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quarta-feira, setembro 16, 2026
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Varejo

Conheça dados do consumo de café no país

De Administrador SH 7 de abril de 2022
Escrito por Administrador SH

Levantamento da Abic aponta que em um ano, o pó de café subiu mais de 50%

Apesar da elevação dos preços do café, o consumo aumentou 1,7% no ano passado, para 21,5 milhões de sacas no país, segundo levantamento divulgado hoje (6/4) pela Abic, associação que representa as torrefadoras no Brasil. A receita do segmento, por sua vez, subiu 26% em relação a 2020, para R$ 15,2 bilhões.

Para os dirigentes da associação, mesmo que o café torrado e moído tenha ficado mais caro, o consumidor ajustou o orçamento e não abandonou a bebida. “O consumidor não deixa mais uma garrafa cheia pronta. Ele evita o desperdício, mas sem deixar de consumir”, diz Ricardo Silveira, presidente da Abic, que também é produtor do grão.

No varejo, o reajuste médio do café torrado e moído no ano passado foi de 52%, informou a Abic. O preço nas varejistas de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, que era de R$ 17,54 em dezembro de 2020, passou a R$ 26,66, em média, um ano depois.

A quebra de safra do arábica elevou os preços de cafés de modo geral, e a alta – que ocorreu nas variedades arábica e conilon, ambas utilizadas nos “blends” – foi particularmente forte para a indústria: o aumento para as torrefadoras foi de 155% em 2021. O grão, vale lembrar, equivale a algo entre 60% e 70% do custo do segmento.

Fonte: Érica Polo, Valor

7 de abril de 2022 0 Comentários
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Varejo

Nova linha de queijos privilegia o preparo artesanal e uma nova experiência gourmet

De Administrador SH 7 de abril de 2022
Escrito por Administrador SH

Uma das maiores indústrias do país investiu no compartilhamento de técnicas entre os produtores com a vantagem de rastreabilidade pelo cliente

Atenta ao comportamento e às necessidades de seus consumidores, a Vigor apresenta uma nova linha de queijos 100% artesanais, produzidos por produtores locais: Artesanais do Brasil. Já firmada como uma das grandes marcas no segmento de queijos especiais e líder em parmesão ralado, agora a Vigor quer incentivar o consumo dos artesanais no país, ampliando a distribuição desses produtos no mercado nacional, em parceria com esses produtores.

O sabor do queijo artesanal é marcante e pode variar de acordo com a região em que é feito, o tempo de maturação e com o processo utilizado na sua produção, além de serem versáteis – podem ser consumidos puros, derretidos em lanches, acompanhados de doces e compotas, ou até mesmo ralados. Por todos esses aspectos, os queijos artesanais vêm conquistando seu espaço na mesa dos brasileiros. Segundo uma pesquisa feita pela Mintel¹, em 2020 o queijo regional havia sido duas vezes mais consumido que os queijos especiais tipo internacional, como brie e gouda. O sabor único do produto também foi notado: 48% dos entrevistados destacaram o sabor do queijo artesanal, sendo esse o atributo mais reconhecido.

Por se tratar de um produto com distribuição predominantemente regional, a marca enxergou a oportunidade de somar forças e firmar parcerias com produtores mineiros, visando aumentar a penetração dessa iguaria nos lares brasileiros. Na Vigor, a unidade de negócios de Queijos vem apresentando um crescimento em valor acima de 40% nos últimos três anos, o que mostra a força da empresa no segmento, além de confirmar o compromisso da Vigor de transformar o mercado de queijos especiais no Brasil, que vem crescendo e ainda possui grande espaço para expansão.

Para o lançamento da linha, a Vigor escolheu o Queijo Minas Artesanal, que, além de ser típico de Minas Gerais, estado com a maior tradição em produção e consumo de queijos no país, é conhecido pelo seu sabor diferenciado, capaz de trazer um sentimento de conforto, aconchego e memórias prazerosas aos consumidores.

A linha Artesanais do Brasil traz duas versões especiais, o Queijo Minas Artesanal Cerrado e o Queijo Minas Artesanal Campo das Vertentes, ambos produzidos em microrregiões de Minas Gerais, por meio de processos cuidadosamente artesanais. As embalagens dos produtos trazem em primeiro plano o nome de cada região, informações adicionais sobre os produtores e um selo exclusivo com o nome da fazenda onde o queijo foi produzido.
 

Eudes Braga, um dos produtores, comenta como a iniciativa vai agregar no seu negócio: “Além do benefício de termos o nome do Cerrado estampado nos produtos, a expansão da distribuição do queijo artesanal pelo território nacional possibilita um aumento significativo em nossa produção. Isso pode gerar mais empregos e fidelizar as pessoas que trabalham nessa região, incentivando que o homem do campo fique no campo.” Ele também fala sobre a parceria e o significado do projeto do ponto de vista do consumidor. “Nossa parceria com a Vigor é, sem dúvidas, um encontro. Nossa fazenda já estava preparada para atender as exigências e regulamentos necessários e a Vigor estava buscando formas de levar o nosso queijo a mais consumidores. Agora, eles vão ter acesso ao queijo artesanal de forma mais facilitada, contando com o nome de uma grande empresa atrelado a tudo isso. Estamos muito felizes e empolgados com a oportunidade e todos os benefícios que ela vai trazer”, comenta ele.

A Vigor buscou consultores especialistas, renomados e inseridos no mercado de artesanais, para promoverem essa conexão entre a marca e produtores, e auxiliarem em todo o processo de implementação do produto, que teve todas as suas etapas detalhadamente construídas a várias mãos. “Cada vez mais, vemos consumidores interessados em experimentar novos tipos de queijos, além de buscarem produtos fabricados manualmente. Assim que percebemos esse cenário, procuramos esses produtores para que, em conjunto, pudéssemos facilitar o acesso à experiência única que é consumir um verdadeiro queijo mineiro artesanal feito pelas mãos daqueles que sabem produzir essa iguaria como ninguém”, diz Eduardo Jakus, Diretor de Marketing da Vigor.

Um cuidado importante levado em conta para o lançamento foi a possibilidade de rastreabilidade e conhecimento da origem do produto por parte dos brasileiros. “Da forma como será comercializado, o consumidor vai poder saber de onde o produto vem e quem é o responsável pela fabricação”, comenta Marcondes Moura, da Fazenda Fortaleza, também envolvida na iniciativa. Ele reforça ainda a relevância da expansão das vendas no país. “A oportunidade de termos nossos produtos chegando a novos territórios é uma possibilidade de fazer com que outros consumidores conheçam o sabor marcante do verdadeiro queijo artesanal mineiro. Temos total confiança nesse projeto e vemos muitos benefícios na parceria”, completa.

Como parte importante do projeto, os fabricantes passaram por uma análise de qualidade rigorosa, que envolveu avaliações do processo de produção, da qualidade do produto e do sabor final.

Linha Artesanais do Brasil

O Queijo Minas Artesanal Cerrado é produzido artesanalmente pela Granja Leiteira Eudes Braga, na região do Alto Paranaíba, no Cerrado, em Minas Gerais. Com mais de 20 anos de experiência no setor queijeiro, Eudes Braga é presidente da APROCER (Associação de Produtores de Queijo Minas Artesanal do Cerrado) e um importante nome na produção de queijo regional no Brasil.

 Queijo Minas Artesanal Cerrado apresenta aroma sutil e sabor equilibrado, perfeito para os consumidores que procuram o verdadeiro sabor do queijo regional com notas de leite fresco e sal. O produto estará disponível a partir de abril, na versão meia-lua com aproximadamente 500 g, por R$ 109,90/kg.

O segundo lançamento é o Queijo Minas Artesanal Campo das Vertentes, produzido por Marcondes Moura, na Fazenda Fortaleza, localizada na cidade de Prados, na região de Campo das Vertentes, em Minas Gerais. Há 20 anos atuando no mercado de queijos, Moura herdou do pai a fazenda, que opera desde 1945.

O  queijo apresenta uma casca amarelo-palha com a massa ligeiramente mais clara e compacta, de textura semidura. Apresenta aroma mais floral e sabor mais lático e fresco, com leve acidez. O produto estará disponível a partir de maio, na versão meia-lua, com aproximadamente 500 g, por R$ 109,90/kg.

Pontos de venda

Os dois produtos serão comercializados nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, e na região Sul. A marca também promoverá ativações especiais nos pontos de venda em São Paulo, levando aos clientes das lojas dicas de harmonização e degustações dos queijos com iguarias variadas, como diferentes tipos de pimentas, azeitonas e até mesmo com doce de leite. Além disso, as gôndolas dos mercados receberão materiais informativos visuais, com detalhes sobre os diferentes momentos de consumo dos queijos artesanais.

Os lançamentos fazem parte da primeira etapa da iniciativa da Vigor, que planeja expandir a linha Artesanais do Brasil incluindo mais tipos de queijos artesanais, de outros produtores e outras regiões do país. Mais informações em Vigor.com.br

7 de abril de 2022 0 Comentários
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Varejo

Criada nova marca que agrega tecnologia e big data ao ecossistema do varejo

De Administrador SH 7 de abril de 2022
Escrito por Administrador SH

Nova holding de retail tech Bnex foi anunciada formalmente durante encontro que reuniu as principais lideranças do varejo

Holding de Retail Tech Synapses S.A agora passará a se chamar Bnex, consolidando soluções de CRM, inteligência de mercado, big data, IA e comércio eletrônico, capazes de aumentar o faturamento do varejo e da indústria, a recorrência de compra, o engajamento dos clientes e share de marcas, gerando eficiência e benefícios para toda a cadeia varejista. O anúncio foi feito por Fernando Gibotti, fundador e CEO da companhia, na tarde desta quinta (7) no Seal Summit 2022 – encontro que reuniu as principais lideranças do varejo e da indústria em São Paulo.
 

Nesse novo momento, a Bnex se posiciona como a principal fonte de Inteligência e tecnologia para o mercado varejista brasileiro, com a maior base de dados de domicílios de consumo do país. Com isso, empresas do setor poderão contar com a Bnex para acelerar seu processo de digitalização, entender melhor o comportamento dos seus clientes e antecipar localmente tendências tecnológicas do varejo global.

Segundo Fernando Gibotti, a decisão de trocar o nome é ir além do varejo alimentar, o que se traduziu em mudanças de logo, cores e em um novo posicionamento que reforça a estratégia da empresa em se posicionar como a principal retail tech do país, utilizando Big Data, Inteligência Artificial e Analytics para aumentar as vendas de varejistas e marcas e levar para o shopper uma experiência de compra incomparável, tanto em lojas físicas quanto virtuais, em um conceito fullphygital.
 

“Estamos proporcionando aos negócios dos nossos clientes tecnologia robusta e metodologias consistentes para o incremento do faturamento, alicerçados no conceito discountless, ou seja: preservando as margens de lucro. Acelerando assim a digitalização nas relações de consumo e antecipando as melhores oportunidades para viabilizar aos varejistas a conquista de resultados exponenciais”, destaca Gibotti.
 

A nova marca chega para assumir a posição de catalisadora do ecossistema varejista, ao unir a indústria, varejo e consumidor, por meio da ciência do consumo, com soluções baseadas em CRM, análise espacial, hipersegmentação, hiperpersonalização de ofertas, e-commerce, ativações promocionais e inteligência de mercado. “Somos obstinados por resultados concretos e estamos viabilizando a nova era do varejo brasileiro: inteligente, ágil e exponencial”, diz Gibotti.

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Pessoas

BRF promove transição no seu alto escalão

De Administrador SH 7 de abril de 2022
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Trocas acontecem na vice-presidência comercial e de finanças e relações com investidores

A BRF, maior exportadora de frangos do país, realiza mudanças em seu alto escalão priorizando executivos “prata da casa”, um desejo antigo da companhia ao estabelecer um plano de sucessão.

O vice-presidente de Brasil, Sidney Manzaro, deixa a indústria de alimentos. Em seu lugar assume o diretor comercial Manoel Martins.

Também acontece outra transição na vice-presidência de finanças e relações com investidores. O executivo Carlos Moura parte para a Raízen. Seu lugar será ocupado pelo atual chefe global de tesouraria, Fábio Mariano, que trabalha há 14 anos na empresa.

7 de abril de 2022 0 Comentários
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ESG

Empresa é premiada por melhorar a qualidade das relações humanas

De Administrador SH 7 de abril de 2022
Escrito por Administrador SH

Loja de médio porte é o primeiro supermercado a integrar o ranking Melhores para o Brasil 2022

Ética, transparência e sustentabilidade que resultam na melhora da qualidade das relações humanas dentro das empresas são alguns dos atributos analisados na pesquisa Melhores para o Brasil 2022. Com base na ciência de dados, a startup Humanizadas criou uma metodologia que identifica o grau de evolução das companhias na temática – um índice que mede o Rating de Consciência, diretamente relacionado à maior percepção de impacto das empresas nos ecossistemas nos quais atuam, envolvendo a capacidade de nutrir relacionamentos de excelência, gerar valor e impacto duradouros.

Foram realizadas análise de dados de mais de 300 organizações e 86 mil entrevistados e o Da Santa, fundado em 1998, se tornou a primeira empresa do setor supermercadista a conquistar uma posição no ranking na categoria Média Porte. 

Nascido como um sacolão e sob o comando de Júlio Aoki, o Da Santa passou por uma grande mudança no último ano, realizada pela consultoria do arquiteto Júlio Takano, da KT Retail, que contou com a ampliação física da loja localizada há mais de 20 anos na Vila Mariana, em São Paulo.

O sortimento foi estendido para além do hortifruti, a marca própria foi lançada e o espaço foi totalmente remodelado tendo as pessoas como ponto de partida do projeto com objetivo transformar o Da Santa em uma lovemark. Conforme Aoki, a mudança tem de ser feita de dentro para fora, em primeiro lugar sempre as pessoas (clientes, colaboradores, fornecedores…) e depois o ambiente que deve inspirar e ser agradável para essas pessoas. 

“Temos as pessoas no centro e não apenas clientes como os demais negócios. Não me interessa a venda pela venda, quero que todos se sintam bem dentro do Da Santa, que o local seja mais do que apenas um local de compras”, comenta Aoki.

A transformação do Da Santa e sua entrada no ranking vem ao encontro de um dos pilares da premiação, o resgate da confiança das pessoas nas instituições e empresas pelo aumento da qualidade das relações humanas entre colaboradores, empresários, lideranças e clientes. 

O estudo Trust Barometer 2022, do Instituto Edelman, aponta que nove em cada dez cidadãos brasileiros esperam que as lideranças – e suas organizações – tenham uma atitude mais consciente, ética, transparente e sustentável. Ou seja, a maioria da população brasileira tem a expectativa de que as organizações devem ir além de gerar lucro para seus acionistas, enxergando e incluindo colaboradores, comunidades locais, elos da cadeia produtiva, investidores, consumidores e todas as pessoas interessadas no sucesso da organização e nos seus resultados.

Primeira empresa do setor supermercadista: O Da Santa faz história e se torna a primeira empresa do setor supermercadista e varejo alimentício a integrar o ranking. O Da Santa recebeu a nota A e está entre Melhores para o Brasil 2022 na categoria Médio Porte (empresas que possuem de 100 a 999 colaboradores). 

Sobre o Da Santa – https://www.sacolaodasanta.com.br/ e https://www.tudodasanta.com.br/

Situado em São Paulo, no bairro da Vila Mariana, o Da Santa, já é um ponto estratégico (e acolhedor) de compras desde o final da década de 90 e que agora se fortalece com o propósito de “nutrir encontros para um mundo melhor”. 

Antes conhecido como Sacolão Saúde (entre 1998 e 2016) e depois como Sacolão Da Santa (entre 2017 e 2021), a loja passou por uma grande transformação em 2021 com a consultoria do arquiteto Júlio Takano, da KT Retail. Atendendo agora como Da Santa, a loja se posiciona como um espaço de encantamento, criado para inspirar escolhas mais felizes na vida das pessoas. Assim como um delicioso dia de férias, visitar a loja Da Santa é uma experiência leve e prazerosa, uma oportunidade de conexão com um estilo de vida saudável e com o bem-estar. 

Hoje, a nova loja Da Santa conta com mais de 1.500 metros quadrados de área de vendas, 17 checkouts, mais de 8 mil SKUS, Adega de padrão internacional – atualmente com 800 rótulos de vinho, uma cozinha modelo, em parceria com a Tramontina, para workshops e experiências gastronômicas, como também Clube de Relacionamento (o Você Da Santa) e um café próprio, a Estação Da Santa, além de marcas e produtos exclusivos, desenvolvidas pelos talentos Da Santa.

7 de abril de 2022 0 Comentários
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Tendências

No Walmart, tecnologia transforma operação das lojas

De Administrador SH 7 de abril de 2022
Escrito por Administrador SH

Maior varejista do mundo reforça uso de tecnologia para dar mais conveniência aos clientes e aumentar eficiência dos colaboradores

Usar dispositivos de Realidade Aumentada para acelerar a reposição dos estoques ou marcar os horários de entrada e saída do expediente no próprio celular são possibilidades ainda distantes nos supermercados brasileiros, mas fazem parte do dia a dia de milhões de colaboradores do Walmart nos Estados Unidos. A varejista vem se destacando como um case de aumento de eficiência e produtividade, com o uso intensivo de várias tecnologias para melhorar aspectos visíveis e invisíveis da experiência dos clientes.

Alguns recursos adotados têm sido vistos em feiras de varejo como a NRF Big Show há vários anos, como espelhos virtuais que simulam o fit de roupas ou óculos. A adoção de apps de Realidade Aumentada permite levar esses recursos para os celulares dos clientes, dando mais liberdade para os consumidores durante a jornada de compras.

No Walmart, essas mudanças são resultado de investimentos intensos em tecnologia realizados nos últimos anos – e muito mais vem por aí: a empresa pretende contratar mais de 5.000 profissionais (entre desenvolvedores, especialistas em segurança, engenheiros e cientistas de dados) nos próximos meses e abrir novos centros de tecnologia em cidades como Atlanta e Toronto (hoje, são 15 hubs digitais no mundo). O objetivo é criar mais ferramentas digitais para facilitar o trabalho das equipes de loja e criar experiências de compra personalizadas para os clientes, independente do canal de compras.

Hoje em dia, os colaboradores podem usar o assistente virtual do Walmart, o Ask Sam, para fazer perguntas como “em que prateleira está o salgadinho da marca X?”. O controle de estoque, por sua vez, é feito a partir de uma ferramenta de Realidade Aumentada que aponta os “buracos” no planograma.

Estima-se que as ineficiências na movimentação de produtos dentro das lojas (como os casos em que uma venda não é realizada porque o item não está na gôndola, e sim na retaguarda) custem bilhões de dólares em vendas anuais ao Walmart. Em um setor de margens muito apertadas, qualquer bilhão conta…

7 de abril de 2022 0 Comentários
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ESG

Heineken cria instituto inédito voltado às questões de ESG

De Administrador SH 7 de abril de 2022
Escrito por Administrador SH

Uma verba significativa foi direcionada ao projeto pioneiro executado inicialmente no Brasil

Depois de anunciar, em fevereiro, Mauro Homem como o primeiro vice-presidente de sustentabilidade e assuntos corporativos do Grupo Heineken, a companhia agora reforça a agenda ESG (sigla em inglês para ambiental, social e governança) por meio da criação do Instituto Heineken Brasil, que começa a operar nesta quarta-feira, 6, e é o primeiro do grupo no mundo.

“Entendemos que este é o momento de ir além. Estavamos trabalhando mais fortemente com sustentabilidade, pela geração de energia verde, consumo consciente de água e circularidade; e ações em prol do consumo equilibrado, mas sentimos a necessidade de fazer mais na frente social”, diz Homem.

A partir de um mapeamento realizado desde o fim do ano passado, optou-se por iniciar o trabalho do Instituto com ambulantes, catadores e jovens em situação de vulnerabilidade a partir de um investimento de 10 milhões de reais neste ano. Quem estará à frente da operação é Beatriz de Sá, gerente executiva do Instituto Heineken.

“O modelo de instituto nos traz a possibilidade de trabalhar com ONGs, governos e outros parceiros. É uma forma de escalar os programas, impactar mais pessoas e até mesmo inspirar outras regiões de atuação da Heineken que ainda não segeuem neste formato”, afirma Sá. Em entrevista, os executivos detalharam os primeiros passos nas três frentes propostas:

Ambulantes: Em escala nacional, mas especialmente nos grandes centros, a proposta é oferecer educação para que sejam melhorados os processos de trabalho e venda. “Melhorar as habilidades do ambulante é essencial para que ele tenha mais renda e, consequentemente, acesso”, diz Homem.

Catadores: A intenção é capacitá-los para que eles tenham melhor aproveitamento dos materiais coletados e também aumentem a renda. Neste pilar é possível também fomentar a cadeia de reciclagem do vidro, buscando mecanismos de logística e melhores pagamentos pelo importante insumo para os negócios da Heineken. “Nas cooperativas, grande parte dos catadores são mulheres chefes de família”, diz Sá.

Jovens: Por meio da WeLab, plataforma de educação e apoio ao jovem, há a intenção de incentivar habilidades socioemocionais e educacionais de modo a gerar consumo responsável e empregabilidade. “Sabemos que o jovem brasileiro é afetado pelo desemprego, e, por vezes, recorre ao consumo inadequado de álcool. Queremos mudar isto”, diz Homem.

Com as ações, o Instituto Heineken espera impactar 10 mil ambulantes e catadores, além de 1 milhão de jovens até 2025. “Trabalharemos com mensuração de todos os nossos programas e projetos de forma a medir o impacto positivo que vamos gerar: a autopercepção dos participantes; se enxergam melhores perspectivas de futuro após terem passado pelos nossos programas e projetos; se houve progresso educacional entre os participantes pós envolvimento nos projetos; e se conseguimos contribuir para algum incremento de renda dos nossos públicos-alvo”, afirma Sá.

“É importante reforçar que as atividades geram impacto positivo na sociedade e, consequentemente, se conectam ao nosso negócio por valor compartilhado”, diz Homem.

O executivo afirma ainda que, internamente, a Heineken segue trabalhando com as ações de sustentabilidade, governança e sociedade por meio, por exemplo, do pilar de diversidade e inclusão que tem meta de 50% de mulheres em posição de liderança, assim como de ampliar a presença de pessoas pretas e pardas no quadro funcional.

ESG no Grupo Heineken

Em fevereiro, o Grupo Heineken, em parceria com o Governo de São Paulo, anunciou o investimento de R$ 320 milhões no estado para reforçar a agenda ESG (sigla para ambiental, social e govenança) que inclui a modernização das cervejarias localizadas nas cidades de Itu, Jacareí, Araraquara e Campos do Jordão.

O recurso será direcionado à ampliação do uso de energias renováveis, ao exemplo das caldeiras de biomassa, ao ganho de eficiência hídrica e ao crescimento de iniciativas voltadas para a circularidade de embalagens de vidro, um desafio para o setor, visto que hoje 30% do vidro usado pelo Grupo Heineken é importado.

Fonte: Marina Felippe, Exame

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Varejo

Dispara o consumo de bebidas nacionais em 2022

De Administrador SH 7 de abril de 2022
Escrito por Administrador SH

Produto com melhor qualidade ganha destaque sobre o importado e retomada dos eventos sociais, e corporativos fomenta os lucros, aponta Uvibra

A venda de vinhos finos, espumantes e suco de uva em janeiro e fevereiro de 2022 foi maior que nos dois mesmos meses do ano passado. O grande volume foi do suco com mais de 19 milhões de litros somente em fevereiro, um incremento de 60,15% em relação ao mesmo período de 2021.

No mesmo mês, os vinhos finos atingiram 1,2 milhões de litros, batendo fevereiro de 2021 em 34,39%. Já os espumantes tiveram melhor performance em janeiro com a venda de 1,1 milhão de litros, 89,16% a mais que o primeiro mês do ano anterior. Se as vendas estão crescendo no mercado interno é porque o brasileiro segue consumindo mais o produto nacional, o que demonstra que a qualidade do vinho brasileiro vem sendo percebida e aprovada.

Somando toda venda em janeiro e fevereiro se chega a 40.509.731 litros entre vinhos finos, espumantes e suco de uva, distribuídos em diversos canais e também direto ao consumidor. É um aumento de 53% em relação ao mesmo intervalo do ano passado.

A expectativa é que o comportamento se mantenha em alta, especialmente em relação aos vinhos tintos com a aproximação do inverno. “O ano começou bem. Os eventos retornaram, o que é muito bom para movimentar o mercado de espumantes. Os restaurantes e hotéis voltaram a ter maior ocupação e, consequentemente, maior consumo”, destaca o presidente da União Brasileira de Vitivinicultura (Uvibra), Deunir Luis Argenta. O empresário comenta, ainda, que o setor está muito otimista, ainda mais depois da Safra 2022 ter encerrado com êxito frente a qualidade das uvas, mesmo diante da forte estiagem registrada nos últimos meses.

Fatores econômicos, de logística, tributários, além da percepção da qualidade, do preço justo, o surgimento de novas regiões produtoras, o desenvolvimento do enoturismo e a própria mudança de hábitos com a valorização da produção local vêm contribuindo para o ganho de competitividade e, assim, avanço nas vendas.

“O vinho brasileiro vive seu melhor momento na história da vitivinicultura nacional. “De gole em gole estamos conquistando mais espaço na mesa do brasileiro. Isso tudo é fruto de muito trabalho e investimento do vinhedo ao ponto de venda”, reforça Argenta.

Dados da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), mostram que hoje o consumo per capita de vinhos no Brasil é de 2,4 litros. A barreira por 2 litros foi rompida durante a pandemia.

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Varejo

Onde os conselhos de administração precisam focar?

De Administrador SH 7 de abril de 2022
Escrito por Administrador SH

KPMG acaba de divulgar um estudo com empresários brasileiros apontando as questões prioritárias para o ano

Um levantamento realizado pelo ACI Institute, o Instituto de Governança Corporativa da KPMG no Brasil, traz os principais tópicos que serão prioridades para os conselhos de administração das empresas este ano.

Em meio ao crescimento da demanda por mais transparência sobre as iniciativas ESG, o aumento dos riscos de segurança cibernética, os desafios da cadeia de suprimentos e as rápidas mudanças no cenário regulatório, o documento elenca oito temas prioritários que devem continuar a desafiar as companhias brasileiras e seus conselhos de administração.

“À medida que os países se concentram na reabertura econômica e as empresas no reposicionamento para o futuro, fica cada vez mais claro que a resiliência foi o grande diferencial nesses tempos de pandemia. Fatores como a rápida mudança para o ambiente remoto, o foco no bem-estar da força de trabalho e a intensificação do relacionamento e interatividade digital com os clientes mostraram que a capacidade de se adaptar rapidamente a disrupções foi determinante para os negócios”, analisa o sócio em riscos e governança corporativa da KPMG no Brasil e CEO do ACI Institute e do Board Leadership Center, Sidney Ito.

Os oito tópicos são os seguintes:

1 – Aprofunde o envolvimento do conselho na estratégia do negócio e na visão de longo prazo.

2 – Incorpore os aspectos ESG (sigla em inglês para meio ambiente, social e governança), incluindo o risco climático e temas ligados à diversidade, equidade e inclusão nas discussões relacionadas a riscos e estratégia.

3 – Envolva-se de forma proativa com acionistas, ativistas e outras partes interessadas.

4 – Faça da gestão de talentos, do capital humano e da sucessão do CEO uma prioridade.

5 – Aborde a segurança cibernética e a privacidade de dados de forma holística, como parte da governança de dados.

6 – Reavalie o processo corporativo de prevenção e gestão de crises.

7 – Atue na definição do tom da cultura organizacional e monitore a sua efetividade.

8 – Pense de forma estratégica sobre as questões de talento e diversidade no conselho de administração.

“Os conselhos vivem um momento crucial. Os eventos sem precedentes dos últimos dois anos colocaram as práticas de governança corporativa à prova. A responsabilidade atual dos conselhos de administração em ajudar as empresas a reimaginarem, repensarem e redefinirem as operações e modelo de negócios é fundamental”, finaliza a sócia-diretora do ACI Institute e do Board Leadership Center e de mercados na KPMG do Brasil, Fernanda Allegretti.

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Tendências

Amazon quer liderança em publicidade dentro de supermercados

De Administrador SH 6 de abril de 2022
Escrito por Administrador SH

Empresa quer replicar nas lojas físicas o sucesso da estratégia de divulgação de produtos em seu marketplace

 

A Amazon anunciou recentemente que pretende vender espaços publicitários dentro de suas lojas Amazon Fresh nos Estados Unidos a partir deste trimestre. Em um primeiro momento, as ações se concentrarão na sinalização digital no PDV, mas, mais adiante, deverão avançar para carrinhos de compra, terminais de pagamento e até mesmo as portas das geladeiras.

Um diferencial que vem sendo explorado pela empresa é sua capacidade de analisar dados para fazer o match entre as necessidades da indústria e o comportamento dos clientes. A ideia é personalizar ao máximo as interações para aumentar a rentabilidade de cada espaço de publicidade dentro da loja física.

Entre as métricas que serão usadas pela Amazon para definir a exibição de anúncios dentro das lojas estarão o número estimado de visualizações, a distribuição geográfica dessas visualizações e os dados de vendas de cada SKU.

Com isso, a Amazon entra em uma arena que vem sendo fortemente disputada pelas redes de supermercados: o uso de seus espaços exclusivos (o interior dos PDVs) para a venda de publicidade direcionada e personalizada. Redes como Walmart, Target e Kroger desenvolvem esse tipo de ação há anos, enquanto varejistas de outros segmentos, como Macy’s, Walgreens, CVS e Instacart, ampliaram suas ações de mídia in-store. A eMarketer estima que, em 2023, esse será um mercado de US$ 50 bilhões apenas nos EUA e representará cerca de 20% do orçamento de publicidade digital da indústria de bens de consumo.

6 de abril de 2022 0 Comentários
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Publicação oficial da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)

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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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