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Varejo

Caçadores de dinheiro perdido encontram R$ 18 bi em 5 anos

De Administrador SH 27 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Consultorias especializadas costumam atender redes de supermercados que faturam a partir de R$ 1 bi por ano

A rede de supermercados Bahamas, que possui sede em Minas Gerais, encontrou R$ 18 milhões perdidos. O montante foi achado pouco a pouco, desde que a varejista contratou uma consultoria especializada em revisar contratos feitos com a indústria, em 2015.

Nas letras miúdas das cláusulas, sempre há descontos para compras maiores ou para determinados produtos – algo parecido com o dinheiro esquecido num bolso da calça, elevado à potência corporativa.

Henrique Sampaio, presidente da DHS – empresa que ‘caça’ esses valores – diz que uma das coisas mais comuns é o funcionário responsável pelos pagamentos não se atentar para os descontos negociados e debitar o valor cheio da fatura.

Sampaio diz também que é rotineiro ser contratado com uma boa dose de ceticismo. Em geral, as companhias aceitam o serviço porque não têm nada a perder. A DHS coloca alguns auditores no escritório para olhar a papelada com lupa, atrás de itens que podem ter sido pago a mais. Caso algum valor seja recuperado, a consultoria recebe uma porcentagem pré-acordada.

Para valer a pena, a prioridade da consultoria são redes de supermercados que faturam a partir de R$ 1 bilhão por ano. “Uma vez, um gestor apostou uma caixa de chocolates comigo, achando que eu não encontraria nada”, diz. Sampaio ganhou não apenas a aposta, mas também a fatia sobre o valor recuperado.

De maneira geral, as redes varejistas mantêm o bom clima com os fornecedores que receberam a mais e, agora, têm de reembolsar o cliente. “Não teve má fé, teve erro”, diz Luiz Otávio Guarnieri Galil, diretor financeiro do Grupo Bahamas.

A política da rede é dividir o valor a ser ressarcido e buscar acordos. Afinal, não vale à pena quebrar o relacionamento com a indústria por um valor que, até então, estava fora do radar da companhia.

Para a professora e economista da ESPM, Cristina Helena Pinto de Mello, o olhar externo sobre as contas da empresa é muito importante. Muitos gestores deixam de usufruir de serviços desse tipo por receio de ter seus erros e de sua equipe expostos, quando essa pode ser uma boa oportunidade de aprendizado.

Ela própria, quando foi vice-reitora administrativa na Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP), contratou uma empresa do ramo. Como havia treinado sua equipe, achou que não haveria nada de relevante a ser encontrado, mas se surpreendeu com pagamentos a mais feitos em energia e telefonia.

“Apesar do treinamento, minha área não estava preparada para pegar isso. Eu precisava oferecer incentivos”, afirma Mello. Ela diz ser possível desenhar um programa de bônus para que os próprios funcionários encontrem essas falhas e, assim, se pague uma porcentagem menor do que seria gasto com uma consultoria especializada.

No entanto, é preciso desenhar um projeto que iniba erros propositais causados pela garantia do bônus. “Precisa ser um programa bem desenhado para evitar esse tipo de situação”, diz.

De todo modo, a professora diz que trazer uma empresa independente de tempos em tempos é fundamental para identificar falhas e melhorar processos. Galil, da Bahamas, diz que desde que os primeiros erros foram encontrados, a empresa tem procurado melhorar práticas. “Algumas coisas já corrigimos”, diz.

Mello diz que o próprio dinheiro recuperado por meio das consultorias seja reinvestido em novos softwares de automatização de processos de conferência, bem como de redução de erros, treinamento da equipe e investimento nas pessoas.

A própria DHS, aliás, está para lançar um software dedicado, principalmente, a realizar o serviço de conferência em empresas menores. Hoje, a consultoria não prioriza esse nicho, pois os valores perdidos nesses varejistas pouco compensam.

Para valer o investimento da consultoria em achá-los, teria de ser cobrada uma porcentagem muito alta sobre os valores recuperados. Com o software, que usa inteligência artificial, o modelo de negócios ganha escala e se torna viável para clientes dessa proporção.

Fonte: Talita Nascimento, Estadão

27 de setembro de 2021 0 Comentários
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Pessoas

Cencosud valoriza mão de obra PCD

De Administrador SH 27 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

O programa “Por um emprego sem preconceito” soma 1098 colaboradores em todo o grupo

Conseguir um trabalho formal não é tarefa fácil. E essa oportunidade no mercado de trabalho fica ainda mais difícil quando se trata de pessoa com deficiência, que encontra uma série de barreiras e precisa provar que é capaz de desempenhar determinadas funções.

Graças a uma iniciativa de inclusão e respeito, essa não é a realidade na Cencosud, rede do qual o Bretas pertence. O grupo conta no seu quadro com 1.098 colaboradores com algum tipo de deficiência, só no Bretas são 321 profissionais – número superior à cota legal exigida.

Esses dados não passam de apenas uma estatística, que no dia a dia nem são percebidas, já que os colaboradores com deficiência desempenham funções comuns do supermercado, como repositor de mercadorias, caixa ou empacotador. Eles cumprem a mesma carga horária e desempenham as atividades com o capricho que exigem.

Mas a realidade da maioria das pessoas não é assim. Em 2018, um estudo da RAIS (Relação Anual de Informações Sociais – Ministério do Trabalho) apontou que existiam 7 milhões de pessoas com deficiência aptas ao mercado de trabalho, mas que apenas 486 mil (7%) estavam registradas em emprego formal.

Oportunidade

Thiago Perillo de Faria é exemplo de que não há motivos para discriminação. Quando nasceu teve falta de oxigenação no cérebro, o que dificulta um pouco a fala, o equilíbrio e a coordenação motora, mas está há quase três anos no Bretas, onde encontrou a oportunidade para o primeiro emprego com carteira assinada.  “Há preconceito no mercado de trabalho sim. Comecei minha vida profissional como jovem aprendiz.”

Hoje ele é auxiliar administrativo do setor de expedição de documentos e atua no Centro de Distribuição da rede de supermercados.  Aos 30 anos, é formado em Segurança da Informação e está terminando a sua segunda graduação em Informação e Logística. “Quero muito crescer na empresa, mas ainda tenho que pensar o que quero. O futuro é um pouco incerto”, avalia.

Ele conta que a família mudou de endereço para facilitar o seu cotidiano e residir um pouco mais perto do seu trabalho. “Sinto-me muito orgulhoso de trabalhar em um local em que sou bem-vindo e que permitem que eu aprenda e cresça”, reflete.

Já Cecilia José Leite de Brito (foto), de 60 anos, que possui deficiência física, afirma que algumas pessoas a olham diferente quando percebem a sua mão, mas isso não a afeta. Ela não tem um dedo na mão esquerda, perdeu o órgão ainda quando era criança. “Me adaptei”, afirma. Ela começou na rede na limpeza e hoje é operadora de caixa da lanchonete. “Cresci e ainda pretendo evoluir mais. Temos que correr atrás do que queremos”.

Há 44 anos, Juciene Xavier de Barros, de 53 anos, tem problemas auditivos. Ele contraiu meningite ainda criança, que o afetou. Ele conta que chegou a ficar um ano desempregado, mas achou a oportunidade de trabalhar como repositor na rede de supermercados. “Há quase dois anos no Bretas, me sinto muito bem acolhido”, revela por uma conversa realizada por aplicativo de troca de mensagens.

Consciência social

A Cencosud tem uma política de diversidade e inclusão, que garante o acesso às mesmas possibilidades para todos os profissionais, independentemente do gênero, idade, condição econômica e social, religião, orientação sexual, raça, estado civil, opinião política, situação de necessidade especial, nacionalidade, grupo étnico.  Para a Cencosud contar com diversas equipes de trabalho representa ser o reflexo da sociedade, permitindo entender melhor os clientes e, assim, atender e responder da melhor forma às suas necessidades.

É importante reforçar que diversidade, inclusão e respeito às diferenças é também um conteúdo do Código de Ética da Cencosud, no qual não se tolera nenhum tipo de assédio, ato violento, ameaça nem represálias.

Para desenvolver esse clima laboral de boa convivência, ainda são realizados treinamentos e cursos on-line. A Cencosud Brasil disponibiliza treinamentos que visam disseminar a cultura de diversidade e inclusão entres os colaboradores. Os onze cursos foram assistidos por mais de 111 mil vezes. Os temas são direcionados, como “Do que estamos falando quando falamos de diversidade e inclusão?”, “Diversidade E Inclusão”, “Dia da Diversidade” entre outros. Apenas o primeiro, foi assistido 13 mil vezes.

“Acreditamos que todos têm potencial para crescer e chegar a cargos de liderança, sejam pessoas com deficiência ou não. Em nossa cultura, valorizamos e incentivamos o respeito às diferenças em todos os níveis, a começar por nossos líderes, que estão a todo momento prezando por uma boa convivência e clima laboral, dando oportunidades a todos que buscam se desenvolver”, afirma Jacqueline Fontes, Diretora de Recursos Humanos da Cencosud Brasil.

27 de setembro de 2021 0 Comentários
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Varejo

Mercado de cervejas premium deve girar R$ 80 bi até 2025

De Administrador SH 27 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Dados da Euromonitor mostram que o faturamento desse produto com alto valor agregado, praticamente dobrou no Brasil nos últimos cinco anos

A pandemia de covid-19 obrigou as pessoas a ficarem mais em casa, mas isso não se traduziu na redução do consumo de cerveja. Pelo contrário. Segundo dados da Euromonitor, o volume de cervejas vendido no País em 2020 foi o maior desde 2014, ano em que o Brasil sediou Copa do Mundo.

O mercado vinha de anos difíceis, com quedas contínuas de volume entre 2015 à 2018. Além de ter um efeito na quantidade, as quarentenas forçadas também tiveram influência na qualidade, ajudando a acelerar o processo de “premiunização” do setor. As principais empresas estão de olho nesse movimento – e não param de lançar marcas para estimular o paladar da clientela.

Para se ter uma ideia, o faturamento das cervejas consideradas premium cresceu 85% entre 2015 e 2020, para R$ 52 bilhões. A expectativa da Euromonitor é que esse número cresça mais 53,9% até 2025 e alcance faturamento de R$ 80,2 bilhões. Um dos motivos dessa aceleração foi a estratégia de crescimento agressiva da Heineken, especialmente com a sua principal marca. A bebida mais amarga caiu no gosto dos brasileiros, que começaram a procurar cervejas mais refinadas.

“Foi o grande movimento das cervejas premium e o mercado se tornou menos industrial e mais artesanal. O fato de as pessoas estarem mais em casa e sem opções de lazer, além do dinheiro do auxílio emergencial que permitiu mais gastos com indulgências, ajudaram esse mercado”, diz Rodrigo Mattos, analista de bebidas e tabaco da Euromonitor International.

Lançamentos

Além de conquistar um consumidor com maior poder aquisitivo, o segmento premium também significa maiores margens. Por isso, não é à toa que esse crescimento também serviu para aumentar a disputa entre a Ambev e a Heineken, as duas maiores empresas do setor.

A Heineken é vista por especialistas do setor como uma das grandes responsáveis pela aceleração desse movimento nos últimos anos, especialmente com o crescimento de sua marca homônima. Já que a estratégia vem dando certo, ela vai continuar investindo forte nessa sofisticação do mercado.

Nos últimos anos, a empresa trouxe diversas marcas para o Brasil, como as americanas Blue Moon e Lagunitas, além de expandir a distribuição das marcas brasileiras Baden Baden e Eisenbahn, que passaram a fazer parte do portfólio do grupo holandês após a aquisição da rival Brasil Kirin, em 2017.

A aposta mais recente da Heineken é a Tiger, marca de Cingapura que é um de seus cinco maiores produtos globais. A ideia da companhia é abocanhar uma fatia dos consumidores mais jovens que começaram a ter contato com as cervejas.

“Existia sempre a dúvida que o paladar do brasileiro não era de cerveja amarga e provamos o contrário. Hoje, temos 46% do segmento premium e somos líderes no País”, diz Mauro Homem, diretor corporativo da Heineken no País.

A Heineken, de fato, passou a ser uma água no chopp da Ambev. Mesmo assim, a cervejaria controlada pelo fundo 3G Capital, do bilionário Jorge Paulo Lemann, continua tendo uma fatia acima de 60% do mercado total. A companhia, no entanto, não está parada vendo o crescimento da rival. Assim como a Heineken, a Ambev tem aumentado o número de lançamentos e criação de novos produtos.

Nos últimos anos, a companhia trouxe e aumentou a distribuição de marcas consagradas no exterior, como a mexicana Corona, as alemãs Becks e Spaten e a americana Goose Island. Neste ano, está apostando na cerveja de baixa caloria Michelob Ultra. A ideia, segundo Felipe Cerchiari, diretor de inovação da Ambev, é ter bebidas diferentes para ocasiões diferentes.

“Fizemos estudos que mostram que quanto mais o PIB per capita cresce, maior também o número de ocasiões em que as pessoas bebem, e queremos dar opções diferentes para as pessoas”, afirma Cerchiari.

A Ambev também tem apostado no segmento entre o popular e o premium. Um exemplo é a Brahma Duplo Malte, que segundo Cerchiari, foi o maior lançamento da história da AB Inbev, pois já foram produzidos mais de 4 milhões de hectolitros. Hoje, 20% do faturamento da Ambev vem de produtos lançados nos últimos três anos. Antigamente, não passava de 8%.

Bares x delivery

Com a reabertura dos bares, a disputa entre as duas empresas seguirá forte. Porém, o consumo dentro de casa também deve continuar em alta. De acordo com uma pesquisa da Kantar, 68,6% das pessoas beberam cerveja em suas residências em 2020, 4 pontos porcentuais a mais do que no ano anterior. E, entre as duas empresas, quem está mais na frente é a Ambev, com o Zé Delivery.

O aplicativo realizou 29 milhões de entregas no primeiro semestre do ano passado – 2 milhões a mais do que todo o ano de 2020, que já havia tido um crescimento exponencial. “O consumidor brasileiro está ávido por novidades e a palavra da vez é o benefício que as empresas estão dando para ele”, afirma Cerchieri.

A Euromonitor aponta que as cervejas premium representam 2,5% do mercado total de cervejas no País. Parece pouco, mas a participação se multiplicou por cinco em cinco anos. Em mercados mais desenvolvidos, esse porcentual chega a 15%. Então, a disputa entre as líderes tem tudo para aumentar

Fonte: por André Jankavski, O Estado de S.Paulo

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Tecnologia

Supermercados adotam o digital e crescem rapidamente, diz GS Ciência do Consumo

De Administrador SH 27 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Alta demanda do varejo por tecnologias CRM e inteligência de dados impulsiona resultados da empresa que já registra a parcial crescimento de 76%, em comparação com o ano passado. Fidelização de clientes é a bola da vez do varejo

*Oferecido por GS Ciência do Consumo

A GS Ciência do Consumo, especializada em ciência e comportamento de consumo e que atua com CRM, tecnologia e inteligência de dados para o varejo, obteve resultados expressivos durante a pandemia. A empresa, só este ano, já cresceu 76% em relação ao ano anterior e já projeta um crescimento exponencial para os próximos cinco anos. O avanço do negócio é reflexo do acelerado crescimento dos Supermercadistas durante a pandemia e do cenário entusiasta projetado pelos supermercadistas para os próximos anos.

Com atuação voltada a aumentar o engajamento do shopper e o faturamento do PDV, seja pelo aumento do ticket médio, pelo crescimento da frequência de compras ou na conquista de novos clientes, a GS, durante pandemia, aumentou sua carteira clientes em mais de 400%, dobrou em número de funcionários e viu seu faturamento crescer mais de 30% entre 2019 e 2020 com expectativas de outro salto agora em 2021 – a parcial entre janeiro a agosto de 2021, em comparação com o mesmo período do ano passado, é de um crescimento de 76%.

O boom do Varejo

O Varejo, sem dúvida, foi um dos setores mais impulsionados pela pandemia, tendo registrado crescimento exponencial no último ano. Porém, mesmo com aumentos expressivos de faturamento, o setor se viu diante da necessidade de avançar e se adaptar para atender às novas necessidades dos consumidores.

Os principais desafios envolveram a digitalização, a adoção de meios de pagamentos contactless, a presença no e-commerce e uma cadeia de abastecimento ainda mais eficiente. Os varejistas também entenderam a necessidade de um olhar diferenciado a públicos como o 60+, que corresponde, em média, a 19% das compras físicas e que, nos momentos de restrição, deixou de ir às lojas, por conta dos riscos de contaminação.

Foi nesse ambiente adverso que desenvolveram protocolos de segurança, tanto para clientes como para funcionários, e foi preciso criar alternativas para que os clientes pudessem continuar atendidos por meio da utilização de recursos como WhatsApp, sistema Click & Retire e a adoção de estratégias e tecnologias hipersegmentadas para alavancar vendas de itens específicos que apoiaram na atração, retenção e fidelização de clientes.

Tudo isso fez com que o varejo olhasse com mais cuidado e atenção aos programas de relacionamento, suportados por CRM, que permite a criação de campanhas promocionais inteligentes, a análise do perfil do consumidor, uma comunicação mais assertiva, e a oferta de benefícios personalizados como cashback, cupom, preços especiais quando fizer sentido, entre outros. Ações conjuntas com as indústrias também são uma boa estratégia que podem ser adotadas com insights dos dados captados.

De acordo com o CEO da GS, Thiago Simonato, o crescimento da empresa se deve a um mercado super otimista, com planos de expansão e que vem tomando decisões assertivas, de olho no futuro. “Temos observado varejistas mais confiantes na inteligência artificial, na inteligência de dados e em outras tecnologias capazes de potencializar o faturamento das lojas, o e-commerce e o atendimento e a fidelização dos clientes. É comprovado, que cliente fidelizado compra mais”, afirma o executivo.

Atualmente, a empresa conta com uma base de dados de, aproximadamente, 26 milhões de domicílios mapeados, o que representa cerca de um terço dos domicílios brasileiros, e já atingiu a marca de R$ 72 bilhões de transações de compras por ano. Antes da pandemia, esse número era R$ 30 bilhões.

Considerando o ranking de faturamento divulgado pela da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), os clientes que utilizaram a inteligência de dados, as tecnologias da GS, tiveram crescimento 40% superior à média de mercado. Estão em destaque na carteira de clientes redes varejistas como Bob’s, Roldão, Pernambucanas, Condor, D’avó, Angeloni, Supermercados BH e a condução de projetos em indústrias como JBS, Italac, Tereos, Colgate, Nestlé, Seara e Itambé, aplicando inteligência de dados para potencializar os grandes negócios do trade.

Constantemente atualizada sobre o mercado varejista, nos dias 20 e 21 de setembro, a GS Ciência do Consumo foi a patrocinadora Ouro da Convenção da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), um dos maiores eventos do setor, onde são discutidos e apresentados temas envolvendo inteligência, informação, estratégia e conhecimento sobre o varejo.

Synapses

A GS é uma das nove empresas que fazem parte da Holding Synapses, fundada em 2019, com propósito de impulsionar a digitalização do varejo brasileiro, além de criar conexões entre pessoas, soluções com tecnologias robustas e os mais diversos setores do varejo e da indústria nacional. Pautada por pilares como relevância, anticiclicidade, escalabilidade, recorrência de receita e perpetuidade, a Holding conta com uma equipe de 200 profissionais especializados em diversas áreas, entre elas, tecnologia da informação, marketing, estatística, psicologia, geografia, administração, economia e jurídico.

Sobre a GS Ciência do Consumo

Especializada em ciência e comportamento de consumo, a GS atua com CRM, tecnologia e inteligência de dados unindo indústria, varejo e consumidor de forma a aumentar o engajamento do shopper e o faturamento do PDV, seja pelo aumento do ticket médio, pelo crescimento da frequência de compras ou na conquista de novos clientes. Há 15 anos no mercado e com mais de 300 redes varejistas e indústrias em sua carteira de clientes, a GS conta com uma base de dados de, aproximadamente, 26 milhões de domicílios mapeados, o que representa cerca de um terço dos domicílios brasileiros, e já atingiu a marca de R$ 72 bilhões de transações de compras por ano. Saiba mais sobre a GS Ciência do Consumo em www.brasil.gs

  • Na foto, o CEO da GS, Thiago Simonato

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Tendências

Varejo de alimentos vende mais na pandemia, mas lucros não acompanham

De Administrador SH 26 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Demanda por produtos teve alta de 50% no ano passado e impulsionou crescimento das vendas; ao mesmo tempo, custos operacionais também aumentaram

Um relatório divulgado pelo FMI mostra que a demanda por alimentos nos supermercados teve um aumento de 50% no ano passado no mercado americano, levando a um crescimento médio de 15,8% nas vendas de redes varejistas com mais de 100 lojas (considerando apenas mesmas lojas).

De acordo com o The Food Retailing Industry Speaks 2021, a mudança de hábitos dos clientes, que passaram a estocar produtos em um tempo de incertezas e a cozinhar muito mais em casa, fez com que o crescimento das vendas praticamente quintuplicasse em relação a 2019 (quando a expansão havia sido de 3,3% em mesmas lojas, a maior dos quatro anos até então).

Mais de 90% das redes varejistas americanas cresceram mais que em 2019. A maior expansão aconteceu em redes com até 10 lojas, com avanço de 18,5%: os consumidores também priorizaram o pequeno varejo de vizinhança, em um movimento global de proteção aos negócios de menor porte.

Ao mesmo tempo em que as vendas cresceram, porém, os custos também subiram. “Os varejistas de alimentos tiveram vendas significativamente mais altas em 2020, mas as despesas tiveram um grande impacto sobre o resultado final”, afirma Leslie Sarasin, CEO e presidente do FMI. O lucro líquido do varejo supermercadista americano chegou a 3% das vendas em 2020, contra 1% no ano anterior e 1,2% em 2018. A margem bruta ficou em 30,5%, pouco abaixo dos 30,8% de 2019 e acima dos 30% dos três anos anteriores.

As despesas com folha de pagamento e perdas recuaram 1 e 0,5 ponto percentual, respectivamente, no ano passado. Por outro lado, despesas diretamente ligadas à pandemia chegaram a US$ 24 bilhões, metade desse valor em incentivos e folha de pagamento, US$ 5 bilhões na extensão de benefícios, US$ 3 bilhões em suprimentos de limpeza e higienização das lojas e equipamentos, e US$ 1,5 bilhão em logística, tecnologia e delivery. “O crescimento das despesas ligadas à pandemia fez com que os lucros das empresas crescessem bem menos que as vendas”, analisa Sarasin.

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Varejo

Grupo Mateus prioriza a agricultura familiar nas lojas

De Administrador SH 26 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Os pequenos produtores têm a oportunidade de vender o que colhem na lavoura como frutas, legumes e hortaliças

Eles são pequenos no tamanho da produção, mas juntos são responsáveis por 23% de tudo o que é produzido no setor da agropecuária no país. O negócio é maior do que muitos imaginam. Os agricultores familiares movimentam R$107 bilhões por ano, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). E não é difícil entender o porquê destes números serem tão grandes, já que 70% dos produtos que vai para a mesa dos brasileiros vem de pequenos agricultores.

Dona de um restaurante na ilha de Mosqueiro, em Belém (PA), a microempreendedora Karolina Barroso, 38, abastece a despensa com alimentos fornecidos por agricultores familiares, mas os produtos não chegam diretamente ao estabelecimento dela. Karol recorre a uma loja de atacarejo do Grupo Mateus.

A empresa mantém parcerias com pequenos produtores locais e toda quarta-feira faz uma promoção no setor de Hortifruti, chamada de ‘Quarta-feira Livre Mateus’. “Eu compro para levar para casa e também para abastecer o restaurante. É vantajoso porque consigo economizar e adquirir um produto de melhor qualidade, que não usa agrotóxicos, por exemplo”, comenta.

O coordenador de Hortifrúti do Mateus no Pará, Afonso Torreão, destaca que esta parceria entre a empresa e os pequenos produtores, mesmo dando prioridade às famílias locais, consegue atender agricultores de todo o país. “Na verdade, de forma geral, os produtos da ‘Quarta-feira Livre’ vêm de vários cantos do Brasil. Tudo depende do período de safra de cada região. Damos preferência ao produtor regional, para manter a qualidade dos alimentos, mas nada impede que as famílias que estão em outros estados também nos forneçam a sua produção”, pontua.

O Grupo Mateus possui 184 lojas espalhadas pelas regiões Norte e Nordeste do Brasil e cada uma delas, seja de supermercado ou de atacarejo, mantém parceria com pelo menos dois produtores locais para fornecer alimentos de hortifruti.

Ou seja, a iniciativa, até o momento, gera oportunidade de negócio e trabalho para, no mínimo, 368 famílias que vivem da agricultura. E a tendência é que mais pessoas sejam beneficiadas por essa iniciativa, pois a empresa tem executado um audacioso projeto de expansão pelo país, inaugurando novas lojas, gerando emprego e renda.

“O nosso projeto de expansão também apoia o crescimento do produtor regional, dando-lhes total prioridade. A gente cede espaço para eles venderem o que produzem, principalmente hortaliças”, enfatiza Afonso. A entrega dos produtos e alimentos é feita diariamente, mas toda quarta-feira o setor de Hortifruti tem promoção.

Parceria é fechada antes da inauguração da loja

Mateus Meireles, que coordena o setor de Hortifrúti nos estados do Maranhão, Piauí e Ceará, ressalta que o fechamento da parceria com os pequenos agricultores começa pelo menos 3 meses antes da inauguração de cada loja e pode ser feita mesmo depois que a loja estiver funcionando.

“Inicialmente, a gente faz uma prospecção de mercado. Pesquisa nas cidades e nos bairros onde as nossas unidades vão abrir. Quando necessário a gente visita feiras, procura pelas secretarias municipais de Agricultura, pesquisa se há associações e cooperativas locais. Tudo o que for preciso para a gente chegar até estes pequenos produtores, nós fazemos. A ideia é estreitar os laços e conhecer a capacidade de produção e o que cultivam, principalmente de hortaliças”, comenta.

Ao conhecer os trabalhadores da agricultura familiar, Mateus apresenta a eles o plano de vendas e explica como a parceria entre eles e a empresa pode se dar. “A gente cede o espaço para que eles possam comercializar a produção deles, seguindo os critérios de qualidade que a gente preza. Assim, temos abastecido as lojas com produtos frescos, de qualidade e contribuído com o fortalecimento da agricultura familiar”, enfatiza o coordenador.

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ESG

Unilever vai premiar cliente que reciclar embalagem

De Administrador SH 26 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

O projeto de economia circular funciona por um sistema de acúmulo de pontos com trocas nos locais coleta

Para colocar a reciclagem no dia a dia do consumidor e impulsionar a economia circular do país, a Unilever, por meio da marca OMO, vai instalar 85 pontos de coleta de embalagens na cidade de São Paulo até o fim deste ano.

Com planos de expansão para outros estados do Brasil, o projeto da marca é realizado em parceria com a startup Molécoola e gera pontos a cada embalagem que o cliente levar que podem ser trocados por produtos ou descontos em compras.

Cada estação tem o potencial de coletar cerca de 10 toneladas de resíduos por mês. Com as 85 estações na capital, conforme evoluir o recebimento de resíduos com a adesão do público, o objetivo é receber cerca de 10 mil toneladas por ano de embalagens para reciclagem.

A partir deste mês, já estão em funcionamento nove estações em unidades do supermercado Extra nos bairros Jaguaré, Jardim São Luís (João Dias), Raposo Tavares, Ipiranga (Ricardo Jafet), Interlagos, Aeroporto, Itaim Bibi, Morumbi e Bela Vista (Brigadeiro). A Unilever instalará estações em outras redes varejistas que também integram o projeto: Supermercado COOP, Carrefour, D`Avó, St. Marche, Makro e Sonda.

Como participar

Para participar, o consumidor tem de se cadastrar no site ou no aplicativo da Molécoola e entregar seus materiais recicláveis em qualquer uma das estações. As embalagens devem estar limpas e separadas por categoria – plástico, papel e papelão, vidro, metal e outros. Elas serão pesadas e os pontos correspondentes são creditados imediatamente na conta do cliente, que pode resgatar os produtos ou benefícios diretamente na estação de troca.

Como exemplo das pontuações, um quilo de garrafas PET verde, PET cristal ou azul garantem 1.300 pontos. Engajada com a causa, para acelerar este ciclo, as embalagens de OMO líquido estão com pontuação turbinada, cada garrafa equivale a mil pontos. Levando três unidades para reciclar, por exemplo, o cliente pode trocar por outros produtos ou receber 20% de desconto na compra de refeições em locais predeterminados.

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Varejo

Mercado pet movimenta R$ 41 bi e fatura mais que linha branca

De Administrador SH 26 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Procura disparou na pandemia quando houve um crescimento de 50% no número de animais adotados para suportar o isolamento

Manuela, de seis anos, ficou muito triste com a suspensão das aulas na escolinha ano passado. Estudante do último ano da Educação Infantil, a menina tinha acabado se ser matriculada em uma nova escola quando a pandemia começou. Filha única, sem o contato com os antigos colegas, e privada da convivência com os novos, começou a ficar nervosa e a chorar com facilidade.

Manu sempre foi apaixonada por cachorros, mas a mãe, Dalila de Souza Bonfim, 42 anos, relutou o quanto pode em trazer um animalzinho para casa. “Eu era complexada com cachorro desde pequena, tinha medo”, conta. “Mas achei que seria egoísmo não atender a Manu neste momento tão difícil”. A solução foi pagar R$ 2 mil por um cachorro da raça shih tzu, que solta pouco pelo e era o mais indicado para a menina, que tem rinite alérgica.

Dalila estabeleceu uma série de regras para Floquinho, como não subir no sofá ou se deitar na cama. Todas caíram por terra rapidamente. “Hoje nas videochamadas para ver a Manu e o meu marido, quando viajo a trabalho, também quero ver Floquinho, virou membro da família”, diz a professora, lembrando que a convivência com o cãozinho ajudou Manu a superar a perda da avó paterna, no início do ano. ​

O amor de famílias como a Bonfim por seus bichinhos de estimação ajudou o mercado pet a movimentar R$ 40,8 bilhões no ano passado, segundo o IPB (Instituto Pet Brasil), que acompanha os setores de criação, produtos e serviços para pets. O montante é maior do que fatura o setor de linha branca (fogões, geladeiras, freezers, máquinas de lavar, por exemplo), que movimentou R$ 29 bilhões em 2020, segundo a consultoria Euromonitor.

“As pessoas queriam uma companhia durante o isolamento, sejam para elas mesmas ou para os filhos, que ficaram sem ir à escola”, diz o presidente do conselho consultivo do IPB, Nelo Marraccini. Levantamento do IPB aponta que houve um aumento de 50% no número de animais adotados nas capitais do Sudeste durante a pandemia.

No mesmo período, segundo uma outra pesquisa, da consultoria Bain & Company, 18% dos consumidores brasileiros adotaram um pet. Hoje a população de animais domésticos no Brasil soma 144,3 milhões, entre cães, gatos, peixes e aves ornamentais, répteis e pequenos mamíferos.

“O segmento dos gatos é o que mais vem crescendo”, diz Marraccini. “Possivelmente por ser um animal que se adapta bem a ambientes pequenos e é mais independente em relação ao cão, não precisa sair para passear, por exemplo”, diz o executivo.

Ao tratar o pet como membro da família, o consumidor aumenta os gastos: este ano, segundo o IPB, o setor vai faturar R$ 46,5 bilhões, uma alta nominal de 14%, sem descontar a inflação.

Alimentação e saúde são os investimentos mais relevantes: só em clínicas e hospitais veterinários devem ser gastos R$ 8,3 bilhões este ano, segundo o IPB. E se, no passado, os tutores preparavam a comida para o cão com quirela, junto com as sobras do almoço ou da janta, agora existe uma preocupação com alimentação balanceada. “O dono vegano vai comprar ração vegana para o seu pet, porque acredita que isso é o melhor para ele”, diz Marraccini.

Quanto cada segmento vai responder pelo faturamento de R$ 46,5 bilhões do mercado pet em 2021

Ração – 52,9%

Vendas de animais – 11,4%

Produtos veterinários – 11,4%

Serviços gerais – 9,3%

Serviços veterinários – 9,3%

Produtos de higiene e bem-estar – 5,7%^

Fonte: Instituto Pet Brasil

A BRF, gigante dos alimentos, dona de Perdigão e Sadia, sabe disso. A empresa entrou no mercado há quatro anos, com a marca Balance. Mas este ano a aposta mais do que dobrou: por meio da subsidiária BRF Pet, o grupo investiu R$ 1,35 bilhão na compra de duas fabricantes de rações, a Mogiana Alimentos e o Grupo Hercosul. As compras fizeram a BRF Pet atingir 10% de participação em volume no mercado de ração, que tem forte presença de multinacionais como Mars (dona das marcas Pedigree, Royal Canin e Whiskas) e Nestlé (Purina).

A Nestlé Purina, por sinal, acaba de anunciar investimentos de R$ 1 bilhão em um novo parque industrial em Santa Catarina. Além de abastecer o mercado local, a nova planta vai exportar ração para Europa, Estados Unidos e outros países da América Latina. Em maio, a empresa já tinha anunciado um investimento de R$ 120 milhões para expandir em 30% a produção em Ribeirão Preto (SP).

“O mercado pet é uma das grandes oportunidades de crescimento da companhia para os próximos dez anos”, diz Marcel Sacco, vice-presidente de novos negócios da BRF. As rações são o maior segmento do mercado pet, respondendo sozinhas por vendas de R$ 24,5 bilhões este ano, segundo o IPB.

Para a BRF, a produção de ração é vantajosa porque explora a verticalização da sua cadeira. A empresa conta com a BRF Ingredients, uma unidade de negócios que tem como principal cliente a própria companhia. Há um reaproveitamento dos resíduos industriais (coprodutos) de 32 fábricas, que são utilizados como matéria-prima em novos itens, como farinhas, gorduras animais e proteínas hidrolisadas para nutrição animal. “É uma maneira de alavancarmos a economia circular”, diz Sacco.

Com as duas aquisições, a BRF passa a trabalhar desde marcas de alto valor agregado até as básicas. Estão no seu portfólio nomes como Guabi Natural, Gran Plus, Faro, Herói e Cat Meal.

“Agora vamos consolidar as marcas e deixá-las menos regionais, com maior atuação nacional”, afirma o executivo. A Mogiana, por exemplo, tem presença mais forte no Sudeste e Centro-Oeste do país, enquanto a Hercosul é mais forte no Sul. A BRF Pet hoje tem cinco fábricas – duas em São Paulo, uma no Paraná, uma no Rio Grande do Sul e um no Paraguai. “Também pretendemos acelerar as exportações, aproveitando a presença da BRF em 140 países”.

O foco da BRF Pet é a alimentação de cães e gatos. “A venda de rações para gatos cresce mais rapidamente que a de cães”, diz Sacco, que destaca para ambas as raças a oferta de alimentos úmidos, os patês. “São produtos de alto valor agregado, que representam uma atenção a mais dos tutores para com os pets”, afirma.

População nas principais categorias de animais domésticos no Brasil em 2020

Cães – 55,9 milhões

Gatos – 25,6 milhões

Peixes ornamentais – 19,9 milhões

Aves ornamentais – 40,4 milhões

Répteis e pequenos mamíferos – 2,5 milhões

Fonte: Instituto Pet Brasil

A marca premium Royal Canin, da rival Mars, por exemplo, acaba de apresentar dois novos alimentos úmidos para gatos com “sensibilidades específicas”. O preço sugerido do sachê de 85 gramas no varejo gira em torno de R$ 12.

O mercado pet também chamou a atenção da Coala, fabricante de produtos de limpeza. A companhia anunciou em julho uma nova linha de xampus, condicionador, colônias e educador sanitário para animais de estimação, que começa a ser vendida em todo o país em outubro. “Esperamos chegar a 30% das nossas vendas totais dentro de quatro meses”, diz Suzana Meneghetti, diretora executiva da Coala.

Nas duas maiores varejistas do setor –Petz e Cobasi–, a ordem tem sido ganhar escala no mundo digital, onde a Petlove é a maior rival de ambas. O petshop online recebeu no ano passado um novo sócio, o fundo japonês Softbank para a América Latina, que injetou R$ 250 milhões no negócio.

Para avançar ainda mais no mercado, Petz e Cobasi tem feito aquisições. No mês passado, a Petz anunciou a compra de 100% da plataforma Zee.Dog, de acessórios para pets, por R$ 715 milhões. Antes, em julho, havia fechado a aquisição de uma plataforma menor, a Cansei de Ser Gato. A empresa completa este mês um ano de oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), quando levantou mais de R$ 3 bilhões, e continua analisando novas oportunidades de compra.

Em maio, a Cobasi adquiriu a Pet Anjo, uma plataforma que intermedia serviços como dog walker, pet sitter, hospedagem e daycare. A compra ocorreu após o investimento R$ 300 milhões feito pela Kinea Private Equity, gestora do grupo Itaú Unibanco, na varejista. É dinheiro para cachorro. Também.

Fonte: Por Daniele Madureira, Folha de SP

26 de setembro de 2021 0 Comentários
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Pessoas

Carrefour foca na diversidade e contrata pessoas trans

De Administrador SH 26 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Companhia realiza nesta segunda-feira uma ação voltada à inclusão, que integra um projeto de capacitação profissional para esse público

A inclusão de pessoas trans no mercado de trabalho passou por importantes avanços nos últimos anos, mas ainda hoje uma grande parcela desse público enfrenta dificuldades para se inserir profissionalmente. Buscando impactar positivamente esse cenário, o Carrefour, empresa líder no varejo alimentar do país, realiza nesta segunda-feira (27) uma ação voltada exclusivamente para a contratação de pessoas trans. A iniciativa vale para todas as unidades da rede no Brasil e conta com oportunidades em várias funções.

Com diversas edições ao longo do ano, os chamados Dias D consistem em datas especiais voltadas para a contratação de profissionais de perfis específicos. Com essa iniciativa, a empresa vem contribuindo para a inserção profissional de pessoas de grupos minorizados, reforçando o compromisso com a valorização e o aumento da diversidade e inclusão em todo seu ecossistema.

Em paralelo a essa ação, o Carrefour desenvolve também projetos de capacitação profissional exclusivos para pessoas trans que, desde 2016, já formaram mais de 250 pessoas. Neste ano, o programa TRANSforma, realizado em parceria com a Alicerce Educação e a Casa Neon, selecionou 40 pessoas para passarem por um processo de formação de 6 meses que busca capacitá-las tanto em aspectos técnicos quanto em competências sócio-emocionais. No momento, o programa se aproxima de sua etapa final, que inclui a participação dos alunos em processos seletivos do Carrefour ao longo do mês de outubro.

A edição deste ano, que teve início em maio, já deixa claro os impactos positivos na vida das pessoas participantes: quatro delas já ingressaram no mercado de trabalho e um dos alunos conseguiu iniciar um curso que sonhava há anos. “Hoje, com o Projeto Transforma, eu estou realizando meu sonho de ser enfermeira e um outro grande sonho, que não é só meu e sim de toda(e)s pessoas transgêneros: nossa real inclusão social e no mercado de trabalho”, conta Samantha Almeida Santana, participante do programa.

Atualmente, o Carrefour emprega mais de 80 pessoas trans em todo o Brasil, mas a empresa contabiliza que já passaram mais de 200 colaboradores e colaboradoras desse grupo pelas suas unidades nos últimos anos, sendo uma das companhias que prioriza a agenda da inclusão de pessoas trans no País. “Diversidade é um princípio do qual não abrimos mão. Promovemos a inserção profissional para grupos minorizados por entendermos que o trabalho é um dos principais fatores de inclusão social e que o setor do varejo é uma porta de entrada importante para o mercado de trabalho”, afirma Kaleb Machado, gerente de Diversidade e Inclusão do Grupo Carrefour Brasil.

SERVIÇO

Para se candidatar no Dia D, um dos pré-requisitos é que a pessoa se identifique com o propósito do Carrefour de contribuir para um mundo melhor, aplicando este comportamento durante todas as suas relações. As vagas são para todo o Brasil e possuem cargas horárias distintas de acordo com a função a ser exercida. Há oportunidades para recepcionista de caixa, repositor, açougueiro, padeiro, peixeiro, agente de fiscalização, operadores de centro de distribuição, farmacêuticos, frentista e operador de loja de conveniência, além de outras posições tanto no corporativo quanto em operações.

Todas as etapas do processo seletivo acontecem de forma online, com exceção da entrevista com o gestor que é realizada presencialmente para que o candidato possa visitar a unidade e visualizar a função que será desempenhada. As inscrições para o Dia D acontecem nesta segunda-feira, dia 27 de setembro, mas os interessados podem se cadastrar em qualquer outro momento pelo site: https://99jobs.com/carrefour/jobs/87585-diversidade-carrefour

26 de setembro de 2021 0 Comentários
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Varejo

Bem Brasil garante liderança de mercado pelo 3º ano consecutivo

De Administrador SH 24 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Fabricante 100% brasileira de batata pré-frita congelada e preferida do consumidor do país, de acordo com ranking Nielsen, marca dobrou sua área comercial e projeta lançamentos

Com um planejamento robusto e bem estruturado para ampliar a qualidade, a visibilidade e a presença da marca nas mesas dos consumidores, a Bem Brasil Alimentos tem consolidado sua liderança em vendas de batatas congeladas no mercado brasileiro. A nova confirmação chega por meio do ranking “Cinco Mais 2021”, elaborado pelo instituto de pesquisa Nielsen. Pelo terceiro ano consecutivo, a empresa aparece no topo da lista, garantindo o primeiro lugar em todos os segmentos, envolvendo autosserviço, redes de hipermercados, supermercados e estabelecimentos menores.

O diretor comercial da Bem Brasil, João Ricardo Coleoni, avalia que o resultado reflete os investimentos permanentes para disponibilizar produtos diferenciados, que atendam ao gosto e às demandas dos brasileiros por sabor, qualidade e praticidade. Outros pontos fundamentais são o treinamento e o aprimoramento constantes das equipes, além da busca pela aproximação com os clientes. “São várias frentes de trabalho para aumentar a presença da nossa marca no mercado nacional. Nós dobramos a equipe da área comercial em dois anos. Temos estreitado o relacionamento e a parceria com o varejo em geral, com o autosserviço e com os distribuidores, que são os responsáveis pelo trabalho junto aos pequenos varejos”, enfatiza.

Os resultados, que indicam um share de 40% das batatas Bem Brasil no mercado nacional, reforçam que a estratégia tem sido assertiva. Por isso, Coleoni afirma que a empresa continuará ampliando os investimentos em inovação e lançamento de produtos, na expansão da equipe de vendas e dos canais de distribuição, a fim de assegurar a capilaridade em todo o território brasileiro. E adianta que estão previstas novidades para o último trimestre do ano, que contribuirão para que a marca siga como a preferida dos consumidores. Hoje, a companhia trabalha com mais de dez formatos de batata pré-frita congelada e está em pleno processo de crescimento sustentável, com a construção de sua terceira planta, no município de Perdizes, no Triângulo Mineiro.

Pesquisa Nielsen

O estudo “Cinco Mais” é divulgado, anualmente, e foi desenvolvido pelo instituto Nielsen, com base em 127 categorias de produtos auditados nas lojas do varejo alimentar brasileiro. São 489.601 estabelecimentos comerciais, divididos entre os canais Autosserviço e Tradicional. Os cinco principais fornecedores foram obtidos por meio da classificação da comercialização dos produtos em volume, durante o ano de 2020, com o objetivo de traçar um panorama de cada categoria, levando em consideração a evolução das vendas, alocação nas áreas geográficas e informações de consumo no lar.

24 de setembro de 2021 0 Comentários
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Publicação oficial da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)

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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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