeiros meses de 2021, o número de novas unidades registrou alta de 43,9%.

O setor, considerado essencial para o comércio varejista, foi um dos poucos que se manteve a pleno vapor mesmo durante o auge da crise sanitária. Destacam-se, nesse contexto, o fato de as pessoas terem ficado mais tempo em casa, com o aumento do consumo de alimentos nos domicílios, e o pagamento do auxílio emergencial, que garantiu renda mínima aos mais vulneráveis.

Com o início da pandemia em 2020, muitas inaugurações foram adiadas. Os dados mais atuais fornecidos pela Geofusion, mostram que no primeiro semestre deste ano o setor de supermercados recuperou seu ritmo de crescimento pré-pandemia.

O segmento de supermercados tem apresentado tendência de expansão desde 2015 em todo o país. Até 2018, houve variação entre 15% e 20%, no primeiro semestre. De janeiro a junho de 2019, o aumento do número de novas unidades foi ainda maior: 39,5% em relação ao primeiro semestre de 2018. Com o início da pandemia em 2020, muitas inaugurações acabaram sendo adiadas.

Os dez estados que registram maior expansão, no primeiro semestre de 2021, foram: Acre (86,0%), Sergipe (70,5%), Pernambuco (63,9%), Roraima (63,5%), Bahia (61,9%), Piauí (59,6%), São Paulo (56,5%), Amapá (56,5%), Tocantins (52,2%) e Paraíba (48,0%). Todos esses estados vinham apresentando crescimento no indicador, e, em diversos momentos, estiveram no ranking dos estados com maior expansão em termos proporcionais.

Quando se trata de números absolutos, destacam-se São Paulo, com abertura de quase sete mil lojas; Bahia, com quase quatro mil unidades; Minas Gerais, com 3,3 mil; Rio de Janeiro, com 2,6 mil; Rio Grande do Sul e Ceará, ambas com aberturas de aproximadamente 2,2 mil unidades, e por fim, Pará, Goiás, Paraná e Pernambuco, com cerca de 1,8 mil novos estabelecimentos.

Desenvolvida pela Geofusion a partir de metodologia própria, a estimativa anual per capita de consumo de alimentos no domicílio é maior nos seguintes estados: Rio Grande do Sul (R﹩ 2,60 mil), São Paulo (R﹩ 2,56 mil), Santa Catarina (R﹩ 2,56 mil), Amapá (R﹩ 2,52 mil), Distrito Federal (R﹩ 2,50 mil), Rio Grande do Norte (R﹩ 2,44 mil), Paraná (R﹩ 2,26 mil), Mato Grosso do Sul (R﹩ 2,20 mil), Goiás (R﹩ 2,16 mil) e Rio de Janeiro (R﹩ 2,16 mil).

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Varejo

Atacadão puxa balanço trimestral do Grupo Carrefour

De Administrador SH 21 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

Só o atacarejo abriu 7 novas lojas no período e, portfólio de marcas próprias incrementou as vendas

O Carrefour somou R$ 20,8 bilhões em vendas no terceiro trimestre de 2021, alta de 7,7% ante o mesmo período do ano passado.

Segundo a companhia, a alta foi puxada pelas vendas do Atacadão, que cresceram 14,3%.

A expansão da rede foi composta por vendas em mesmas lojas positivas em 2,7%, além de uma contribuição de 11,6% vinda de lojas que ainda não estavam abertas 12 meses atrás, ou seja, fruto da expansão física da bandeira.

“Esse desempenho é ainda mais relevante considerando que se deu sobre a mais forte base de comparação de 2020, quando as vendas brutas cresceram 27,3% no 3T20 a/a, e que continua em um ambiente extremamente volátil e com deterioração do poder de compra dos consumidores”, informou.

Nos últimos 12 meses, a inflação alimentar somou 14,7%, de acordo com dados do IBGE divulgados em setembro.

Já as vendas de varejo do Carrefour caíram 8% ante o mesmo período do ano passado devido a forte base de comparação. Ante 2019, a alta foi de 9%. A empresa disse ainda que o impacto negativo é concentrado no não alimentar.

Houve ainda a abertura de 7 lojas no trimestre, totalizando 63 novos estabelecimentos em dois anos.

O faturamento do Banco Carrefour totalizou R$ 12,3 bilhões ou elevação de 25,9% em relação ao mesmo período de 2020, impulsionado principalmente pelo cartão de crédito do Atacadão, que se beneficiou da expansão acelerada do segmento.

Fonte: Money Times

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Tendências

Walmart reforça serviços baseados em dados dos clientes

De Administrador SH 21 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

Plataforma Luminate foi construída em parceria com a dunnhumby e gera inteligência e insights para melhorar a tomada de decisões de gestão e marketing

Para aproveitar melhor o potencial financeiro de uma base de 150 milhões de consumidores que visitam as lojas, e-commerce e aplicativos da rede semanalmente, o Walmart desenvolveu dois novos serviços nos Estados Unidos, um voltado aos fornecedores e parceiros, o outro aos consumidores finais.

Com foco na indústria, a varejista desenvolveu a plataforma Luminate, que se baseia nos dados reais de consumo dos clientes para facilitar a gestão por categorias, a otimização do sortimento e o planejamento omnichannel das equipes do Walmart. O sistema, desenvolvido em parceria com a dunnhumby (que desenvolveu há dois anos a 84.51o, a empresa de mídia e dados da Kroger), permite que colaboradores do Walmart, fornecedores e parceiros tenham a mesma visão sobre os dados, o que facilita a negociação e gestão de promoções sazonais, redesenho de embalagens, novos produtos e mudanças na estrutura de distribuição.

Segundo o Walmart, “a plataforma Luminate dá a nós e aos nossos fornecedores um acesso sem precedentes a insights gerados a partir de 2 bilhões de cestas de compras por trimestre, acelerando e tornando mais precisa a tomada de decisões”.

A varejista também anunciou na semana passada o lançamento da versão beta do recurso Text to Shop, que permite aos clientes enviar a lista de compras por comando de voz. O sistema foi desenvolvido pela Store No.8, a divisão de inovação interna do Walmart, e pela equipe global de tecnologia da empresa.

“Estamos aprendendo muito sobre quando e como os clientes preferem usar recursos de voz em suas compras online”, afirma Dominique Essig, VP de Conversational Commerce da Store No. 8, que espera que a solução esteja disponível para um número cada vez maior de clientes nos próximos meses. “Quando entendemos melhor as preferências dos nossos clientes, economizamos o tempo deles e entregamos exatamente o que eles desejam, a partir de um sistema que permite que o público se comunique de forma natural com o e-commerce”, acrescenta.

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Varejo

Vendas online seguem em alta em 2021

De Administrador SH 21 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

Dados da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico reforçam a expansão do segmento em um ano. Em setembro, 16% dos brasileiros realizaram, ao menos, uma compra de e-commerce 

Seguindo a tendência de crescimento, o e-commerce brasileiro registrou crescimento de 24,21% em setembro de 2021, em relação ao mesmo mês do ano passado. As vendas, considerando o mesmo período de comparação, também tiveram alta de 15,81%. Os dados são do índice MCC-ENET, desenvolvido pela Neotrust | Movimento Compre & Confie, em parceria com o Comitê de Métricas da Câmara Brasileira da Economia Digital (camara-e.net).

Outro dado relevante, é a participação do e-commerce no comércio varejista, uma vez que, em agosto de 2021, alcançou 12,3%, a quinta melhor performance do histórico, desde janeiro de 2018 (44 meses de observação).

“Os indicadores do MCC-ENET de setembro/21 são consistentes com a tendência observada nos meses anteriores, com um sólido perfil de crescimento das vendas online no Brasil, que também é observada nas diversas regiões do país. Outra observação que evidencia a importância dos canais online nas vendas é a penetração destes canais no faturamento total do varejo, que alcançou 12,3% em agosto/21. Considerando que em 2018, esta penetração foi na média de 4,8% apenas, fica claro a mudança de patamar que estamos observando do comércio online no Brasil”, afirma Gastão Mattos, responsável pela Divisão de Varejo Online da camara-e.net.

Vendas online

Mesmo com o bom desempenho das vendas praticadas pela internet, quando o período de comparação é setembro com o mês de agosto, neste caso, teve uma retração de (−6,31%). Em contrapartida, no acumulado do ano o crescimento é de 10,82%.

Outra análise feita na métrica de vendas é a composição por região. Quando o período de comparação é entre os meses de setembro (2021 e 2020), os resultados foram: Norte (32,74%); Centro-Oeste (26,55%); Nordeste (24,84%); Sul (18,21%); e Sudeste (11,72%).

Já no acumulado do ano, a configuração ficou assim: Centro-Oeste (29,94%); Norte (28,62%); Nordeste (26,16%); Sul (18,79%); e Sudeste (3,82%).

Faturamento

Em relação ao faturamento do setor, também teve variação negativa quando foram comparados os meses de setembro e agosto: (−4,49%).

Já a composição regional, usando a base comparativa de setembro de 2021, frente ao mesmo mês do ano passado, os dados foram: Centro-Oeste (32,26%); Nordeste (27,70%); Sul (26,25%); Norte (25,94%) e Sudeste (21,65%).

No acumulado do ano, a configuração ficou da seguinte forma: Centro-Oeste (40,42%); Nordeste (33,52%); Sul (32,07%); Norte (28,14%); e Sudeste (15,31%).

Participação do e-commerce no comércio varejista

Durante o mês de agosto de 2021, o e-commerce representou 12,3% do comércio varejista restrito (exceto veículos, peças e materiais de construção). No acumulado dos últimos 12 meses, nota-se que a participação do e-commerce no comércio varejista corresponde a 11,2%. Vale destacar que esse indicador foi feito a partir da última Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE, divulgada no dia 6 de outubro.

Categorias

Em agosto 2021, a composição de compras realizadas pela internet, por segmento, ficou da seguinte forma: equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (42,8%); móveis e eletrodomésticos (28,3%); e tecidos, vestuário e calçados (10,1%). Na sequência, artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (7,4%); outros artigos de usos pessoal e doméstico (5,6%); hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (3,4%); e, por último, livros, jornais, revistas e papelaria (2,4%). Esse indicador também utiliza a Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE como base.

Consumidores Online

Outra métrica avaliada pelo MCC-ENET revela que, no trimestre de julho a setembro de 2021, 16,7% dos internautas brasileiros realizaram ao menos uma compra online.

Metodologia do MCC-ENET

Os índices mensais vêm da comparação dos dados do último mês vigente em relação ao período base (média de 2017). Para compor o índice, o Neotrust | Compre & Confie coleta 100% de todas as vendas reais de grande parte do mercado de e-commerce brasileiro, utilizando adicionalmente processos estatísticos para composição das informações do mercado total do comércio eletrônico brasileiro. Também são utilizadas informações dos indicadores econômicos nacionais do IBGE, IPEA e FGV.

O MCC-ENET traz uma visão completa a respeito do e-commerce no país a partir da análise das seguintes variáveis: percentual nacional e regional de vendas online, faturamento do setor e tíquete médio. Outras métricas analisadas mensalmente são participação mensal do e-commerce no comércio varejista e crescimento do setor no varejo restrito e ampliado, além da distribuição das vendas por categoria. Por último, a penetração de internautas que realizaram ao menos uma compra trimestralmente pela internet também está contemplada no índice.

Não estão contabilizados no MCC-ENET dados dos sites MercadoLivre, OLX e Webmotors, além do setor de viagens e turismo, anúncios e aplicativos de transportes e alimentação, pois ainda não são monitorados pela Neotrust | Movimento Compre & Confie.

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Varejo

Dona das Fraldas Pompom e Turma da Mônica quer deixar o Brasil

De Administrador SH 21 de outubro de 2021
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Multinacional Ontex colocou à venda suas operações no Brasil, incluindo a marca Hypera de higiene pessoal

A multinacional belga Ontex contratou o Bank of America para vender sua operação no Brasil, apurou o Pipeline . Uma transação vem correndo nos últimos meses e entra agora na segunda fase. Entre as provas, um Ontex escolhido proposta da Daio Papers – a japonesa que comprou a Santher no ano passado -, e da também belga Drylock.

A Ontex pede entre R $ 600 milhões e R $ 700 milhões, apesar de as conversas não indicadas mais próximo de R$ 500 milhões. Os belgas amargam um negócio com Ebitda deprimido e que rendeu uma dor de cabeça – a aquisição da operação das mãos da então Hypermarcas, hoje Hypera, virou motivo de arbitragem e, recentemente, a Ontex ganhou uma discussão.

As companhias não revelaram o motivo da discussão arbitral, mas pelo preço que a Ontex pagou, pelo que ela tomou de volta e pelo que está solicitando agora aos interessados, dá para ver que entendeu que pagou caro. A Ontex comprou as marcas por R$ 1 bilhão em 2017. Na decisão setembro, a Hypera teve que pagar à Ontex R$ 500 milhões, uma mordida de 38% de seu último lucro anual.

Este ano, Ontex avançou nos investimentos em marketing. Em fevereiro, o grupo fechou um contrato de 10 anos de licenciamento com a Maurício de Sousa Produções, para usar a marca Turma da Mônica Baby em fraldas e Toalhas umedecidas. O contrato anterior da Turma da Mônica era com um Huggies, da Kimberly-Clark.

A Ontex também é dona das marcas de fraldas infantis Pompom, Cremer e Sapeka, além de linhas de xampu, condicionador, pomada e talco infantil. Detém ainda um BigFral, de fraldas para adultos.

O negócio é complementar para um Daio, que transformou em fabricante de produtos de higiene pessoal Santher em sua subsidiária brasileira, e para Drylock, que também tem marcas infantis e adultas, como Bummies, Baby Willy e Maturi Care, e fabricação para terceiros.

Daio e Drylock são considerados favoritas na disputa, mas outras multinacionais também fizeram oferta, mencionadas como fontes. Procurado, o grupo Ontex não deu retorno até a publicação desta matéria.

Fonte: Por Maria Luíza Filgueiras, Pipeline

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Varejo

Cade mantém aprovação da operação entre BRF e Marfrig

De Administrador SH 21 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

Empresas mostraram novos dados sobre a produção e a concentração de mercado no setor alimentício  

Depois de apresentar um despacho no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) pedindo a reabertura da análise da compra de ações da BRF pela Marfrig, a conselheira Lenisa Prado mudou de posição e desistiu da reavaliação. Os demais conselheiros acompanharam Lenisa e, com isso, ficou mantida a aprovação do negócio, que havia sido dada pela Superintendência-Geral do Cade no fim de setembro.

Na semana passada, a conselheira apresentou um despacho pedindo que a operação fosse analisada pelo tribunal do Cade. Pelas regras do Cade, a Superintendência-Geral – área responsável por investigações e instruções de processos – pode aprovar operações que entenda não oferecer riscos à concorrência.

Um conselheiro, no entanto, pode apresentar despacho, em até 15 dias, pedindo para que o processo “suba” para o tribunal e seja analisado por seus integrantes. O pedido tem que ser aprovado pela maioria do tribunal para que o caso seja reaberto.

Na sessão desta quarta-feira, porém, Lenisa disse que, após reuniões com advogados das partes e a apresentação de novos dados e documentos, entendeu que a operação não oferece riscos ao mercado. “Houve esclarecimentos das questões concorrenciais”, completou.

No dia 21 de maio, a Marfrig realizou a compra de ações ordinárias da concorrente, atingindo participação de 24,23% do capital social, ou 196,869 milhões de papéis. Dias depois, em 3 de junho, a empresa comprou mais ações da companhia por meio de opções e em leilões realizados em Bolsa e chegou a uma participação de 31,67%.

A Marfrig irá se tornar o maior acionista individual da BRF, com o segundo maior acionista, a Fundação Petrobras de Seguridade Social (Petros), tendo uma participação de 7% após a operação.

Há duas semanas, o Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa do Consumidor (Ibedec) entrou com recurso para tentar reverter a decisão da superintendência. A entidade diz que a transação esbarra no risco de fechamento do mercado de hambúrgueres, o que em sua avaliação deve prejudicar concorrentes e consumidores.

“É uma pauta importante aos consumidores. Em um país já pressionado pela inflação, concentrar mercado representa risco grave à cadeia econômica como um todo”, diz um trecho da petição enviada na sexta-feira, 8, ao tribunal administrativo do órgão antitruste.

Fonte: Por Fabiana Futema, 6 Minutos

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Varejo

Atendimento da demanda e diminuição do desperdício: a importância das embalagens para o mercado de hortifruti

De Administrador SH 20 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

A fim de atender às exigências do setor de hortifruti, as empresas precisam trabalhar para que as embalagens sejam desenvolvidas sob medida para o tamanho exato e requisitos de desempenho de cada produto

Por Manuel Alcalá, CEO da Smurfit Kappa no Brasil

Os últimos meses causaram mudanças na rotina de todos – desde trabalho, transporte e até mesmo hábitos que antes não eram tão valorizados. Um bom exemplo dessas mudanças foi o cuidado com a alimentação das pessoas, que começaram a priorizar alternativas mais saudáveis. Por isso, o período favoreceu um aumento na demanda por alimentos frescos e ricos em nutrientes, tão importantes para a segurança alimentar da sociedade.

Neste quesito o Brasil leva uma vantagem: temos uma biodiversidade muito rica de frutas, verduras, legumes e hortaliças, o que contribui para que sejamos o terceiro maior produtor mundial de frutas e faz com que a produção desses alimentos no País continue superior a 40 milhões de toneladas por ano, segundo o Anuário da Fruticultura, da Editora Gazeta.  Ainda, de acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura, o consumo de alimentos frescos tem crescido ao longo do ano, estimulado pelas ações promovidas por empresas do setor.

Por outro lado, a estabilidade do setor de hortifruti é impactada pelo crescente volume de alimentos desperdiçados anualmente em todo o mundo, e essa perda se deve a fatores como à má conservação e à falta de embalagens adequadas para o transporte e manuseio dessas frutas, verduras e legumes. De acordo com o Índice de Desperdício de Alimentos de 2021, realizado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), as sobras alimentares ocorrem majoritariamente nos pontos de venda, restaurantes e residências. Em nível global per capita, 121 quilos de alimentos são desperdiçados por consumidores a cada ano.

Nesse cenário, a forma como os produtos são embalados ganha protagonismo por ser um fator capaz de garantir maior segurança em todas as etapas da cadeia de produção – desde a colheita, passando pelo transporte dos produtos para os vendedores e, em seguida, para a mesa dos consumidores.

Com a crescente demanda por opções mais sustentáveis para embalagens de alimentos, movida também pelo aumento do delivery, empresas de diversos segmentos encontraram nas embalagens à base de papel e papelão ondulado a solução para proteger o produto e o meio ambiente.

E para que seja possível atender às exigências físicas da cadeia de suprimentos e garantir que alimentos como frutas, verduras e hortaliças cheguem em ótimas condições até o consumidor final, essas embalagens são desenvolvidas com muita tecnologia pela indústria de papelão.

As caixas de papelão são uma tendência global para o mercado de hortifruti, não apenas por serem sustentáveis, mas também pela relação custo-benefício das soluções, que são especialmente desenvolvidas pensando no sistema logístico, nas melhores maneiras de proteger os produtos e na redução das perdas.

É preciso que empresas que atuem neste setor trabalhem com base na necessidade dos produtores, embaladores e varejistas. Que utilizem essa experiência para ajudar a moldar o futuro dos clientes por meio de soluções que aumentam as vendas, otimizam a cadeia de abastecimento, ajudam a evitar o desperdício e tornam – de forma geral – os negócios mais sustentáveis. É o que fazemos na Smurfit Kappa, um dos principais players do setor de embalagens para produtos frescos, empresa que lidero no Brasil.

A fim de atender às exigências do setor de hortifruti, as empresas precisam trabalhar para que as embalagens sejam desenvolvidas sob medida para o tamanho exato e requisitos de desempenho de cada produto. Pensando nisso, a SK promove, por exemplo, opções de embalagens com orifícios de ventilação, para que a fruta possa respirar, travas para garantir a maior segurança no empilhamento e paletização, assim como bandejas para garantir uma melhor exposição no ponto de venda. A companhia compreende que as empresas precisam diferenciar seus produtos em um ambiente competitivo de varejo e, por isso, garante a opção de personalização das embalagens.

Todo esse cenário também chama a atenção dos produtores para a questão ambiental e faz com que eles venham dando cada vez mais importância para as embalagens de papelão desenhadas exclusivamente para o transporte de alimentos, pois, além de garantirem mais segurança aos produtos, ajudam a reduzir os níveis de desperdício e podem ser recicladas com uma maior facilidade, contribuindo para o meio ambiente.

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Varejo

Em entrevista exclusiva à SuperHiper, Chalim Savegnago revela que também entrará no formato de vizinhança

De Administrador SH 20 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

As 14 lojas adquiridas da rede Paulistão e mais as quatro unidades que serão inauguradas em 2022 trarão um incremento de mais de R$ 1 bilhão ao faturamento da companhia. Conheça a marca da nova bandeira de proximidade

Nesta terça-feira (19), o Savegnago Supermercados anunciou a compra de 14 estabelecimentos da rede Paulistão, do Grupo Peralta, localizadas em nove cidades paulistas, em sua maioria na Região Metropolitana de Campinas. Deste total, duas serão convertidas para o formato de atacarejo, conforme SuperHiper noticiou com exclusividade, e outras três unidades operarão no formato de vizinhança, marcando a estreia da rede em ambos os segmentos. As demais lojas serão de supermercados.

Em entrevista concedida à SuperHiper, o presidente da rede, Chalim Savegnago revelou que o novo formato de vizinhança terá como bandeira a marca Savegnago Prático. Já a bandeira de atacarejo está em definição, mas o supermercadista disse que também há a possibilidade de manter a marca do Paulistão para a operação atacadista.

A conclusão da operação entre as duas companhias depende da aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e também prevê a compra do shopping Open Mall Passeio São Carlos, hoje pertencente ao Savegnago, pelo Grupo Peralta. Se concretizada a transação, o Savegnago deve assumir as lojas do Paulistão em janeiro de 2022 e as conversões de todas as unidades acontecerão ainda no primeiro semestre do próximo ano, segundo Chalim. O empresário não revelou o valor do negócio entre as duas empresas, mas reforçou que o aporte dedicado às conversões será de R$ 100 milhões.

O supermercadista ainda destacou que, considerando essas 14 lojas e mais as quatro inaugurações orgânicas previstas para o próximo ano, a rede chegará a uma receita de R$ 5,3 bilhões, ante ao atual faturamento de R$ 4 bilhões. Apenas para ilustrar o impacto deste movimento para o Savegnago, considerando a mais recente edição do Ranking ABRAS, a rede saltaria duas posições na pesquisa, passando da 13ª colocação para a 11ª posição.

“Com essas aquisições, ganhamos força em cidades onde queremos ganhar participação”, disse Chalim Savegnago à reportagem de SuperHiper. “Na própria cidade de Campinas, por exemplo, onde temos duas lojas, passaremos a ter oito unidades, considerando quatro lojas do Paulistão e mais duas que serão inauguradas. Vamos criar relevância com os fornecedores. Isso beneficiará todas as lojas e abrirá oportunidades para muitos funcionários.”

As lojas envolvidas nesta negociação estão localizadas nas cidades de Campinas, Sumaré, Hortolândia, Nova Odessa, Paulínia, Americana, Santa Bárbara d’Oeste, Limeira e Rio Claro. Elas estão instaladas em regiões homogêneas, tanto centrais como em bairros. “Justamente por isso que será possível ingressarmos em novos formatos”, completou Chalim. Nesta empreitada, o Savegnago também espera gerar 2,5 mil empregos.

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Varejo

Exclusivo: Savegnago anuncia compra de lojas da rede Paulistão, do Grupo Peralta

De Administrador SH 19 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

Com a aquisição, companhia chega a 64 lojas e passa a atuar em cinco novas cidades do interior paulista. Transação também viabilizará a entrada da rede no segmento de atacarejo

O Savegnago Supermercados, 13ª maior empresa supermercadista do Ranking ABRAS, e o Grupo Peralta acabam de anunciar operação envolvendo compras e vendas simultâneas de ativos pertencentes às redes.

A negociação envolve a aquisição, pelo Savegnago, de 14 lojas de supermercados do Grupo Peralta, localizadas nas cidades de Campinas, Sumaré, Hortolândia, Nova Odessa, Paulínia, Americana, Santa Bárbara d’Oeste, Limeira e Rio Claro, enquanto o Grupo Peralta compra da rede o Open Mall Passeio São Carlos.

Com esta aquisição, a rede Savegnago expandirá sua atuação para novas cidades e se fortalecerá em regiões onde já opera, alinhado com o objetivo estratégico de buscar liderança de mercado nas praças nas quais atua. Além disso, o Savegnago ampliará sua área de atuação para cinco novas cidades, totalizando 64 lojas. A rede também passará a ser titular da marca “Paulistão”. Ambos os grupos ainda se comprometeram a transformar duas lojas, sendo uma em Campinas e outra em Rio Claro, em operações de atacarejo.

Com esta operação, o Savegnago pretende realizar investimentos de R$ 100 milhões na adequação das lojas adquiridas no padrão da rede. Também espera gerar, aproximadamente, 2.500 novos empregos, totalizando 12.500 funcionários atuantes o grupo.

A conclusão da operação está sujeita à aprovação do CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), que está analisando o processo e publicou edital nº 561 em 18/10/2021.

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Eventos

ABRAS discute o futuro do supermercado no ponto de venda

De Administrador SH 19 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

As redes supermercadistas paulistas Enxuto e Pague Menos e a Nextop debateram sobre o impacto das inovações tecnológicas para o setor durante a Live Supermeeting

Uma questão que todos os varejistas discutem, incansavelmente, é sobre o futuro do supermercado no ponto de venda. Para refletir com profundidade sobre o tema, no final da tarde desta terça-feira (19) convidados da ABRAS participaram da 10ª Live Supermeeting, transmitida ao vivo pelo canal da entidade no Youtube. O evento contou com as participações de Letícia Guilhermino, diretora de marketing do Grupo Enxuto (SP), Natália Simões, coordenadora de Inteligência de Mercado, GC e CRM do Supermercado Pague Menos (SP), e Juliano Camargo, CEO da Nextop. A moderação ficou por conta do vice-presidente de Vendas e marketing da ABRAS, Celso Furtado.

O primeiro a compartilhar suas visões foi Juliano Camargo. Antes de comentar sobre as inovações tecnológicas desenvolvidas pela empresa para os supermercadistas, o executivo fez questão de compartilhar a mudança ocorrida na marca da companhia – antes, conhecida como Top Sistemas e, agora, como Nextop. “Nosso propósito é a construção de um mundo melhor, onde as pessoas possam viver melhor e usufruírem de todos os benefícios que a tecnologia possa oferecer, tanto do lado do supermercadista quanto do lado do cliente. Nós levamos o nosso nome para o próximo nível, ou seja, para internacionalização da marca”, afirmou Camargo, que na sequência lembrou aos presentes sobre o lançamento do carrinho inteligente na Convenção ABRAS 2021.  

Celso Furtado comentou que é “um ganho importante ver a tecnologia cada vez mais amigável, intuitiva, e tropicalizada dentro do nosso setor”. O moderador do evento pediu para Camargo contar mais um pouco sobre o desafio de promover e oferecer a tecnologia, desenvolvida no Brasil, para os varejistas. Juliano Camargo revelou que o time da Nextop está com grandes expectativas de ver esse novo carrinho tecnológico rodando por todo o Brasil, proporcionando uma nova experiência de compra ao shopper. “O carrinho de compras da Amazon Go foi o primeiro, mas a gente já estava construindo o nosso. Sem falar que o nosso carrinho é muito mais barato e está adequado à realidade brasileira. Os supermercadistas parceiros terão acesso a um preço acessível”, contou o CEO da Nextop.

Letícia Guilhermino, diretora de marketing do Grupo Enxuto (SP), e Natália Simões, coordenadora de Inteligência de Mercado, GC e CRM do Supermercado Pague Menos (SP), as outras duas convidadas do evento, foram apresentadas pelo mediador. Furtado chamou Letícia Guilhermino para a conversa e pediu para que ela comentasse um pouco sobre a parceria da varejista com a Nextop. A executiva disse que já vem desenvolvendo junto ao Juliano Camargo a aquisição do carrinho inteligente para as lojas da rede paulista.

“É ver transformar a inovação em algo tangível. Em algo que o cliente sinta-se convidado a usar e não algo que é uma tecnologia de muita ficção, que causa estranheza ou dúvida na hora de usar. Estamos trocando essas experiências para que a gente possa ter um carrinho com usabilidade, que as pessoas queiram usar e, principalmente, consigam usar de uma forma muito simples”, esclarece.

A executiva também afirmou que deseja que o carrinho seja mais uma das ferramentas que possa transformar a compra física, reduzindo, por exemplo, questões de reclamação do cliente como as longas filas de espera. De acordo com ela, o objetivo é proporcionar uma experiência prazerosa no ponto de venda físico.

Após os apontamentos de Letícia, Celso Furtado solicitou a opinião de Natália Simões, da rede Pague Menos. Ela iniciou provocando a todos quando disse que os dados e os números “contam histórias e precisam ser humanizados”. Simões ressaltou que a oportunidade de trabalhar com o carrinho inteligente pode parecer, num primeiro momento, algo muito longe para alguns varejistas. De acordo com ela, não há necessidade de desespero porque todo processo de inovação começa se fazendo o mínimo. “É um caminhar, a gente inova estruturando no nosso varejo, agregando oportunidades”, ressaltou.

Juliano Camargo fez questão de frisar, a todo momento, o slogan da empresa “Para nós o futuro já chegou” porque as inovações tecnológicas são necessárias para o progresso do setor supermercadista no Brasil. “A gente tem o primeiro carrinho inteligente de compras da América Latina; o carrinho de inteligência para separação de e-commerce num único processo e com um único funcionário; o self-checkout com alta velocidade, que trará uma performance maior, mesmo com compras maiores. Queremos oferecer soluções e opções para o nosso cliente para que ele possa decidir o que é mais aderente à sua operação e o seu jeito de fazer as coisas”, explicou o CEO da Nextop.

Mais detalhes sobre o carrinho inteligente que permite o consumidor fazer compras sem precisar ter contato com outras pessoas e passar pelo self checkout de alta velocidade; a experiência da rede Enxuto com a implantação das lojas autônomas e a reflexão de Natália Simões sobre a importância dos dados e informações, gerando inteligência de mercado podem ser conferidos na matéria completa que será publicada na edição impressa de SuperHiper.  

19 de outubro de 2021 0 Comentários
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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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