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quarta-feira, setembro 16, 2026
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Varejo

Os novos negócios do grupo que custam meio bilhão de reais

De Administrador SH 12 de abril de 2022
Escrito por Administrador SH

Rede varejista tem uma dezena de projetos em vista para ampliar ainda mais seu market share

O grupo Zaffari, maior rede supermercadista do Rio Grande do Sul, tem um rol de empreendimentos para executar de dar inveja a qualquer varejista.

Os projetos misturam operações de autosserviço, de super a hipermercado, centro de distribuição (CD), torres comerciais e residenciais e shopping center. O assunto Zaffari desperta a atenção entre apaixonados e críticos da bandeira gaúcha.

Além desse grupo, há mais dois que começam a ser preparados para obras em Gravataí e Novo Hamburgo. Os projetos na Capital abrangem cinco supermercados, um hipermercado, dois shoppings, uma torre comercial e o centro de distribuição, na Zona Norte.

O investimento, com base em dados do grupo, mas que precisam de atualização, é de quase R$ 500 milhões. Detalhe: falta o projeto maior, o Jardim Itália, na área da antiga Gaúcha Cross, cujo aporte total não foi divulgado.

Até agora, quatro deles estão em obras, entre execução avançada e acelerada – Zaffari da Lucas, Bourbon Carlos Gomes, prédio ao lado do Zaffari da Getúlio e ampliação do CD -, na preparação da área para construção – Zaffari Moinhos, Bela Vista e Tristeza, complexo Belvedere e Jardim Itália -, e um – torre na área do Bourbon Country -, sem sinal de movimentação ainda, mas que já tem licenciamento da prefeitura.

Os supers vão seguir o layout que já é adotado no Zaffari Lindoia, na avenida Panamericana, na Zona Norte, aberto em junho de 2021.

Chamou a atenção recentemente de moradores da Tristeza uma demolição em terreno ao lado do Zaffari da avenida Otto Niemeyer. No local, vai ter ampliação de área para estacionamento e logística da loja.

Lista de empreendimento que são aguardados na Capital

Zaffari da Lucas

Zaffari Moinhos

Zaffari Bela Vista

Bourbon Carlos Gomes

Hipermercado no Complexo Belvedere

Jardim Itália

Zaffari Getúlio

Zaffari Tristeza

Centro de Distribuição do Zaffari (ampliação)

Torre comercial ao lado do Bourbon Country

Fonte: Minuto Varejo, JComércio

12 de abril de 2022 0 Comentários
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Varejo

Famílias lançam mão de estratégias para driblar a inflação

De Administrador SH 12 de abril de 2022
Escrito por Administrador SH

Para manter o carrinho cheio, realizam compras em grupo, usam apps e aproveitam as promoções do varejo

Com os preços dos alimentos nas alturas, consumidores estão recorrendo a estratégias para manter as compras no carrinho. Pesquisa assídua de preços, acompanhamento dos dias de promoções de cada produto, compras em atacarejos, aplicativos e programas de fidelidade nos supermercados passaram a fazer parte da rotina de quem convive com uma inflação acumulada em 12 meses que passa de 10% há sete meses.

Com a renda comprimida, comportamentos como a caça de descontos e a estocagem de alimentos ganham espaço para fechar as contas no fim do mês.

A cada 45 dias, o militar Rodrigo Soares, de 41 anos, faz compras em atacadões. Ele faz uma espécie de mutirão de compras, com produtos para sua própria casa, a da namorada e a da mãe.

Para produtos como pães, legumes, verduras e frutas, ele acaba recorrendo ao mercado do bairro, mas procura economizar em produtos de limpeza, bebidas, itens de higiene pessoal e alimentos não perecíveis, comprados em maior quantidade.

— Aquilo que conseguimos estocar, compramos juntos no atacado porque acaba saindo mais em conta. Alguns produtos têm descontos, como levar cinco unidades e pagar por três. Vale a pena — afirma.

Pensados inicialmente para atender pequenos comerciantes ou empreendedores, os mercados de atacado, ou atacarejos, oferecem preços mais vantajosos nas compras em quantidade e recebem cada vez mais clientes comuns:

— A quantidade de clientes “pessoa física” cresceu nos últimos anos e se intensificou no período da pandemia da Covid-19. Esse movimento está atrelado a duas razões principais: o preço oferecido pelo modelo de negócios, que trabalha com valores até 15% menores do que o varejo tradicional, e a transformação do formato do atacarejo, que tem evoluído para oferecer uma experiência de compra cada vez mais abrangente — avalia Moacir Sbardelotto, diretor regional do Assaí Atacadista, rede que inaugurou seis lojas na Região Metropolitana do Rio no ano passado e pretende abrir outras cinco em 2022, como parte da compra do Extra Hiper.

O casal de vendedores Adriana Sampaio, de 40 anos, e Leonardo Cunha, de 32 anos, deixou de comprar no varejo tradicional no início da pandemia. Para alimentar os três filhos, também recorrem aos atacadistas, que consideram vantajosos mesmo com as altas no preço dos alimentos.

— Laticínios, carnes e produtos de limpeza são os itens que mais valem a pena na nossa realidade. Deixamos de fazer aquela grande compra de mês, vamos ao mercado toda semana e gastamos uma média de R$ 600. No início, sentimos uma diferença de 20% a 30%, em comparação a outros mercados. Agora, a diferença é de uns 10%, mas ainda vale a pena — diz Leonardo.

Rotina de troca no menu

Junto com a já tradicional pesquisa de preços, comparando anúncios e encartes, outra ferramenta se tornou uma aliada importante na hora das compras: os aplicativos e programas de descontos nos supermercados. No Rio, grandes redes como Prezunic, Mundial e Mercado Extra, oferecem preços mais vantajosos para clientes cadastrados.

Casado e pai de duas filhas, o empresário Roberto Duarte, de 33 anos, sente o impacto no poder de compra principalmente nos itens de alimentação. Além das substituições cada vez mais constantes no cardápio da família, como a troca da carne vermelha pelo frango, a forma de ir ao mercado também mudou:

— Priorizo os supermercados que oferecem descontos nos aplicativos e fico comparando se as ofertas valem a pena em relação às dos outros. Ainda que a diferença seja de centavos, às vezes, no fim faz toda a diferença no orçamento. Não consigo entrar no mercado hoje e gastar menos de R$ 100, mesmo que precise comprar apenas coisas básicas que faltam naquele momento. É muito triste — desabafa.

Fonte: Letícia Lopes e Taís Codeco*, O Globo

12 de abril de 2022 0 Comentários
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TecnologiaVarejo

Rádio Indoor e o Padrão de Consumo

De Administrador SH 12 de abril de 2022
Escrito por Administrador SH

A aplicação da rádio indoor no varejo é uma poderosa ferramenta de sell out

Você precisa de uma rádio corporativa que ajude a aumentar as vendas, ao mesmo tempo que proporciona ao seu cliente uma boa experiência dentro da loja. Para isso acontecer não basta investir numa simples operadora de música que toca aleatoriamente em qualquer estrutura. Para tornar a sua rádio uma ferramenta de vendas, é preciso estruturar a rádio:

Inteligência: aspecto da rádio que contempla music branding. Aqui você terá a curadoria musical, voz da marca, conteúdo comercial, distribuição e equalização sonora, definição de elementos musicais em linha com as características sensoriais do pdv.

Operacional: tão importante quanto a inteligência sensorial de sua rádio, a parte operacional engloba todos os equipamentos e tecnologia necessários para ter um sistema de som adequado ao pdv: hardware, softwares, internet, sonofletores e estrutura de som. Na parte operacional você tem também a equipe de estúdio para a gravação de spots comerciais.

Nosso Site https://www.rdsmultimidia.com.br

A infraestrutura de som é tão importante quanto o conteúdo da sua rádio. https://www.rdsmultimidia.com.br/rds-sound

Uma rádio indoor focada na experiência do cliente no pdv, tem os dois pilares em sincronia: a inteligência constrói e compõe, enquanto o operacional transmite e entrega. Uma inteligência bem-feita, pode ser comprometida por um operacional deficiente e vice-versa.

Para extrair os melhores resultados de sua rádio indoor é necessário:

• programação musical alinhada com o perfil do shopper;

• exímio processo de captação, mixagem e masterização da locução;

• voz da marca e conteúdos relevantes.

Entretanto, todos esses diferenciais dependem de uma infraestrutura de som adequada, do­­­

contrário, estará comprometida a qualidade da entrega aos ouvidos do shopper e,

consequentemente, a experiência dele em sua loja.

Locuções ao vivo, geram benefício imediato ao seu cliente.

https://www.rdsmultimidia.com.br/radio-locutor)

Nossa experiência de 25 anos com rádio indoor tem nos mostrado que a rádio indoor é uma poderosa ferramenta de sell out.

A atmosfera sonora que influencia positivamente o padrão de consumo no seu pdv, envolve um processo multidisciplinar que entrega branding, música, marketing e conteúdo comercial, em forma em uma operação robusta e integrada.

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Varejo

Saiba o que grandes bandeiras do varejo estão fazendo para lucrar com a Páscoa

De Administrador SH 11 de abril de 2022
Escrito por Administrador SH

Muitas redes parcelam, inclusive, o almoço de Páscoa que conta com uma ampla variedade a preços bem acessíveis

A Páscoa está cada vez mais próxima e os consumidores começam a pensar e a planejar como comemorar a data, que, este ano, cairá no dia 17 de abril. As indústrias e o setor varejista, porém, já estão em “modo Páscoa” há meses, planejando, desenvolvendo produtos e lançamentos e já expondo ovos, bombons, snacks, barras de chocolate e outros produtos pascais no ponto de venda, a fim de atrair o consumidor e garantir escoamento de 100% do estoque.

E tanta energia despendida para uma data sazonal tem tudo para valer a pena este ano. Em que pese a crise econômica do País e o consequente baixo poder aquisitivo da população, o varejo supermercadista está fazendo a sua parte para viabilizar o consumo dos brasileiros e, assim, levar a data para dentro dos lares, a exemplo do Grupo BIG, que parcelará o pagamento de itens típicos desta temporada em até 10 vezes sem juros nas bandeiras BIG e Bompreço, para alguns cartões em específico. O mesmo acontecerá nas lojas do Sam’s Club, onde o benefício pode chegar a um pagamento em até seis vezes.

De olho no bolso apertado do cliente, o almoço para a Páscoa do grupo Pão de Açúcar também é vendido em até seis parcelas sem juros.

BIG

As lojas do Grupo BIG estão com diversas ofertas para o período da Páscoa. Entre os hipermercados, as bandeiras BIG e BIG Bompreço oferecem condições especiais de pagamento na compra de itens típicos do período, como os Ovos de Páscoa, Bacalhau e Colomba Pascal, que podem ser parcelados em até 10 vezes sem juros nos cartões Hipercard Mastercard Internacional Zero e Sam’s Itaucard Gold Mastercard Zero, que possuem anuidade grátis para sempre, além de descontos exclusivos e parcelamento diferenciado nas lojas do Grupo BIG. Para os demais cartões, o parcelamento pode ser feito em até seis vezes sem juros.

Bretas

 A Rede Bretas, com unidades em Goiás e Minas Gerais, já está com as lojas repletas de delícias. Não são apenas ovos, mas barras e caixas de chocolates e até a colomba pascoal.

 O ovo representou em 2021 a maior parte das vendas da rede. Para se mensurar, no ano passado, o Bretas vendeu 43% a mais do produto se comparado com a Páscoa de 2020. E, em média, 60% de todo o volume de vendas desta categoria foi comercializado na última semana que antecede a data.  De forma geral, a Páscoa 2021, aumentou as vendas dos produtos da época em 21% nas unidades em relação ao ano anterior.

 E o mercado deste ano está mais motivado. De acordo com um levantamento da consultoria GS Ciência do Consumo, as compras deste ano já estão no mesmo patamar de volume de 2019, antes da pandemia. Segundo pesquisa da Fecomércio do DF, com o avanço da vacinação, seis a cada 10 consumidores pretendem ir às compras para as festividades.

Assim, a estratégia da rede para incrementar as vendas é apostar na decoração das lojas com parreiras de ovos de Páscoa e com ilhas extras com a exposição dos produtos, deixando o local com clima de confraternização.

A rede tem opções em ovos, que variam entre 50 gramas a partir de R$ 7,99 até R$ 79,99, os de 560 gramas. E conta com as variações sem adição de açúcar e zero lactose. Os mais procurados pelo consumidor são os presenteáveis, com gramatura entre 150 e 350 gramas.

Além dos ovos, as barras e caixas de chocolate das principais marcas, como Lacta, Garoto, Nestlé e Hersheys complementam as opções de compra.  A perspectiva este ano é que o consumidor está atento ao custo-benefício – preço x qualidade.

Mesmo assim, em 2021 os ovos de Páscoa foram os produtos com mais saída e representaram 60% das vendas, seguido das caixas de bombons, com 27% e das barras de chocolates (13%).

Já o consumidor que não quer comprar chocolate, mas deseja agradar, a sugestão são as colombas pascais. Um diferencial da rede é a produção, em todas as unidades, da colomba (R$ 19,90 o quilo), nos sabores gotas de chocolate, frutas e brigadeiro. Nas lojas as industrializadas complementam o portfólio. Para esta Páscoa o Bretas prepara preços e promoções especiais no App e no delivery. Uma dica é o cliente ficar de olho para ativar ofertas exclusivas.

Coop

Para presentear ou para a sobremesa do tradicional almoço do domingo de Páscoa, a Coop lançou sua marca própria Delícias da Coop, o Ovo de Páscoa de colher, que será fabricado artesanalmente pelas confeiteiras em cada uma das suas 31 lojas. A novidade vem em embalagens de 500 gramas nas versões de recheio brigadeiro, churros, chocolate com morango e coco com chocolate e a Coop prevê uma edição limitada com a produção de 1.500 unidades.

Outra aposta é o bolo pascal Delícias da Coop, de 400 gramas nos sabores frutas e chocolate. Dos fornos, deverão sair 45 mil unidades para abastecer a rede. Para a data festiva, a marca Delícias da Coop ainda possui uma linha de bolos confeitados e de pudins, que vão do tradicional ao requintado, com elevada qualidade, preço acessível e elaborados com produtos da marca Nestlé.

A tradicional Campanha de Páscoa da Coop seguirá até domingo, com várias ofertas nas categorias de tabletes, bombons, ovos de chocolate, bolos pascais, coberturas, sobremesas, azeite, derivados de coco, peixes congelados, bacalhau, enlatados e vinhos. No setor de vinhos, são mais de 540 rótulos nacionais e importados.

De acordo com Monica Elisa Guazi, analista de Marketing, a Coop continua apostando em proporcionar aos consumidores a conveniência de encontrar todos os itens num só lugar para o tradicional almoço de Páscoa em família. E para quem possui o Cartão Coop, as aquisições de produtos sazonais poderão ser pagas em até 12 vezes sem juros.

Combos

Nas lojas do grupo BIG, o almoço de Páscoa também está garantido com uma ampla variedade de azeites, azeitonas e vinhos importados com preços promocionais. Até o dia 16 de abril, o cliente também pode fazer a sua encomenda na Rotisserie, que oferece diversas opções de pratos típicos do período como a Bacalhoada de Forno (R$ 89,90/Kg), o Escondidinho de Bacalhau (R$ 59,90/Kg), a Torta de Bacalhau (R$ 49,90/Kg) e a Lasanha Três Queijos (R$ 39,90/Kg), todos produzidos com ingredientes de grandes marcas e respeitando o jeitinho caseiro e brasileiro de cozinhar.

Nas lojas do grupo Pão de Açúcar, kits assinados por ChefTime servem até 4 pessoas e custam entre R$58,90 e R$169,90.

Com opções tradicionais para esta época do ano e pratos modernos menos convencionais, além de um menu totalmente vegetariano, o Pão de Açúcar reforça que é possível unir qualidade e praticidade no almoço de Páscoa. As encomendas devem ser feitas com pelo menos 48 horas de antecedência, assim, para o domingo de Páscoa serão aceitas encomendas até às 12h do dia 15/12. Para retirar a encomenda, basta passar na Rotisserie da loja do Pão de Açúcar selecionada, na data e horário agendados, com o número do pedido. Os clientes podem parcelar as compras em até 6x sem juros no cartão do Pão ou até 3x sem juros nos demais cartões.

São seis opções de menus completos: Menu Completo Filé de Tilápia, serve 4 pessoas, conta com filé de tilápia com crosta de parmesão e limão siciliano, arroz cremoso de camarão, bolinho de bacalhau e salada mediterrânea por  R$ 139,90 ou R$125,90 para Cliente Mais; Menu Completo Vegetariano, serve 2 a 3 pessoas, composto por moqueca de palmito e banana, arroz branco e salada da Thay por R$68,90 ou R$ 58,90 para Cliente Mais; Menu Completo Páscoa Gomes de Sá, serve 4 pessoas, com bacalhau à portuguesa, arroz de alho poró e amêndoas, torta de camarão e salada de penne e frutos do mar por R$ 189,90 ou R$ 169,90 para Cliente Mais; Menu Completo Roastbeef de alcatra, serve 4 pessoas, Roastbeef de alcatra com pimenta biquinho, arroz de alho poró e amêndoas e panachet de legumes por R$ 169,90 ou R$ 149,90 para Cliente Mais; Menu Completo Salmão com Vegetais à Julienne, serve 4 pessoas, salmão com vegetais à julienne, arroz com alho poró e amêndoas douradas e bowl mediterrâneo (salada) por R$ 139,90 ou R$ 125,90 para Cliente Mais; Menu Completo: Moqueca de peixe com camarão, serve até 5 pessoas, composto por moqueca de Peixe e Camarão, arroz branco e farofa crocante com banana R$ 79,90 ou R$ 71,90 para Cliente Mais; e Menu Completo: Bobó de Camarão, serve 4 pessoas, que conta com bobó de camarão, arroz branco e torta cremosa de brócolis e champignon por R$ 99,90 ou R$ 89,90 para Cliente Mais.

Além dos kits, a rede oferece um menu completo para quem preferir selecionar os pratos individualmente e montar o cardápio como preferir. Entre os pratos, estão paella de frutos do mar, peito de frango à fiorentina, bacalhau em natas, moqueca de peixe com camarão, bobó de camarão, file de tilápia com crosta de parmesão e limão siciliano e salmão com vegetais à Julienne. Arroz cremoso de camarão, strudel de bacalhau e espinafre, arroz de alho poró com amêndoas e torta de brócolis com champignons estão entre os acompanhamentos. Para entradas, entre as opções estão salada Thay, salada de penne integral com frutos do mar, cuscuz de camarão e tábua de queijos gourmet.

Esta Páscoa será ainda mais especial, marcando a retomada das reuniões de famílias e amigos. E, seguindo a estratégia de atender ao cliente onde, como e quando ele quiser, a rede disponibiliza todo cardápio sazonal no e-commerce (https://www.paodeacucar.com/cheftime/encomendas/categoria/especial-pascoa/menus-completos) e no app Pão de Açúcar Mais, além da opção de fazer a encomenda diretamente na loja que preferir. Ainda, o Especial de Páscoa (https://folhetos.paodeacucar.com/especiais/rotisserie-pascoa/index.html) conta com dicas e conteúdos produzidos exclusivamente para o feriado mais doce do ano, como um tutorial para dobrar o guardanapo em forma de coelhinho e um quiz para descobrir o menu de Páscoa da Rotisserie do Pão que é ideal para o seu almoço.

E como páscoa sem chocolate não parece completa, o Pão de açúcar também traz opções deliciosas de sobremesas de fabricação própria para adoçar o almoço, como meio ovo recheado de ninho com morango; surpresa de doce de leite; e bolo de páscoa com gotas de chocolate.

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Varejo

Por que as lojas autônomas fazem sucesso no país? 

De Administrador SH 10 de abril de 2022
Escrito por Administrador SH

A disparada no número de mercados revela novos hábitos do cliente alimentados ainda mais pela pandemia

Um intervalo superior a 15 minutos é intolerável, e leva o consumidor a desistir da compra. O conhecimento detalhado sobre esse comportamento tem gerado novas tecnologias. Cadeias de fast food como o McDonald’s já possuem lojas com pequenos totens instalados na entrada, onde o cliente pode fazer seu autoatendimento e selecionar sozinho o que vai comer e beber, sem a necessidade de um atendente. Ao encerrar o pedido, ele paga com cartão de crédito, débito ou até via pix. Retira o pedido no balcão, sem qualquer contato com os funcionários.

A ação reduz em cerca de 80% a espera nas filas, mas as empresas também estão de olho em outra consequência que vem com a novidade: menos funcionários, menos custos. As lojas de conveniência começam a abraçar o sistema. Muitas estão investindo alto em segurança para evitar fraudes que podem surgir com a nova moda.

A Americanas S.A. já oferece lojas totalmente autônomas desde 2019, quando lançou a Ame Go, modelo hoje presente no Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. Funciona assim: o cliente baixa o aplicativo da Ame, fintech da empresa, e acessa à loja com o QR Code.

Ao entrar no espaço, as câmeras registram seus movimentos por meio de sua biometria corporal e verificam quais produtos são retirados das prateleiras. Quando o consumidor deixa a loja, o valor é debitado no app, sem check-out, e um cupom é enviado para o seu e-mail. “Entregamos uma experiência rápida, pois sabemos que aqueles clientes estão com pressa. Quem entra nas nossas lojas busca produtos emergenciais”, explica Pedro Maia, head de inovação da plataforma física da Americanas S.A.

Criada em 2016 por Rodrigo Miranda, a Zaitt é outra empresa que aplica o conceito das compras autônomas. “Quando eu era criança, ir ao mercado era um programa que durava o dia inteiro. Nunca tive paciência para isso. O tempo hoje é precioso demais, se eu puder ajudar as pessoas a ganhar um pouco a mais, já fico feliz”, diz Miranda.

A Zaitt também investe pesado em processos que determinam a segurança comportamental. Analisam o tempo em que o cliente fica parado diante de um determinado produto, se está muito agitado ou se passou muito rápido pela loja – essas são algumas das características de consumo que entram nessa fase de observação. “Já houve casos de furto em que conseguimos efetivar a detenção do indivíduo. Tentamos sempre atuar de um jeito amigável, mas nesses casos somos obrigados a agir da mesma forma que qualquer outra empresa que é furtada, ou seja, tomando as medidas cabíveis”, afirma.

Além da praticidade de acabar com as filas, o conforto e a segurança são itens vistos como qualidades adicionais desses “mercados do futuro”. Beatriz Queiroz, de 23 anos, mora em um condomínio fechado no interior de São Paulo. No local, funciona um mercado autônomo, benefício que, segundo ela, tem aumentado a busca por imóveis na região. “As pessoas sempre procuram comodidade. Ter um mercado sem precisar sair de casa é ótimo”, afirma. “Não há preocupação com furtos e a segurança do local também é algo que nos conforta.”

Foi pensando nessas questões que companhias como a SmartStore, no interior de São Paulo, e a Be Honest, de Minas Gerais, começaram a investir em condomínios fechados e empresas. Sem a presença massiva de câmeras e equipamentos de segurança, preferem confiar na honestidade dos clientes, o que levou o sistema a ser chamado de cultura do “honest market”. “Nesses ambientes há um público mais controlado, seja de moradores ou de funcionários das empresas. As pessoas se conhecem, então isso muitas vezes já inibe a prática de furtos”, afirma Evandro Machado, fundador da SmartStore, que já conta com mais de 500 mercados em 21 estados brasileiros.

Marcelo Carneiro, fundador da Be Honest, tem uma meta ainda mais ambiciosa: fazer do Brasil um dos países mais honestos do mundo. Ele possui mais de 250 lojas e nenhuma delas tem câmeras. No final do mês, quando faz a reposição dos produtos, é medido o índice de honestidade daquela determinada área. “Comparamos o que foi vendido com o que sobrou no mercado. Se houve algum furto, a conta não fecha. Se o índice é muito alto, implementamos campanhas de conscientização na empresa, nas escolas ou nos condomínios”, afirma Marcelo. “Gosto de apelar para o lado emocional, mas sempre resolvemos na base da conversa.” Os mercados autônomos ainda têm um longo caminho pela frente.

Fonte: Eduardo F. Filho, Isto É

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ESGTendências

Startup busca inédito delivery negativo em carbono

De Administrador SH 10 de abril de 2022
Escrito por Administrador SH

Empresa que usar IA para atingir as metas ambientais na Alemanha e nos Estados Unidos

A plataforma de quick commerce Jokr, dona da Daki no Brasil, anunciou uma parceria com a greentech alemã Plan A em um projeto ambicioso: se tornar a primeira empresa de seu setor a ser “carbono negativa”, retirando gás carbônico da atmosfera. O objetivo é chegar a essa meta até o final desta década.

Para isso, a empresa pretende trabalhar com seus fornecedores para cortar o desperdício de alimentos e materiais para menos de 1% do volume utilizado. Para medir isso, a Jokr usará o software da Plan A, que fará a contabilidade do uso de carbono, descarbonização e gestão das atividades ESG da empresa. A partir daí, a Jokr desenvolverá uma estratégia envolvendo toda sua cadeia de suprimentos para alcançar sua meta.

A estratégia será baseada em quatro pontos:

  1. Otimizar a demanda e o suprimento para minimizar o consumo direto e indireto de energia, além do lixo gerado ao longo de toda a operação logística;
  2. Ampliar o uso de energia renovável nos veículos usados pela empresa, substituindo combustíveis fósseis;
  3. Descarbonizar a cadeia, adotando energia de fontes renováveis;
  4. Engajar fornecedores para encorajar que toda a cadeia de suprimentos reduza suas emissões.

Uma das principais fontes de redução de carbono será a gestão do desperdício de alimentos. Atualmente, segundo a ONG americana ReFED, anualmente o varejo dos EUA elimina 10,5 milhões de toneladas de alimentos, dos quais 35% vão para aterros ou são incinerados. A Jokr pretende atacar esse problema a partir de Inteligência Artificial, para melhorar a previsão de demanda e reduzir os índices de perda de alimentos perecíveis.

10 de abril de 2022 0 Comentários
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ESGVarejo

Estudo da KPMG ressalta mudanças globais nos segmentos de alimentos e bebidas

De Administrador SH 10 de abril de 2022
Escrito por Administrador SH

Conheça os detalhes dos resultados de fusões e aquisições no varejo e consumo que alcançaram o melhor desempenho em 20 anos

As operações de fusões e aquisições globais no setor de consumo e varejo encerraram o ano passado com desempenho recorde, registrando 5.917 transações em doze meses. Essa marca supera em 6% o total verificado ao longo de 2020 e se consolida como o melhor resultado dos últimos 20 anos. Entre janeiro e dezembro do ano passado, o volume de negócios alcançou faturamento de US$ 311 bilhões, alta de 12% na comparação com o período anterior. Os dados constam na publicação “Global Consumer & Retail 2022 M&A Outlook” realizada anualmente pela KPMG.

De acordo com a pesquisa, o número recorde de transações em consumo e varejo foi impulsionado pelo bom desempenho de Estados Unidos, Reino Unido e China. Juntos, os três representam 40% de todos os negócios realizados mundialmente. O texto destaca ainda que, no Brasil, o setor dobrou o volume de negociação apenas nos primeiros nove meses de 2021. 

“Apesar de condições desfavoráveis, como o aumento das taxas de juros, observamos que as empresas estão reavaliando estratégias de desenvolvimento e transformando os modelos de negócios para capturar novas tendências de consumo, enquanto aprimoram a gestão de caixa para enfrentar esse período de incertezas e sustentar o crescimento recente”, resume o sócio-líder de consultoria em transações para o setor de consumo e varejo da KPMG no Brasil, Alan Riddell.

Saúde e bem-estar e agenda ESG impulsionam resultados

O levantamento apontou que, entre os segmentos, o de alimentos e bebidas foi o que mais registrou fusões e aquisições, especialmente, devido à expansão de itens de saúde e bem-estar. As transações na área de produtos de consumo aumentaram 5% em relação ao ano anterior, graças ao interesse crescente em cuidados com animais de estimação. Além disso, os negócios de varejo de internet e por catálogo continuaram em ritmo crescente, fechando o ano com 22% de participação.

A agenda ESG, que engloba conceitos ambientais, sociais e de governança, tornou-se um fator cada vez mais determinante nas negociações, segundo as conclusões da pesquisa. Consumidores e investidores estão mais atentos a opções de alimentação saudável, ingredientes à base de plantas, cadeias de suprimentos sustentáveis e práticas éticas da força de trabalho. Ainda conforme o estudo, a tecnologia se consolida como grande influência, capaz de abrir diversas oportunidades para conquistar alvos de comércio eletrônico e estabelecer canais diretos com o público.

“Uma grande tendência é a reformulação de portfólio para se adaptar às demandas dos consumidores em rápida transformação e racionalizar a concorrência onde as empresas são mais fortes. De olho no futuro, os varejistas estão mudando constantemente para o comércio online, mas sem deixar de investir em lojas físicas”, afirma o sócio-líder de consumo e varejo da KPMG no Brasil e na América do Sul, Fernando Gambôa.

Perspectivas para este ano

O relatório indica que as operações de fusões e aquisições no mercado de consumo e varejo seguirão tendência de alta na América do Norte neste ano. Porém, o mesmo não será observado na América do Sul, em parte devido ao ambiente econômico em reestruturação. Por outro lado, a interrupção da cadeia de suprimentos global pode beneficiar os países sul-americanos, já que investidores norte-americanos e europeus deverão explorar fontes alternativas e isso deve impulsionar as transações internacionais.

Segundo a publicação, os impulsionadores de negócios incluem resiliência, canais para o mercado, recursos de última geração e agenda ESG. Dessa maneira, as tendências de investimento que começaram durante a pandemia seguem firmes, principalmente no setor de saúde, ativos diretos ao consumidor, negócios sustentáveis e comida afetiva.

O relatório completo pode ser consultado neste link.

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Tecnologia

Indústria investe em supply chain e tecnologia para acelerar vendas

De Administrador SH 10 de abril de 2022
Escrito por Administrador SH

Companhia fez um bom aporte com objetivo de seguir na liderança dos sucos cem por cento naturais

A Natural One, marca líder no mercado de sucos 100% naturais, está investindo R$ 3 milhões em projetos voltados para tecnologia em 2022. Iniciativas com foco em supply chain, planejamento de produção, data analytics, cloud, armazenamento de dados, segurança da informação e atendimento via chatbot estão previstas para esse ano, com o objetivo de impulsionar e sustentar o crescimento da companhia, que registrou um crescimento de 68% na Receita Líquida em relação a 2020 e de 25% no número de pontos de venda.

A primeira ação será um projeto de supply chain, que irá automatizar a cadeia de suprimentos da Natural One, desde insumos até o relacionamento com fornecedores. Com investimento de mais de 1 milhão de reais, a iniciativa tem a duração de 11 meses e permitirá uma maior integração dos pedidos e suas etapas — aprovação, contrato, pagamento — com o planejamento da produção dos sucos, de forma eletrônica. Ainda nesse contexto, a empresa contará também com uma plataforma voltada para um planejamento mais eficiente do estoque, evitando, por exemplo, o desperdício e erros por interações manuais.

A Natural One apostou também na migração de seus dados para nuvem e deixará de investir em hardware e software. De acordo com Alisson Ferini, Head de TI da Natural One, isso permitirá um crescimento na capacidade de processamento e armazenamento, trazendo ganhos em disponibilidade e performance de maneira rápida e flexível, pagando somente pelo uso.

O atendimento via chatbot é outra novidade na empresa. A ação começa com um piloto interno, no qual as áreas de Gente e Gestão e Tecnologia irão atender demandas dos colaboradores, mas a ideia é expandir esse projeto para o setor de vendas até final de 2022, facilitando a vida do cliente interno e externo.

10 de abril de 2022 0 Comentários
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Varejo

Páscoa tem menos lançamentos nas lojas

De Administrador SH 7 de abril de 2022
Escrito por Administrador SH

Mesmo com bolso apertado do cliente, indústria acredita em vendas maiores ante 2021. Barras e bombons concorrem abertamente com os ovinhos de chocolate

Com a renda das famílias pressionada, fabricantes de chocolate confiam na volta das reuniões familiares e entre amigos para puxar as vendas da Páscoa de 2022. As grandes fabricantes ouvidas projetam um aumento médio de 10% nas vendas, levando ao melhor desempenho desde o início da pandemia.

Mas há a preocupação em como concretizar as projeções em meio ao cenário inflacionário e outros indicadores macroeconômicos que tiram renda do consumidor. De acordo com a pesquisa publicada pela Plataforma Gente, da Globo, 35% dos entrevistados pretendem reduzir seus gastos nesta Páscoa. Entre as razões estão “preços caros (23%)”, “situação financeira atual” (20%), “menos dinheiro disponível” (15%) e “desemprego” (12%).

Diante da maior resistência a preço do lado do consumidor, as fabricantes tiveram que seguir segurando parte dos repasses necessários. Dona da Ferrero Rocher e do Kinder Ovo, a italiana Ferrero reajustou em 5% a linha de produtos Kinder e não fez repasses para o restante. O presidente do grupo na América do Sul, Max De Simone, explica que a companhia estabelece seus preços considerando um horizonte mais amplo de inflação.

“Entendemos impactos a curto e médio prazo e buscamos manter perto da inflação média”, afirma, apontando que o mercado nacional é estratégico. “Queremos crescer no Brasil. Ganhar competitividade nos ajuda a ganhar participação.”

Hoje, o grupo tem 13% do segmento de mercearia doce. “Na Páscoa, quase dobramos nossa participação com os ovos.” A projeção da Ferrero é de que as vendas cresçam de 10% a 15% em volume e 15% em valores.

Além de sacrificar parte da margem ao absorver custos, o setor também acredita na diversificação do portfólio e menor dependência do principal produto da data para driblar as dificuldades de consumo. Levantamento da Associação Paulista de Supermercados (Apas) mostra que os ovos de Páscoa estão 40% mais caros na comparação com o ano passado. Ainda assim, a expectativa dos supermercados paulistas é de que as vendas totais de chocolate cresçam 36% no período.

Essa perspectiva positiva vem, em grande parte, dos lançamentos. De acordo com a Abicab, associação que representa mais de 90% das empresas do setor, a Páscoa terá 150 novos produtos, 58% a mais do que foram criados um ano antes.

O portfólio de Páscoa de 21 itens da argentina Arcor é “praticamente” de renovações, diz o diretor marketing, pesquisa e desenvolvimento Anderson Freire. A dona da Tartuguita espera que o volume vendido cresça 10% ante 2021, quando teve “a melhor Páscoa nos últimos dez anos”.

De acordo com Freire, a estratégia da empresa está em ver a data como uma oportunidade não só para os tradicionais ovos, mas para aumentar as vendas de bombons e barras. “Fizemos todo um trabalho para levar produtos para toda família de forma que cabe no bolso dos consumidores. Produtos abaixo da inflação e a partir de R$ 10.”

A lógica é similar para as duas maiores fabricantes do mercado, Nestlé e Mondelez. A fabricante suíça, que também é dona da Garoto, diz que as vendas cresceram duplo dígito no ano passado e que espera ainda melhor desempenho em 2022. O portfólio de 24 itens tem ao menos 5 novidades, mas a expectativa é de que a linha regular também seja impulsionada. “Nosso portfólio conta com itens menores e preços mais acessíveis, como os mini ovos e os coelhos de chocolate”, diz Marcos Freitas, gerente de marketing de sazonais da Nestlé.

Alvaro Garcia, diretor de vendas da Mondelez, dona da Lacta, diz que a Páscoa é cada vez mais de chocolates e não só de ovos. A empresa subiu preços de alguns produtos e  e não de outros. “E lançamos outros para preencherem esse ‘gap’”, diz destacando os mini ovos a partir de R$ 11 e a nova barra de Oreo.

Mas mais do que o portfólio, Garcia aposta que a diversificação de canais como diferencial da Páscoa de 2022. A Lacta trouxe o metaverso para seu site, para que o consumidor se sinta numa loja física. Enquanto as vendas totais devem crescer 10%, a projeção para o canal digital é de 15% a 20%, diz ele.

Fonte: Raquel Brandão, Valor

7 de abril de 2022 0 Comentários
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Tendências

Carrefour acelera inovação em alimentos plant-based

De Administrador SH 7 de abril de 2022
Escrito por Administrador SH

Varejista lança desafio internacional para buscar startups que desenvolvem alimentos que substituem proteínas animais

O grupo francês Carrefour realiza até o dia 08/05 a edição 2022 do seu desafio Plant-Based Contest para encontrar startups inovadoras no setor de alimentação. A iniciativa faz parte do propósito da varejista de contribuir na transição para hábitos alimentares mais sustentáveis.

O desafio é aberto a foodtechs de todo o mundo, que podem apresentar soluções inovadoras em alimentação em uma plataforma desenvolvida especialmente para o desafio. Um júri formado por executivos do Carrefour e por representantes de fornecedores e parceiros de negócios fará a seleção dos finalistas, que participarão da rodada final no dia 09/06 na França.

As ideias das startups serão avaliadas com base em critérios como a originalidade do conceito, a oferta de serviços agregados e a oferta de produtos de proteína vegetal. A ideia do Carrefour é lançar pelo menos 5 produtos baseados no desafio. Os itens estarão disponíveis nas lojas e no e-commerce da rede.

7 de abril de 2022 0 Comentários
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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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