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Varejo

Lançamentos da indústria voltam a recuar em agosto

De Administrador SH 7 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Mas saldo acumulado nos últimos 12 meses segue positivo, segundo índice da GS1 Brasil. Setor de bebidas se destaca 

A indústria brasileira perde um pouco do otimismo que havia no primeiro semestre. O lançamento de produtos em agosto recuou 10% em relação a julho, de acordo com o Índice GS1 de Atividade Industrial, apurado pela Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil. A mesma tendência ocorre na comparação com o mesmo mês de 2020, com queda de 18,5%. No entanto, o acumulado de 12 meses do índice apresenta crescimento de 3,9%.

As indústrias de bebidas e alimentos encontram-se em situação mais favorável. De janeiro à agosto, o acumulado do ano para o ramo de bebidas é de 11,3%. E só no mês de agosto ante julho, houve um incremento de 30,8% nos lançamentos. Na área de alimentos, a soma do ano é de 3,8%.

“A desaceleração na intenção de lançamento de produtos normalmente observada a partir de setembro chegou mais cedo este ano. Com um segundo mês de queda, retornamos ao patamar de abril do índice, o que sugere um arrefecimento no otimismo do empresariado e moderação para o lançamento de produtos”, comenta Virginia Vaamonde, CEO da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil.

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ESG

Balanço ESG do Grupo Koch aponta avanços em sustentabilidade e ações sociais

De Administrador SH 7 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Rede de Santa Catarina adota medidas sustentáveis nas construções de novas lojas e na gestão inteligente do chão de loja

Destaque no setor supermercadista brasileiro, o grupo Koch tem conquistado excelentes números nos últimos anos com a abertura de novas lojas das bandeiras SuperKoch, Komprão Koch Atacadista e FarmaKoch, nova marca lançada em 2020, por diversas cidades de Santa Catarina. É nesse promissor contexto que a rede apresenta seu Balanço Social 2020, ano em que registrou um crescimento de 53% em relação à 2019, abriu 5 novas lojas e contratou 2.884 novos colaboradores.

Porém, muito além desses números, o grupo tem apostado em uma gestão de crescimento focada na sustentabilidade e na relação positiva com as comunidades do entorno das lojas, promovendo o fortalecimento da economia local e as ações sociais e ambientais.

Para o Diretor Comercial e de Marketing do grupo Koch, Tiago da Silva, não há mais como dissociar o crescimento da responsabilidade social. “No último ano, o termo ESG ganhou o mundo e é de extrema importância olharmos para isso. Nosso grupo adota estas medidas de Sustentabilidade, Governança e Ações Sociais há bastante tempo e isso está cada vez mais presente em nosso DNA, seja na construção de uma nova unidade até os pequenos detalhes do dia a dia”, destaca.

Sustentabilidade

Um dos destaques do relatório publicado é a sustentabilidade.  Nesse pilar, uma das medidas adotadas pelo grupo Koch é o reaproveitamento de 100%, por meio da reciclagem, de pelo menos três tipos de resíduos produzidos nas lojas. Em 2020, foi feita a reciclagem de mais de 13 mil litros de óleo; 2,3 toneladas de plásticos e papelões; e 223 toneladas de ossos e graxas.

“Esses itens são recolhidos por empresas habilitadas e instaladas nas cidades onde nossas lojas estão localizadas. Assim, conseguimos também fortalecer a economia local, além de beneficiar o meio ambiente”, explica Jeralci Barcellos, gerente de marketing do grupo Koch.  Além disso, em um ano em que 5 novas lojas foram abertas ao público, a companhia fortalece o setor da construção civil mais limpa, utilizando materiais pré-moldados, que podem posteriormente ser reciclados em suas obras.

Outro ponto de destaque é a economia de recursos naturais, com a adoção do reuso e o aproveitamento da água da chuva em algumas lojas. Essa medida é utilizada nos sanitários e na rega das plantas nos jardins, e representou, em 2020, uma economia de 693 mil litros de água.

A utilização de sistemas inteligentes de iluminação dimerizáveis que acionam a luz de forma automática, apenas quando falta claridade externa natural, também tem contribuído com a redução da energia elétrica, com uma economia anual de 159 mil quilowatts-hora.

Responsabilidade Social

A relação com a comunidade é outro valor importante dentro do grupo supermercadista. Os projetos Troco do Bem e Troco Solidário repassam valores doados pelos clientes, com um acréscimo de 5% do valor arrecadado feito pelo grupo Koch, para instituições sociais localizadas nas cidades onde as lojas estão instaladas. “Conseguimos envolver nossos clientes e ajudar as instituições que realmente fazem um trabalho social relevante. Nos orgulha dizer que em 2020 repassamos mais de R$ 484 mil reais que, certamente, fizeram a diferença na vida de muitas pessoas”, destaca Silva.

Já a tradicional Campanha do Agasalho arrecadou 15,5 mil peças de roupas, destinadas para famílias cadastradas nas assistências sociais dos municípios onde as lojas estão localizadas. De acordo com Tiago da Silva, reconhecer esses números é motivo de orgulho, pois a atuação da empresa vai muito além da geração de empregos, visando deixar verdadeiro legado para os moradores de cada um dos municípios.

“Principalmente no âmbito social, pois acreditamos no nosso papel de fazer a diferença na vida das pessoas com projetos como Troco do Bem, Troco Solidário, Campanha do Agasalho e patrocínio a projetos culturais por meio das Leis de Incentivo. Inclusive, por meio dessas Leis, repassamos mais de 1 milhão de reais para projetos que levam cultura e entretenimento para os nossos clientes e suas comunidades.”, destaca Silva.

Vale lembrar que o Grupo Koch preza pela transparência e é auditado pela PWC, empresa britânica referência mundial em auditorias, e que validou todos os esforços em prol de um crescimento sustentável e que valoriza as pessoas e o ambiente.

7 de setembro de 2021 0 Comentários
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Tendências

Wegmans é referência em ESG no mercado americano

De Administrador SH 7 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Rede de supermercados ocupa a primeira posição no ranking Companies That Care; apenas 4 varejistas estão entre as 100 primeiras colocadas

No varejo americano, a preocupação das empresas com seus colaboradores, comunidade e meio ambiente não está entre as prioridades. Com algumas notáveis exceções: a principal delas é a rede de supermercados Wegmans, líder na edição 2021 do ranking Companies That Care, da revista People. A lista reúne as 100 empresas americanas que mais demonstram respeito, cuidado e atenção com seus colaboradores, comunidades e meio ambiente.

Presente no ranking há cinco anos, a Wegmans é acompanhada por apenas três outras varejistas entre as 100 empresas. Publix Supermarkets (18ª posição), Target (23ª colocada) e Nugget Market (42ª) também foram incluídas. A lista Companies That Care é uma parceria da revista People com o Great Place to Work Institute, elaborada a partir de mais de 5 milhões de entrevistas com colaboradores de empresas de diversos setores da economia.

“Nossa filosofia sempre foi de tratar bem da nossa equipe, para que ela cuide dos nossos clientes. Não há nada mais importante para nós que cuidar bem dos nossos colaboradores. Por isso, esse prêmio representa muito para nossa família e nossa empresa”, afirma Colleen Wegman, presidente e CEO da Wegmans. A supermercadista conta atualmente com 106 lojas na costa leste dos Estados Unidos e é a 35ª maior varejista de alimentos do mercado americano.

O top 10 do ranking Companies That Care é bastante diversificado: além da Wegmans, estão presentes Cisco (tecnologia), PulteGroup (construção), Hilton (hotelaria), Accenture (consultoria), Capital One (serviços financeiros), Camden Property Trust (setor imobiliário), Bank of America (serviços financeiros), Salesforce (tecnologia) e Hewlett Packard (tecnologia). A lista completa está disponível no site do Great Place to Work.

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Varejo

Alimentos básicos retomam a liderança frente a inflação

De Administrador SH 7 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Análise da Kantar aponta que cereais e proteínas se destacaram no segundo trimestre de 2021

A pandemia de Covid-19 impactou a renda dos brasileiros. Mesmo com a prorrogação do auxílio emergencial, a quantidade das pessoas que receberam o benefício foi menor, assim como o valor, o que não trouxe um impacto positivo no consumo no último ano.

E ainda que a taxa de desemprego esteja estável, 17% dos lares brasileiros contam com ao menos uma pessoa que perdeu o trabalho após o início da pandemia, segundo o estudo LinkQ Covid da Kantar. Dentro desse universo, 80% são lares da classe CDE.

Quando o assunto é alimentação, as refeições voltaram ao básico, muito impactadas pelos aumentos de preços vistos nos últimos períodos. Só no primeiro semestre deste ano, o preço médio pago pelos consumidores subiu 11,8%. Sendo assim, pratos como arroz, feijão e bife ou filé com salada foram as opções de escolha dos consumidores entre os que mais cresceram ocasiões de consumo no almoço e jantar dentro de casa.

Em contrapartida, a tendência do “preparo mais elaborado” desacelerou fortemente. Houve queda da busca pela farinha de trigo, que vinha se destacando nos últimos estudos e agora perdeu mais de 2,3 milhões de lares compradores. Como resultado, menos bolos (-11,7%) e pães (-9,8%) sendo preparados em casa.

De acordo com o Consumer Insights, os brasileiros estão procurando categorias mais práticas e convenientes, como batatas congeladas e empanados, que se destacam em todas as classes sociais. Mas outra necessidade que volta a se destacar é a preocupação com a nutrição e saudabilidade.

Em todas as refeições – café da manhã, almoço, lanches e jantar – há um aumento da busca por saudabilidade. O estudo mostra que os consumidores mais maduros estão atentos à dieta (26,7%), enquanto lares com mais crianças e adolescentes focam a preocupação na nutrição (9,1%).

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Varejo

Carrefour é agora 7,8% brasileiro com a saída de Bernard Arnault

De Administrador SH 6 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

O empresário Abilio Diniz é um dos nomes de peso no capital do Carrefour, com participações própria e via Península

O bilionário francês Bernard Arnault, dono do grupo LVMH e um dos principais acionistas do Carrefour, vendeu recentemente a sua participação de pouco mais de 5% da cadeia de supermercados, segundo o ‘El Economista’.

A saída de Arnault abre assim espaço ao predomínio de investidores de outros países, com o Brasil a posicionar-se em segundo lugar.

Atualmente, a participação de 19% da multinacional francesa está dividida em duas, com 7,84% a pertencerem a investidores brasileiros e 10,1% a franceses, mais precisamente à empresa Galfa, que é controlada pela família Moulin.

Abilio dos Santos Diniz é um dos nomes de peso no capital do Carrefour, no qual dispõe de 4,7% através da empresa Península, enquanto os outros 3,1% estão em seu nome. A sua participação direta tem vindo a crescer notoriamente, dado que em setembro de 2019 cingia-se a 0,12%.

A saída de Arnault do Carrefour pode suscitar alguma perplexidade, visto que envolveu perdas: em 2007, aquando da sua entrada no capital, o preço ascendia a 50 euros por ação, enquanto Arnault vendeu sua participação com as ações da rede de supermercados por cerca de 16 euros.“

“A venda da participação de 5,7% da Arnault no Carrefour por 16 euros cada ação pode levantar preocupações de que a recuperação da receita e das margens do retalhista seja um projeto de longo prazo e que os lucros tenham sido potencialmente alcançados de forma imediata”, explicaram analistas da Bloomberg Intelligence.

Fonte: Por Inês Amado, Executive Digest

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Tendências

O que os consumidores valorizam na retomada pós-pandemia?

De Administrador SH 6 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Estudo do FMI mostra que segurança continua sendo um aspecto chave na decisão dos consumidores sobre onde comprar

Uma pesquisa realizada pela Food Industry Association (FMI) mostra que a maioria dos americanos adultos não projeta um retorno à “vida normal” no próximo trimestre. Segundo o U.S. Grocery Shopper Trends Tracker, os consumidores esperam que o varejo faça sua parte no combate ao coronavírus: 77% dos entrevistados dizem se sentir seguros em lojas em que vacinação e uso de máscaras são requisitos tanto para os colaboradores quanto para os clientes.

Quando esses itens não estão presentes, a confiança na ida à loja física recua pela metade. Para 87% dos consumidores, medidas de higienização e distanciamento social fazem com que a ida à loja física se torne mais atraente.

A pesquisa, feita com 1.617 consumidores americanos adultos no início de agosto, mostra que a preocupação com a Covid, embora continue sendo majoritária, já não é tão grande quanto no passado. Atualmente, 53% dos americanos dizem estar extremamente ou muito preocupados com o vírus, contra 64% na edição de fevereiro do estudo.

Ao mesmo tempo, o índice de consumidores que acreditam que comprar pessoalmente no supermercado é seguro subiu de 50% para 60%. Com um detalhe importante: embora visitem os supermercados, os consumidores vão menos vezes às lojas e passam menos tempo no PDV em cada ida.

Quando visitam as lojas, porém, os clientes sentem-se seguros ao ver lojas limpas e higienizadas (60%), quando têm álcool gel ou panos umedecidos disponíveis para limpeza dos carrinhos de compra (53%) e quando veem medidas de higienização na loja (48%).

A disponibilização de álcool gel no checkout (45%), medidas de reforço ao distanciamento social, como marcações de espaço nas filas (43%) e máscaras sendo oferecidas pela loja (41%) também são pontos que contribuem para a sensação de segurança dos clientes, segundo a pesquisa.

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Varejo

Pandemia acelera consumo de embalagem preferida dos brasileiros

De Administrador SH 6 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

O uso individual do produto disparou no primeiro semestre segundo entidade do setor

A latinha de alumínio é a embalagem para bebidas preferida pelos brasileiros. Prova disso é o crescimento constante do setor na última década. Mesmo com os problemas enfrentados com a pandemia da covid-19, o setor registrou mais um aumento expressivo no primeiro semestre deste ano frente ao mesmo período de 2020 (22,6%). Os dados são da Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alumínio (Abralatas).

Nos primeiros seis meses deste ano, as latinhas que envasaram bebidas alcóolicas foram responsáveis pela ascensão de 19,7% das vendas. O resultado ampliou a liderança da embalagem no setor cervejeiro mostrando que principalmente os consumidores de cerveja optaram pela lata nos últimos meses. A cerveja e o energético são produtos que se destacaram neste período. Em relação ao formato, tem crescido as vendas do tipo sleek de 269 ml.

O presidente executivo da Abralatas, Cátilo Cândido, explica que, mesmo com a pandemia do coronavírus, o momento é de expansão para a indústria.

“Nos deixa orgulhosos ver um setor pujante, que num momento tão difícil como este, vem fazendo a sua parte com geração de empregos, renda e abrindo novas oportunidades de negócios”, declara.

Vale lembrar que, em 2020, o setor também registrou aumento de 7,3%.

“Além da chegada das três novas fábricas, também estamos ampliando as linhas de produção das existentes. Se analisarmos o Brasil, sob a perspectiva das latas de alumínio, veremos que o país entrou de vez no mapa de investimentos da nossa cadeia produtiva”, afirma Cândido.

As vantagens ambientais, a diversidade de produtos e uma inédita estreita relação com os consumidores são algumas das apostas do setor para os próximos anos.

Sustentabilidade

A latinha de alumínio é a embalagem mais sustentável do planeta. No Brasil, ela é responsável por um quarto de todo o alumínio comercializado e a taxa de reciclagem em 2020 foi de 97,4%, gerando renda para mais de 800 mil pessoas.

O elevado índice de reciclagem contribuiu historicamente para evitar a emissão de 19 milhões de toneladas de gases de efeito estufa entre 2005 e 2020, sendo 1,8 milhão de toneladas apenas no ano passado.

Além da sustentabilidade, a embalagem traz outras vantagens para o consumidor final como a variedade de produtos e formatos, além de favorecer o consumo individual e mais seguro.

Fonte: Bússola, Exame

6 de setembro de 2021 0 Comentários
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Varejo

Aposte nas bolhas para acelerar seus negócios

De Administrador SH 6 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

União Brasileira de Vitivinicultura contabiliza movimento substancial da bebida que combina tanto com o nosso clima

Nos sete primeiros meses de 2021, vinícolas brasileiras venderam quase 18 milhões de litros, o equivalente a mais de 15% do registrado de janeiro a dezembro de 2019. Só de espumante brut, o crescimento foi de 37% em julho em comparação ao mesmo período de 2020..

O mês de julho, historicamente um dos tradicionais na venda de vinhos finos, registrou melhor desempenho percentual de vendas para os espumantes brasileiros do tipo brut com um incremento de 37,09% em relação ao mesmo mês de 2020, o que significa que a indústria está abastecendo o varejo com produtos para o verão.

Apesar do mês de julho ter registrado uma queda de 33,04% nas vendas em relação ao mesmo mês do ano passado, a comercialização de vinhos finos brasileiros de janeiro a julho de 2021 já supera o volume comercializado nos 12 meses de 2019. De 15,4 mi de litros em todo ano retrasado, o setor comemora um salto para 17,8 mi de litros nos sete primeiros meses deste ano.

Já o acumulado nos sete meses de 2020, de 14,6 mi de litros, passou para 17,8 mi de litros este ano, um aumento de 21,76%. A expectativa do setor é que a velocidade das vendas no mercado interno seja retomada, mantendo o bom momento vivido pelo vinho brasileiro até junho.

Para o presidente da União Brasileira de Vitivinicultura (Uvibra), Deunir Argenta, os dados mostram um avanço histórico, porém não determinante. “O brasileiro está degustando mais vinho e isso é muito bom. O mercado é plural, está abastecido por múltiplas marcas e estilos e as experiências são ilimitadas. Essa evolução é muito positiva, mas não conseguimos acompanhar o desempenho do ano passado”, destaca. Os 3,8 mi de litros de vinhos finos distribuídos no mercado interno em julho de 2020 caíram para 2,5 mi de litros no mesmo mês deste ano.

Suco de uva lidera crescimento nas exportações

Incremento foi de 240% nos sete primeiros meses do ano, seguido pelos vinhos finos com 119%

O bom momento vivido pelo vinho brasileiro vai além fronteira. Mas os holofotes estão voltados para o suco que de janeiro a julho alcançou um aumento de 239,70% de aumento no volume que saiu do Brasil, passando de 435.102 litros para 1,47 mi de litros. O quadro também é positivo em relação aos vinhos finos que dobraram as exportações passando de 2,1 mi de litros para 4,7 mi de litros no mesmo período, um incremento de 119,34%.

Mesmo com um desempenho menor, todavia positivo, estão os espumantes com 53,33% de acréscimo na presença no exterior, passando de 322.458 litros para 494.411 litros de 2020 para 2021.

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Varejo

Pringle’s avança em market share com produção local

De Administrador SH 6 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Nacionalização da batata reflete diretamente no preço e paladar do produto. Veja como isso impactou os resultados da companhia

O carrinho de compras está maior, e o bolso do consumidor, mais apertado. Em julho, supermercados faturaram 5,94% a mais em relação ao ano anterior. Enquanto isso, os itens por carrinho caíram 8,75%, segundo levantamento da consultoria GS Ciência do Consumo.

Com o menor poder de compra, porém, a tendência é de que saiam da lista marcas e produtos mais caros. Pulam para dentro os baratinhos. A Kellogg, empresa americana que tem o Brasil como prioridade entre os países emergentes, conseguiu equalizar melhor a questão do preço de seus produtos ao bolso do consumidor graças à produção local.

Não que os produtos da dona da marca Pringles sejam populares. Mas a companhia dobrou a participação de mercado no Brasil em 2020 e pretende assumir a liderança da categoria salgadinhos de batata no fim do ano que vem. Motivo: ergueu uma fábrica no Brasil – quando a situação, mais uma vez, começou a apertar.

Depois de comprar a fabricante de biscoitos Parati, em 2016, a companhia investiu mais US$ 100 milhões em seu parque industrial em Santa Catarina. Assim, desde 2018, as batatinhas passaram a ser produzidas no Brasil. Por isso, enquanto o dólar disparou no último ano, o preço da Pringles ao consumidor final passou de algo entre R$ 11 e R$ 14, há três anos, para cerca de R$ 10, hoje. Nas palavras de Alberto Raich, vice-presidente e gerente-geral da Kellogg no Brasil, se a produção não tivesse sido nacionalizada, “o produto se tornaria inviável”, com a alta do dólar.

“O crescimento não foi uma surpresa”, afirma Raich. “Com a operação no Brasil e o investimento (na fábrica), temos capacidade de fazer ações de marketing e operar bem o negócio.”

A fábrica brasileira ainda permitiu que os produtos se adaptassem ao gosto do brasileiro. Foram criadas variações regionais, como as de sabor churrasco.

Um dos cuidados da companhia de agora em diante, porém, é manter o preço do produto final. “Há inflação de matérias-primas, e estamos buscando corrigir”, diz Raich. “Isso se faz na escala com fornecedores, melhores negociações, revisão de estruturas de produção e ganhos de eficiência. Não queremos reduzir investimentos no mercado ou na nossa gente (funcionários).”

Segundo especialistas, o momento é delicado, e as marcas têm se esforçado para manter vendas – e isso inclui repensar o marketing. “As empresas têm procurado previsibilidade”, diz Thiago Simonato, CEO da GS Ciência do Consumo. “Em uma campanha pague um leve dois, é imprevisível o volume que ela pode ganhar.” Por isso, muitas marcas que perderam com a inflação têm optado, muitas vezes, por ações que envolvem sorteios. Nessa modalidade, a empresa sabe o gasto e, segundo Simonato, a chances de aumento de vendas são altas. “Brasileiro adora sorteio.”

Fonte: Por Talita Nascimento, Estadão

6 de setembro de 2021 0 Comentários
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ESG

BRF reforça agenda ESG a curto prazo

De Administrador SH 6 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Economia de água e compra sustentável de grãos estão entre as diretrizes para 2025

A BRF assumiu o compromisso de reduzir em 13% o indicador de consumo de água (m³/ton) até 2025 e atua no engajamento de seus colaboradores para alcançar a meta.

Em junho, a empresa registrou redução de 4% no consumo do recurso, economia de cerca de 473 milhões de litros em um mês, equiparado ao mesmo período de 2020. O montante é suficiente para abastecer 4,3 milhões de pessoas (equivalente ao estado do Amazonas) por um dia, 143 mil pessoas (equivalente à cidade de Paranaguá, no Paraná) durante 30 dias ou, ainda, encher 430 piscinas olímpicas.

Os dados positivos refletem a Campanha pela Redução do Consumo de Água, realizada ao longo do mês, que contou com o apoio dos colaboradores das unidades produtivas da companhia no Brasil.

“Como empresa global, temos a responsabilidade de promover o uso sustentável dos recursos naturais em nossa cadeia de valor. Para isso, assumimos o compromisso público de redução de água até 2025 e contamos com norma corporativa específica, além de atuar na conscientização. A sustentabilidade está em nossa Essência e as ações para preservação da água, recurso escasso e fundamental, refletem a nossa preocupação com as pessoas e com o planeta”, declara Mariana Modesto, diretora de Sustentabilidade da BRF.

A Companhia segue padrões de qualidade rigorosos que garantem a conformidade com todos os regulamentos do Ministério da Agricultura sobre o consumo e qualidade de água nos processos.

O monitoramento do uso da água é uma prática diária nas operações, com indicadores e índices que fornecem subsídios para uma tomada de decisão ágil, a fim de garantir o uso eficiente e o cumprimento dos requisitos legais em todas as operações. Para chegar a esses resultados, a companhia trabalha em três pilares específicos para atingir uma redução significativa de água: Gestão de Consumo, Reuso da Água e Parcerias.

Em Gestão de Consumo, é aplicada a automação e controle das medições do uso de água, feito um monitoramento de KPIs de consumo por processos e a implementação de diretrizes e padrões para gestão do recurso, além da promoção de treinamentos e sensibilização para seu uso de forma racional e cumprimento nas diretrizes.

Na parte de Reuso da Água é realizada a definição e execução de projetos para aumentar seu reuso. Já em Parcerias, são desenvolvidas de novas tecnologias e estudos de viabilidade e técnica e regulatória para reuso de água.

Agenda de Sustentabilidade

A empresa acaba de publicar sua política de compra sustentável de grãos. Alinhada ao compromisso assumido publicamente em 2020, de garantir a rastreabilidade de 100% dos grãos adquiridos na Amazônia e no Cerrado até 2025, a política reforça o objetivo da empresa em ter uma cadeia de fornecimento mais sustentável, atuando com a implementação de diretrizes, por exemplo, em prol do desmatamento zero no bioma Amazônico. A política está ainda em sintonia com uma das frentes de ação para a Companhia se tornar Net Zero até 2040.

“Estamos dando mais um passo que reforça nosso compromisso com a sustentabilidade. Aperfeiçoando nossos processos e trabalhando em prol do meio ambiente e no combate ao desmatamento. A política mostra que a gestão sustentável é uma prática inegociável de trabalho da Companhia, com foco na utilização dos recursos naturais de forma consciente e eficiente”, declara Grazielle Parenti, vice-presidente global de Relações Institucionais e Sustentabilidade da BRF.

Sob responsabilidade das vice-presidências de Relações Institucionais e Sustentabilidade e de Planejamento Integrado e Logística, a nova Política define procedimentos de compra de grãos com os parceiros de negócios em áreas de alta vulnerabilidade social e ambiental, com risco de desmatamento. Determina ainda diretrizes no que diz respeito aos compromissos estabelecidos, bem como os princípios a serem aplicados no negócio, com foco na incorporação de aspectos ambientais, sociais e práticas sustentáveis para gestão da cadeia de grãos da BRF.

Com a política de compra sustentável de grãos, a BRF reforça sua agenda ESG e seu planejamento estratégico Visão 2030, focando em ações de transformação positiva na cadeia, meio ambiente e nas comunidades em que a Companhia está inserida. Para cumprir com essas diretrizes, a Companhia conta com uma plataforma tecnológica que integra processos que envolvem a rastreabilidade dos produtos e analisa a origem dos grãos adquiridos, trazendo mais transparência, assertividade e agilidade aos processos de compra por conectar os produtores diretamente à BRF.

6 de setembro de 2021 0 Comentários
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Publicação oficial da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)

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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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