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Varejo

BRF investe R$ 8 milhões em Buriti Alegre e reforça sua Jornada Indústria 4.0

De Administrador SH 13 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

Unidade é piloto na implementação de sistemas ciber-físicos, Internet das coisas e computação em nuvem e Analytics

A BRF, uma das maiores companhias de alimentos do mundo, avança em sua Jornada Indústria 4.0 com a modernização da unidade de Buriti Alegre (GO), que passa a operar no conceito de Fábrica Inteligente. A atualização teve investimento de R$8 milhões e contempla novas tecnologias em automação, sistemas ciber-físicos, Internet das Coisas, Computação em Nuvem e Analytics. Com isso, as unidades produtivas da empresa ganham em eficiência e redução de custos.

A Companhia desenvolveu duas frentes para a Jornada Indústria 4.0: a Fábrica Digital e a Fábrica Inteligente. A primeira conta com programas, como o Sistema de Excelência Operacional (SEO) digital e a Rastreabilidade Digital, formulários, dados, controles e exercícios de rastreabilidade foram totalmente digitalizados, trazendo agilidade para a operação, além de reduzir os custos. Outra iniciativa é a plataforma padronizada para design e impressão de etiquetas, que atende a padrões internacionais, visa maior segurança na leitura das informações, a partir de código datamatrix, otimizando assim o processo de logística e rastreabilidade.

Na segunda frente de atuação, a Fábrica Inteligente, a unidade passa a contar com gestão online dos processos produtivos, com a implantação de IOT´s (internet of things), etiquetas RFID (Radio Frequency Identification – Identificação por Radiofrequência), Analytics e integrações com automação e plataforma sistêmica de gestão de fábrica. “Em Buriti Alegre, demos um passo além com a sensorização e passamos a captar os dados do processo produtivo automaticamente. Com isso, os controles como quantidade, peso e temperatura final do produto são realizados em tempo real colaborando ainda mais com a qualidade de nossos produtos e para a tomada de decisões com mais agilidade”, explica Carlos Coutinho, gerente de Inovação de Operações da BRF.

A Companhia também automatizou coletores e câmeras para o apontamento de produção, que acompanha o consumo de matéria-prima, além de controlar e monitorar os lotes de insumos e embalagens. Todas essas soluções ocorrem em interdependência com as outras frentes da cadeia produtiva na integração e disponibilização de dados para uma rastreabilidade inteligente e elevada gestão fabril.

“Nossa Jornada Indústria 4.0 atua nos pilares de eficiência e qualidade. Nosso mapa de evolução para fábricas inteligentes com o Projeto Indústria 4.0 está acontecendo em três unidades piloto: Buriti Alegre (GO), Marau (RS) e Seropédica (RJ), que já nasceu digital, como uma unidade projetada nos conceitos 4.0”, afirma o executivo.

A BRF foca em excelência operacional a partir do fortalecimento de sua cultura, com programas e tecnologias que reduzem a ociosidade fabril, maximizam o uso dos ativos da Companhia, minimizam perdas, melhoram processos de negociação de insumos, matérias-primas e compras gerais e incorporam conceitos da Indústria 4.0 às unidades e operações.

“Esta jornada é transformadora e considera o sensoriamento em nossas linhas de produção, com dashboards de eficiência que já estão em operação em plataforma com dados real time para visibilidade, contribuindo para tomada de decisões mais ágeis e assertivas no dia a dia da operação. Essas tecnologias levam a Companhia para um novo patamar de eficiência operacional e gestão online”, destaca Gilberto Andretta, gerente executivo de Tecnologia na BRF.

Jornada Digital e Investimentos BRF

A tecnologia e a jornada digital da Companhia são essenciais para o funcionamento dos negócios da Companhia. Até 2025 serão investidos R$ 700 milhões em iniciativas de Transformação Digital, tudo em linha com a Visão 2030, lançada em dezembro, na qual projeta a BRF para os próximos 10 anos como uma empresa global de alimentos, de alto valor agregado, com um portfólio de marcas líderes e desejadas nos principais centros consumidores, fortemente apoiada em inovação e tendo os consumidores cada vez mais no centro de todas as decisões.

13 de outubro de 2021 0 Comentários
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Varejo

Grupo Pereira prepara desembarque em novo estado

De Administrador SH 12 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

O negócio envolve R$ 172 milhões que serão utilizados na construção de lojas e um centro de distribuição

Oitava maior rede de supermercados do país e a maior de Santa Catarina, o Grupo Pereira definiu onde será seu centro administrativo e de distribuição no Rio Grande do Sul. Ele ficará em São Leopoldo, no Vale do Sinos, onde o gigante do varejo de alimentos comprou o prédio de 7,5 mil metros quadrados que era da Hyundai Elevadores, que receberá o empreendimento junto com um terreno ao lado de 3,5 hectares que fazem parte do distrito industrial. Somente a área recebeu um aporte de R$ 22 milhões.

O anúncio oficial será feito pela prefeitura de São Leopoldo nesta semana. A expectativa é de que sejam criados 550 empregos na operação, com cem postos de trabalho administrativos, 200 operacionais e mais 250 indiretos. Na ocasião, o prefeito de São Leopoldo, Ary Vanazzi, assinará o projeto de lei que autoriza a doação com encargos da área de terras no Distrito Industrial Zona Norte.

Fundado em 1962 em Itajaí (SC), o Grupo Pereira tem 16 mil funcionários e 90 unidades de negócios em operação em cinco Estados e no Distrito Federal. No ano passado, faturou R$ 8,8 bilhões, mais do que a rede gaúcha Grupo Zaffari, que é a maior do Rio Grande do Sul. A entrada da empresa no mercado gaúcho, com a marca Fort Atacadista, foi noticiada pela coluna ainda em maio.

Inicialmente, serão quatro lojas, que somarão um investimento de R$ 150 milhões. As primeiras unidades ficarão em Porto Alegre, Canoas, Novo Hamburgo e Caxias do Sul. A ideia é inaugurá-las no primeiro trimestre de 2022. Para isso, as obras começarão ainda neste ano. Com esses primeiros atacarejos, já serão abertos 1,2 mil empregos diretos. 

O atacarejo Fort Atacadista responde por 70% dos negócios do Pereira. Mas o grupo tem ainda as bandeiras Comper (varejo), Bate Forte (atacado), Sempre Fort (farmácias), Vuon (cartão de crédito e benefícios) e Perlog (logística). 

Já a Hyundai Elevadores teve a produção suspensa ainda em 2016, apenas dois anos após ter sido inaugurada com bastante pompa por ser resultado de uma missão internacional do governo do Estado. Na ocasião, os 50 funcionários foram demitidos. Hoje, a companhia tem apenas um escritório na cidade. A fábrica era do pelo grupo sul-coreano Hyundai Elevators. O investimento na época foi de R$ 65 milhões, com capacidade de produção de 3 mil elevadores por ano.

Fonte: Giane Guerra e Daniel Giussani, GZH

12 de outubro de 2021 0 Comentários
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Varejo

Marcas próprias dominam as gôndolas com crescimento nas vendas de até 70%

De Administrador SH 12 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

Consultoria GS Ciência do Consumo tem dados que mostram o segmento preferido pelos clientes, devido aos preços baixos ante marcas líderes

Num ambiente de concorrência acirrada, a marca do próprio varejista tem sido a saída escolhida pelas redes de supermercados grandes e pequenas para fidelizar os clientes e preencher o espaço deixado pela redução da oferta de marcas econômicas ou taleban. As marcas próprias são mais em conta do que as líderes, mas não são tão baratas quanto as taleban.

Levantamento realizado pela consultoria GS Ciência do Consumo, que acompanha as compras de 27 milhões de domicílios no País, mostra que, de janeiro a setembro deste ano, as vendas de marca própria cresceram 72,5% nos pães industrializados, 68% no arroz, 64% no café, 39% nas sopas e caldos, 24% nos legumes congelados, 14% no biscoito doce e 13% no macarrão, ante igual período de 2020.

“De três anos para cá, as marcas próprias ganharam muita força e o que era privilégio das grandes redes passou a acontecer nas pequenas, empresas regionais com 10 a 15 lojas”, afirma Fernando Gibotti, presidente do conselho da consultoria. Com o crescimento das marcas próprias, ele explica que o espaço dentro dos supermercados ficou mais disputado financeiramente pelas indústrias. E esse foi outro motivo que tem dificultado o acesso de marcas econômicas às prateleiras de grandes varejistas.

Compra conjunta

Sete anos atrás, 13 supermercados brasileiros, que juntos têm 262 lojas e faturamento superior a R$ 15 bilhões, criaram a Associação Unigrupo Brasil para fazer diretamente as importações e obter uma margem de lucro maior na revenda dos produtos.

Desde fevereiro deste ano, a união desses varejistas resultou num novo negócio: a criação de uma marca exclusiva e comum a todos eles, chamada “Casa de Mãe”. “Começamos com 11 itens, estamos indo para 40 este mês”, conta Sandra Caires Saboia, diretora de marca Própria da associação. A meta é chegar a 2 mil itens em três anos.

A ideia de marca única para todos os varejistas é reduzir os custos de negociação com a indústria, por conta do volume maior, e melhorar as margens de lucro. Sandra observa que, dependendo da categoria, a diferença de preço entre a marca própria e a marca líder é de pelo menos 20%. “A nossa marca não quer ser o primeiro preço (a marca mais barata)”, afirma a diretora.

A rede de supermercados Hirota, por exemplo, que fica na capital paulista, faz parte desse projeto. Hélio Freddi, diretor, diz que a marca “Casa de Mãe” já responde por 10% de suas vendas, apesar de o projeto ter começado neste ano. “Começamos porque percebemos que o consumidor estava sem dinheiro e procurando alternativas”, afirma.

Efeito da inflação

O crescimento exponencial da procura dos varejistas para ter a sua própria marca tem sido motivado pela necessidade de tornar o cliente fiel à loja em razão da concorrência acirrada, sobretudo dos marketplaces. Outro motivo foi a disparada da inflação. “São vários movimentos acontecendo ao mesmo tempo”, afirma Antônio Sá, sócio-fundador da Amicci, consultoria especializada no desenvolvimento de marcas próprias.

No último ano, por exemplo, a empresa engordou sua lista de clientes com 30 novos varejistas, a maioria do setor de supermercados. Antes da inflação dar um galope, a consultoria atendia a cerca de 60 varejistas. “São cerca de 100 varejistas conectados com a gente e temos uma base de 3 mil fornecedores.” A empresa desenvolve o projeto e acompanha a execução, inclusive testando o produto para verificar se ele se aproxima da marca líder.

Sá conta que os produtos mais demandados para desenvolvimento de novos projetos neste momento de inflação alta são os básicos: arroz, feijão, café, papel higiênico, artigos de higiene e fralda infantil. Neste ano são 1,5 mil itens de marca própria lançados, ante quase mil no ano passado. Quanto aos preços, ele observa que a marca própria tem uma equação que combina qualidade com preço baixo, mas não tão baixo como o das marcas taleban.

Hoje a fatia da marca própria na venda de supermercados é pequena comparada com a de outros países. No Brasil, gira em torno de 5%, ante 31,5% na Europa e 18% nos Estados Unidos, por exemplo. “A minha visão é que a participação nos supermercados chegue a 6% ou 7% em 2022.”

Fonte: Márcia De Chiara, O Estado de S.Paulo

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Varejo

Nova batalha do varejo: lotar postos e condomínios com lojas de conveniência

De Administrador SH 12 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

O negócio é tão promissor que redes estrangeiras desembarcam no Brasil para explorar esse nicho, incluindo o de lojas autônomas em condomínio

As chamadas lojas de conveniência, sempre abertas ali na esquina ou no posto de combustível, não são mais as mesmas. Os deslocamentos restritos na pandemia forçaram uma rápida reinvenção.

Elas despontam como uma das principais alternativas para o consumidor encher a despensa sem ir longe de casa e, com a chegada de novas redes ao Brasil e uma aposta maior de revendedoras de combustíveis e de grandes varejistas brasileiras no segmento, tornaram-se o novo campo de batalha do comércio, avaliam especialistas.

A mexicana Oxxo é a mais nova do setor a ampliar sua presença no Brasil. Vai concorrer com pesos pesados, como a mais recente associação do setor, entre a Vibra (nome adotado pela BR Distribuidora após a privatização) e as Lojas Americanas.

E competir ainda com multinacionais com marcas já consolidadas aqui, como Carrefour Express e as lojas Pão de Açúcar Minuto e Mini Extra. Enquanto isso, a AmPm, maior do setor e que opera majoritariamente em postos Ipiranga, planeja abrir unidades em condomínios e lojas de rua.

Espaço para crescer

Diferentemente de outros segmentos do varejo, o de conveniência ainda tem potencial inexplorado. O Brasil tem 8.100 lojas de conveniência em postos de combustíveis. Elas representam apenas 20% do total de 40 mil postos no Brasil.

Em outros países, 50% dos postos na Argentina contam com lojas de conveniência. E nos EUA, 94% dos postos possuem uma loja desse tipo.

Mesmo pequeno, esse mercado já movimenta bilhões no Brasil

– Volume de vendas de conveniência e mercados de proximidade do país

  2019 – 7,9 bilhões de reais

  2020 – 8,7 bilhões de reais

A maior concorrência vem com uma oferta maior de produtos e lojas mais tecnológicas. Nos postos de combustíveis, já há vendas em estilo drive thru. Muitas oferecem pagamentos por aproximação e, nas lojas de rua, até mesmo self checkout, em bancas sem funcionários, além de pedidos por aplicativos de entrega e programas de cashback (recompensas em dinheiro).

— As lojas de conveniência avançaram nos canais digitais, passaram a oferecer itens de higiene e mercearia, por exemplo. E estão deixando os postos de gasolina e indo para a rua — resume Ana Paula Tozzi, presidente da consultoria AGR, especializada em varejo.

No Brasil, no segmento original de lojas associadas a revendedores de combustíveis, são 8.100 unidades, cobrindo apenas 20% dos 40 mil postos do país. No Chile, as lojas estão presentes em 33% dos postos e, na Argentina, em 50%.

Nos Estados Unidos, 94% dos postos têm lojas de conveniência. Esse mercado movimenta cerca de R$ 7 bilhões ao ano, mas a concorrência também se acirra em lojas de rua, condomínios e terminais de ônibus.

Alianças estratégias

Com operação comandada pelo Grupo Nós, que une a brasileira Raízen (maior produtora de etanol do país e operadora da rede de postos Shell) com a mexicana Femsa, do setor de bebidas, a Oxxo acelerou sua expansão no Brasil.

Nas principais cidades do México, é difícil achar esquina sem a presença da marca, que já é a maior rede de mercados de proximidade da América Latina. São mais de 19 mil unidades em países como Peru e Chile.

A rede mexicana abriu a primeira loja em Campinas, no interior de São Paulo, em 2020. Hoje, já são 40 no estado. São pequenos mercados estrategicamente posicionados em bairros ou regiões com grande circulação, como estações de metrô e terminais de ônibus.

Oferecem um mix de produtos de reposição da despensa, dos itens de cesta básica aos de higiene e limpeza, com comidas rápidas e bebidas geladas.

— Seguimos acreditando fortemente na migração do consumidor para o segmento de proximidade, impulsionada pela pandemia, com as pessoas comprando perto de casa — diz o presidente do Grupo Nós, Rodrigo Patuzzo.

Praticidade digital

Marcos Gouvêa de Souza diretor-geral da Gouvêa Ecosystem, consultoria com foco em varejo, lembra que, na pandemia, as lojas de conveniência ganharam a concorrência das gigantes do e-commerce, que agregaram alimentos e itens essenciais ao portfólio com entrega em uma hora:

— O conceito de conveniência ganhou novos formatos digitais e entrou na disputa com as lojas físicas pela entrega mais rápida ao consumidor.

Ele aponta a tendência nas lojas autônomas em empresas e condomínios. Sem funcionários, elas ficam disponíveis 24 horas. No Brasil, a novidade foi introduzida pela rede paulista de supermercados Hirota, que desenvolveu o modelo a partir de abril de 2020.

Há duas semanas, a empresa inaugurou a 54ª unidade num residencial da Zona Sul de São Paulo e pretende chegar a 64 até o fim do ano. A moradora Arlene mendes, de 54 anos, foi aprender como comprar sem a ajuda de vendedores:

— Gostei de não precisar sair na rua para fazer as compras.

As pequenas lojas são instaladas em condomínios com até 400 apartamentos e oferecem até 500 produtos, de carvão para a churrasqueira a bebidas. O morador abre a loja com o celular, que lê um QR code, diz Helio Freddi Filho, diretor de expansão do Hirota:

— O cliente entra, faz as compras e paga pelo aplicativo. O funcionário só aparece para limpeza e reabastecer. (Colaborou Edilson Dantas)

Fonte: João Sorima Neto, O Globo

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Varejo

Grupo Passarela faz um aporte de 30 milhões de reais em atacarejo no RS

De Administrador SH 12 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

A unidade que conta com um mix de dez mil produtos é a segunda loja aberta neste modelo na região 

O grupo Passarela inaugurou, recentemente, mais uma unidade, desta vez, o atacarejo Via Atacadista em Farroupilha (RS), em uma área às margens da ERS-122, entre o varejo da marca Tramontina e o shopping de moda Golden Center Atacado.

O empreendimento, que exigiu investimentos de R$ 30 milhões, é a segunda unidade da Via Atacadista a se instalar no Rio Grande do Sul – a primeira já está em funcionamento em Bento Gonçalves desde maio deste ano.

A nova operação que chega à Serra Gaúcha ocupa uma área da própria Tonin Imóveis, mesma incorporadora responsável pelas obras, totalizando 16,3 mil m², dos quais 11 mil m2 construídos. O projeto contempla espaço para 200 vagas de estacionamento e mais de 10 mil itens, com 4 mil m² de área de vendas.

A marca Via Atacadista pertence ao grupo Passarela, de Concórdia (SC), que já tem uma operação de varejo – de um total de cinco neste segmento – instalada no Rio Grande do Sul, sob a bandeira Passarela, em Erechim. Já Farroupilha passará a contar com a sétima unidade no modelo de atacarejo. Assim, a rede chegará à soma de 12 lojas abertas entre os dois estados, empregando aproximadamente 1,8 mil funcionários.

Fonte: Acats

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Varejo

Inteligência artificial e Machine learning agregam valor aos supermercados

De Administrador SH 12 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

Isso ocorre através da capacidade de previsibilidade da demanda, revela Pesquisa Global de Varejo 

O uso da inteligência artificial (I.A) tem se intensificado nos últimos anos e, com a criação de ferramentas com funcionalidades cada vez mais inovadoras, é esperado que o investimento na área ultrapasse US$ 7 bi em 2022, de acordo com estudo da Juniper Research.

Uma das funcionalidades oferecidas pela I.A está relacionada com a capacidade que ela tem de “prever o futuro” para empresas que trabalham no setor de varejo de recorrência, como os supermercados. Sobre isso, um estudo divulgado pela Pesquisa Global de Varejo no final de 2020 revela que 73% dos varejistas acreditam que a Inteligência Artificial (IA) e o Machine Learning podem agregar valor aos negócios por meio da previsão de demandas.

Para fazer essa previsão de demandas, a I.A baseia-se em dados passados e, de acordo com essas informações, permite que as redes supermercadistas tenham a capacidade de prever o futuro de suas vendas. “Assim, a ferramenta se torna uma aliada na gestão das companhias na hora que elas precisam repor os seus estoques, por exemplo. Isso acontece porque elas já saberão, por meio da I. A, quais são os produtos que serão vendidos em breve”, explica Bruno Leal, CSO e Cofundador da Mercafacil, empresa que acabou de lançar a mar.ia, sua inteligência artificial voltada para atender aos varejos alimentícios de recorrência no país, como os supermercados.

O CSO também reforça que a inteligência artificial visa permitir que as empresas criem uma comunicação mais personalizada com os seus consumidores, já que ela faz a captura, o mapeamento e o cruzamento de dados pessoais e de compra de cada cliente. “Com a mar.ia, os supermercadistas conseguem estimular a antecipação de compra, aumentar as conversões das suas campanhas promocionais e trazer uma maior pessoalidade na hora de a empresa entrar em contato com este comprador” diz Leal.

O cenário da inteligência artificial nos varejos brasileiros

No Brasil, o uso da I.A também apresenta crescimento. Segundo pesquisa do IDC, consultoria especializada em inteligência de mercado, 25% das empresas brasileiras já têm projetos baseados em IA ou machine learning. Além disso, a pesquisa também aponta a inteligência artificial como uma das principais tecnologias para o ano de 2021, já que se espera que ela gere investimentos de US$464 milhões para o Brasil neste ano.

Já é possível encontrar algumas soluções de inteligência artificial com foco em varejo no país que estão fazendo sucesso. Um exemplo é a Lu, do Magalu, que, de acordo com dados do IBM, cresceu nos últimos anos e no primeiro semestre de 2020 registrou 1,4 milhão de atendimentos em média ao mês, com média de 8,5 milhões de interações no período.

Também, a mar.ia, que, de acordo com o CSO da Mercafacil, pode ser de grande utilidade para melhorar a gestão dos varejos de recorrência. “Nesse tipo de negócio, a funcionalidade que a I.A tem de prever o futuro se torna ainda mais relevante. Afinal, como o próprio termo sugere, ‘varejo de recorrência’ está relacionado com a repetição. Ou seja, os supermercados são um formato de varejo o qual as pessoas vão com frequência e costumam adquirir repetidamente aqueles produtos que gostam”, explica.

Leal também reforça que, quando o dono do supermercado se dá conta de que os seus clientes repetem os seus hábitos de compra e que, utilizando a inteligência artificial ele pode compreender esses comportamentos e utilizá-los para fazer uma melhor gestão do seu varejo, ele passa a ver a inteligência artificial como sua aliada.

Funcionalidades da I.A para os varejos alimentícios

Sendo os supermercados uma forma de varejo de recorrência, eles apresentam uma alta taxa de entrada e saída de produtos, o que faz com que o estoque e as prateleiras precisem ser repostos constantemente para acompanhar a demanda.

Anna Stephanie, Product Owner na Mercafacil e uma das envolvidas no desenvolvimento da mar.ia, explica que a I.A entra para ajudar a garantir que a loja ofereça os produtos mais desejados pelos clientes. “Ela permite que o varejista veja quais mercadorias vão ter queda nas vendas e organize melhor os itens expostos, uma vez que ele poderá utilizar a estratégia de adiantamento de compra com base nas projeções de vendas oferecidas pela inteligência artificial”.

A product owner também ressalta que a ferramenta também faz com que o supermercado possa criar um relacionamento mais personalizado com os clientes, facilitando o desenvolvimento de campanhas e comunicações estratégicas, segmentadas por preferências e histórico de compras de cada consumidor.

Envolvida no projeto desde o seu início, Stephanie lembra que a mar.ia surgiu após a Mercafacil verificar a necessidade que os seus clientes, majoritariamente os donos de supermercados, tinham de controlar o fluxo de caixa. “Percebemos a dificuldade que eles tinham em fazer esse controle de fluxo e chegamos a conclusão de que uma boa maneira de resolvê-lo seria fazendo o adiantamento de compras. E esse adiantamento de compras pode ser feito de forma mais assertiva quando o supermercadista conhece a frequência de compra de um cliente para um determinado produto”, explica.

Leal ressalta que o impacto do trabalho desenvolvido por inteligências artificiais ainda acaba por refletir no faturamento do varejista. “Isso porque, quando bem aplicadas, as I.As poderão atuar na diminuição de custos para o empreendedor, no aumento do faturamento e, também, na melhora da imagem do varejista, que se destaca dos concorrentes por investir em inovação na sua operação”, conclui o CSO da empresa, que já está com a mar.ia funcionando para toda a sua carteira de mais de 2000 lojas ao redor do país.

Fonte: Amis

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Varejo

Camil revela que o grupo está aberto a mais aquisições, após de fechar 4 compras em 2 meses

De Administrador SH 12 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

A companhia que detém produções de arroz, feijão, açúcar, café e massas, possui em caixa R$ 1 bilhão 

A Camil Alimentos ainda tem grande capacidade financeira para fazer outras aquisições, segundo o diretor-presidente da empresa, Luciano Quartiero. A empresa concluiu o segundo trimestre fiscal deste ano, encerrado em agosto, com caixa de R$ 1,366 bilhão, incluindo aplicações financeiras, e alavancagem (relação entre dívida líquida e Ebitda) de 1,6 vez.

O indicador ainda não inclui a despesa com as compras recentes feitas pela empresa da Dajahu, de arroz do Equador; da Pastifício Santa Amália, de massas; e da marca de café Seleto, da JDE. `Após a conclusão das operações, a companhia deve ficar com alavancagem entre 2,1 vezes e 2,2 vezes. Ainda temos capacidade financeira para fazer outras aquisições`, disse o executivo há pouco, em teleconferência com investidores para apresentação de resultados.

O diretor Financeiro e de Relações com Investidores da empresa, Flávio Vargas, acrescentou que, mesmo após a conclusão das operações, a alavancagem da companhia deve ficar abaixo de um patamar considerado confortável, de 2,5 vezes. `O atual patamar de dívida líquida mostra que temos capacidade grande para financiar outras aquisições alavancando a companhia. Concretizamos uma série de oportunidades e continuamos com muito apetite em olhar outras`, afirmou Vargas. O executivo explicou que a empresa também vem trabalhando para melhorar o perfil de endividamento e alavancagem, refinanciamento empréstimos ou fazendo novos financiamentos para custear as aquisições.

Sobre as novas operações, Quartiero disse que a expectativa é de conclusão da aquisição da mineira Santa Amália este mês. A Camil comprou a empresa por R$ 260 milhões e também assumirá o endividamento da companhia de R$ 150 milhões. A Superintendência Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a transação no fim de setembro. `Tínhamos um desejo antigo de entrar na cadeia de trigo e trata-se de uma empresa que tem liderança no mercado de Minas Gerais. É um ativo que vai ajudar a entender a dinâmica nova de distribuição e de produto novo no portfólio`, comentou Quartiero.

Em relação ao mercado de café, no qual adquiriu a marca Seleto da JDE, Quartiero relevou que a empresa estuda a construção de uma nova planta fabril para a marca. `Temos objetivo de recuperar o espaço que a marca teve no passado. Vamos trabalhar nos próximos meses para entrar neste mercado, revisando toda a plataforma de distribuição. No momento, é uma entrada sutil`, disse. O valor do negócio não foi divulgado pelas companhias. Ele acrescentou que a empresa está `entusiasmada` com a entrada no setor, por ser segmento `extremamente valorizado`. Sobre a Dajahu, de arroz do Equador, o executivo pontuou que a transação de US$ 36,5 milhões reforça a atuação da companhia na América Latina. A Camil assumi a operação em 15 de setembro.

O diretor-presidente afirmou ainda que a empresa estará focada nos próximos dois trimestres na execução das três novas categorias, que tendem a render melhores desempenhos para a empresa nos dois últimos trimestres do ano. `Teremos dois meses de operação no Equador, um mês com Santa Amália e talvez um mês com café. Já expressávamos vontade de entrar na cadeia de massas e café. Entendemos que as duas categorias são sinérgicas às nossas operações. Também expressamos isso quando entramos em açúcar e pescados`, destacou Quartiero.

Açúcar – A queda de 1,7% na quantidade vendida de açúcar pela Camil Alimentos no segundo trimestre fiscal de 2021, encerrado em agosto, em comparação com igual período do ano passado refletiu a menor oferta da commodity no mercado, disse o diretor-presidente da empresa, Luciano Quartiero. `Não há mudança de estratégia da companhia. O menor volume está relacionado à menor oferta da commodity no período`, afirmou o executivo. A produção de açúcar nesta safra no Centro-Sul do Brasil foi menor do que na temporada passada, em virtude de condições climáticas adversas.

Na avaliação de Quartiero, o recuo também refletiu o aumento de preços do produto. `Sentimos que, quando há uma movimentação forte de preços, o mercado leva um tempo para se reestruturar. O açúcar teve um aumento de preços e a companhia repassou esse reajuste`, afirmou o executivo. Para os próximos trimestres, a companhia espera ter melhores volumes de açúcar e melhor rentabilidade na comparação com o primeiro trimestre do ano.

Flávio Vargas avaliou os resultados do segundo trimestre como `bastante sólidos`. A Camil Alimentos obteve lucro líquido de R$ 106,5 milhões no período, queda de 23,2% ante igual período do ano passado, quando a companhia registrou lucro de R$ 138,6 milhões. O lucro por ação também diminuiu 23,2% na comparação anual, para R$ 0,29. A receita líquida aumentou 16%, para R$ 2,22 bilhões. Já Quartiero afirmou que a conjuntura de mercado está mais difícil, com desemprego em alta e economia em retração. `Essa conjuntura faz com que operemos abaixo das margens comuns de rentabilidade`, apontou.

Fonte: por Isadora Duarte, Agência Estado

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Tendências

Ex- CEO da Tesco é contratado para atuar como gestor de crise de setor alimentos no Reino Unido

De Administrador SH 12 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

O executivo Dave Lewis será o novo consultor de Boris Johnson junto à cadeia de suprimentos que antevê seríssimos problemas até o Natal

Boris Johnson contratou o ex-CEO da Tesco, Dave Lewis, como o novo consultor da cadeia de suprimentos do governo para ajudar a gerenciar a ampla interrupção que assola toda a indústria de alimentos no período que antecede o Natal.

Lewis trabalhará com o Cabinet Office para “resolver rapidamente questões agudas de curto prazo”, bem como aconselhar sobre melhorias de longo prazo nas cadeias de suprimentos britânicas.

Isso incluirá a identificação das causas da escassez contínua de mão-de-obra e alimentos, bem como o aconselhamento sobre resoluções “por meio de ação direta do governo ou por meio da indústria com o apoio do governo”.

No início desta semana, Johnson disse aos líderes empresariais que evitar a escassez de alimentos no Natal era sua responsabilidade, alegando que “o governo não pode intervir e consertar cada pedaço da cadeia de abastecimento”.

Lewis também co-presidirá o novo Grupo Consultivo da Cadeia de Suprimentos formado por especialistas da indústria e a nova Força-Tarefa da Indústria, que procurará “garantir que aqueles no local tenham a oportunidade de expressar suas preocupações e aconselhar sobre as resoluções mais eficientes”.

Fazendo o anúncio, o primeiro-ministro disse “atualmente existem problemas de abastecimento global que estamos trabalhando com a indústria para mitigar e Dave traz uma vasta experiência que nos ajudará a continuar a proteger nossos negócios e cadeias de abastecimento”.

Esta não é a primeira incursão de Lewis em Whitehall. Em 2008, foi nomeado presidente da Comissão de Saúde Pública pelo então partido conservador de oposição. O grupo de trabalho publicou uma lista de recomendações sobre questões de saúde pública em relação à dieta, consumo de álcool e atividade física.

O relatório tornou-se um pilar do ‘Acordo de Responsabilidade pela Saúde Pública’ do próximo governo conservador. Lançado em março de 2011, teve como objetivo a parceria entre governo, órgãos de saúde e empresas, com o objetivo de melhorar a saúde da população.

Lewis já assumiu sua nova função na última segunda-feira, permanecendo no cargo até o final do ano.

12 de outubro de 2021 0 Comentários
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Varejo

Grupo Koch se torna a maior rede supermercadista em unidades de Santa Catarina

De Administrador SH 10 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

Inauguração da quadragésima loja eleva a rede a esse patamar  

O grupo Koch, responsável pelas bandeiras SuperKoch, Komprão Koch Atacadista e FarmaKoch, conquista mais uma posição de destaque e, com apenas 27 anos de fundação, passa a ser o grupo supermercadista com mais lojas em Santa Catarina. A loja nº 40, terá a bandeira do Komprão Koch Atacadista e está instalada em uma cidade ainda mais especial: Blumenau. A inauguração oficial será na próxima quinta-feira, 14 de outubro, às 9h. 

Localizada na rua Johann Ohf, no bairro Água Verde, a nova loja chega para fortalecer ainda mais a economia do município, considerado um dos mais prósperos do Estado. “Temos muito orgulho de fazer parte desta comunidade. Blumenau traz em suas características um povo muito trabalhador e dedicado à família. Já fomos muito bem recebidos com a nossa primeira loja e agora temos um momento que fortalecerá ainda mais nossos laços com os moradores da cidade”, pontua José Koch, presidente do grupo Koch. Vale destacar que Blumenau ocupa a lista das 100 maiores economias do Brasil, sendo o 4º maior PIB do Estado e é referência na indústria, especialmente têxtil, no setor tecnológico, de serviços, comércio e turismo.  

É nesta promissora cidade que a quadragésima loja chega oferecendo um mix com mais de 10 mil produtos, com destaque para alimentos transformadores, hortifruti fresquinhos, uma das especialidades da bandeira atacadista do Grupo, e açougue de carnes frescas. “Queremos garantir o consumo a um preço justo e acessível aos nossos clientes, destacando produtos de qualidade e uma loja completa e agradável”, reforça Jeralci Barcellos, gerente de marketing da empresa. Com mais de 10 mil m² de área construída, a nova loja teve um investimento de R$ 24.8 milhões e gerou aproximadamente 180 vagas diretas de trabalho. 

Para marcar ainda mais esta inauguração especial, a rede Koch fará a ação “Cuca do Bem”, com a produção exclusiva de três sabores do bolo tipicamente alemão: uva, banana com chocolate e linguiça Blumenau. A produção será em parceria com a Gula Alimentos e todo o lucro conquistado com a venda, ao longo do mês de outubro, será destinado a uma instituição social do município. 

Um outro ponto que promete agradar os clientes de Blumenau é a possibilidade de pagamento com todos os tipos de cartões, tanto na modalidade crédito como débito, bem como com o próprio cartão de crédito Koch, que pode ser feito na hora. No espaço anexo, os clientes poderão aproveitar lojas complementares, com destaque para as âncoras: FarmaKoch, Cacaushow e Lotérica da Caixa. O Komprão Koch Atacadista funcionará de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h; e domingos, das 8h às 21h. 

10 de outubro de 2021 0 Comentários
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Varejo

Assaí reforça crescimento agressivo em capitais do Nordeste

De Administrador SH 10 de outubro de 2021
Escrito por Administrador SH

A mais recente inauguração custou R$ 57 milhões para o atacarejo de 14 mil m²

Reforçando a sua presença no Estado do Ceará, o Assaí Atacadista acaba de abrir a 5ª unidade da empresa na cidade de Fortaleza e a sua 10ª loja cearense. Batizada de Assaí Tapioqueiras, esta é a 1ª unidade do ano em relação às novas lojas da companhia que estão previstas para Fortaleza ainda em 2021.

Com investimento de R$ 57 milhões e mais de 14 mil m² de área construída, a nova unidade reúne variedade de produtos, preços baixos e diferenciais em serviços em uma loja ampla, climatizada e bem iluminada, e com estacionamento próprio para carros e motos com mais de 410 vagas.

Localizada em uma posição estratégica da cidade, na Avenida Washington Soares, a CE-040, a loja Assaí Tapioqueiras leva este nome por estar posicionada em frente ao Centro das Tapioqueiras de Messejana.

A unidade atende não apenas os clientes e comerciantes de Fortaleza, mas também dos municípios vizinhos, como Aquiraz e Eusébio, que buscam preço baixo e as vantagens da compra de atacarejo. A principal delas é o “preço de atacado”, ou seja, ao adquirir mais de um item do mesmo produto, o cliente ganha desconto (a informação de preço consta na etiqueta de cada item), o que significa excelente economia no final da compra. Outra é o serviço de televendas, ideal para o comerciante que precisa de agilidade e de compra em grande quantidade. Para esse público, a companhia também oferece capacitações para gestão do negócio de forma 100% gratuitas, por meio do Programa Academia Assaí Bons Negócios (mais informações abaixo).

Ainda, a loja dispõe de serviço de açougue, seção que conta com um time de açougueiros(as) preparado para atender o cliente desde o primeiro dia de funcionamento da nova loja, fatiando e moendo as peças de carne seguindo as preferências de cada um e do jeito desejado.

A preocupação com o meio ambiente e os impactos da operação também estão presentes nas lojas do Assaí desde o primeiro dia. Por isso, a construção e a operação da unidade Assaí Tapioqueiras foram projetadas para contar com uma utilização racional de energia elétrica e o melhor aproveitamento da luz natural. Além disso, a nova loja conta com coletores de pilhas e baterias para que os clientes possam depositar esses resíduos e evitar o descarte inapropriado na natureza.

“O Assaí Tapioqueiras é a 5ª unidade para a cidade e oferece o que temos de melhor em formato de loja e em serviços para atender tanto os pequenos comerciantes locais do ramo de alimentação, quanto o consumidor final que busca comprar com mais economia. Queremos que o cliente Assaí tenha uma experiência de compra cada vez melhor conosco, além, é claro, de aproveitar as ofertas praticadas diariamente em nossas lojas”, afirma Denilson Costa, Diretor Regional. “Estamos reforçando a nossa aposta no Ceará e em sua capital Fortaleza, que têm recebido muito bem a nossa proposta de preços baixos somada a uma experiência superior em compra de atacado. Tanto que, no próximo mês, inauguraremos a 6ª loja na cidade, no bairro Presidente Kennedy”, adianta o executivo.

Com a abertura do Assaí Tapioqueiras, o Assaí passa a contar com 192 unidades em todo o país, sendo 10 delas no Ceará, primeiro Estado a receber uma loja da empresa fora de São Paulo. Para formar o novo time, a companhia gerou 298 empregos diretos na região e valorizou a formação de um time diverso e inclusivo, dos quais 80% são fortalezenses.

Com mais de 200 protocolos sanitários implantados para proteger funcionários e clientes da Covid-19, a nova unidade faz parte da geração mais moderna de lojas da companhia, que evoluiu para proporcionar uma experiência de compra superior ao consumidor. Este novo modelo se caracteriza por corredores amplos, pé direito alto e câmaras frigoríficas grandes, que facilitam o descarregamento do produto e aumentam a capacidade de armazenamento das mercadorias na própria loja.

Outro destaque é a quantidade superior de caixas de pagamento, que serão 30. A loja conta com mais de 8 mil produtos, entre alimentos, bebidas, itens de higiene pessoal e limpeza, produtos de bazar, linha automotiva, linha pet e eletroportáteis, além de embalagens e descartáveis.

Lojas Assaí no Ceará

Em Fortaleza: Bezerra de Menezes (Av. Bezerra de Menezes, 571), Washington Soares (Av. Washington Soares, 5657), Parangaba (Rua Godofredo Maciel, 86), Cidade dos Funcionários (Rodovia BR-116, km 4) e Tapioqueiras (Rua Miguel Gurgel, 1900). As demais lojas estão localizadas em Caucaia (Rodovia BR 222, nº 6970 – Tabapuá), Juazeiro do Norte (Avenida Padre Cícero, 4.400), Sobral (Rodovia BR 222, 3638 – Cidade Gerardo Cristino de Menezes), Maracanaú (Av. Dr. Mendel Steinbruch, 9252 – Pajuçara) e Iguatu (Av. Carlos Roberto Costa, s/nº).

10 de outubro de 2021 0 Comentários
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Publicação oficial da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)

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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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