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terça-feira, setembro 22, 2026
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Varejo

Lançamentos de atacarejos disparam em 2021 no Sul do país

De Administrador SH 29 de novembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Setor de varejo alimentício enfrentou inúmeras mudanças no comportamento do cliente diante a pandemia, retorno dos preços altos e queda no poder aquisitivo

Os investimentos no atacado de autosserviço se intensificaram este ano e devem manter o fôlego em 2022. O movimento ocorre em um período em que a perda da renda média e a inflação alta levam o consumidor a trocar serviços por produtos mais baratos. O formato atrai médias e grandes redes, seja com abertura de unidades ou remodelação de operações. “O cliente busca atacarejo, supermercado ou o armazém próximo, o que tiver o preço mais baixo. E está em busca de preço, mesmo que seja em local sem diferenciais, com poucos serviços e menos oferta de marcas”, explica Antonio Cesa Longo, presidente da Associação Gaúcha de Supermercados (Agas).

No quesito preço, pesquisa realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostrou que o atacarejo é mais em conta na comparação a outros tipos de loja, como supermercados e hipermercados. Em média, a cesta básica de alimentos fica 18% mais barata nos atacarejos. Em determinados produtos, a diferença de valor chega a 33%.

Fábio Bentes, economista-chefe da CNC, afirma que o desemprego e a inflação ajudam a explicar a preferência pelo modelo também chamado de cash and carry. “Diante da crise e da perda do poder aquisitivo do brasileiro, é comum ver a explosão dos atacarejos no País. Essa economia que proporcionam torna o negócio mais atraente para as pessoas”, explica.

Ao mesmo tempo em que o modelo vem atraindo o consumidor pelo bolso, o autosserviço amplia a oferta de todos os formatos de loja, em especial, atacarejos.

No total do ano até setembro, foram inauguradas 138 lojas, reinauguradas 151 e reformadas outras 74. Nas vendas, os atacarejos não deixam a desejar. De acordo com Marcio Milan, vice-presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), lideram a expansão do setor em 2021 no País.

Apenas a rede Comercial Zaffari, de Passo Fundo, inaugurou três lojas do atacarejo Stok Center em três meses. Em setembro, fez sua estreia em Porto Alegre. Em outubro, abriu em Lagoa Vermelha. E, no dia 23 de novembro, inaugurou sua segunda unidade em Caxias do Sul, totalizando 19 filiais no Rio Grande do Sul. Para 2022, serão até cinco unidades.

De acordo com estudo anual da Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores de Produtos Industrializados (Abad), foi justamente este modelo o que mais ampliou o número de lojas durante a pandemia. Com faturamento de R$ 64,7 bilhões, o setor cresceu 24,9% em 2020.

Um dos motivos da aceleração foi a invasão de consumidores pessoa física no autosserviço de atacado, que tinha entre pequenos comerciantes seus principais clientes, especialmente donos de restaurantes e lanchonetes. Entre os motivos que permitiram essa expansão estão a desobrigação de comprar em grandes quantidades e a possibilidade de pagar com cartão de crédito de bandeiras variadas.

O cenário negativo levou as pessoas a priorizar o custo mais baixo. Trocaram as prateleiras mais sortidas dos super e hipermercados pelos atacarejos, que têm cerca da metade de marcas disponíveis. Outra mudança, especialmente nos primeiros meses de pandemia, foram as restrições de circulação de pessoas nas ruas, o que reduziu as visitas às lojas, e estimulou a compra de produtos em volumes maiores para garantir estoques em casa.

Segundo o executivo, o comportamento vem sendo mantido também em 2021. “Muitas pessoas precisaram se reinventar e começaram, por exemplo, a empreender na cozinha. Com isso, o serviço de atacarejo é uma opção bastante interessante”, complementa Oliveira. Outra mudança notada nas lojas do Atacadão foi o aumento de procura por alimentos frescos, além dos itens de saúde e higiene.

O cenário negativo levou as pessoas a buscarem economia e estoques, dois quesitos atendidos pelos atacarejos. Muitos tiveram de se reinventar e empreender, em razão da retração das atividades econômicas, outros tiveram sua renda achatada, tendo de pesquisar preços menores e mais competitivos. Outra consequência da Covid-19 foi a redução de idas às lojas, o que estimulou a compra de produtos em volumes maiores para estocar em casa.

Empresas aceleram investimentos no Estado

Entre os grupos que estão acelerando investimentos em atacarejo está o Unidasul, detentora das bandeiras Macromix e Supper Rissul. Com nove lojas em oito municípios do Rio Grande do Sul, o Macromix Atacado prevê abertura de três lojas apenas em 2022, em São Leopoldo, Portão e Tramandaí. Segundo Rafael Lubini, gerente de marketing da UnidaSul, serão gerados cerca de 700 novos postos de trabalho. O projeto de ampliação da rede veio após a implantação de um centro de distribuição (CD) em 2020.

Com um projeto de expansão gradual desde a abertura do primeiro atacarejo Leve Mais, o Grupo Asun prepara a abertura de uma filial em Tramandaí, no Litoral Norte, no verão de 2022. Hoje, a rede conta com são seis lojas da bandeira Leve Mais, número que se mantém nos últimos dois anos, conta Jacques Baptista, gerente comercial do Grupo Asun.

Todo o movimento no mercado gaúcho atrai também marcas de fora do Estado. É o caso do Grupo Pereira, maior rede supermercadista de Santa Catarina, que prepara sua chegada ao Rio Grande do Sul. São Leopoldo, no Vale do Sinos, abrigará o primeiro centro de distribuição do Grupo Pereira. O anúncio oficial foi em 14 de outubro deste ano. Como a aquisição do imóvel ocorreu apenas um mês antes, em setembro, somente agora a empresa começou a desenvolver o projeto para readequação do espaço como centro de distribuição de alimentos, onde funcionava uma fábrica da Hyundai Elevadores.

Segundo Cristiano Paulo Abrahão Caron, gerente nacional de Expansão e Galerias Comerciais do Grupo Pereira, a localização do espaço logístico foi estratégica por ficar no meio do caminho entre as unidades de atacarejos que serão instaladas em 2022 nos municípios de Caxias do Sul, Novo Hamburgo, Canoas e Porto Alegre. Estão previstos investimentos de R$ 150 milhões e abertura de 1,2 mil postos de trabalho.

Novas e tradicionais redes aproveitam expansão do consumo

O atacado de autosserviço no Rio Grande do Sul está em franca expansão. Vem recebendo investimentos de redes locais e de outros estados, de médio a grande porte. Conforme relatou o vice-presidente da Abras, Marcio Milan, grupos tradicionais que já atuavam no atacarejo estão abrindo novas lojas e outros estão estreando no modelo.

O Carrefour inaugurou, neste ano, 36 unidades do Atacadão e outras oito estão previstas até o final do ano. Os locais das novas operações não foram divulgados pela empresa. No Rio Grande do Sul, o Carrefour reabriu as lojas Makro com a bandeira Atacadão em Porto Alegre, Caxias do Sul e São Leopoldo. Há ainda um projeto para nova operação em Uruguaiana, mesmo que não confirmada oficialmente pelo grupo e, portanto, sem previsão de data de abertura.

No Rio Grande do Sul, o Atacadão conta com 12 lojas de autosserviço e um atacado de entrega, localizados em Sapucaia do Sul, Gravataí, Rio Grande, Novo Hamburgo, Pelotas, Porto Alegre, Santa Maria, Estrela, Viamão, São Leopoldo e Caxias do Sul. Ao todo, são cerca de 5,2 mil colaboradores diretos e indiretos no Estado.

Embalado pelo bom desempenho, o Grupo Imec inaugurou no dia 25 de novembro uma loja Desco em Montenegro. Em dezembro, vai estrear em Porto Alegre, com uma operação no bairro Floresta. Outras duas unidades, em Esteio e Santa Cruz do Sul, também foram abertas este ano. A marca já soma oito filiais. Fundado há 66 anos em Lajeado, a empresa tem 17 supermercados da marca Imec e oito atacados Desco no Estado.

A primeira unidade Desco foi aberta em 2010. Em 2015, começaram as conversões de loja. E, em 2018, foi concebido um novo conceito de atacado. “Desenvolvemos o modelo para atender as necessidades específicas dos comerciantes e de clientes de média e baixa renda, fundamentalmente a partir de anos 2000”, explica Leonardo Taufer, diretor-presidente do Grupo Imec.

Atento às tendências do cenário nacional de consumo, o Desco, que une super e atacado, apostou no conforto dos clientes, que contam com ar condicionado e estacionamento. Também ampliou a oferta com produtos perecíveis, criou uma central de manipulação de carne e deu atenção ao setor de hortifruti. “Atendemos o cliente que precisa fazer dinheiro render mais e também quem busca conveniência, além do cliente contínuo, que é o comerciante, pois o estoque dele é o nosso”, detalha Taufer.

Exemplo de quem estreou recentemente modelo cash and carry foi o Grupo Peruzzo, de Bagé. Após a inauguração da primeira unidade da bandeira Ecomix em Alegrete, em agosto de 2020, a empresa já abriu sua segunda loja em junho deste ano em Bagé. O presidente do Grupo, Lindonor Peruzzo, tem uma meta ambiciosa pela frente: inaugurar uma unidade por ano.

Com a pandemia, atacarejos recorreram também às vendas digitais

A pandemia acelerou projetos de e-commerce das redes de atacarejo e levou outras marcas a estrearem no ambiente virtual.

Atualmente, no Carrefour, mais da metade das vendas on-line de alimentos do Grupo são provenientes do Atacadão. O canal digital da marca, com apenas um ano de funcionamento, foi responsável por 56% das vendas digitais de alimentos no terceiro trimestre. Em uma base sequencial, o canal cresceu 113%. A parceria com aplicativos de entrega já está disponível em 119 lojas em 20 estados, com cobertura de 90% dos municípios do País.

Em entrevista recente ao Valor Invest, Jorge Faiçal, presidente da varejista GPA, afirmou apostar no crescimento acelerado do comércio eletrônico no setor do autosserviço. Hoje, o e-commerce de supermercados representa 1% a 1,5% e, segundo o executivo, deve chegar até 8% nos próximos cinco anos.

No Macromix, do Grupo UnidaSul, o setor de televendas auxilia os clientes em compras maiores, negociando e até gerenciando e coleta e entrega de mercadorias. Mas as unidades de Xangri-Lá e Torres vão além: vendem por meio de delivery e e-commerce, ampliando o raio de atendimento do Macromix na região.

Planejado para 2021, a abertura do canal e-commerce do Grupo Imec foi antecipada para o ano passado, com a chegada da pandemia. De acordo com Leonardo Taufer, que comanda a empresa, mais do que volume de vendas, o objetivo foi poder dispor produtos para os consumidores que não tinham condições de locomoção. Hoje, o projeto está em expansão, com quatro unidades com operação on-line: Farroupilha, Venâncio Aires, Santa Cruz do Sul e Lajeado. “O projeto está desenhado para ampliar o número de lojas, vamos basear em pesquisas para atender estes mercados”, explica Taufer.

Outra rede que estreou no e-commerce no ano passado foi o Grupo Asun. “Tínhamos planos de vender pela internet, mas não de curto prazo. Fomos obrigados a começar e hoje estamos já bem mais organizados”, afirma Jacques Baptista, gerente comercial do Grupo Asun. Já o Comercial Zaffari, que já tinha presença digital no Interior, ampliou sua atuação. Desde setembro, disponibilizou vendas on-line na Capital.

Queda na renda e alta da inflação acendem alerta

A chegada da pandemia e a pressão inflacionária no Brasil reforçaram a importância dos atacarejos. Mas a queda da renda dos brasileiros, que estimulou uma busca maior por este modelo de loja, agora acende um alerta. Isso porque a inflação está corroendo o poder de compra da população. “Quando aumenta luz, energia, gás de cozinha e gasolina, o dinheiro gasto com esses itens sai da mesa das famílias”, explica o presidente da Associação Gaúcha de Supermercados, Antonio Cesa Longo.

Para se ter uma ideia do peso da inflação na Região Metropolitana de Porto Alegre, o IPCA ficou em 9,02% no acumulado do ano até outubro. Em 12 meses, avançou para 11,92%. Os indicadores estão acima da média do País, que fechou em 8,24% no ano e, em 12 meses, 10,67%, segunda vez que o indicador fecha na casa dos dois dígitos em cinco anos. O índice se mantém acima do teto da meta para 2021, que estava estimada em 5,25%.

De acordo com o vice-presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), Marcio Milan, o aumento de preços, principalmente de produtos básicos, não ocorre apenas no Brasil, mas no mundo, e é reflexo do fechamento de economias em razão da pandemia. Mas o Brasil tem um ingrediente a mais: a desvalorização cambial. Após cair 22,4% em relação ao dólar em 2020, o real perdeu mais 9% do valor este ano até outubro.

“A queda na renda é um ponto de atenção”, afirma Rafael Lubini, gerente de marketing da UnidaSul, que administra o Macromix. Mas ele descarta desabastecimento, em razão da instalação de uma central logística com capacidade de manter os negócios por longos períodos. Para o executivo, o consumo está mudando, não em relação ao gasto médio, mas no tipo de item. “O consumidor procura promoções, embalagens econômicas, produtos que tenham algum ganho financeiro e principalmente o trade down, a substituição de marcas”.

O atacarejo oferece preços mais vantajosos e já é opção para 47% dos lares brasileiros, segundo dados da Nielsen. “Somos líderes de segmento e estamos ajudando os consumidores e os pequenos negócios a enfrentarem este cenário de inflação e pandemia. O custo baixo alinhado com a eficiência operacional são fundamentais neste momento e é esta a proposta de valor do Atacadão: ter os menores preços e sortimento”, diz Marco Oliveira, CEO do Atacadão.

O mesmo propósito é destacado por Leonardo Taufer, diretor-presidente do Grupo Imec. “Nosso objetivo é fazer com que cliente sinta menos o impacto da inflação. Não conseguimos filtrar todos os impactos da cadeia produtiva, porque estamos também inseridos em um ambiente em que as commodities e os combustíveis subiram e o câmbio impacta”, destaca o executivo.

Apesar das dificuldades econômicas, que podem prejudicar as vendas, o Grupo Asun, dono da marca Leve Mais, está otimista neste final de ano e em relação a 2022. “Atacarejo é um segmento que está em expansão e gera muito mais oportunidades econômicas que atraem os diversos clientes”, explica Jacques Baptista, gerente comercial do Grupo Asun, Leve Mais.

No Grupo Unidasul, a proximidade com o final do ano, principal época de vendas, o avanço da vacinação e a volta das atividades econômicas geram confiança. “Cremos que 2022 será um ano dividido em dois momentos, o primeiro semestre ainda como momento de recuperação e o segundo como estabilização e avanços”, considera Rafael Lubini, gerente de marketing da UnidaSul, que administra o Macromix.

A percepção de aumento de vendas no fim deste ano é compartilhada por Marcio Milan, vice-presidente da Abras. “Há expectativa de que famílias irão comemorar mais, pois está tudo aberto. É um momento de consumo e devemos ter crescimento em volume”, informa o executivo. Em nível local, a Associação Gaúcha de Supermercados (Agas) estima manter o volume físico de 2020, mas em receita é esperado crescimento nominal de 8% na comparação à mesma base. Se considerar o IPCA do período, o índice ficará negativo.

Mudança no perfil de consumo altera canais de vendas

No levantamento feito pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), das 74 lojas reformadas entre janeiro e setembro de 2021, a maioria teve como objetivo transformar supermercados e, especialmente, hipermercados, em atacarejos. “Há um movimento de empresas que já atuavam no atacarejo: estão migrando as unidades de hiper e super para atacarejo, algo que cresceu a partir de agosto”, destaca Marcio Milan, vice-presidente da Abras.

Essa migração é reforçada pela recente estratégia das empresas pertencentes ao varejista francês Casino. Após tentar melhorar os resultados da bandeira de hipermercados Extra Hiper, que enfrentava forte concorrência de atacarejos, o Grupo GPA anunciou em outubro a venda de 71 lojas do Extra para o Assaí, abandonando o segmento de hipermercado. Ambos – GPA e Assaí – são controlados pelo Casino.

O Grupo Zaffari, que detém as redes de Supermercados Zaffari e Bourbon Hipermercados, não prevê atacarejos em seu planejamento atual, mas não descarta a possibilidade de investir no segmento para atender as mudanças de perfil do consumidor. O grupo informou, em nota, que “está atento aos diversos canais de abastecimento de produtos essenciais e perecíveis, principalmente”. No comunicado, o Grupo ainda destaca que “outras questões estão se tornando relevantes, como os novos adensamentos populacionais, o abastecimento de segmentos intermediários para além do consumidor final, compras rápidas, necessidades diferentes em quantidades e embalagens que podem gerar variações de formatos, tamanhos, produtos e serviços. E alguns hipermercados convencionais, com suas grandes áreas de venda, por influência destas e outras variáveis estão se transformando.”

E conclui: “O Grupo Zaffari naturalmente passa por estes desafios de definição na busca das soluções mais adequadas aos consumidores de cada novo local no seu planejamento de novas unidades. No entanto, não há por ora, nenhuma novidade no planejamento desenvolvido”.

Entendendo o atacarejo?

O atacarejo é um modelo de comercialização que reúne as características e conceitos do atacado e varejo. Deste modo, o atacarejo, também conhecido como Cash and Carry, foca em proporcionar preços de atacado, com serviços que se aproximam do modelo praticado no varejo.

Características

– Preço baixo, alto volume de vendas e autosserviço.

Origem

– O conceito foi criado na Alemanha, em 1964, pelo professor Otto Beisheim, ao abrir o primeiro estabelecimento de Cash and Carry na cidade de Mulheim. A ideia era simples: fazer com que o cliente pudesse escolher o produto na prateleira e levá-lo diretamente para casa, evitando a intermediação de vendedores e, assim, garantir um preço abaixo dos tradicionais mercados.

Os investimentos no atacado de autosserviço se intensificaram este ano e devem manter o fôlego em 2022. O movimento ocorre em um período em que a perda da renda média e a inflação alta levam o consumidor a trocar serviços por produtos mais baratos. O formato atrai médias e grandes redes, seja com abertura de unidades ou remodelação de operações. “O cliente busca atacarejo, supermercado ou o armazém próximo, o que tiver o preço mais baixo. E está em busca de preço, mesmo que seja em local sem diferenciais, com poucos serviços e menos oferta de marcas”, explica Antonio Cesa Longo, presidente da Associação Gaúcha de Supermercados (Agas).

No quesito preço, pesquisa realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostrou que o atacarejo é mais em conta na comparação a outros tipos de loja, como supermercados e hipermercados. Em média, a cesta básica de alimentos fica 18% mais barata nos atacarejos. Em determinados produtos, a diferença de valor chega a 33%. Fonte: Por Karen Viscardi, Jornal do Comércio

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Varejo

Supermercado de Paulínia é reaberto com mall de 7 lojas

De Administrador SH 29 de novembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Espaço completamente reconstruído possui 2.200 metros quadrados de área de venda


A Rede de Supermercado Pague Menos anuncia a reinauguração da loja 10 — que fica na cidade paulista de Paulínia, na Avenida José Paulino, nº 3.405, bairro Nova Paulínia — nesta terça-feira, 30 de novembro.

O espaço foi totalmente reconstruído e possuí 2.200 m de área de vendas, 25 checkouts, sendo 4 de autoatendimento, Mall com 7 lojas satélites e estacionamento interno para 205 veículos.

Segundo o Gerente de Marketing e Comunicação, Fábio Cecon, todas os colaboradores foram que já trabalhavam no local anteriormente foram mantidos, totalizando um time com 247 pessoas, sendo que 58% são mulheres.

“Nosso objetivo sempre é manter o alto padrão de serviço e atendimento já estabelecido em todas as lojas da Rede, por isso, todos os colaboradores passaram por treinamentos a fim de garantir aos clientes qualidade de acordo com as políticas de cada setor”, explica.

O horário de funcionamento da loja será das 8h às 22h, mantendo todos os protocolos de segurança, como aferição de temperatura de todos na entrada, controle do limite de acesso de clientes, adesivos de segurança para demarcação de distanciamento em filas, uso obrigatório de máscara, álcool em gel, entre outras ações.

Além das compras na loja física, os moradores de Paulínia e região poderão realizar suas compras pelo site e receber em casa ou retirar nesta loja, a partir do dia primeiro de dezembro. “Com a reinauguração, o Pague Menos traz mais comodidade aos clientes do bairro nova Paulínia e proximidades, que já estavam acostumados com essa loja”, finaliza Fábio Cecon.

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Varejo

Na ceia, receitas com carne de porco serão o destaque deste ano

De Administrador SH 29 de novembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Consumo represado deve acelerar as vendas no Natal e Ano Novo. Frigoríficos redobraram a produção

No Brasil, tornou-se tradição comer carne suína em festas de fim de ano, algo que tem origem nas festas rurais e também na preferência popular de que os porcos, por empurrarem o focinho para frente quando estão em busca da comida, simbolizam progresso, e por este motivo atraem sorte e dinheiro. Com isso é natural que o volume de abate de suínos nos três últimos meses do ano aumente se comparado ao período anterior.

“Esse período é um período que tradicionalmente aquecem as vendas de carne suína mesmo, mas eu acredito que as vendas vão ter um incremento maior ainda porque o consumo está represado nos últimos tempos por conta da pandemia e haverá uma flexibilização pelo fato das pessoas estarem vacinadas deu uma certa liberdade e a tendência é delas voltarem a consumir ”, afirmou César da Luz, especialista em Agronegócio e Consultor da APS (Associação Paranaense de Suinocultura).

Este ano, soma-se à tradição o fato dos preços da carne bovina e até mesmo o das aves estarem muito acima do normal. “E nesse vácuo, a carne suína vem com um marketing nos últimos nove anos, desmistificando e quebrando paradigmas.

Os grandes chefs e os restaurantes mais premiados no Brasil descobriram o valor nutricional da carne suína e hoje fazem grandes harmonizações. Essa popularização dos benefícios nutricionais da carne suína e do próprio sabor e da harmonização de tudo isso foi influenciando os grandes varejos com cortes especiais “, conta.

Um diferencial para os produtores do Estado é o estado sanitário. “No Paraná conseguimos concretizar um trabalho de muito tempo em torno do aumento do estado sanitário, que está com status internacional reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal que, além de ter um impacto positivo no aumento das vendas para exportação no mercado exterior, abre mercados mais exigentes que anúncio esse selo e que vinham comprando só de Santa Catarina “, ressalta da Luz.

Segundo ele, o consumo do mercado interno também tem se elevado. “Está chegando a 18 kg por pessoa, quando antes a média era de 12 kg a 13 kg por pessoa. Daqui a pouco vamos bater 20 kg por pessoa. Ainda tem a Rússia, que abriu de novo o mercado [anunciou que adquirirá 100 mil toneladas de carne suína]. Nós temos plantas aqui no Paraná e outras no Mato Grosso, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Então, o Brasil é a bola da vez nesse segmento ”, destacou. “Mas ainda é pouco. Tem região que consome 30 kg por pessoa e na Europa esse consumo é de 40 kg a 50 kg por pessoa. ”

Ele ressaltou que está em curso um avanço muito expressivo em novas plantas para processar a carne suína. “Estão construindo uma nova em Assis (SP), que deve ser concluída em breve, e vai surgir a nova fronteira suinícola na região de Laranjeiras do Sul (centro-oeste), além de investimentos em novas granjas na região noroeste do Paraná com a instalação de uma granja em Paranavaí e Terra Boa. ”

O Estado é considerado área livre de peste suína clássica. “Antes só Santa Catarina e Rio Grande do Sul tinha esse reconhecimento e nós também conquistamos isso esse ano, junto com o reconhecimento de área livre da peste suína africana. Esse reconhecimento é internacional ”, apontou. Agora o Paraná pretende trabalhar para ultrapassar Santa Catarina como o maior produtor nacional de suínos. “O Paraná deve alcançar isso em 2025, que está logo aí”, projetou.

O 2º trimestre de 2021 foi recorde no abate de suínos no Brasil desde o início da série histórica em 1997. Foram abatidas 13,04 milhões de cabeças de suínos, com alta de 7,6% antes do mesmo período de 2020. O abate de 923,56 mil cabeças de suínos a mais em relação ao mesmo recorte do ano passado foi impulsionado por altas em 18 das 25 unidades da Federação: Rio Grande do Sul puxou uma fila, com um aumento de 273,47 mil. Santa Catarina (222,13 mil), Paraná (156,58 mil), Mato Grosso do Sul (86,97 mil), Goiás (73 mil), Minas Gerais (69,47 mil), São Paulo (19,96 mil) ) e Mato Grosso (1,19 mil) aparecem na sequência.

Com isso, Santa Catarina continua liderando o abate de suínos, com 28,5% da participação nacional, seguido por Paraná (20,5%) e Rio Grande do Sul (17,5%). O Estado abateu 2.669.822 cabeças entre maio e julho deste ano, contra 2.513.245 no mesmo período do ano passado.

APOSTA NO NATAL

Na região de Londrina, o Grupo RPF – quarta maior empresa fornecedora de proteína suína do Paraná, com unidades de abate em Ibiporã e Bocaiúva do Sul – turbinou a produção em 30% neste último trimestre e investe, pela primeira vez, no lançamento de uma linha específica de cortes natalinos, que chegam ao mercado sob a sua marca de varejo, a Rainha Alimentos.

Segundo o gerente comercial do grupo, Marcos Pezzutti, os lançamentos nos supermercados no início de dezembro e incluem lombo e alcatra em versões já temperadas, além de sobrepaleta e pernil com osso fracionado, in natura.

Ele informa que toda a produção dos novos cortes Rainha Alimentos está concentrada na unidade industrial do Grupo RPF de Ibiporã, que hoje abate cerca de 2.100 cabeças por dia e está passando por uma ampliação, com a construção de uma nova fábrica de farinha de carne / ossos e ainda uma fábrica de banha.

Pezzutti destaca que o momento é muito bom para o setor. A alta dos preços da carne bovina acabou levando a boa parte dos consumidores pela proteína suína, que deve ter um crescimento de consumo per capita neste ano de 5%.

Fonte: Por Vitor Ogawa, Folha de Londrina

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Tendências

Carrefour leva conceito de loja autônoma a um novo nível

De Administrador SH 29 de novembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Em Paris, primeira unidade do conceito Flash 10/10 elimina necessidade de baixar aplicativos ou passar por barreiras de entrada

O Carrefour inaugurou ontem (25/11) em Paris a Flash 10/10, um novo modelo de loja autônoma que tenta eliminar os poucos “pontos de atrito” que conceitos como a Amazon Go ainda têm – como a necessidade de baixar um app ou de passar por algum tipo de barreira de entrada na loja.

A loja de conveniência, localizada no 11º arrondissement – a 1km da Praça da Bastilha e do cemitério Père-Lachaise – foi desenvolvida em parceria com a startup americana AiFi. O ponto de venda oferece um mix bastante enxuto, de 900 SKUs, e tem o objetivo de oferecer uma experiência de 10 segundos para comprar e 10 segundos para pagar.

Sem exigir que nenhum produto seja escaneado, a Flash 10/10 também abre mão do download de um aplicativo ou de algum pré-registro. A loja conta com 60 câmeras HD, quase 2000 sensores instalados nas prateleiras, um algoritmo que interpreta os dados e um sistema de pagamento móvel. Os consumidores são rastreados anonimamente quando estão na loja e os produtos que selecionam são detectados e colocados em um “carrinho virtual”.

Quando terminam de comprar, os clientes vão a um quiosque validar os produtos, pagam com meios contactless e usam um QR Code para obter o cupom fiscal de compra. Quem quiser pagar em dinheiro tem à disposição um caixa de autoatendimento.

A Flash 10/10 conta com 4 colaboradores, que supervisionam a operação, mantêm a loja abastecida e atendem pedidos do e-commerce (a loja oferece serviço de “clique & retire”). Esse conceito de lojas vem sendo testado na sede do Carrefour, na cidade de Massy, há mais de um ano – a unidade de Paris absorveu o feedback dos colaboradores da rede que usaram a loja-teste no dia a dia.

Essa não é a única iniciativa de modelos autônomos do Carrefour. No Brasil, a empresa lançou em março uma loja Scan & Go, em que os clientes escaneiam os produtos com seus smartphones e pagam pelo celular. Seis unidades nesse conceito estão em operação no país, com planos de abertura de outras 8 até o fim do ano.

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Varejo

Expansão do Oba fecha o ano com mais de 70 lojas

De Administrador SH 29 de novembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Abertura de unidades nos formatos Farm e Way agregam valor à marca que cresce dois dígitos em receita

Com o avanço da vacinação no Brasil e a retomada da confiança do consumidor em realizar atividades de entretenimento e consumo que haviam reduzido durante a pandemia, o setor de varejo alimentar tem se mostrado desafiador. Mesmo assim a companhia segue o ritmo de expansão de receita de 2 dígitos e abertura de novas lojas como retrata o relatório aos investidores. Neste segundo semestre, o Oba chegou à Ribeirão Preto, Sorocaba, Santos. Houve a reabertura de Piracicaba no formato Oba Way e a próxima inauguração em 09 de dezembro será na cidade de Itatiba. Assim, o Grupo Fartura deve encerrar o ano com mais de 70 lojas, 2 centros de distribuição e um frigorífico próprio.

No interior paulista, o Oba Farm gera aproximadamente 200 postos de trabalho, fato comemorado pela gestão pública e população local. Com decoração temática, inspirada em fazendas do mundo todo e com personagens animados que interagem com os clientes, a nova experiência de compra chega com tudo o que o Oba tem: frescor, mix completo de produtos, garantia de origem e carinho no atendimento

O conceito Farm é diferenciado e está presente em todos os ambientes. Tanto o lado de fora, quanto o de dentro fazem referência a um celeiro. “Estamos muito felizes em poder chegar a Santos e proporcionar uma experiência única aos moradores. Nós pensamos em trazer para a cidade um pedacinho da fazenda, com o conceito Farm, que conta com personagens interativos e um cenário que lembrasse essa ideia”, conta Janaína Borges, gerente de Marketing do Oba Hortifruti.

A parte externa é inteira trabalhada com madeira e já possui mascotes para encantar a todos. E, ainda, ao entrar na loja, tudo é pensado nos mínimos detalhes, focando sempre na experiência dos clientes.

As gôndolas e todos os corredores fazem alusão a uma fazenda e todos os espaços são pensados para promover um momento incrível. Para a alegria não só dos pequenos, mas de toda a família, a loja conta com personagens lúdicos, como a Banana Esportista, o Papagaio Contador de Histórias, o Tomate Bombadão, o Sapo Cantor e muitos outros.

“Nós queremos que a família se divirta fazendo as compras e que as crianças sejam estimuladas, desde cedo, a terem uma alimentação e um estilo de vida saudáveis”, ressalta Janaína. “Nosso objetivo é lembrar os clientes da qualidade e origem dos nossos produtos”, termina.

E ainda no interior de SP, a rede Oba Hortifruti acaba de reinaugurar sua loja Oba Way no Shopping Piracicaba.  O espaço reabre com opções variadas de produtos cuidadosamente selecionados e vasta gama de opções em categorias do setor alimentício.

A loja, localizada no piso L1, oferece o conceito “Way”, que garante produtos rápidos, práticos e, ainda sim, saudáveis.

Conforme a rede, a proposta garante ao cliente a possibilidade de fazer uma parada rápida e poder escolher alimentos que já estão prontos para o consumo, levando para casa – ou para qualquer outro lugar – o que há de melhor e itens de qualidade. Trata-se de uma seleção de produtos para quem não tem tempo a perder.

O visual único, padrão da marca, se diferencia da primeira unidade instalada na cidade, com conceito Farm, que possui ambientação temática inspirada em fazendas.

Na loja do Oba Hortifruti no Shopping Piracicaba, com 860 metros quadrados, o cliente encontra os setores de adega, açougue, frios, mercearia, biscoitos, padaria, rotisserie, peixaria e muito mais. Exceto a padaria, todos os setores serão no formato de autoatendimento.

A rede conta com mais de 40 anos de história, e é considerada uma das maiores redes de hortifrúti do país. São mais de 70 lojas distribuídas pelos estados de São Paulo, Goiás e Distrito Federal.

O Oba Farm de Itatiba fica na Av. Mal. Castelo Branco, 42 – Bairro do Engenho, aberta todos os dias 07 às 22h.

29 de novembro de 2021 0 Comentários
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Varejo

Assaí expande market share em Belém com duas novas lojas

De Administrador SH 29 de novembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Unidade conta com 500 colaboradores diretos e indiretos na capital paraense, na Amazônia

Após chegar ao Estado do Pará com uma loja em Belém, em 2016, e expandir para cidades do interior nos anos seguintes, o Assaí Atacadista reforça os investimentos na capital paraense com a inauguração de uma 2ª loja. Batizada de Assaí Batista Campos, a unidade está localizada em uma região central da cidade, na Av: Roberto Camelier, S/N, esquina com Av: Conselheiro Furtado, antiga Importadora de Veículos, oferecendo uma nova opção de compras a quem busca por uma experiência superior em atacarejo, com preços baixos e variedade de produtos.

A unidade atende principalmente aos(as) moradores(as) e comerciantes do centro de Belém e de bairros vizinhos, como Campina, Cidade Velha, Cremação, Condor, Nazaré e Jurunas. Moderna, a nova loja está em linha com a geração mais atual de unidades do Assaí, e faz parte do plano de expansão na capital: uma 3ª loja em Belém está em construção no bairro Castanheira, com previsão para conclusão nos próximos meses.

Com um investimento de R$ 62 milhões, o novo Assaí Batista Campos tem mais de 12 mil m² de área construída, sendo mais de 6 mil m² somente de área de loja. Para os(as) clientes e colaboradores(as), isso representa um espaço de conforto e em equilíbrio com o meio ambiente, estruturado dentro de uma operação que aproveita a luz natural e utiliza a energia elétrica de forma responsável.

Outros pontos importantes para a unidade são a climatização, iluminação aperfeiçoadas, corredores amplos, Wi-Fi gratuito, e um estacionamento com mais de 300 vagas (incluindo áreas cobertas). Entre os diferenciais de serviços, o Assaí Batista Campos irá contar com o Açougue Nota 10, trazendo um atendimento especializado para que os(as) clientes possam comprar variedades de carnes a gosto, com peças frescas e que são cortadas e ou moídas na hora.

Para formar o quadro de colaboradores e colaboradoras, a companhia gerou cerca de 300 empregos diretos, valorizando a formação de um time diverso e inclusivo, sendo que 90% dos contratados e contratadas são moradores do munícipio. Outros 250 postos indiretos também são gerados a partir da operação da loja.

“O modelo de negócios do Assaí foi muito bem recebido pelos belenenses desde que chegamos à cidade e estamos felizes em trazermos mais uma loja à capital. Belém tem uma economia local fortemente baseada no comércio, turismo e na prestação de serviços e com uma grande riqueza cultural. Por isso, entre as nossas missões, está a de abastecer os comerciantes e a população local com preços baixos e mix de produtos adaptado à região”, detalha Wesley da Silva, Diretor Regional do Assaí no Pará.

No Assaí Batista Campos, os clientes encontram mais de 8 mil produtos, entre alimentos, bebidas, itens de higiene pessoal e limpeza, produtos de bazar, linha pet e eletroportáteis, além de embalagens e descartáveis. E para que as compras possam ser feitas com maior economia, o(a) cliente tem a opção de fazer sua compra pagando o “preço de atacado” (ao adquirir volumes maiores de um mesmo item, o que confere desconto ao valor final da compra) ou “varejo” (quando compra pequenas quantidades).

Nos dois casos, o preço é um atrativo, pois chega a ser, em média, 15% mais barato do que comparado ao varejo tradicional – ideal para a economia de comerciantes e consumidores finais. Os(as) empreendedores(as) ainda podem contar com o programa Academia Assaí Bons Negócios (www.academiaassai.com.br), que oferece cursos e capacitações gratuitas.

A inauguração do Assaí Batista Campos marca a 6ª loja da companhia no Pará. Além de, agora, duas lojas em Belém, a empresa tem ainda unidades em Ananindeua, Castanhal, Parauapebas e Santarém. No total, o Assaí conta com 198 lojas distribuídas em 23 Estados (incluindo o DF), e mais de 52 mil colaboradores em todo o Brasil.  E para manter a segurança de todos e todas, permanece obrigatório o uso de máscaras e o distanciamento social, principalmente nas filas do caixa. Ao todo, desde o início da pandemia, o Assaí adotou mais de 200 medidas sanitárias para o combate à covid-19.

29 de novembro de 2021 0 Comentários
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Varejo

Grupo Zaragoza lança nova unidade antes do Natal

De Administrador SH 29 de novembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Atacarejo que custou R$ 45 milhões poderá ter um CD da rede na mesma região

Grupo Zaragoza vai inaugurar uma nova unidade do Spani Atacadista no próximo dia 14 de dezembro em São Carlos, interior de SP. A loja de São Carlos vai ter 6.500 m2 de área construída, 200 vagas de estacionamento e 24 checkouts e está localizada na avenida Getúlio Vargas, nº 2.400.

O diretor-presidente do Grupo Zaragoza, Cléber Gomez, explica “o crescimento da bandeira Spani Atacadista é o resultado de uma estratégia de expansão responsável e sustentável com investimentos bem calculados em estudos de mercado, logística e capacitação pessoal”.

“A nossa prioridade sempre será a geração de empregos. Com toda a crise financeira que enfrentamos, principalmente ao longo desse segundo ano de pandemia, com todo o impacto da COVID-19 nas finanças públicas e na iniciativa privada, receber um investimento desse porte e gerar 500 vagas de emprego, realmente é para comemorar.  Agora vamos começar outra negociação porque também queremos que o Grupo Zaragoza instale o seu Centro de Distribuição em São Carlos”, revela o prefeito de São Carlos, Airton Garcia.

A Força do Atacarejo

Fundado em 2003, o Grupo Zaragoza optou em investir no Atacarejo, termo brasileiro que reúne as duas formas tradicionais de comércio – o atacado e o varejo, com os conceitos de self-service (autosserviço) e cash & carry (pague e leve).

Com lojas modernas e abastecidas com várias opções de preços para produtos de qualidade, o Atacarejo ganhou a preferência do pequeno varejista e também do consumidor final. Atualmente, a carteira de clientes da bandeira Spani Atacadista é composta por 60% de clientes Pessoa Física e 40% de Pessoa Jurídica.

Após os primeiros anos de atividade e a consolidação da marca e do modelo de negócio nas regiões do Vale do Paraíba, Sul Fluminense, a Bragantina e Alto Tietê, o Grupo, a partir de 2017, iniciou a expansão para a Capital, Grande São Paulo e o restante do interior do Estado de São Paulo.

De acordo com o ranking da ABRAS (Associação Brasileiro de Supermercados), o Spani Atacadista é a rede que mais cresce no Brasil e está entre as 15 maiores empresas do segmento de Atacarejo do país.

Atualmente o Grupo Zaragoza é composto por 37 lojas espalhadas pelo estado de São Paulo e sul do Rio de Janeiro.

29 de novembro de 2021 0 Comentários
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Varejo

Rede mineira avança com loja para compras rápidas

De Administrador SH 29 de novembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Unidade compacta traz conforto ao cliente que consegue repor sua despensa sem perder tempo

O Grupo Bahamas inaugura dia 1º de dezembro a 69ª loja da rede. A nova unidade, com a bandeira Bahamas Express, formato de proximidade do grupo, fica no Romma Street Mall, em Uberaba. “A proposta é trazer mais comodidade e facilidade para os moradores da região e a todo o fluxo de pessoas que transitam próximas ao local estratégico, que visa oferecer uma nova experiência de consumo”, informa a empresa.

O Romma Street Mall fica na avenida Edilson Lamartine Mendes, 45, (rotatória da ABCZ), no Parque das Américas. 

Foram investidos R$ 780 mil no empreendimento, que terá 253,7 metros de área de venda e quatro checkouts. As vagas de estacionamento, num total de 65, são compartilhadas com o mall. Foram contratados 16 colaboradores para operar a loja.

Num total de oito da rede, essa é a segunda unidade com a bandeira Bahamas Express em Uberaba. A primeira na cidade foi inaugurada em dezembro de 2020.

A bandeira Bahamas Express, com o lema “conveniência com preço de supermercado”, é um formato ideal para diversos momentos de compras rápidas. Com lojas compactas, traz mais agilidade ao consumidor que precisa de soluções simples no dia a dia, perto de casa ou em trânsito. O foco são produtos destinados à reposição e os prontos para consumo.

Fonte: Amis

29 de novembro de 2021 0 Comentários
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Varejo

Pão de Açúcar expande conceito de sétima geração e prepara novas reinaugurações

De Administrador SH 26 de novembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Dois supermercados totalmente reformados já foram entregues e até o Natal virão mais três para melhorar a experiência de compra do cliente

O Pão de Açúcar acaba de entregar mais dois supermercados totalmente reformados com o conceito G7 (Geração 7) na Vila Clementino e na região do Aeroporto de Congonhas. Até o Natal, serão mais três reinaugurações com reformas totais, uma em Brasília, uma em Fortaleza e uma em São Paulo. Em abril, foi entregue a primeira unidade do ano na Vila Romana, zona oeste da capital.

Além das lojas que foram totalmente reformadas, neste ano, 50 lojas foram reinauguradas com reformas parciais, implantando os conceitos G7. Ano que vem, a rede pretende seguir com o rollout do conceito G7 para as demais lojas da bandeira. E, além disso, o grupo anunciou recentemente a retomada do plano de expansão com expectativa de 100 novas lojas até 2024.

Exclusivo para o formato supermercado, o conceito G7 garante melhor experiência de compra do consumidor, trazendo um layout que revitaliza o fluxo, reforça a integração de transformação digital ao processo de compra, valoriza espaços verdes e as seções de produtos sustentáveis, além de ampliar o sortimento de produtos premium e trazer a criação de espaços de convivência com produtos prontos para o consumo. 

A Geração 7 de lojas está baseada em quatro pilares que redesenham completamente a experiência de consumo: Experimental, Exclusivo, Social e Fluído. Abaixo estão as características de cada pilar: 

  1. Pilar Experimental: abarca todas as iniciativas executadas sob o conceito “Test and Learn”, mantendo viva a característica de unidade laboratório que permeia o projeto, dando continuidade aos lançamentos de novos produtos, serviços e conceitos inovadores para avaliação de viabilidade comercial e operacional.  
  2. Pilar Exclusivo: o Pão de Açúcar reforça o seu pioneirismo em produtos que são vendidos somente nas lojas da rede e continua trazendo tendências mundiais de consumo, seja por meio de grandes marcas nacionais e internacionais, ou foodtechs que desenvolvam produtos diferenciados e inovadores. O pilar também reforçará os produtos de Marcas Exclusivas, como Taeq, Qualitá, Casino, Club des Sommeliers e todas as novidades de Cheftime, trazendo cada vez mais novidades e agregando qualidade a preço competitivo.
  3. Pilar Social: ligado a novas experiências de convivência para o momento de compras, como a completa reformulação do Espaço Café, que agora conta com espaços internos e externos e um cardápio completamente reformulado repleto de soluções prontas para o consumo imediato ou para viagem (Pra já + Pra Levar). 
  4. Pilar Fluído: agrupa tecnologias que permitem otimizar a experiência de compras, a exemplo do Pre-Scanning, modelo de pagamento em que um operador realiza o escaneamento de todas as compras do cliente e o direciona para o caixa com menor demanda no momento. Ou o modelo de Self Checkout (ou “autoatendimento”), em que o próprio cliente pode realizar a finalização de suas compras de maneira rápida e prática. 

As lojas que foram reinauguradas ficam na Washington Luiz (Av. Washington Luiz, 3919) e na Vila Clementino (Av. Doutor Altino Arantes, 268).

26 de novembro de 2021 0 Comentários
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Varejo

Mart Minas quer crescer 50% em número de lojas até 2025

De Administrador SH 26 de novembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Depois da inauguração de Leopoldina, grupo fará uma nova entrega até o Natal

Filipe Martins, 38, está no Mart Minas – empresa focada no segmento de atacado autosserviço -, desde a fundação, em 2001. Agora, o diretor comercial e marketing e sócio da rede mineira tem a meta de chegar em 2025 com 75 lojas em Minas Gerais.

Com 48 lojas, e fechando o ano com 50 lojas, o Mart Minas vai priorizar qual tipo de expansão para os próximos anos: o atacarejo ou as lojas convencionais de supermercado?
Somos uma empresa focada no segmento atacado autosserviço, mais conhecido hoje como “atacarejo”, e vamos continuar atuando nesse mesmo segmento para os próximos quatro anos. Nascemos assim, e é um modelo em que a gente acredita muito, principalmente em momentos de bolso apertado. Estamos vivendo essa crise financeira desde 2014, e todos buscam a opção mais barata. O modelo de atacarejo oferece vantagens, custo operacional baixo e economia tanto para clientes de pequeno comércio (padaria, restaurante, lanchonete, hotéis e minimercados) quanto para o consumidor final.


Qual é o plano plurianual da rede mineira para os próximos cinco anos, de chegar a quantas unidades?
Tínhamos como objetivo 40 lojas até 2020, depois firmamos outro compromisso, de 50 lojas até o final de 2021, e agora estamos com uma nova meta de chegar em 2025 com 75 lojas em Minas.


Haverá uma concentração maior de inaugurações nas regiões em que o Mart Minas já atua, ou agora é priorizar a capilaridade em outras regiões do Estado?
Hoje já estamos presentes em todas as regiões do Estado. O que estamos fazendo daqui pra frente é inaugurar lojas em cidades que ainda não tinham Mart Minas, como aconteceu neste ano nos municípios de Nova Lima, Monte Carmelo, Janaúba, Campo Belo, Bom Despacho, e também estamos fortalecendo nossa presença em cidades onde já existiam lojas Mart Minas, que foi o caso de Divinópolis e Juiz de Fora, que receberam a segunda loja. No ano que vem vamos abrir mais lojas em Montes Claros, Uberlândia (quinta unidade). Ano que vem será nossa estreia em Belo Horizonte. A partir de 2023, vamos abrir mais lojas na capital mineira.


Nova sede do Mart Minas em Belo Horizonte faz parte do plano de expansão?
Sim. A parte administrativa cresceu muito, e o novo espaço melhora a integração entre as áreas. Vai dar para dobrarmos de tamanho.


O Mart Minas fez 20 anos, você esperava esse crescimento tão veloz?
Não planejamos, as coisas foram acontecendo, e isso tem a ver com trabalho, a equipe, e o modelo cresceu muito de lá pra cá. E contribuiu o trabalho de ter ido para o interior primeiro.


Na geração de empregos, quantos colaboradores fazem parte atualmente do quadro e Quantos empregos devem ser gerados nos próximos anos com a expansão?
Vamos fechar o ano de 2021 com aproximadamente 8.300 colaboradores e vamos gerar em 2022 um número próximo de mais 1.500 novos empregos.


Qual é o faturamento previsto da rede Mart Minas neste ano em cifras e como se dará esse crescimento nos próximos anos?
Para 2022 estamos projetando inaugurar mais dez novas lojas e crescer aproximadamente 20% em relação a 2021.


Qual é o diferencial das lojas do Mart Minas em relação aos concorrentes?
A Mart Minas trabalha com lojas amplas, com aproximadamente 6.000 metros quadrados de área de vendas, um mix de produtos de 10 mil itens, estacionamento amplo e boa parte coberto e com preços extremamente competitivos, atendendo o consumidor final e o pequeno comerciante.


O Mart Minas ficou em 11º lugar no ranking nacional da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) 2021, com faturamento bruto registrado de R$ 4,59 bilhões em 2020. Existe alguma meta para chegar ao pódio das cinco primeiras redes do país, já que nenhuma rede mineira alcançou essa marca?
Nunca tivemos como objetivo subir de posição no ranking Abras. Sempre ficamos felizes quando melhoramos nossa posição, mas ter uma melhor performance no ranking sempre foi uma consequência, e não uma meta. Estar entre os maiores varejistas de alimentos do Brasil, pra nós, é motivo de muito orgulho. Hoje em Minas Gerais a Mart Minas configura-se como a maior empresa de atacado e varejo do Estado.


A ação de filantropia vai continuar no Mart Minas, ajudando hospitais?
A Mart Minas tem um trabalho social muito abrangente, apoiamos mais de 50 instituições em Minas Gerais, também hospitais, clubes formadores de atletas etc. Apoiamos alguns projetos com recursos próprios, fazemos alguns por meio das leis de incentivo e temos um projeto chamado Troco Solidário, em que o cliente, quando quiser, pode doar o seu troco ou parte dele, e nós o repassamos para uma instituição na cidade onde o cliente fez a doação.


Nas cidades onde o Mart Minas atua, espera-se fazer também esse tipo de parceria com hospitais regionais e interiorizar a campanha?
Em todas as cidades em que temos lojas, existe um trabalho social. Sempre adotamos uma instituição, aportamos recursos em alguns projetos e fazemos a ação do Troco Solidário. Nem sempre são hospitais. Apoiamos também projetos que cuidam de idosos, jovens, crianças com necessidades especiais, enfim, é um trabalho muito bonito.


Nas áreas cultural e esportiva, quais são os projetos que o Mart Minas está apoiando?
Em Belo Horizonte, apoiamos os projetos do Mackenzie, Olympico e Ginástico. São clubes formadores de atletas, eles trabalham com jovens que buscam um futuro no esporte. Também apoiamos muitos projetos culturais, voltados para a gastronomia, música etc.


Passa pelos planos do Mart Minas patrocinar algum time de futebol em Minas Gerais ou em outros Estados?
Já patrocinamos alguns times no interior de Minas Gerais: o Guarani, em Divinópolis; a Caldense, em Poços de Caldas; e o Aymorés, em Ubá. Por enquanto, não temos a intenção de fazer parcerias com times que são de fora do Estado de Minas Gerais.


A venda por metro quadrado do Mart Minas só cresce?
Sim, por dois motivos: porque o consumidor final passou a comprar mais no ambiente do atacarejo e porque novos clientes passaram a frequentar o ambiente de loja, e as compras coletivas ficaram mais comuns para comprar um volume maior. É que, quando se compra a caixa fechada ou o fardo, o preço fica ainda mais baixo. E mais: o atacarejo está mais acessível a essas pessoas.

Fonte: Coluna Minas S/A – O Tempo

26 de novembro de 2021 0 Comentários
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Publicação oficial da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)

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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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