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segunda-feira, setembro 28, 2026
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Varejo

De olho nas expansões, Mateus abre nova fábrica de panificação

De Administrador SH 17 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Capacidade produtiva foi ampliada em quase 200% no estado do Maranhão

Seguindo o projeto de expansão de suas indústrias e lojas pelo Nordeste, o Grupo Mateus inaugurou mais uma fábrica de panificação em Davinópolis (MA), empregando cerca de 100 colaboradores.

Inicialmente, a região já contava com uma estrutura de 900m² e capacidade de produção de 7 toneladas por dia. Com a inauguração da indústria panificadora, a área passou a contar com 3.200m², aumentando o potencial produtivo para 20 toneladas por dia. Um crescimento de 185% que irá garantir o atendimento da demanda do sul do Maranhão e sul do Pará.

A operação já começou e tem como objetivo atender, de imediato, 28 lojas do grupo nos estados do Maranhão e Pará para comercialização e terceirização de 120 itens diferentes, que variam entre pães, tortas, bolos, biscoitos, entre outros.

“Tínhamos o objetivo de expandir a capacidade da fábrica na região e explorar ainda mais o potencial das marcas ‘Bumba Meu Pão’ e ‘Massa & Forno’, mais nova marca do Grupo Mateus. Com isso, nosso trabalho tem a qualidade de sempre e um mix bem maior de itens. Essa indústria nasce com uma estrutura moderna e garante o abastecimento do setor alimentício da região”, comenta Leandro Ortegal, gerente geral das indústrias do Grupo Mateus.

Novo Complexo

O projeto de expansão industrial do Grupo Mateus é uma das estratégias da empresa para avançar por novos estados, garantindo a padronização de produtos. A cerca de 500km da nova indústria de panificação de Davinópolis, uma outra fábrica também está sendo construída.

Com 14.000m2 e uma frota exclusiva de 30 caminhões, só esta unidade vai gerar cerca de 300 empregos. A nova indústria de panificação de São Luís é quase quatro vezes maior que a atual unidade em funcionamento no distrito industrial da capital.

A estimativa é que, somente na nova unidade, sejam produzidas mais de 200 toneladas de massas e pães por dia, com um mix de 300 produtos diferentes de panificação. Ainda segundo o gerente de indústria do Grupo Mateus, a fábrica está sendo equipada com máquinas de última geração de fabricação europeia, que proporcionará um salto na produção diária. Mesma tecnologia que será implantada em outra indústria em Santa Isabel, no Pará, com conclusão prevista ainda para este ano.

“Com esse investimento estratégico, centralizamos nossa produção, garantindo padronização e controle de qualidade. E, além disso, vamos estar preparados para abastecer nossas lojas – incluindo as novas – e o mercado externo. A logística, nós já temos bem estruturada, agora, teremos nossa capacidade de produção em panificação quadruplicada”, ressalta Ilson Mateus, presidente do Grupo Mateus.

17 de setembro de 2021 0 Comentários
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ESG

PepsiCo lança plataforma de sustentabilidade para toda cadeia

De Administrador SH 17 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

A transformação estratégica de ponta a ponta Pep+ prevê três pilares para sua adoção até 2030

A PepsiCo anuncia o lançamento de PepsiCo Positive (pep+), uma plataforma de ponta a ponta que coloca a sustentabilidade no centro de como a empresa cria crescimento e valor, operando dentro dos limites do planeta e inspirando mudanças positivas para o meio ambiente e as pessoas. pep+ guiará como a PepsiCo opera seu negócio: desde a obtenção de ingredientes, fabricação e venda de seus produtos de uma forma mais sustentável, até envolver as pessoas a fazerem escolhas que são melhores para si e para o planeta.

“Pep+ é o futuro da nossa empresa – uma transformação fundamental do que fazemos e como fazemos para criar crescimento e valor compartilhado com sustentabilidade e capital humano no centro de tudo. Isso reflete uma nova realidade de negócios, onde os(as) consumidores(as) estão se tornando mais interessados ​​no futuro do planeta e da sociedade”, disse Ramon Laguarta, Presidente e CEO da PepsiCo. “O pep+ mudará nossas marcas e como elas ganham no mercado. Por exemplo, imagine que LAY’S® começará com uma batata cultivada de forma sustentável em um campo regenerativo e, em seguida, será entregue por meio de uma cadeia de abastecimento Net-Zero e de impacto hídrico positivo, vendida em uma embalagem bio-compostável, e com os níveis mais baixos de sódio no mercado. Isso é uma escolha positiva. É assim que o pep+ será melhor para as pessoas, para o planeta e para o nosso negócio. Agora, imagine a escala e o impacto quando aplicado a todas as nossas 23 marcas globais, de bilhões de dólares”.

pep+ impulsiona a ação e desencadeia o avanço em três pilares principais da PepsiCo, trazendo metas importantes a serem conquistadas:

• Agricultura Positiva: a PepsiCo está trabalhando para disseminar práticas regenerativas em toda a sua área agrícola, cerca de 2.8 milhões de hectares, até 2030, além de melhorar os meios de subsistência de mais de 250 mil pessoas em comunidades agrícolas em todo o mundo.

• Cadeia de Valor Positiva: construir uma cadeia de valor circular e inclusiva por meio de ações para:

• Atingir emissões de carbono Net-Zero até 2040;

• Atingir impacto hídrico positivo até 2030;

• Introduzir embalagens mais sustentáveis na cadeia de valor;

• Reduzir o uso de plástico virgem em 50% em seu portfólio global de alimentos e bebidas até 2030¹, usando 50% de conteúdo reciclado em suas embalagens de plástico, entre outras iniciativas. No Brasil, por exemplo, a companhia também extinguiu o uso do shrink, plástico que envolvia os canudos das embalagens de TODDYNHO®, substituindo os canudos de plástico para canudos de papel.

• Avançar em sua jornada de diversidade, equidade e inclusão , investindo mais de US﹩ 570 milhões em iniciativas e projetos para alavancar a temática. No Brasil, a PepsiCo e a PepsiCo Foundation investirão R﹩16,5 milhões em projetos de impacto social até 2022, que beneficiarão mais de dois milhões de brasileiros(as). Para isso, a companhia firmou parceria com cerca de 20 organizações não-governamentais com foco em fomentar o empreendedorismo de pessoas negras e de mulheres; formação de jovens profissionais das periferias; acesso à água e combate à fome. E, recentemente, integrou o MOVER, Movimento pela Equidade Racial, formado por grandes empresas que visam gerar 10 mil novos postos de liderança para pessoas negras, além de oportunidade para 3 milhões de pessoas negras nos próximos anos,

• Introduzir um novo programa global de voluntariado, “Um Sorriso de Cada Vez”, para incentivar, apoiar e capacitar cada um de seus 291 mil funcionários(as) para causar impactos positivos em suas comunidades locais.

• Escolhas positivas: manter a evolução de seu portfólio de alimentos e bebidas, incluindo:

• Incorporar ingredientes mais diversos em produtos alimentícios novos e nos já existentes para que sejam melhores para o planeta e/ou que proporcionem benefícios nutricionais. No Brasil, nas linhas de snacks, a companhia já reduziu o sódio em 45% em CHEETOS®; 15% em DORITOS®; 30% em LAY’S® e 30% em FANDANGOS®.

• Acelerar sua redução de açúcares e sódio adicionados por meio de metas embasadas cientificamente em todo o seu portfólio, bem como, fabricar seus produtos utilizando óleos mais saudáveis.

• Continuar a dimensionar novos modelos de negócios que exigem pouca ou nenhuma embalagem de uso único.

As marcas do portfólio de alimentos e bebidas da empresa estão acelerando seus esforços para concretizar a visão de embalagens sustentáveis ​​da PepsiCo e utilizando sua influência para educar os(as) consumidores(as) sobre a reciclagem e os impactos de suas escolhas para o planeta.

Pep+ já é uma realidade no Brasil

Para o presidente da PepsiCo Brasil Alimentos, Alex Carreteiro, pep+ consolida e traz visibilidade para práticas que a empresa já constrói e desenvolve há anos, e representa a aceleração dessa agenda. “pep+ transformará a forma como a PepsiCo obtém nossos ingredientes, fabrica nossos produtos e como inspiramos os consumidores a agir. No Brasil, são inúmeras as iniciativas que já colocam a sustentabilidade e o impacto social no centro de tudo o que fazemos, o pep+ incorpora a sustentabilidade em todos os nossos negócios, o que é essencial para proteger o futuro dos negócios e o futuro do nosso planeta e de nossas pessoas”, comenta o executivo.

No Brasil, no Agro da PepsiCo, o Programa de Agricultura Sustentável (SFP), lançado há quase 25 anos, leva aos(às) produtores(as) parceiros(as) as melhores práticas regenerativas de cultivo e novas tecnologias e, ainda, replica experiências positivas e gera uma maior rentabilidade e produtividade aos(às) parceiros(as). Por meio do programa, a companhia também promove o fomento à diversidade e à equidade de gênero no campo e o respeito aos direitos humanos e às legislações.

Como resultado, os snacks de batatas do portfólio da PepsiCo, como LAY’S®, RUFFLES® e Batata Palha ELMA CHIPS® são desenvolvidos com batata de verdade, com processo de produção que prioriza a sustentabilidade, fazendo a maioria dos produtos chagarem fresquinhos nos pacotes em até 48 horas. Essa certificação é obtida por meio do cumprimento de mais de 150 requisitos internacionais do programa.

Além disso, em 2018, a PepsiCo tomou a iniciativa de reduzir a quantidade de água limpa e potável usada das estações de beneficiamento que lavam as batatas, para diminuir o desperdício. O resultado foi a redução de 60% do uso de água limpa, que representa cerca de 50 milhões de litros de água desde o início do projeto.

17 de setembro de 2021 0 Comentários
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Varejo

Consumo com cartões deve chegar à 60% das famílias em 2022

De Administrador SH 17 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Abecs estima que setor deve superar R$ 3 trilhões em transações no ano que vem

A Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs) estima que o setor vai crescer 20% em 2022, com o volume transacionado superando R$ 3 trilhões. A expansão se segue ao crescimento de 24,5% previsto para este ano, fazendo com que a participação dos cartões no consumo das famílias se aproxime de 60%.

“Hoje os meios eletrônicos de pagamento já são mais da metade do consumo das famílias e quase um terço do PIB. O primeiro e segundo trimestre deste ano já mostram uma forte recuperação do setor, que foi bastante afetado pela pandemia no ano passado”, disse o presidente da Abecs, Pedro Coutinho, na abertura do 15º Congresso de Meios Eletrônicos de Pagamento, que também celebra os 50 anos da entidade.

O vice-presidente executivo da Abecs, Ricardo Vieira, comentou que a entidade apoia diversos projetos e que este mês deve ser iniciado um projeto piloto em Brasília (DF) e Campinas (SP) sobre o crediário no cartão. “É uma iniciativa que vai ajudar a promover ainda mais essa nova modalidade. Temos outros projetos, como a expansão da tecnologia NFC [para pagamento por aproximação] no comércio e na mobilidade urbana”.

Sérgio Rial, presidente do Santander Brasil e da Confederação Nacional das Instituições Financeiras, disse que o setor de meios de pagamento está no limiar de uma transformação. “Estamos perto da marca de R$ 2,5 trilhões em transações, cifra que era impensada alguns anos atrás. Algumas tendências foram aceleradas pela pandemia, como a importância do comércio eletrônico, a transformação das relações de trabalho, a preocupação socioambiental e a desconstrução acelerada do papel moeda”.

Segundo ele, é preciso vencer um “falso dilema” de colocar bancos contra fintechs e focar na prestação de serviços consistentes, economicamente viáveis e ambientalmente responsáveis. “Existe espaço para várias empresas. O consumidor não carece de bancos ou instituições de pagamento, mas de empresas voltadas para ele, com olhar de múltiplas soluções”.

Fonte: por Álvaro Campos, Valor

17 de setembro de 2021 0 Comentários
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Varejo

Setor supermercadista se reúne para discutir o futuro do varejo alimentar

De Administrador SH 16 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Evento organizado pela Associação Brasileira de Supermercados representa o maior encontro de lideranças do autosserviço nacional

A Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) promove dias 20 e 21 de setembro a primeira convenção presencial do setor desde o início da pandemia. A ideia do 55º encontro, realizado em um hotel em Campinas, é discutir o conceito de “coopetição”, que une as palavras competição e cooperação, estratégia mercadológica que busca resultados positivos para todos através de cooperação mútua. 

Cerca de 400 representantes de 200 empresas e associações do setor são esperados para o evento que contará com a abertura do ministro da Economia Paulo Guedes, do ministro da Cidadania João Roma e do empresário Abílio Diniz, presidente do Conselho de Administração da Península Participações e membro dos Conselhos de Administração do Grupo Carrefour e do Carrefour Brasil.

“A ABRAS entende que a pandemia reforçou a necessidade de um esforço coletivo de colaboração entre os envolvidos para que avancemos em nossos objetivos de modernização e implantação de uma agenda positiva para o setor,” disse João Galassi, presidente da ABRAS. Segundo ele, os participantes de um mesmo mercado não precisam se enxergar como adversários, mas sim buscar práticas que beneficiem a todos. “Queremos que os convidados saiam diferentes da convenção, que levem boas ideias para colocar em prática na modernização das lojas ou no relacionamento com clientes, fornecedores e funcionários”, afirmou Marcio Milan, vice-presidente da ABRAS.

Está programada durante o evento uma palestra com os criadores do conceito da ‘coopetição’, os norte-americanos Adam Brandenuger da New York University e Barry Nalebuff da Yale School of Management. Dante Gallian, professor titular da Escola Paulista de Medina, vai abordar as habilidades humanas aplicadas ao mundo corporativo para criar um ambiente de colaboração e cooperação.  

‘Esse aspecto de trabalhar juntos para aumentar a demanda e ao mesmo tempo concorrer é uma dualidade difícil de gerenciar mas ao mesmo tempo essencial que seja feita na economia moderna. Esse é o foco da nossa palestra e da nossa pesquisa’, afirma Barry Nalebuff.  

Para Adam Brandenuger , “a visão de que para ganhar outros têm que perder é uma abordagem que é  o oposto da coopetição. Então, além de mudar a mentalidade, para fazer negócio a partir da coopetição, você precisa encontrar e trabalhar com outras pessoas que tenham essa mentalidade mais aberta. A coopetição vem naturalmente quando você tem um estrategista que pensa essa dualidade’, concluiu.

De acordo com o vice-presidente de ativos setoriais da ABRAS Rodrigo Segurado “o avanço das tecnologias e os novos hábitos dos consumidores estimulam o crescimento do varejo, que ganha um impulso ainda maior com a aplicação do conceito de coopetição.”

Entre os palestrantes, estão também:  Kristeen Hadeed, fundadora da Student Maid; Nelmara Arbex, sócia da KPMG no Brasil, Robertus Lombert, especialista em marcas; Cláudia Azevedo, CEO da Sonae; e Geoffrey G. Parker, da Thayner School – Darmouth College e MIT Sloan School.

Veja abaixo a programação completa.

Como participar 

O evento será realizado presencialmente apenas para convidados e seguirá os protocolos sanitários determinados pelas autoridades por conta da pandemia da covid-19. Todos os participantes do evento, incluindo imprensa, serão testados. Interessados em participar virtualmente devem acessar o site www.convencaoabras.com.br e adquirir o convite que dá acesso às transmissões do evento.

Programação completa

20 de setembro – segunda-feira

11h – Solenidade de abertura

Dário Saadi – Prefeito de Campinas

João Galassi – Presidente da ABRAS

11h30 – Perspectivas Econômicas e Empresariais

Paulo Guedes – Ministro da Economia

Abílio Diniz – Empresário, presidente do Conselho de Administração da Península Participações e membro dos Conselhos de Administração do Grupo Carrefour e do Carrefour Brasil

João Galassi – Presidente da ABRAS

14h – Painel Futuro do Varejo 

Cláudia Azevedo – CEO da SONAE

16h50 – Painel Empatia

Dante Gallian –  Sócio-fundador da Responsabilidade Humanística

18h15 – Painel Liderança

Kristen Hadeed – CEO e fundadora da Student Maid

21 de setembro – terça-feira

9h – Painel ESG

Nelmara Arbex – Líder de ESG da KPMG

11h40 – Painel Marcas

Robertus Lombert – Partner – IPLC (International Private Label Consultant)

15h30 – Painel Coopetição

Adam Brandenburger – NYU Stern School of Business – J.P. Valles Professor

Barry Nalebuff – Yale School of Management

18h10 – Painel Plataforma

Geoffrey G. Parker – autor do livro Plataforma – O futuro da estratégia  

Participações internacionais

Kristen Hadeed –  CEO e fundadora da ‘Student Maid’, empresa de limpeza que empregou milhares de ‘millennials’ na última década, é conhecida por construir uma nova geração de líderes. Além de liderar a própria empresa, atualmente ajuda organizações em todo o mundo a causar um impacto duradouro e significativo nas pessoas, criando ambientes nos quais elas prosperem. Em 2017, Kristen escreveu o livro ‘Permission to Screw Up’, no qual conta as histórias dos principais erros que cometeu como líder.

Adam Brandenburger e Barry Nalebuff – Professores de Economia nas Universidades de Harvard e Yale respectivamente e especialistas no campo da Teoria dos Jogos, Teoria da Informação e Estratégia de Negócios. Desenvolveram o modelo de coopetição em meados dos anos 1990 do século 20, baseados em casos reais de diferentes indústrias. Defendem que a cooperação entre competidores pode melhorar a performance de todos no mundo dos negócios.

Geoffrey G. Parker – estudioso cujo trabalho se concentra na inovação distribuída, nos mercados de energia e na economia da informação. Co desenvolveu a teoria dos mercados bilaterais com Marshall Van Alstyne. Parker é professor de ciência de gestão da Universidade de Tulane e professor do MIT e do MIT Center for Digital Business. Autor do livro Plataforma – O futuro da estratégia, incluído entre os 16 livros essenciais de negócios pela Forbes em 2016. 

ABRAS 2021

A atuação da ABRAS em 2021 foi marcada por ações em busca do fortalecimento do crescimento sustentável do setor. Em março, a associação lançou a campanha Super Essencial, que arrecadou recursos revertidos em cartões no valor de 100 reais, distribuídos para a população vulnerável fazer compras nos supermercados de todo o país. 

A busca por uma agenda moderna se consolidou em junho, com a organização do 1º Fórum da Cadeia Nacional de Abastecimento, que reuniu virtualmente ministros, lideranças da cadeia de abastecimento e do mercado de capitais para debater soluções em ESG, ou seja, com foco em governança social e ambiental.

“Tivemos um primeiro semestre bastante produtivo e estamos focados em manter e ampliar nossa atuação com comprometimento em benefício do consumidor, funcionários e nossos associados”, conclui Galassi.

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Varejo

Atacadão reforça presença em SP

De Administrador SH 16 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Abertura da sexagésima quinta loja acontece na cidade de Indaiatuba, polo industrial da Região Metropolitana

O Atacadão, maior atacadista brasileiro em número de lojas e com abrangência nacional, inaugurou sua primeira unidade no município de Indaiatuba, nesta quarta-feira (15), gerando cerca de 500 empregos diretos e indiretos. Esta é a 65ª unidade da rede no estado, onde o Atacadão está presente desde 1973.

Com uma área de vendas de 5.600 m², a nova unidade também conta com 26 checkouts e 480 vagas de estacionamento. Para atender todas as exigências dos consumidores, o Atacadão oferece milhares de opções de produtos que podem ser adquiridos em embalagens de diversos tamanhos, fechadas ou fracionadas, de acordo com a necessidade do cliente.

Além disso, a rede também disponibiliza uma ampla variedade de marcas nos setores de mercearia, bebidas, cuidados pessoais, artigos de limpeza, frios e laticínios, incluindo líderes de mercado, produtos regionais e alternativas de baixo custo. Já na área de hortifrúti, os consumidores encontram também uma seleção de alimentos frescos e de qualidade. Há ainda produtos para casa, carro, animais de estimação e itens para festa.

“Estamos felizes de chegar no município de Indaiatuba podendo contribuir com a economia local, proporcionando oportunidades de emprego e melhores oportunidades para todos os tipos de públicos, como pequenos comerciantes e consumidores finais, oferecendo preços competitivos e o acesso à alimentação básica de qualidade para a população. Isto faz parte do modelo de negócios do Atacadão, que segue um robusto plano de expansão, com expectativa de atingir 250 lojas e 33 atacados de entrega até o final de 2021” comenta Marco Oliveira, CEO do Atacadão.

Atualmente, o Atacadão tem 240 lojas pelo Brasil e 31 atacados de entrega. Em São Paulo, estado em que está presente desde 1973, a rede chegou a sua 65ª unidade, onde também tem 3 atacados de entrega.

Covid-19

Todas as medidas de segurança foram tomadas para a inauguração da loja. Para funcionamento, a unidade segue todas as recomendações dos órgãos de saúde: o uso de máscaras pelos funcionários e clientes, controle de entrada de clientes, sinalização para distanciamento nas filas, medição de temperatura, barreira de acrílico nos checkouts e disponibilização de álcool em gel. Além disso, todas as lojas ressaltam a importância do uso de máscaras pelos consumidores e comparecimento de apenas uma pessoa por família, sempre que possível.

Para oferecer aos clientes mais comodidade na hora de pagar suas compras, a rede disponibiliza o Cartão Atacadão. O meio de pagamento oferece aos consumidores um programa de benefícios com descontos exclusivos em diversos produtos da rede no Brasil. Outra vantagem é o prazo estendido para pagamentos, incluindo até 70 dias para abastecimento nos postos de combustível da companhia e compras em até 10 vezes sem juros nas drogarias Atacadão. O cartão pode ser utilizado em qualquer estabelecimento que é credenciado na rede MasterCard.

A loja de Indaiatuba fica na Rodovia Engenheiro Ermenio de Oliveira Penteado. s/n , KM 52 – SP 0475 próximo ao Polo Shopping Indaiatuba.

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ESG

Carrefour e Ambev compartilham logística reversa

De Administrador SH 16 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

A cleantech brasileira Green Mining integra o projeto sustentável aplicado inicialmente em seis lojas do Carrefour Express

O Grupo Carrefour Brasil acaba de firmar parceria com a startup brasileira Green Mining, especializada em logística reversa inteligente, e com a Cervejaria Ambev para levar a ação de reciclagem para seis lojas Carrefour Express de São Paulo.

Com o slogan “Pequeno Grande Passo”, a campanha, que foi lançada esta semana, disponibiliza, nos pontos participantes, coletores personalizados para descarte de vidro e embalagens plásticas vazias.

Os recicláveis serão recolhidos pelos coletores da Green Mining que levarão o material até o ponto de concentração (hub). Ao atingir um certo volume, o material será prensado e destinado ao Rio de Janeiro para reciclagem, sendo o vidro levado direto para a fábrica Ambev Vidros e o PET destinado para a produção de novas embalagens de Guaraná Antarctica, devolvendo, assim, o material à cadeia produtiva.

“Nossas decisões são tomadas com o objetivo de minimizar o impacto ambiental em toda a cadeia de produção, promover a inclusão e democratizar o acesso às práticas sustentáveis”, afirma Lucio Vicente, Diretor de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade do Grupo Carrefour Brasil. “Estamos em constante movimento pela preservação do meio ambiente e a parceria com a Green Mining e com a Ambev representa a perspectiva de um futuro melhor, pautado pelo desenvolvimento sustentável”, complementa.

Para garantir que todo o material seja destinado corretamente, a Green Mining realiza a pesagem dos resíduos em cada etapa do processo, registrando os dados no sistema da startup que garante a rastreabilidade com segurança da tecnologia blockchain.

“A rastreabilidade é o futuro da logística reversa porque impede que qualquer dado inserido no sistema seja alterado. Seguimos na missão de mudança dessa cultura de descarte inadequado e, com essas grandes parceiras, inovamos e promovemos um modelo de economia circular de verdade, mantendo o nosso propósito ambiental, social e econômico”, diz Rodrigo Oliveira, presidente da Green Mining.

A Green Mining também integra o grupo de empresas do Pacto Global da Organização das Nações Unidas, maior iniciativa de sustentabilidade corporativa do mundo. Assim como o Grupo Carrefour Brasil e a Ambev, que estão alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU.

“Como sempre dizemos, a sustentabilidade é o nosso negócio e não apenas parte dele. Em 2018, traçamos metas de sustentabilidade ambiciosas para 2025, incluindo toda nossa cadeia de valor. Antes disso, sempre tivemos compromissos ambientais dentro das nossas operações e, hoje, temos conquistas que refletem a solidez dessa jornada. Atualmente, nossas metas para 2025 estão apoiadas em cinco pilares: gestão da água, ações climáticas, agricultura sustentável, embalagem circular e ecossistema de empreendedores. Com eles, impulsionamos o progresso na direção dos ODS, usando a nossa escala e parcerias para gerar uma mudança positiva significativa”, finaliza Carolina Pecorari, Diretora de Sustentabilidade da Ambev.

Qualquer pessoa pode utilizar as lixeiras nos seguintes endereços das lojas Carrefour Express participantes:

•Alameda Ribeirão Preto, 580 – Bela Vista, SP

•Rua Albuquerque Lins, 603 – Santa Cecília, SP

•Av. João Carlos da Silva Borges, 789 – Vila Cruzeiro, SP

•Rua Pedro de Toledo 145, Vila Clementino, SP

•Rua Fradique Coutinho, 125 – Pinheiros, SP

•Av. Dr. Gentil de Moura, 287 e 293 – Alto do Ipiranga, SP

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Varejo

Indústria melhora qualidade do café solúvel e vendas crescem

De Administrador SH 16 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Novos investimentos nas fábricas se traduzem em números estimulantes no consumo interno

O consumo de café solúvel avançou 3,7% no Brasil de janeiro a agosto ante igual período de 2020, para 669.797 sacas de 60 quilos, informou a Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (Abics) .

O diretor de Relações Institucionais da entidade, Aguinaldo Lima, disse em nota que o desempenho resulta de investimentos feitos pelas fábricas no Brasil.

“Além de novas plantas fabris que vêm surgindo, as indústrias nacionais de solúvel também ampliam o desenvolvimento de produtos cada vez mais voltados à qualidade, potencializando as características sensoriais ao consumidor final, o que contribui para incrementar o consumo”, afirmou.

Segundo ele, a evolução qualitativa do produto nacional é notada quando, em meio ao avanço do consumo interno, há redução nas importações de cafés.

Dados compilados pela associação indicam que, no acumulado do ano até agosto, as compras de café solúvel internacional foram de 26,7 mil sacas, o que representa uma diminuição de 32,4% em relação ao volume comprado no mesmo período de 2020.

Na contramão do consumo, os embarques de café solúvel do Brasil caíram no acumulado de 2021. Até agosto, as exportações do produto somaram 2,536 milhões de sacas, 6,4% menos ano a ano.

Para o diretor da Abics, a reversão da tendência nos embarques, que foram positivos até o fechamento do primeiro quadrimestre, ocorreu devido à elevação dos preços do café no mercado interno e a problemas logísticos de escassez de contêineres e embarcações.

“A dificuldade para se obter contêineres e espaço em navios se tornou rotineira desde maio e permanece até hoje, o que reduz a capacidade e eleva os custos de embarque, impactando o desempenho de todo o setor exportador brasileiro”, pontuou.

Além disso, ele disse que as adversidades climáticas no cinturão produtor do Brasil geram incertezas quanto à próxima safra e provocaram uma disparada nos preços internos e internacionais do café, o que dificulta a comercialização e reduz a demanda em certos mercados.

Fonte: por Nayara Figueiredo, Reuters

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ESG

Reckitt e WWF se unem com ações para sustentabilidade do planeta

De Administrador SH 16 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Multinacional vai doar R$ 74 mi para preservar habitats de água doce na Amazônia e na Índia

O Grupo Reckitt, multinacional de bens de consumo em higiene, saúde e nutrição, e o WWF (Fundo Mundial para a Natureza), rede global de organizações não governamentais, anunciam uma parceria para combater a degradação mundial da natureza.

O objetivo é combinar a atuação em conservação do WWF e o alcance do Grupo Reckitt para inspirar milhões de pessoas a agirem em prol da natureza tanto local como globalmente. Juntos, o grupo e a organização trabalharão para criar soluções mais sustentáveis, ajudar a proteger ecossistemas de água doce que estejam em vulnerabilidade e a restaurar biomas para ajudar a construir um mundo mais limpo e saudável.

A parceria chega em um momento crítico para a natureza. As atividades humanas que geraram mudanças climáticas impactaram significativamente a biodiversidade e o meio ambiente, resultando em um declínio de 84% no tamanho das populações de espécies de água doce (mamíferos, pássaros, anfíbios, répteis e peixes), o que equivale a uma queda de 4% ao ano desde 1970. E uma em cada cinco (22%) espécies de plantas do planeta estão ameaçadas de extinção – elas são a base estrutural e ecológica de praticamente todos os ecossistemas terrestres e desempenham um papel fundamental para a vida na Terra, sendo vitais para a saúde, a alimentação e o bem-estar da população humana, de acordo com o Relatório Planeta Vivo 2020 do WWF.

Para ajudar a combater essa crise ambiental, a parceria utilizará do alcance e conscientização do consumidor do Grupo Reckitt e do conhecimento da natureza que o WWF tem para acelerar as transformações necessárias. Para financiar o projeto, o Grupo Reckitt fará uma doação de £ 10 milhões (equivalente a R$ 74 milhões) ao WWF ao longo de três anos, com três objetivos principais:

• Impulsionar a inovação sustentável por meio de pesquisa e colaboração;

• Inspirar milhões de pessoas a lutar pela natureza, envolvendo clientes, parceiros, funcionários e as marcas do Grupo Reckitt;

• Preservar habitats de água doce em duas das bacias hidrográficas mais importantes do mundo, o Ganges, na Índia, e o Tapajós, na Amazônia.

A parceria também visa proteger as espécies de água doce e melhorar os meios de subsistência para as pessoas que vivem nos afluentes das duas bacias. Na bacia do Ganges, o WWF amplificará o trabalho existente para proteger os habitats dos botos, restaurar os fluxos ambientais, implementar soluções baseadas na natureza e facilitar a gestão urbana e industrial da água.

Na bacia do rio Tapajós, na Amazônia, o WWF-Brasil fortalecerá o projeto para combater o desmatamento e a degradação que afetam esse habitat vital. Um componente chave do projeto é apoiar as comunidades indígenas na defesa de seus territórios contra ações de desenvolvimento insustentável, ao mesmo tempo que populações de espécies ameaçadas como o boto serão protegidas. Juntos apoirão políticas locais mais fortes e promoverão meios de vida sustentáveis que permitirão que as pessoas e a natureza prosperem.

O Grupo Reckitt também usará suas marcas de higiene mundialmente reconhecidas para educar, informar e inspirar consumidores em todo o mundo sobre a necessidade de agir em prol da natureza. Um exemplo é a união de Bom Ar com o WWF, já em andamento nos EUA e na Austrália, que tem o propósito de restaurar os habitats de flores silvestres, e será lançada em outros mercados – inclusive no Brasil – ainda em 2021.

“Somos uma empresa guiada por propósito e temos a responsabilidade de agir em nome do planeta. Ao nos unirmos à uma organização global com objetivos convergentes, como o WWF, podemos contribuir com nossa visão de negócios, redes e percepção do consumidor para construir um mundo mais limpo e saudável. Juntos, trabalharemos para causar um impacto positivo e inspirar pessoas em todo o mundo a se engajarem na causa”, afirma Sandra Arango, Diretora de Marketing da Reckitt Hygiene Comercial no Brasil.

“No WWF, nossa missão é criar um mundo no qual as pessoas e a natureza possam prosperar juntas. Trabalhar com a indústria é importante para estabelecer as bases para um futuro mais sustentável. Por meio dessa parceria com o Grupo Reckitt, temos uma oportunidade real de conservar e restaurar habitats naturais críticos, bem como incentivar milhões de pessoas a tomar medidas para proteger a natureza. O WWF compartilhará sua experiência e conhecimento do mundo natural com o Grupo Reckitt, e, em conjunto, criará estratégias para reduzir o impacto ambiental em seus negócios. Nossa intenção é que esta parceria sirva como um exemplo positivo para a indústria, mostrando que é possível ser um líder comercial e, ao mesmo tempo, proteger ecossistemas vulneráveis ​​e a saúde geral do planeta”, afirma Tanya Steele, CEO do WWF Reino Unido.

“Esta parceria é mais um exemplo de que grandes multinacionais estão preocupadas e comprometidas com a preservação da Amazônia. Por meio da parceria com o Grupo Reckitt, o WWF-Brasil poderá aumentar o trabalho de preservação de áreas protegidas na Amazônia, com fluxos livres e qualidade da água preservadas ou restauradas em 600 km da bacia do Rio Tapajós. Entre as prioridades, apoiaremos comunidades locais que protagonizam ações de conservação da natureza e fortalecem, assim, seus modos de vida com oportunidades econômicas. A proteção mais efetiva da região beneficiará espécies ameaçadas, como o boto, contribuindo para a regeneração dos ecossistemas”, afirma Edegar de Oliveira Rosa, Diretor de Conservação e Restauração de Ecossistemas do WWF-Brasil .

16 de setembro de 2021 0 Comentários
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Varejo

Coopetição é a palavra de ordem no varejo moderno

De Administrador SH 15 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

João Galassi fala das atuais apostas e metas da entidade e destaca a dinâmica preparada para a Convenção ABRAS 2021, que será realizada na cidade paulista de Campinas


Ele nasceu em Campinas, em uma família com vocação para o comércio. O primeiro negócio foi um botequim, aberto em 1964 e comandado pelo seu pai, o sr. João Galassi, no bairro São Vicente. Segundo relatos da mãe – dona Angelina, que trabalhou na lavoura e depois migrou para Campinas com o marido -, o bairro não tinha água tratada, luz elétrica e muito menos asfalto. O boteco vendia de banana até pinga.
Depois, passou a ser mercearia e, em seguida, um pequeno armazém. Ao ficar viúva, d. Angelina assumiu o negócio junto aos seus quatro filhos, entre eles João Carlos Galassi. Atualmente, a rede Galassi tem quatro supermercados localizados em diferentes bairros da cidade. Portanto, o caminho que se seguiu para João Carlos Galassi foi natural. Formou-se em Administração de Empresas pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), fez MBA em Gestão de Pessoas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e continuou tocando os negócios da família, ajudando a desenvolver a rede de Supermercados Galassi, com mais de 50 anos de existência. Empresário, investidor,
membro de conselho de administração e líder setorial, ele já ocupou a presidência da Associação Paulista de Supermercados (Apas), entre 2010 e 2014, e, atualmente, é o presidente da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS).
Galassi recebeu uma entrevista-convite do presidente-executivo da Rede Anhanguera de Comunicação (RAC), Ítalo Hamilton Barioni, para contar um pouco sobre suas expectativas à frente da entidade do setor supermercadista e as impressões e perspectivas em meio à revolução provocada pelas mudanças impostas pela pandemia da covid-19.

João Carlos Galassi, conte-nos o que é a ABRAS e qual é o propósito e a finalidade dela?


A ABRAS é uma entidade de classe empresarial dinâmica e moderna, cujos propósitos são representar, defender, integrar, impulsionar e desenvolver o setor supermercadista brasileiro. Atuamos a partir da sede, em São Paulo, e por meio de nosso escritório em Brasília, que, no próximo dia 30 de novembro ganhará uma nova instalação, mais ampla e moderna, visando o fortalecimento da atuação da associação na capital federal. Contamos ainda com o apoio de 27 associações supermercadistas estaduais, sediadas nas 26 capitais e no Distrito Federal. O setor é pujante e responde por 7,5% do PIB (Produto Interno Bruto) nacional, abastecendo com qualidade e segurança os 28 milhões de consumidores que frequentam, diariamente, as mais de 91 mil lojas distribuídas em todo o território nacional. Vale
destacar que, embora o foco da associação seja os supermercados, também buscamos, enquanto entidade, atuar com responsabilidade social, defendendo os interesses e bem-estar do consumidor, visto que a nossa agenda de trabalho gera impactos em toda a cadeia nacional de abastecimento.


Como a entidade atua na prática, ou seja, qual é a sua efetividade nas esferas social, econômica e política?


Em Brasília, por exemplo, exercemos um sólido relacionamento institucional da classe supermercadista com os Poderes da República. Essa atuação já viabilizou diversas conquistas ao setor. Estou empenhado em fortalecer esse relacionamento e, desde que iniciei a minha gestão, mantenho uma constante agenda de reuniões com os ministérios e autoridades da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Também atuamos em diversas frentes, todas elas dedicadas a dar suporte às empresas supermercadistas no que se refere aos desafios inerentes à gestão e operação. Como exemplos, cito o nosso Comitê Jurídico e também o de Prevenção de Perdas e Desperdício de Alimentos, que buscam fomentar conhecimentos e boas práticas no enfrentamento desse grande desafio. Outra iniciativa admirável é o Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos, o Rama, dedicado à fiscalização da qualidade de frutas, legumes e verduras e fomentar boas práticas no campo, no que se refere ao uso de defensivos agrícolas. Hoje, 69 empresas supermercadistas participam do programa que, em 2020, rastreou um total de 2,4 milhões de toneladas
de alimentos.


Sua gestão à frente da Abras é para o período de 2021-2022. Quais as suas metas?


Elevar a qualificação dos empresários supermercadistas, de modo que estejam aptos a seguir acompanhando o dinamismo próprio do mercado de consumo. Reforçar, também, a responsabilidade social, ambiental e de governança das empresas do setor, que é predominantemente formado por negócios familiares. Além disso, colaborar com o reposicionamento estratégico do varejo alimentar brasileiro, principalmente diante dos desafios impostos pelo avanço tecnológico e dos novos hábitos e comportamentos dos consumidores. Criaremos ainda empresas de economia compartilhada – separadas da associação – com controle acionário e investimentos de empresários do setor supermercadista. Como exemplo, cito o marketplace e o hub de inovação para o varejo alimentar. Outro foco é a estruturação do Sindicato do Comércio de Supermercados e, do ponto de vista tático, encontrar caminhos para reduzir as taxas dos vouchers de alimentação que tanto afetam a sociedade.


Como o sr. avalia a atuação do setor supermercadista, de forma geral, em relação à pandemia?


Tivemos uma resposta excepcionalmente, pronta e profissional, das empresas do setor em todo o País durante a pandemia e, principalmente, dos mais de 3 milhões de trabalhadores que o segmento emprega, de forma direta e indireta. Sob a liderança da associação, foram implementados rigorosos protocolos de segurança sanitária, além
dos já impostos naturalmente à nossa atividade, a fim de garantir total segurança aos colaboradores e clientes. Fizemos também um grande esforço para preservar os trabalhadores com maior risco, mantivemos o efetivo de profissionais e realizamos um significativo volume de contratações para manter o nível de serviço ao atendimento da
população. Outro ponto, é que passamos a realizar reuniões semanais com lideranças supermercadistas visando o monitoramento e aperfeiçoamento dos protocolos.


De quais outras formas o setor ajudou a sociedade a lidar com a pandemia de covid-19?


O setor é e foi muito solidário, auxiliando as comunidades onde os supermercados estão inseridos. Entretanto, na segunda onda da pandemia, sentimos a necessidade
de ampliar o apoio, diante do cenário de fome em nosso País. Assim, criamos a campanha Doação Superessencial, em parceria com as 27 associações estaduais de supermercados, com o intuito de atender a população vulnerável. A campanha está em curso em todo o território nacional e com o apoio do Pacto Global da ONU, do Centro de Excelência Contra a Fome do Programa Mundial de Alimentos (WFP – World Food Programme) da ONU e da ONG Ação da Cidadania. Também instituímos um sistema confiável para a confecção de cartões-alimentação, no valor R$ 100, destinados à população mais carente. Todos podem fazer sua doação (pelo site www.doacaosuperessencial.com.br). A campanha será encerrada na Convenção Abras, quando buscaremos alcançar a meta de R$ 10 milhões, que beneficiará 100 mil famílias. Na ocasião, será anunciada uma parceria com a ONG Amigos do Bem para o alcance desse objetivo.


O sr. concorda quando se aponta que o setor foi o que mais ganhou e vem ganhando neste período?


O setor exerce um importante papel social e, não à toa, é considerado por lei como uma atividade essencial. Somos o principal canal de abastecimento dos lares – com 85% de participação – e temos uma grande responsabilidade e contribuição na manutenção da segurança alimentar, o que envolve garantir a oferta e também a segurança do alimento. Durante a pandemia, os hábitos dos consumidores mudaram e o preparo de alimentos dentro dos domicílios aumentou. Nesse contexto, houve o esforço dos supermercados para o aperfeiçoamento de uma complexa logística, de modo a garantir as lojas abastecidas em um momento crítico para a população. Adotamos, inclusive, a postura de conscientizar a população para evitar a estocagem de alimentos. Essa postura firme transmitiu tranquilidade e a certeza de que as demandas seriam atendidas.


Quais as principais mudanças de comportamento de consumo verificadas pelo setor desde o início da pandemia?


A principal foi a veloz adoção do comércio eletrônico. Houve um boom das vendas eletrônicas e serviços de entrega. Após o anúncio do primeiro caso da covid-19 no Brasil, observamos um crescimento maior do que a média em relação aos novos consumidores do e-commerce brasileiro, ou seja, aqueles que realizaram pela primeira vez uma compra online. Dentre as categorias mais buscadas pela web, estão os itens de higiene, limpeza caseira, produtos para bebê e mercearia, que registraram uma alta significativa no período. Também foi pedido à população que apenas uma
pessoa por família fosse às compras nos supermercados e isso, de fato, ocorreu. Os consumidores, em geral, reduziram a frequência de idas aos pontos de venda, mas, em compensação, ampliaram o volume de itens por compra, além exigirem um atendimento mais rápido nas lojas. São comportamentos condizentes com a necessidade de distanciamento social recomendada para este período e em linha aos observados em outros países.


A Abras ganhou este ano uma identidade visual nova, cheia de significados. Pode explicar o que motivou a mudança?


A nossa identidade visual já estava completando 12 anos sem atualização e modificação, achamos por bem, num momento em que o varejo passa por tantas transformações, atualizar a nossa identidade visual e a marca da entidade, para que elas reflitam também a sua própria evolução. Tecnicamente falando, a nova marca traz o azul, que transmite segurança e confiabilidade, e o amarelo, que representa otimismo e dinamismo. Os sentidos de união e força da entidade compõem os traços da marca, que se unem formando o verde da esperança, que reflete o nosso
compromisso de impactar positivamente a sociedade com responsabilidade social, consciência ambiental e boa governança. A nova tipologia traduz em suas curvas a força inovadora de uma instituição em constante movimento, sem esquecer os mais de 50 anos de tradição, mas cientes de que o momento é de reinvenção e protagonismo.


A Convenção Abras acontecerá nos dias 20 e 21 deste mês, no Royal Palm Plaza, aqui em Campinas, e o conteúdo será voltado ao tema cuja palavra é nova, a Coopetição. Pode nos contar um pouco sobre isso?


Em sua 55ª edição da Convenção Abras, a entidade fez questão de trazer de volta este importante evento para Campinas e oferecer uma experiência fora das capitais. Sendo um verdadeiro farol do setor supermercadista, o evento contará com muito conteúdo, negócios e relacionamento. Costumamos reunir, entre 700 a 1 mil empresários e executivos. Porém, diante da pandemia, receberemos entre 300 a 400 convidados, garantindo distanciamento, proteção e higienização. Todos serão testados antes de acessar o local da convenção – que também será transmitida de forma virtual. O termo Coopetição, inspirado no livro de mesmo nome, o Coopetition, é um conceito que alia competição e a cooperação. Trata-se de um caminho pautado pelo equilíbrio entre a inerente competitividade que existe no setor e a crescente necessidade de colaboração. Contaremos com um time de palestrantes internacionais e também de expoentes do setor supermercadista brasileiro, como o empresário Abílio Diniz, e autoridades, como o ministro da Economia, Paulo Guedes, o governador de São Paulo, João Doria, e o prefeito de Campinas, Dário Saadi.
De carrinhos computadorizados a chefs virtuais, a tecnologia está cada vez mais presente na jornada de consumo.

O que já existe de mais tecnológico hoje em uso no Brasil e o que ainda está por vir?


Podemos dizer que estamos em plena transformação digital. No entanto, a maior transformação está ocorrendo nos canais de venda, relacionamento e atendimento aos clientes. A aceleração da maturidade digital do consumidor, a partir da alta penetração dos serviços móveis de celular e smartphones, impôs novas jornadas de compra, novos canais e modalidades de venda e distribuição, ampliando as alternativas de conexão do supermercado com o consumidor. Os marketplaces são a modalidade de venda eletrônica que mais cresce no mundo e no Brasil. Nesse sentido, estamos lançando o marketplace do setor, reunindo a força das nossas lojas físicas e do nosso relacionamento com os clientes, e ofereceremos serviços de aplicativos de delivery. Tudo isso impacta o perfil de profissionais que estão sendo
contratados, pois eles precisam ter conhecimento da área de tecnologia.


Qual o peso da região de Campinas dentro do universo dos supermercados?

Apesar da instabilidade gerada pela pandemia, não foram poucas as unidades de supermercados que abriram por aqui. O Estado de São Paulo representa mais de 30% do faturamento do setor supermercadista nacional e a Região Metropolitana de Campinas tem muita relevância nessa fatia. Afinal, é uma região populosa e mais bem localizada, sendo uma das primeiras do País a receber as empresas varejistas nacionais. Atualmente, a RMC está muito bem atendida por essas cadeias e também por muitas bandeiras regionais que, nos últimos meses, abriram diversas unidades e estão se preparando para abrir outras. Muitas também estão passando por reformas para melhorar o
atendimento aos clientes e, consequentemente, sua performance. Isso posiciona Campinas como uma das praças mais competitivas do País.


O que nos reserva o futuro? Para onde o setor caminha?


O futuro nos reserva a combinação de serviços online e offline, ou seja, compras na loja física e via internet. As novas gerações apontam para uma experiência digital cada vez maior. Nunca o conhecimento do consumidor foi tão importante e esse protagonismo será ainda mais vital no futuro. Também haverá cada vez mais empresas interessadas no aperfeiçoamento de sua gestão, adotando modelos sólidos de governança voltados à sustentabilidade de seus negócios. Veremos muito, ainda, o aperfeiçoamento de tradicionais soluções que fazem parte do dia a dia do varejo,
como o código de barras, que evoluirá para o modelo bidimensional, solução que reunirá informações fundamentais para indústria, varejo e consumidor em um único local. Essa simples mudança nas embalagens dos produtos trará muito mais segurança, transparência e diversos e consistentes benefícios para a operação varejista.


Para fechar esse bate-papo, que atividades de lazer ou hobby o sr. pratica, para além de suas funções executivas?


Realizo caminhadas diárias em meio à natureza, ocasião em que também respondo a mensagens e faço reuniões virtuais, unindo o útil ao agradável. Este foi um novo hábito adquirido na pandemia. Também gosto muito de vivenciar momentos de lazer e cultura com a minha família.

Fonte: Por Ana Carolina Martins, Correio Popular

15 de setembro de 2021 0 Comentários
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Varejo

Sam’s abre mais uma loja no interior paulista

De Administrador SH 14 de setembro de 2021
Escrito por Administrador SH

Clube de compras que oferece seis mil skus, chega gerando mais de cem empregos diretos

Os consumidores de Americana (SP) agora podem conhecer uma nova experiência de compra. O Sam’s Club, único clube de compras do Brasil, inaugura nesta quarta-feira, dia 15, a sua primeira loja na cidade e traz para a região um novo conceito de loja, focada em itens exclusivos, produtos importados e embalagens diferenciadas e econômicas.

A unidade de Americana conta com cerca de seis mil itens entre produtos exclusivos e importados dos setores de alimentos, bebidas, mercearia, higiene e cuidados pessoais, limpeza, bomboniere, têxtil, decoração, tecnologia entre outros. Com área de vendas de mais de cinco mil metros quadrados, 14 caixas e quase de 300 vagas no estacionamento, o novo Sam’s é responsável por gerar mais de 100 empregos diretos.

Entre os serviços oferecidos, o clube conta com um açougue que possui diversos cortes especiais e uma adega com vinhos nacionais e importados, além de uma linha especial de destilados.

“Trabalhamos para oferecer uma experiência diferenciada aos nossos sócios e despertar aquela sensação de ‘comprar no exterior’, onde é possível economizar e encontrar uma série de novidades nas prateleiras”, afirma Marcos Ambrosano, diretor-executivo do Sam’s Club. “Para isso, reunimos em nossas lojas uma ampla variedade de produtos importados, exclusivos e do dia a dia com embalagens econômicas, que trazem uma grande vantagem tanto para clientes pessoa física quanto jurídica”, explica o executivo.

Com mais de dois milhões de sócios no Brasil, o Sam’s Club atua em parceria com o time global da marca para levar aos sócios de cada país muitos dos produtos que são oferecidos em outras partes do mundo. Desta forma, a empresa consegue oferecer produtos diferenciados à preços acessíveis. Além dessas vantagens, os sócios do Sam’s Club têm outros benefícios como descontos em parques, hotéis, postos de combustível, shows, entre outros.

O clube também opera com os mais altos padrões de segurança sanitária adotados pela empresa desde o início da pandemia como forma de proteger colaboradores e clientes contra o novo coronavírus. Entre as medidas adotadas, estão a instalação de placas de acrílico nos caixas, displays de álcool em gel em vários pontos da loja, reforço na higienização dos carrinhos, desinfecção da unidade, medição de temperatura entre outros cuidados.

Para se tornar sócio e aproveitar essas e outras vantagens, basta acessar o site https://sejasocio.samsclub.com.br/ e fazer o cadastro mediante ao pagamento de uma taxa anual no valor de R$ 75,00. Caso seja da preferência do cliente, o cadastro também pode ser efetuado diretamente nas unidades do Sam’s Club.

Serviço – Sam’s Club Americana

Endereço: Av. Brasil, 1313 – Jardim Paulista, Americana – SP, 13465-240

Horário de funcionamento: de segunda a sábado, das 8h às 22h, e aos domingos, das 9h às 20h.

14 de setembro de 2021 0 Comentários
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  • Cheetos lança nova versão da campanha “Dedos de Cheetos”
  • Carrefour desenvolve novo conceito de proximidade na Bélgica
  • Ceratti lança a linha Equilíbrio
  • Evento debate tecnologia para reduzir perdas e desperdício de alimentos

Publicação oficial da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)

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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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