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segunda-feira, setembro 21, 2026
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Varejo

Em uma semana, Assaí inaugura duas lojas na mesma cidade

De Administrador SH 22 de dezembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Entrega do primeiro ponto ocorre às vésperas do Natal. A segunda loja será aberta antes do Ano Novo

O Assaí Atacadista segue em forte expansão no Estado do Rio de Janeiro e anuncia a abertura de duas novas lojas no município de São Gonçalo em um intervalo de apenas uma semana, totalizando três unidades na cidade e 26 no Estado.

A primeira loja inaugurada nesta quarta-feira foi  batizada de Assaí São Gonçalo e está localizada na Rua Dr. Alberto Torres, S/N, no bairro Porto Velho. Esta é uma importante rua da região e corta os munícipios de São Gonçalo e Niterói, sendo um ótimo ponto para atender os(as) clientes de ambas as localidades.

Já a segunda unidade, chamada de Assaí Tribobó, será aberta no dia 29 de dezembro, na Avenida Fued Moises, nº 114, no bairro Tribobó, e irá atender os moradores(as) deste bairro e do entorno, como Jardim Nova República e Colubandê.

Para formar o quadro de colaboradores e colaboradoras das duas lojas, a companhia gerou mais de 600 empregos diretos, valorizando a formação de um time diverso e inclusivo, sendo que mais de 85% dos contratados e contratadas são moradores do munícipio. Além disso, outras 700 vagas foram geradas na construção civil durante o período de obra das unidades.

“São Gonçalo é um dos municípios que está recebendo mais investimento do Assaí este ano por meio dessas duas inaugurações. Estamos muito felizes com este momento e por solidificar a parceria que temos com o município ao inaugurar essas lojas em um momento tão importante ao país, quando as pessoas buscam não apenas mais economia em suas compras de mercado, mas também emprego e renda”, afirma o Diretor Regional do Assaí, Moacir Sbardelotto. “Somada à terceira loja que temos em São Gonçalo, essas duas novas unidades ampliarão a presença do Assaí na cidade, atingindo mais consumidores e comerciantes, os levando a conhecer a marca”, completa o executivo.

Em ambas as unidades, os gonçalenses encontrarão o tradicional modelo de negócios do Assaí, que une uma excelente experiência de compra e preços baixos para quem quer encher o carrinho gastando pouco, além de uma grande variedade de produtos. Cada loja conta com mais de 8 mil itens entre alimentos, bebidas, itens de higiene pessoal e limpeza, bazar, linha automotiva, linha pet e eletroportáteis, além de embalagens e descartáveis. Outro diferencial das unidades é o Açougue Nota 10, que oferece um atendimento especializado para que os(as) clientes possam comprar variedades de carnes a gosto, com peças frescas e que são cortadas e ou moídas na hora.

As novas lojas também pertencem à geração mais moderna da Companhia, com pé direito alto e climatizado, ambientação e iluminação aperfeiçoadas. Apenas no Assaí São Gonçalo, são mais de 14 mil m² de área construída, sendo mais de 6 mil m² somente de área de loja, além de mais de 400 vagas para carros e motos e 32 checkouts (caixas) para proporcionar ainda mais conforto aos(as) clientes. No Assaí Tribobó não será diferente, os clientes encontrarão um espaço amplo, com mais de 14 mil m² de área construída e mais de 6 mil m² somente de área de loja, além de mais de 500 vagas de estacionamento e 30 checkouts.

PREÇO DE ATACADO

No Assaí, o cliente tem a opção de fazer sua compra pagando o “preço de atacado” (ao adquirir volumes maiores de um mesmo item, o que confere desconto ao valor final da compra) ou “varejo” (quando compra pequenas quantidades). Em ambas, o preço é um atrativo, pois chega a ser, em média, 15% mais barato do que comparado ao varejo tradicional.

Outro benefício que os(as) gonçalenses poderão usufruir é o serviço de televendas, ideal para o comerciante que precisa de agilidade. Para esse público, a companhia também oferece capacitações para gestão do negócio de forma 100% gratuitas, por meio do Programa Academia Assaí Bons Negócios (www.academiaassai.com.br).

Tais inaugurações reforçam a presença da rede no Rio de Janeiro e a expansão da marca no município. Apenas em 2021, a Companhia inaugurou quatro lojas na região – em São João de Meriti, Macaé, Tijuca II e Barra da Tijuca. Agora, o Assaí conta com lojas em Cabo Frio, Campos de Goytacazes, Duque de Caxias, Mesquita, Nilópolis, Niterói, Nova Iguaçu, Petrópolis, Rio de Janeiro, São Gonçalo, São João de Meriti e Macaé. Com esta inauguração, a empresa chega à marca de 209 lojas distribuídas em 24 Estados (incluindo o DF).

Sobre o Assaí Atacadista

O Assaí é uma empresa de atacarejo que atende pequenos(as) e médios comerciantes e consumidores(as) em geral que buscam economia tanto na compra de itens unitários, como em grande volume. Com crescimento de 30% em receita bruta em 2020, está presente nas cinco regiões do País com 209 lojas distribuídas em 24 estados (incluindo Distrito Federal). É um dos dez maiores empregadores do segmento privado do país com mais de 52 mil colaboradores e, mensalmente, recebe 30 milhões de clientes em suas lojas. Em 2021 passou a ser listado na Bolsa de Valores de São Paulo (B3), sendo a ação mais valorizada no mês de estreia das negociações, com alta de 402%. Além disso, é negociada também na bolsa de Nova York (NYSE). O Assaí está entre as 20 marcas mais valiosas do país em ranking anual promovido pela Interbrand e está na 17ª colocação entre os maiores faturamentos em receitas líquidas do país.

Fonte: osaogoncalo

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Varejo

Cidade das Águas recebe novo supermercado

De Administrador SH 22 de dezembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Grupo que possui 17 lojas, contratou 120 colaboradores diretos para essa empreitada

Após a sétima loja em Camaçari, a rede atacadista Novo Mix chegou em Dias d’Ávila esta semana. A inauguração da nova loja Atacadão Novo Mix, localizada no centro da cidade, atraiu o público com garantia de preço baixo e qualidade.

A rede possui 7 lojas instaladas em Camaçari e chega na cidade para trazer promoções e preços ainda mais baixos. É o que garante o diretor comercial Fabrício Vieira.

“Um novo desafio, mas o compromisso é o mesmo que a nossa história consolidou. Dias d’Ávila estava precisando de uma unidade das nossas lojas e assim como em Camaçari, estou negociando pessoalmente com fornecedores para garantir a maior economia de todos os tempos, como a cidade merece”, pontuou.

O Novo Mix Atacadão de Dias d’Ávila ocupa uma área de 650 m², prioriza a contratação de mão de obra local e vai gerar 120 empregos diretos, fortalecendo assim a economia do município.

A matriarca da família, Maria Erivan Vieira, disse que a emoção é a mesma da primeira vez. “Eu sempre de gratidão, porque é do que meu coração está cheio. Estamos começando uma história aqui em Dias d’Ávila e estamos trazendo para cá o mesmo carinho, respeito e amor para nossos clientes e colaboradores”, concluiu.

Fonte: Bahianoar

22 de dezembro de 2021 0 Comentários
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Varejo

Quinto atacarejo da CSD custa R$ 30 mi

De Administrador SH 22 de dezembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Inauguração na semana do Natal leva a experiência e os preços vantajosos do modelo cash and carry aos clientes

O Stock Atacadista acaba de inaugurar uma loja em Telêmaco Borba, atacarejo que pertence à Companhia Sulamericana de Distribuição (CSD). O empreendimento fica localizado na Rodovia PR 160, km 22, nº 1.100 e é o quinto da marca no país.

A loja tem uma área de mais de 9,5 mil metros quadrados – maior que um campo de futebol -, além de salão de vendas de 3,1 mil metros quadrados. São 165 empregos diretos e há 178 vagas para automóveis, com estacionamento no térreo e no subsolo com acesso por esteiras rolantes. A loja conta com açougue e oferecerá serviço de televendas, para facilitar as compras em grandes quantidades em um canal especializado, além do Cartão Stock, que oferece vantagens e prazo para pessoas físicas e jurídicas.

Com a gerência de André Luiz Ferreira dos Santos, o Stock Atacadista funcionará de segunda-feira a sábado das 8 às 22 horas e aos domingos, das 8 às 18 horas. Além da loja em Telêmaco, a rede opera em Londrina/PR, Cianorte/PR, Toledo/PR e Araçatuba/SP.

Empreendimento

Foram investidos cerca de R$ 30 milhões na construção do Stock Atacadista em Telêmaco Borba. Além desta loja, a marca também opera em Londrina/PR, Cianorte/PR, Toledo/PR e Araçatuba/SP.

CSD

A Companhia Sulamericana de Distribuição (CSD), detentora da marca do novo atacarejo de Telêmaco Borba, também possui outras três bandeiras de supermercados: Cidade Canção (Paraná), Amigão Supermercados (São Paulo) e São Francisco Supermercados (Mato Grosso do Sul).

Segundo o ranking da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) a CSD é uma das maiores redes supermercadistas do país. Com sede em Maringá/PR, conta com 63 lojas em 30 cidades e emprega mais de 9 mil funcionários.

Atacarejo

O Stock Atacadista de Telêmaco Borba trabalha com operação de atacarejo, também chamado de cash and carry. É um modelo que tem crescido no Brasil, já que só neste ano foram abertas mais de 130 lojas com esse conceito, segundo a Associação Brasileira de Supermercados (Abras).

Fonte: Dcmais, por Milena Sartori

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Varejo

Carrefour revitaliza lojas em Manaus com projeto 3.0

De Administrador SH 22 de dezembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Para aprimorar a experiência do cliente, grupo investiu R$ 10 milhões na modernização das unidades e ampliação das áreas de produtos regionais

Neste mês, o grupo Carrefour Brasil concluiu a revitalização dos quatro hipermercados Carrefour em Manaus, que contou com um investimento de R$ 10 milhões e a contratação de fornecedores locais para a execução das obras.

As reformas contribuirão para uma melhor experiência de compra dos clientes, por meio do aumento de categorias e sortimentos oferecidos, além da ampliação dos espaços dedicados a produtos regionais.

A revitalização inclui também a modernização de toda a comunicação visual das lojas e está ligada ao projeto “Nova Geração 3.0 – Retrofit”, do Carrefour Property, braço imobiliário do Grupo.

Com as ações empreendidas, o grupo Carrefour Brasil busca fortalecer também o Act for Food, compromisso global da companhia que busca influenciar a mudança de hábitos alimentares dos consumidores, ampliando a oferta de produtos frescos, saudáveis e acessíveis em lojas, ao mesmo tempo que valoriza as regionalidades.

Dentre as principais ações realizadas nesse sentido estão a instalação dos Espaços Saudáveis – corredores que concentram a oferta de alimentos com tais características nos hipermercados-, além de ações de combate ao desperdício que movimentam todo o ecossistema e cadeia comercial da companhia.

“Apesar do cenário desafiador dos últimos dois anos, com a pandemia em todo o mundo, conseguimos empreender nos últimos meses esse grandioso processo de renovação das quatro lojas do Carrefour em Manaus, que vai tornar a experiência de compra de nossos clientes ainda melhor”, explica Stéphane Engelhard, vice-presidente de Relações Institucionais do Grupo Carrefour Brasil. “Manaus é uma cidade extremamente importante para os nossos negócios. Por isso, estamos sempre trabalhando para fortalecer ainda mais as nossas parcerias com fornecedores da região”.

Na capital do Amazonas, a companhia inaugurou sua primeira unidade do Carrefour no ano de 1998, em um momento de expansão de seus negócios para o norte do país. Já a primeira loja do Atacadão veio 15 anos depois, trazendo uma nova opção de compra para os clientes da cidade. Hoje, a companhia conta com quatro hipermercados do Carrefour e cinco unidades do Atacadão em Manaus, sendo que duas delas foram inauguradas neste ano.

Ao todo, o grupo Carrefour Brasil gera quase 2.400 empregos na cidade, entre diretos e indiretos, além de movimentar uma ampla cadeia de produção em toda a região. Atualmente, o Carrefour conta com mais de cem fornecedores alimentares no Amazonas, que oferecem cerca de mil produtos diretamente às unidades da rede. Ao mesmo tempo, a companhia possibilita que os produtos típicos do Amazonas sejam levados a outras regiões do país, por meio de seu ecossistema que atinge todos os estados e o Distrito Federal.

Nesse sentido, a empresa desenvolve um importante trabalho voltado para a aproximação e o fortalecimento de pequenos produtores e fornecedores locais. Em nível nacional, o Carrefour conta hoje com mais de nove mil produtos de quase mil fornecedores, graças a um cuidadoso trabalho realizado por uma robusta estrutura interna, formada por sete células regionais que reúnem mais de 90 colaboradores.

“Entendemos que valorizar a produção local faz com que a economia da região seja fortalecida e, para isso, realizamos uma série de mudanças em nossos processos internos, a fim de facilitar a entrada e comercialização desses produtos em nossas lojas. Também criamos uma incubadora interna para a acelerar o cadastramento de pequenos produtores e fechamos parceria com duas startups, a Muda Meu Mundo e a Local.e, para nos apoiar nesse projeto”, explica Engelhard.

No final do mês de outubro, em um evento online que reuniu milhares de fornecedores da rede, o Carrefour anunciou novas condições de contratos para pequenos fornecedores. As mudanças realizadas englobam prazo de pagamento acelerado, processo de cadastramento simplificado, facilidades no processo logístico, com a retirada de algumas taxas, e melhores negociações nos contratos comerciais.

Projeto Nova Geração 3.0 – Retrofit

A revitalização das lojas do Carrefour, em Manaus, faz parte de um projeto mais amplo executado pelo Carrefour Property, braço imobiliário do Grupo Carrefour. O “Nova Geração 3.0 – Retrofit” nasceu em 2010 com a Nova Geração 1.0, sendo que a cada atualização do mercado, seja em conceito de exposição ou nova tendência, há a readequação das lojas e galerias. O programa envolve uma ação contínua, que tem como objetivo implantar novos conceitos do Alimentar e Não Alimentar, atender as necessidades dos clientes, criando um diferencial em relação a concorrência e elevar os hipermercados a outro patamar de vendas.

Cada loja recebe um tipo de intervenção diferente de acordo com sua situação atual, mas o objetivo é que o cliente que visita as unidades da rede, seja em Manaus ou Porto Alegre, tenha acesso a mesma estrutura e disposição das lojas e que sejam padronizadas com a mesma identidade visual, ainda que mantendo as singularidades de cada região. Todas as reformas também levam em conta a sustentabilidade, com a substituição de aparelhos que possam ser prejudiciais ao meio ambiente e troca de luminárias comuns por LED, além da implementação de novos espaços, como os Espaços Saudáveis, Monte seu Bar, Espaço Casa e outros setores. Além disso, parceiros e fornecedores também são orientados a seguir diretrizes que respeitem essa temática. 

Sobre o Grupo Carrefour Brasil

Há mais de 46 anos no país, o grupo Carrefour Brasil é líder de mercado de distribuição de alimentos. A partir de uma plataforma omnicanal e multiformato, reúne operações de varejo e Cash & Carry, além do Banco Carrefour e de sua divisão imobiliária, o Carrefour Property. Atualmente, conta com os formatos Carrefour (hipermercado), Carrefour Bairro e Carrefour Market (supermercado), Carrefour Express (varejo de proximidade), Carrefour.com (e-commerce), Atacadão (atacado e atacado de autosserviço), além de postos de combustíveis e drogarias.

Presente em todos os Estados e Distrito Federal, sua operação já abrange mais de 721 pontos de vendas. Com faturamento de R$ 74,8 bilhões em 2020 e mais de 95 mil colaboradores no Brasil, a empresa é a segunda maior operação dentre os países nos quais o Grupo Carrefour opera. A companhia se destaca ainda por ser uma das maiores empregadoras privadas do país e uma das 20 maiores empresas listadas na bolsa brasileira (B3).

Além disso, tem focado em democratizar cada vez mais o acesso da população à alimentação saudável, promovendo o movimento Act For Food. No mundo, o grupo Carrefour atua em mais de 30 países e, nos próximos anos, implementa estratégia prevista no plano Carrefour 2022, por meio da qual lidera intenso movimento de omnicanalidade, transformação digital e transição alimentar para que seus clientes consumam ainda melhor em qualquer lugar. Com mais de 320 mil colaboradores e 13 mil lojas espalhadas pela Europa, Ásia e América Latina, está presente na vida de mais de 105 milhões de clientes. Em 2020, a receita global da companhia totalizou € 78,6 bilhões.

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Assaí expande os negócios em Pernambuco

De Administrador SH 22 de dezembro de 2021
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Nova sede regional e segunda loja na capital acabam de ser inauguradas e vem mais por aí

O Assaí atacadista inaugurou nesta terça-feira mais uma loja no Recife. A unidade congrega também a nova sede regional da companhia, que mantém Pernambuco no plano de expansão e prevê, nos próximos meses, a abertura de outra loja em Petrolina, no Sertão.

Com mais de 16 mil m² de área construída, sendo mais de 7 mil m² somente de área de loja, a loja foi projetada para contar com uma utilização racional de energia elétrica e melhor aproveitamento da luz natural. Para formar o quadro de colaboradores e colaboradoras, a empresa gerou cerca de 318 empregos indiretos e mais de 250 diretos, com quase 80% dos contratados e contratadas sendo moradores da capital pernambucana.

A nova unidade, localizada na avenida Recife, no bairro de Jardim São Paulo, é a 10ª unidade da rede no Estado. Nos planos de expansão, para os próximos meses está a inauguração da loja de Petrolina, no Sertão.

Há ainda a possibilidade do Assaí estar mais presente em áreas nobres da cidade, já que com a desativação das lojas Extra Hiper, localizadas no Recife na Benfica e em Boa Viagem, o grupo ainda decide se substituirão essas unidades do Extra por lojas do Assaí. Atualmente, no Recife, há duas unidades do Assaí, na Imbiribeira e, agora, em Jardim São Paulo.

Em linha com o planejamento, o ano de 2021 deve ser encerrado com aproximadamente 28 novas lojas do Assaí pelo País.

“Estamos muito felizes em abrir a segunda loja no Recife, depois de seis anos de inaugurada a unidade de Imbiribeira, trazendo mais uma alternativa aos pernambucanos que querem economizar e encontrar suas marcas e itens favoritos. Tínhamos uma vontade antiga de crescer ainda mais na capital, facilitando o acesso de toda a cidade ao Assaí – e, com essa nova loja, começamos a atingir este objetivo”, afirma o Diretor Regional, João Miguel de Almeida Gouveia.

A unidade também recebe a nova sede da Regional Nordeste, que reúne o time responsável pela operação da empresa nos estados de Pernambuco, Paraíba, Alagoas e Rio Grande do Norte.

Fonte: Lucas Mores, JC.Ne10

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Cidade gaúcha recebe dois novos atacarejos em 2022

De Administrador SH 22 de dezembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Redes regionais já se preparam para atender a população superior a 130 mil habitantes

O ano de 2022 reserva investimentos importantes na área do varejo de alimentos para Santa Cruz. Ainda no primeiro trimestre, entra em operação o Stok Center. A marca pertence à Comercial Zaffari, que já possui um supermercado no município. A construção do prédio está praticamente finalizada e fica na BR-471.

A reportagem apurou que outros dois empreendimentos do ramo também devem abrir em Santa Cruz. Um deles é do grupo catarinense Passarela, que possui sede em Concórdia.

Uma área já foi adquirida na Avenida Castelo Branco. A intenção é implantar um atacado com lojas e outros atrativos. Atualmente, eles já possuem unidades no Estado, em Erechim e Bento Gonçalves. O empreendimento em Santa Cruz deve se chamar Via Passarela.

O outro grupo atacadista que quer investir no município não teve, ainda, o nome revelado. Representantes estão em busca de uma área na cidade. A intenção é construir na BR-471, perto da Estação Rodoviária.

Fonte: Bruna Lovato, GAZ

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Cooperja inaugura supermercado no Rio Grande do Sul

De Administrador SH 22 de dezembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Abertura acontece no momento em que a cooperativa bateu recorde de faturamento 

O município de Três Cachoeiras, no litoral norte do estado gaúcho, foi o escolhido pela Cooperja para o lançamento do primeiro supermercado da rede na região. A cooperativa, que em novembro alcançou R$1 bilhão em faturamento, acelera agora o seu processo de expansão.

A história da Cooperja com Três Cachoeiras já vem de longe. Em 2010, a cooperativa inaugurou a primeira loja agropecuária na cidade. Agora, o moderno supermercado vem para atender às principais demandas da população, além de fomentar a economia e a geração de emprego e renda na região.

Segundo o Anuário do Cooperativismo Brasileiro 2021, as redes de cooperativas do país somaram, em 2020, um total de 455.095 empregos diretos, um crescimento de 6% em relação ao ano anterior. No estado do Rio Grande do Sul, esse número ultrapassou 62 mil. Para o levantamento de 2021, a estimativa é que esses índices sigam aumentando.

Esses dados mostram não só a força do cooperativismo, como também a sua importância para a sociedade. Redes como a Cooperja, que investem no desenvolvimento e expansão do negócio para outras regiões do país, ajudam a fomentar ainda mais esse cenário.

Nos últimos anos, a cooperativa catarinense tem se dedicado ao seu processo de expansão. O Rio Grande do Sul é um dos estados que mais vem recebendo investimento nesse quesito, depois de Santa Catarina. Hoje, o estado gaúcho possui uma sede industrial, uma loja agropecuária e, agora, a filial de supermercados da rede.

Com a inauguração do novo empreendimento, a Cooperja já soma cinco supermercados modernos e completos no sul do país. Na cerimônia de abertura, estiveram presentes autoridades locais, além do presidente da cooperativa, Vanir Zanatta.

A inauguração do empreendimento foi a consolidação de uma história com o município gaúcho que começou há 11 anos. Uma trajetória de confiança entre a população de Três Cachoeiras e a Cooperja, que agora ganha um novo e importante capítulo.

Novo supermercado Cooperja: moderno, amplo e acessível

Com cerca de 1000m², a filial de Três Cachoeiras é considerada um dos principais empreendimentos da região. Além de fomentar novas oportunidades para o município gaúcho, o supermercado conta com uma ampla e moderna estrutura, cujo objetivo é atender a população com excelência e qualidade.

Além da área de vendas, depósito e produção da padaria, o supermercado possui um amplo ambiente para refeições. Outra novidade, são os caixas de autoatendimento que além de trazer a inovação e tecnologia para dentro do empreendimento, tem o objetivo de facilitar o dia a dia dos clientes.

A filial gaúcha também conta com uma estrutura completa de acessibilidade para os portadores de necessidades especiais. O empreendimento está localizado no centro da cidade de Três Cachoeiras, às margens da BR 101, na Avenida Inácio José Scheffer.

Sobre a Cooperja

Criada em 1969, a cooperativa teve sua origem no município de Jacinto Machado, localizado no sul de Santa Catarina. Ela nasceu como uma solução para os problemas de aquisição de insumos, armazenagem e comercialização da produção agrícola da região. Atualmente, a Cooperja possui uma rede consolidada de indústrias, lojas agropecuárias, posto de combustível e supermercados.

Fonte: NSC Total

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Varejo

“Just in time” muda com a pandemia

De Administrador SH 22 de dezembro de 2021
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Pequenos estoques deixaram empresas com falta de produtos e insumos

A Heineken vende 300 marcas a consumidores em 190 países. Parte da estratégia da cervejaria, no entanto, tem sido produzir marcas regionais localmente e, então, exportá-las a mercados maiores. Quando comprou o controle majoritário da Red Stripe em 2015, repatriou a produção da marca para a Jamaica. De forma similar, a marca Dos Equis era produzida apenas no México, embora tivesse grande parte das vendas nos Estados Unidos e em outros países.

Esse modelo de produção local acabou cobrando seu preço em 2020, quando o governo mexicano declarou a cerveja como “não essencial” e fechou temporariamente as cervejarias do país durante a primeira onda da pandemia. Em vez de simplesmente desistir da Dos Equis, a Heineken se recompôs e enviou rótulos e garrafas para a Holanda e começou a produzir a cerveja no país. Desde então, a produção no México foi retomada, mas a empresa agora tem muito mais consciência de que precisa ter centros alternativos de produção para suas maiores e mais lucrativas marcas – e garantir que tenham acesso aos suprimentos necessários.

Por todo o mundo, empresas se depararam com obstáculos em suas cadeias de abastecimento durante a pandemia e com os gargalos nas remessas internacionais que se seguiram quando as economias começaram a “reabrir”. Linhas de montagem de carros foram paralisadas por falta de chips, fabricantes de destilados ficaram sem garrafas e lojas de departamento se viram com baixos estoques para o Natal.

Problemas como esses vêm forçando as empresas a repensar suas estratégias. Por décadas, elas priorizaram os custos acima de todo o resto ao selecionar fornecedores, construir fábricas e decidir o volume de estoque que precisavam ter disponível. Tal filosofia foi apelidada frequentemente de “just in time”, baseada em um volume mínimo de estoques e em contratos flexíveis e de curto prazo com os fornecedores, cujos termos podiam ser ajustados rapidamente a mudanças na demanda dos clientes.

A busca por eficiência, contudo, incluiu muito mais. As empresas também transferiram produção a locais com baixos salários, agruparam pedidos para conseguir maiores economias de escala e tentaram encolher a presença em jurisdições onde precisavam pagar impostos altos.

“Muitos dos modelos operacionais nas cadeias de abastecimento que vemos como quebrados hoje, foram cimentados há 20 anos, [baseados] no que na época eram verdades universais, que buscar fornecedores de baixo custo […] fazia um enorme sentido”, disse Brian Higgins, chefe das áreas de operações e cadeias de abastecimento nos EUA da KPMG. “Isso se presta às cadeias de suprimentos que são muito longas, porque elas são [baseadas em] custos, não em riscos. Já vimos essa ruptura muitas vezes.”

As empresas não estão abandonando totalmente as políticas da cadeia de suprimentos existentes, mas vêm remodelando-as para que sejam mais resistentes.

Algumas empresas passaram a ter estoques maiores e a assinar contratos de maior prazo com os principais fornecedores. Outras diversificaram a produção, de forma a criar centros regionais que dispõem de fornecedores locais, e investiram em tecnologia para poder perceber possíveis gargalos com mais antecedência. Algumas empresas também estudam até que ponto podem trabalhar com os rivais no compartilhamento de informações e na construção de instalações contingenciais sem se complicar com os órgãos reguladores da concorrência.

“O que as empresas adoram fazer é otimizar o capital de giro. Muitos fabricantes adotaram o estoque ‘just in time’ e, pré-pandemia, isso funcionou muito bem”, ddisse Carol Tomé, CEO da UPS, em um evento setorial.

O desabastecimento verificado em todo o mundo tem forçado as empresas a repensarem as suas estratégias

“Mas quando a pandemia chegou e tudo foi fechado, inclusive a indústria e, depois, a economia começou a se abrir e a demanda […] deu um salto, bem, aquele estoque ‘just in time’ deixou de funcionar bem. As empresas agora estão pensando: eu preciso de um estoque ‘just in case’ [suficiente para o caso de eventualidades]”, acrescentou.

As mudanças vêm sendo impulsionadas pela pandemia e pelo choque na cadeia de suprimentos que veio em sua esteira. No entanto, elas também são reflexo das tensões geopolíticas entre China e Ocidente e da pressão cada vez maior para as empresas reduzirem sua pegada de carbono.

Dezenas de milhares de pequenas mudanças vêm remodelando os fundamentos de como os bens são projetados, fabricados e vendidos. Em alguns casos, essas mudanças elevam os custos e a inflação, embora o resultado final também possa ser uma oferta mais confiável e mais local, o que reduz a volatilidade dos preços e as futuras emissões de carbono.

Essa nova mentalidade ganhou raízes nos primeiros dias da pandemia, quando uma pesquisa da McKinsey com altos executivos de cadeias de suprimentos revelou que 73% das empresas haviam encontrado problemas relacionados aos fornecedores – desde a falta de peças a atrasos no envio – que exigiam mudanças.

“A cadeia de abastecimento é como o seu carro. Se funcionar bem, você não pensa muito a respeito. Mas quando ele quebra, você com certeza sabe a diferença”, disse Hamid Moghadam, presidente da Prologis, fundo de investimento imobiliário que investe em instalações de logística, no mesmo evento. “A pandemia mudou tudo.”

Um grande grupo industrial alemão, pego de surpresa pela escassez de semicondutores, deixou de fazer seus habituais acordos de três meses com fornecedores, cujos termos não eram obrigatórios, e passou a ter contratos de 24 meses, nos quais paga antes de receber os chips. “Tivemos que dar mais estabilidade à cadeia de suprimentos”, disse um alto executivo. “Houve uma mudança, de um mercado pró-comprador para um mercado pró-vendedor.”

Para um grupo industrial alemão, houve mudança de um mercado pró-comprador para mercado pró-vendedor

A empresa não é a única. As montadoras americanas Ford e General Motors estão formando parcerias, em vez de só assinar contratos de fornecimento com os fabricantes de chips para ter maior acesso à produção deles. A rival Volkswagen tenta ampliar a duração de seus contratos com fornecedores importantes, enquanto grupos chineses do setor de energia vêm se apressando em assinar contratos de suprimento de gás natural liquefeito (GNL) que podem chegar a 20 anos, mais que o dobro da duração normal. Uma pesquisa complementar da McKinsey neste ano mostrou que 61% das empresas haviam aumentado o estoque de produtos cruciais e 55% haviam adotado medidas para garantir que tivessem pelo menos duas fontes de matérias-primas.

Como resultado, os custos de armazenamento subiram muito em vários mercados, à medida que fabricantes e varejistas aumentaram os volumes de estoque. As taxas de espaço industrial vago nos EUA – um indicador do espaço disponível em depósitos – atingiram o menor patamar da história, de 3,6%, no terceiro trimestre, de acordo com a CBRE. Na região metropolitana de Inland Empire, na Califórnia, um atual ponto importante de gargalo, perto dos portos de Los Angeles, as taxas de vacância caíram 0,7%. A corretora imobiliária Cushman & Wakefield prevê que o Reino Unido poderá ficar sem espaço de armazenamento em um ano.

Com as cadeias de suprimento tornando-se mais complexas e diante da maior frequência de desastres naturais que as interrompem, “você tem que reinventar o ‘just in time’”, disse Oscar de Bok, que dirige as operações da cadeia de suprimentos da DHL. “Você não pode mais planejá-las tão enxutas como queria no passado.”

Abandonar o mantra “eficiência acima de tudo” vai além de armazéns e das encomendas.

Empresas que haviam concentrado sua produção em apenas um ou em poucos locais de baixo custo foram sacudidas em 2020, quando se viram sem peças importantes ou até sem as próprias mercadorias para vender, em função das paralisações relacionadas à pandemia e dos pontos de estrangulamento das remessas pelo mundo. O recado foi reforçado pela inesperada onda de frio e neve em fevereiro no Texas, que fechou fábricas petroquímicas e provocou a escassez de resina, um ingrediente essencial em quase tudo, desde canudos de plástico a peças automotivas.

A pandemia fortaleceu a posição dos executivos de empresas que já vinham explorando a possibilidade de estabelecer redes regionais por outros motivos – como driblar as crescentes tensões EUA-China ou aproveitar incentivos dos governos para estimular as indústrias nacionais.

Empresas multinacionais vêm falando em cadeias de suprimentos “locais para locais”. Isso se dá em parte porque problemas de logística corroeram as vantagens de enviar produtos de fábricas de baixo custo a meio mundo de distância. Agora leva de 28 a 52 dias para enviar um par de sapatos, produzidos na China, de Xangai para Los Angeles. Antes da pandemia, levava entre 17 e 28 dias. E o custo total aumentou em US$ 1,77 por par, de acordo com pesquisa da consultoria AlixPartners – um custo adicional que empresas menores do setor de calçados, com margens de lucro também menores, terão dificuldade em absorver.

“O problema é a volatilidade. Se você sempre tem um atraso de dez dias, pode colocar material extra de dez dias na cadeia de abastecimento. Mas algumas coisas chegam a tempo e outras atrasam 20 dias”, disse Volker Blume, que chefia as áreas de controle de materiais, de transporte e de garantia de entrega na montadora alemã BMW. “Nossos sistemas são projetados para fluxos sem percalços.”

Fabricantes e varejistas dos mais variados setores, desde carros e calçados até vacinas, vêm redescobrindo as vantagens de ter fornecedores próximos aos consumidores. Em setores de importância estratégica, como os de saúde, eles também vêm recebendo ajuda governamental. Isso vem ressuscitando o interesse em produzir na América do Norte – onde, por exemplo, Ford e SK Innovation, da Coreia do Sul, anunciaram recentemente planos para construir, no Kentucky, uma fábrica de baterias de íon de lítio de US$ 5,8 bilhões – e na Europa continental, onde a Intel prometeu investir US$ 20 bilhões na produção de semicondutores.

“O pêndulo foi para o outro lado e […] não acho que alguma vez venha a voltar completamente. Nem mesmo a China será o centro industrial de baixo custo que foi”, disse Simon Freakley, executivo-chefe da AlixPartners. “Isso significa que áreas como o Texas e o Kentucky se tornaram [mais atraentes porque] têm a vantagem adicional do ‘just in time’ e do ‘just in case’.”

A Resilience, uma empresa biofarmacêutica de San Diego, é uma das beneficiárias dessa tendência. Fundada durante a pandemia, ela se especializou em produção industrial local de alta tecnologia. Ela recebeu um investimento direto do governo canadense de US$ 164 milhões para sua unidade em Ontário e ganhou contratos da Moderna e de outras empresas que criaram vacinas e medicamentos, para produzi-los na América do Norte. Já tem quatro instalações em operação e planos para pelo menos mais seis.

“É um mito que o custo depende da geografia”, disse o cofundador e executivo-chefe da Resilience, Rahul Singhvi, que antes trabalhou na Takeda, o grupo farmacêutico japonês. “Tínhamos tecnologias de fabricação que podíamos usar para reduzir custos até mesmo no Japão. Era mais barato do que alguns mercados indianos e chineses.”

A Volkswagen e a BMW vêm tentando padronizar componentes de cada um de seus vários modelos e marcas, para que os fornecedores tenham volume suficiente para poder fabricar regionalmente.

A plataforma industrial da Volkswagen para carros a gasolina ou a diesel “é altamente flexível, então, se o volume diminuir, podemos combinar carros com motor a combustão de diferentes marcas em uma fábrica e remodelar as outras”, disse Arno Antlitz, diretor de finanças da empresa. “Estamos reduzindo altamente a complexidade, porque precisamos fazê-lo.”

Embora boa parte da preocupação com a localização tenha sido motivada por questões de logística, executivos dizem que a tendência também se encaixa bem em seus esforços para lidar com o aquecimento mundial e para aproveitar as mudanças nas políticas governamentais.

Reduzir o número de peças e produtos enviados ao redor do mundo é uma maneira fácil de melhorar a pegada de carbono de uma empresa. Alguns grupos também vêm transferindo produção para locais onde a energia renovável é abundante e há mercados substanciais para seus produtos, como a província de Yunnan, na China, onde a energia hidrelétrica a ajudou a se tornar um centro de produção de alumínio.

Ao mesmo tempo, os incentivos financeiros que estão relacionados à localização das fábricas estão mudando. Além dos esforços dos governos para impulsionar a produção industrial nacional, algumas das vantagens de fabricar em jurisdições de baixa tributação vêm diminuindo.

O pioneiro acordo mundial balizando a cobrança de impostos sobre pessoas jurídicas, assinado em outubro, exige que as empresas paguem uma alíquota efetiva de pelo menos 15% e que declarem os lucros. E também que paguem mais impostos nos países onde fazem negócios. Isso acabaria com os atuais incentivos para que as empresas evitem ter uma presença física em países onde têm muitas vendas e os impostos são altos, para poder transferir a receita e os lucros a outros lugares, segundo Kate Barton, da EY.

Os ajustes nas cadeias de suprimentos vão além das mudanças físicas. Muitas empresas investem em tecnologia para identificar mais rapidamente atrasos na cadeia. A BMW aumentou o uso de rastreadores digitais para acompanhar suas peças em toda a Europa e receber alertas em tempo real se um caminhão estiver atrasado. As atuais filas nos principais portos faz com que o tempo de transporte marítimo varie mais, de forma que a montadora está trabalhando com algumas startups que tentam criar algoritmos de previsão. Ainda assim, as informações de fornecedores diretos só chegam até certo ponto.

“Se você tiver boas informações sobre sua cadeia de suprimentos, precisará de menos estoque e poderá diminuir as proteções”, afirmou Blume, da BMW. “Você precisa de uma solução de comunicações padronizadas para permitir que os participantes de uma cadeia de suprimentos enxerguem mais longe.”

É por isso que as principais montadoras alemãs e seus maiores fornecedores – Bosch, Siemens e Schaeffler, entre outros – se uniram na primavera europeia passada para fundar a Catena-X. Essa aliança automotiva define padrões para o compartilhamento de informações e dados, tornando mais fácil para todos observarem o que ocorre, não apenas com seus fornecedores diretos, mas também com as centenas de milhares de empresas menores das quais esses dependem.

Paralelamente, varejistas e fabricantes que pertencem ao Consumer Goods Forum vêm explorando maneiras de colaborar para ganhar mais poder de resistência, o que poderia incluir, por exemplo, investir em instalações contingenciais compartilhadas, que seriam necessárias em situações de emergência. Isso pode incluir portos alternativos e depósitos e caminhões extras. Isso provavelmente também exigiria aprovação das autoridades de regulamentação, dada a preocupação com a formação de cartéis, mas mas há precedentes. O governo do Reino Unido permitiu que supermercados e fornecedores trabalhassem juntos para desviar suprimentos de restaurantes para supermercados nos primeiros dias da pandemia.

As conversas estão em estágios iniciais, mas “só o fato de a palavra ‘colaboração’ fazer parte de uma reunião de diretoria é uma mudança”, disse Ruediger Hagedorn, diretor de cadeia de valor do grupo setorial. “Se você tem instalações compartilhadas, você compartilha o risco.”

Incrementar estoques é muito mais fácil do que realocar fábricas ou concordar em dividir espaço com um concorrente, e não está claro se as empresas seguirão esse caminho. Embora 93% das empresas tenham respondido à McKinsey em 2020 que pretendiam tornar sua cadeia de suprimentos mais flexível, ágil e resiliente, apenas 15% haviam feito mudanças estruturais quando a pesquisa de 2021 foi feita.

Ainda assim, Daniel Swan, que chefia a área de operações na empresa de consultoria, afirma que “há um aumento significativo no envolvimento do executivo-chefe nas questões da cadeia de suprimentos. Isso me encoraja a pensar que [a tendência de mudança] não será fogo de palha”. (Tradução de Sabino Ahumada)

Fonte: Valor, Financial Times

22 de dezembro de 2021 0 Comentários
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Indústria

Tirol lança Showkinho com design lúdico e elementos para despertar appetite appeal

De Administrador SH 21 de dezembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Para conseguir agradar a todos os públicos do Showkinho, bebida achocolatada da Lacticínios Tirol, a empresa relança o produto no mercado com uma embalagem com apelo lúdico, porém maduro. Este efeito contrastante foi possível graças à limpeza visual, às cores e aos formatos aplicados no novo design.

Entre as principais mudanças está a retirada do personagem, que foi substituído pelo maior destaque do nome. Já o lúdico foi resgatado com o colorido e as fontes divertidas, que evidenciam a presença da bebida nos momentos de alegria e de descontração em família. O formato do nome conta com splash e movimentos que chamam a atenção e geram appetite appeal. Aliado a tudo isso, a cor da embalagem, um azul escuro, traz mais destaque no ponto de venda e coloca em evidência o colorido do nome.

“O redesign foi feito a partir de um estudo e o resultado dará mais visibilidade ao produto nas gôndolas. Além disso, o visual do Showkinho abrange mais faixas etárias e consegue agradar aos olhos de todo o público que o consome”, afirma o diretor comercial e marketing da Tirol, Jossemar Olivo.

O conteúdo continua o mesmo e o conceito da embalagem se estende tanto para o produto de 1 litro quanto para o de 200ml.

21 de dezembro de 2021 0 Comentários
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Varejo

Maior atacarejo do Brasil comemora abertura da loja nº 250

De Administrador SH 20 de dezembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Estratégia assertiva do grupo Carrefour Brasil alimenta um robusto plano de expansão a curto prazo

O Grupo Carrefour Brasil atingiu uma marca histórica: inaugurou a loja número 250 do Atacadão, localizada no município de Osasco, em São Paulo, na última semana.

O marco consolida a empresa como líder brasileira no segmento atacarejo (cash & carry), levando facilidade para todos os tipos de públicos, com preços competitivos, acesso à alimentação básica de qualidade e, principalmente, gerando oportunidades de emprego e estimulando o empreendedorismo, contribuindo para o giro das economias das regiões nas quais está presente.

O modelo de negócios do Atacadão, por ter parcerias exclusivas com diversos fornecedores, consegue oferecer preços extremamente competitivos. Isso garante aos pequenos comerciantes, transformadores e consumidores finais a aquisição de produtos com preços mais baixos, ajudando na retomada do crescimento da economia.

“Este é um momento muito importante em nossa história. Chegamos a 250 lojas de autosserviço no país. Esse resultado é fruto de quase 60 anos de muito trabalho, feito por mais de 60 mil colaboradores que acreditam no nosso país e querem fazê-lo crescer ainda mais. São décadas contribuindo com a economia do Brasil, proporcionando oportunidades de emprego e oferecendo preços competitivos, além de acesso à alimentação básica de qualidade para a população. Isto faz parte do modelo de negócios do Atacadão, que segue um robusto plano de expansão”, comenta Marco Oliveira, CEO do Atacadão.

Esse resultado é parte da estratégia assertiva de crescimento do Grupo Carrefour Brasil na bandeira Atacadão nos últimos anos, bem como da capacidade de execução única do seu time de expansão. Em 2021, o Atacadão concluiu a integração de 28 lojas e 13 postos de combustível adquiridos do Makro.

O processo de integração foi feito em tempo recorde, em 6 meses ante a previsão inicial de 12 a 15 meses. “Seguiremos com a agenda de expansão do modelo cash & carry no Brasil, seja de forma orgânica ou por meio da reabertura de lojas adquiridas. Temos capacidade de integrar aquisições com sucesso e atingir rapidamente as metas que estabelecemos”, afirma Stéphane Maquaire, presidente do Grupo Carrefour Brasil.

O ano de 2021 foi especial para o Atacadão e não só pela marca da loja 250. Ao longo do ano, o Atacadão abriu 44 lojas no Brasil, além de três atacados, o que resultou na geração de 14.400 novos postos de trabalho, entre diretos e indiretos. “Expandimos a nossa operação em 17 dos 27 Estados brasileiros, aumentando a capilaridade dos nossos serviços e gerando valor para os municípios e seus entornos de nossa operação”, completa Marco.

Além de oferecer o melhor sortimento de produtos e preços extremamente competitivos, o Atacadão garante mais comodidade na hora de pagar as compras com o Cartão Atacadão. Com ele, os consumidores participam de um programa de benefícios com descontos exclusivos em diversos produtos da rede no Brasil. Outra vantagem é o prazo estendido para pagamentos, incluindo até 70 dias para abastecimento nos postos de combustível da companhia e compras em até 10 vezes sem juros nas drogarias Atacadão. O cartão pode, também, ser utilizado em qualquer estabelecimento que é credenciado na rede MasterCard.

Presença digital

Além da presença física por todo o país, o Atacadão buscou alternativas para que seus clientes pudessem ter a melhor experiência em sua jornada de compra, com comodidade, qualidade, sortimento, força operacional e principalmente, preços justos. Por isso, há pouco mais de um ano o Atacadão lançou seu marketplace, uma plataforma intuitiva que identifica e mostra sempre o menor preço aos clientes, otimizando tempo e garantindo mais economia. Atualmente, a plataforma conta com mais de 300 sellers parceiros e cerca de 50 mil produtos. A presença digital do Atacadão se dá a partir de seus 31 atacados de entrega, espalhados por todo o país. Desta maneira, a rede consegue estar presente em 5 mil cidades.

Além do site focado no cliente pessoa jurídica, o Atacadão estabeleceu parcerias com os aplicativos Rappi e Cornershop, possibilitando uma experiência digital nas lojas e regiões em que esses aplicativos atuam. A operação, presente em 120 lojas de 60 cidades, conta com uma equipe de shoppers dedicados a atender em tempo real os pedidos que chegam pelos aplicativos, garantindo comodidade e economia para o cliente Atacadão. Desta maneira, o Atacadão consegue chegar a todos os públicos possíveis, que buscam sortimento e preço justo.

O Atacadão é parte do Grupo Carrefour Brasil, maior líder varejista do país, com mais de 720 lojas e 100 mil colaboradores no Brasil. Somente o Atacadão conta com cerca de 60 mil colaboradores em 170 cidades.

20 de dezembro de 2021 0 Comentários
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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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