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quinta-feira, setembro 24, 2026
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Varejo

Pão de Açúcar Fresh chega para concorrer com Oba e Hortifruti Natural da Terra

De Administrador SH 29 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

Foco do novo modelo de negócio do GPA é a venda de alimentos frescos em lojas de vizinhança que contam com manobrista e delivery

O GPA inaugura hoje o Pão de Açúcar Fresh em São Caetano do Sul, no ABC Paulista, sua nova bandeira com um modelo de negócio que vai concorrer com a feira-livre do bairro, feiras limpas de hortifrútis e sacolões, açougues e padarias. Metade da loja é ocupada por perecíveis e a rede espera que 40% do faturamento total do negócio venha daí.

Até o final do ano, a rede abrirá outra loja na capital, sempre em bairros densamente verticalizados de classes A/B. Tanto é que a inauguração acontece em uma cidade que possui um dos melhores indicadores sociais do Brasil, tendo registrado o maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do País, São Caetano.

A concorrência direta do PA Fresh é o “sacolão ou hortifrúti” diferenciado tão comum em regiões com famílias de classes média e alta. Frederic Garcia, diretor de negócios especializados do GPA, relatou: “temos muitos concorrentes, em cada cidade tem uma feira-livre, um sacolão, o Hortifruti – Natural da Terra (recentemente adquirido pelas Americanas), o Oba, o Villa das Frutas, o Sacolão da Lapa. Esse mercado de hortifrúti tem se desenvolvido muito, seja através de rede ou lojas de um único dono. Este é o mundo onde pretendemos evoluir e conquistar os nossos clientes”.

Garcia acentuou que as unidades Fresh terão vida própria em termos de promoções diárias, justamente para gerar a frequência.

Quando se fala em alimentos frescos, o cliente encontra frutas, verduras e legumes, além de itens com alto valor agregado como sucos, processados e orgânicos. Pratos do Chef Time e uma pequena rotisserie também estão disponíveis na unidade. Há padaria artesanal, açougue e peixaria com sushi feito na hora.

Além desses produtos, o consumidor se depara com produtos de conveniência, mercearia abastecedora e uma linha mínima de artigos de limpeza. Não há perfumaria. Por enquanto, não possui café ou espaço de convivência, devido ao tamanho restrito.

O mote da marca é saudabilidade e sustentabilidade, por isso há uma superexposição da marca própria do GPA, TAEQ, de forma a fidelizar ainda mais o cliente.

As lojas têm um tamanho intermediário entre o Minuto PA e o Supermercado PA, com dimensões que variam de 400 a 700 m². São lojas térreas com estacionamento lateral. A área da unidade inaugural é de 450 m², onde trabalham 80 colaboradores diretos e indiretos.

“Esse é um importante marco entre os recentes lançamentos do Grupo, um movimento inovador que está totalmente alinhado à nossa estratégia de negócios, com foco nos formatos de vizinhança”, comentou Jorge Faiçal, CEO do GPA.

O Pão de Açúcar Fresh será o terceiro formato da bandeira-mãe Pão de Açúcar. “Esse é um formato vencedor no Brasil, com uma demanda crescente que sofistica o portfólio da marca PA. Temos expertise para operar e vamos entregar ainda mais experiência com a qualidade que já é reconhecida do Pão de Açúcar”, reforçou Faiçal. A expectativa é abrir mais uma loja deste formato em dezembro de 2021.

Questionados sobre a qualidade dos alimentos frescos, os executivos responderam que são as mesmas de toda a cadeia GPA que se abastece direto com o grande produtor e agricultura familiar. O armazenamento ocorre no Centro de Distribuição especializado em perecíveis. Anualmente, o grupo vende 360 mil toneladas de FLV que são distribuídos em 15 mil carretas.

O diretor de Design no GPA, João Mariano, ressaltou a participação multidisciplinar do cliente na criação e planejamento de todo layout do Fresh, inclusive da exposição dos produtos, na paleta de tons pastéis da loja, estacionamento interno e loja térrea.

“Ele foi fundamental para chegarmos ao melhor modelo do novo formato e até dos produtos disponíveis que somam 5 mil 500 itens. Tudo foi testado com eles. O hortifrúti está na frente da loja, na área baixa para que tenha controle sobre toda a jornada”, complementou Mariano. Áreas de atendimento como padaria, açougue e peixaria ficam no fundo da loja.  

Para 2022, aprovado o modelo em teste, serão abertas de 15 a 20 lojas na capital. A ideia é expandir o modelo de negócio para outras cidades e estados onde exista a bandeira principal. Dos R$ 5,2 bi captados na venda das lojas do Extra ao Assaí, o GPA vai utilizar R$ 1,2 bi para o plano de expansão que pode ser com um dos três formatos da rede. O CEO explicou que sua equipe estuda aquisições em vários modelos: proximidades, regionais Premium e regionais populares.

Faiçal finalizou: “o Fresh não será uma loja de carrinho cheio, já que a ideia é de um espaço de alta frequência, aonde a pessoa vá até duas vezes por dia, uma espécie de despensa”.

Dentre as novidades do Fresh estão o serviço de entrega de compras em domicílio com triciclo elétrico e delivery pela plataforma James e demais aplicativos de entrega. Para facilitar a vida, instalou dois self checkouts.

Os pedidos também poderão ser feitos via Whatsapp pelo número 11 4890-1064 em um atendimento Omnichannel.

A nova unidade fica Rua José Benedetti,122 – Santo Antonio – São Caetano do Sul – SP, tem estacionamento com serviço de manobrista e funciona de segunda a sábado, das 7h às 22h, e aos domingos e feriados, das 8h às 20h. São aceitas diferentes formas de pagamento, como cartões de crédito e débito das principais bandeiras, pix, Picpay, dinheiro e vales alimentação e refeição.

29 de outubro de 2021 0 Comentários
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Eventos

Varejo discute como reduzir a conta de luz na prática

De Administrador SH 29 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

Live Supermeeting ABRAS mostrou como as empresas podem ser mais eficientes no consumo de energia. Veja os exemplos do GPA e do Supermercado Avenida

O custo de energia é uma das principais despesas de um supermercado e, diante dos atuais desafios hídricos, que podem gerar muitos transtornos no fornecimento de energia em todo o País, com sérios impactos nas operações varejistas, este tema ganha ainda mais relevância. Justamente por isso que a 11ª Live Supermeeting ABRAS, realizada nesta quinta-feira (28) e transmitida ao vivo pelo canal da entidade no Youtube, teve como tema “Como os supermercados podem ser mais eficientes e reduzir custos com energia”.

O vice-presidente de Vendas e Marketing da ABRAS, Celso Furtado, abriu o evento dando às boas-vindas aos convidados e plateia virtual. Neste encontro, participaram: Flávio Souza, diretor comercial de soluções energéticas CPFL, e os varejistas Claudio Vicente Barbosa, diretor de Manutenção, Utilidades E Facilities do GPA (SP), e André Teixeira de Carvalho, gerente operacional dos Supermercados Avenida (SP). Alexandre Leite, CEO Advisor, desempenhou o papel de moderador.

A primeira fala ficou por conta de Flávio Souza que fez uma breve apresentação da CPFL, uma empresa com quase 110 anos e que tem a missão de distribuir energia no Interior de São Paulo e também do Rio Grande do Sul. De acordo com Souza, a carteira da companhia conta com 10 milhões de clientes, sendo líder no mercado em geração de energias renováveis no país e na América Latina. “O braço de soluções energéticas traz toda essa experiência adquirida nos últimos cem anos de operação para os nossos clientes. Discutimos como eles consomem melhor a energia e como eles podem evitar sustos com interrupções. Agimos desde uma manutenção da cabine primária ou de uma construção de uma subestação de uma rede, até uma comercialização de energia no mercado livre, que vai desde instalações e infraestrutura até produtos mais sofisticados”, explicou o executivo.

Celso Furtado agradeceu a introdução de Souza e ainda comentou ter a certeza que o tema escolhido da live é de interesse de muitos supermercadistas do setor que querem conhecer as melhores soluções e práticas. Na sequência, o executivo da ABRAS pediu para o moderador Alexandre Leite, CEO Advisor, seguir com os trabalhos. Leite convidou os varejistas para compartilharem as ações que estão realizando na parte de eficiência energética nas redes onde atuam.

André Teixeira de Carvalho, gerente operacional dos Supermercados Avenida, contou que a empresa entrou no mercado livre no ano de 2016, cujo primeiro contrato venceu no final de 2020. “Foi um sucesso. A gente teve todo o resultado que a gente pretendia e depois disso a gente acabou fechando outro contrato, com um prazo maior. Em consideração ao consumo, o custo da energia, 30% representa o controle que você tem de consumo. Isso é uma economia considerável”, compartilhou Carvalho.

O supermercadista ainda enfatizou que a empresa também apostou no foco da eficiência energética no sentido de controle, ou seja, monitoramento total online, 24 horas, sete dias por semana em refrigeração e na climatização. “Você faz a prevenção preventiva com mais assertividade e também, claro, na redução do consumo, porque você controla toda a entrada e saída de motores. Controla a temperatura do ar condicionado, etc. Entrar no mercado livre e realizar ações de eficiência energética com monitoramento são duas coisas que funcionaram muito bem para a nossa empresa”, comemorou o varejista.

Alexandre Leite aproveitou a resposta de Carvalho para questionar Claudio Vicente, do GPA. “Se a gente fosse olhar ações de eficiências energéticas e ações de reduções de custo, como poderia dividir isso dentro do Grupo Pão de Açúcar?”, indagou o moderador. O diretor do GPA respondeu que assim como fez a rede Avenida, eles fizeram no GPA. O grupo está no mercado livre de energia desde o ano de 2005. “Nossa meta é que até o final de 2022 estejamos com 95% da nossa energia no mercado livre. Quando a gente fala de eficiência energética, trabalhamos muito na automação do sistema de ar condicionado, refrigeração e iluminação, com monitoramento e campanhas de incentivo de redução de consumo nas lojas.”

Quanto à gestão de custos, Claudio Vicente comentou que no final, aplicando um conjunto de ações “a gente tem conseguido obter resultados significativos de redução de custo, aliados à redução do consumo, totalizando uma economia para o grupo”, ressaltou.

De acordo com o executivo da CPFL, Flávio Souza, o mercado livre de energia, com certeza, traz um preço mais competitivo, porém, o varejista precisa ter um contrato bem negociado. “O que significa isso? Quando você estica o contrato, você compra energia no longo prazo, a energia é mais barata.

“Há um mês, estávamos diante da crise hídrica mais severa dos últimos 90 anos no país. E o Brasil tem uma característica de boa parte da geração, mais de 60%, tem origem de hidroelétricas. Então, a grande influência no preço é sim a chuva e nós estávamos com escassez dela. O preço da energia subiu”, frisou Sousa. Continuando nesta linha de raciocínio, ele demonstrou que as ações tomadas com antecedência pelos varejistas proporcionam uma previsibilidade de preço de energia, o que traz uma segurança maior.

“E isso não acontece só com o mercado livre. Existem outras opções como geração distribuída por energia fotovoltaica, que há 10 anos era inviável. É notável que grandes grupos, como o GPA e o Avenida, estejam investindo em monitoramento porque ele proporciona inteligência e tomada de decisão. Quando você monitora, consegue saber onde dá para ser mais eficaz e reduzir os custos. Mas é importante também você identificar onde você pode ter problemas”, pontuou Sousa. 

Confira a seguir a íntegra da Live Supermeeting ABRAS em parceria com a CPFL. Mais detalhes deste evento também estarão disponíveis na próxima edição da Revista SuperHiper.

29 de outubro de 2021 0 Comentários
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Varejo

Assaí lucra no 3º tri, mas sente o peso da inflação

De Administrador SH 29 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

Grupo bateu o rival Atacadão em crescimento, mas identificou notável movimento de trade down em suas lojas 

Num ritmo frenético de expansão de lojas, o Assaí acaba de divulgar um terceiro trimestre de faturamento recorde, batendo o rival Atacadão em crescimento de vendas mesmo com uma inflação persistente que vem mudando o comportamento do consumidor para pior.

Separado do Grupo Pão de Açúcar (GPA) no início do ano, o Assaí reportou um faturamento de R$ 10,8 bilhões no terceiro trimestre, um salto de 17,5% na comparação anual. O crescimento foi puxado pelas aberturas de unidades, mas as vendas no conceito mesmas lojas mostram a resiliência da rede, com um aumento de 4,5% — no Atacadão, o mesmo recorte indicou um incremento de 2,7%.

“O resultado está acima do que o mercado estava esperando”, disse Belmiro Gomes, o CEO da Assaí, em entrevista ao Pipeline. Mas nem tudo são flores. A inflação já vem tirando pontos de um crescimento que poderia ser ainda maior.

No Nordeste, o executivo já nota que a carestia está reduzindo o consumo de alguns itens, como produtos de limpeza. No restante do país, um movimento relevante de trade down também está em curso, com os consumidores trocando marcas tradicionais por mais baratas — a tendência vai de achocolatados, abandonando o Nescau pelo similar Apti, à troca de carne bovina por frango.

De modo geral, o Assaí conseguiu sustentar as margens mesmo com a inflação mais alta. No trimestre, a rede apurou um Ebitda ajustado de R$ 973 milhões, com margem de 9% (quando excluído o impacto positivo de créditos tributários não recorrentes, a margem ficou em 7,8%, estável na comparação anual). Na última linha do balanço, o Assaí ficou com um lucro líquido de R$ 538 milhões, aumento de 3%.

Não fosse a inflação, a rede teria crescido e lucrado mais, disse Gomes. Se de um lado os atacarejos podem ser beneficiados pelo trade down, com a migração do consumo dos supermercados rumo a lojas como Assaí e Atacadão, o movimento também se reflete nos consumidores que frequentam a rede.

“Existe um trade down pesado que acelerou muito. O consumidor deixa de comprar arroz tipo 1 e passa a comprar tipo 2. Sai de um café de marca premium para intermediário”, explicou o CEO. Nesse ambiente, o volume não cresceu — no trimestre, houve uma ligeira queda de 0,3%.

Com uma inflação de alimentos de dois dígitos, a manutenção do padrão de consumo faria com que a receita do Assaí crescesse de 12% a 14%. No entanto, o incremento nas lojas abertas há mais de um ano foi de apenas 4,5%, o que mostra o efeito da deterioração da situação econômica no país.

“A margem que operamos é muito parecida nos produtos que trabalhamos, do achocolatado mais caro ao mais barato. Mas tem perda. Ao invés de vender R$ 11,7 bilhões, provavelmente teria vendido R$ 12,5 bilhões. Com a mesma margem Ebitda de 7,8%, eu daria um lucro maior”, destacou.

Quando fala de inflação, o CEO do Assaí também demonstra preocupação com o aumento das taxas de juros pelo Banco Central. Diante de uma inflação que não parece ser de demanda, a ação do Copom pode não dar o resultado esperado.

“O remédio sempre amargo do aumento da taxa de juros é efetivo para conter inflação com consumo aumentando, mas não é o que está acontecendo”, disse Gomes, lembrando que os responsáveis pela inflação (valorização do dólar, problemas climáticos, petróleo em alta e falta de chuvas) não estão na mão do BC.

Fonte: Luiz Henrique Mendes, Pipeline

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Varejo

Cooper Super investe R$ 35 milhões em loja de Santa Catarina

De Administrador SH 29 de outubro de 2021
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Nova filial de quase vinte mil metros quadrados emprega 250 colaboradores

A rede Cooper inaugurou mais uma unidade em Blumenau, a filial localizada no bairro Itoupava Norte. Com investimento de R$ 35 milhões, ela é a primeira a utilizar o nome Cooper Super, que oficializa a criação da rede lançada recentemente junto aos novos formatos de lojas. A nova loja proporciona a criação de 250 postos de trabalho.

O prédio de 19 mil metros quadrados de área construída fica localizado entre as Ruas Dois de Setembro e Paris e, além da área de vendas, conta com uma alameda de serviços com cinco lojas de apoio e 275 vagas de estacionamento cobertas com sinalização eletrônica.

A nova filial possui os setores tradicionais de açougue, adega, mercearia, bazar, frios, frutas, legumes e verduras. Também irá trabalhar com serviços diferenciados, como produtos a granel, setor de saudáveis com itens sem lactose, açúcar e glúten, possibilidade de preparar e engarrafar o próprio suco de laranja e escolher o tipo de moagem do café. Destaque ainda para a padaria com autosserviço e a presença de uma unidade da Farmácia Cooper.

Com esta inauguração, se expande a atuação digital da cooperativa, já que a nova filial contará com o serviço de entrega e terá um espaço do Clique e Retire para compras realizadas e agendadas pelo site oficial (www.minhacooper.com.br).

– A Cooper Super traz mais do que a grandiosidade das nossas lojas tradicionais, ela oferece produtos e serviços que estão super conectados com o que a nossa gente quer e precisa – afirma o presidente Executivo da Rede Cooper, Osnildo Maçaneiro.

– Desejamos que esta filial seja mais um ponto para sermos felizes cooperando juntos. Acreditamos nisso para transformar realidades e temos certeza de que a chegada da Rede Cooper na Itoupava Norte trará mais desenvolvimento para todo o bairro – afirma o presidente do Conselho de Administração, Hercílio Schmitt.

Fonte: Acats

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Tendências

Kroger amplia foco em mídia programática

De Administrador SH 28 de outubro de 2021
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Rede supermercadista cria plataforma baseada em seu braço de data analytics para melhorar eficiência e resultados de campanhas e promoções

O grande varejo vai se posicionando, cada vez mais, em outros segmentos de negócio. Uma via de geração de receitas é a mídia programática: com base em dados reais de comportamento dos consumidores, as marcas da indústria passam a otimizar a comunicação com os clientes nas plataformas digitais dos varejistas.

É o caso da Kroger, maior rede de supermercados dos Estados Unidos. Seu braço de mídia, o Kroger Precision Marketing (KPM), colocou no ar um marketplace que permite que agências e marcas personalizem o relacionamento com os consumidores a partir dos dados reais de interações do público com a Kroger. Esses dados identificam os momentos, produtos e argumentos a serem comunicados, e podem ser utilizados em várias plataformas de publicidade disponíveis online.

“Com o Kroger Private Marketplace, anunciantes têm flexibilidade para desenvolver suas campanhas, ao mesmo tempo em que protegemos a privacidade dos clientes, já que os dados são anonimizados”, afirma Cara Pratt, sênior vice-presidente da Kroger Precision Marketing. “O anunciante define que público quer alcançar, quais as métricas de sucesso, o investimento e as peças publicitárias. A plataforma faz o match com o público nas plataformas digitais”, comenta.

A plataforma é baseada nos dados da 84.51o, a divisão de data analytics da Kroger, e também usa informações de comportamento coletadas a partir do programa de fidelidade da rede de supermercados para criar uma comunicação mais personalizada das marcas com os consumidores.

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Varejo

Ambev incrementa produção e vendas sobem no trimestre

De Administrador SH 28 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

Empresa relaciona três pilares para o volume recorde e o giro no chão de loja

Estamos ganhando muito mercado, disse Lucas Lira, CFO da Ambev, sobre os números apresentados pela companhia. O resultado do terceiro trimestre foi bem recebido por analistas e investidores, com reflexo na bolsa: as ações da companhia dispararam 9,72%, a maior alta do dia do Ibovespa.

O volume de cerveja vendido cresceu 7,5% no período na comparação anual, para 45,655 milhões de hectolitros, enquanto as expectativas apontavam para queda. No acumulado de 12 meses, o volume bateu 180 milhões de hectolitros, a maior marca da história para o período, superando o pico de 172 milhões de hectolitros de 2015.

Em entrevista à EXAME Invest, Lucas Lira explicou os três principais pontos que levaram ao volume recorde.

“Primeiro, o portfólio. Seja no premium, no core plus ou no mainstream, temos visto nosso portfólio cada vez melhor e completo, seja em variedade e inovação para diferentes ocasiões de consumo”, afirmou.

O segundo ponto apontado pelo executivo é a inovação. Embora dona de marcas tradicionalíssimas, como Antarctica, Skol e Brahma, mais 20% das receitas vieram de produtos criados há, no máximo, três anos. “Não é uma marca só ou só um produto, é um pipeline de inovação.”

O terceiro ponto que explica o recorde em vendas são os investimentos em tecnologia, que resultaram nas plataformas Zé Delivery (entregas B2C), BEES (B2B) e Donus (fintech para parceiros B2B). “Realmente vimos uma oportunidade no meio da crise, da pandemia.”

Lira também comentou os desafios da Ambev para os próximos meses e 2022, que vão desde a busca por mais variedade de produtos em suas plataformas digitais até possíveis gargalos relacionados à oferta. Mas, ainda que veja pressões em sua cadeia de suprimentos e na de fornecedores, o executivo acredita que o pior já passou.

Confira a entrevista com Lucas Lira, CFO da Ambev:

A Ambev apresentou forte crescimento de volume, contrariando as expectativas de mercado. Qual o tamanho do ganho de mercado proporcionado?

Do segundo trimestre de 2020 para cá a curva de volume é ascendente, com mudança de patamar para cima do histórico, superando 2015. Trouxemos o volume anualizado para outro nível, tanto no Brasil quanto em outros mercados.

Nosso volume vem performando melhor que em 2020 e em 2019. No terceiro trimestre, tivemos crescimento de volume ante 2020 em nove dos dez principais mercados, e versus 2019, crescemos em oito deles. Isso também ocorreu no primeiro e segundo trimestres, o que mostra consistência.

Desde 2019, temos feito mudanças grandes e estruturais na companhia, com apostas muito grandes em inovação, em tecnologia, na construção e na renovação do portfólio. Este [terceiro] trimestre ilustra bem todo o trabalho que vem sendo feito há mais de dois anos.

O share é uma métrica que mostra que nós estamos acertando mais do que errando e executando superbem. Apesar dos pesares, com pandemia e [o cenário] macro, isso tem dado certo.

Quais foram as principais transformações que elevaram o volume de vendas a esse nível?

Primeiro, o portfólio. Seja no premium, no core plus ou no mainstream, temos visto nosso portfólio cada vez melhor e completo, seja em variedade e inovação para diferentes ocasiões de consumo. É um portfólio mais saudável e melhor.

Número dois é inovação. Não é uma marca só ou só um produto, é um pipeline de inovação, que vem sendo construído desde 2019. No terceiro trimestre, mais uma vez, as inovações representaram mais de 20% de nossa receita, que é um patamar alto e muito bom, que temos conseguido manter. A inovação tem feito a diferença, de novo.

Terceiro é a tecnologia. Ou seja, essas apostas que fizemos, principalmente a partir da pandemia. No segundo trimestre do ano passado, resolvemos acelerar o Zé [Delivery] no B2C, com BEES no B2B e com a Donus, que é nossa fintech.

Realmente vimos uma oportunidade no meio da crise, da pandemia. Vimos a tecnologia transformar não só o nosso negócio mas também a forma como nos relacionamos e procuramos agregar valor para o consumidor e cliente. Resolvemos apostar grande e tem dado certo, com as plataformas ganhando o Brasil.

Quando a Ambev cita que mais de 20% da receita vem de inovação, de onde vem essa receita?

Definimos inovação como qualquer produto [como líquido, embalagem, marca] que não existia no mercado nos últimos 36 meses. É um alvo móvel, que vai evoluindo mês a mês. A ideia é que isso seja mesmo dinâmico para que a gente desenvolva um pipeline de inovação.

Quais os próximos passos para as plataformas de tecnologia da Ambev?

Ainda estão se desenvolvendo no que podem oferecer. Um bom exemplo foi o anúncio de que a BRF [BRFS3] vai trazer os produtos dela para o BEES e com isso vamos conseguir trazer mais variedade para os negócios dos nossos clientes. Para nós isso é superimportante: ter mais variedade e oferta dentro do BEES. Estamos vendo muito potencial para essas plataformas, que vieram para ficar, mas há muito trabalho para fazer ainda.

O número de pedidos do Zé Delivery cresceu de 14 milhões para 15 milhões desde o primeiro trimestre. Essa desaceleração do crescimento se deve ao maior consumo de cerveja nos bares?

Os bares e restaurantes estão voltando e, com isso, a socialização fora de casa, como tomar cerveja com os amigos. Isso é bom, porque foi um dos segmentos que mais sofreram na pandemia e vemos com muito bons olhos e temos nos preparado para essa ocasião de retorno.

No caso do Zé, ele passou por uma extensão muito grande do ano passado para cá. Focamos nos últimos meses em sua expansão geográfica. Hoje, o Zé está em 280 cidades, o que é um crescimento versus o segundo trimestre de cerca de 70 cidades a mais. As cidades em que estamos cobrem aproximadamente 70% da população brasileira. Existe o plano de expansão geográfica, que continua.

Além disso, temos focado em aprimorar a oferta de produtos dentro do Zé. Da mesma forma como fizemos a parceria com a BRF no BEES, estamos trabalhando com outras empresas de bens de consumo para que eles também ofereçam produtos por meio do Zé para as ocasiões de consumo dentro de casa.

Estamos com mais de 70 parcerias celebradas para o Zé, e ele segue crescendo e a quantidade de pedidos cresceu ao longo do trimestre, o que é positivo ao olhar para frente. Mas há muita coisa para fazer, seja na expansão geográfica seja em aprimoramento na gama de produtos do aplicativo.

Temos visto a inflação superar as estimativas tanto no Brasil quanto no exterior. Na conferência com investidores foi dito que deve haver maior pressão das commodities do que cambial em 2022. Como isso deve afetar as margens de lucro para o ano que vem?

Ao passo que em 2021 as pressões vieram mais do câmbio que das commodities, seja por causa da desvalorização do real ou do peso argentino, essa realidade se inverte em 2022. Então, as commodities tendem a jogar mais contra no ano que vem, e o câmbio, principalmente o real, deve pesar menos. O principal ponto de atenção são mesmo as commodities.

É um desafio. O ano de 2020 já foi bastante desafiador, mas, felizmente, temos conseguido recuperar nosso negócio de modo consistente pelo crescimento de receita e muito em razão do crescimento de volume.

Para encarar 2022, a fórmula será, mais uma vez, o foco muito grande na melhoria de volume e receita graças à inovação, às marcas premium e ao volume de garrafa retornável. Não tem uma solução única. Mas acreditamos que, se continuarmos melhorando de modo consistente a nossa performance comercial, temos boa chance de zerar, pelo menos em parte, as pressões que vão vir.

Fonte: Guilherme Guilherme, Exame Invest

28 de outubro de 2021 0 Comentários
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ESG

Sovena quer cortar parte do plástico na produção

De Administrador SH 28 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

Relatório de Sustentabilidade da companhia aponta metas rígidas de ESG a curto prazo

O Grupo Sovena, líder mundial no setor de azeite e uma empresa única, pela capacidade de integração de toda a sua cadeia de valor – desde o olival ao embalamento e à distribuição, apresenta as iniciativas através das quais pretende garantir um processo de produção mais sustentável e menos danoso ao meio ambiente para os próximos anos. Tendo como meta e redução em 31% no consumo de plástico virgem até 2025, a companhia reforça a importância do reaproveitamento dessa matéria-prima e como suas práticas sustentáveis são prioritárias e transversais aos negócios do grupo.

O processo de redução do plástico virgem já está no radar da Sovena, com a atual incorporação de 20% de plástico reciclável e redução de até 50% da quantidade de pigmentos das garrafas dos produtos das marcas da empresa. “Estamos comprometidos com a possibilidade de aumentar o nível de incorporação, contudo, cientes de que este será um processo gradual, já que o PET reciclado poderá não ser suficiente para a procura crescente do mercado”, explica João Basto, Diretor de Sustentabilidade da Sovena.

Hoje, o Grupo Sovena já aposta em uma procura permanente por novos materiais de embalagem com menores índices de carbono e que, ao mesmo tempo, sejam compatíveis com a preservação de óleos alimentares. “Esta busca nos ajuda a alcançar ainda outra das metas de 2023 que é a redução de 30% das emissões de gases de efeito de estufa em nossa operação”, conta o executivo.

Além disso, a companhia mantém um olival intensivo, no qual investe em um processo de inovação que garante o cuidado das plantas, fornecendo-lhes apenas a água e os nutrientes que precisam, promovendo uma mobilização mínima dos solos. Desta maneira, é possível não só manter e melhorar a estrutura e o teor de matéria orgânica no solo, como minimizar o número de tratamentos e da água utilizada em todo o plantio.

Com uma produção agrícola focada no desperdício zero e foco no impacto positivo nos ecossistemas e nas comunidades com as quais a companhia se relaciona, a Sovena traçou como alguns dos seus compromissos corporativos a utilização de 100% de eletricidade proveniente de fontes renováveis em suas fábricas, a obtenção da Certificação EFR (Empresas Familiarmente Responsáveis) em Portugal, (um conjunto importante de medidas que promovem a conciliação entre a vida pessoal e a vida profissional de seus colaboradores) e o desenvolvimento de um ‘Plano de Gestão da Biodiversidade e Serviços dos Ecossistemas’ para as Nutrifarms – empresa pertencente do grupo que gere mais de 40 explorações agrícolas que se estendem por mais de 7 mil hectares e dois lagares de azeite, em Portugal e Marrocos.

Numa altura em que inicia a divulgação do seu Relatório de Sustentabilidade de 2020, o Grupo Sovena considera extremamente importante que comunicar suas atividades de maneira simples e transparente, veiculando suas preocupações e ações com foco em garantir a sustentabilidade ambiental, social e econômica da comunidade: “estou convicto que só conseguiremos ser escolhidos pelos nossos consumidores se formos ao encontro das suas inquietações, em um esforço genuíno de melhorar seu bem-estar e reforçar a autonomia de suas escolhas, bem como contribuindo para aumentar a resiliência dos vários ecossistemas do planeta”, finaliza João Basto.

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ABRAS

NRF 2022: Conheça as vantagens exclusivas para associados ABRAS

De Administrador SH 28 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH
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Varejo

Exclusivo: Pão de Açúcar Fresh chega para brigar com a concorrência de vizinhança nos bairros A/B

De Administrador SH 28 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

Este ano, serão duas lojas e em 2022, até vinte unidades desse novo modelo poderão ser inauguradas com metade da loja trabalhando com alimentos frescos, saudáveis e sustentáveis

O GPA acaba de anunciar um novo modelo de negócio: o Pão de Açúcar Fresh que vai competir com sacolões, hortifrutis, padarias, açougues e feiras-livres. Metade da loja é ocupada por perecíveis e a rede espera que 40% do faturamento total do negócio venha daí. A primeira loja da nova bandeira será inaugurada amanhã em São Caetano do Sul, Rua José Benedetti,122 – Santo Antonio.

Quando se fala em alimentos frescos, o cliente vai encontrar FLV e alimentos com alto valor agregado como sucos, processados e orgânicos. Pratos do Chef Time e uma pequena rotisserie estarão disponíveis na unidade. Há padaria artesanal, açougue, peixaria com sushi feito na hora.  

O mote da marca é saudabilidade e sustentabilidade, por isso haverá uma superexposição da marca própria do GPA, TAEQ.

Estrategicamente, o PA Fresh vai funcionar em bairros verticalizados, densamente povoados, com públicos das classes A e B.  As lojas têm um tamanho intermediário entre o Minuto PA e o Supermercado PA, com dimensões que variam de 400 à 700 m².

Além dos alimentos frescos, o consumidor encontra itens de conveniência, uma mercearia abastecedora e uma linha mínima de artigos de limpeza. Não há perfumaria.

Não será uma loja de carrinho cheio e sim de alta frequência, afirmaram os executivos do GPA em coletiva aos jornalistas.

Por enquanto, elas não possuem cafés ou áreas de convivência, devido ao tamanho restrito.

“Esse é um importante marco entre os recentes lançamentos do Grupo, um movimento inovador que está totalmente alinhado à nossa estratégia de negócios, com foco nos formatos de vizinhança”, comentou Jorge Faiçal, CEO do GPA. O Pão de Açúcar Fresh será o terceiro formato da bandeira-mãe Pão de Açúcar. “Esse é um formato vencedor no Brasil, com uma demanda crescente. Temos expertise para operar e vamos entregar ainda mais experiência com a qualidade que já é reconhecida do Pão de Açúcar”, reforçou Faiçal. A expectativa é abrir mais uma loja deste formato em dezembro de 2021.

Para 2022, aprovado o modelo em teste, serão abertas de 15 a 20 lojas na capital.

O Pão de Açúcar Fresh terá independência na fixação de preços ou promoções. Questionados sobre a qualidades dos alimentos frescos, os executivos responderam que são as mesmas de toda a cadeia GPA, que compra direto do produtor e tem Centro de Distribuição especializado em perecíveis. Anualmente, o grupo vende 360 mil toneladas de FLV que são distribuídos em 15 mil carretas.

Entre as novidades do novo Pão de Açúcar Fresh, estão o serviço de entrega de compras em domicílio com triciclo elétrico e delivery pela plataforma James e demais aplicativos de entrega. Para facilitar a vida, instalou dois self checkouts.

Os pedidos também poderão ser feitos via Whatsapp pelo número 11 4890-1064.

A nova unidade, que possui 400 m² e gerou 80 novos postos de trabalho diretos e indiretos, terá estacionamento com serviço de manobrista e funcionará de segunda-feira a sábado, das 7h às 22h, e aos domingos e feriados, das 8h às 20h. Serão aceitas diferentes formas de pagamento, como cartões de crédito e débito das principais bandeiras, pix, Picpay, dinheiro e vales alimentação e refeição.

A concorrência direta do PA Fresh é o “sacolão ou hortifruti” diferenciado como Natural da Terra e Hortifruti comprados pelas Americanas, o Oba, Villa das Frutas, entre outros.

OFERTAS ESPECIAIS PARA INAUGURAÇÃO

Até o dia 04 de novembro, os clientes do Pão de Açúcar Fresh encontrarão ofertas especiais em todas as sessões da loja válidos para Cliente Mais com destaque para Ovos caipiras Qualitá com 10 unidades R$ 8,90, Morango nacional 250g por R$ 2,99, Filé-mignon bovino sem cordão resfriado a vácuo R$ 58,90 o kilo, Azeite de oliva extravirgem O-Live 500ml por R$ 16,99, além de 20% de desconto em todos os orgânicos. Já no aplicativo Pão de Açúcar Mais é possível ativar descontos em diversas categorias, como por exemplo, 20% de desconto nos sushis válido todas as semanas de sexta a domingo.

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Varejo

Exclusivo: GPA lançará uma nova bandeira, o Pão de Açúcar Fresh

De Administrador SH 28 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

O novo modelo de negócio do GPA será inaugurado amanhã no ABC e até o final do ano contará com mais uma loja em São Paulo, sempre em bairros densamente verticalizados de classe média e alta

O GPA apresenta nesta sexta-feira (29) sua mais nova bandeira de varejo alimentar focada em produtos frescos de proximidade. Trata-se da primeira loja Fresh do Pão, que será inaugurada em São Caetano do Sul, e vai concorrer com sacolões, hortifrutis, feiras, açougues e padarias do bairro.

É um novo formato de loja de vizinhança dedicado aos alimentos frescos com foco em frutas, verduras e legumes, além de padaria com uma enorme variedade de pães artesanais.

O Pão de Açúcar Fresh tem manobrista, serviço de entrega e como novidade, o atendimento por whatsapp.

Os clientes participaram amplamente da criação da marca, do modelo de negócio e do sortimento dentro das lojas que são térreas e têm 3 tamanhos P, M e G.

O Pão de Açúcar Fresh também nasce com a missão de oferecer atendimento rápido no balcão de frios e queijos com serviço de fatiamento.

A loja tem açougue, peixaria e um dos destaques é a oferta de sushis frescos.

28 de outubro de 2021 0 Comentários
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