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domingo, setembro 27, 2026
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Política

BMS realiza nesta quinta-feira webinar sobre Análise e Contestação Administrativa do FAP

De Administrador SH 29 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Este índice pode ser contestado, o que demanda uma análise minuciosa dos parâmetros de cálculo, em um prazo bastante curto

Nesta quinta-feira, dia 30 de setembro, a Previdência Social divulgará o índice FAP (Fator Acidentário de Prevenção) a ser aplicado no ano de 2022. E para tratar sobre essa pauta, a BMS, empresa especializada na recuperação de créditos previdenciários, realizará um webinar sobre a Análise e Contestação Administrativa do FAP. Participarão o Dr. Salmen Ghazale, advogado e presidente da ABRADEM (Associação Brasileira de Incentivo e Defesa da Livre Iniciativa), e o Dr. Alfredo Rodriguez, sócio e diretor-técnico da BMS.

Este índice pode ser contestado, o que demanda uma análise minuciosa dos parâmetros de cálculo, em um prazo bastante curto. O trabalho da BMS tem como modelo a remuneração vinculada exclusivamente ao êxito – SUCCESS FEE.

A inconformidade de qualquer elemento utilizado, extraído do banco de dados da Previdência Social para os anos de 2019 e 2020, pode impactar substancialmente o custo da folha de pagamentos, na medida em que o FAP pode elevar até o dobro as contribuições destinadas ao custeio dos benefícios decorrentes dos riscos ambientais do trabalho (RAT).

O ano de 2020 foi atípico, em função da covid-19, e isto aumenta a necessidade de analisar o índice do FAP de 2022. Houve diminuição substancial nos atendimentos presenciais junto ao INSS, e uma diminuição expressiva dos acidentes do trabalho, segundo o observatório de SST do Ministério do Trabalho e da Subsecretaria de Inspeção do Trabalho.

Outra mudança importante foi a possibilidade de suspender os contratos de trabalho, o que ocasionou a diminuição da massa salarial afetando o índice de custos das empresas, já que a massa salarial é o denominador do cálculo do índice FAP.

Não está claro se, dentro de um mesmo segmento econômico, todas as empresas terão uma carga de incapacidade homogeneamente, aleatoriamente distribuído e como o cálculo é relativo, mantém proporcionalmente o índice final de frequência.

A covid-19 é uma doença pandêmica e atinge a todos aleatoriamente. Se, por exemplo, apenas uma empresa de um segmento específico tiver uma explosão, o FAP dessa empresa ficará muito alto.

Há um vazio legislativo sobre consequência, a análise de eventual contaminação de empregados pelo coronavírus ser considerada como doença ocupacional.

A doença ocupacional é um gênero do qual são espécies a doença profissional ou do trabalho, previstas na legislação previdenciária, cujo enquadramento decorre da existência de nexo causal com o trabalho, presumido ou não.

Neste cenário, quando se trata de empregados que estão atuando nas empresas, tem-se que o nexo causal com o trabalho é presumido, ao contrário de um profissional de contabilidade que está atuando em home office, por exemplo.

Em função disso, parece que haverá mais estabelecimentos com índice do FAP “0,5” porque muitas empresas não terão nem CAT e nem benefícios, mas quem tiver tido acidentalidade será empurrado na régua do FAP e terá sua alíquota majorada.

A BMS tem grande tradição nesse assunto. Com isto, tem obtido resultados significativos para as empresas que não apenas contestam o FAP, como também cuidam do autoenquadramento previdenciário (RAT em bases mensais) ou mesmo da caracterização dos nexos (como o Epidemiológico ou mesmo a COVID-19).

De fato, a prática de Previdência Social da BMS Projetos está à disposição, por meio de seu sócio Rubens Tavares (rubenstavares@bmsprojetos.com.br), para a avaliação de conformidade dos coeficientes e apresentação de eventuais contestações.

Para se inscrever no webinar, acesse o link:

https://us02web.zoom.us/webinar/register/WN_s5mvUEk2QbK05OfUrP0e5A

ID: 853 5067 3573

29 de setembro de 2021 0 Comentários
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Varejo

M. Dias Branco adquire dona da Fit Food e investe em snacks saudáveis

De Administrador SH 29 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Companhia paranaense também detém as marcas Frontera e a linha de temperos Smart

A dona dos biscoitos Piraquê e das massas Adria vai diversificar o cardápio com snacks saudáveis, molhos e petiscos mexicanos. A M. Dias Branco acaba de anunciar a aquisição da Latinex por R$ 180 milhões, um montante que pode chegar a R$ 272 milhões com earnout, marcando sua entrada num categoria de margens mais altas que a média da indústria.

A Latinex é dona das marcas Fit Food, que abrange desde biscoitos de arroz e chips veganos até chocolate com colágeno e amêndoas com vitaminas. Também detém a marca Frontera, que produz as famosas tortilhas, massas para tacos e molhos mexicanos, e a marca de chips Tyrrells. O negócio ainda marca a entrada da M. Dias Branco em molhos e condimentos, já que a Latinex é dona da Smart e Taste&Co.

“É nossa primeira aquisição em healthy foods, uma categoria que já vínhamos falando com o mercado que queremos entrar com força e está dado o primeiro passo”, disse Gustavo Theodozio, vice-presidente de investimento da M.Dias Branco, ao Pipeline. A margem bruta dos produtos da companhia é, em média, 10% acima do portfólio da M.Dias — ou seja, pra lá de 40%.

Criada na paranaense São José dos Pinhais, a Latinex foi fundada por Eduardo Moraes, um empreendedor com histórico em construção de marcas que tornou a empresa conhecida em São Paulo e tem apenas seis anos de atuação. A M. Dias, que vem fazendo esforços de inovação no portfólio, quer aproveitar esse conhecimento. No acordo firmado, Moraes vai ficar na companhia até 2023, pelo menos.

“Queremos dar escala para as marcas, com nossa capacidade de distribuição do sul ao norte do país, com 15 fábricas e 30 CDs, mas sem perder a essência de companhia inovadora e do marketing arrojado. Vamos manter como unidade de negócio de saudabilidade”, conta Theodozio.

O executivo destaca que essa estratégia de inovação e marketing nas linhas de maior valor agregado ajudam a rejuvenescer também a marca da própria M. Dias Branco. A negociação, que tinha sido iniciada em 2019 e foi suspensa com a pandemia, foi retomada em janeiro. A Latinex já vinha sendo assediada por fundos de private equity e a M. Dias aumentou a pressão para fechar negócio ainda este ano, com a aprovação regulatória até o fim de 2021.

Num plano de ação já anunciado pela M.Dias Branco para retomar o crescimento com lucratividade, a companhia já tinha anunciado algumas inovações na Piraquê — o negócio de biscoitos responde por 50% das vendas. A estratégia da M.Dias Branco também passa por parcerias — a companhia entrou na Bees, plataforma da Ambev para que bares e restaurantes comprem além da cerveja, no Zé Delivery — e vem desbravando o mercado externo.

O grupo também mexeu no portfólio, unificando marcas e retirando mais de 70 SKU de circulação para se concentrar em produtos de maior rentabilidade. Na gestão do footprint, a M. Dias Branco fechou dois centros de distribuição e engatou negociações com operadores logísticos pare rever os contratos.

A aquisição mal adiciona dívida, uma vez que a Latinex tem cerca de R$ 21 milhões de dívida líquida e a alavancagem da compradora é quase zero. A M. Dias Branco vale R$ 10,8 bilhões em bolsa e já tem outras aquisições na mesma linha no radar.

Fonte: por Luiz Henrique Mendes e Maria Luíza Filgueiras, Valor

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Varejo

Tecnologia da Frutas Fava conquista o Brasil e o mundo

De Administrador SH 29 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Inovação exclusiva implementada pela propriedade proporciona um melhor nível de maturação das bananas produzidas, tornando-se referência para diversos países

Presente em mais de 96 redes varejistas, a Frutas Fava, reconhecida como um dos maiores produtores e distribuidores de banana do Estado de São Paulo, é uma empresa que atua da fazenda ao ponto de venda, com uma tecnologia inovadora e exclusiva de climatização, controle dos gases e da atmosfera para uma melhor maturação da banana, garantindo qualidade superior para que ela chegue com o máximo de durabilidade aos mercados e ao consumidor final.

A empresa iniciou suas atividades em 1970 pelas mãos hábeis de Carlos Fava, que vendia suas bananas de bicicleta na cidade de Jundiaí, interior de São Paulo. Hoje, aquele pequeno comerciante cresceu e distribui bananas e outras frutas selecionadas e certificadas para as grandes redes varejistas. Pioneira no sistema de rastreabilidade, a empresa conta, também, com um moderno sistema de displays patenteados, enaltecendo a beleza da fruta e contribuindo para a segurança do consumidor final.

Já a tecnologia utilizada na Fava foi desenvolvida em conjunto por Carlos Fava e um engenheiro de refrigeração, especialista em gases de frutas. Essa junção trouxe para a Frutas Fava uma premiação de Inovação e Tecnologia na Fruit Logistica — a maior feira de Frutas do Mundo, realizada em Berlim, na Alemanha, na edição de 2019, sendo a única empresa brasileira a conquistar este importante título.

Carlos Fava, em premiação recebida em 2019, na Fruit Logistica, Alemanha

A tecnologia desenvolvida pela Fava tem sido utilizada por alguns países da Europa, como Alemanha, Inglaterra, Suíça, Bélgica e Holanda. Com toda essa expertise, chegou a hora da Frutas Fava se posicionar melhor no mercado brasileiro e o primeiro passo foi ter um olhar mais atencioso às ações de comunicação.  Para isso, a Fava contratou a Flush Comunicação, que vai atuar com foco nas ações digitais buscando maior engajamento, com uma visão mais estratégica e criativa de performance, tanto para o B2B quanto para o B2C.

“Nós sempre fizemos tudo de um jeito diferente, bem particular, para não sermos apenas mais uma empresa no mercado”, lembra Carlos Fava. “Diferenciamos no cuidado especial com o produto e, agora, vamos nos diferenciar, também, nas ações de marketing e comunicação da empresa para que todo mundo saiba que sim, é possível comprar bananas pelo nome: Frutas Fava”.

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Varejo

Gestão colaborativa avança no varejo

De Administrador SH 29 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Nova pesquisa da Advantage Group revela que os supermercados estão avançando na agenda da colaboração com seus fornecedores. Entre as empresas mais bem avaliadas, a rede paulista Savegnago manteve a primeira colocação. Do lado da indústria, a Colgate-Palmolive retomou a ponta

A cooperação mútua entre varejo e indústria, tema tão fortemente discutido há muitos anos, ganhou contornos ainda mais relevantes com a chegada da pandemia da covid-19, que resultou em importantes mudanças no mercado de consumo e, consequentemente, na dinâmica do autosserviço. Após o choque inicial gerado por este imprevisível e histórico desafio, ambas as partes buscaram manter e, em muitos casos, fortalecer a sinergia, conforme ilustra a mais recente pesquisa da Advantage Group, consultoria que é referência no mapeamento do nível de colaboração entre os supermercados e seus fornecedores.

De acordo com o levantamento que acaba de sair, a importância da gestão colaborativa entre varejo e indústria, com vistas a gerar mais eficiência e rentabilidade para ambos os lados, segue avançando. Para se ter uma ideia, em 2012, a colaboração ocupava o 14º lugar em importância para as empresas. Já na pesquisa deste ano, focado no cenário de 2021, este tema ocupa a 5ª posição em termos de relevância para as empresas participantes da pesquisa.

“Num primeiro momento, a chegada da pandemia criou perplexidade e os consumidores foram às compras ´de sobrevivência´, estocando em suas casas os maiores volumes possíveis de itens não perecíveis com o receio que viessem a faltar. Com isso, houve forte impacto nos planos de produção e distribuição dos fabricantes e na rotina do varejo”, analisa a managing diretor da Advantage para o Brasil, Ana Fioratti. “Do lado das empresas, assistimos a uma volta ao foco para dentro, cada qual buscando seus próprios planos de contingência e times de gestão de crises, que poucos meses depois o estudo Advantage 2020 comprovou ter sido um erro, concluindo que teriam sido muito mais eficientes se, nesta ocasião, times mais alinhados e integrados estivem trabalhando juntos para administrar, conjuntamente, os problemas.”

No entanto, com a progressão da vacinação e a gradual reabertura de alguns setores, veio a maior necessidade de estruturar os negócios em um ambiente de varejo multicanal que se tornou ainda mais complexo. “Neste momento, varejo e indústria fortaleceram o foco estratégico de mais longo prazo, estruturando políticas e processos omnichannel, explorando o CRM e novas formas de apresentar e vender produtos, além de buscar vencer os desafios de propostas de valor ou processos de decisão do shopper em cada missão de compra e canal”, analisa a executiva. “Claramente, quem tentar administrar este cenário complexo em modo solo, sem estar integrado a todos seus parceiros de negócios, terá enormes dificuldades em ter sucesso, ou mesmo sobreviver”, alerta.

O que a Advantage constatou nos mercados em que a pandemia e a vacinação começaram mais cedo, é que a colaboração passou a ser vista como um dos mais importantes ativos estratégicos das empresas, sejam comerciais, industriais ou de serviços, e que o diferencial que se configura como fator crítico ao sucesso se apoia em cinco pilares: alinhamento estratégico entre as empresas, times integrados, desenvolvimento conjunto dos negócios, políticas e processos omnichannel claramente definidos e abastecimento eficiente.

“A pandemia acelerou ainda mais a importância da gestão colaborativa para o sucesso dos negócios, enfatizando a necessidade da agilidade e flexibilidade para acompanhar as constantes mudanças de cestas de compras e prioridades no processo decisório do shopper, especialmente da crescente parcela da população cuja renda encolheu frente a uma acelerada inflação de preços”, explica Ana Fioratti. “No Brasil, evoluímos bastante, mas as oportunidades são expressivas, particularmente diante do cenário cada vez mais claro de aumento exponencial de custos, perda de renda de parcela expressiva da população, instabilidade política e questões cambiais.”

Percepção de cada lado

A pesquisa da Advantage Group tem por princípio apurar a avaliação da indústria referente ao varejo e vice-versa. Com base no levantamento que acaba de ser finalizado, é possível visualizar que o exercício da cooperação mútua está avançando no varejo supermercadista brasileiro. Com base em uma escala de 0 a 100, a indústria atribuiu uma nota média de 59 pontos ao autosserviço. Nos dois anos anteriores, essa média estava em 54. Já a nota do varejo atribuída à indústria ficou em 62, a mesma média computada na pesquisa anterior. 

“Interessante observar que, por mercado, a indústrias de higiene, limpeza e bebidas são as mais bem avaliadas pelo varejo. Trata-se de segmentos que possuem muitas empresas multinacionais, com alto nível de governança e referências trazidas de outras países”, analisa Ana Fioratti. 

Sob a ótica da indústria, 42% avaliam positivamente a postura de colaboração do varejo, ou seja, são defensoras. Já a metade dos entrevistados são classificados como neutros e apenas 8% manifestaram descontentamento com a postura dos supermercados, pertencendo ao time dos detratores.

Do outro lado do balcão, o varejo se demonstrou menos satisfeito com a performance da indústria nesta agenda. O grupo dos satisfeitos somam 28%, enquanto os neutros representam 60% dos entrevistados. Já os insatisfeitos, representam 12% dos entrevistados.

O estudo da Advantage sobre colaboração também traz a avaliação mútua com base no nível de maturidade em relação à gestão colaborativa exercida por cada parte. Naturalmente, as mais avançadas nesta pauta são mais bem avaliadas, por terem práticas de colaboração mais consolidadas, melhores resultados em logística, melhores processos e implementação de Joint Business Plan (planos de negócios), troca de informações e entendimento das necessidades e limitações dos parceiros, e trabalham em conjunto as prioridades do shopper. “Além disso, são empresas que fazem reuniões contínuas com a participação de todos os times e que obtém maior nível de cumprimento das metas traçadas”, complementa a diretora da Advantage.

Neste cenário, enquanto as empresas supermercadistas maduras possuem 52% de avaliação positiva por parte das indústrias, as redes que estão no meio do caminho obtiveram 42% aprovação. Já as empresas que estão no início da jornada, possuem 33% de defensores (veja quadro completo).

Já sob a ótica do varejo, as indústrias mais adiantadas no processo colaborativo contaram com 41% de satisfação. Quem está no processo, tem 28% de defensores e, por fim, fornecedores que ainda se encontram em um estágio básico possuem somente 14% de avaliação positiva.  

As empresas campeãs

A empresa supermercadista mais bem avaliada pelas indústrias de bens de consumo foi, novamente o Savegnago, companhia fundada há 45 anos e que opera 50 lojas em 17 cidades do interior do Estado de São Paulo. Atualmente, a rede está posicionada na 13ª posição do Ranking ABRAS e lidera a pesquisa da Advantage pelo segundo ano consecutivo. Vale destacar que, em 2012, a companhia foi listada na 12ª colocação deste estudo, o que transmite o consistente trabalho que foi realizado junto com a indústria para se chegar e se manter no topo desta análise em menos de dez anos.

Já do lado da indústria, a grande campeã, na média geral, foi a Colgate-Palmolive, que sempre figura entre as empresas mais bem avaliadas pelo varejo e que já havia ocupado o topo deste ranking em 2018.  Segundo Ana Fioratti, a colaboração está no DNA da empresa. “Eles estão estruturados e focados para atender o cliente, têm muitos indicadores de performance, há processos bem definidos e equipes comprometidas e alinhadas”, afirma a diretora da Advantage. “No retrospecto do estudo, a companhia sempre esteve na liderança ou perto dela.”

Por segmento de atuação, as primeiras colocadas são a PepsiCo (alimentos), Colgate-Palmolive (higiene e também limpeza), Coca-Cola (bebidas) e Danone (refrigerados). Para se chegar a esse resultado relacionado ao varejo supermercadista, a Advantage consultou 220 empresas, entre varejo e indústrias.

As 5 maiores prioridades em gestão colaborativa

1 – Confiança

2 – Práticas de supply / Nível de Ruptura

3 – Joint Business Plan

4 – Entender a estratégia e necessidades do parceiro

5 – Implementação dos planos de negócios

Os temas mais mencionados durante a pesquisa

– Transformação digital

– Custos e margens

– Consumo em mudança / share of pocket

– Mudanças no trabalho

– Sortimento

– Reinvenção da loja

– B2C

– Limites mais tênues entre canais e concorrência acirrada

Com a palavra, o varejo

Em contato com centenas de empresas para realizar essa pesquisa e, assim, prover este estudo com a profundidade e acuracidade que ele necessita, a Advantage obteve valiosos depoimentos de gestores do varejo a respeito do processo de colaboração com a indústria. As opiniões da maioria das empresas de diferentes formatos e canais participantes do da pesquisa são unânimes em dois temas: a necessidade do básico bem-feito para assegurar a disponibilidade do mix de cada PDV, seja on ou off-line, e a sintonia fina da colaboração entre todas as áreas. SuperHiper teve acesso a alguns destes relatos e os reproduz a seguir, com o objetivo de compartilhar as visões e, até mesmo, sentimentos que habitam os supermercadistas. A identidades deles está omitida em respeito à privacidade de cada um. 

“As mudanças na cesta de compras têm sido muito rápidas. Não dá mais para fazer aquele planejamento anual e execução gradual. É tudo muito intenso, informações em tempo real, mudanças imediatas, muita agilidade de todos passam a ser essenciais, não mais para o sucesso, mas para a sobrevivência.”

“Nós trabalhamos inteiramente focados no shopper. Em 2020, revimos os planos de expansão, uma vez que nosso público é da classe B/C, cujo poder aquisitivo foi fortemente impactado pela pandemia e, consequentemente, passou a ter o preço dos produtos como critério essencial de compra. Frente a isso, resolvemos ingressar no cash, oferecendo um mix voltado às necessidades básicas com itens de menor preço, enquanto no formato super procuramos manter uma oferta mais diversificada, mas também buscando a economia, abrindo espaço para a segunda ou terceira marca dos fabricantes internacionais e introduzindo fornecedores regionais competitivos. Complementamos nossos esforços ampliando o JBP, tanto com os grandes como com os menores, com reuniões mais frequentes.”

“O consumidor virou multicanal, o que traz desafios enormes para a estratégia e para as operações, pois em cada missão de compra e canal ele compra o mesmo produto ou categoria de modo diferente. Como podemos manter o mesmo preço em uma loja premium, em um cash, no nosso site e num marketplace, onde muitos vendedores oferecem o mesmo produto? E como fica nossa imagem, a percepção da nossa proposta de valor?”

“A transformação digital trouxe um desafio adicional para as empresas: a ampliação dos limites da concorrência e o empoderamento do consumidor a partir da pesquisa de preços e de opções de compra em seu celular. O que estava difícil antes, fica pior agora.”

“Desde que introduzimos uma ferramenta que faz sugestões de compras baseadas em algoritmos, conseguimos reduzir expressivamente nossas rupturas e também os níveis de estoque, assegurando que as lojas mantivessem o abastecimento do mix completo em níveis que jamais tínhamos antes. Isso nos traz um expressivo diferencial, tanto na oferta de produtos a nossos clientes, como também de custos menores.”

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Varejo

Assaí avança com seu plano de expansão no Nordeste

De Administrador SH 28 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Rede investiu R$ 60 milhões em unidade de 15 mil m² que tem mais caixas e edificações sustentáveis

Ampliando os investimentos no Piauí, o Assaí Atacadista acaba de inaugurar sua quarta loja no Estado. Localizada em uma posição estratégica da capital Teresina, na Avenida Raul Lopes, nº 2.757, Ininga, com um investimento de R$ 60 milhões e mais de 15 mil m² de área construída, a nova loja reúne variedade de produtos, preços competitivos e diferenciais em serviços (como cafeteria e açougue) em uma unidade ampla, climatizada e bem iluminada, e com estacionamento próprio para carros e motos com mais de 380 vagas. 

O Assaí Raul Lopes será a primeiro do Estado a ser inaugurado já com um serviço de açougue. A seção contará com um time de açougueiros preparado para atender o cliente da nova loja, fatiando e moendo as peças de carne seguindo as preferências de cada um e do jeito desejado.

A loja vai atender não apenas os clientes e comerciantes da cidade, mas também dos municípios vizinhos, que buscam preço baixo e as vantagens da compra no Assaí.

A principal delas é o “preço de atacado”, ou seja, ao adquirir mais de um item de um determinado produto, o cliente ganha desconto (a informação de preço consta na etiqueta de cada item), o que significa excelente economia no final da compra. Outra vantagem é o serviço de televendas, ideal para o comerciante que precisa de agilidade e de compra em grande quantidade (mais informações abaixo). 

Com a inauguração, o Assaí passa a contar com 190 lojas em todo o país, sendo quatro no Estado. Para formar a nova unidade, a companhia contratou mais de 290 profissionais, todos moradores da cidade, e valorizou a formação de um time diverso e inclusivo para retratar ao máximo a sociedade.

“A cidade de Teresina é uma importante capital no Nordeste e tem como seu maior potencial econômico a localização geográfica, que propicia o escoamento da produção e o abastecimento de outras cidades, tornando-se um ponto estratégico de comércio e serviços. A inauguração de mais uma loja reforça a importância do Piauí para a nossa companhia e, com ela, ampliamos ainda mais o acesso da população ao nosso modelo de negócio, que prioriza o preço baixo, atendimento de qualidade e uma variedade de produtos que atende não apenas os microempreendedores, mas também o consumidor final”, afirma Denilson Costa, Diretor Regional do Assaí.   

A unidade conta ainda com mais de 7 mil produtos, entre alimentos, bebidas, itens de higiene pessoal e limpeza, produtos de bazar, linha automotiva, linha pet e eletroportáteis, além de embalagens e descartáveis. Outro destaque é a quantidade superior de caixas de pagamento (a unidade terá 30).    

Diferenciais para clientes e comerciantes      

Preço competitivo – a companhia adota uma política de preços mais competitivos na comparação com o varejo tradicional e os produtos saem mais baratos quando comprados em determinado volume (dois ou mais iguais, dependendo do item). Além disso, até o dia 31 de outubro, a companhia celebra os seus 47 anos com a campanha “Acreditando Juntos”, a maior da história e que sorteará mais de R$ 7 milhões em prêmios.  Na grande premiação final, um cliente poderá se tornar milionário com o valor de R$ 1 milhão livre de impostos. A campanha de aniversário traz também o sorteio de R$ 47 mil por dia, durante os 61 dias da campanha, e mais de 35 mil vales-compra instantâneos no valor R$ 100 na hora, direto no caixa. Saiba mais em: https://www.aniversarioassai.com.br/     

Pagamento – serão aceitos cartões de crédito e débito das principais bandeiras, dinheiro, vale-alimentação e QR Code pelo app do PicPay. A empresa também conta com o cartão próprio Passaí. Dentre as vantagens e os benefícios exclusivos, o principal deles é que o cliente paga o preço de atacado a partir de uma unidade.     

Televendas – com foco no pequeno e no médio empresário, como donos de restaurantes, o Assaí oferece um serviço por telefone, no qual esse cliente pode solicitar produtos, verificar os preços, formalizar o pedido e apenas passar na loja para buscar a compra.      

Novo modelo de lojas – a nova unidade faz parte da geração mais moderna de lojas da companhia, que evoluiu para proporcionar uma experiência de compra superior ao consumidor. Este novo modelo se caracteriza por corredores amplos, pé direito alto e câmaras frigoríficas grandes, que facilitam o descarregamento do produto e aumentam a capacidade de armazenamento das mercadorias na própria loja. 

Sustentabilidade – a construção e a operação da loja foram pensadas para causar o menor impacto possível ao meio ambiente, começando pelo uso racional de energia elétrica e o aproveitamento da luz natural. A nova loja também contará com coletores de pilhas e baterias para que os clientes possam depositar esses resíduos. Após recolhidos, esses itens serão encaminhados para empresas especializadas, que garantem a destinação adequada do material.  

O Assaí também apoia pessoas em situação de vulnerabilidade social e, apenas neste ano, já beneficiou mais de 1.000 famílias no Piauí com a doação de alimentos e itens de higiene. E para auxiliar os microempreendedores, a empresa conta ainda com a Academia Assaí Bons Negócios, plataforma que oferece capacitações 100% gratuitas. Para saber mais acesse: https://www.academiaassai.com.br/ 

Parque da Criança  

E para marcar esse novo momento do Assaí Atacadista no Piauí, em parceria com a Prefeitura de Teresina, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semam), a companhia vai apoiar a inauguração de um novo parque ambiental completamente acessível a todos e todas. Chamado de Parque da Criança, o local está sendo construído ao lado da Ponte da Primavera, já em ritmo acelerado de conclusão.  

O espaço contará com mais de 13 mil m² de área e será mais uma alternativa de lazer e contato direto com a natureza em um ambiente confortável e seguro. O Parque da Criança vai contar com pista de caminhada, corrida e ciclismo para prática de exercícios, trilha ecológica com acesso ao rio Poti, quiosques para alimentação e hidratação, além de um playground sustentável para a criançada se divertir.     

28 de setembro de 2021 0 Comentários
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Tendências

Britânica Asda abre supermercado focado em produtos a granel

De Administrador SH 28 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Loja da rede em Glasgow, na Escócia, aposta em pegada sustentável para reduzir uso de embalagens

 A rede britânica de supermercados Asda tem uma meta ambiciosa: remover 3 bilhões de unidades de plástico de uso único de sua cadeia de distribuição até 2025. Um passo importante nessa iniciativa é a abertura de uma loja com um conceito simples de explicar, mas difícil de executar: vender apenas produtos a granel.

O ponto de venda em Glasgow, na Escócia, conta com itens de marca própria e de marcas da indústria, como Kellogg’s, Napolina, Yorkshire Tea e Unilever. Cerca de 60 produtos de marcas líderes são apresentados fora das embalagens, em prateleiras desenvolvidas especificamente para essa finalidade.

Os clientes que visitam a loja podem utilizar seus próprios potes e embalagens para comprar itens a granel, como macarrão, arroz, chá, café e cereais, ou adquirir um recipiente reutilizável no local. Todos os produtos vendidos dessa forma são mais baratos que seus equivalentes convencionais.

Essa é a segunda unidade da Asda nesse formato, depois de um PDV na cidade de Leeds, inaugurado no ano passado. A escolha de Glasgow para a nova loja tem um bom motivo: é lá que acontecerá, de 31 de outubro a 12 de novembro, a Conferência de Mudanças Climáticas da ONU – COP26. “O evento certamente vai colocar as questões ambientais sob os holofotes, então será muito importante mostrar que é possível desenvolver alternativas que sejam mais sustentáveis”, comenta Susan Thomas, diretora de sustentabilidade comercial da varejista.

Além dessa loja e da de Leeds, até o fim do ano a Asda contará com outras duas unidades nesse modelo, em Milton Keynes e York. A rede conta com 631 pontos de venda no Reino Unido.

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ESG

JBS vai investir U$ 1 bi em sustentabilidade

De Administrador SH 28 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

CEO da companhia afirma que é possível produzir mais e reduzir o impacto ambiental ao mesmo tempo

O presidente global da JBS, Gilberto Tomazoni, saiu em defesa de uma proatividade do setor agropecuário do país na direção de uma produção de alimentos mais eficiente e, ao mesmo tempo, menos prejudicial ao meio ambiente.

“É possível produzir mais e ao mesmo tempo reduzir impacto ambiental. Agricultura é parte central da solução. Temos de promover uma transformação no setor agropecuário no uso da terra”, disse o executivo, durante abertura do 10º Congresso Sustentável de 2021 – Brasil 2050: negócios regenerativos, inclusivos e resilientes.

Segundo o executivo, o mundo está enfrentando dois desafios que acabam conversando entre si: a necessidade de trazer segurança alimentar ao mundo, cuja população está em crescimento, e de caminhar para uma economia de baixa emissão de carbono.

“Teremos 10 bilhões de pessoas no mundo em 2050. Será necessário 60% mais produção de proteína para alimentar essa população. E também temos o aquecimento global. Precisamos caminhar para uma economia de baixo carbono”, ponderou o executivo, defendendo que este debate não seria uma questão do futuro, mas do presente.

Uma das soluções apresentadas pelo executivo para o tema é a integração entre lavoura, pecuária e floresta que é praticada hoje em algumas propriedades. “Eles conseguem produzir 40% mais alimento”, disse. Tomazoni ponderou que essa solução precisa ganhar escala, sobretudo entre os pequenos produtores.

Do ponto de vista da JBS, o grupo tem aportado recursos para incentivar uma produção mais sustentável de alimentos. “A nossa escala nos leva a responsabilidade de induzir o setor com nossa cadeia de valor. Por isso nós fizemos compromisso em ser net zero (de emissão de carbono) em 2040”.

O grupo ainda vai investir US$ 1 bilhão na próxima década para aumentar a sustentabilidade das suas operações, assim como US$ 100 milhões em pesquisa e desenvolvimento para ajudar agricultores ao redor do mundo.

Fonte: Por Cristian Favaro, Valor

28 de setembro de 2021 0 Comentários
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Varejo

Mondelēz Brasil usa Twitter para se conectar às pessoas

De Administrador SH 28 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Empresa inova ao criar conexões reais com os clientes, de forma mais empática e humanizada

A partir deste mês, Twitter e Mondelēz Brasil lançam uma solução inédita no país para entregar experiências personalizadas entre a marca e consumidores na plataforma. A ferramenta foi desenvolvida pelas empresas em parceria global para entender as características que tornam o uso do Twitter único para cada pessoa e personalizar o conteúdo da marca de forma automatizada, trazendo uma interação mais empática, humanizada e contextualizada com o momento.

A ação que utiliza a tecnologia é realizada na conta da marca Bis na plataforma. A solução, idealizada pelo time global de Twitter Next em conjunto com a agência DAVID São Paulo no Brasil, inicia uma análise automatizada das informações públicas do perfil de quem curtir ou reagir ao Tweet da campanha para identificar os interesses e comportamento daquela pessoa. A tecnologia é programada para encontrar e classificar as informações em temas específicos e, então, enviar um Tweet personalizado de acordo com o que foi detectado. A criação dos conteúdos foi realizada pela equipe de Snack Talk, hub próprio da Mondelēz Brasil, que identifica as principais tendências das redes sociais.

“Acreditamos muito na importância das nossas marcas entenderem e se posicionarem no mundo como ele é atualmente – evoluindo do modelo clássico de campanhas publicitárias para a criação de diálogos e conexões reais com as pessoas. Com esse projeto, unimos tecnologia e contexto, utilizando o melhor da automação com a linguagem do Twitter, trazendo a marca ainda mais para perto de seus consumidores e fãs de uma forma inesperada, divertida e nada intrusiva. Estamos muito orgulhosos de toda a parceria com os times Twitter e David e ansiosos para escalar para ainda mais marcas”, comenta Pedro Studart, gerente de mídia da Mondelēz Brasil.

A natureza pública do Twitter, onde as pessoas conversam sobre assuntos de interesse além de seus círculos sociais e buscam informações sobre o que está acontecendo no momento, favorece esse tipo de análise e personalização. Isso porque as curtidas, compartilhamentos e comentários das contas abertas ficam disponíveis e são visualizados publicamente na plataforma, viabilizando a identificação de interesses e preferências de maneira transparente. Além disso, o comportamento das pessoas no Twitter e o que elas procuram na plataforma fazem com que elas sejam mais abertas e receptivas a interagir com conteúdos de marcas.

“Mais do que consumidores, as marcas estão falando com pessoas e, por isso, é importante ter empatia e contexto ao se comunicar com elas. Com a tecnologia, é possível utilizar um conteúdo dinâmico e humanizado de forma escalável, e aprofundar essa conexão entre marca e consumidor”, afirma Thalita Duarte, estrategista de marca do Twitter Next no Brasil. A área é responsável por atuar em parceria com marcas e agências para desenvolver estratégias e experiências com foco nas pessoas, gerando conversas positivas.

A solução foi lançada no Twitter nos EUA em maio deste ano em campanha com o perfil de @Oreo e é utilizada pela primeira vez na plataforma no país pela Mondelēz Brasil. “Estamos em busca de um relacionamento cada vez mais próximo com o nosso público. Já atuamos nas redes sociais como se BIS fosse um amigo próximo dos consumidores, por isso escolhemos essa marca para iniciar esse projeto, que vai nos aproximar e nos dar mais intimidade na conexão com nossos consumidores. Estamos ansiosos pelos resultados e para ampliarmos a iniciativa para as demais marcas da companhia”, comenta Álvaro Garcia – CMO da Mondelez.

28 de setembro de 2021 0 Comentários
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Varejo

Grupo Coutinho, dono do Extrabom, compra lojas do Oba Superatacado

De Administrador SH 28 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Localizadas às margens de importantes rodovias, as novas unidades se somam ao plano de expansão da rede no Espírito Santo

O grupo Coutinho, proprietário das redes Extrabom, Atacado Vem e Extraplus comprou as 3 unidades do Oba Superatacado na Serra. Dessa forma, a partir do dia primeiro de novembro, a empresa passa a atuar com a bandeira Atacado Vem nas unidades que pertenciam à rede Oba.

De acordo com o controlador do Extrabom, as novas incorporações do grupo Coutinho na Serra têm como endereço os bairros Jardim Limoeiro, sendo uma situada na BR-101 Norte e a segunda às margens da Rodovia ES-10, em frente ao cerimonial Steffens. Já a unidade de Cariacica está localizada na avenida Mário Gurgel, BR- 262, no bairro São Francisco em frente ao Ceasa.

As unidades serão equipadas com toda a infraestrutura presente nas lojas do Atacado Vem e contarão com estacionamento amplo. Com um sortimento de mais de 8 mil itens no atacado e varejo, entre resfriados congelados, hortifruti, limpeza, higiene pessoal, bebidas, padaria, açougue. Destaque, ainda, para os insumos para food service – direcionados aos pequenos e médios comerciantes com o sortimento de embalagens institucionais e descartáveis, conservas, maionese, ketchup, trigo, entre outros. Os pequenos comerciantes terão um canal de televendas.

De acordo com Luiz Coutinho, diretor presidente do grupo Coutinho, as lojas estão concentradas em áreas estratégicas das cidades, o que possibilita levar ao Atacado Vem para regiões com potencial de consumo. “Estamos a todo tempo em busca de oportunidades de expansão com foco no cliente e na sustentabilidade do negócio”.

Sobre a situação dos funcionários da rede Oba, o grupo Coutinho informou que os colaboradores serão convidados a ingressarem no time do Atacado Vem. Sendo assim, no momento, não há previsão para abertura de vagas.

O valor do investimento para aquisição das lojas não foi divulgado.

Em 2020 o grupo Coutinho promoveu intensa movimentação no segmento supermercadista com incorporações de lojas. No início do ano, a empresa assumiu 2 unidades supermercadistas que pertenciam à Super Rede Supermercados no município de Serra. Na ocasião, a unidade localizada no bairro colina de Laranjeiras recebeu a bandeira Extrabom. Já a loja situada na entrada do bairro de Vila Nova de Colares, passou a contar com a operação do Atacado Vem.

Já em outubro, o grupo anunciou a instalação de 5 novas lojas em Guarapari, por meio de locação dos imóveis desocupados pelo Supermercado Santo Antônio, tradicional rede de supermercados que encerrou suas operações na cidade. Os cinco pontos deram lugar a unidades do Extrabom e ficam localizados nos bairros da Praia do Morro, Muquiçaba, além de 3 unidades no Centro.

Fonte: Tempo Novo

28 de setembro de 2021 0 Comentários
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Varejo

Atacadão deve faturar R$ 100 bi em 2024, anuncia Carrefour Brasil

De Administrador SH 27 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

A previsão de faturamento inclui a receita do Maxxi Atacarejo que aguarda sinal verde do CADE

O Carrefour Brasil previu que sua divisão de atacarejo Atacadão, a principal geradora de receita da companhia, terá faturamento bruto de 100 bilhões de reais em 2024 ante expectativa de 60 bilhões para este ano. O aumento estimado é de 66% de dezembro de 2021 à dezembro de 2024.

A companhia afirmou em fato relevante ao mercado que as projeções são baseadas na média de crescimento de 15% ao ano do Atacadão entre 2017 e 2020. Além disso, o dado de 2024 inclui receita de 2020 da rede de atacarejo Maxxi, cuja aquisição aguarda aprovação do CADE.

Vale destacar que informações sobre perspectivas de negócios, projeções e metas financeiras são meras previsões, baseadas nas expectativas atuais da administração, as quais dependem das condições do mercado em geral, do cenário econômico brasileiro e do setor em que a Companhia atua.

Eventuais mudanças na percepção ou nos fatores descritos podem fazer com que os resultados efetivos sejam diferentes daqueles previstos nas estimativas aqui apresentadas

27 de setembro de 2021 0 Comentários
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Publicação oficial da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)

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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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