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quarta-feira, setembro 30, 2026
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ESG

BRF prioriza o bem-estar animal na cadeia produtiva

De Administrador SH 5 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH

Companhia firmou compromissos globais para adotar ações robustas em melhores práticas de maneira integrada

A BRF vem atuando para transformar positivamente toda a sua cadeia de produção com melhores práticas em bem-estar animal que envolvem produtores, parceiros e colaboradores.  A Companhia conta com diversos compromissos públicos relacionados ao tema e metas específicas para avançar cada vez mais em seus processos, de forma integrada, abrangente e transparente – com dados disponíveis em seção dedicada do site Global: https://www.brf-global.com/sustentabilidade/bem-estar-animal/

“As ações de bem-estar animal da BRF estão alinhadas ainda com as melhores práticas globais, com o estabelecimento de padrões para assegurar nossos processos. A BRF segue ainda parâmetros nacionais e internacionais, O bem-estar animal está inserido no Sistema de Excelência Operacional (SEO) no pilar de Sustentabilidade da Companhia. Também adotamos padrões de certificações renomadas, como GLOBAL G.A.P. (CFM e IFA) e Certified Humane, que são aplicadas à criação e ao abate de animais”, conta Mariana Modesto, diretora de Sustentabilidade da BRF.

No final de 2020, a BRF anunciou uma série de metas e compromissos públicos pelo Bem-estar Animal, que visa garantir melhor qualidade de vida das aves e suínos que fazem parte de sua cadeia produtiva. Anteriormente, de forma pioneira assumiu publicamente a aquisição de ovos somente de galinhas cage-free (galinhas criadas livres de gaiolas) para uso como ingrediente em seus processos industriais e a transição do sistema de alojamento coletivo para matrizes suínas. O compromisso para uso de ovos cage-free, com prazo firmado até 2025, foi antecipado em cinco anos nas operações do Brasil e, desde o ano passado, a Companhia utiliza apenas ovos provenientes de galinhas livres de gaiolas em seus produtos industrializados que levam essa proteína na formulação.

Em 2021, a área passou a fazer parte da nova vice-presidência de Institucional, Reputação, Instituto BRF e Sustentabilidade (IRIS), expandindo na reestruturação da gestão corporativa. Também, em 2021, foram criadas a Diretoria de Sustentabilidade e a Gerência de Bem-estar Animal, com equipe formada por médicos veterinários e zootecnista totalmente dedicados às tratativas e avanço da temática, demostrando a importância do tema na Companhia.

Monitoramento, controle e gestão são alinhados em toda a cadeia produtiva. As práticas que garantem o bem-estar animal são aplicadas em toda a produção da Companhia e estendidas aos produtores integrados responsáveis pela criação dos animais. A BRF vem consolidando o uso da ferramenta de Matriz de Conformidade em bem-estar animal e tem como base o atendimento à legislação nacional e protocolos internacionais vigentes, especialmente para os processos de abate de suínos e aves, além da produção agropecuária de suínos de campo, frangos e perus de corte. Dessa forma, as unidades realizam autoavaliações mensais nos principais requisitos de BEA.

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Pessoas

Projeto inovador da P&G quer fazer a diferença com inclusão e diversidade

De Administrador SH 5 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH

“22 vozes” busca expoentes na faixa etária dos 18 aos 24 anos para participarem da aceleradora social da companhia

A iniciativa, encabeçada pela Juliana Azevedo, presidente da P&G Brasil, visa identificar futuras lideranças de comunidades que promoverão mudanças e multiplicarão ações no próximo ano servindo de referência para as próximas gerações

A P&G, uma das maiores empresas de bens de consumo do mundo, fortalece a sua jornada intencional de ser um agente efetivo na geração de soluções para as principais questões da sociedade e lança o projeto 22 Vozes para 2022. A iniciativa, liderada pela Juliana Azevedo, presidente da P&G Brasil, tem o objetivo de identificar 22 jovens potência e futuras lideranças, de 18 a 24 anos, com ideias brilhantes para capacitá-los de maneira que possam colocá-las em prática no próximo ano e mobilizem mudanças em suas comunidades por meio do diálogo com sociedade civil, organizações privadas e líderes de opinião.

“Desde que assumi a presidência da P&G, tenho o propósito pessoal de fazer com que a companhia seja uma força ainda maior para o bem e cada vez mais um agente efetivo na geração de soluções. Acredito que os jovens, em especial, são o futuro do nosso país e a esperança para prosperarmos. Por isso, precisamos oferecer ferramentas e oportunidades para que esses jovens se tornem referência e inspiração para a sociedade”, afirma Juliana Azevedo, presidente da P&G Brasil.

Os jovens interessados em participar do projeto deverão se inscrever na plataforma da Aceleradora Social P&G. As inscrições começam 04 de agosto de 2021 e vão até 03 de setembro de 2021. Os principais critérios de seleção são a atuação do jovem em sua comunidade e o potencial da transformação da realidade em que vive, por meio de projetos que devem contribuir para construir ações sustentáveis com áreas-chave da sociedade em 2022.

Para a realização do projeto, a Juliana Azevedo e a P&G buscam jovens com ideias focadas em: impacto na sociedade, equidade e inclusão, e sustentabilidade ambiental, áreas que conversam com os pilares de cidadania da companhia. Os candidatos serão avaliados por uma comissão julgadora, composta por líderes dos pilares de ESG da P&G e parceiros como a United Way Brasil, Tree Diversidade e Instituto PROA, que selecionarão os projetos, seguindo o regulamento.

Os 22 jovens selecionados serão organizados em duplas de trabalho para receberem mentoria de profissionais da P&G. O objetivo é possibilitar a troca de ideias e conhecimento entre os diversos participantes envolvidos, construindo assim uma rede de fortalecimento. Os profissionais deverão contribuir com know-how e incentivo ao cooperativismo e construção de rede para as áreas-chave do projeto.

Após a mentoria, a P&G realizará um Festival, em que as 22 vozes apresentarão seus projetos para contatos estratégicos que poderão eventualmente suportar suas causas. Serão convidados profissionais dos setores público, privado e terceiro setor para ouvir esses jovens e apoiarem em atividades, como treinamento de mídias sociais, gestão financeira, entre outros.

Os selecionados para o projeto receberão apoio de R$ 1.000 durante a jornada de dupla de trabalho, e, entre eles, um será eleito para receber apoio de R$ 10.000 após o Festival.

Perfil buscado pela P&G

Para a realização do projeto 22 vozes para 2022, o perfil que a P&G busca são jovens entre 18 à 24 anos que participam ou já participaram de grupos, coletivos, organizações e/ou similares, com experiência prévia em implementar ações estratégicas em sua comunidade. Serão aceitos moradores de qualquer região do Brasil com histórico e capital social de reconhecimento na atuação e liderança comunitária.

Como uma companhia que estimula e preza pela diversidade e inclusão, a P&G incentiva fortemente a participação de pessoas que se autodeclarem negros (as), indígenas, pessoas com deficiência e pessoas LGBTI+.

O projeto 22 vozes para 2022 acontece dentro da Aceleradora Social P&G, plataforma criada para acelerar projetos focados na solução de problemas causados ou agravados pela pandemia. Os interessados devem se inscrever no site www.aceleradorapgsocial.com.br .

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Varejo

Indústria desacelera ritmo de lançamentos em julho

De Administrador SH 5 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH

Mas saldo anual é positivo, de acordo da Associação Brasileira de Automação

O Índice GS1 Brasil de Atividade Industrial, apurado pela Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil apresenta queda de 14% na comparação com o mês anterior no dado livre de efeitos sazonais. A mesma tendência ocorre na comparação com o mesmo mês do ano anterior – queda de 28,5%. No entanto, o saldo continua positivo quando se observa o acumulado de 12 meses, tendo crescimento de 6,1% no índice.

“Após cinco meses de crescimento com relação ao ano anterior, o índice de Atividade Industrial apresentou queda em julho. Esse resultado mostra uma redução no ritmo da retomada na intenção de lançamento de produtos, mas não anula os ganhos obtidos em 2021, tendo o período acumulado 7,9% de crescimento”, comenta Virginia Vaamonde, CEO da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, sobre o período de janeiro a julho deste ano.

Quanto ao índice por setores, em doze meses, o setor têxtil foi o que melhor se saiu com alta de 14,3%. O segmento de alimentos teve Índice GS1 negativo de 17% no mesmo período.

Os setores de bebidas, vestuários e acessórios e produtos diversos lideraram no vermelho com números superiores a 40% de queda em lançamentos também nos últimos 12 meses.

O IGS1 é o índice antecedente de produção industrial que mede a intenção de lançamento de produtos no Brasil, por meio dos pedidos de códigos barras pelas empresas.

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Varejo

Assaí amplia presença no interior paulista

De Administrador SH 5 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH

Atacarejo com 13 mil m² fica na mesma rua onde já existem o Higa e o Atacadão

A nova unidade em Santa Bárbara d’Oeste será a sexta loja do Assaí na Região Metropolitana de Campinas (SP), com duas unidades atualmente em Campinas, e também nas cidades de Paulínia (SP), Hortolândia (SP) e Indaiatuba (SP).

A inauguração do atacarejo de 13mil m² que conta com investimentos de R$ 60 milhões, está prevista para outubro na rua da Agricultura onde estão localizados seus concorrentes Higa e Atacadão.

Cerca de 300 colaboradores serão admitidos para trabalhar na unidade. Entre os postos dos setores, estão chefe de seção, fiscal de prevenção de perdas, repositor de mercadorias, operador de caixa, auxiliar de manutenção, operador de empilhadeira, açougueiros e auxiliares de açougue, entre outras funções.

Há também oportunidades exclusivas para pessoas com deficiência.

Interessados devem se cadastrar exclusivamente no site até o dia 17 de setembro. Para iniciar a participação no processo seletivo, é necessário ter em mãos RG, CPF, número de telefone e endereço de e-mail.

Como medida de prevenção contra o coronavírus (Covid-19), o processo seletivo da rede foi adaptado para ser realizado 100% online. A seleção online permite que o candidato acompanhe a sua evolução na plataforma.

A unidade do Assaí em Santa Bárbara fica na rua da Agricultura, em frente ao Shopping Tivoli .

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Varejo

Venda de vinhos bate mais um recorde

De Administrador SH 5 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH

Vinícolas brasileiras comemoram o salto expressivo nas comercializações dos rótulos nacionais

Entre janeiro e junho deste ano, a venda de vinhos finos brasileiros praticamente alcançou o volume registrado em todo 2019. Se comparado ao mesmo semestre de 2020, o crescimento foi de 41,15%, passando de 10,8 mi de litros para 15,2 mi de litros.

Os espumantes também estão em alta, com destaque para o tipo brut com 3,7 mi de litros, o correspondente a 52,03% de incremento se comparado ao mesmo período do ano passado. Os moscatéis tiveram alta de 43,30% chegando a um volume de 2,4 mi de litros. Já o suco de uva, que vinha amargando queda, retoma as vendas com um discreto crescimento de 3,56% com 77,7 mi de litros.

Os dados oficiais são da União Brasileira de Vitivinicultura (Uvibra), com base no Sistema de Cadastro Vinícola da Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural do Rio Grande do Sul.

É fato que nunca antes na história da vitivinicultura brasileira se vendeu tanto vinho e espumante para o mercado interno, o que anima o setor que, encontrou na pandemia do Coronavírus, uma grande oportunidade de ser conhecido, degustado e aprovado pelos próprios brasileiros.

O presidente da Uvibra, Deunir Argenta, comemora o momento, apostando num futuro ainda mais promissor. “Estamos colhendo o que plantamos há muitas safras. Não é por acaso que o vinho brasileiro vive este reconhecimento pelos próprios brasileiros. Muito investimento foi feito, o que proporcionou uma grande transformação nos últimos 10 anos”, destaca. “Aprendemos, depois de muita tentativa e erro, além de estudos, que tudo começa no vinhedo e é a partir dele que o nosso vinho vem conquistando cada vez mais consumidores”.

O vinho brasileiro conquistou a confiança dos canais de venda e dos consumidores. A ampliação dos pontos de comercialização, a melhor distribuição, o preço justo, a diversidade e a qualidade dos vinhos, espumantes e do suco de uva nacional contribuíram para o momento vivido que, segundo a entidade, não apenas deve se manter como evoluir, assim como os melhores vinhos.

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ESG

Nestlé vai economizar 87 milhões de plástico virgem por ano

De Administrador SH 5 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH

A companhia ouviu o consumidor para lançar iogurtes em embalagens recicláveis

Até setembro, todos os pontos de vendas no País já terão as novas garrafas de iogurtes Nestlé feitas de plástico reciclado pós-consumo (conhecido como PET-PCR), um material seguro e tecnicamente aprovado pela Anvisa para o uso em alimentos.

Os consumidores começarão a encontrar nas gôndolas a linha de iogurtes Nestlé em garrafas de plástico reciclado de diferentes tamanhos das marcas Nesfit, Molico, Ninho, Neston e Nestlé. A iniciativa pioneira na categoria de iogurtes é trazida pela Iogurteria Nestlé por meio da DPA Brasil, joint-venture formada pela Nestlé e a cooperativa neozelandesa Fonterra.

Uma ampla pesquisa foi realizada com o consumidor para entender a importância da transição das garrafas para material de origem já reciclada, bem como a aceitação da apresentação final da embalagem. As garrafas são similares às produzidas com a resina de plástico PET virgem e o consumidor só consegue notar a diferença em função de uma leve alteração de cor e pelo rótulo, que indica o uso de plástico reciclado pós-consumo.

Somado a isso, todas as novas embalagens terão a comunicação do Projeto Re, criado pela Nestlé em 2019, que tem como premissa REduzir, REcriar e REpensar os aspectos-chave das operações, além de educar e abrir o diálogo com os consumidores e apoiar o desenvolvimento da cadeia de reciclagem e economia circular.

Com isso, deixarão de ser produzidos o equivalente a 87 milhões de garrafas feitas de plástico virgem por ano. `Seremos a primeira empresa de iogurtes a ter todas as garrafas da categoria produzidas com plástico reciclado pós-consumo, mantendo todas as características de produto e qualidade que nossos consumidores conhecem e confiam. Esse é nosso compromisso com a jornada por embalagens cada vez mais sustentáveis no nosso portfólio de iogurtes`, diz Gabriela Guerreiro, diretora de Marketing da DPA Brasil, Divisão de Iogurtes Nestlé.

Hoje, cerca de 95% das embalagens da companhia no Brasil são desenhadas para serem recicladas ou reutilizadas e o compromisso global é ter 100% até 2025. A produção de embalagens de PET reciclado para os iogurtes consome menos 79% energia na comparação com a PET virgem, o que também contribui com a redução de emissões de poluentes na ordem de 71%.

`Esse é um exemplo de como podemos ter uma embalagem sustentável e um forte incentivo à economia circular, estimulando que as cooperativas evoluam junto com a empresa na retirada do meio ambiente de garrafas PET que são transformadas e reaproveitadas pela nossa produção. Além disso, a inclusão do selo RE faz as pessoas repensarem suas atitudes e se somarem ao movimento de reciclagem para que possamos inspirar mais iniciativas como essa`, observa a Head de CSV (Criação de Valor Compartilhado) da Nestlé Brasil, Barbara Sapunar.

A Iogurteria Nestlé também realizou a substituição dos canudos de plástico por canudos de papel na sua linha de leite fermentado Chamyto Box. São 53 milhões de canudos de plástico substituídos por papel ao ano. Em dezembro do ano passado, a Nestlé anunciou a retirada de 100% dos canudos plásticos de seu portfólio de bebidas, substituídos por alternativas de papel.

A iniciativa é uma continuação da jornada iniciada em 2019, com o anúncio da retirada de parte dos canudos plásticos de Nescau Prontinho. A Nestlé deixa de utilizar mais de 300 milhões de canudos plásticos por ano a partir de 2021, totalizando cerca de 128 toneladas de plástico a menos.

Fonte: Portal ABC

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Varejo

Pepsi vende marcas de sucos

De Administrador SH 4 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH

Procura por bebidas saudáveis e sem açúcar, tem levado a companhia a realizar uma grande revisão em seu portfólio

A americana PepsiCo acertou a venda de uma participação majoritária em suas marcas de sucos Tropicana e Naked à firma francesa de private equity PAI Partners por US$ 3,3 bilhões. A transação faz parte dos esforços da companhia em se concentrar mais em bebidas sem calorias e em produtos com menos impacto ambiental.

A PAI Partners, que também é dona das marcas Häagen-Dazs e Mövenpick em parceria com a Nestlé, comprará 61% de uma nova empresa que terá o direito a usar as marcas de sucos. A Pepsi será dona dos 39% restantes.

A transação deixará a Pepsi “livre” para direcionar o foco ao crescimento em áreas como lanches nutritivos, bebidas sem calorias e produtos SodaStream, disse o CEO da múlti, Ramon Laguarta, em comunicado. A Pepsi comprou a SodaStream, fabricante de um aparelho que adiciona gás à água, por US$ 3,2 bilhões em 2018.

A Tropicana e a Naked estão “ambas no lado certo e no lado errado” de uma tendência de mudança para produtos mais saudáveis, disse Frédéric Stévenin, sócio-gerente da PAI Partners, ao “Financial Times”.

“A categoria de sucos tem registrado crescimentos mais baixos nos últimos dois anos em razão do açúcar”, afirmou. “Há muito açúcar natural no suco, mas há coisas boas em termos de vitaminas e fibras”, realçou.

Ele disse, no entanto, que as vendas subiram durante a pandemia porque os consumidores passaram a tomar mais vezes o café da manhã em casa e quiseram reforçar seus sistemas imunológicos com produtos com alto teor de vitamina C. Isso poderia dar “ímpeto” às marcas, disse.

A receita líquida dos negócios de sucos girou em torno aos US$ 3 bilhões em 2020, segundo a Pepsi. A empresa informou que usará os recursos da venda para “fortalecer seu balanço patrimonial”. O processo de mudança rumo a uma linha de produtos mais saudável foi iniciada por Indra Nooyi, ex-executiva-chefe da Pepsi, e continua com o sucessor Laguarta.

Fabricantes de grandes marcas de produtos de consumo, como Pepsi e a rival Coca-Cola, vêm tentando se desfazer de produtos mais açucarados, uma vez que os consumidores mais jovens optam cada vez mais por alternativas ditas “mais saudáveis”. A Pepsi, contudo, também vem direcionando sua atenção à expansão do portfólio das chamadas bebidas energéticas.

Em 2020, a Pepsi comprou a Rockstar Energy Beverages, por US$ 3,85 bilhões, incorporando uma marca de alto crescimento à sua linha de bebidas energéticas, que inclui nomes como Mountain Dew Kickstart, Game Fuel e AMP.

A PAI Partners, que administra cerca de € 15 bilhões, comprará a participação nas marcas de suco da múlti americana com dinheiro de seu sétimo fundo de private equity, de € 5,1 bilhões.

Fonte: Valor

4 de agosto de 2021 0 Comentários
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Varejo

St Marche é mais uma varejista que vai abrir seu capital

De Administrador SH 3 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH

Com capitalização, companhia visa impulsionar expansão e colocar seu caixa em dia

As redes St Marche e Empório Santa Maria, da holding Hortus, convocaram os sócios para aprovar, na sexta-feira, uma proposta de abertura de capital. A operação deve ocorrer num momento que a rede cresce acima do mercado em vendas, mas acumula prejuízo há três anos e renegocia dívidas com bancos, segundo relatório da auditoria E&Y que acompanha as demonstrações financeiras de 2020.

O parecer do auditor e os resultados anuais foram divulgados dias antes da chamada da assembleia para aprovar a oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês).

Haverá emissão de novas ações e oferta de papéis dos controladores, com desdobramento das ações na proporção de três para um. O prospecto da oferta também deve ser aprovado na assembleia da sexta-feira. Bernardo Ouro Preto e Victor Leal são acionistas fundadores do grupo – eles abriram o St. Marche em 2002.

Em 2016, os sócios venderam 52% da empresa ao fundo americano Catterton principalmente para reduzir endividamento e voltar a acelerar aberturas, numa operação de R$ 226 milhões. A empresa foi avaliada em pouco menos de R$ 500 milhões. Os acionistas brasileiros ficaram com a fatia restante. Naquele ano, eram 20 pontos do St. Marche no país e o plano era, após o aporte, atingir 60 lojas em 2022. Hoje, são 21 unidades, além de uma loja do Empório Santa Maria.

Segundo o relatório da auditoria da rede, a E&Y, publicado neste mês e assinado em 7 de julho, a companhia fechou 2020 com capital circulante negativo de R$ 228 milhões (ativo de curto prazo menor que o passivo) e patrimônio negativo de R$ 163,2 milhões, com prejuízos desde 2018.

A E&Y ressalta que a companhia concluiu haver “expectativa razoável quanto a sua continuidade operacional”, citando medidas já implementadas e em andamento. O auditor considerou “aceitável” o julgamento da administração.

Essas medidas são detalhadas, segundo o auditor, nas notas explicativas, que não foram publicadas junto com as outras peças das demonstrações financeiras. Um aviso informa que elas estão à disposição na sede do grupo.

A auditoria também chama a atenção – “ênfase”, no jargão – para a reapresentação das demonstrações de 2019 e 2018, para corrigir erros e aprimorar o material para que se possa avançar no registro da empresa.

Segundo as demonstrações publicadas, a venda líquida subiu 23% em 2020, para R$ 810,5 milhões, e o prejuízo foi de R$ 10,4 milhões, frente a perda de R$ 37,2 milhões em 2019 e de R$ 51,6 milhões em 2018.

Os empréstimos e financiamentos de curto prazo eram R$ 203 milhões, quase 19% acima de 2019. O caixa somava R$ 65 milhões, pouco mais que o dobro de 2019.

Nos comentários da administração sobre os resultados, a Hortus diz que, “pelo primeiro ano, no histórico recente, apresentou um resultado do lucro líquido ajustado positivo”, refletindo um “sólido resultado das entregas em 2020”, um ano em que a crise acelerou a venda de alimentos. A administração cita ainda que vem buscando reduzir alavancagem, e que o nível de endividamento havia diminuído no ano passado.

Ainda relata também que o conselho de administração aprovou, meses atrás, um plano para voltar a investir em lojas físicas e alcançar expansão “sustentável”. “Desta forma, esperamos adicionar 4 novas lojas, sendo 3 lojas da marca St Marche e a 2ª loja da marca Empório Santa Maria, atingindo 25 lojas ao final de 2021”, informou o comando em seus comentários.

Procurada, a empresa não se manifestou.

No edital de convocação da assembleia, ao citar a Hortus, a empresa não menciona a operação do Eataly no país, negócio dos sócios brasileiros numa parceria com o grupo italiano dono da marca. A operação estava buscando outros sócios e uma nova capitalização, após o negócio – que inclui um braço de restaurantes – ter sentido o impacto do fechamento durante a crise, como relatou o Valor em abril. Os atuais acionistas fariam um aporte para dar algum fôlego financeiro e um novo parceiro injetaria recursos para a expansão.

Fonte: Por Adriana Mattos e Nelson Niero, Valor

3 de agosto de 2021 0 Comentários
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Varejo

Venda de cervejas premium surpreende mercado

De Administrador SH 3 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH

A pandemia trouxe mudanças no market share e acirrou a concorrência entre as cervejas mais caras

Os segmentos de cervejas premium e de preços intermediários têm obtido melhor desempenho do que os rótulos mais baratos. Os resultados do segundo trimestre da Ambev e do primeiro semestre da Heineken reforçaram essa visão. Na Ambev, com marcas como Stella Artois, Corona e Beck’s, a divisão premium teve crescimento de 35% no segundo trimestre ante mesmo período do ano anterior. A marca Heineken, que tem o Brasil como um de seus maiores mercados, viu sua categoria saltar cerca de 25% nos primeiros seis meses do ano.

Com a inflação de alimentos subindo e a renda disponível mais reduzida nas classes mais baixas, os produtos mais populares tendem a encontrar mais dificuldades. Na divisão da carteira desse consumidor, mais dinheiro acaba sendo direcionado a alimentos e outros itens essenciais. Nas classes mais altas, porém, há ainda uma poupança gerada pelo fechamento dos serviços durante a pandemia, impulsionando o consumo do que pode funcionar como uma espécie de indulgência após um momento de restrições. É o caso da cerveja de maior valor agregado.

O grupo Heineken afirmou que a venda de seu portfólio de marcas econômicas, que inclui Kaiser, Schin e Glacial, teve retração de 25% no primeiro semestre ante mesmo período de 2020. O resultado da categoria mais barata e as dificuldades de distribuição encontradas durante a pandemia pesaram sobre o desempenho da subsidiária brasileira, que tem concentrado esforços nas categorias de preços mais elevados e com margens de retorno mais atrativas. Além das premium, o portfólio intermediário, com marcas como Devassa e Amstel, cresceu 27% e 29% ante o ano anterior.

“No Brasil, o volume de cerveja diminuiu marginalmente à medida que continuamos a reequilibrar o portfólio e enfrentar restrições de capacidade”, informou a Heineken em seu relatório de resultados. Globalmente, o volume de cerveja do grupo cresceu 9,6%, com a receita saltando 14%, para € 9,97 bilhões.

No entanto, a administração da empresa afirma haver motivos para cautela, justamente em relação à produção. “Vemos um aumento nos custos das commodities, que, nos níveis atuais, começará a nos afetar no segundo semestre deste ano e terá um efeito material em 2022. No geral, esperamos que os resultados financeiros do ano inteiro permaneçam abaixo de 2019”, afirmou Dolf van den Brink, presidente da Heineken, na teleconferência com analistas. A pressão de custos também foi um alerta do comando da Ambev em sua apresentação ao mercado.

Na visão do analista do Bradesco BBI, Leandro Fontanesi, os resultados da Heineken fornecem uma leitura geral positiva para a Ambev, cuja recomendação do banco para a ação é de compra, com preço-alvo de R$ 21. Ele destaca que a Heineken disse que será “assertiva na precificação” nos próximos trimestres, o que pode significar aumentos de preços para lidar com a pressão de custos e pode abrir espaço para a Ambev também fazer reajustes. A equipe do banco prevê aumentos de 10% para as cervejas da Ambev vendidas no Brasil.

“Em segundo lugar, a Heineken mencionou que ainda enfrenta restrições de capacidade no Brasil e não deu nenhuma clareza sobre quando essas questões serão res olvidas, o que, portanto, parece apoiar nossa estimativa de crescimento de 6% em 2021 para o volume de cerveja da Ambev no Brasil.”

Ao contrário da concorrente, a Ambev não registrou queda no volume total de cervejas no Brasil e, sim, um crescimento de 12,7%, para 20,22 milhões de hectolitros. Foi o maior volume de cerveja de um segundo trimestre na história da companhia. Maior até do que o vendido na Copa do Mundo de 2014, no Brasil.

O avanço do portfólio premium foi classificado por Jean Jereissati, presidente da empresa, como “bom”. “O que vimos durante a pandemia foi justamente a resiliência do core [marcas principais]. O crescimento do premium é algo mais estrutural e de longo prazo. Estamos investindo muito nas marcas antes de qualquer aumento de participação, para de fato ter um negócio sustentável no longo prazo.” Entre as marcas principais da Ambev estão Skol e Brahma.

Jereissati diz que, no entanto, a companhia está empolgada, porque está crescendo rapidamente de “maneira muito sustentável” na categoria premium. “Posicionamento de marca crescendo de maneira sustentável e o aumento de volume vem na sequência”, disse.

Mas parte do mercado acredita que a Ambev deve começar a encontrar uma concorrência mais acirrada. É o que prevê a equipe do Bank of America (BofA). Em relatório publicado dias antes da divulgação de resultados da Ambev, os analistas escreveram que, pelo segundo trimestre consecutivo, a Amstel continuou aumentando a penetração em bares e restaurantes, atingindo 550 pontos de venda dos 5 mil que foram pesquisados, 10% de penetração, enquanto a marca Heineken teve uma taxa de penetração de 43%. De acordo com a equipe, a Amstel é uma ameaça principalmente para a Budweiser, por ter um preço mais baixo.

Ainda de acordo com o BofA, a Heineken é a melhor marca da categoria no canal de bares e restaurantes, estando presente em mais de 40% dos pontos de venda e tem melhorado sua disponibilidade, que encontrou dificuldades no momento mais crítico da pandemia. “Assim, vemos potencial para vendas cruzadas entre as duas marcas.”

A administração da Ambev, porém, segue confiante. O recado de Jereissati na teleconferência com analistas de mercado na semana passada foi de que o crescimento da companhia é estrutural e o grupo não deve perder mercado, mesmo com a volta mais consistente de bares e restaurantes.


Fonte: Por Raquel Brandão, Valor

3 de agosto de 2021 0 Comentários
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Varejo

Maioria dos brasileiros comprou mais snacks na pandemia

De Administrador SH 3 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH


Estudo da Mondelēz também revela como está participação do e-commerce nas vendas desta categoria

A Mondelēz International realizou um estudo de tendências de consumo global que analisa o papel dos snacks na vida dos consumidores em todo o mundo. O relatório revela informações e dados proprietários sobre a mudança de comportamento do consumidor, incluindo hábitos alimentares, tendências de compras e a crescente importância do consumo consciente de snacks durante a pandemia do COVID-19.

Para os brasileiros, consumir snacks durante a pandemia gerou momentos de conforto (44%), recompensa (36%) e alívio (34%). Além disso, 73% dos entrevistados disseram que uma alimentação balanceada pode sim incluir um pouco de indulgência e 71% afirmam que procuram snacks em porções controladas.

“Os resultados de nosso relatório State of Snacking reforçam o papel fundamental que os snacks desempenham na vida dos consumidores brasileiros, a crescente importância deles durante 2020 e os momentos de conforto que o snack proporciona enquanto os indivíduos e famílias ficam em casa e continuam a enfrentar os desafios trazidos pela pandemia”, disse Maria Claudia, Diretora de Assuntos Corporativos e Governamentais da Mondelez Brasil. “Os dados não apenas destacam o valor que os snacks tem para os consumidores, mas nos ajudam a entender ainda melhor as necessidades deles, para que possamos continuar a oferecer o snack certo, no momento certo, feito da maneira certo. Isso é Snacking Made Right”, finaliza.

Desenvolvido em parceria com a The Harris Poll, empresa especialista em pesquisas de consumo, o State of Snacking revela que os snacks continuam a exerum papel importante para as pessoas que buscam conexão, nostalgia, celebração ou um momento de indulgência. No Brasil, 51% dizem estar consumindo mais snacks do que antes da pandemia. Outro ponto destacado pela pesquisa foi a mudança de comportamento dos brasileiros na hora de comprar snacks. Antes da pandemia, 26% compravam online e 74% nas lojas físicas. Com o isolamento social, 43% disseram que começaram a usar os canais digitais para comprar snacks, enquanto 57% mantiveram suas compras nas lojas.

Os principais insights da pesquisa no Brasil:

·         Entre os pais brasileiros, 70% disseram que usam snacks como parte de atividades para manter as crianças entretidas durante a pandemia, como cozinhar, fazer biscoitos ou chocolates.

·         Para enfrentar a pandemia, 68% disseram que estão confiando mais em marcas que conhecem do que em novas.

·         Metade dos entrevistados (51%) disse que não consegue imaginar sua vida sem snacks – alguns dos principais benefícios dos snacks incluem ajudá-los a enfrentar o dia (55%) e nutrir suas mentes, corpo e alma durante esses tempos estranhos (61%).

·         77% dos entrevistados disseram que snacks ajudam a aliviar o stress, pelo menos às vezes.

·         As pessoas buscam snacks que sejam ricos em vitaminas (45%), baixo em açúcar, carboidratos e gorduras (34%), feito de ingredientes naturais e orgânicos (31%), que aumentam a imunidade (28%) e sejam baixos em calorias (27%).

·         Dos brasileiros que procuram snacks em porções controladas, 41% disseram que isso ajuda a aproveitar o momento de indulgência sem culpa, enquanto 34% afirmaram ter mais consciência do que estão comendo.

·         81% afirmaram que comprar snacks online foi mais fácil do imaginavam e 75% planejam continuar comprando snacks online após o fim da pandemia.

·         92% das pessoas disseram estão conscientes sobre a sua saúde, um aumento de 10% em relação a pesquisa 2019.

A pesquisa foi realizada com milhares de consumidores em 12 países e o objetivo é compreender melhor o papel que os snacks desempenham na vida das pessoas. Os dados destacam o crescimento dos snacks em todo o mundo e como o comportamento, o sentimento e as rotinas em torno dos alimentos estão sendo remodelados pelo COVID-19:

·         Mais da metade dos entrevistados disse que consumir snacks foi como um refúgio durante a pandemia (52%), especialmente os pais que trabalham em casa (69%).

·         O snack é um antídoto para a solidão e uma via para a conexão, pois 3 em cada 4 adultos no mundo fizeram uma conexão com outras pessoas por meio de comida em 2020(77%), incluindo fazer um lanche juntos (40%), dar um snack como um presente (31%), ou fazer compras de supermercado para alguém que não podia ir por conta própria (29%).

Os consumidores também continuam a destacar a importância dos snacks que lhes permitem levar estilos de vida mais saudáveis e aumentar o bem-estar emocional:

·         Comer snacks em casa está oferecendo às pessoas mais oportunidades de consumo consciente, com dois terços (66%) dos entrevistados observando que agora têm mais controle sobre o tamanho das porções ingeridas e que agora estão mais conscientes dos snacks de que seu corpo precisa (64%).

·         Os snacks também nutrem seu “corpo, mente e alma durante esses tempos estranhos” (64%), com aqueles que reforçam a imunidade em destaque (56%), e quase dois terços dos entrevistados notaram que comer snacks lhes rendeu ” momentos muito necessários” para si próprios (65%).

3 de agosto de 2021 0 Comentários
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