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quarta-feira, setembro 30, 2026
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Varejo

Foodtechs nadam de braçada com leite vegetal

De Administrador SH 26 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH

Consumo do público flexitariano praticamente dobrou em uma década no Brasil

Leite de aveia, amêndoas, castanhas, coco, arroz. Não faltam opções de bebidas vegetais além da soja. A cultura, que por muito tempo dominou esse mercado, com o peso do agronegócio e dos transgênicos, vem perdendo espaço para novas alternativas que crescem com a pegada vegana e sustentável e a promessa de melhor experiência de consumo, para atender um público mais consciente.

O surgimento de foodtechs (startups de alimentação) no País a partir de 2014, tais como Positive Brands (A Tal da Castanha), VidaVeg e NotCo, abriu o leque de possibilidades no setor ao trazerem inovações em ingredientes, rótulos limpos (clean label), sabores e texturas mais similares ao leite animal, inclusive no aspecto nutritivo, alcançando grupos de consumidores além de veganos, vegetarianos e alérgicos.

Pesquisa feita pela Dupont na América Latina, em 2020, indica que 67% dos brasileiros têm interesse em proteínas vegetais, o que explica o crescimento do consumo e de empresas no País nos últimos anos. Somando gigantes de alimentos, como Ades, Vigor, Batavo, Danone e Nestlé, hoje há 44 marcas no Brasil atuando no mercado de bebidas vegetais em nível nacional, segundo mapeamento realizado em agosto pelo The Good Food Institute (GFI).

Embora predominante, o consumo do leite de soja caiu 64% em volume nos últimos cinco anos (2016-2021), enquanto bebidas feitas com outras matérias-primas, como amêndoas e castanha-de-caju, cresceram 540% no mesmo período no Brasil. É o que mostram dados atualizados da Euromonitor International obtidos com exclusividade pelo Estadão. A previsão, até 2026, é de alta de 84%, enquanto a soja amargará uma queda de 52%.

“Hoje, o consumo das bebidas de soja ainda é superior às demais alternativas, que são categorias recentes no Brasil. Mas a perspectiva é que nos próximos anos esses volumes vão se igualar com a queda da soja, puxada por uma mudança na motivação do consumo”, explica Gregory Ribeiro, analista de pesquisa da Euromonitor International. “Houve uma mudança de percepção em relação ao impacto ambiental da soja, associada ao agronegócio não sustentável.”

As projeções indicam que as novas matérias-primas devem valer mais do que o dobro das bebidas de soja até 2026, o equivalente a R$ 376,9 milhões, com alta de 103%, ante R$ 148,7 milhões da soja (baixa de 50% entre 2021 e 2026).

China, EUA, Alemanha, Espanha e Reino Unido lideram a corrida de leites vegetais, mas o Brasil segue acompanhando a tendência e tem oportunidade de evolução. A marca mineira Vida Veg, por exemplo, aumentou em 85% a venda de bebidas à base de plantas de janeiro a julho deste ano, em comparação com o mesmo período de 2020. A previsão é dobrar o faturamento do ano passado, que já foi superado.

Na última semana, a empresa, no mercado desde 2015 com portfólio de produtos à base de plantas, recebeu aporte de R$ 18 milhões da X8 Investimentos, gestora que tem Bill Gates e Pierre Omidyar, fundador do site eBay, como parceiros.

Segundo Anderson Rodrigues, sócio-diretor da Vida Veg, os recursos serão usados em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos, tecnologia e ampliação da fábrica em Lavras, no sul de Minas Gerais.

Inaugurado em 2020, o espaço tem, atualmente, capacidade produtiva de 900 toneladas por mês, sendo 565 toneladas de leite vegetal, que são distribuídos para 4 mil pontos de venda em todo o País, além de e-commerce.

“Temos a perspectiva de, até 2025, crescer dez vezes o faturamento em relação a 2020”, diz o sócio-diretor da Vida Veg, que não revela cifras. A companhia ainda planeja iniciar as exportações para a Europa até o fim do ano.

Leite com o mesmo teor de cálcio

O mais novo produto da Vida Veg, que chega aos supermercados neste mês, é o Veg Milk, um blend de castanha-de-caju e coco fresco que se propõe a ter o mesmo valor nutricional do leite de vaca. A produção é feita na fábrica da companhia, de onde também saem os outros quatro tipos de leites vegetais: aveia, coco, amêndoas e castanha-de-caju.

“O nosso diferencial é que, além de comercializar o leite longa vida (UHT), que é padrão do mercado, desenvolvemos a tecnologia de leites frescos”, destaca Rodrigues. Ao contrário do UHT, a bebida fresca tem um tratamento térmico mais brando, o que, segundo ele, ajuda a preservar os micronutrientes, a cremosidade e o sabor.

Para lançar o Veg Milk, a empresa fez uma pesquisa entre consumidores que ainda não substituíram a bebida de origem animal. Os motivos apontados foram a quantidade de proteínas e cálcio e a cremosidade presente no leite de vaca.

“A partir desses três fatores, lançamos o que chamamos de um produto igual, só que melhor, porque tem 70% menos carboidrato e não contém lactose, caseína e colesterol, além de ter selo vegano e ser sustentável”, explica o executivo.

Em termos nutricionais, o Veg Milk traz o mesmo valor de proteína e cálcio de um leite de vaca, e é enriquecido com biocálcio orgânico, magnésio e vitaminas D e K2. Por usar tecnologia própria, chega ao mercado a um custo aproximado de R$ 9,98 (700ml), valor inferior à média do mercado plant-based.

Atenta à demanda do mercado, as indústrias têm focado no desenvolvimento de produtos que proporcionem experiência sensorial similar aos de origem animal e que contenham aspectos nutricionais normalmente esperados para democratizar o acesso.

Foi o que observou a cearense Positive Brands, foodtech pioneira no mercado de leites vegetais no Brasil com A Tal da Castanha (ATDC). Em julho deste ano, a marca lançou a linha Possible com 40% da necessidade diária de cálcio e valor inferior às demais da companhia. A caixinha de Possible custa cerca de R$ 13,90, enquanto o ATDC tem preço médio de R$ 19,90.

Nos sabores original e chocolate, a bebida, à base de castanha-de-caju orgânica e clean label (com ingredientes naturais), chega aos supermercados como um produto mais acessível, segundo Rodrigo Carvalho, sócio-fundador da marca, em termos de custo e por ter sabor e textura mais parecidos com o leite de vaca. A ideia é atrair consumidores que ainda não conseguiram encontrar um substituto para a bebida animal.

Além do Possible, a foodtech, que nasceu como uma startup dentro da indústria de castanha-de-caju em Fortaleza, tem outros nove tipos de leite com bases vegetais variadas. Entre os lançamentos mais recentes, estão a bebida de aveia e uma linha infantil vegana. Ainda estão previstos para este ano novos produtos prontos para beber.

“Tivemos um crescimento muito expressivo na pandemia. De 2019 para 2020, o faturamento passou de R$ 27 milhões para R$ 45 milhões. Para este ano, a expectativa é chegar aos R$ 90 milhões, uma alta de quase 100% ao ano”, revela Carvalho.

A joint venture com o Grupo 3Corações em 2020, que detém 50% da Positive Brands, ajudou a companhia, diz o executivo, a ganhar capilaridade e velocidade para penetração no mercado. De 2019 para 2020, aumentaram de 7 mil para 22 mil pontos de venda e devem chegar aos 30 mil até o fim do ano, fora o e-commerce e negócios fechados com marcas estratégicas, como Starbucks.

Assim como a Veg Milk, a Positive Brands também pretende iniciar, até o próximo ano, o processo de internacionalização da marca, inicialmente, para os Estados Unidos e alguns países da Europa.

Aveia e castanha ganham mais espaço no mercado de leites vegetais

Com pegada sustentável, aveia requer 92% menos água e emite 71% menos gás carbônico que leite de vaca; preço ainda é desafio no setor

Se num primeiro momento, o mercado de leites vegetais era protagonizado pela soja, hoje a cultura concorre com uma série de matérias-primas. Só no Brasil, segundo levantamento do The Good Food Institute (GFI), são ao menos 15, fora os blends (misturas). Disputam espaço nas gôndolas, por exemplo, produtos de aveia, castanhas, amêndoa, coco, arroz, quinoa, milho, amendoim, nozes, trigo, avelã, cevada e macadâmia.

“Essas matérias-primas ganharam espaço no mercado do varejo tradicional a partir de 2019. São produtos mais novos que o consumidor está experimentando e comprando com maior frequência”, destaca Gregory Ribeiro, analista de pesquisa da Euromonitor International.

Somente nos Estados Unidos, o leite de aveia passou o de soja e se tornou o segundo mais consumido em 2020, atrás apenas da bebida de amêndoa, de acordo com dados da SPINS, empresa de tecnologia de dados voltada para o bem-estar.

Um ano depois, ocorreu a estreia dos laticínios de origem vegetal na Nasdaq exatamente com uma produtora de aveia. A sueca Oatly, que conta com Oprah Winfrey e Jay-Z como investidores, levantou US$ 1,4 bilhão em maio em sua oferta pública inicial de ações (IPO).

“No Brasil, o consumo da bebida de soja ainda é muito grande, mas vem caindo nos últimos anos. Já as demais alternativas ao leite de vaca estão crescendo rapidamente e conquistando novos consumidores, como os flexitarianos, pelo sabor e apelo de saúde e bem-estar”, destaca Ribeiro.

O público flexitariano, principal consumidor das proteínas vegetais, cresceu 73% no Brasil, passando de 29% em 2018 para 50% em 2020, de acordo com o GFI. São pessoas que optam por reduzir a ingestão de derivados de animais, sem necessariamente interrompê-la, por motivos de saúde, atenção à sustentabilidade e ao bem-estar animal.

Segundo Alberto Gonçalves Neto, sócio da AGN Consultoria e Negócios, especializada em negócios plant-based, a procura por rótulos limpos (com poucos ingredientes e sem nomes complicados na lista) cresceu com a pandemia. “Quem consome produtos vegetais é bem informado e costuma ler os ingredientes. Já há startups brasileiras desenvolvendo até mesmo leites à base de plantas nutricionalmente personalizados.”

Dentre as matérias-primas que mais crescem globalmente no setor, a aveia vem conquistando o apetite de consumidores e empreendedores também no Brasil. Já existem ao menos dez marcas da bebida no mercado, como Isola Bio, Naveia, Natuterra, Natures Heart, Nesfit e Jasmine.

Lançada em dezembro de 2020 na capital paulista, a Nude, foodtech focada apenas em leite de aveia, captou R$ 2,5 milhões para iniciar o negócio. Em seis meses, recuperou o valor investido e cresceu 800%.

A empresa foi fundada por Giovanna Meneghel e Alexander Appel, após observarem o sucesso da bebida na Alemanha. O casal deixou Berlim e voltou ao Brasil para empreender na área. Em menos de um ano, já prevê produzir 1 milhão de litros em 2021, com matéria-prima do Paraná.

“A aveia entrega mais sabor, não deixa o leite aguado, tem leve dulçor e funciona melhor do que os demais ingredientes quando usado junto a café, chá e bebidas quentes. Além de ser livre de alergênicos e não ter glúten, é uma matéria-prima saborosa”, diz a CEO Giovanna.

O portfólio contempla cinco produtos (de R$ 16 a R$ 19 o litro), sendo três orgânicos, todos sem glúten e sem açúcar: original (com aveia, água e sal), baunilha, cacau, cálcio e barista. Mas já estão previstos lançamentos para este ano e aumento da distribuição, inclusive, em food services, tendência do mercado plant-based que tem alavancado o consumo. Dos 700 pontos de venda atualmente, 350 são cafeterias independentes.

“O contato com a marca num ambiente onde o consumidor tem uma boa experiência, como uma cafeteria, faz toda a diferença. É o que vai fidelizá-lo”, salienta a CEO da Nude.

Fora a performance, a sustentabilidade do leite de aveia também chama a atenção. A produção requer menos água (92%), terra (91%) e emite quantidade inferior de gás carbônico (71%) do que o leite de vaca, segundo relatório da Nude, com dados de estudo da Universidade de Oxford (Poore and Nemecek, 2018).

A Nude, por exemplo, já nasceu neutra em suas emissões. A foodtech informa no rótulo de seus produtos a pegada de carbono ao longo de toda a cadeia (cerca de 0,34 kg/CO2 por caixinha). A iniciativa rendeu uma menção honrosa na lista World Changing Ideas 2021, organizada pela revista americana Fast Company, na categoria Best World Changing Ideas LATAM.

“Vimos que os consumidores levam as questões climáticas em conta ao escolherem um produto. Gostamos de dizer que fazemos tudo com aveia, até mudar o mundo”, brinca Meneghel.

Leite vegetal em pasta para beber e comer

Com uma alternativa flexível e prática em mãos, os curitibanos Paola Stier e Thiago Lorusso lançaram em novembro do ano passado o Nice Milk, um leite vegetal concentrado, em formato de pasta, feito apenas com castanha-de-caju, sem aditivos.

Um pote do produto rende 6,5 litros de leite vegetal e é vendido a R$ 54,90 (R$ 8,45 por litro). “Criamos a pasta para a nossa antiga empresa de sorvete e começamos a usá-la em casa despretensiosamente, já que a Paola é chef de cozinha vegana”, lembra Thiago. “Descobrimos o produto de maneira acidental e investimos cerca de R$ 10 mil para lançá-lo no mercado com outra proposta”, acrescenta Paola.

Desde janeiro, a empresa do casal, a marca Nice Foods, já cresceu mais de 500% somente com fluxo de caixa. A expectativa é faturar acima de R$ 1 milhão até o fim do ano. A maior parte das vendas é via e-commerce e, para isso, investem em produção de conteúdo e ações educativas na internet para democratizar o alimento.

“Vamos lançar em breve novos sabores de leite concentrado: de aveia; análogo com aroma do leite de vaca; e fortificado com cálcio. O Nice Milk veio para ser o leite mais versátil do mercado. Como diz o slogan, dá para fazer leite, creme de leite, queijo e o que a imaginação permitir”, diz Paola.

Tributação ainda é desafio

Fechar a equação saudabilidade, sabor e preço ainda é um desafio do setor. O valor final do produto leva em conta não somente o custo das matérias-primas como também a tributação no Brasil, superior à do leite convencional, que ainda recebe incentivos fiscais.

O leite de vaca tem um total de 11% de subsídio diminuindo o preço final, enquanto o leite vegetal tem uma carga tributária total de 29% aumentando o seu custo, considerando uma média das alíquotas de ICMS da região Sudeste e somando incentivos, créditos e tributos (ICMS, PIS/COFINS e IPI).

Ou seja, a diferença no preço final das bebidas gira em torno de 40%, sendo que o impacto pode ser ainda maior, já que o custo/preço do leite vegetal é maior do que o animal, segundo estimativas de Anderson Rodrigues, sócio-diretor da Vida Veg.

A indústria vem tentando equiparação tributária, assim como ocorreu com a bebida de soja, para entregar um preço menor. “As empresas de proteína alternativa se organizaram em um grupo de trabalho na Associação Brasileira de Bioinovação (ABBI) formado para representar seus interesses junto ao governo”, explica Alexandre Cabral, diretor de políticas públicas do GFI Brasil.

Paralelamente, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) lançou uma Tomada Pública de Subsídios, que vai até setembro, com o intuito de fomentar as discussões sobre a regulação dos plant-based, em aspectos como nomenclatura, embalagem e padrão de qualidade.

De acordo com Daniel Trento, coordenador geral de Articulação para Inovação, o Mapa ainda está construindo, junto aos principais players do setor a base de um Plano Nacional de Proteínas Alternativas.

“Esses movimentos representam grandes avanços. Indicam que o governo percebeu essa tendência de mercado e está dando espaço para a sociedade ser ouvida”, afirma Alexandre.

Fonte: Por Juliana Pio, PME – Estadão

26 de agosto de 2021 0 Comentários
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Varejo

Friboi amplia logística de forma precisa

De Administrador SH 26 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH

Com as duas plantas em operação, companhia terá capacidade de armazenar mais de duas mil toneladas de alimentos

A Friboi, empresa da JBS no Brasil, acaba de inaugurar um novo Centro de Distribuição em Brasília, no Distrito Federal. Em novembro, inaugurará outro em Itajaí, Santa Catarina. O objetivo é expandir a capacidade logística para o mercado interno em ambas as regiões, consideradas estratégicas para a Companhia. 

O CD em Brasília, que já entrou em operação, tem capacidade de armazenagem de 800 toneladas e irá atender a capital e cidades satélites. O novo CD da Friboi em Itajaí, que iniciará operação, terá 1.340 toneladas de capacidade de armazenagem. Os dois centros devem gerar, ao todo, cerca de 300 novos postos de trabalho. 

“Os novos CDs, estrategicamente posicionados, vão melhorar o serviço prestado e o mix de produtos entregue para os nossos clientes nessas regiões que são de extrema importância e em que esperamos crescimento de demanda”, explica Gilmar Schumacher, diretor de Logística da Friboi.

A JBS é a segunda maior indústria de alimentos do mundo e a maior companhia no setor de proteínas. Com uma plataforma diversificada por tipos de produtos (aves, suínos, bovinos e ovinos, além de plant-based), a Companhia conta com mais de 250 mil colaboradores, em unidades de produção e escritórios em todos os continentes, em países como Brasil, EUA, Canadá, Reino Unido, Austrália, China, entre outros.

No Brasil, a JBS é a maior empregadora do país, com mais de 145 mil colaboradores.

No mundo todo, a multinacional oferece um amplo portfólio de marcas reconhecidas pela excelência e inovação: Seara, Swift, Pilgrim’s Pride, Moy Park, Primo, Just Bare, entre muitas outras, que chegam todos os dias às mesas de consumidores em 190 países.

A empresa investe em negócios correlacionados, como couros, biodiesel, colágeno, higiene pessoal e limpeza, envoltórios naturais, soluções em gestão de resíduos sólidos, reciclagem e transportes, com foco na economia circular.

O conglomerado conduz suas operações priorizando a alta qualidade e a segurança dos alimentos e adota as melhores práticas de sustentabilidade e bem-estar animal em toda sua cadeia de valor, e assumiu em março de 2021 o compromisso de se tornar Net Zero até 2040. Isso significa que a JBS vai zerar o balanço líquido das suas emissões de gases causadores do efeito estufa, reduzindo a intensidade das emissões diretas e indiretas e compensando toda a residual.

A companhia foi a primeira empresa global do setor de proteína a estabelecer esse compromisso, com o propósito de alimentar pessoas ao redor do mundo de maneira cada vez mais sustentável. 

26 de agosto de 2021 0 Comentários
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Varejo

Sadia valoriza simplicidade e leveza

De Administrador SH 26 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH

Nova linha de pratos prontos da empresa com condimentos naturais prioriza o cliente ávido por saudabilidade e estilo de vida

Sadia acaba de lançar a linha Livre&Lev ,livre de excessos, com produtos mais simples e saborosos. Além disso, os itens ressaltam o estilo leve de viver, por meio de formulações que utilizam ingredientes facilmente encontrados nas cozinhas brasileiras, como cebola, alho, creme de leite, manteiga, pimenta-do-reino branca, pimentão verde, mostarda, mel, azeite de oliva, tomate, alface, entre muitos outros.

Sadia Livre&Lev aposta em comunicações objetivas, tanto no portal dedicado à linha, quanto nos rótulos dos produtos, iniciando um movimento de educação ao consumidor, para que ele entenda, cada vez mais, sobre o que come e como essas escolhas impactam em sua rotina alimentar. Os ingredientes são comunicados em termos conhecidos pelo público (o sal, por exemplo, é nominado como “sal”, e não como sodium chloride).

Entre os primeiros produtos da linha estão o presunto, de carne 100% pernil suíno, que traz um produto livre de corantes, aromas e feito com oito ingredientes; os wraps congelados, que são feitos com ingredientes caseiros como tomate seco, rúcula, peito de frango, mostarda e mel, e que ficam prontos em minutos, já que vão do freezer para o micro-ondas, forno ou airfryer; e os pratos porcionados, com porções individuais conservadas apenas por congelamento e embaladas à vácuo, trazendo opções de proteínas, carboidratos e vegetais que permitem ao consumidor montar refeições variadas e equilibradas. As opções de pratos congelados são: arroz integral, purê de mandioquinha-salsa, feijão carioca, proteínas de carne e frango e mix de vegetais.

Visão 2030 da BRF

O lançamento de Livre&Lev entra em linha com as estratégias da BRF rumo a um crescimento sustentável baseado no oferecimento de produtos de alto valor agregado. Para isso, a Companhia continua a impulsionar o ritmo de inovações, atingindo 7,2% da receita, ante 6,7% do 1T21, com o lançamento de 37 produtos no mesmo período. Já a participação do mix de valor agregado alcançou o maior resultado histórico no Brasil, com 84,2% do volume comercializado.

Levantamento feito pela consultoria Mintel, de forma online em junho de 2020, com 1500 participantes brasileiros, maiores de 16 anos, de todas as classes sociais; mostra que já há uma preocupação considerável por parte do público em relação a como os produtos são produzidos. 47% das mulheres entrevistadas afirmaram ser “muito importante” (inclusive já praticando em suas rotinas de compra) optar por alimentos e bebidas que contenham apenas ingredientes conhecidos. E entre homens, a tendência também é forte: 39% afirmam possuir a mesma prática. Considerando as faixas de renda, há um equilíbrio: embora os participantes dos grupos A/B sejam os mais engajados neste movimento (46%), nota-se interesses próximos por parte do público C (41%) e D/E (43%). E a região Sudeste compõem a maioria no estudo, com 47% do total de entrevistados – desse montante, 42% afirmam ser muito importante reconhecer e optar por produtos cujos ingredientes são conhecidos.

O mesmo levantamento ainda revela que o consumidor começa a ficar mais atento à quantidade de componentes que cada produto carrega em sua formulação, mostrando uma oportunidade de mercado que pode ser explorada, sobretudo com iniciativas como a de Sadia Livre&Lev. Nesse caso, 32% dos participantes da região Sudeste afirmam que, no momento de compra, já dão preferência a produtos fabricados com menos ingredientes, pois consideram esse um fator “muito importante”. Aqui, o público masculino em geral mostra-se com engajamento próximo ao feminino, com 31% dos homens entrevistados aderindo à prática, enquanto 33% das mulheres afirmam o mesmo. A classe A/B novamente é a maior adepta do movimento (41%), mas com números relevantes nas classes C (26%) e D/E (31%).

“O mercado está em constante evolução e, com isso, as demandas dos consumidores são por variedade e novas formas de buscar equilíbrio e saudabilidade. Como indústria, temos o dever de oferecer respostas rápidas e assertivas a esses desejos – e na BRF temos a missão de crescer de forma sustentável e transparente, sempre aliando tecnologia e informação em nossos processos. Essa é uma iniciativa que demonstra nossos compromissos com o consumidor, nosso DNA de inovação e todos os valores firmados pela BRF na visão 2030”, comenta Sidney Manzaro, VP de Mercado da BRF.

“A Sadia tem orgulho em oferecer um portfólio amplo de produtos que atendem às mais diversas ocasiões de consumo. Nosso pilar de inovação mais uma vez se mostrou ágil em compreender as necessidades do público. Estamos oferecendo mais uma solução para aqueles que desejam uma alimentação mais leve, com a transparência de ser feita a partir de ingredientes e processos conhecidos e mostrando que é possível aliar tecnologia, praticidade e sabor”, finaliza Marcelo Suarez, Diretor de Marketing das marcas BRF.

Os consumidores de São Paulo já encontram a linha em redes varejistas, bem como na loja modelo da BRF, Mercato Sadia , na Vila Leopoldina (SP), e no e-commerce da Companhia Mercato em Casa .

26 de agosto de 2021 0 Comentários
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Eventos

Supermercados se mobilizam para vender mais vinhos no Brasil

De Administrador SH 25 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH

Em sua 9ª edição, Live Supermeeting ABRAS reuniu as redes Angeloni, GPA e Savegnago e os organizadores do Festival Vinhos de Portugal para discutir caminhos para potencializar as vendas e a rentabilidade da categoria

Informações fundamentais sobre os vinhos comercializados no autosserviço alimentar foram transmitidas no final da tarde desta terça-feira (24), durante a 9ª Live Supermeeting ABRAS, transmitida ao vivo pelo canal da entidade no Youtube. Celso Furtado, vice-presidente de Vendas e Marketing da ABRAS, foi o primeiro a fazer um “brinde” aos convidados que debateram o tema Vinhos: exposição, harmonização e rentabilidade. O patrocinador do encontro foi o Festival Vinhos de Portugal, cuja segunda edição acontecerá no segundo semestre deste ano nas principais redes supermercadistas de todo o País. Furtado seguiu dando boas-vindas para Frederico Falcão, presidente da ViniPortugal; Alfredo Rente, presidente da Opal Publicidade; Moisés Sandi, sommelier chefe da rede Angeloni (SC); Raul Cordero Balek, gerente comercial nacional do GPA; José Sarrassini, diretor comercial de logística dos Supermercados Savegnago (SP), e Carlos Cabral, especialista em vinho português.

Direto de Portugal, Frederico Falcão iniciou sua fala agradecendo pelo convite e explicando que a ViniPortugal é uma associação interprofissional dos vinhos de Portugal que representa e promove mundialmente os vinhos portugueses. Na sequência, o convidado português comentou sobre a segunda edição do Festival Vinhos de Portugal, realizada em parceria com a ABRAS, que ocorrerá este ano, entre os dias 29 de outubro e 7 de novembro. “Uma oportunidade para os brasileiros, para os provadores e consumidores de vinho poderem provar novos rótulos”, ressaltou.

Na sequência,  Alfredo Rente comentou um pouco sobre o vinho português e as edições do festival no Brasil. “Portugal, sendo um país pequeno, é um grande produtor de vinhos. E com relação ao festival realizado no ano passado no Brasil, 2.480 lojas aderiram ao evento. Este ano, ultrapassaremos 3 mil lojas participantes. Portanto, esperemos que este ano seja de excelente promoção do vinho português no Brasil. E que todos os nossos patrícios, brasileiros e irmãos, tenham a oportunidade de degustar novos rótulos de vinhos portugueses”, enfatizou Alfredo Rente.

Segundo Furtado, as falas inicias de Falcão e Rente demonstraram uma evolução no discurso sobre vinhos no Brasil. “Percebemos o quanto está crescendo a procura pelos vinhos de Portugal, o que é uma notícia extremamente positiva”, analisou o executivo da ABRAS, passando na sequência a palavra para o consultor Carlos Cabral.

Respeitado especialista de vinho português no Brasil, Cabral agradeceu a oportunidade de poder divulgar a segunda edição do Festival Vinhos de Portugal, em parceria com a ABRAS, a ViniPortugal e a Opal. “Esperamos que essa segunda edição tenha o mesmo sucesso da primeira. Portugal honrosamente vem ocupando o segundo lugar na preferência de consumo de vinhos no Brasil”, comemorou.

Vinhos nas gôndolas 

Para os varejistas, Celso Furtado perguntou sobre os desafios de trabalhar a categoria de vinhos dentro das lojas. O primeiro a responder foi Raul Balek, do GPA, que afirmou que realmente é um desafio desenvolver a categoria no Brasil. Segundo ele, o País tem um consumo per capita muito baixo porque ainda as pessoas são resistentes. “O festival é uma iniciativa muito poderosa porque, ao participar, você incentiva a categoria. É um prazer estar com todo mundo junto, desenvolvendo essa categoria. É um trabalho de formiguinha. O festival foi um sucesso ano passado. Deu resultado, o crescimento de vendas foi maravilhoso”, afirmou Balek.

Para Moisés Sandi, do Angeloni, o trabalho em conjunto funciona e acontece. “Que bom que os nossos concorrentes passam a vender mais também. Dessa forma, o consumidor, de modo geral, vai passar a consumir um pouco mais. É justamente isso que a gente vem observando nos últimos meses, principalmente durante a pandemia. São descobertas de novas formas de consumir o produto”, afirmou Sandi.

Celso Furtado passou a palavra a José Sarrassini, do Savegnago, a quem chamou de “apreciador de vinhos”. O executivo compartilhou a informação que mesmo a rede paulista sendo pequena em comparação com os gigantes do varejo, a companhia investe há pelo menos 10 anos na categoria. Ele contou que a rede não possui sommelier, porém conta com um profissional que tem profundo conhecimento sobre vinhos.

Segundo o executivo, a cada ano mais pessoas são treinadas para mais bem atender o consumidor de vinho nas lojas. “Isso faz com que a gente traga novos consumidores para a categoria. A iniciativa feita por Portugal no ano passado nos incentivou também a criar novos festivais. Nós pensamos em desenvolver a categoria e não só o vinho deste ou daquele país. Normalmente, os clientes entram por um vinho nacional. Mas, depois o paladar vai ficando mais aguçado e a cada dia vai buscando conhecer e entender mais de vinho”, explicou Sarrassini.

Ele também fez questão de lembrar que “muitas lojas pequenas não teriam condições de fazer, participar do festival de vinhos portugueses se não houvesse o apoio da ABRAS e das entidades de Portugal”, salientou Sarrassini.

Neste encontro, todos os participantes trouxerem uma série de referências à respeito da execução da categoria de vinhos nos supermercados, detalhes que serão compartilhados na próxima edição da Revista SuperHiper.

25 de agosto de 2021 0 Comentários
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Varejo

Nova loja de atacarejo de Manaus recebeu aporte de R$ 71 milhões

De Administrador SH 25 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH

Empreendimento foi concebido sob conceito dedicado a aperfeiçoar a experiência de compra neste formato de varejo

Dando continuidade ao plano de expansão deste ano, o Assaí Atacadista acaba de inaugurar mais uma unidade em Manaus, a terceira na cidade. Com um investimento de R$ 71 milhões e mais de 15 mil m² de área construída, a nova loja mantém a proposta de preço baixo da companhia aliada a uma excelente experiência de compra, o que faz do local o ponto ideal para empresários, revendedores, transformadores e clientes finais encontrarem o que precisam para o seu negócio e a sua residência. 

Localizada no Bairro Flores, na Avenida Torquato Tapajós, nº 2.200, o Assaí Torquato chega para ser mais uma alternativa de compra aos manauaras e, principalmente, para facilitar o acesso dos consumidores que moram na região norte da cidade, uma vez que as outras duas unidades estão localizadas próximas a região leste e sul da capital amazonense.

Para integrar o time da nova loja, a companhia contratou mais de 300 colaboradores e colaboradoras, incluindo também pessoas com deficiência para integrar o time. Todos as oportunidades foram direcionadas aos moradores locais, gerando mais empregos e renda para a população da região.

“O Assaí chegou em Manaus em 2016 e, desde então, buscamos continuamente aprimorar ainda mais o nosso serviço e investir na região, que é estratégica para a companhia, especialmente pelo perfil do manauara, cada vez mais atento à preço, qualidade e variedade de produtos. Estamos muito felizes com a inauguração desta terceira loja e, mais ainda, por gerar empregos para a região e apresentar um mix de serviços completo para os nossos clientes – como o televendas, uma linha variada de produtos, serviço de açougue e cafeteria, diversas formas de pagamento e fornecedores de primeira qualidade”, explica Wesley Silva, Gerente-Geral de Operações do Assaí.

Na unidade, os clientes encontrarão mais de 8 mil produtos, entre alimentos, bebidas, itens de higiene pessoal e limpeza, produtos de bazar, linha automotiva, linha pet e eletroportáteis, além de embalagens e descartáveis. Serão aceitas também diferentes formas de pagamento, como cartões de crédito e débito das principais bandeiras, dinheiro, vale-alimentação e via QR Code pelo app do PicPay.  A loja possui ainda mais de 400 vagas de estacionamento para carros e motos.

O Assaí Torquato faz parte da geração mais moderna das lojas do Assaí, que evoluiu para proporcionar uma experiência de compra ainda melhor aos seus clientes. Destaque para a iluminação, a climatização e a ambientação. Este novo modelo se caracteriza ainda por corredores amplos, pé direito alto e câmaras frigoríficas grandes, que facilitam o descarregamento do produto e aumentam a capacidade de armazenamento das mercadorias na própria loja. Outro diferencial é a quantidade superior de caixas de pagamento, uma vez que a unidade contará com 30 checkouts.

Um destaque da nova loja é o açougue. A seção traz uma linha completa de carnes para serem cortadas na hora por um time treinado de açougueiros, garantindo frescor, qualidade e o corte do jeito que o(a) cliente quiser.

Tendo em vista o contexto atual da pandemia da Covid-19, a companhia também tem trabalhado arduamente com o objetivo de garantir a segurança de seus colaboradores e clientes a partir da instauração de mais de 270 protocolos sanitários. As medidas abrangem desde a aferição de temperatura antes da entrada da unidade e pontos de higienização com álcool em gel, água e sabão por todo o local, até a sinalização para distanciamento entre os clientes na fila, limpeza contínua dos produtos, máquinas e carrinhos, e checagem constante do fluxo de pessoas dentro da loja. 

O novo Assaí Manaus funciona na av. Torquato Tapajós, 2.200, bairro Flores e o horário de funcionamento é de segunda-feira a sábado, das 7h às 22h, e aos domingos e feriados, das 7h às 18h.

25 de agosto de 2021 0 Comentários
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Varejo

Lopes Supermercados expande sua operação e entra em nova cidade

De Administrador SH 25 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH

Com proposta de oferecer conveniência, rede leva para mais um município seu conceito de loja de vizinhança

O Lopes Supermercado reforça seu plano de expansão e escolhe Santo André para sua entrada no Grande ABC. Nesta quarta-feira, na Avenida Martim Francisco, 1.483 – Vila Alto de Santo André, está sendo inaugurada a primeira loja na região. O grupo passa a contar, agora, com 32 lojas no Estado de São Paulo (incluindo a rede Raiz Atacado).

Com área total de mais 1,6 mil metros quadrados de venda, estacionamento, e mais de 110 colaboradores, a nova loja está localizada em uma importante região da cidade, forte no comércio varejista. O Lopes traz para o ABC um conceito de supermercado de vizinhança, reforçando compromisso de estar ainda mais próximo de seu cliente. Além disso, incorpora e aprimora conceitos que já existem nas demais unidades, levando atendimento rápido, prático com diversidade de produtos.

A unidade oferece loja da Swift dentro do conceito store in store, opções de retirada para quem efetua as compras pela internet e entrega em casa através do delivery. O tradicional hortifrúti, que oferece variedade e frescor, com produtos diferenciados orgânicos para dietas especiais e veganas. As áreas para produtos laticínios, açougue e padaria também estão renovadas dentro do novo conceito introduzido gradualmente nas principais unidades da rede Lopes.

“Desde o Bar e Empório São Rafael, nossa primeira loja, aberta em Guarulhos, em 1974, uma filosofia foi criada, a de estar sempre perto do nosso cliente, como uma família. Nossa nova unidade ratifica esse conceito, o da ‘Superfamília Lopes’”, diz José Osvaldo Leivas, diretor-presidente do Lopes Supermercados.

Os moradores de Santo André têm um vínculo especial com a cidade, e este vínculo que o Lopes quer construir com os consumidores locais. “Vale lembrar que, em seu brasão, a cidade se apresenta como a ‘mãe de todas as terras paulistas.”

Santo André é a quarta cidade do Estado de São Paulo que mais gera empregos formais. É a 15ª mais desenvolvida do País e a oitava do Estado, segundo a ONU. Também é o quinto melhor munícipio brasileiro para se criar filhos. “O ABC tem grande importância econômica para o Estado de São Paulo e para o País. Está é uma nova localidade, mas a rede já vinha se programando para essa entrada na região, um grande polo de consumo e com grande potencial de expansão. Nossos clientes perceberão que a marca estará ainda mais presente no dia a dia das famílias”, afirma Leivas.

“O Lopes Supermercados já atua fortemente na Grande São Paulo. Nesse sentido, conta com profissionais especializados e constantemente treinados para o melhor atendimento ao seu público, e com o grande diferencial que é estar mais próximo do dia a dia desse consumidor”

A rede preparou preços e promoções para essa inauguração com o conceito “Bem-vindo ao novo Supermercado da sua família em Santo André”. O Departamento de Marketing do grupo realizou plano estratégico e estudos para implantação da nova unidade. “Seguindo o conceito de nossa campanha, Santo André seja bem-vinda à nossa superfamília”, conclui Leivas.

A nova loja fica na avenida Martim Francisco, 1.483 – Vila Alto de Santo André e atende de segunda-feira à sábado, das 7h às 22h; e domingo, das 7h às 18h

25 de agosto de 2021 0 Comentários
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Tendências

Supermercados podem estar em posição estratégica no pós-pandemia

De Administrador SH 25 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH

Manutenção do consumo de refeições no lar posiciona redes de supermercados como soluções completas de alimentação

Mesmo com a reabertura dos bares e restaurantes em tempo integral, os supermercados estão bem posicionados para aproveitar a tendência de aumento do consumo de alimentos no lar. De acordo com o relatório 2021 Power of Foodservice at Retail, desenvolvido pelo Food Marketing Institute (FMI) com base em entrevistas com consumidores e dados de vendas no varejo fornecidos pela NielsenIQ, 59% dos americanos pretendem manter o nível atual de preparo de refeições em casa.

Além disso, 39% enxergam os supermercados como substitutos tanto para os restaurantes quanto para cozinhar em casa, mostrando que o varejo tem a oportunidade de aumentar sua importância como um destino para soluções de alimentação, bem-estar e saúde.

Uma das tendências identificadas pelo relatório é o consumo de “refeições híbridas”, parcialmente preparadas em casa: 55% dos consumidores entrevistados dizem que essa é uma forma comum de preparo de refeições em casa. Além disso, 64% dos consumidores passaram a adotar soluções que economizam tempo, como saladas já lavadas e cortadas ou refeições que só precisam ser aquecidas em casa.

A demanda por refeições prontas ou semiprontas é maior entre os consumidores que vivem sozinhos, o que também aponta para a necessidade de ter um cuidado adicional com o tamanho das porções. Como esses clientes são mais propensos a compras por impulso, a força da marca é essencial para aproveitar essas oportunidades de venda.

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ESG

Fungo, a fibra que faltava

De Administrador SH 25 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH

Produtos plant based ganham um novo capítulo com alimentos não processados e mais sustentáveis

Embora muitas fabricantes de proteínas à base de plantas afirmem ter reproduzido o sabor do produto original das carnes, elas não replicam a textura de uma peça inteira – as líderes do setor, Beyond Meat e Impossible Foods, vendem principalmente itens que imitam linguiças ou carne moída. Uma nova startup, especializada em cogumelos, pretende mudar isso. A Meati Foods vem usando o micélio, uma espécie de “teia” da raiz desses fungos comestíveis, para fabricar itens que imitam carne seca, peito de frango, filés e embutidos.

“Temos consumido o micélio desde que começamos a ingerir cogumelos”, disse o executivo-chefe e cofundador da empresa, Tyler Huggins. A Meati já atraiu recursos de nomes famosos do universo da gastronomia, como o chef Grant Achatz e o dono de restaurantes David Barber.

Uma das vantagens do micélio é sua versatilidade. Algumas cepas dessa estrutura crescem e formam o familiar chapéu do cogumelo, mas o fungo também pode ser utilizado como substituto de plásticos, materiais navais, isolamentos residenciais e imitações de couro – como na versão vegana do tênis Stan Smith, da Adidas.

O uso da substância como alternativa para a carne é relativamente recente, mas tem se mostrado promissor, afirma Caroline Bushnell, do Good Food Institute, organização que promove alimentos à base de células e plantas. Para ela, replicar bem a textura do tecido animal é o maior obstáculo para as fabricantes de produtos que imitam a carne.

Em parte, é por isso que líderes de mercado como a Beyond Impossible e a Nestlé optaram por fabricar primeiro hambúrgueres e itens que imitam carne moída. A Kellogg, cuja marca Morningstar Farms vende alternativas à carne há décadas, só lançou seus primeiros cortes imitando músculos, os “chik’n tenders”, depois de mais de dois anos de desenvolvimento.

A Meati, por sua vez, colhe uma cepa de micélio de crescimento rápido, encontrada em pastagens pelo mundo. Depois, coloca partes do fungo em grandes tanques de metal. A empresa adiciona açúcar aos tonéis e deixa a substância em cultivo por 18 horas, em processo similar ao da fermentação da cerveja. O resultado: blocos fáceis de moldar que imitam a textura da carne real, embalados com proteínas, zinco, fibras e outras vitaminas e minerais.

Segundo relatório recente da Bloomberg Intelligence, o mercado de alternativas à carne, que movimentou US$ 4,2 bilhões em 2020, deverá crescer para US$ 74 bilhões nos próximos dez anos. O montante representa menos de 1% do mercado de carne convencional, de US$ 1,3 trilhão.

Mesmo com a projeção de forte avanço do segmento, novatas como a Meati (e a concorrente Atlast, com seu bacon à base de micélio) precisarão lutar por espaço nas prateleiras ao lado da Beyond Meat, da Impossible Foods e de outras marcas veganas já estabelecidas. Elas também precisarão atrair consumidores que podem se desmotivar com os altos preços da imitação de carne: a carne moída comum custa US$ 4,38 por libra-peso (453 gramas) nos Estados Unidos, enquanto produtos similares da Beyond Meat e da Impossible Foods saem por US$ 8,39 e US$ 6,49, respectivamente.

A Maeti, uma empresa de 40 funcionários, ainda não vendeu seus produtos em supermercados nem definiu os preços, mas pretende cobrar um valor mais acessível, próximo ao da proteína animal convencional. A empresa fez testes de mercado preliminares com restaurantes locais e pretende alcançar públicos maiores em 2022.

A startup surgiu em 2019, a partir de um programa de empreendedorismo do Departamento de Energia dos EUA. Huggins, engenheiro ambiental e biólogo de campo, e Justin Whiteley, formado em ciências de materiais, criaram a companhia para tentar encontrar um substituto para a carne que exigisse menos processamento e produtos químicos. Depois do programa, a dupla conseguiu um financiamento de US$ 5 milhões para construir uma primeira fábrica em Boulder, no Estado do Colorado.

No mês passado, ainda sem nenhuma receita, a empresa fechou mais uma rodada de investimentos, de US$ 50 milhões. “Eu saberei que fomos bem-sucedidos quando os filés Meati forem servidos em algum restaurante na área rural de Kansas”, diz Huggins. (Tradução de Sabino Ahumada)

Fonte: Bloomberg

25 de agosto de 2021 0 Comentários
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Indústria

Copra apresenta novo óleo de coco concentrado

De Administrador SH 24 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH

O produto pode ser consumido em diferentes preparos culinários e é uma ótima opção para adeptos da dieta cetogênica, que reduz o consumo de carboidratos

Chega ao mercado o novo lançamento da Copra, o óleo de coco concentrado, obtido através da extração de TCM (Triglicerídeos de Cadeia Média) do óleo de coco através de hidrólise enzimática, o que, segundo a empresa, ajuda na produção de um óleo 100% TCM. Ainda segundo a empresa, o produto apresenta elevado grau de pureza, sendo que o TCM Copra tem rápida absorção pelo corpo, é fonte de gordura boa e de energia, sendo produzido apenas através da combinação dos ácidos caprílico e cáprico, além de ser uma ótima opção para adeptos da dieta cetogênica, que reduz o consumo de carboidratos, substituindo pela ingestão de gorduras boas e proteínas.

Disponível em embalagem de 250 ml, o óleo de coco concentrado, informa a Copra, não tem cheiro, não é perceptível ao paladar e não solidifica em temperatura ambiente. O produto pode ser consumido em diferentes preparos culinários sem alterar o sabor do alimento. O consumidor pode adicionar uma colher de sopa rasa por porção do óleo concentrado no café, em sucos, shakes, vitaminas, salada de frutas, molhos para saladas, sopas e caldos ou ainda no pré-treino.

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Indústria

Búfalo Dourado lança muçarela de búfala na versão fatiada

De Administrador SH 24 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH

A expectativa da companhia é ampliar mercados e tornar a empresa reconhecida por todo o País

A Búfalo Dourado (marca da plataforma UltraCheese), com sede em Dourados (SP),  lança no mercado a versão fatiada da sua muçarela de búfala, uma ampliação de linha que leva ao consumidor qualidade e praticidade com um queijo de sabor suave e sofisticado, além de ter um ótimo derretimento, garante a empresa.

“Com esta novidade, a marca amplia a linha ao mesmo tempo que oferece ao consumidor um acesso de entrada para o surpreendente mundo dos lácteos de búfala. A expectativa da companhia com esta iniciativa é ampliar mercados e, simultaneamente, potencializar o reconhecimento da Búfalo Dourado por todo o País”, comenta o COO da UltraCheese, Edson Martins,.

Na elaboração da muçarela fatiada, afirma a empresa, é utilizado puro leite de búfala e ingredientes selecionados, trabalhados com rigorosos controles de qualidade (certificados pelo selo de pureza da ABCB/Associação Brasileira de Criadores de Búfala), tecnologia de ponta e técnicas de produção aprendidas com os mais tradicionais queijeiros italianos. Ao longo do processo, todas as etapas contemplam o bem-estar animal e a segurança alimentar.

24 de agosto de 2021 0 Comentários
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Publicação oficial da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)

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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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