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quinta-feira, outubro 1, 2026
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Varejo

Nordestão recebe aval sanitário para beneficiar proteínas

De Administrador SH 7 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

O selo SISBI-POA garante ao Grupo processar e distribuir pescados, carnes e aves para todo o Brasil

O Supermercado Nordestão recebeu do Governo do Rio Grande do Norte o Selo SISBI-POA, que concede o aval sanitário para distribuir e comercializar em todo o Brasil, carnes, produtos cárneos, pescados e produtos de pescados processados em suas unidades de beneficiamento e produção devidamente certificadas pelo Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal – SISBI-POA.

A produção da rede de supermercados é distribuída para suas nove lojas de varejo e três lojas de atacado, sendo uma delas no estado da Paraíba. A certificação conferida pelo selo SISBI-POA garantirá ao Nordestão um crescimento dessa produção, gerando ainda mais emprego e renda para o Rio Grande do Norte, uma vez que as unidades de beneficiamento são todas localizadas em terras potiguares.

Para o diretor presidente do Nordestão, Leôncio Etelvino de Medeiros Filho, o selo SISBI-POA é um reconhecimento do trabalho desempenhado no Nordestão há 48 anos: “Sempre colocamos a qualidade e saudabilidade dos nossos produtos em primeiro lugar, porque entendemos que este é um dos principais pilares para continuar inspirando confiança e fidelizando os potiguares ao longo de tantos anos”. O diretor explica que inicialmente o Nordestão pretende comercializar sua produção certificada pelo SISBI-POA com supermercadistas de estados vizinhos.

No Rio Grande do Norte, a certificação é responsabilidade da Secretaria de Estado da Agricultura, da Pecuária e da Pesca (SAPE), por meio do Instituto de Defesa e Inspeção Agropecuária do RN (Idiarn).

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Tecnologia

Cervejaria Império melhora posicionamento no PDV com app de serviços

De Administrador SH 7 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Ferramenta com foco no trade varejista oferece promotores especializados contratados por hora para desenvolver estratégias promocionais e captar dados analíticos do shopper

A Cervejaria Império fechou parceria com a especialista em Field Marketing Allis que desenvolveu, em 2020, o Allis On Demand – um aplicativo com foco exclusivo no trade varejista, que oferece promotores especializados que podem ser contratados por hora para qualquer tipo de demanda no ponto de venda, desde a reposição de produtos até estratégias promocionais e captação de dados analíticos do shopper. A companhia cervejeira tem apostado nesta estratégia no ponto de venda. A marca faz atualmente cerca de dois mil chamados por mês.

O Allis On Demand tem ajudado a Cervejaria Império na execução “coleta de validades”, serviço que exige dos promotores o preenchimento das validades de todos os produtos e transformem essas informações em relatórios que devem ser alinhados com o Centro de Distribuição para fazer a logística das mercadorias. Outra função do AOD é o aumento do “market share” da marca, para isso, o aplicativo de serviços para o varejo e a indústria tem investido pesado no marketing promocional do produto.

“Trabalhar para a Cervejaria Império no ponto de venda é de suma importância para a sobrevivência da reputação da marca. Qualidade da execução, pontos extras e pontos naturais bem abastecidos foram os maiores desafios da atuação dos promotores em prol da Cervejaria Império”, conta Wagner Gutierrez, CEO da Allis.

A indústria de cerveja tem 80 promotores AOD e ainda mantém a consultoria para mantê-los ativos, treinados e engajados. Esse investimento resultou na expansão do produto em praças como São Paulo e Pará. “Atualmente temos uma média de 500 atendimentos semanais, chegando a mais de 2 mil por mês”, revela Gutierrez.

Após um ano do lançamento do aplicativo, a Allis faz um balanço e destaca que a ferramenta teve um aumento significativo dos chamados e projeta aumento de 30% na prestação do serviço nos pontos de venda em 2021. Entre os meses março e setembro de 2020, o ápice da pandemia, o Allis On Demand cresceu 58% em número de chamados e grande parte das solicitações vieram da indústria. No início da operação, o aplicativo logo atingiu 35 mil chamados. No segundo período do ano, chegou a mais de 70 mil. No final de 2020, ultrapassou a casa de 110 mil solicitações.

“O sucesso do AOD se dá por atender em qualquer lugar do país e pela atual presença em mais de 30 mil estabelecimentos. Temos percebido um crescimento de chamados em grandes e médias empresas de varejo, mas a indústria continua gerando a maior demanda. Houve uma maior procura pela ferramenta por categorias como alimentos e bebidas, além de um incremento significativo do setor de beleza”, afirma Wagner Gutierrez, CEO da Allis.

Com projeções bem arrojadas, a companhia de field marketing espera chegar próximo a 145 mil chamados até o final deste ano.

7 de julho de 2021 0 Comentários
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Tecnologia

Quatro benefícios de contar com um BI em seu e-commerce

De Administrador SH 7 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Analisar o comportamento do seu consumidor, criar ações mais assertivas de marketing digital, melhorar a gestão do estoque, a facilidade de criar uma estratégia omnichannel

*Conteúdo oferecido por Bluesoft

Analisar os dados relacionados ao seu e-commerce é uma das maneiras que você possui para melhorar a sua loja online. Afinal, com essas informações, você consegue descobrir se a experiência de compra do seu cliente está adequada, entender a taxa de desistência de compras, entender como está a taxa de conversão de visitas em vendas e muitos outros indicadores que, bem trabalhados, podem fazer uma diferença incrível no crescimento e lucratividade do canal

E, com o aumento das compras em e-commerces (só no primeiro trimestre de 2021, tivemos um aumento de 57,4% em relação ao primeiro trimestre de 2020), um dos diferenciais que o varejista pode ter ante seus concorrentes é o de ser mais atrativo e oferecer ao seu cliente uma experiência mais fluída de compra.

Logo, além de investir em UX (experiência do usuário), o varejista pode se beneficiar muito ao utilizar uma ferramenta de B.I., porque com ela será possível extrair insights importantes para auxiliar o seu e-commerce a mudar de patamar e ganhar cada vez mais competitividade.

Com uma plataforma de B.I. integrada ao e-commerce, é possível analisar o comportamento do seu consumidor, desde a sua entrada, até a sua compra ou saída do seu site. Por qual página ele entrou? Foi através de busca orgânica ou através de tráfego pago? Veio de uma rede social? Por quanto ele permaneceu navegando antes de sair do site? Incluiu itens no carrinho de compras? Fez o pagamento ou abandonou o carrinho?

Além disso, contar com dados de tudo o que acontece em seu ambiente online, é uma ótima forma do varejista otimizar seus investimentos e conhecer o seu público. Afinal, a ferramenta de B.I. fornece informações como, por exemplo, as preferências de compra; horários com maior acessos no site; ticket médio; entre outras informações.

E, se nós temos cada vez mais informações sobre os consumidores com o B.I., é mais plausível criar ações de marketing digital mais assertivas. Isso acontece porque com esses dados, é possível cruzar dados com as vendas das lojas e criar ações que equilibram as preferências do shopper com os estoques da empresa.

Dessa forma, é possível criar melhores campanhas e até mesmo descontinuar certos produtos do e-commerce, uma vez que a saída deles esteja muito baixa.

Outro benefício que você pode ter ao contar com uma ferramenta de B.I. é a de melhorar a gestão do seu estoque, que ficará mais assertiva e produtiva. Descobrir o que os clientes mais buscam e entender quando é a maior saída desses produtos, preparando-se para evitar rupturas.

Outra análise importante a ser feita é do resultado das campanhas, ofertas e promoções do canal online. Entender o que funciona melhor com seus consumidores, assim como também entender não funciona. A partir desses dados pode-se começar um processo de melhoria contínua para criar campanhas mais efetivas que encantem seus consumidores ao passo que gera o resultado que você procura.

E, para fechar os benefícios, não podemos deixar de falar da possibilidade de auxiliar você a criar uma estratégia omnichannel com o uso do B.I. em seu e-commerce.

Afinal, se o varejista, por exemplo, quer integrar as suas vendas online e offline, oferecendo mais comodidade para o seu consumidor, ao contar com uma plataforma de B.I., isso se torna mais plausível, uma vez que a gestão do e-commerce, se possível, deve ocorrer no mesmo ERP da loja física.

Vale destacar também que o Omnichannel faz com que o cliente seja o centro das atenções em todas as etapas de venda. Abrangendo desde a concepção do produto ou serviço até o pós-venda.

Sua influência é crucial para facilitar o bom atendimento ao cliente. Porém, vale destacar que seus atendentes precisam estar mais preparados do que nunca para não falhar nesse quesito.

Um dos objetivos do Omnichannel é fazer com que o cliente tenha uma visão positiva e homogênea da empresa. Por isso, tão importante quanto ser omnichannel, é ter um atendimento multicanal de qualidade, isso eleva a percepção de valor do seu cliente, que, se bem atendido, a tendência é que ele retorne sempre para seu supermercado para realizar suas compras, seja online ou offline.

Analisar o comportamento do seu consumidor, criar ações mais assertivas de marketing digital, melhorar a gestão do estoque, a facilidade de criar uma estratégia Omnichannel. Esses são somente alguns dos benefícios que contar com uma plataforma de B.I. em seu e-commerce fornece para o varejo.

Por isso que reforço nesse artigo, a importância do varejista contar com mais tecnologia em sua loja, isso permite trabalhar com uma base de dados sólida e com previsibilidade em seu negócio, o que é importantíssimo para seu crescimento. E mais importante do que ter a solução à disposição é transformar o uso dos dados em parte da cultura da empresa e rotina dos profissionais. Caso contrário será como pagar a academia sem frequentá-la, um erro óbvio, mas que infelizmente, assim como na contratação de tecnologia, não é incomum.

7 de julho de 2021 0 Comentários
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Varejo

Consumo nacional de chocolate cresce 23%

De Administrador SH 7 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

No Dia Mundial do Chocolate, indústria comemora a retomada da produção e dos investimentos no primeiro trimestre deste ano ante 2020

No Brasil, durante o primeiro trimestre de 2021, a produção de chocolates ficou em 189 mil toneladas, um aumento de 23% em relação ao mesmo período de 2020, segundo um levantamento de dados da Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (Abicab), coletados e consolidados pela KPMG. Em 2020, a indústria produziu 757 mil toneladas de chocolates, um crescimento de 0,05% em relação a 2019.

Mesmo em um cenário pandêmico, o aumento mostra uma retomada do mercado. “A indústria conseguiu se recuperar por meio da inovação, desenvolvendo um amplo portfólio, com diferentes formatos, necessidades, e com porções para consumo individual ou de forma compartilhada, além do investimento e consolidação em diferentes canais de venda, incluindo o on-line, de modo a atender os novos hábitos dos consumidores”, afirma Ubiracy Fonsêca, presidente da entidade.

O executivo aponta também que está otimista com o resultado e espera que a produção continue se recuperando e que as indústrias consigam ainda mais se reestabelecer neste novo ano, alcançando resultados positivos com o aumento da confiança dos consumidores e com a retomada dos investimentos do setor.

7 de julho de 2021 0 Comentários
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Eventos

Varejo e indústria se unem para discutir os novos hábitos de consumos

De Administrador SH 7 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Sexta edição da Live Supermeeting ABRAS contou com a participação da Ticket e das redes Mundial Mix (SC) e do Grupo Coutinho (ES)

O tema Novos Hábitos de consumos: como se preparar movimentou a tarde desta terça-feira (6) durante a sexta edição da Live Supermeeting ABRAS, transmitida ao vivo pelo canal da entidade no Youtube. O encontro contou com a presença de Jean Castro, diretor de redes da Ticket, patrocinadora do evento, e os varejistas Julio César Lohn, diretor comercial da rede Mundial Mix (SC) e também presidente da Rede Brasil, e Yuri Fernandes, gerente de Marketing e E-commerce do Grupo Coutinho (ES). Celso Furtado, vice-presidente de Negócios e Marketing da ABRAS, deu às boas-vindas a todos e passou a palavra para o moderador Danilo Nascimento, diretor e sócio da Propz, empresa de CRM e inteligência analítica especializada em varejo.

Nascimento iniciou os trabalhos afirmando que a pandemia, de fato, tem gerado muitas mudanças de hábitos de consumo. “O que permanece e o que não é permanente é o que vamos debater neste encontro hoje com os convidados”, avisou o moderador que, na sequência, passou a palavra para Jean Castro, diretor da Ticket.

Castro trouxe uma série de números interessantes para provocar a reflexão e a participação dos supermercadistas. O executivo citou dados da Pnad/IBGE (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio) pontuando, em abril, a existência de 14,7% dos brasileiros desempregados. Mas também apresentou dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) sobre a criação de mais de 280 mil novas vagas de trabalho, o que totaliza 40,6 milhões de trabalhadores no mercado formal. Baseado nos números, Castro mostrou que, se por um lado há queda no poder de compra dos trabalhadores por falta de renda; por outro lado quanto mais trabalhadores formais ativos, mais consumidores entrarão nos supermercados.

Segundo Castro, os resultados de uma pesquisa que a Ticket fez entre os dias de 16 de março e 5 de abril, com mais de 1.000 respondentes pelo aplicativo da companhia, mostra a força do setor supermercadista. Os participantes foram questionamos sobre os novos hábitos, durante a pandemia, em relação às refeições no horário de trabalho. O executivo da Ticket revelou que 40,3% dos participantes responderam que, atualmente, preparam a sua refeição em casa, pelo menos, cinco vezes por semana. “É uma mudança brutal em relação ao que observávamos antes. E questionados com qual frequência realizam compras em mercados, açougues, peixarias, supermercados, etc, cerca de 38,7% responderam que vão pelo menos uma vez por semana, 22% duas vezes ao mês e 19,4% frequentam três ou mais vezes por semana os estabelecimentos para comprar”, explicou Castro.

Outra pesquisa realizada em agosto do ano passado com 12 mil trabalhadores no Brasil, constatou, de acordo com a Ticket, que 66% dos respondentes afirmaram serem adeptos de compras online de maneira geral e mais da metade informou que passou a fazer isso em razão da pandemia. “Mas apenas 34% do total relataram a realização de compras de supermercados através da internet. Aqui é um comportamento que está evoluindo cada vez mais, mas tem espaço para crescer”, Castro chama a atenção.  O mesmo estudo mostrou que os consumidores entendem que essa alteração no perfil de consumo veio para ficar. “Cerca de 52% das pessoas disseram que esse será um hábito mantido mesmo com o fim do isolamento social”, complementa o executivo da Ticket.

O impacto no varejo

Diante de dados tão atraentes, Danilo Nascimento perguntou aos varejistas se eles observam essas mudanças de hábitos de consumo nos seus respectivos supermercados e também no setor como um todo.  

Yuri Fernandes, do Grupo Coutinho, afirmou que a mudança de comportamento aconteceu e houve crescimento das vendas no e-commerce. Porém, ele ressaltou que as alterações ocorreram de acordo com a região, já que o Grupo Coutinho possui lojas de perfis diferentes, ou seja, localizadas em bairros na periferia e também em bairros nobres. “O que não mudou, e até se intensificou nesse momento de pandemia, foi a procura do consumidor por facilidade e comodidade. Ele quer entrar na loja rápido e sair mais rápido também. Isso eleva a nossa responsabilidade e atenção nessa proximidade com o consumidor. É importante frisar para não tentar colocar todo mundo dentro de um bolo só. Quando a gente olha no volume de loja que temos, foi necessário personalizar muita ação, atender a cada uma das necessidades e expectativas desses consumidores”, compartilhou. 

Julio Cesar Lohn, do Mundial Mix, também comentou da importância de se fazer um diagnóstico do momento da pandemia e perceber que cada região teve uma realidade, principalmente na questão do fechamento e abertura do comércio. Lohn concordou com Fernandes que a tendência da comodidade e da conveniência não muda. Ao falar do e-commerce, ele ressaltou que é uma experiência que está oferecendo serviço de qualidade. “Quanto mais evolui, a experiencia de compra melhora e gera aderência”, afirmou Lohn, que também trouxe para a roda o outro lado da moeda. Ele fez as seguintes indagações: “O online traz conveniência e quem tem varejo de conveniência como faz nessa hora? E há as indústrias que começam a vender direto para o consumidor e tiram o tráfego da loja?  Pergunto tudo isso porque precisamos saber como domar esse animal chamado ‘velocidade online’ com todo mundo fazendo solução”, ressaltou. Lohn complementou suas reflexões dizendo que se trata de “um momento de muita reflexão e cuidado, mas não dá para ficar parado”.

Categorias que cresceram, iniciativas para engajar, ativar e reter os consumidores, desafios para melhorar as vendas online entre outros temas ainda foram abordados pelos varejistas e a Ticket durante o encontro. Para saber mais informações deste evento, confira matéria completa na próxima edição da revista SuperHiper.

7 de julho de 2021 0 Comentários
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Varejo

O avanço da refrigeração comercial no Brasil

De Administrador SH 6 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Decisões que quebraram fortes paradigmas resultaram em uma condição antes imaginada apenas para anos posteriores a 2030

*Por Rogério Marson Rodrigues

A refrigeração comercial e os supermercados brasileiros têm muito a comemorar pelo trabalho desenvolvido nos últimos 10 anos para reduzir o uso de gases nocivos ao meio ambiente. Em uma década, muito se fez. Mesmo sem uma legislação definida, a iniciativa privada agiu por demandas próprias e hoje pode colher os frutos de uma meta audaciosa, traçada por supermercadistas e empresários do setor de frio alimentar que tinham por objetivo reduzir o impacto ambiental de suas ações, bem como garantir a qualidade do frio e a redução do consumo de energia.

Com mais de 80 mil pontos de vendas distribuídos por todo Brasil, os supermercados ainda são responsáveis pelo consumo de grandes quantidades de fluidos refrigerantes no país, porém este consumo está diretamente relacionado às necessidades de reposição de gás de projetos mais antigos ou àqueles que não se adequaram às mudanças. Muitas lojas recentes já usufruem das novas tecnologias aplicadas aos expositores, câmaras frigoríficas e casas de máquinas, abrindo caminho para que todo o mercado as siga.

Supermercados com área de salão de vendas em torno de 4.000 m² sempre foram usuais, sejam em décadas passadas ou agora. Nestas lojas, ter uma quantidade de 1.000 kg de gás em circulação nos sistemas de resfriados e congelados era bem comum. Os projetos atuais permitem que esta loja, mantendo-se a mesma área de exposição e armazenamento de perecíveis, passe a trabalhar com apenas 50 kg de gás. Uma verdadeira revolução na refrigeração comercial.

Decisões que quebraram fortes paradigmas, como o uso de glicol e a aplicação de portas nos expositores, bem como a correta utilização de balcões com máquinas acopladas e escolha das novas tecnologias de casas de máquinas, resultaram em uma condição antes imaginada apenas para anos posteriores a 2030.

Se os hábitos de consumo continuarem evoluindo como nos últimos anos, cada vez mais os produtos perecíveis demandarão por espaços dentro do salão de vendas, exigindo-se mais e mais da refrigeração.

A Eletrofrio Refrigeração, empresa brasileira com 75 anos no mercado da refrigeração comercial, compactua com todas as decisões dos supermercadistas que almejam projetos mais sustentáveis, mais eficientes e com baixo custo de manutenção. Com uma equipe de engenharia voltada ao desenvolvimento e aplicação de equipamentos de refrigeração para a exposição, armazenamento e manipulação de alimentos, nos colocamos à disposição para apresentar soluções que venham de encontro às necessidades dos mais diversos tamanhos e formatos de loja.

Supermercados e indústria, juntos, em busca de um futuro mais sustentável.

*Rogério Marson Rodrigues é gerente de Engenharia da Eletrofrio

6 de julho de 2021 0 Comentários
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Tecnologia

Com solução da Simplus, Jasmine reduz 92,5% do tempo de cadastro de produtos

De Administrador SH 6 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Tecnologia para automação do cadastro já beneficia mais de 13 mil marcas nacionais e globais

A Jasmine, marca brasileira de alimentos saudáveis, acaba de dar um importante passo em prol da eficiência do seu cadastro de produtos. A equipe comercial da Jasmine que, antes preenchia fichas de cadastro manualmente, reduziu 92,5% do tempo ao automatizar esse processo com a Simplus 1WorldSyc, maior provedor de conteúdo de produto do mundo para varejos, e-commerce e marketplaces. A parceria de sucesso começou em 2017, quando a Jasmine iniciou a gestão automatizada do portfólio na plataforma.

“A digitalização do portfólio completo da Jasmine na plataforma Simplus 1WorldSync deu ainda mais agilidade para as equipes comerciais e de trade marketing que, antes, precisavam trocar muitos e-mails para obter informações e imagens dos produtos tanto para cadastro quanto para as negociações com os varejos e marketplaces. Agora, a equipe comercial tem autonomia para pesquisar e fazer o download de todo o conteúdo necessário de forma instantânea e isso trouxe muita produtividade para eles e para nós. Com isso, nós também ganhamos tempo para focar em atividades mais estratégicas, bem como a gestão do portfólio e de lançamentos”, destaca Kristal Machado, analista de Trade Marketing da Jasmine Alimentos.

A parceria ainda trouxe outros resultados importantes para Jasmine, como a melhora da experiência de compra dos consumidores com a padronização e completude das informações distribuídas de forma automatizada via Simplus 1WorldSync para o smais de mil varejos, e-commerce e marketplaces conectados à plataforma.

“Todo mundo conhece alguém que já compra produtos sem glúten, sem lactose, orgânicos, veganos, ovos de galinhas criadas soltas, buscam selos de origem e assim por diante. A origem dessas informações é o cadastro e, é por isso, que aqui na Simplus 1WorldSync nós capturamos e validamos, em média, 160 atributos por categoria. É esse conteúdo completo e confiável que permite a pesquisa por atributos específicos, como um biscoito sem glúten, e ajuda empresas como a Jasmine a atenderem melhor seus consumidores e a obterem mais eficiência operacional com a automação do cadastro”, explica Wellington Machado, General Manager da Simplus 1WorldSync para a América.

Sobre a Simplus 1WorldSync

Líder de soluções de conteúdo de produtos com mais de 13 mil clientes em mais de 60 países. O Brasil está à frente dos negócios na América Latina, levando informações e imagens de produtos para fomentar negócios entre indústrias, varejos e marketplaces. O Grupo 1WorldSync é o único provedor de rede de conteúdo de produtos e pool de dados GDSN a obter a certificação ISO 27001 (Norma Internacional de Gestão de Segurança da Informação).

6 de julho de 2021 0 Comentários
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Varejo

Market4u compra Numenu para bater R$ 100 mi até dezembro

De Administrador SH 6 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Duas startups brasileiras se unem para ganhar escala e enfrentar o segmento de mercadinhos que disparou na pandemia. Na aquisição, adquirente assume 1,5 mil condomínios

A covid-19 despertou a atenção de empreendedores e investidores para uma atividade ainda pouco comum no país, mas com grande potencial de crescimento: os minimercados em condomínios residenciais. Em busca de escala, duas startups brasileiras estão se unindo para disputar o segmento – a Market4u, com sede em Curitiba, e a Numenu, de São Paulo.

Pelo acordo, a Market4u, fundada em 2019, vai adquirir 100% da Numenu, que foi criada dois anos antes, mas só passou a atuar na área no ano passado, depois de mudar seu modelo de negócio. O valor do acordo não é revelado, mas a incorporação permitirá à Market4u atuar em mais de 1,5 mil condomínios em 20 Estados. A expectativa é chegar à receita de R$ 100 milhões até o fim do ano.

“Nosso modelo de negócio depende diretamente de escala. Temos planos ambiciosos de atingir a meta de 10 mil unidades em operação ainda em 2021”, diz Eduardo Córdova, cofundador e presidente da Market4u. “Para isso, estamos de olho na movimentação do segmento. Sabemos que estamos em um setor em plena expansão, no qual crescer com operações já maduras tende a ser muito promissor.”

O negócio de minimercados ou mercados autônomos inclui instalar gôndolas e geladeiras em áreas comuns dos prédios, fazer a reposição dos itens, gerenciar os pagamentos e evitar fraudes. Mas também é um negócio de tecnologia. Não existem funcionários nas lojas. O morador faz tudo sozinho e paga por meio de um aplicativo. Isso permite às empresas acompanhar os hábitos de compra dos consumidores e fazer ofertas direcionadas para impulsionar as vendas. “O modelo é o de uma empresa de varejo e logística com bastante tecnologia embarcada”, diz Rafael Freitas, cofundador da Numenu.

A rede da Market4u conta com 10 mil itens cadastrados e cerca de 500 produtos em cada ponto de venda. Refrigerantes, chocolates, sorvetes e cervejas são os mais vendidos. O valor médio individual das compras é de R$ 82 por mês, o que indica que há grande espaço para crescer, diz Córdova. A empresa tem cerca de 200 funcionários, incluindo uma equipe de 20 programadores.

A estreia da Market4u não foi fácil, conta o empresário. Os negócios começaram efetivamente no início de 2020, antes da pandemia. “A princípio, houve uma grande dificuldade para falar com os síndicos”, diz Córdova. A situação mudou com o surto de covid-19. Com as medidas de isolamento social, ir ao supermercado tornou-se uma tarefa difícil, o que ajudou a disseminar o conceito desse tipo de loja, em que basta descer pelo elevador para fazer compras.

Na Numenu, a história foi diferente. A empresa vendia produtos em carros compartilhados, como um serviço de bordo. O passageiro fazia o pedido por meio de um aplicativo e recebia a mercadoria na mesma hora pelas mãos dos motoristas de serviços como Uber e 99. Quando as corridas pararam, por causa da pandemia, os sócios perceberam que precisavam de uma nova fonte de receita para não quebrar. Decidiram testar os mercados autônomos e obtiveram resposta imediata. Em um único dia, depois de distribuir o primeiro folheto promocional, 300 síndicos entraram em contato. Entre março e abril foi feita a transição dos carros para os condomínios.

Além de inúmeras startups, redes de supermercados e lojas de conveniência estão investindo nos minimercados. A lista inclui marcas como Carrefour, AmPm (da rede de postos Ipiranga) e Hirota. O movimento segue tendência internacional. No exterior, a Amazon tornou-se uma das precursoras dos mercados autônomos com as lojas Amazon Go, atualmente disponíveis nos Estados Unidos e no Reino Unido.

Na Market4u, os recursos próprios respondem por 95% do capital. O restante veio de um investidor-anjo. Para ampliar a rede de pontos rapidamente, a companhia contratou o Santander para fazer uma rodada de captação. Entre julho e agosto, a empresa planeja fazer um “road show” para atrair investidores e reforçar o caixa. Os recursos, diz Córdova, serão usados para fazer mais aquisições, reforçar a tecnologia e iniciar um processo de internacionalização.

Fonte: Por João Luiz Rosa, Valor

6 de julho de 2021 0 Comentários
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Varejo

Tirol inaugura fábrica de R$ 152 milhões em Ipiranga

De Administrador SH 6 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Novo parque no Paraná tem capacidade de produzir 600 mil litros de leite longa vida (UHT), mas com potencial de ampliar em 50% a fabricação de lácteos

Tirol investe R$ 152 milhões e inaugura a sua primeira fábrica no Paraná, na cidade de Ipiranga, neste dia 07 de julho. Em uma área construída de 33,1 mil m², a unidade fabril será voltada para a produção de leite longa vida (UHT), com capacidade inicial de 600 mil litros por dia, mas com potencial de ampliação para 1,2 milhão de litros e inclusão de outros produtos lácteos.

A maior indústria da região vai contribuir com a geração de renda na cidade por meio de 160 empregos diretos, além da ativação de uma cadeia econômica na região com 150 fornecedores diretos, exclusivos para o abastecimento da unidade. “Ipiranga foi escolhida após estudos de diversos fatores, que enxergaram o potencial da cidade na captação do leite e no acesso ao mercado”, afirma o diretor comercial da Tirol, Jossemar Olivo.

Planejada de forma linear, a fábrica é toda otimizada, balanceada e configurada com tecnologia de ponta e equipamentos de última geração. A modernidade do projeto também está presente no Centro de Inovação incorporado na unidade, que conta com uma estrutura voltada para o desenvolvimento de novos produtos. O espaço vai abrigar uma parte da equipe técnica da empresa, que se divide entre Ipiranga e Treze Tílias.

De acordo com Olivo, o Paraná já é um dos maiores mercados de lácteos da empresa e este investimento faz parte dos planos de expansão no estado e na ampliação da distribuição nacional e internacional. A meta é se consolidar como uma das principais indústrias do setor no país.

A companhia tem um mix de mais de 150 produtos, distribuídos entre leites, achocolatados, iogurtes, bebidas lácteas, requeijões, manteigas, queijos, cremes de leite, doces de leite e leites condensados.

Atualmente, além da unidade fabril de Ipiranga, a Lacticínios Tirol possui fábricas em Treze Tílias, Pinhalzinho e Chapecó, em Santa Catarina.

6 de julho de 2021 0 Comentários
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ESG

Bunge lança embalagem sustentável de papel para farinha de trigo de 25 kg

De Administrador SH 6 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Novas caixas são eficazes contra vazamento e facilitam o armazenamento dos farináceos

Todas as linhas de farinha de trigo da Bunge voltadas aos clientes industriais e de food service já são comercializadas em embalagens de papel produzidas com matérias-primas provenientes de fontes renováveis e recicláveis, para seu portfólio de produtos de 25 Kg.

A alteração representa inúmeros benefícios aos clientes, como maior facilidade no armazenamento dos produtos e eficácia contra vazamentos. As novas embalagens são produzidas pela Klabin, maior produtora e exportadora de papéis para embalagens e embalagens de papel do Brasil, e contam com certificação de manejo sustentável FSC®.

O processo produtivo contabiliza um balanço positivo captando e fixando mais carbono do que emite para o meio ambiente, além de contar com matriz energética predominantemente renovável e fibra de papel que pode ser reciclada de cinco a sete vezes – considerando que o setor de papel possui uma alta taxa de reciclagem, esta fibra permite a geração de menos resíduos e contribui de forma positiva com a Política Nacional de Resíduos Sólidos.

O programa, que inclui adaptações nas linhas industriais, começou no ano passado pelo moinho de Ponta Grossa, no Paraná. Agora, o processo vai ser realizado em outras três unidades – Ipojuca (Pernambuco), Fluminense (Rio de Janeiro) e Vera Cruz (Minas Gerais). Este último terá sua produção 100% migrada para o novo modelo de embalagem.

“Trabalhamos com o propósito de inovar continuamente e oferecer a nossos clientes os melhores produtos e soluções. A utilização das embalagens de papel de fontes biodegradáveis certamente facilitará o dia a dia de nossos parceiros”, afirma Lucélia Vieira, gerente de Marketing da Bunge para cadeia de Trigo.

As novas embalagens estão disponíveis em 17 estados: Alagoas, Amapá, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, Ceará e São Paulo. Os produtos que passarão a ser embalados em papel são Pré-Mistura Pré-Mescla Francês Plus, Farinha de Trigo Suprema Especial, Farinha de Trigo Predileta, Pré-Mistura Predileta, Farinha de Trigo Suprema Premium, Farinha de Trigo Suprema Extra Clara, Pré-Mistura Pré-Mescla Pão de Hambúrguer, Forma e Hot Dog e Pré-Mistura Pré-Mescla Pão Doce. A expectativa é de que a transição completa para as novas embalagens aconteça até o final deste mês, de forma gradativa.

6 de julho de 2021 0 Comentários
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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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