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Varejo

Vinhos leves são tendência de mercado

De Administrador SH 12 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Consumo da bebida disparou no Brasil, principalmente nestes dois anos de pandemia

A maior oferta de vinhos mais robustos tem a ver com a mudança climática – que acelera o processo de maturação das uvas, aumenta a concentração de açúcar e o teor alcoólico – e com modas que seguiram o gosto do crítico norte-americano Robert Parker, que preferia vinhos mais fortes. Mas o gosto por vinhos mais leves pode estar mudando o mercado, segundo especialistas.

Com pontuação mais elevada dada por Parker, os vinhos mais alcoólicos vendiam mais e os produtores passaram a seguir a onda. Segundo o Australian Wine Research Institute, o teor alcoólico de centenas de vinhos subiu de 12,4% em 1984 para 14,2% em 2002.

Além dos Estados Unidos, vários países acompanharam a moda global, entre eles França, Espanha e Portugal. No entanto, para o “máster of wine” Dirceu Vianna Junior, os vinhos da era Parker estão gradativamente ficando fora de moda. “Tenho observado a busca por produtos com mais harmonia, mais frescor, mais elegantes e mais leves, mas está cada vez mais difícil produzi-los devido aos desafios climáticos”.

Ele diz que o setor precisa se empenhar em educar consumidores sobre os aspectos positivos do consumo moderado para a saúde e que sempre haverá um pequeno mercado para vinhos com alto teor de álcool, especialmente em países onde a cultura do vinho ainda está em fase de desenvolvimento. “Em países onde a comercialização e o consumo estão mais desenvolvida, como é o caso da maioria dos países europeus, é provável que os consumidores continuem reduzindo o consumo de álcool e, no futuro, a tendência favorecerá estilos de vinhos mais frescos, mais leves, mais fáceis de beber”.

“Eu chamo esses vinhos pesados de vinhos-pesadelo. Você tem o copo na mão e vai virando”, diz Dirk Niepoort, que produz em várias regiões portuguesas: Bairrada, Dão, Douro, Portalegre e Vinho Verde e, ainda, na Alemanha e Espanha. Sua empresa, a Niepoort, que exporta para 72 países, estará presente na 8ª edição do Vinhos de Portugal, evento que será digital pelo segundo ano consecutivo e terá a participação de 66 produtores.

Niepoort diz que seus rótulos seguem o estilo mais leve desde 2014 quando ele próprio assumiu a vinificação e contratou um novo enólogo. Mas comenta que muitos de seus concorrentes e colegas falam disso mas nada fazem. “Parece que o consumidor está mais avançado do que os engenheiros que fazem o vinho em Portugal e muitos não sabem fazê-lo. Para fazer vinhos mais leves é preciso um pouco menos de tudo. Menos maturação, menos vinificação, menos madeira”.

A mudança lenta também é observada por importadoras como a Grand Cru que nos últimos seis anos reforçou e ampliou seu portfólio de vinhos portugueses. O sommelier executivo da importadora, Massimo Leoncini, diz ter se empenhado na busca por mais elegantes, de teor alcoólico menor. Ele lembra que, atualmente, 87% das importações de vinhos portugueses no Brasil são de rótulos abaixo de R$ 100. Como o preço é mais acessível, em geral, são produtos de menor valor agregado e teor alcoólico mais baixo.

Outro dado interessante é que nos últimos quatro anos (entre 2017 e 2020) a importação de vinhos portugueses brancos aumentou 62%, a de rosés 226%, enquanto a de tintos apenas 26%. Leoncini atribui essa mudança ao clima quente e à chegada de novos consumidores, mais jovens, que tomam vinho em qualquer ocasião, com qualquer comida e até na balada depois dos drinques.

“A pandemia também mudou hábitos de consumo de vinho no Brasil”, avalia Leoncini. “A frequência passou a ser diária em casa de muitas famílias, o que levou a uma procura por vinhos mais leves e mais fáceis de beber”.

Fonte: por Maria da Paz Trefaut, Valor

12 de setembro de 2021 0 Comentários
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Varejo

Anuário da Abipla revela líderes de venda em 2020

De Administrador SH 12 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Saiba quais são os produtos mais consumidos durante o primeiro ano da pandemia

Os detergentes, tanto para roupas (+25,9%) quanto para louças (+12,23%), além de alvejantes e água sanitária (11,31%), foram os produtos de limpeza que registraram a maior alta na produção, durante o primeiro ano da pandemia do Covid-19.

As informações fazem parte do Anuário Abipla 2021, lançado, recentemente, pela Associação Brasileira das Indústrias de Produtos de Higiene, Limpeza e Saneantes de Uso Doméstico e de Uso Profissional (Abipla). A publicação é referência em informações sobre a indústria de limpeza, reunindo dados do setor, como faturamento, empregos, número de empresas em atividade, crescimento de produção industrial e a oscilação de diversos produtos da cesta de limpeza nacional.

“A alta na demanda destes produtos está, claramente, relacionada aos hábitos impostos pela pandemia. Como muitas pessoas passaram a ficar mais tempo em casa, especialmente, em 2020, o consumo de detergentes para louças e para roupas foi impulsionado. A água sanitária também tem sido um dos mais utilizados produtos para desinfecção de ambientes e superfícies. É encontrada com facilidade, em qualquer lugar do País, tem custo acessível e é uma importante ferramenta para a saúde pública, pois protege contra diversos tipos de contaminações”, diz Paulo Engler, diretor-executivo da Abipla.

Outros produtos que tiveram aumento de demanda, em 2020, foram esponjas sintéticas (+10,27%), desinfetantes (+4,72%), sabão em barra (+4,66%), amaciantes (4,21%), limpadores multiuso (+4,04%) e limpadores para banheiros (+2,95%).

12 de setembro de 2021 0 Comentários
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Varejo

Plant based com sabor de peixe chega às lojas

De Administrador SH 12 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH


Fazenda Futuro, primeira foodtech da América Latina no segmento, coloca o produto nos supermercados ampliando sua linha de alimentos à base de plantas

A Fazenda Futuro, que produz “carnes” à base de plantas, anunciou o lançamento de uma proteína com as características do atum, sua primeira investida no segmento de peixes. A empresa já comercializa produtos como hambúrguer, almôndega, “frango” e linguiça “suína”.

A companhia desenvolveu o Futuro Atum em parceria com especialistas e engenheiros de alimentos australianos para chegar ao gosto do atum do oceano Pacífico, que, segundo a empresa, “tem um toque mais delicado e fresco”.

Vendido em pedaços, o “atum” vegetal da Fazendo Futuro leva em sua composição soja, ervilha, grão de bico, azeite de oliva, além de rabanete e óleo de microalgas, que garantem a presença de ômega 3 no alimento. Uma porção de 100 gramas do atum vegetal oferece 15 gramas de proteína e 183 gramas de ômega-3.

“Com esse lançamento, Fazenda Futuro consegue levar todo seu movimento transformador também para os oceanos, uma vez que o consumo do atum à base de plantas favorece a preservação da vida marinha à medida que a prática da pesca predatória é reduzida”, disse a empresa, em nota.

Fonte: p Rikardy Tooge, Valor

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Varejo

Consumo das famílias cresce 4,84% em julho, diz ABRAS

De Administrador SH 9 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Cebola, batata e arroz foram os produtos com maiores quedas no período

O consumo das famílias brasileiras aumentou 4,84% em julho deste ano na comparação com junho, segundo levantamento divulgado nesta quinta-feira (9) pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS). Entre julho de 2021 e julho de 2020 houve queda de 1,15%.

Este foi o segundo recuo no consumo registrado neste ano. Em junho, o Índice Nacional de Consumo das Famílias nos Lares Brasileiros já havia detectado baixa de 0,68% na comparação com o mesmo mês do ano passado. De janeiro a julho houve acumulado positivo de 3,24%. O resultado contempla todos os formatos de loja do setor – atacarejo, supermercado convencional, loja de vizinhança, hipermercado, minimercado e e-commerce.

De acordo com Marcio Milan, vice-presidente institucional da ABRAS, o crescimento de junho para julho se deve a um conjunto de fatores, como o pagamento de R$ 5,5 bilhões da quarta parcela do Auxílio Emergencial, que beneficiou 26,7 milhões de famílias.

A distribuição de R$ 1,23 bilhão pelo Bolsa Família para as famílias não elegíveis a receber o Auxílio Emergencial também ajudou a impulsionar o índice. Milan destacou também a geração de 50.977 postos de trabalho gerados no setor em julho e o avanço da vacinação. O crescimento sólido e constante do setor também contribuiu para o aumento do índice. Em julho, foram inauguradas 21 novas lojas, 42 foram reinauguradas e 13 passaram por algum tipo de transformação para o melhor atendimento do consumidor.

Cesta Abrasmercado

O custo da cesta com os 35 produtos mais vendidos em supermercados manteve a tendência de alta, fechando o mês em R$ 668,55, acréscimo de 0,96% em relação a junho. Comparando com julho/2020, a alta foi de 23,14%. Estão incluídos nessa lista alimentos, cerveja, refrigerante e produtos de higiene.

“O movimento de preços não está acontecendo somente no Brasil, mas no mundo. Nos últimos 12 meses, identificamos aumento em função da exportação de alguns produtos com maior procura, e em função do câmbio que foi bastante favorável’, afirmou Milan.

A região norte segue com a cesta mais cara do país no valor de R$ 752,89 (acumulado de 23,49% nos últimos 12 meses), seguido pelas regiões Sul (R$ 734,10), Sudeste (R$ 640,87), Centro-Oeste (R$ 616,68) e Nordeste (R$ 598,22).

Os produtos com maiores altas nos preços no período de janeiro a julho deste ano, destacados mensalmente pela ABRAS, foram o açúcar, ovo, carne dianteiro, café, frango congelado, carne traseiro, leite longa vida e feijão foram os produtos que mais encareceram. No mesmo período, o preço do arroz, pernil e óleo de soja tiveram queda.

No acumulado em 12 meses, o óleo de soja disparou com 87,3% de alta, seguido pelo arroz, (39,8%), carne dianteiro (40,6%), carne traseiro (32,9%), pernil (24,8%), frango congelado (30,8%), açúcar (32,6%), café (17,8%), ovo (12,4%), leite longa vida (10,9%) e feijão (5%).

Da cesta Abrasmercado, o tomate, margarina cremosa, queijo prato, café torrado e moído e o extrato de tomate lideraram com as maiores altas, em julho na comparação com junho. Com maiores quedas, ficaram nas primeiras posições a cebola, a batata, o arroz, o pernil e o óleo de soja.

Milan sugere que o consumidor fique atento e pesquise preços. “Vimos que o número de marcas de qualidade cresceu e que os valores são muito variados. Temos cerca de 9 a 12 marcas de arroz e feijão no mercado, por exemplo, muitas vezes em uma mesma loja”.

Produtos

Os produtos que compõem a cesta Abrasmercado são: Açúcar, arroz, batata, biscoito cream craker, biscoito maisena, café torrado e moída, carne dianteiro, carne traseiro, cebola, cerveja, extrato de tomate, farinha de mandioca, farinha de trigo, feijão, frango congelado, margarina cremosa, massa sêmola espaguete, óleo de soja, ovo, pernil, queijo mussarela, queijo prato, refrigerante pet, sal, tomate, creme dental, papel higiênico, sabonete, xampu, água sanitária, desinfetante, detergente líquido para louças, sabão em pó.

9 de setembro de 2021 0 Comentários
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Varejo

ABRAS monitora caminhoneiros e não vê risco de desabastecimento

De Administrador SH 9 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Para brecar aumentos abusivos, supermercados se baseiam em dados para negociar com a indústria. FIA levanta o custo de produção e os impactos da alta dos combustíveis  

Os supermercados não veem qualquer risco de desabastecimento nas lojas por conta da paralisação de caminhoneiros em certos Estados do país, disse a associação do setor (ABRAS), nesta quinta-feira. A entidade ainda afirma que as empresas estão bem estocadas e que já há sinais de desmobilização em algumas rodovias. O estoque de alimentos no setor varia de 30 a 60 dias a depender do produto e da rede.

“Estamos monitorando junto ao governo federal, e principalmente junto à assessoria da presidência e à Abin, para identificar possíveis movimentos [de desabastecimento] e não identificamos nada nesse sentido. Não teremos que nos antecipar a isso até porque isso já vem perdendo o foco e calculamos que em um a dois dias estará totalmente desmobilizada [a paralisação]”, disse o vice-presidente institucional e Administrativo da Abras, Marcio Milan.

“As lojas estão abastecidas, e não temos nenhum sinal nesse sentido [de falta de produtos]”, disse. Milan ainda comentou a questão da crise energética. Segundo ele, os impactos da falta de chuvas variam de região a região, e as companhias não identificam.

Os supermercados contrataram a Fundação Instituto de Administração (FIA) para fornecer dados às lojas nas negociações envolvendo aumentos de preços das indústrias. A ideia é que o setor, com mais dados, consiga se antecipar a movimentos e possa evitar aumento abusivo de preços.

“Queremos que os supermercados conheçam melhor o processo produtivo e se antecipe a movimentos que possam levar a aumentos abusivos de preço e para melhorar o consumo das famílias”, disse Marcio Milan, vice-presidente da associação do setor (Abras), em entrevista a jornalistas.

Uma análise já foi entregue pela FIA, relativa ao arroz, e os dados mostram concentração de venda para mercado interno e produção localizada no Sul. Os supermercados também foram informados que o aumento de “custo de produção” e alta dos “combustíveis” não são capazes de explicar o avanço no preço do arroz. Logo, as lojas associadas da entidade que recebem essas análises podem usar essas informações para pressionar os fornecedores.

Devem ser feitos outros estudos com óleo, carne bovina e suína, ovos, leite, milho e trigo.

Milan negou que essas informações sejam “uma reação do setor às altas da indústrias”, mas questionado sobre ações recentes das lojas — como aumento de ofertas de marcas alternativas nas gôndolas — ele disse que “nessas negociações, se os supermercados encontrarem dificuldades [nas conversas com fabricantes], vão levar alternativas ao consumidor”.

Novas marcas

A ABRAS disse que aumentaram as ofertas de novas marcas a clientes nas gôndolas. Há produtos, segundo a entidade, com até dez opções — em leite, tem chegado a sete em certas redes — e se espantou com o volume de novos fornecedores aparecendo nas prateleiras. “Em feijão, apareceram várias novas marcas, às vezes há produtos passando de 3 a 4 para 5, 6, 7 marcas. Isso é uma forma de tentarmos ajudar o consumidor a controlar orçamento.”

Essas mudanças envolvem renegociações comerciais entre varejo e indústria, um ponto sensível, a depender no estágio das conversas. É que espaço ou local de exposição faz parte dos acordos comerciais e incentivos de venda.

Quando a loja põe novas marcas nas prateleiras, isso envolve renegociar certas condições com marcas líderes, até porque há espaços limitados.

Sobre isso, Milan não quis comentar. “Isso é algo que cabe a cada empresa negociar”, disse.

Os supermercados ainda informaram um aumento de consumo de produtos para lanches, como bolos e pães, e de produtos menos saudáveis, na visão de nutricionistas, como massas instantâneas.

A alta na venda de bolos e rocamboles foi de 10%, de pães industrializados, de 11,5%, e de massas instantâneas, 3,7%, em julho, com base em dados da Nielsen. Milan ressalta que essa expansão tem relação com a volta às aulas. Perguntado se o brasileiro pode estar buscando produtos mais baratos para se alimentar, ele disse que isso mostra preocupação com preparo mais rápido.

A ABRAS ainda disse que há uma desaceleração na taxa de crescimento do setor no ano, em parte, pela base de comparação mais forte de 2020 a partir de março. Mas se esse desaquecimento continuar, a entidade pode rever a projeção do ano, numa análise a ser feita em setembro. Até junho, a alta era de 4% e foi para 3,2% em julho. A projeção da Abras é de um aumento de 4,5%, em termos reais, em 2021.

A associação entende que a economia “está se recuperando”, apesar dos indicadores de PIB estarem sendo revistos para baixo pelo mercado. “Vemos que se as reformas avançarem, isso vai contribuir para o crescimento”, disse Milan.

Fonte: Por Adriana Mattos, Valor

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Tendências

Lojas sem caixas avançam no varejo americano

De Administrador SH 9 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Rede supermercadista Giant Eagle acelera adoção de aplicativos e recursos tecnológicos para automatizar pagamentos nos PDVs

A rede americana de supermercados Giant Eagle, que opera 474 lojas de vizinhança e de conveniência na costa leste dos Estados Unidos, é a mais nova varejista a acelerar seus investimentos em lojas sem caixas para pagamento.

Um ano depois de iniciar testes em uma loja de conveniência da rede GetGo em Pittsburgh, a empresa anunciou a expansão do modelo cashierless para outros quatro pontos de venda na região.

Desenvolvido em parceria com a fornecedora de tecnologia Grabango, o sistema utiliza visão computacional para identificar os produtos que são retirados das gôndolas pelos clientes. Câmeras instaladas em estruturas sobre as prateleiras capturam as imagens e uma solução de machine learning identifica os itens selecionados.

Os clientes que visitam a loja precisam primeiro baixar o aplicativo da Grabango. Ao entrar na loja, eles registram sua chegada no app e fazem normalmente suas compras.

A tecnologia embarcada na loja identifica os itens adquiridos. Ao final da visita, o cliente escaneia um QR Code disponível no app e recebe um recibo digital da compra.

De acordo com a Giant Eagle, a resposta inicial dos clientes ao sistema tem sido positiva. Pesquisas realizadas na loja piloto mostram que 88% dos clientes se dizem muito satisfeitos e mais de 80% das visitas são de clientes recorrentes, mesmo com o aumento do público que vai à loja.

Isso mostra um alto grau de fidelização dos consumidores. “Nosso foco é oferecer a melhor experiência de compra para os clientes, de uma forma simples, segura e otimizada”, afirma Rug Phatak, diretor-sênior de marketing da rede GetGo.

Segundo a Grabango, o sistema implementado na loja piloto da GetGo economizou 10.410 minutos dos clientes em filas, o equivalente a mais de 7 dias, ao longo do último ano. Como o sistema da empresa opera a partir da estrutura física já existente na loja, sem exigir reformas ou troca de equipamentos, os investimentos na automatização do PDV são menores.

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Varejo

Case de fidelização do D’Avó surpreeende

De Administrador SH 9 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Especialistas realizam campanha promocional de aniversário e gasto por ticket médio sobe mais de vinte por cento 

O Grupo D’Avó, presente há 38 anos nos mercados varejista, de shoppings, imobiliário e financeiro, comprova que fidelizar clientes é a melhor forma de obter sucesso nos negócios, posicionando os mesmos como seu maior e principal patrimônio.

Em 2020, contando com a expertise da GS Ciência do Consumo, especialista em comportamento de consumo, inteligência analítica e soluções tecnológicas, o grupo lançou o programa de relacionamento Clube D’Avó, visando criar uma base de clientes por meio de cadastro via aplicativo da marca, gerar alto engajamento e finalmente fazer a conversão dos clientes gerando vendas. O objetivo principal era elevar o ticket médio durante a campanha de seu 37° aniversário, comemorado no último trimestre do ano.

A mecânica da ação foi simples. O cliente que se cadastrasse no Clube D’Avó por meio do aplicativo da marca e fizesse compras nos hipermercados da rede, recebia uma raspadinha da sorte que poderia se transformar em vale-compras para utilização nas lojas do grupo.

Os resultados da iniciativa foram muito positivos e comprovaram que vale investir em metodologias e estratégias assertivas contando com o apoio de especialistas que entendem do negócio. Durante a campanha promocional, que durou 45 dias, os hipermercados D’Avó registraram o aumento 136 mil clientes cadastrados e fidelizados, a ampliação de 26% da frequência de compras dos mesmos e a elevação no ticket médio em 22% dos consumidores participantes da ação.

“Já fizemos outras ações promocionais e já utilizamos outras plataformas de CRM, mas nunca havíamos conseguido melhorar nossa performance. Com a metodologia e a tecnologia da GS, invertemos essa curva, aumentando nossa base de clientes e a frequência em loja e, consequentemente, incrementando nosso faturamento”, afirma Márcio Mota, diretor de Operações do Grupo D’Avó.

Porém, a GS Ciência em Consumo reitera que para que uma ferramenta de CRM, baseada em ciência do consumo, traga resultados concretos para o varejo, é preciso que o trabalho seja contínuo e consistente, com estratégia de médio e longo prazos. Por isso, a ações com o Grupo D’Avó continuam em desenvolvimento, com foco total em CRM e com o objetivo de fidelizar e engajar ainda mais clientes. “O objetivo é fazer com que D’Avó seja a rede preferida e recorrente para as compras dos participantes do Clube, que já representam 60% do faturamento dos hipermercados da rede”, afirma Thiago Simonato CEO da GS.

“Continuaremos com o acompanhamento contínuo do time de especialistas da GS, que nos trouxeram uma visão de médio e longo prazo, melhorando cada vez mais nossos resultados”, conclui Mota.

Atualmente, o Grupo D’avó conta com 10 hipermercados, 2 atacados, 12 drogarias, 5 postos de combustível e 1 shopping.

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Tecnologia

A escassez de moedas no varejo

De Administrador SH 9 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

VR Software disponibiliza ao varejo solução para evitar a falta de troco que tanto irrita os clientes e quebra a celeridade no caixa

*VR Software

Mesmo nos dias de hoje, em que existem vários meios de pagamento e parte dos clientes optam pelo cartão,  a escassez de moedas no varejo gera transtornos no dia a dia do setor supermercadista.

Imagine a seguinte situação: o supermercado está cheio de clientes, filas e mais filas. Neste momento, entre os vários consumidores, tem sempre aquele que está só com o dinheiro e você com o caixa praticamente vazio. Complicado, não é mesmo?

Aí você, sem o troco, precisa pedir auxílio ao gerente e o cliente fica incomodado, o atendimento demora, quem está na fila também não gosta de esperar, enfim, um caos.

Pensando nisso, vamos abordar como a tecnologia pode ser a solução da escassez de moedas no varejo. Continue lendo!

Quais os desafios provocados pela falta de troco no supermercado?

 A ausência de moedas pode até parecer um problema de menor importância. Entretanto, essa não é a realidade. Existem alguns fatores que podem passar despercebidos, mas o impacto deles é significativo para o bom andamento do seu negócio.

Veja na sequência algumas das consequências da escassez de moedas no varejo:

Inconsistências no fechamento do caixa

Um dos pontos que gera estresse quando há ausência de troco no estabelecimento é o momento de fechar o balanço do dia.

Por isso, é tão importante que o caixa tenha como devolver a diferença dos pagamentos feitos pelos clientes em dinheiro.

Quando há a falta desse valor, existe a necessidade de arredondar o troco para não prejudicar o consumidor. Mas, nessa dinâmica, o prejuízo fica sempre para o estabelecimento, que tem que cobrir os custos, prejudicando seu faturamento.

Transtornos com clientes

Proporcionar ao consumidor do seu supermercado uma experiência incrível precisa ser um dos pilares do seu negócio.

Entretanto, um dos pontos que pode deixar essa relação estremecida é quando falta troco no caixa.

Mesmo que, muitas vezes, sejam alguns centavos, é direito do cliente receber aquele recurso, inclusive previsto no Código de Defesa do Consumidor. Além disso, arredondar o troco para menos é prática ilícita, sem falar que isso pode acarretar prejuízos para o supermercado.

Aliás, o estabelecimento pode até, majoritariamente, receber através de outros métodos, inclusive aqueles mais atuais, como o PIX, por exemplo.

Porém, em alguns momentos, o cliente quer pagar em dinheiro e você não quer deixá-lo irritado no caixa pela falta de troco, principalmente enquanto outros aguardam na fila mais frustrados ainda.

Então, o melhor caminho é contar com mecanismos eficazes para evitar esse problema.

Como a tecnologia pode ajudar a minimizar a escassez de moedas no varejo?

Por mais que seja um assunto delicado, ligado à falta de moedas para distribuição, nos últimos anos, a adoção de tecnologias por cartões, NFC, smartphones, carteiras digitais e, recentemente, a implementação do PIX, provocaram uma revolução na forma de realizar pagamentos.

No entanto, dependendo da região e do tamanho do comércio, boa parte das compras ainda permanece sendo paga em dinheiro. Dessa forma, surge também a necessidade do troco, principalmente em forma de moedas.

A VR Software pode te ajudar!

Desenvolvemos várias soluções para o setor supermercadista, com o objetivo de otimizar processos dentro do segmento, contribuindo para o bem-estar e desenvolvimento sustentável dos players do setor.

No que diz respeito ao combate efetivo do problema da escassez de moeda no varejo, tenha em mãos o VR Troco Digital. Uma solução que permite ao consumidor armazenar o troco em moedas da última compra por meio de uma carteira digital.

Uma forma de creditar o valor que por muitas vezes pode faltar no caixa de loja ou criar um volume desnecessário de moedas na carteira do consumidor. Moedas essas que podem sair rapidamente de circulação. Que é o caso do entesouramento, que falamos acima.

Por meio do VR Troco Digital, o valor creditado pode ser usado em compras futuras de todas as lojas da sua rede.  Sendo assim, uma solução que impacta positivamente na vida do consumidor e do varejista.

Além disso, outra vantagem do VR Troco Digital é a possibilidade de potencializar a fidelização do cliente, por meio do troco armazenado, sem falar na redução de dinheiro circulando no estabelecimento e, ao mesmo tempo, na facilidade de acesso ao crédito.

Você ainda pode usar esse mecanismo para elaborar promoções e outras estratégias de marketing, por meio do cadastro de clientes no sistema CRM.

Conheça o VR Troco Digital e saiba como implementar essa estratégia no seu supermercado.  https://conteudo.vrsoft.com.br/vr-troco-digital

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Varejo

Mateus investe R$ 14 milhões em sexta loja no Piauí

De Administrador SH 8 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Supermercado com 20 mil m² vai gerar 275 postos de trabalho na cidade de Piripiri

Os alegres e divertidos moradores de Piripiri, na região Norte do Piauí (PI), tem mais um motivo para sorrir. Conhecida por seus festivais de humor, a cidade recebe nesta quinta-feira (9), uma nova loja do grupo Mateus, que irá funcionar na Avenida Raimundo Holanda, gerando 275 novos postos de trabalho. A inauguração do Supermercado será às 7h, em meio a uma solenidade que deve reunir empresários, investidores, fornecedores e autoridades locais. Esta será a segunda loja do grupo na cidade e a sexta no Estado do Piauí. Um investimento de aproximadamente R$14 milhões feito pela quarta maior rede de varejo alimentar do país em plena expansão.

O empreendimento ocupa uma área de 20 mil m², sendo 1.800 m² de área de vendas e um depósito de 1.500 m². O amplo espaço de comercialização tem o propósito de contribuir para o desenvolvimento econômico e social da região, conforme prevê o projeto de expansão do grupo Mateus, que tem avançado significativamente pelas regiões Norte e Nordeste do Brasil, garantindo a renda para mais de 40 mil famílias em 63 cidades onde está presente.

O Piauí tem ocupado um lugar de destaque na geração de empregos, segundo os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia, que apontam o Estado como o segundo que mais gerou postos de trabalho na Região Nordeste brasileira, nos primeiros meses de 2021. Não há dúvidas de que o avanço da rede tem contribuído significativamente para estes índices, uma vez que já são seis lojas no Piauí, sendo três em Teresina, uma na Parnaíba e, agora, duas em Piripiri.

Os 275 novos postos de trabalho gerados pela abertura do supermercado estão ocupados, majoritariamente, por moradores da cidade, conforme explica Tainara Coelho, coordenadora de Recrutamento e Seleção do grupo Mateus. “Toda a operação da loja conta com colaboradores da cidade. Seguimos o critério de priorizar quem mora na região”, enfatizou.

Também fazem parte do quadro, profissionais que passaram pela Universidade de Líderes do grupo Mateus (Ulma). Ilson Mateus, presidente da companhia, ressalta que a inauguração de uma loja do padrão da rede movimenta toda uma cadeia econômica, o que deve impactar positivamente na geração de outros postos de trabalho futuramente. “Esse é um dos nossos maiores propósitos, gerar emprego e renda. E com a nossa universidade corporativa, formamos novos gestores dentro de casa, que passam a crescer junto com a gente. Com certeza vamos identificar talentos em Piripiri que poderão atuar em novas lojas no Piauí, em outros estados onde já atuamos ou que pretendemos chegar”, destacou o empresário.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Piripiri tem 63.829 habitantes e menos de 11% desta população está ocupada formalmente.

A companhia se destaca, hoje, no mercado como a maior rede varejista do Norte/Nordeste e a quarta maior empresa de varejo alimentar do Brasil. Presente nos estados do Maranhão, Pará, Piauí e Ceará a empresa atua com operações no varejo de supermercados, atacarejo (“cash and carry”), atacado, móveis e eletrodomésticos, indústria de panificação, central de fatiamento e porcionamento. Recentemente, implantou um novo modelo de negócios de franquias de lojas compactas, que se utiliza da estrutura de logística da companhia.

Em 2021, o Mateus completou 35 anos, sendo dono de uma história de sucesso que iniciou com o trabalho incansável de um engraxate, ex-torneiro mecânico, garimpeiro e vendedor de cachaça nascido em Imperatriz, interior do Maranhão. Foi em 1986, que Ilson Mateus abriu uma mercearia com apenas 50 m² na cidade de Balsas, no Maranhão. Visionário e empreendedor, ele lidera uma equipe que hoje já ultrapassa 40 mil colaboradores.

Com as inaugurações realizadas recentemente, a rede tem hoje 184 lojas em operação, sendo 57 de varejo, 39 de atacarejo e 88 de eletro. Por estado, são 110 lojas no Maranhão, 63 no Pará, 6 no Piauí e 2 no Ceará.

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Varejo

DIA implanta novo visual em 630 lojas

De Administrador SH 8 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

A repaginada na seção com produtos frescos ocorreu em quatro meses nas unidades de São Paulo e Minas Gerais

Valorizando a proximidade que tem com seus clientes, o DIA Brasil transformou o setor de perecíveis de suas lojas para oferecer mais produtos frescos de uma forma prática e moderna. Com o Projeto Perecíveis, os setores de padaria, frios, carnes, frutas, legumes e verduras foram revitalizados em 630 lojas do país

Entre fevereiro e agosto de 2021, o DIA Brasil realizou uma transformação em suas lojas: a implantação do Projeto Perecíveis, uma maneira prática e moderna de oferecer aos clientes produtos de padaria, frios, carnes, além de frutas, verduras e legumes.

A proposta inicial, aliás, partiu dos próprios clientes, que queriam ainda mais produtos frescos à sua disposição. Prontamente, o DIA Brasil atendeu a essa sugestão de implantar novos modelos de apresentação do setor de perecíveis para que os produtos estejam mais próximos dos clientes.

Em um tempo recorde para o setor de varejo, apenas quatro meses, o DIA Brasil conseguiu implantar 249 novos açougues, 531 novas padarias e 630 áreas revitalizadas para frutas, legumes e verduras. No total, 630 lojas dos Estados de São Paulo e Minas Gerais receberam melhorias, sendo 569 lojas próprias e 61 franquias.

Além das melhorias para os clientes, o Projeto Perecíveis proporcionou mais capacitação profissional aos colaboradores do DIA Brasil e gerou empregos, com a contratação de 1.478 pessoas.

A entrega da última implementação aconteceu no dia 31 de agosto na loja 1072, localizada na Av. Engenheiro Caetano Álvares, n° 4.425, na Zona Norte da cidade de São Paulo. Com essa última entrega, o DIA Brasil fechou a comemoração de seus 20 Anos no Brasil, celebrada durante todo o mês de agosto com muitas ofertas que superaram a concorrência.

“O Projeto Perecíveis é uma demanda externa que só foi possível de ser implementada graças a proximidade que o DIA Brasil tem com seus clientes e a dedicação de nossos colaboradores, parceiros estratégicos e franqueados que, em apenas quatro meses, renovaram o setor perecível de 630 lojas. Agora conseguimos oferecer mais produtos frescos, com a qualidade que já é tradicional do DIA Brasil, e celebramos 20 Anos com mais projeto de sucesso”, diz José Iannone, Diretor Comercial de Perecíveis do DIA Brasil.

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